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A covid-19 causou a morte de mais um prefeito no exercício do mandato, no interior de São Paulo. O prefeito de Taguaí, Jair Cariovaldo Carniato (PTB), de 62 anos, morreu nesta sexta-feira, 16, após 18 dias internado com sintomas graves da doença. É o nono prefeito paulista vitimado pelo coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020. Carniato já havia sido vereador por dois mandatos e estava à frente da prefeitura pela quarta vez. O vice-prefeito Eder Carlos Fogaça (Republicanos) assumiu a prefeitura.

Carniato foi diagnosticado com a doença no dia 29 de março, mas continuou trabalhando remotamente. Dez dias depois, foi internado e no dia 1º de abril, já em estado grave, foi transferido para a UTI de um hospital particular de Londrina, no norte do Paraná. Ele chegou a ser intubado devido às complicações da doença, mas não resistiu. Seu sepultamento aconteceu nesta sexta, no Cemitério Municipal de Taguaí.

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A prefeitura divulgou nota lamentando a morte. "Hoje o povo de Taguaí está triste e chora a perda de um taguaiense que dedicou sua vida ao município", diz a publicação. Foi decretado luto oficial.

Outros Casos

No último dia 7 foi registrada a morte de João Carlos Rainho (PSDB), prefeito de Dirce Reis, vítima da covid. No dia 1º deste mês, a doença matou o prefeito de Hortolândia, Angelo Perugini (PSD) e, em 29 de março, o prefeito Tarek Dargham (PTB), de Guararapes.

No ano passado, haviam morrido após contrair o coronavírus Antonio Shigueyuki Aiacida (PSD), prefeito de Mairiporã; Benedito da Rocha Camargo Junior (PSD), de Pardinho; Wair Jacinto Zapelão (PSDB), de Santa Clara d'Oeste; Rodrigo Santana Rodrigues (DEM), de Santo Antônio de Aracanguá, e Antônio Carlos Vaca (PSDB), de Borebi, a primeira vítima.

Criminosos viajaram 52 quilômetros com um caminhão roubado, em Taguaí, interior de São Paulo, levando 11 reféns presos no baú, na tarde desta segunda-feira, 4. As vítimas, rendidas numa estrada rural para ajudar a transferir a carga de roupas do caminhão para outro veículo, foram libertadas em Barão de Antonina, na divisa de São Paulo com o Paraná, onde o caminhão foi abandonado. Nenhum dos reféns ficou ferido. Os criminosos fugiram com a carga e, até o final da manhã desta terça-feira, 5, não tinham sido localizados.

O roubo aconteceu na frente de uma indústria têxtil, no distrito industrial de Taguaí. Cerca de seis homens chegaram em dois carros e renderam o motorista e o ajudante, levando o veículo com 24 mil peças de roupas, em sua maioria calças jeans.

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Os dois foram mantidos como reféns até o caminhão chegar a uma estrada rural no bairro da Várzea, já em Taquarituba, cidade vizinha, onde outro veículo esperava os criminosos. "Naquele local, eles foram rendendo aleatoriamente quem passava e os obrigava a ajudar na transferência da carga roubada para o caminhão deles", contou o delegado de Taguaí, Gabriel Fernandes Pires.

Entre os reféns estavam um grupo de trabalhadores rurais que passava numa van, um motociclista, um vaqueiro a cavalo e um casal que seguia de carro e também teve o automóvel furtado pelos criminosos. Depois que a roupa foi transferida para o segundo caminhão, os assaltantes mandaram que todos entrassem no baú do veículo roubado.

Conforme os reféns, os homens estavam armados com pistolas e revólveres e tomaram os celulares do grupo. A porta foi trancada com cadeado e, durante cerca de uma hora, o caminhão rodou pela região com os reféns a bordo.

As vítimas relataram terem ficado no escuro e sem condições de ver o que se passava no exterior. O delegado acredita que os ladrões seguiram rumo ao Estado do Paraná, já que o caminhão com os reféns foi abandonado praticamente na divisa.

O carro roubado também foi visto nessa região. "Estamos em busca de imagens de câmeras instaladas no possível trajeto feito pelo bando", disse. Os proprietários da Ferrahe Confecções não quiseram falar sobre o roubo dos produtos.

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