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Ao menos seis jovens indianos estão internados em dois hospitais em Nova Déli, na Índia, diagnosticados com graves distúrbios psiquiátricos devido ao uso compulsivo do telefone celular, fenômeno também conhecido como "selficídio".

De acordo com o jornal "Mail Today", uma jovem de 18 anos se apresentou no Instituto Médico da Índia (AIIMS) com uma deformação no nariz e foi encaminhada para o centro psiquiátrico, assim como mais dois pacientes.

Outros três jovens foram transferidos para o Hospital Si Ganga Ram com o mesmo sintoma. Segundo o psiquiatra do AIIMS, Nand Kumar, os pacientes dependentes "sentem a necessidade de fazer uma pose na frente smartphone", por isso "haviam desenvolvido uma doença conhecida como transtorno dismórfico corporal, que trata-se de uma preocupação exagerada por algum defeito real ou imaginário encontrado no próprio corpo, e causa um distúrbio obsessivo compulsivo".

Ainda de acordo com a publicação, os especialistas acreditam que os sintomas desta doença são tão "silenciosos" que muitas pessoas que usam constantemente os celulares para tirar selfies não percebem que é este distúrbio que os deixam deprimidos e desorientados.

Segundo a Associação de Psicologia norte-americana, cerca de 60% das mulheres que sofrem desta doença não sabem ou não percebem.

O Facebook começou a testar um sistema que permite seus membros pagar suas compras por meio do telefone celular conectado à rede social. "Estamos trabalhando em um teste em pequena escala que dá às pessoas a oportunidade de utilizar seus dados bancários já introduzidos no Facebook para preencher um formulário de pagamento quando fazem uma compra com um aplicativo móvel", disse o grupo nesta quinta-feira em um comunicado.

Ao se identificar como membro do Facebook, os usuários já não precisam fornecer seus dados bancários, já que o aplicativo recupera de forma automática os dados do cartão ou da conta do PayPal registrados na página.

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O Facebook afirma que seu objetivo não é competir com os sistemas de pagamento atuais. O teste foi realizado até o momento com "um ou dois membros" e "não substitui a gestão do pagamento do atual provedor do aplicativo, por exemplo, o PayPal", disse a rede social.

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