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Após a repercussão negativa da brincadeira da delegada Patrícia Domingos (Podemos), que se referiu à capital pernambucana como “Recífilis”, a candidata à prefeitura do município emitiu um comunicado, nesta terça-feira (20), para minimizar o deslize. Na nota, ela diz estar sendo atacada e que o caso se trata de desespero por ela estar crescendo nas pesquisas.

Em uma série de publicações feitas pela candidata em 2011, e que repercutiram nas redes sociais na segunda-feira (19), ela chama a capital pernambucana de Recífilis e diz que determinadas pessoas “só estão vivas porque é ilegal atirar nelas”.

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A candidata do Podemos apareceu com 13% das intenções de voto em pesquisa Ibope de 15 de outubro. No dia 8 de outubro, em pesquisa Datafolha, Domingos estava com 10%.

Procurada pela reportagem do LeiaJá, Patrícia enviou nota e se posicionou sobre o caso. Confira na íntegra:

“Estamos sendo atacados por algumas publicações realizadas em uma rede social há 9 anos atrás. Isso é um expediente de quem está desesperado porque estamos crescendo nas pesquisas, rumo ao segundo turno, rumo à vitória. Quanto mais a gente cresce, mas eles vão bater e inventar coisas. Em vez de comentar publicações que fiz há quase 10 anos, prefiro discutir sobre a falta de saneamento, a falta de segurança e as acusações de corrupção e desvio de dinheiro público que levou a polícia a fazer 7 visitas à prefeitura somente este ano. Vamos falar sobre o futuro do Recife, e não o passado.

Delegada Patrícia” (sic).

Uma fala do presidente Jair Bolsonaro durante uma de suas tradicionais lives levou ao pedido de demissão de um especialista da sede do Facebook em Menlo Park, no Vale do Silício. É o que diz uma reportagem publicada pela revista The New Yorker esta semana, segundo a qual o funcionário teria ficado inconformado com a decisão da plataforma de manter o vídeo no ar mesmo enquanto ele apresentava suposta violação das regras da plataforma por "discurso desumanizador".

Segundo a reportagem, assinada por Andrew Marantz, foi uma fala de Bolsonaro sobre indígenas que entrou no centro de discussões no alto escalão do Facebook. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo de janeiro, quando o presidente afirmou que "cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós".

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Ao tomar conhecimento sobre o caso, o especialista em cibersegurança do Facebook David Thiel procurou pela live - que, para sua surpresa, ainda estava no ar. O especialista apresentou questionamentos por meio da rede social interna do Facebook, o WorkPlace, defendendo a retirada do conteúdo.

Seus questionamentos, de acordo com a The New Yorker, foram encaminhados internamente no Facebook, e os responsáveis por analisar o caso concluíram que o vídeo não desrespeitou as diretrizes da rede. "O presidente Bolsonaro é conhecido por seus discursos controversos e politicamente incorretos", teria dito um especialista baseado em Brasília, que sustentou que "ele (Bolsonaro), na verdade, está se referindo aos povos indígenas se tornando mais integrados à sociedade (em oposição a isolados em suas próprias tribos)."

Thiel, então, apelou da decisão. Ele fez uma apresentação interna para sustentar que a fala havia sido desumanizadora e chegou a argumentar que a retórica de Bolsonaro já havia incitado à violência antes. Segundo a publicação, porém, foi só após o pedido de demissão de Thiel que o Facebook anunciou que havia revertido a decisão sobre a manutenção do vídeo de Bolsonaro, o que para Thiel foi considerado "tarde demais."

O Facebook anunciou nesta terça-feira (13) a proibição de anúncios que desencorajam as pessoas a se vacinarem, em meio à pandemia do novo coronavírus, em um momento em que a gigante das redes sociais disse ter "destacado a importância de comportamentos preventivos de saúde".

"Embora os especialistas em saúde pública concordem que não teremos uma vacina aprovada e amplamente disponível para covid-19 por algum tempo, há medidas que as pessoas podem tomar para se manter saudáveis e seguras", informou a empresa em um comunicado.

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A plataforma já baniu desinformação e golpes identificados por instituições de saúde pública como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

A rede social continuará a permitir anúncios que pressionam a favor ou contra as regulamentações governamentais relacionadas à vacinação e planeja lançar uma campanha de informação pública nos Estados Unidos pressionando para que as pessoas sejam vacinadas contra a gripe sazonal.

Espera-se que as vacinas contra o coronavírus sejam essenciais para superar a pandemia e vários laboratórios estão trabalhando atualmente em seu desenvolvimento.

Os Estados Unidos encomendaram milhões de doses de vacinas atualmente em teste pela Pfizer e Moderna, mas também pela AstraZeneca, Johnson & Johnson, Novavax e Sanofi, a fim de garantir a entrega rápida de qualquer uma que faça a descoberta primeiro.

Os gigantes da tecnologia têm sido regularmente acusados de permitir o florescimento dos movimentos antivacinas.

De acordo com as autoridades de saúde dos EUA, o número de crianças que chegam aos dois anos sem qualquer vacinação atingiu mais de 0,9% entre as crianças nascidas em 2011 e 1,3% entre as nascidas em 2015.

O número de pedidos de isenções de vacinas aumentou no ano de 2017-2018 nos EUA pelo terceiro ano consecutivo.

No entanto, um grande estudo com mais de 650.000 crianças dinamarquesas que foram acompanhadas por mais de uma década chegou à mesma conclusão de vários estudos anteriores: a vacina contra caxumba, sarampo e rubéola (MMR) não apresenta risco de causar autismo em crianças, ao contrário de uma teoria defendida por ativistas antivacinas.

Na última segunda-feira (12), o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que banirá todos os posts que negam ou distorcem informações sobre o holocausto judeu. A decisão foi tomada por conta do crescimento de discursos anti-semitas na plataforma.

A medida havia entrado em pauta em junho, no momento que entidades que defendem a causa, como a Liga Anti-Difamação (ADL), começaram a publicar vídeos cobrando do Facebook mudanças em suas políticas, em relação aos posts sobre os acontecimentos do holocausto.

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De acordo com uma pesquisa divulgada pela diretora de políticas de conteúdo do Facebook, Monika Bickert, quase 25% dos adultos americanos, de 18 e 39 anos, acreditavam que o holocausto judeu nunca existiu ou que era uma história exagerada.

Segundo o Facebook, as novas políticas da plataforma vão redirecionar aqueles que pesquisarem sobre o tema para informações de entidades renomadas e especializadas no assunto fora da rede social.

O gigante das redes sociais Facebook anunciou, nesta segunda-feira (12), que proibirá conteúdo que negue, ou distorça o Holocausto, mas advertiu que levará tempo para implementar essa estratégia contra mensagens de ódio há tempos reivindicada por organizações americanas.

Duramente criticado por não fazer o suficiente para silenciar os negadores do Holocausto e outros grupos de ódio, o Facebook disse que vai redirecionar os usuários que buscarem palavras sobre o Holocausto, ou sobre sua negação, "para informações confiáveis" fora da rede social, de acordo com um comunicado da companhia.

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A vice-presidente de políticas de conteúdo do Facebook, Monika Bickert, alertou, porém, que a aplicação dessa nova política "vai levar tempo", pois será necessário "treinar os revisores e os sistemas".

"Nossa decisão está respaldada no aumento documentado do antissemitismo em nível mundial e no alarmante nível de ignorância sobre o Holocausto, especialmente entre os jovens", disse Bickert em um comunicado.

Ela citou uma pesquisa que mostrou que quase 25% dos adultos jovens na América disseram que o Holocausto era um mito, ou que havia sido exagerado.

O CEO da empresa, Mark Zuckerberg, de origem judia, afirmou em 2018 que não queria deletar mensagens de negação do Holocausto no Facebook para salvaguardar a liberdade de expressão.

Mas "meu pensamento mudou à luz dos dados que mostram um aumento da violência antissemita", disse ele nesta segunda-feira por meio de sua plataforma.

Sobreviventes do genocídio lhe pediram insistentemente que removesse o conteúdo sobre negação do Holocausto.

A Liga Antidifamação (ADL, na sigla em inglês) e outros grupos lideraram um boicote publicitário contra o Facebook no verão passado. O movimento foi apoiado por centenas de empresas para forçar a rede social a monitorar melhor os conteúdos de ódio.

O anúncio do Facebook foi aplaudido pelo diretor-executivo da ADL, Jonathan Greenblatt, que disse estar "satisfeito por finalmente ter acontecido".

Tentando reprimir as mensagens de ódio, o Facebook já baniu mais de 250 grupos de supremacia branca, removeu milhões de discursos de ódio e baniu estereótipos antissemitas.

O Facebook anunciou que vai suspender por tempo indeterminado todos os anúncios que envolvem questões políticas e sociais após as eleições presidenciais nos Estados Unidos. A medida visa a combater potenciais confusões e abusos relacionados à eleição a partir do momento que as urnas se fecharem, em 3 de novembro.

A política, divulgada nesta quarta-feira (7), se soma a um anúncio do CEO Mark Zuckerberg no mês passado de que o Facebook irá barrar novos anúncios políticos na semana que antecede o dia da eleição e sinalizar quaisquer postagens que indiquem prematuramente vitória de algum dos candidatos. No anúncio desta quarta, a empresa também disse que adicionaria restrições a postagens sobre pesquisas eleitorais que utilizem linguagem militarizada ou sugiram um objetivo de intimidar eleitores.

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Antes, o Facebook tinha dito que não esperava fazer mudanças adicionais em suas políticas eleitorais. Mas a tensão aumentou nas últimas semanas, com o presidente Trump se recusando a dizer que aceitará o resultado da votação caso perca, e ambos os partidos prometendo inscrever um número recorde de voluntários para monitorar locais de votação. "Esta parece ser uma eleição única", disse Guy Rosen, chefe da divisão de Integridade do Facebook. (Com informações da Dow Jones Newswires).

O Facebook anunciou nesta terça-feira (6) o bloqueio de todas as contas ligadas ao movimento conspiracionista QAnon, tanto na rede social, quanto em sua comunidade de compartilhamento de imagens, Instagram.

"Nós vamos remover quaisquer Páginas do Facebook, Grupos e contas no Instagram representando o QAnon, mesmo que não contenham conteúdo violento", anunciou o gigante das redes sociais em uma postagem em seu blog.

A medida acelera os esforços do Facebook de reprimir campanhas de desinformação, algumas endossadas pelo presidente Donald Trump, semanas antes das eleições presidenciais de 3 de novembro.

As ações, tanto do Facebook, quanto do Instagram, visaram contas vinculadas a "grupos anarquistas 'offline' que apoiam atos violentos em meio a protestos, organizações de milícias com sede nos Estados Unidos e QAnon", informou a plataforma na postagem.

Em agosto, o Facebook havia eliminado centenas de grupos vinculados à teoria da conspiração de extrema direita QAnon e impôs restrições a cerca de outras 2.000 como parte de uma ofensiva contra um aumento da violência.

O Facebook informou ter endurecido seu bloquei ao QAnon após notar que, apesar de eliminar publicações que promoviam a violência diretamente, as mensagens dos seguidores do movimento foram adaptadas para evitar as restrições.

Um exemplo: o QAnon usou a plataforma para afirmar que certos grupos iniciaram incêndios florestais que devastaram a costa oeste, desviando a atenção da polícia e dos bombeiros.

"As mensagens do QAnon mudam muito rapidamente e vemos que as redes de seguidores criam uma audiência com uma mensagem e depois mudam rapidamente para outra", informou o Facebook.

"Nosso objetivo é combater isto de forma mais efetiva com esta atualização que fortalece e expande nossos esforços contra o movimento de teoria conspiratória", acrescentou.

A rede social já proíbe conteúdos que incitam a violência e organizações que a promovem.

Os teóricos da conspiração do QAnon têm usado páginas e grupos públicos e privados no Facebook para difundir "desinformação, racismo e incitação à violência apenas velada", segundo a Liga Antidifamação.

A teoria da conspiração, popular entre diferentes grupos de extrema direita, sustenta que há uma elite global que opera como uma força controladora por trás de governos, bancos e outras instituições.

Em julho, o Twitter tomou medidas enérgicas contra o QAnon quando o grupo aumentou seu alcance na corrente principal da política americana.

A partir de uma publicação anônima de 2017, que alega exploração infantil e conspirações estatais, o movimento sem líderes ganhou um lugar no fluxo do Twitter de Trump.

No ano passado, o FBI informou em um relatório que o QAnon era um dos vários movimentos que poderiam impulsionar "tanto grupos quanto extremistas individuais a realizar atos criminosos ou violentos".

O Facebook acaba de lançar uma novidade para os brasileiros: os avatares. São  figurinhas customizáveis e compartilháveis por meio do feed de notícias, stories e Messenger, com mensagens simples do cotidiano. O objetivo da nova função é criar um nível mais personalizado de interação entre os usuários. 

São 10 imagens que representam o próprio usuário. As figurinhas representam expressões usadas no dia a dia, como “bom dia, boa tarde e boa noite” e até “eu te amo”. O Facebook promete outras 10 opções em breve.Os avatares são desenvolvidos de forma customizável, sendo editados com estilos de cabelo, tons de pele, roupas e adesivos

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As figuras estão sendo disponibilizada de forma gradual e pode ser necessário fazer a atualização do aplicativo para que elas apareçam. Vários famosos já aderiram à novidade e, para aqueles que ainda não sabem como fazê-lo, o LeiaJá dá o passo a passo. 

1 - Criando seu avatar: em Menu, selecione “Ver mais”, em seguida "Avatares" onde há um ícone com um sorriso.

2 - Figurinhas: após criar seu Avatar, automaticamente ficam disponíveis no menu suas figurinhas com algumas expressões. Elas poderão ser enviadas pelo Messenger, publicadas nos comentários dos posts e no seu Perfil

3 - Publicando: embaixo de cada publicação do Avatar há um botão “Testar”, para que você confira antes de publicar.

4 - Publicando nos comentários: para criar ou editar o avatar nos comentários do Facebook ou do Messenger, vá em “Escrever um comentário”, clique no ícone com um sorriso e depois em “Fazer seu Avatar” para começar a selecionar as opções que mais se parecem com você.

5 - Plano de Fundo de Avatares: para deixar ainda mais personalizado, é possível escrever uma mensagem em fundos de cores vibrantes e colocar o seu avatar.  

O Facebook lançou nesta segunda-feira (5) uma ferramenta que promete ser mais um sucesso. Os usuários poderão usar em comentários figurinhas semelhantes às suas imagens. A função Avatares no Brasil já estreou na rede social com fotos personalizadas de artistas brasileiros.

Famosos como Giovanna Ewbank, Larissa Manoela, Tirullipa e Otaviano Costa foram os primeiros famosos que aderiram nos seus perfis a novidade. O Avatar permite criar um personagem animado, que reage a uma extensa variedade de expressões e sentimentos.

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A personalização dos 'bonequinhos' oferece modelos de cabelo, tons de pele e vestimentas. A ferramenta acontecerá de forma gradativa e vai estar disponível no Facebook para os usuários até o final de hoje.

Confira:

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A ativista de extrema direita Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, criticou o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) em publicação no Facebook. Segundo Giromini, o governo está exonerando pessoas próximas a ela.

"A orientação é exonerar todos os que tiveram contato comigo do governo, afinal, a praga do Bolsonaro não é a esquerda, é a loirinha que causou tentando defendê-lo", ela escreveu. Winter afirmou estar 'cansada de ficar calada enquanto vejo o governo que dei minha vida enfiar uma piroca no meu c*"

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"Damares? Eu sou a filha que Damares abortou. O ofício que meus advogados protocolaram no Ministério dos Direitos Humanos no dia 17 de Junho sobre a prisão política está jogado lá, nem olharam, tampouco responderam", continuou, em referência a um vídeo em que a ministra Damares disse que Giromini era como se fosse sua filha.

A ativista também disse ter inveja do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. "Ele pelo menos ganhou um abraço do Bolsonaro".

Ela acrescentou na postagem: "Não reconheço Bolsonaro. Não sei mais quem ele é. O homem que eu decidi entregar meu destino e vida para proteger um legado conservador. Por que estou escrevendo isso? Porque não aguento mais".

Giromini também criticou o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo ela, Heleno a proibiu de criticar a imprensa. A base aliada também teria pedido para não haver críticas ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e ao STF.

Após a repercussão da publicação, a ativista disse que não estava contra Bolsonaro. "Não sou louca de estar contra ele. Eu sou a louca que quer entender por que todos os bolsonaristas estão sendo expurgados do governo Bolsonaro", escreveu.

Na última semana, a Justiça do Distrito Federal indeferiu o pedido da extremista para reativar sua conta no Picpay. A plataforma financeira suspeitou a carteira digital após ela divulgar dados sigilosos da criança de 10 anos que engravidou após ser estuprada pelo tio.

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O Facebook afirmou que apagou anúncios de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nos quais dizia que seu rival democrata Joe Biden é "perigoso" para o país por querer permitir uma imigração maior. Com esta medida, tomada na noite de quarta-feira, a rede social tenta evitar a desinformação.

Os anúncios retirados diziam que Biden era "perigoso para os Estados Unidos" e denunciava que o democrata permitiria um "aumento" da imigração, sugerindo que isso poderia provocar um maior risco para a segurança e contra o coronavírus.

"Retiramos esses anúncios porque não permitimos afirmações de que a segurança física, saúde ou a sobrevivência das pessoas sejam ameaçadas com base em sua origem nacional ou estado de imigração", disse o Facebook em uma declaração.

A retirada desses anúncios destacou o desafio para as plataformas de redes sociais, que buscam checar as inúmeras afirmações falsas que surgem durante a acirrada campanha eleitoral - muitas das quais são geradas por Trump.

No início deste ano, o Facebook retirou um anúncio do presidente que continha um símbolo usado na Alemanha Nazista para designar os prisioneiros políticos.

Por outro lado, o Facebook também afirmou que estava esclarecendo suas regras sobre os anúncios que tentam questionar a legitimidade do processo eleitoral, em meio a comentários recentes de Trump que sugerem que a contagem de votos não é confiável.

"Além de proibir os anúncios que fazem declarações prematuras de vitória, também não permitiremos anúncios com conteúdo que busque deslegitimar o resultado da eleição dos Estados Unidos", disse o gerente de produtos do Facebook, Rob Leathern.

"Isso incluiria apelar para um método de votação intrinsecamente fraudulento ou corrupto, ou usar incidentes isolados de fraude eleitoral para deslegitimar o resultado de uma eleição".

O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, comunicou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o arquivamento de uma notícia de fato apresentada contra o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, em razão da rede de contas e perfis falsos ligados a integrantes dos gabinetes da família que foi derrubada pelo Facebook por 'comportamento inautêntico coordenado'.

"A ausência de fatos concretos que possam ser efetivamente atribuídos aos noticiados inviabiliza, portanto, a instauração o procedimento próprio. Destaque-se que nem mesmo o Facebook adotou qualquer medida em face deles, como seria o caso, por exemplo, da retirada das respectivas contas oficiais. E isso se deu, naturalmente, por inexistirem quaisquer elementos que vinculem-nos minimamente às acusações formalizadas por meio desta notícia-crime", registrou o vice-PGR em seu parecer.

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O arquivamento se deu na última quinta-feira (24), tendo Humberto Jacques de Medeiros informado o ministro Alexandre de Moraes sobre a decisão nesta segunda, 28. A manifestação se deu em razão de Alexandre ter pedido um parecer da Procuradoria-Geral da República sobre uma notícia-crime apresentada pela deputada Maria Perpétua de Almeida.

O juiz Pedro Camara Raposo-Lopes, da 33ª Vara Cível de Belo Horizonte, deferiu liminar determinando que o Google, o Twitter e o Facebook tornem indisponíveis links com 'notícias' falsas envolvendo a Secretaria de Mulheres do PT de Minas Andréa Cangussú. O magistrado ainda ordenou que as empresas forneçam as informações dos perfis responsáveis pela divulgação dos conteúdos difamatórios - dados cadastrais, registros de acesso, IP e localização - para identificação dos autores das postagens.

A decisão foi proferida na última terça (22) e acolheu um pedido de Andréa Cangussú, ativista política e defensora dos direitos das mulheres. Segundo ela, os perfis questionados estariam divulgando 'notícias fantasiosas' atribuindo a ela 'o agenciamento de pessoas para a prática da prostituição em que estariam envolvidos ministros do Supremo Tribunal Federal e outras pessoas públicas'. Para Cangussú, as notícias falsas foram propagadas em razão de sua 'da atuação político-partidária de viés progressista, visando a disseminar discurso de ódio'.

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Ao analisar o caso, Lopes considerou que, ao que tudo indica, Cangussú vem sendo vítima de 'fabulações absolutamente divorciadas de quaisquer elementos que lhes sirva de supedâneo fático, pela simples circunstância, de sua posição à esquerda na polarização que grassa nesta quadra histórica'.

"Tais invectivas exalam forte odor de absoluta intolerância para o debate plural e saudável de ideias que deve vicejar numa democracia que se pretenda sólida, desbordando dos limites de liberdade de expressão", escreveu o magistrado em sua decisão.

O juiz frisou ainda que, na luta contra as fake news, cabe aos 'provedores de aplicação de internet relevantíssimo papel na vigília das informações propaladas, de modo a minimizar o risco de que aleivosias infundadas venham a ganhar avultada notoriedade.

"O perigo ao resultado útil do processo é evidente, na exata medida da constante exposição e periclitação à boa fama da demandante", ponderou Lopes.

O magistrado deu 48 horas para que as empresas derrubassem os links com as fake news e fixou prazo de 10 dias para que as mesmas informem os dados das contas ligadas às postagens inverídicas para que os autores das mesmas sejam identificados.

Grupos que operam em redes sociais como Whatsapp e Facebook começaram a chamar atenção por compartilhar postagens de incentivo à necrofilia, termo utilizado na psiquiatria para definir a excitação sexual ao ver ou ter contato íntimo com cadáveres. O vilipêndio de cadáver, crime que pode resultar em até 3 anos de prisão e multa.

Um casal de diretores funerários descobriu a existência de grupos que incentivam a necrofilia por meio de postagens compartilhadas no Facebook e pelo Whatsapp, onde há fotos de mulheres e travestis mortas com comentários como “olha essa bundinha, olha esse peitinho, poxa isso a gente não tem em casa”.  

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A página “Festa no IML” que eles acompanhavam desde 2019 reunindo provas, tinha milhares de membros e fazia várias postagens sugestivas à necrofilia. Alguns posts chegavam a ter até 300 curtidas. 

Dias atrás eles saíram do grupo e fizeram uma denúncia ao Ministério Público e à Polícia Federal. Houve mobilização para tirar a página do ar e apesar da “Festa no IML” ter acabado no Facebook, o rastreio e remoção do conteúdo que já foi compartilhado via Whatsapp é muito complexo. 

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É bem provável que você tenha se deparado, mais de uma vez, com conteúdo repetido no Facebook ou Instagram, principalmente, se ele for de humor. De acordo com a empresa de Mark Zuckerberg os dias de compartilhamento indiscriminado de imagens sem consentimento de seus idealizadores está contado. A companhia divulgou, em comunicado, a criação de um gerenciador de direitos autorais que ajudará empresas e criadores a controlar como e onde seu conteúdo é compartilhado nas redes sociais 

O Rights Manager for Images foi anunciado na última segunda-feira (22) e usa tecnologia de correspondência de imagens para ajudar a encontrar quando um conteúdo é reproduzido sem permissão da pessoa que o fez. Para que a ferramenta funcione, os administradores de páginas devem enviar um arquivo CSV contando detalhes das imagens que desejam proteger, tal qual a data de publicação. 

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Feito isso, a ferramenta estará pronta para encontrar a obra correspondente no Facebook e no Instagram. Se a rede identificar a utilização do conteúdo em outras páginas o criador da imagem será notificado, mesmo que contenha leves edições. As configurações podem ser ajustadas para serem aplicadas em todo o mundo ou apenas em determinados locais e, se quiser, o dono da obra poderá pedir a remoção dos links reproduzidos sem permissão. 

A companhia também cita que, caso mais de uma pessoa declare a autoria de um determinado conteúdo, será feito um processo de contestação que pode levar a própria rede social julgar de quem é aquela propriedade intelectual.

O Facebook foi processado por uma usuária do Instagram, que assegura que a empresa espiou os usuários através das câmeras dos iPhones, informa a Bloomberg.

De acordo com a demanda, apresentada por Brittany Conditi no Tribunal do Distrito Norte da Califórnia, EUA, o acesso intencional à câmera dos dispositivos móveis permitiu ao Instagram coletar "informações lucrativas e valiosas sobre seus usuários, a quais de outro modo não teria acesso".

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Por sua vez, o Facebook negou as acusações e atribuiu o fato a um erro que, segundo um porta-voz, provocou notificações falsas de que o Instagram estava acessando as câmeras do iPhone, relata The Independent.

"Apenas acessamos sua câmera quando solicitado, por exemplo, quando você altera do Feed para câmera. Encontramos e estamos corrigindo um erro no iOS 14 Beta, que indica erroneamente que algumas pessoas estão usando a câmera quando não estão", afirmou o porta-voz.

Outras denúncias foram feitas no dia 13 de agosto, quando o Instagram foi processado por supostamente coletar dados biométricos de mais de 100 milhões de usuários daquela plataforma especializada em compartilhamento de fotos e vídeos.

A demandante, Kelly Whalen, afirma que o Instagram coleta, salva e se beneficia dos dados biométricos dos usuários sem exigir sua permissão prévia e até mesmo sem informá-los sobre isso.

Segundo o documento, o Facebook só no início deste ano passou a informar os usuários do Instagram sobre a coleta dos dados biométricos.

Da Sputnik Brasil

O Facebook apresentou nesta quinta-feira uma série de medidas contra grupos privados que se formam em torno de um determinado assunto na rede social para incitar a violência ou dar conselhos de saúde.

O acesso a grupos violentos será restrito na ferramenta de busca e seu conteúdo aparecerá cada vez menos no feed atual de usuários. Se algum de seus membros ameaçar cometer atos violentos, mesmo com palavras simbólicas ou ocultas, a rede social deleta a conta do grupo.

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Em relação aos grupos que falam sobre questões de saúde, "eles podem ser um espaço positivo para dar e receber apoio em períodos difíceis da vida", reconhece Tom Alison, vice-presidente de engenharia do Facebook, em artigo de blog. "Ao mesmo tempo, é crucial que as pessoas obtenham informações médicas de fontes que são uma referência", argumentou Alison.

A empresa norte-americana também anunciou que arquivará grupos sem um administrador e proibirá administradores e moderadores de grupos excluídos de abrirem outros "por um certo tempo".

Qualquer usuário alertado pelo Facebook por ter violado as regras de um grupo deve receber uma aprovação para qualquer nova publicação durante um período de 30 dias.

Menos de sete semanas antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, a empresa multiplica anúncios para mostrar seu ativismo contra grupos violentos e enganadores.

A rede social vetou os grupos de extrema direita "Boogaloo" no final de junho e em agosto suprimiu centenas de grupos ligados ao QAnon, um movimento de partidários do presidente Donald Trump que promove teorias da conspiração.

O Instagram ficou fora do ar nesta quinta-feira (17). A rede de compartilhamento de fotos parou de funcionar primeiro em aparelhos da Apple, mas logo a falha se estendeu nas versões Web e Android. Não é possível carregar o Feed, postar fotos ou acessar os stories. No Twitter, usuários aproveitam para postar memes ao reclamar da queda. 

De acordo com o site DownDetector, as falhas começaram por volta de 12h45 e acontecem principalmente nos Estados Unidos, em alguns países da Europa e em algumas localidades da América do Sul, como Brasil, Uruguai e Colômbia. Outros produtos da empresa de Mark Zuckerberg como o WhatsApp e o próprio Facebook também apresentam instabilidade. 

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O Facebook anunciou nesta quarta-feira (16) que planeja lançar seus próprios óculos inteligentes no ano que vem. O acessório se conectaria a smartphones, sendo parte de um acordo com a gigannte de óculos EssilorLuxottica.

Os óculos da multinacional de marcas como a Ray-Ban, anunciados pelo Facebook para a tecnologia em dispositivos vestíveis, é um passo inicial em um projeto de criação de óculos futuristas que aumentam as visões sobre o mundo real a partir de dados ou gráficos virtuais, de acordo com o CEO da empresa, Mark Zuckerberg.

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"Eles serão o próximo passo no caminho para óculos de realidade aumentada, e parecem muito bons também", afirmou Zuckerberg em uma apresentação transmitida durante a abertura de uma conferência de desenvolvedores focada na plataforma de realidade virtual Oculus.

As especificações técnicas dos óculos inteligentes que serão produzidos pela empresa franco-italiana não foram divulgadas. Zuckerberg explicou que os engenheiros de uma equipe do Projeto Aria estão fazendo experimentos com o acessório inteligente.

A parceria combinará aplicativos e tecnologias do Facebook com marcas da Luxottica, além da tecnologia de lentes Essilor, em óculos inteligentes com acesso à internet para incentivar a conexão entre amigos e familiares.

"Combinando uma marca que é amada e usada por milhões de consumidores ao redor do mundo com a tecnologia que aproximou o mundo, podemos redefinir as expectativas em torno dos wearables", ressaltou Rocco Basilico, diretor de dispositivos vestíveis da Luxottica, em comunicado. "Estamos abrindo caminho para uma nova geração de produtos destinados a mudar a forma como olhamos o mundo", finalizou.

O Facebook lançou nesta segunda-feira (14) um novo recurso para o Messenger, que permite que você possa assistir vídeos postados no Facebook Watch com seus contatos. Ele pode ser ativado usando as salas do aplicativo ou uma videochamada tradicional e já está disponível tanto para Android quanto para iOS. 

De acordo com a empresa é possível assistir a vídeos com até oito pessoas em uma chamada de vídeo do Messenger e até 50 pessoas nas salas. Não é preciso assinar ou pagar pelo conteúdo de forma individual, mas é importante lembrar que, ao contrário de serviços de streaming como Netflix e Twitch - que também possuem recursos parecidos -, o Facebook tem uma biblioteca limitada de títulos.

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Para assistir algum conteúdo com seus amigos basta iniciar uma videochamada no Messenger ou criar uma Sala do Messenger, deslizar para cima para acessar o menu e selecionar Assistir juntos. Ao fazer isso vão aparecer vídeos sugeridos e algumas categorias como 'TV e filmes', 'Assistido' 'ou' Enviado '. O usuário escolhe o que deseja assistir e o conteúdo passa a ser exibido para todos na videochamada.

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