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Uma mistura de neblina com uma fumaça densa e acinzentada alertou a população de Nova Déhli, capital da Índia, em relação ao índice de poluição, que atingiu um nível “grave” e “emergencial”, na manhã desta quinta-feira (3). As autoridades deram poucos indícios de ter encontrado alguma solução para o descaso ambiental.

A Comissão Central de Controle da Poluição apontou que a concentração de partículas tóxicas, conhecidas como PM 2,5, progrediu de 430 nessa quarta-feira (2) para 440, aproximadamente 12 vezes o nível recomendado pelo governo americano, que é de 35.

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Em algumas áreas do norte indiano e da própria capital, lar de mais de 20 milhões de pessoas, o nível de poluição chegou a 500, dificultando a visibilidade dos populares. No ano passado, o pico atingiu 450 no dia 23 de dezembro. "As condições climáticas contribuíram para a crise, mas temos que admitir que a maioria das medidas anunciadas em 2018 fracassou terrivelmente", disse a ativista do Greenpeace Sunil Dahiya.

A situação foi agravada por uma série de fatores como a queda brusca da temperatura e na velocidade dos ventos, aliada às emissões industriais e de veículos, ao pó de canteiros de obras e à fumaça advinda da queima de lixo. Nem o governo federal do primeiro-ministro, Narendra Modi, nem o governo municipal de Arvind Kejriwal quiseram se pronunciar, e ainda não anunciaram medidas para combater a poluição neste ano.

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