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Parece cena de filme, mas não é. Criminosos internacionais vêm aplicando um novo golpe que usa um notebook para tirar dinheiro de caixas eletrônicos. A técnica, chamada de Black Box, não utiliza um malware ou software específico, porém, já conseguiu desativar 143 máquinas na Europa e algumas na América Latina.

De acordo com o fabricante de caixas eletrônicos Diebold Nixdorf, a ação teria sido feita por hackers devem ter encontrado uma máquina de sacar dinheiro com o software não criptografado no HD e fizeram uma cópia. Desse jeito eles conseguiram enviar comandos ao dispositivo bancário, dificultando os gatilhos de segurança contra jackpotting - quando os cibercriminosos fazem um caixa eletrônico cuspir dinheiro.

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Mas aplicar este tipo de golpe não é tão fácil quanto parece. É preciso passar certo tempo sozinho com um caixa eletrônico para concluir o ataque. Na tentativa mais "comum" é preciso abrir a estrutura externa ou fazer um buraco para acessar as portas internas. Além disso, os criminosos precisam desconectar parte da fiação e conectá-la à "caixa preta" (Black Box, em inglês), que pode ser um notebook ou mini PC como Raspberry Pi, por exemplo. Só depois disso o caixa eletrônico receberá comandos para cuspir até 40 cédulas a cada 23 segundos.

Se uma das suas promessas de ano novo foi começar a se exercitar, saiba que existe uma nova maneira de fazer isso. A última tendência fitness no mercado é algo conhecido como Black Box. O sistema combina treinamento de resistência, princípios de gamificação e cardio de alta intensidade com a tecnologia realidade virtual.

Os clientes malham em uma caixa preta com o auxílio de um acessório de realidade virtual da HTC. Uma vez que o aparelho esteja ligado, um novo mundo inteiro será criado em torno deles, criando uma experiência que promete um treino para todo o corpo. A promessa é fazer o usuário se sentir dentro de um jogo eletrônico, deixando ele esquecer que, na verdade, está malhando.

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Segundo a Black Box, visitar a academia virtual apenas três vezes por semana é o suficiente para aumentar a força, resistência e saúde do usuário. A empresa planeja abrir unidades em Manhattan e Beverly Hills, nos EUA. Além disso, pretende lançar um sistema de franquias para que qualquer pessoa adote a tecnologia em seu ginásio.

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Há coisas que simplesmente são indesculpáveis, e a premiere da série Black Box é uma delas, pois desde sua premissa o show falha em garantir um mínimo de coesão e senso de realismo, que faz seu espectador se retorcer na cadeira, ansiando para que aquela tortura chegue ao fim.

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