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O presidente Michel Temer (PMDB) criticou o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista à RedeTV! concedida na terça-feira (2) e levada ao ar na noite desta quinta-feira (4). Temer afirmou que não há como uma pessoa que assumiu um mandato público afirmar que não é político, como faz o tucano.

"Não tem essa história de você dizer: ah, eu não sou político. Não adianta querer dizer que não é político porque do instante em que ele entra para a administrar a polis, político será", disse o presidente. Segundo ele, há um movimento "anti establishment" no Brasil. "O que existe é uma rebelião contra o político que está no poder."

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Sobre uma eventual candidatura de Doria à Presidência em 2018, Temer afirmou ser difícil avaliar o que vai acontecer no PSDB, mas elogiou a capacidade administrativa de Doria e citou a lealdade que ele tem ao padrinho político, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). "Eu não sei que outros nomes podem aparecer, há nomes com a menor suposição no PSDB, como existem em outros partidos."

O presidente disse ainda que haverá uma redução do desemprego no último trimestre deste ano. Segundo ele, a taxa de desemprego anda não caiu por causa da capacidade ociosa das empresas diante da crise econômica. "Mas, sequencialmente, lá pelo último trimestre do ano, certa e seguramente teremos um combate efetivo do desemprego, com o desemprego caindo."

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou mais dois pedidos contra o fatiamento da votação que aprovou o impeachment de Dilma Rousseff. Com isso, continua valendo a decisão do Senado que cassou o mandato da ex-presidente em agosto, mas a manteve habilitada para exercer funções públicas.

As decisões foram tomadas na última sexta-feira, 16, mas seu conteúdo completo ainda não foi divulgado. Num dos casos, Rosa Weber negou liminar requerida pelo senador Magno Malta (PR-ES) para que Dilma fosse impedida de assumir quaisquer funções públicas até o julgamento do mérito da ação - não há data prevista para a apreciação definitiva.

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Em outro caso, a ministra indeferiu mandado de segurança, com os mesmos propósitos, apresentado por integrantes do Conselho do Movimento Avança Brasil Maçons BR.

O Senado fracionou o julgamento do impeachment de Dilma em 31 de agosto. Na primeira votação, foi aprovado o afastamento definitivo da ex-presidente. Na segunda, os senadores mantiveram Dilma apta a disputar cargos eletivos e a ocupar outros tipos de cargos públicos, seja por concurso, seja mediante livre nomeação do gestor. A solução teve aval do então presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, que comandou a sessão no Legislativo.

Ao menos 12 ações já haviam sido apresentadas antes ao Supremo contra a solução adotada pelos congressistas. Os autores argumentam que o texto da Constituição não admite dividir as sanções. Em seu artigo 52, a Carta Magna diz que a condenação se limita "à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis".

Rosa Weber indeferiu seis mandados de segurança de cidadãos ou entidades, justificando que somente parlamentares poderiam questionar a decisão do Senado. Nos outros seis casos, nos quais os questionamentos partiram de partidos e congressistas, ela negou as liminares solicitadas, mas a apreciação de mérito continua pendente.

Alegou que a "mera especulação" na imprensa quanto a eventuais cargos oferecidos à petista não justifica as medidas e não prejudica a análise definitiva que a Corte fará, mais adiante, sobre o tema.

Entre as liminares negadas, estão as apresentados por PMDB, PSDB, DEM, PPS e Solidariedade, pelos senadores José Medeiros (PSD-MT) e Álvaro Dias (PV-PR), pela Rede, pelo PSL, e pelo deputado federal Expedito Netto (PSD-RO).

"O alegado receio de ineficácia do provimento final deve ser demonstrado a partir de um risco de dano específico e concreto. A mera especulação de notícias veiculadas em meios de comunicação quanto a eventual convite (endereçado à ex-presidente Dilma Rousseff) para o exercício de função pública, como argumentado, não traz prejuízo ou dano para o julgamento definitivo do mérito desta ação constitucional", argumentou a ministra, na ocasião, em seu despacho.

Confira as manchetes dos principais jornais do Brasil e do mundo neste sábado:

O Estado de S. Paulo (OESP)

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Folha de S.Paulo (FSP)

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O Globo (OG)

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The New York Times (NYT)

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The Wall Street Journal (WSJ)

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Financial Times (FT)

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(Equipe AE)

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