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O passageiro da linha 48, de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, que viralizou nas redes sociais depois de ameaçar soltar um rato no coletivo, disse que a atitude foi uma "brincadeira". O homem, identificado como MC Zero, aparece em vídeos divulgados nas redes sociais, informando que, na verdade, estava apenas levando o hamster para dar de presente ao neto.

"A brincadeira surgiu só por uma brincadeira mesmo, teve maldade nenhuma não. Estava levando o rato para dar de presente para meu neto", comenta MC Zero em um dos vídeos.

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Uma amiga do MC no Facebook disse que, no episódio do ônibus, ele estava sendo "brincalhão como sempre". "Tudo não passou de uma simples brincadeira dentro do ônibus; para descontrair essa tensão que vivemos diariamente em meio a pandemia do covid-19. Onde já se viu assaltar com um rato (hamster)", escreveu ela, em uma postagem de um grupo de moradores de Niterói na rede social.

O caso

Circula nas redes sociais um vídeo que mostra o momento no qual MC Zero ameaça soltar um rato, preso em uma gaiola, em um coletivo, caso não recebesse dinheiro. A ação assustou os passageiros. "Eu pedi R$ 50 do Rio do Ouro até o Largo da Batalha para tomar um latão (de cerveja). Tudo bem, eu vou baixar o preço. Quem não me der R$ 5 vou soltar meu amiguinho”, comenta ele.

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 A liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello que determinou a soltura de todos os presos condenados em segunda instância foi suspensa na noite desta quarta-feira (19). Com a nova decisão de Dias Toffoli, presidente da Corte, a possibilidade de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse solto ainda hoje, como havia sido divulgado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), é descartada. 

Após saber da liminar, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou com um pedido para que Toffoli, casasse a decisão, que foi acatada. A nova decisão de Toffoli vale até o dia 10 de abril de 2019, quando o plenário do Supremo deve julgar novamente a questão. 

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Dodge chegou a definir a medida adotada por Marco Aurélio como "temerária e desrespeita o princípio da colegialidade, uma vez que o plenário do STF já se manifestou, por diversas vezes, pela constitucionalidade da chamada execução provisória da pena". 

Mais cedo, Marco Aurélio chegou a dizer que se o tribunal ainda for “o Supremo” a decisão dele deveria ser obedecida. “Vai ser um teste para a nossa democracia, para ver se as nossas instituições ainda são respeitadas”, ressaltou o ministro. 

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