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A Nova Zelândia vai criar uma equipe de investigadores dedicada apenas a combater o extremismo na internet, enquanto o governo lida com as falhas que foram demonstradas após o massacre de Christchurch, anunciou a primeira-ministra Jacinda Ardern.

Ardern quer obrigar as empresas de tecnologia a adotar medidas drásticas contra o material extremista desde que um homem armado matou 51 fiéis muçulmanos em Christchurch em março e exibiu parte do ataque no Facebook.

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A primeira-ministra também admitiu que o massacre, que aconteceu em duas mesquitas desta cidade da Ilha Sul, revelou que o governo precisava aumentar os recursos para conter a propagação da violência na internet.

"Teremos uma equipe especial concentrada em captar e interromper conteúdo extremista violento em nossos canais digitais", disse.

"Funcionará de forma parecida a como procuramos material de exploração sexual infantil, trabalhando com os provedores de conteúdo online para captar e suprimir conteúdo nocivo", completou.

Ardern afirmou que o Departamento de Assuntos Internos contratará 17 especialistas para tarefas de investigação, forenses e inteligência.

Depois de comer a carne de seu próprio cavalo e postar a 'iguaria' no Facebook, uma jovem identificada como Pia Olden recebeu várias ameaças, inclusive de morte, por conta dos 2,7 quilos consumidos pela família. "Meu coração chef disse que eu precisava", escreveu Pia que é estudante de culinária.

Foi a própria jovem quem compartilhou a foto da comida em seu Facebook. Isso foi o suficiente para que outras pessoas copiassem a publicação e reverberasse em grupos fora da rede social. 'Atraídos' por esses compartilhamentos, alguns defensores dos animais comentaram as revoltas no compartilhamento. 

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O animal havia sido abatido por problemas de saúde em 2018. No entanto, os pais da jovem resolveram congelar alguns pedaços, consumidos tempo depois.

"Oh, meu Deus. Não tenho palavras. Isso é realmente horrível de fazer. Você provavelmente não come seu melhor amigo?", foi um dos muitos comentários deixados no Facebook da jovem. Em entrevista ao site Dagbladet, Olden disse que muitas pessoas escreveram que ela deveria ser morta assim como o cavalo. 

Por conta das reações, a jovem revela que se sentiu acuada e resolveu apagar a publicação e as fotos.

O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta quinta-feira (3), durante live semanal no Facebook, a criação de um disque-denúncia contra eventuais abusos por parte de homens da Força Nacional de Segurança que estão atuando em Cariacica (ES), cidade da região metropolitana de Vitória. O município é um dos cinco do país que fazem parte do projeto piloto do governo federal para redução de crimes violentos, batizado de Em Frente, Brasil.

"Se é o que estou pensando, vou falar com [Sergio] Moro, se começarem a denunciar policiais, a gente troca de município", afirmou o presidente. Ele se referia à iniciativa do prefeito de Cariacica, Geraldo Luzia de Oliveira Junior, o Juninho, que liberou a linha 162, da Ouvidoria Municipal, para receber denúncia contra excessos dos agentes federais que chegaram na cidade para reforçar a segurança pública.

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Para o presidente, muitas vezes ocorrem denúncias falsas, por parte do crime organizado, para prejudicar a atividade policial. "Não podemos expor os nossos agentes de segurança a serem submetidos ao disque-denúncia que, na maioria das vezes, é mentira o disque-denúncia, são os  bons policiais que são denunciados", acrescentou.

Bolsonaro defendeu a eficácia do Em Frente, Brasil, que completou 30 dias de lançamento esta semana. Além de Cariacica, o projeto está sendo implantado em Ananindeua (PA), Goiânia, Paulista (PE), e São José dos Pinhais (PR).

"De concreto, nestes últimos 30 dias, diminuiu em 53% o número de homicídios. Então, o programa, pelo que tudo indica, está obtendo sucesso."

Assista à íntegra da live no Facebook:

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Garimpo

Durante a live, o presidente reafirmou a intenção de enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional para, segundo ele, legalizar o garimpo no país.  Atualmente, a atividade é vedada em unidades de conservação e terras indígenas, por exemplo.

Bolsonaro disse que recebeu esta semana um grupo de garimpeiros que trabalham na região de Serra Pelada, no Pará, e defendeu a atividade.

"Nós temos que, via Parlamento, não é decisão minha, passa pela Câmara e pelo Senado, apresentar um projeto para legalizar o garimpo, dar dignidade para eles, ele [garimpeiro] vai preservar o meio ambiente, não vai usar o mercúrio."

Decreto de armas

Bolsonaro também dedicou parte da live para comentar, ao lado de um assessor da Presidência, pontos de um novo decreto editado esta semana, que regulamenta o acesso a armas de fogo e produtos controlados pelo Comando do Exército.

Entre as mudanças, a norma dispensa policiais e militares de passar por exames para renovar autorização de armas pessoais e também libera a aquisição de acessórios de armas antes proibidos por parte de empresas, colecionadores, policiais e quem possui porte ou posse de armamento.

Outra medida regulamentada pelo decreto é a que estabelece comunicação obrigatória de perda, furto, roubo ou extravio de armas em até 72 horas. As principais mudanças de decretos anteriores, apresentados em junho, ficam mantidas.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta quinta-feira, 3, o extrativismo mineral na região Amazônica e afirmou que "garimpeiros não são bandidos" e "merecem toda a consideração", durante transmissão ao vivo pelo Facebook. "Eles querem garimpar e nós queremos legalizar o garimpo", disse.

O presidente afirmou ainda que planeja apresentar um projeto para legalizar o garimpo e "dar dignidade para ele (garimpeiro), que vai preservar o meio ambiente e não vai usar mercúrio".

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"Se vocês verem o estrago que as mineradoras fazem nessa região, em especial as canadenses, você vai cair para trás. Agora, quando pegam um pobre garimpeiro que tem uma bateiazinha pra tirar ouro ou um jogo de peneira atrás de diamante, o mundo cai na cabeça deles", comparou.

Redução de Homicídios

Bolsonaro também comentou o programa do Ministério da Justiça e Segurança Pública "Em Frente, Brasil" que completou um mês em vigor. Segundo dados do órgão, nos cinco municípios onde o programa foi testado, o número de homicídios caiu 53%.

Bolsonaro criticou, entre as cidades que receberam o programa, a atuação do prefeito de Cariacica, Geraldo Luzia de Oliveira Junior (PPS), que implementou um disque-denúncia para receber abusos da Força Nacional de Segurança.

"Se a questão da segurança tá muito bem em Cariacica, a gente muda de cidade", disse. "Eu, como chefe supremo das Forças Armadas, e o Sergio Moro, que está fazendo um brilhante trabalho, não podemos expor nossos agentes de segurança ao disque-denúncia", complementou.

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu nesta quinta-feira (3) não se opor a que um Estado-membro obrigue a rede social Facebook a apagar comentários difamatórios, admitindo também que a medida "produza efeitos em escala mundial".

O caso diz respeito a uma deputada austríaca que viu a sua imagem difamada numa publicação feita no Facebook e foi remetido ao TJUE pelo Oberster Gerichtshof (Supremo Tribunal da Áustria) em março de 2018.

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Segundo a decisão publicada pelo TJUE, "o Direito da União não se opõe a que seja ordenado a um fornecedor de armazenamento como o Facebook que suprima comentários idênticos e, sob determinadas condições, semelhantes a um comentário anteriormente declarado ilegal".

“O Direito da União também não se opõe a que essa medida inibitória produza efeitos em escala mundial, no âmbito do direito internacional relevante que cabe aos Estados-membros ter em conta", segundo o acórdão, a que a agência de notícias Lusa teve acesso.

Eva Glawischnig-Piesczek foi deputada no parlamento austríaco entre 2008 e 2017 pelos Verdes (die Grünen) e, durante esse período, instaurou uma ação contra o Facebook Irlanda nos órgãos jurisdicionais austríacos pedindo que a plataforma apagasse uma publicação feita por um utilizador na sua página pessoal.

Nessa publicação, que é pública e ainda está disponível, o utilizador partilhou um resumo de um artigo publicado na revista austríaca online oe24TV, cujo título era "Os Verdes: a favor da manutenção de um rendimento mínimo para os refugiados".

Foto de deputada

O utilizador partilhou, também, uma fotografia da deputada e teceu comentários que os órgãos jurisdicionais austríacos declararam serem "suscetíveis de ofender a honra" de Eva Glawischnig-Piesczek.

Por isso, o Supremo Tribunal austríaco pediu ao TJUE que analisasse o caso no âmbito da diretiva europeia sobre comércio eletrônico, que visa estabelecer um equilíbrio entre os diferentes interesses desse setor.

No acórdão hoje conhecido, o Tribunal de Justiça responde ao Oberster Gerichtshof indicando que não se opõe a que um órgão jurisdicional de um Estado- membro possa ordenar que plataformas como o Facebook "suprimam as informações por si armazenadas, cujo conteúdo seja idêntico ao de uma informação declarada ilegal anteriormente ou que bloqueie o acesso às mesmas, seja qual for o autor do pedido de armazenamento dessas informações".

O mesmo tribunal não se opõe, ainda, a que "o fornecedor de armazenamento possa recorrer a técnicas e a meios de pesquisa automatizados" para encontrar essas mesmas informações armazenadas, frisa o acórdão.

Os pedidos cada vez mais insistentes de desmantelar o Facebook representam uma ameaça "existencial" para a empresa, de acordo com seu chefe Mark Zuckerberg, que diz estar pronto para "ir para o combate" para evitar que isso aconteça, segundo o site especializado The Verge.

O site diz ter a gravação de uma sessão de perguntas e respostas entre Zuckerberg e seus funcionários em julho, durante a qual ele se refere a várias questões, incluindo ataques reiterados de Elizabeth Warren, a estrela em ascensão das primárias democratas para as eleições presidenciais de 2020.

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"Alguém como Elizabeth Warren acha que a solução é desmantelar as empresas", disse ele. "Se ela for eleita presidente, aposto que teremos uma luta judicial e aposto que venceremos". "Não quero iniciar um grande processo contra nosso próprio governo", disse o co-fundador da primeira rede social do mundo. "Mas, no final, se alguém tenta ameaçar algo existencial, você vai para a batalha e briga".

Gigantes tecnológicos como o Facebook ou o Google estão sujeitos a várias investigações de práticas anticompetitivas lançadas por alguns estados nos Estados Unidos e também estão na mira das autoridades europeias.

As reivindicações contra eles se referem à proteção de dados pessoais no domínio do mercado publicitário. Mas o desmantelamento dessas empresas não reduzirá, por exemplo, o risco de interferência nas eleições, segundo Zuckerberg. Em vez disso, o oposto pode acontecer "porque as empresas não podem mais coordenar e trabalhar juntas".

Tampouco reduzirá o problema dos ataques de ódio, porque todos os procedimentos implementados para combatê-los serão "mais fragmentados".

O Twitter, por exemplo, enfrenta os mesmos tipos de problemas que o Facebook, mas "nosso investimento em segurança é mais importante que sua cobrança", afirmou o CEO da rede social.

Em uma série de perguntas dos participantes da reunião, Zuckerberg também abordou o fato de não ter participado de uma audiência no parlamento britânico.

"Quando os problemas surgiram com a Cambridge Analytica no ano passado, eu apareci em audiências nos Estados Unidos, na União Europeia, mas seria tolice ir a todas as audiências nos países que querem me ver", disse.

Ele também mencionou o desenvolvimento de um novo aplicativo chamado Lasso, que visa competir com o popular aplicativo de vídeo chinês TikTok.

Contactado pela AFP, o grupo não ofereceu imediatamente sua reação à divulgação desses comentários de Zuckerberg.

Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, disse várias vezes ao longo dos últimos dias que imagina que as tecnologias de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) podem ser o futuro das plataformas de computação. Como ele também é dono de uma rede social, é difícil imaginar que esse futuro não contenha um espaço para as pessoas conversarem com hologramas de seus amigos. Assim, o Facebook já começa a testar o novo formato, ao anunciar o Facebook Horizon - espaço virtual para os usuários dos óculos de VR de hoje em dia.

Previsto para chegar ao mercado, ainda em modo de testes, no início de 2020, o Facebook Horizon permitirá a seus jogadores interagir, bater papo, jogar e criar até seus próprios "mundos".

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Alguns desses mundos poderão ser criados pelos usuários: além de ter espaços que o próprio time do Facebook criou, haverá uma ferramenta para construir universos com regras particulares. Nada muito diferente do que já foi feito por games como Minecraft, que revolucionou o mercado ao permitir que cada jogador construa prédios, espaços e até mesmo mundos com leis específicas.

A ideia é que o usuário se sinta mesmo em um ambiente "confortável" para se expressar - ou, como disse Mark Zuckerberg durante a coletiva de abertura da Oculus Connect, evento de realidade virtual realizado na última semana em San Jose, nos Estados Unidos, a experiência terá "avatares diversos e ferramentas sociais do Facebook, em um local seguro e convidativo para todo mundo".

Gratuito

Segundo a empresa, o Facebook Horizon será totalmente gratuito - a ideia é dividir mesmo um espaço de criação, sem pensar em monetização, explica Eric Romo, diretor de produto de experiências VR no Facebook. "Acreditamos que nem tudo precisa ficar dentro do Horizon: desenvolvedores que quiserem criar seus próprios jogos podem continuar a vendê-los na loja de apps da Oculus", afirma o executivo. Também será possível ter experiências íntimas: os usuários poderão criar mundos apenas para amigos, "só com convite". "Mas vamos encorajar que as pessoas não façam apenas ambientes para interagir e sim experiências que possam ser jogadas muitas vezes."

Romo acredita que a "socialização" fará a diferença. "Hoje, quando você fala com um amigo à distância, pode só digitar ou mandar fotos, mas não há uma atividade que te una a ele como na vida real - como caminhar, jantar ou ver um jogo de basquete juntos. O Facebook Horizon quer permitir isso para as pessoas a quilômetros de distância", afirma o executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Facebook anunciou, nesta sexta-feira, que começou a ocultar o número de curtidas nas publicações em sua rede na Austrália, uma medida experimental para aliviar a "pressão" que pode ser ampliada para escala mundial.

Os usuários australianos não conseguem mais ver o número de "likes" de uma publicação nem a quantidade de vezes que um vídeo foi assistido na rede social.

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Apenas o autor da publicação sabe quantas pessoas apreciaram. "Não queremos que (os usuários do) Facebook se sintam competitivos", explicou a rede social em um comunicado.

"É um teste para estudar como as pessoas reagem a este novo formato", destacou o Facebook, que pretende "aprender com a experiência" para decidir se a ideia será ampliada.

A importante modificação tem por objetivo aliviar em certa medida a pressão social derivada da necessidade de obter a aprovação dos demais e concentrar a atenção mais na própria publicação do que em sua popularidade.

Mais de um bilhão de pessoas utilizam o Facebook em todo o mundo. A rede social é acusada de ter um impacto na saúde mental, especialmente entre os jovens.

O teste acontece quase três meses depois da adoção da mesma medida no Instagram.

O Facebook está preparando o lançamento em 2020 da Horizon, um espaço social virtual acessível pelas lentes imersivas Oculus, onde os usuários podem se encontrar, jogar e criar seus próprios espaços de interação.

A empresa apresentou nesta quarta-feira suas últimas novidades "VR" ("realidade virtual"), tecnologia em que tem investido desde 2014, quando comprou a Oculus por 2 bilhões de dólares.

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Os membros da nova rede social virtual poderão escolher as características (cor de pele, cabelo, etc.) do "avatar" que os representará no mundo virtual. Esses personagens digitais animados, que somente têm busto, cabeça e braços, como reproduzirão seus movimentos e poderão interagir com outros avatares.

A versão piloto do aplicativo estará disponível no começo do ano. As versões anteriores mais básicas, Facebook Spaces e Oculus Rooms, serão encerradas no final de outubro.

Facebook anunciou nesta segunda-feira a compra de uma empresa que pesquisa como controlar computadores e outros dispositivos com a mente.

Através desta aquisição, a startup CTRL-labs passará a formar parte do "laboratório de realidade" do Facebook com o objetivo de aperfeiçoar a tecnologia e convertê-la rapidamente em um produto de massa, disse Andrew Bosworth, vice-presidente da divisão de realidade virtual e aumentada da rede social, com sede na Califórnia.

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"Sabemos que há maneiras mais naturais e intuitivas de interagir com dispositivos e tecnologia e queremos desenvolvê-las", disse Bosworth ao anunciar o acordo.

Diferentemente de outros sistemas que buscam a comunicação entre o cérebro e as máquinas mediante implantes cerebrais, este sistema de controle funciona simplesmente com uma pulseira.

Segundo Bosworth, a pulseira decodifica impulsos elétricos como os que o cérebro envia aos músculos da mão para realizar determinados movimentos, como 'clicar' um mouse ou apertar um botão.

A pulseira traduz então estes impulsos em sinais que um dispositivo é capaz de compreender, permitindo assim o controle mental do aparelho, segundo o Facebook.

Facebook não revelou o valor da aquisição, mas a imprensa especializada fala em um negócio de 500 milhões de dólares.

Dezenas de pessoas se reuniram nesta sexta-feira (20), em frente da Área 51, base ultra secreta da Força Aérea dos Estados Unidos, em Nevada, para 'libertar os ETs'. A movimentação começou nas redes sociais há cerca de 4 meses e acabou viralizando com mais 1,9 milhões de pessoas confirmando presença no Facebook. 

De acordo com o site americano DW, Matty Roberts é o nome do rapaz que convocou a "invasão". "Tudo não passava de uma piada", justifica Matty. Depois que o organizador viu o crescimento desenfreado do evento ainda tentou desmarcar, mas já era tarde demais. 

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Como havia sido organizado pelo Facebook, nesta sexta-feira (20), mesmo em número menor, as pessoas se concentraram em frente a Área 51 na tentativa de libertar os supostos extraterrestres escondidos pelo poder americano. Essa ação reverberou na imprensa de todo o mundo e, claro, nas redes sociais. No Twitter, o #Area51storm figurou por horas em primeiro lugar. 

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (19) que quer oferecer a todos os seus anunciantes a possibilidade de integrar suas publicidades a enquetes, realidade aumentada e jogos, para permitir que eles interajam com seus eventuais clientes em vez de serem vistos ou lidos apenas de forma passiva.

Os usuários da rede social, do Instagram e do serviço de mensagens Messenger podem clicar nos anúncios para dar sua opinião, jogar ou ver como os produtos combinam com suas caras ou seu espaço.

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Estas características já existiam para certos formatos publicitários ou para testes de alguns anunciantes.

Os usuários de redes sociais "têm a oportunidade de evitar anúncios que são irrelevantes, que não lhes interessam ou nos quais não querem passar tempo", disse Marc D'Arcy, chefe de marketing no Facebook, ao apresentar estas características em Nova York.

E "os criadores reconhecem que sua audiência também está composta por criadores", acrescentou.

O auge da publicidade interativa é "um bom exemplo da transformação da publicidade de um produto imposto às pessoas em um produto criado para e com elas", indicou.

A ferramenta de responder perguntas ou enquetes - já incluída nos "stories" do Instagram - agora também estará disponível para anúncios de vídeo que aparecem no feed do Facebook.

A rede social e os anunciantes não terão acesso às respostas dadas por cada usuário, apenas a dados gerais, afirma o Facebook, criticado regularmente por sua gestão da informação pessoal de seus membros.

Os anunciantes também poderão incorporar a realidade aumentada nos comerciais "neste outono" boreal. Com esta característica, já testada por algumas marcas, os usuários podem, por exemplo, testar a cor de um batom em sua própria foto ou visualizar como determinada cadeira ficaria em sua sala de estar.

Todos os anunciantes agora também poderão difundir publicidades sob a forma de videogames.

Se você achou que regras de etiqueta estavam restritas a qual talher usar na hora de uma refeição ou até mesmo como deixar as pernas ao sentar, saiba que o Facebook lançou um manual de boas práticas para usar o messenger. Isso mesmo.  Feita em parceria com a Debrett's, uma renomada autoridade em etiqueta moderna, a companhia divulgou, nesta quarta-feira (18), o "The Art of Digital Messaging_A Guide to Communication in the Digital Age" ou A arte das mensagens digitais - um guia para a comunicação na era digital, em tradução livre.

O manual é resultado de uma pesquisa realizada com 3.500 pessoas, do Reino Unido, EUA e Austrália. De acordo com a companhia 74% dos entrevistados acreditam que uma “etiqueta de mensagens”  deve ser usada ao se comunicar por meio de mensageiros como Messenger e WhatsApp, por exemplo.

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Entre as dicas apresentadas pela empresa estão tópicos como evitar o uso de sarcasmo e ironias, responder rapidamente, não deixar outros usuários no vácuo e até mesmo sugestões sobre o tamanho das mensagens enviadas. “Se você tem muito a dizer, sugira uma vídeo chamada”, diz a publicação.

Ao todo 10 dicas foram compartilhadas pelo Facebook, que espera melhorar a resposta e a felicidade das pessoas ao enviar e responder mensagens. Confira todas as dicas neste link (somente em inglês).

As páginas de memes nas redes sociais estão cada vez mais populares e criativas. Basta juntar um comportamento diferente de um vídeo ou foto a uma mente antenada e bem-humorada para viralizar imagens divertidas na web. Quem nunca marcou um amigo em uma publicação e deu varias gargalhadas ou compartilhou uma imagem para dar aquela indireta? Além de entretenimento, as populares fotos e vídeos com frases em letras garrafais se transformaram em uma possibilidade de mercado que gera lucro.

O estudante de direito Marcelo Lima, 20 anos, mora em Assis, interior de São Paulo, e administra o perfil "Seu Relacionamento". Segundo ele, a renda mínima gerada pela página é de R$ 2 mil por mês. "Tudo surgiu com meu perfil pessoal. Comecei a participar de grupos no Instagram e a ficar mais popular. Quando cheguei a 30 mil seguidores surgiu a ideia de mudar tudo e aproveitar o sucesso para criar um perfil exclusivo", lembra. "Eu já ganhava produtos de lojas, como carregadores portáteis, cases, roupas, e pensei em criar um perfil exclusivo para ter uma visibilidade maior, ampliar meus seguidores e até ganhar uma renda", complementa Lima, que tem mais de 460 mil seguidores em seu perfil de humor.

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Marcelo Lima, criador do perfil "Seu Relacionamento" | Foto: Arquivo Pessoal

O publicitário Renan Silva, 29 anos, é o criador da "Iludiu", com 74 mil seguidores. "Trabalho como produtor de conteúdo para mídias sociais. Minha especialidade é pegar perfis de empresas, marcas e traçar caminhos que façam alavancar visualizações e interação. Claro, como sei fazer isso, surgiu a ideia de investir nos memes", conta ele, que consegue uma renda extra de R$ 500 por mês.

Renan Silva é o criador do "Iludiu" | Foto: Arquivo Pessoal

Silva explica que é preciso uma analise dos resultados obtidos. "A página é feita basicamente de frases que, muitas vezes, fazem parte do nosso cotidiano mas nunca verbalizamos. Quando vemos no feed pensamos: 'caraca! sou eu'", diz. "Então, eu reservo um dia para programar a semana inteira de conteúdo, mas as vezes acontece algo na mídia que não estava planejado, que pode render um post e precisa ser compartilhado naquele dia. É quando faço a produção daquele conteúdo no dia mesmo", complementa.

Matheus Clemente é o cridor do "Para Morrer de Rir" | Foto: Arquivo Pessoal

Um perfil de humor demanda vários cuidados e precauções que começam na criação dos conteúdos e vão até o planejamento dos posts patrocinadas. Matheus Clemente, 17 anos, mora em Goiânia (GO), e criou em 2013 o "Para Morrer de Rir". Hoje com 272 mil seguidores, ele tem uma equipe de três pessoas para planejar divulgações de outras páginas, produzir conteúdo e cuidar da publicidade. "Atualmente, como estamos em um período de grande crescimento, 1 a 2 mil seguidores por dia, deixamos a página privada para melhorar o controle de solicitações e para conseguirmos postar tudo o que foi previsto para o dia", explica.

por Gustavo Batista

O youtuber Ties Granzier e o colega Govert Charles Wilhelmus Jacob Sweep, ambos holandeses, foram detidos no Condado de Nye na terça-feira (10) por tentativa de invadir a Área 51, em Nevada, a base ultrassecreta dos EUA, comunicou o escritório do xerife do condado.

Segundo informações compartilhadas pela delegacia no Facebook, Granzier, de 20 anos de idade, e Wilhelmus, de 21 anos, foram detidos dentro da zona a quase cinco quilômetros do portão de entrada da Área de Testes de Nevada, onde o carro deles estava estacionado.

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Algumas câmeras, um drone e um iPhone foram encontrados dentro do carro dos jovens holandeses, que tentaram explicar a invasão, sem levar em consideração as placas de "não ultrapasse" espalhadas pela propriedade, com um simples "queríamos ver a instalação".

Granzier e Sweep permitiram que os oficiais vessem um vídeo gravado por eles dentro da Área 51.

Ties Granzier, que é youtuber e famoso instagramer, compartilhou uma selfie no Parque Nacional do Grand Canyon no Instagram um dia antes de ser preso por invadir a área secreta. Na legenda da foto, ele escreveu: "indo para gravar loucamente aventuras insanas na Área 51".

Área de Testes de Nevada

A Área de Testes de Nevada é localizada a cerca de 10 quilômetros da famosa Área 51, onde estariam "escondidas" provas da existência de alienígenas.

Um evento no Facebook foi criado por entusiastas para "invadir" a zona militar ultrassecreta norte-americana, e se tornou viral, chamando atenção de internautas dos quatro cantos do mundo. Mais de dois milhões de internautas se mostraram interessados no evento, que começou a preocupar as autoridades de Nevada.

Mesmo com o cancelamento do evento, pelo visto, muita gente não consegue esquecer a ideia de invadir a Área 51.

Da Sputnik Brasil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News aprovou nessa terça-feira (10) a convocação de representantes no Brasil das empresas WhatsApp, Google, Twitter, Youtube, Instagram, Facebook, The Intercept Brasil e Telegram para prestar depoimento, além da professora feminista Dolores Aronovich (Lola) que sofreu cyberbullying recebendo até ameaças de morte em seu blog. Os requerimentos foram iniciativa da deputada Luizianne Lins (PT-CE).

O objetivo é ouvir os representantes dessas empresas para que eles possam se manifestar sobre o problema das fake news nas redes sociais, visto que é principalmente nestes sites que elas se proliferam.

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"Existe hoje um processo de fake news em todas as redes sociais. É impossível a gente começar a investigar qualquer coisa se a gente não ouvir as próprias empresas que hoje são responsáveis pela constituição desses compartilhamento, digamos assim, do ponto de vista do que a sociologia chama de fala pública", explicou Luizianne.

A deputada Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da comissão, apresentou o plano de trabalho do colegiado que, no entanto, não foi votado. Ela propõe a realização de quatro audiências públicas, sendo a primeira focada em conceituar as fake news com a presença de acadêmicos e especialistas no tema.

Já a segunda e a terceira audiências seriam realizadas com a presença dos representantes das empresas de redes sociais, incorporando os requerimentos da deputada Luizianne Lins. A quarta audiência seria focada nas leis de proteção de dados.

"A nossa proposta é também que a gente possa estabelecer pelo menos mais duas sub-relatorias sobre o crime envolvendo crianças e adolescentes, sobre cyberbullying e sobre a privacidade de dados. Nós poderíamos ter essas três sub-relatorias trazendo a esta comissão geral duas ou três audiências públicas sobre esses temas específicos, para que depois pudéssemos incorporar todos ao nosso relatório geral",  acrescentou a relatora.

Presidida pelo senador Ângelo Coronel (PSD-BA), a CPI mista tem 180 dias para investigar a criação de perfis falsos e ataques cibernéticos nas diversas redes sociais, com possível influência no processo eleitoral e debate público. A prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis também será investigada pelo colegiado, assim como o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Debate entre os parlamentares

Alguns parlamentares do Partido Social Liberal (PSL) questionaram os motivos para se ouvir representantes das redes sociais. Também pediram para que a votação dos requerimentos fosse nominal e, por fim, que fosse adiada. Para o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a oitiva dos representantes das redes sociais poderia ser uma tática para se questionar as eleições de 2018.

"Não existe um fato determinado. Está claramente visto por qualquer um, que vão trazer aqueles que instrumentalizam as redes sociais para começar a buscar um fato determinado que não está configurado aqui. Não existe razão específica para essa convocação. Temos de tomar muito cuidado com os procedimentos desta comissão para que não estejamos perdendo nosso tempo e que não esteja havendo um direcionamento muito claro nos embates aqui, com alvos predeterminados", alertou.

O deputado Rui Falcão (PT-SP) explicou que a ideia de convocar as plataformas é justamente não ter nenhum preconceito.

"Nós queremos conceituar o que são fake news e como que essas plataformas funcionam. Nós não estamos preocupados com o processo eleitoral de 2018, que é um dos pontos, há muitas outras coisas", explicou o deputado.

A votação do requerimento que pedia o adiantamento, no entanto, foi encerrada devido à ausência do autor.

*Da Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro usou sua transmissão semanal ao vivo pelo Facebook para pedir "paciência" a apoiadores com a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República (PGR), e justificou que "não basta apenas alguém que combata a corrupção" para a escolha do substituto de Raquel Dodge. Ele disse que Aras foi indicado por ser "sensível a outras questões" como temas ambientais, econômicas e de comportamento alinhados à interpretação do governo.

"Alguns do Ministério Público não podem ver uma vara de bambu sendo cortada que já processa todo mundo. Como ficaria a questão ambiental? Como ficaria alguém que tivesse visão muito radical na questão ambiental? Como ficaria o homem do campo?", argumentou o presidente. "Não queremos um procurador-geral da República que possa fazer tudo, mas também não queremos aquele que não pode fazer nada."

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Bolsonaro também disse que a PGR pode servir como contraponto a votos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como no caso da aprovação da criminalização da homofobia em junho deste ano. Ele defendeu que Aras "tem posição serena nas questões que impactam", destacando a área ambiental, avaliada como "importantíssima".

A escolha de Aras, que quebra uma tradição de 16 anos ao optar por um nome de fora da lista tríplice eleita por membros do Ministério Público Federal, desagradou seguidores bolsonaristas na internet. Parte da base de apoiadores do presidente vê no subprocurador proximidade com a esquerda, leniência com a corrupção e distância da Lava Jato. O tema chegou a ser o assunto mais comentado no Twitter entre brasileiros, e alguns apoiadores chegaram a falar em "suicídio político" e fim da "última esperança" na política.

"Atire a primeira pedra quem nunca teve um pecado. Eu tive que escolher alguém", disse Bolsonaro durante a transmissão.

O presidente também voltou a demonstrar desconforto com as críticas de apoiadores em redes sociais contra a indicação de Augusto Aras para assumir o comando da Procuradoria-Geral da República e pediu um voto de confiança. "Eu devo lealdade ao povo, mas não é essa lealdade cega ao povo", disse.

'Se não acreditar, eu caio mais cedo e o PT volta', diz Bolsonaro

Mais cedo, o presidente parou para conversar com apoiadores em uma grade em frente ao Palácio da Alvorada, em que também comentou a escolha de Aras. Ele reclamou das críticas. "Eu tô recebendo muita crítica de gente que votou em mim. Se não acreditam em mim e continuarem fazendo esses trabalhos de não acreditar, eu caio mais cedo e mais cedo o PT volta", disse o presidente.

Segundo Bolsonaro, a escolha de Aras se justifica pois "o universo era pequeno". Ainda de acordo com o presidente, Aras era a melhor escolha, pois as opções que propunham combate mais acirrado à corrupção não concordavam em outras questões. "Um radical (no combate à corrupção) que é favorável à ideologia de gênero, fim da família, essas patifarias todas que estão aí. Isso eu não vou fazer."

Os números telefônicos de 419 milhões de usuários do Facebook vazaram na internet - a descoberta foi feita pelo pesquisador de segurança Sanyam Jain, que encontrou os dados em um servidor sem senha, o que permitia que qualquer pessoa tivesse acesso aos dados.

Segundo o site TechCrunch, os dados eram de usuários dos Estados Unidos, Reino Unidos e Vietnã. Jain diz que encontrou diversos números associados a celebridades, mas não conseguiu localizar o proprietário do banco de dados vazado.

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Cada registro tinha o número de identidade de cada conta e seu respectivo número telefônico - algumas tinham o nome do usuário, o gênero e a localização. Em abril de 2018, após o escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook barrou o uso de números telefônicos na plataforma.

Até então, era possível procurar um usuário na rede social usando seu número telefônico. Antes disso, a companhia também havia restringido o acesso de desenvolvedores independentes a números telefônicos.

O porta-voz do Facebook disse ao TechCrunch que os dados foram removidos antes da empresa cortar o acesso aos telefones. "As informações foram removidas e não encontramos evidência de que contas no Facebook tenham sido violadas."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Se você usa o Facebook já deve ter visto a rede social sugerir a marcação de fotos em que você aparece. A partir dessa semana, esse recurso - de reconhecimento facial - não será mais ativado automaticamente. 

Desde 2017, o Facebook usa a tecnologia de reconhecimento de rosto em fotos para sugerir tags, inclusive permitir que pessoas que estejam adicionadas em um mesmo perfil possam marcar outros "amigos" em imagens. 

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A plataforma anunciou que seus usuários que quiserem continuar com a sugestão de marcação automática terão que ativá-la nas configurações de privacidade. A decisão vem após a empresa de Mark Zuckerberg perder um recurso que pode custar milhões, em um processo relacionado ao uso de dados biométricos. Mesma tecnologia usada na hora de colocar tags nas fotos de seus usuários.

Para ativar as notificações será preciso passar por etapas mais claras para a ativação. Se o usuário não fizer nada, o reconhecimento de rosto permanecerá desativado.

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Se você achou que Mark Zuckerberg havia ido longe demais quando retirou a visibilidade das curtidas do Instagram, saiba que o Facebook pode ser o próximo. A informação foi confirmada pelo empresa ao site especializado em tecnologia TechCrunch, na última segunda-feira (2). O fim dos “likes” ainda não tem data para começar, mas está cada vez mais perto.

Desde julho, não é mais possível ver quantas pessoas curtiram suas fotos no aplicativo mobile do Instagram. Além do Brasil, mais sete países, tiveram suas contagens escondidas. O experimento foi testado primeiro no Canadá, em maio. Para aqueles que ainda querem ver a contagem, apenas na versão web da ferramenta os números permanecem aparentes. 

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O motivo para essa mudança é a melhoria da saúde mental dos usuários que se sentem pressionados a serem populares, levando em consideração o número de pessoas que curtem suas postagens. A empresa de Zuckerberg acredita que, acabando com a pressão social causada pelas curtidas, as pessoas vão voltar a se conectar de forma mais profunda ou verdadeira, nas redes sociais. 

Apesar da companhia ter confirmado que estava considerando testar a remoção das contagens de “likes”, ainda não há previsão para isso ser implementado aos usuários e, caso seja aceito, deverá ser feito gradativamente. 

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