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A fisioterapeuta Cláudia Boudoux embarca no final da manhã desta terça-feira (20) de volta para o Brasil. A mãe do menino Carlinhos deve chegar ao Recife na madrugada desta quarta-feira (21) sem nem ao menos ter conseguido falar com o filho.

O embarque na última sexta-feira (16) seria para marcar o reencontro da fisioterapeuta e Carlos Attias Boudoux, de 8 anos, levado pelo pai em dezembro de 2015. Mas o empresário Carlos Attias foi solto e o garoto voltou a ficar com ele.

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Cláudia soube da reviravolta do caso durante uma conexão no Aeroporto de São Paulo. Nessa segunda-feira (20), ela se reuniu no Consulado Brasileiro com dois advogados especialistas em direito internacional infantil e direitos humanos, o cônsul atuante em Buenos Aires a vice-cônsul, mas ainda não há uma definição sobre o caso.

“Não se sabe ainda nada e nem o porquê, mas a justiça argentina não cumpriu o pedido da difusão vermelha requerida pela Interpol Brasileira e poucas horas depois de prender Carlos Attias o pôs em liberdade e o que é pior: devolveu Carlinhos para ele”, afirmou.

Após o encontro, a fisioterapeuta decidiu antecipar o retorno para o Brasil. “Minha cabeça ficou mais confusa quando soube que não ia nem ter o direito ou a oportunidade de ver meu filho ou abraçá-lo, já que agora haviam encontrado”. 

A mãe de Carlinhos agradeceu o apoio que tem recebido. “Saí da reunião muito mal, mas por outro lado sei que estou tendo o apoio do Consulado Brasileiro, do governo do estado de Pernambuco, dos meus amigos, da minha família e principalmente de Deus. Pronto, com isso já tenho armas e forças para seguir lutando. Ainda não temos definido com os advogados qual vai ser a forma que vamos conseguir a vitória”, concluiu.

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A fisioterapeuta Cláudia Boudoux continua, nesta segunda-feira (19), a saga para conseguir trazer o seu filho Carlinhos de volta para casa. Às 13h, no horário de Brasília, ela e seus advogados se reúnem em Buenos Aires com a vice-cônsul do Brasil na Argentina para discutir os próximos procedimentos.

O empresário argentino Carlos Attias foi preso por sequestro internacional na quarta-feira (14) após ter seu nome publicado na lista vermelha da Interpol. Quando a mãe fazia a conexão em São Paulo com destino à Argentina ela recebeu a inesperada notícia de que Carlos Attias havia sido liberado e que Carlinhos tinha voltado a ficar sob sua guarda.  “Não sei como não desmaiei. A delegada da Polícia Federal ligou para mim, pediu para eu ter calma, que as notícias não eram muito boas. Eu só fazia chorar”, lembrou a fisioterapeuta.

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Cláudia diz ainda não saber por que Carlos Attias foi solto e pretende descobrir mais informações na reunião desta segunda-feira. “A luta segue e eu vou fazer o que for preciso para ter Carlinhos de volta”, sentenciou. Segundo Cláudia, a Embaixada do Brasil recomendou que ela se mantivesse calma para não causar nenhum tipo de desconforto e por medidas de segurança. “Eu estava muito nervosa. Eles disseram que eu ficasse tranquila que estão procurando a melhor forma de resolver a questão”.

Entenda - Cláudia está sem ver Carlos Attias Boudoux, o Carlinhos, desde dezembro de 2015, quando a criança foi passar as festas de fim de ano na casa do pai. O empresário foi preso após a Justiça de Pernambuco decretar sua prisão preventiva, fazendo com que ele fosse procurado pela Interpol em 192 países. 

Pai e filho foram encontrados na quarta-feira (14) em Buenos Aires. Na ocasião, o pai foi preso e Carlinhos levado para uma casa de acolhimento. 

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A situação do menino Carlos Attias Boudoux, o Carlinhos, não deve ter um desfecho com a chegada da mãe em Buenos Aires. A fisioterapeuta Claudia Boudoux viajou para a capital argentina em busca de seu filho que foi levado pelo pai, Carlos Attias, em dezembro do ano passado.

Acusado, no Brasil, de sequestrar a criança, o advogado falou, em entrevista concedida ao Jornal do Commercio, que não é foragido e que foi liberado pela Interpol após prestar depoimento.

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“Meu filho nunca esteve em abrigo, estava comigo. Eu prestei depoimento ao juiz federal Ariel Lijo. Quis falar com a imprensa por isso, pelas mentiras que estão contando ao meu respeito. Sou advogado, meu registro está no Banco Central Argentino, não sou criminoso, muito menos foragido”, disse Carlos.

Questionado porque não devolveu o filho à mãe, como determinado pela justiça, Carlos conta que a mãe descumpriu o acordo e não tem agido da maneira correta com seu filho, fazendo acusações de maus-tratos por parte da mãe e da avó materna da criança.

“Quem primeiro desrespeitou uma ordem judicial foi ela, quando não deixou ele passar o natal comigo. É preciso contar a história verdadeira. Ela vem maltratando meu filho e ele denunciou na escola, existe um corte na perna que está lá até hoje. Tudo isso está documentado, fiz queixas na delegacia, tudo que quero é proteger meu filho”, afirma.

O advogado conta que não está influenciando seu filho contra a mãe e espera que a justiça escute o depoimento de Carlinhos. “Nunca faria isso, só quero o melhor para ele. Quero que a justiça o escute, tudo que ele passou e seu desejo agora não é voltar para a mãe. O que o Carlinhos sente precisa ser ouvido e seu desejo deve ser respeitado”, contou Carlos Attia.

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O reencontro da fisioterapeuta Cláudia Boudoux e do seu filho Carlos Attias Boudoux, de oito anos, pode ser adiado mais uma vez. Na noite desta sexta-feira (16), quando a mãe de Carlinhos estava a caminho de Buenos Aires, na Argentina, ela recebeu a notícia da Polícia Federal de que o ex-marido, o empresário Carlos Attias, havia sido solto e a criança seria devolvida ao pai posteriormente. 

Na noite da sexta-feira (16), ainda durante uma conexão no Aeroporto de São Paulo, Cláudia recebeu a ligação com a notícia, antes mesmo de pousar na Argentina. Por telefone, em entrevista ao Portal LeiaJá, ela contou que uma delegada da Polícia Federal no Recife a telefonou. "Assim que liguei meu celular, recebi uma ligação que me mandava ser forte e que as próximas notícias não seriam boas", afirmou Cláudia.

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A mãe de Carlinhos, há nove meses sem ver o filho, desde dezembro de 2015, falou que foi informada de que o empresário e pai da criança estava solto novamente e que seu filho voltaria para o pai. Ainda do Aeroporto de São Paulo, inconformada com a decisão judicial da Justiça argentina, Cláudia gravou um vídeo no Facebook contando a indignação de ter que passar por toda essa aflição novamente. 

A fisioterapeuta Cláudia Boudoux aterrissou na Argentina por volta das 3h deste sábado (17). Ela contou que uma agente da Polícia Federal a recepcionou no Aeroporto de Buenos Aires e reiterou a informação inicial de que o pai de Carlinhos já estava solto. "Já me falaram que a questão judicial não é rápida. Eu vou tentar ver meu filho e estar com ele o máximo que eu puder. Mas também quero agilizar os trâmites legais para ter meu filho comigo de novo", explicou. 

Por enquanto, Cláudia espera contar com o apoio do consulado brasileiro na Argentina. Ela detalha que às 13h deste sábado (17) terá uma reunião na sede do consulado, onde espera conseguir algum respaldo judicial para conseguir a extradição de Carlinhos. De acordo com a Polícia Federal, mesmo com a decisão da Justiça brasileira da prisão do empresário Carlos Attias, as leis da Argentina são soberana nesse caso. 

Ainda segundo informações da PF, a decisão judicial proíbe o pai de Carlinhos de deixar a Argentina. "Policiais federais estão acompanhando a criança até a decisão final, já que havia um alerta da Interpol para que a mãe da criança comparecesse pessoalmente à Argentina", conforme informações de nota enviada à imprensa. 

Sem previsão de volta ao Brasil, Cláudia segue hospedada na Argentina na casa da madrinha de Carlinhos, que tem prestado todo apoio à fisioterapeuta. "Se for preciso morar aqui durante um tempo, eu irei me estabelecer, mas só saio daqui com o meu filho comigo", reiterou Cláudia. 

Entenda

Desaparecido desde dezembro de 2015, Carlinhos foi encontrado na última quarta-feira (14), em Buenos Aires. Ele estava com o pai, o empresário argentino Carlos Attias, que foi preso. Após a Justiça de Pernambuco decretar a prisão preventiva do empresário, ele foi incluído na lista da Interpol e passou a ser procurado em 192 países do mundo.

O caso do desaparecimento de Carlinhos ficou conhecido após a mãe da criança denunciar a situação à Polícia Federal em fevereiro deste ano. Um dia antes, Cláudia já havia procurado o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil.

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“A coisa que eu mais desejo no momento é ter meus filhos nos meus braços de volta”, disse a fisioterapeuta Cláudia Boudoux, de 39 anos, que não via o filho desde dezembro de 2015. Carlos Attias Boudoux, de oito anos, foi encontrado em Buenos Aires, na noite da quarta-feira (14) após estar desaparecido desde dezembro de 2015.

A Polícia Federal em Pernambuco (PF-PE) ainda não tem muitas informações sobre a operação que encontrou Carlinhos, que resultou também na prisão do pai da criança, o empresário argentino Carlos Attias, 54. Também não há uma previsão para o pai e o filho serem extraditados ao Brasil. 

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Segundo a delegada Mariana Cavalcanti, representante da Interpol no Estado, a PF-PE enviou para a polícia argentina alguns possíveis endereços onde Carlos Attias podia estar com a criança, como residência de família e amigos. O local exato onde houve a prisão ainda é desconhecido. Ao longo das investigações, a polícia solicitou medidas cautelares como quebra de Facebook e de telefone.

“Eu estava dormindo’, lembra a mãe, ‘por volta de 1h me ligaram dizendo que meu filho tinha sido encontrado. Fico imaginado como está a cabeça dele”, disse, muito emocionada. Cláudia Boudoux esteve em Buenos Aires nas últimas semanas e diz ter sentido que o filho se encontrava lá.

Histórico – Carlinhos e sua irmã foram passar as festas de fim de ano com o pai, mas apenas a irmã do garoto retornou. Em fevereiro deste ano, a mãe da criança procurou a Polícia Civil e a Polícia Federal para denunciar o caso. 

Em agosto, a Justiça de Pernambuco expediu um mandado de prisão preventiva contra Carlos Attias. Isso permitiu que o argentino fosse incluído na lista vermelha da Interpol e passasse a ser procurado em 192 país. 

Confira a coletiva dada por Cláudia Boudoux nesta manhã.

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Desaparecido desde dezembro de 2015, Carlos Attias Boudoux, o Carlinhos, de oito anos, finalmente foi encontrado. Na última quarta-feira (14), a Polícia Federal da Argentina encontrou a criança em Buenos Aires com o pai, o empresário argentino Carlos Attias, que foi preso. 

De acordo com a Polícia Federal em Pernambuco (PF-PE), a criança passa bem. Não há ainda uma definição de quando Carlinhos e seu pai serão reconduzidos ao Brasil, faltando a autorização de Brasília. Ao chegaram ao país, ambos deverão ser entregues à Polícia Civil, que está à frente das investigações.

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Após a Justiça de Pernambuco decretar a prisão preventiva do empresário, ele foi incluído na lista da difusão vermelha da Interpol e passou a ser procurado em 192 países do mundo. O caso do desaparecimento de Carlinhos ficou conhecido após a mãe da criança, a fisioterapeuta Cláudia Boudoux, denunciar a situação à Polícia Federal em fevereiro deste ano. Um dia antes, Cláudia já havia procurado o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. 

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