Tópicos | Abras

As vendas reais do setor supermercadista registraram alta de 6,45% em novembro em relação a igual mês de 2011, de acordo com o Índice Nacional de Vendas divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), nesta quinta-feira. Na comparação com outubro deste ano, o indicador apresentou elevação de 1,52%.

De janeiro a outubro deste ano, as vendas dos supermercados subiram 5,29% ante igual intervalo de 2011. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores nominais, o índice de vendas da Abras apresentou crescimento de 12,39% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado e 2,13% frente a outubro deste ano. No acumulado do ano, o índice nominal tem alta de 10,96% na comparação com o mesmo período do ano passado.

##RECOMENDA##

De acordo com o presidente da Abras, Sussumu Honda, apesar do grande número de feriados em novembro, as vendas dos supermercados não foram afetadas. Com isso, as vendas continuaram no mesmo patamar que vinham apresentando no decorrer do ano, com uma pequena elevação de 0,11 ponto porcentual no resultado acumulado do ano. "A manutenção do baixo nível de desemprego e a renda em alta fizeram com que as vendas fossem 6,45% superiores, em valores reais, ao mês de novembro de 2011", afirma Sussumu Honda, em nota.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) elegeu na quinta-feira (08) a nova diretoria para o biênio 2013/2014. Fernando Yamada, ex-presidente da Associação Paraense de Supermercado (Aspas), foi eleito por unanimidade e assume a partir de janeiro a associação nacional pelos próximos dois anos, substituindo Sussumu Honda, no cargo desde 2007. Honda assume a presidência do Conselho Consultivo da Abras para o mesmo período.

Paraense, Yamada tem longa trajetória como representante do setor supermercadista. Faz parte da diretoria da Aspas há 19 anos e da Abras há 15. Atualmente, ocupa a primeira vice-presidência da Abras e é vice-presidente financeiro da rede de Supermercados Yamada, a primeira do ranking na região Norte, com faturamento anual de R$ 1,5 bilhão.

##RECOMENDA##

A Abras, fundada em 11 de novembro de 1968, com sede em São Paulo e escritório institucional em Brasília, representa o setor de autosserviço no Brasil, que responde por cerca de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

As vendas reais do setor supermercadista registraram alta de 4,91% no mês de setembro em relação a setembro de 2011, de acordo com o Índice Nacional de Vendas divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), nesta terça-feira. Na comparação com agosto de 2012, o indicador apresentou elevação de 0,21%. De janeiro a setembro deste ano, as vendas dos supermercados subiram 5,50% ante igual intervalo de 2011. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA, medido pelo IBGE.

Em valores nominais, o índice de vendas da Abras apresentou crescimento de 10,5% em setembro na comparação com igual mês de 2011 e 0,79% ante agosto deste ano. No acumulado do ano, o índice nominal tem alta de 11,14% na comparação com o mesmo período do ano passado.

##RECOMENDA##

De acordo com o superintendente da Abras, Tiaraju Pires, em setembro, as vendas mantiveram trajetória de crescimento dos últimos meses. "Os números reforçam nossa expectativa de um ótimo resultado para este ano, apesar do baixo crescimento do PIB. A massa salarial quando comparada com o setembro de 2011 continuou apresentando aumento, justificando o resultado acumulado do setor", afirmou Pires.

Natal

A pesquisa anual da Abras de Natal revelou que o setor supermercadista espera um aumento em faturamento de 14,4% nas vendas dos produtos típicos durante o período de festas de final de ano em relação a 2011. O otimismo do setor para o Natal e o réveillon de 2012 ficou um pouco abaixo do que no ano passado, quando a expectativa era de um crescimento de 15,6% das vendas.

Cesta

A AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK a pedido da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), apresentou alta de 2,16% em setembro em relação a agosto deste ano. Já na comparação com setembro de 2011, o indicador registrou crescimento de 7,65%, passando de R$ 306,42 para R$ 329,87.

Os produtos com as maiores altas em setembro na comparação com agosto foram batata (+29,78%), cebola (+23,40%) e farinha de mandioca (+12,91 %). Já os produtos com as maiores quedas no último mês foram: tomate (-13,38%), extrato de tomate (-1,23%) e carne dianteiro (-1,19%), conforme levantamento da Abras.

O faturamento dos supermercados manteve a trajetória de alta em agosto, acumulando crescimento real de 5,57% desde janeiro. No entanto, o volume de mercadorias vendidas apresentou recuou de 0,1% nos oito meses de 2012 se comparado com o mesmo intervalo de 2011. Entre janeiro e agosto de 2011, o Índice Nacional de Volume, pesquisado pela Nielsen para a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), subiu 2,6% sobre o mesmo intervalo de 2010.

De acordo com o presidente da Abras, Sussumu Honda, o resultado de vendas apurado em agosto reflete a inflação dos alimentos, puxado principalmente por commodities agrícolas, e uma mudança nos hábitos dos consumidores. "Os brasileiros estão preferindo comprar massa de bolo pronto do que a farinha de trigo e o açúcar para elaborar sua própria receita, o que indica uma mudança no comportamento em função do aumento da renda", observa Sussumo Honda.

##RECOMENDA##

De modo geral, todas as cestas de produtos mantiveram-se estáveis, com pequenas variações positivas ou negativas, segundo a Abras. Apresentaram crescimento os grupos bebidas não alcoólicas (+1,4%), seguido por mercearia doce (+0,5%) e perecíveis (+0,3%). A cesta "outros" (que contém principalmente produtos de bazar), higiene e beleza, mercearia salgada e bebidas alcoólicas, tiveram quedas de 5,3%, 1,1%, 0,6% e 0,3%, respectivamente.

Os produtos que apresentaram as maiores altas percentuais, em termos de volume de vendas, foram: bolo industrializado (24,8%); suco de frutas pronto para consumo (15,0%); vinho (9,9%); água mineral (9,3%); e whisky (7,3%). Os produtos com as maiores quedas percentuais, em termos de volume de vendas, foram: inseticida (-11,3%); sabão em barra (-10,4%); pilha seca (-7,8%); açúcar (-7,7%); e farinha de trigo (-6,3%).

Vendas

No mês de agosto, as vendas reais do setor supermercadista registraram alta de 3,91% ante o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Abras. Na comparação com julho deste ano, o indicador apresentou elevação de 1,71%. De janeiro a agosto deste ano, as vendas dos supermercados subiram 5,57% ante igual intervalo de 2011. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA, medido pelo IBGE.

Em valores nominais, o índice de vendas da Abras apresentou crescimento de 9,40% em agosto na comparação com agosto de 2011 e 2,12% ante julho deste ano. No acumulado do ano, o índice nominal tem alta de 11,22% na comparação com o mesmo período do ano passado. Para Sussumo, o resultado de vendas apurado em agosto reforça a expectativa de crescimento da entidade da ordem de 5% neste ano. "A queda do desemprego e o aumento da massa salarial bem como a recuperação do setor industrial indicam boas perspectivas para o restante do ano", avalia o presidente da Abras.

O presidente da Abras acredita que o último trimestre deste ano deve garantir uma expansão das vendas em volume e faturamento. Conforme levantamento da Abras, o pernil já apontou alta de 6,31% sobre o mês anterior, provocada pelo aumento de gastos com insumos para a ração das aves. "As carnes suínas e de aves vão apresentar um aumento dos preços em função da alta das commodities agrícolas no mercado internacional, em especial o milho que é o principal ingrediente para ração", prevê.

Cesta de consumo

A cesta de consumo Centro-Oeste teve recuo de 0,90% entre julho e agosto, a única queda registrada em todas as regiões brasileiras, de acordo com o AbrasMercado, conjunto de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK a pedido da Abras. O preço da cesta no Centro-Oeste passou de R$ 311,57 em julho para R$ 308,76 em agosto.

No Nordeste, a cesta regional subiu 0,80%, de R$ 272,15 para R$ 274,33, seguida pela Região Norte, que teve alta de 1,05%, para R$ 365,15. O Sudeste apresentou aumento de 1,46% em agosto ante julho, saindo de R$ 305,16 para R$ 309,61. Já a região Sul apontou o maior acréscimo no preço da cesta, que passou de R$ 342,03 para R$ 349,60. A alta atingiu 2,22% julho para agosto.

O AbrasMercado avançou 0,96% em agosto em relação a julho deste ano. Já na comparação com agosto de 2011, o indicador registrou crescimento de 6,8%, passando de R$ 302,32 para R$ 322,88. Os produtos com as maiores altas em agosto na comparação com julho foram batata (+12,06%), tomate (+10,24%) e pernil (+6,31%). Já os produtos com as maiores quedas no último mês foram: feijão (-5,25%), cebola (-3,20%) e leite em pó integral (-1,52%), conforme levantamento da Abras.

A cesta de consumo na Região Nordeste registrou alta de 1,62% em maio ante abril, a maior variação de acordo com o AbrasMercado, conjunto de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK a pedido da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O preço da cesta aumentou de R$ 267,41 para R$ 271,73.

No Sudeste, o conjunto de produtos ficou 1,53% mais caro, passando de R$ 297,56 para R$ 302,10. O Centro-Oeste e o Norte tiveram aumento de 0,62% e 0,61%, respectivamente, para R$ 308,35 e R$ 366,49.

##RECOMENDA##

O presidente da Abras, Sussumu Honda, explica que o Norte do País conta com o fator logístico para encarecer as compras, já que as mercadorias demoram mais para chegar até a região. "Temos relatos de supermercadistas locais que esperam até 15 dias para receber um pedido", disse.

Em maio, o AbrasMercado subiu 0,79% em relação a abril deste ano. Já na comparação com maio de 2011, o indicador registrou crescimento de 6,46%, passando R$ 299,78 para R$ 319,15.

Os produtos com as maiores altas em abril na comparação com março foram tomate (+16,62%), cebola (+ 12,28%) e margarina cremosa (+4,88%). No mesmo comparativo, as maiores quedas foram sabão em pó (-1,91%), batata (-1,65%) e frango congelado (-1,27%).

Prognósticos

Sussumu Honda contou que, em conversas informais, alguns supermercadistas sinalizaram que as vendas "estão indo muito bem neste mês". Diante da expectativa com os dados de junho, ele preferiu cravar uma nova projeção anual do setor só no mês que vem, com os números do primeiro semestre. Já admitiu, porém, uma nova leitura devido ao comportamento do setor nos primeiros cinco meses. "Vamos revisar no próximo mês e, provavelmente, para um patamar melhor".

Até agora, a Abras prevê uma expansão das vendas entre 3,5% e 4% neste ano em relação a 2011. De janeiro a maio, os supermercados tiveram aumento de 6,81% ante igual período do ano passado. Todos os índices estão deflacionados pelo IPCA (inflação oficial medida pelo IBGE).

O Norte apresentou a cesta de consumo mais cara em abril, de acordo com o AbrasMercado, um conjunto de 35 produtos de largo consumo. O indicador é analisado pela GfK a pedido da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mês passado, a população dessa região pagou R$ 364,25 pela cesta, alta de 0,88% em relação a março.

A maior alta, de 1,27%, foi registrada no Nordeste, onde o preço da cesta subiu de R$ 264,07 para R$ 267,41. Apenas a Região Sul apontou queda no preço, de 0,48%, passando de R$ 342,65 para R$ 341,02.

##RECOMENDA##

No Sudeste e Centro-Oeste, o AbrasMercado avançou 0,15% e 0,54%, respectivamente, para R$ 297,56 e R$ 306,46.

O presidente da Abras, Sussumu Honda, observa que a demanda é maior em localidades de menor porte. "As cidades menores têm apresentado um ritmo de consumo melhor."

Em abril, o AbrasMercado nacional subiu 0,44% em abril em relação a março. Na comparação com abril de 2011, o indicador cresceu 5,37%, passando R$ 300,52 para R$ 316,66.

Os produtos com as maiores altas em abril frente a março foram: feijão (+11,11%), batata (+6,16%) e farinha de mandioca (+3,25%). As maiores quedas foram: tomate (-6,58%), carne traseira (-3,04%) e massa sêmola espaguete (-2,52%).

A região Sudeste foi a que apresentou a maior alta nos preços de sua cesta de produtos em dezembro ante novembro. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o avanço foi de 3,79%, para R$ 311,56. Os "vilões" da cesta da região foram a carne de traseiro bovina, que teve aumento de 11,74% em dezembro, seguido do feijão (9,12%), do frango congelado (8,43%), do sabonete (7,22%) e do ovo (6,58%).

Na média nacional e no acumulado do ano, o item que mais aumentou de valor foi o café torrado e moído (25,7%), seguido do sabonete (20,1%) e margarina cremosa (14,5%). A carne de traseiro bovina, no ano, teve valorização de 4,7%; o feijão, 10,4%; o frango congelado, 4,2% e o ovo, 11,2%.

##RECOMENDA##

Ainda na análise por cestas regionais de produtos, o Centro Oeste teve a segunda maior valorização, com 2,89%, para R$ 305,36, acompanhado pelo Norte, com 1,64%, para R$ 358,98; Nordeste, 1,57%, para R$ 262,37 e Sul, com 1,40%, para R$ 348,38.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando