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O Android está completando 14 anos de seu lançamento nesta sexta-feira (21). Alguns especialistas apontam para o lançamento do sistema operacional como um dos principais passos para a democratização de smartphones ao redor do mundo.

A Apple teve seu papel com o iPhone e o iOS, porém, o que ela construiu foi, cada vez mais, se aproximando a um seleto grupo com maior poder aquisitivo, dado o custo dos aparelhos da marca. Entretanto, o Android, presente na maior parte dos smartphones do mundo, permitiu populações de menor renda o acesso a esta revolução tecnológica.

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Com o passar dos anos, o Android foi se aprimorando e incorporando diversas funcionalidades, visando ajudar a tornar a vida dos usuários mais fáceis. Algumas dessas funções foram copiadas pelo iOS. Muitas dessas implementações que hoje parecem tão essenciais, não estavam presentes no lançamento do sistema operacional.

Na primeira versão, não era possível aplicar zoom em fotos ou textos. Os detalhes são obscuros aqui, porém, acredita-se que havia um acordo silencioso entre Apple e Google para não se atrapalharem. Isso acabou deixando o recurso multi-touch fora dos aparelhos durante muito tempo.

Inicialmente, o Android não foi imaginado para dar suporte a teclados diretamente na tela. Durante um período, dispositivos como Android eram vistos como concorrentes do Blackberry. O que impulsionou a adesão dos teclados digitais foi o lançamento do iPhone. Assim, o Google lançou a funcionalidade seis meses após, no lançamento do Android 1.5.

Pensando no passado, parece lógico que a primeira versão do Android não tivesse suporte a captura de vídeo. Porém, mesmo com tantos recursos presentes nos smartphones atuais, como vídeos em 8K e diversas aplicações via software, é difícil imaginar como era a utilização destes aparelhos sem esse recurso.

O Android continua evoluindo. Nos dias de hoje, 14 anos após seu lançamento, a quantidade de recursos a disposição é tão grande que é praticamente impossível ao usuário médio utilizar todos eles.

O ano de 1995 ficou registrado como um marco para os computadores pessoais pelo lançamento do sistema operacional que marcou sua época: o Windows 95. O sistema operacional da Microsoft foi lançado no dia 24 de agosto de 1995, há exatos 27 anos, e trouxe funcionalidades que estão presentes até os dias de hoje, em grande parte dos computadores.

A principal novidade que o sistema operacional propôs foi o botão iniciar, que funcionava como um agregador de ferramentas do sistema operacional. Até então, os sistemas operacionais contavam com diversas funcionalidades em pastas e janelas, dificultando o acesso centralizado.

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Para divulgar a nova ferramenta, a Microsoft realizou uma campanha publicitária com a palavra start, usando inclusive a música Start Me Up, dos Rolling Stones. Outras mudanças-chave foram a adesão ao sistema de 32-bits e a introdução do plug and play, encurtando diversos processos de instalação que dificultavam o acesso doméstico.

Junto ao lançamento do Windows 95, a Microsoft lançou o clássico MSN, aplicativo que agregava redes sociais com um novo buscador, que, anos depois, ganharia seu próprio aplicativo de mensagens.

O Windows 95 tornou-se um grande sucesso da empresa, vendendo mais de 7 milhões de cópias apenas cinco semanas após o lançamento.

Após milhões de pedidos, a Microsoft finalmente trará o Menu Iniciar antigo de volta. A empresa de Bill Gates anunciou a novidade durante esta quarta-feira (2), na sua conferência anual para desenvolvedores, a Build. O recurso, porém, resurgirá com uma cara nova – uma espécie de híbrido com o melhor do Windows 7 e do Windows 8.

Na demonstração, a Microsoft também exibiu um novo modo que permite que os aplicativos do Windows 8 rodem na área de trabalho dentro de suas próprias janelas. Contudo, o novo desktop não vai substituir o ambiente virtual do Windows por completo – o menu Metro e seus aplicativos ainda estarão disponíveis para quem os prefere.

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A atualização do Windows 8.1 está para chegar na próxima semana, mas estes recursos só estarão disponíveis em uma próxima versão do sistema operacional da Microsoft - ainda sem data de lançamento.

O presidente da Tim Brasil, Rodrigo Abreu, afirmou nesta quinta-feira (5), que a decisão do Cade de determinar que a Telefônica ache um sócio para a Vivo ou venda a participação indireta na Tim terá impacto zero no dia-a-dia operacional da operadora no País.

O executivo também lembrou que a Tim continua com seu projeto de ganhar mercado com uma estratégia agressiva. "Já viu uma empresa a venda aumentar investimentos?", questionou.

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O grupo ampliou o investimento, até 2015, de R$ 10 bilhões para R$ 11 bilhões. Abreu afirmou que não existe possibilidade da Telefônica forçar a venda da Tim. A operadora espanhola é sócia da Telco, que detém 22,4% do capital da Telecom Italia, holding da Tim.

Ele lembrou que na época em que a Telefônica comprou uma participação na Telco, se comprometeu em contrato a não interferir no dia a dia da Tim. Na entrevista, o executivo afirmou que a decisão do Cade pode ter reflexo na fusão da Portugal Telecom com a Oi. "É natural que a decisão seja, no mínimo, analisada", disse.

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