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Ele está de volta. Pennywise, provavelmente o palhaço mais temido das telonas, chega mais assustador do que nunca em IT - A Coisa, que estreia nesta quinta-feira (07), em pleno feriadão. Quer saber o que esperar do filme baseado na obra de Stephen King? O EstreiaJá traz os comentários do apresentador Rodrigo Rigaud, que dessa feita recebe o jornalista Geraldo de Fraga. Os dois respondem a uma pergunta polêmica: seria o novo IT melhor do que o filme original, IT: A Obra Prima do Medo lançado em 1990?

Saiba tudo sobre o lançamento mais aguardado do mês para os fãs de terror, conferindo o programa no vídeo a seguir. O EstreiaJá é publicado todas as quintas no LeiaJá.

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A cidade do fantástico, do assombro e do sobrenatural. A capital pernambucana guarda histórias lendárias do imaginário popular, que se perpetuam e são contadas por gerações há décadas. Quem é do Recife já ouviu relatos de lendas como a Perna Cabeluda, da Emparedada da Rua Nova, do Papa-figo e da Velhinha da Caxangá. Essas são apenas algumas das histórias que povoam o imaginário assombrado do povo.

Foi a partir dessa ‘verdade’ popular de contos e de assombros que o cineasta pernambucano Adriano Portela adentrou o mundo do sobrenatural. Agora, após realizar vários curtas, o diretor está preparando o seu primeiro longa, que recentemente foi submetido ao edital da Ancine e contemplado com o incentivo financeiro para realização. Encerrando a minissérie de reportagens Terror Pernambucano, do Portal LeiaJá, fomos conversar com o diretor.

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De acordo com o também escritor, o filme Recife Assombrado, que conta com a produção da ViuCine, vai surpreender o público com a mistura de documentário com ficção, levando o sobrenatural de várias lendas pernambucanas para a telona. 

“O filme vai apresentar a história de um personagem central que vivencia uma situação inusitada e, a partir disso, começar a investigar alguns relatos ligados às assombrações do Recife. Com isso, ele vai tentar descobrir e responder por que a capital pernambucana é a mais assombrada do Brasil”, adianta.

Dando o pontapé nas gravações do seu primeiro longa de terror, Portela revela que a opção de trabalhar a temática do  sobrenatural não foi à toa. Em entrevista ao Portal LeiaJá, o cineasta conta que já existe muito material documentado, como vídeo-reportagem, trabalhos e livros que retratam o assunto o que, de certa forma, o motivou para dar continuidade aos estudos. 

"Além de ser um tema que tenho muita afinidade, há várias lendas populares contadas por várias gerações, como O Esqueleto e a Emparedada da Rua Nova, que já estão catalogadas e que agora serão resgatadas para deixar na história", diz Adriano. 

Mesmo sendo o primeiro longa, o escritor Adriano afirma que a temática o acompanha há mais de dez anos. “É um universo que permeio e que eu trago desde a época que eu comecei a trabalhar com cinema. Todos os curtas que eu produzo com possui a temática do assombro, do mito e da lenda", lembra o escritor. Assista à entrevista com o diretor:

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Trilhando a mesma batalha dos demais cineastas, Portela conta com a colaboração da família, amigos e recursos pessoais, que já proporcionaram, durante esses dez anos de atuação, sete trabalhos e premiações. Entre os curtas já lançados estão: Prenúncio, selecionado para o Festival de Cinema Fantástico de São Paulo; Reverso, vencedor do prêmio Agora Curta, da Rede Globo Nordeste; Menina Sem Nome, finalista do festival da UFRJ; Um passo à frente e Ponto de Remendo, curta selecionado e exibido no FestCine 2015.  

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A produção de cinema é Pernambuco já possui uma marca forte em várias regiões do Brasil e até fora do País. A colaboração, a falta de recursos e a criatividade dão forma ao cinema de guerrilha que está arraigado nas produções cinematográficas pernambucanas.

Essa realidade não é diferente do gênero de terror em Pernambuco, podendo ser até mais evidente, uma vez que o estilo ainda é incipiente na região. Com a dificuldade, é impossível não lembrar do cineasta Glauber Rocha, que dizia: “Um filme é feito com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” e é citado inúmeras vezes pelos diretores pernambucanos, que lutam contra a escassez de incentivos e até mesmo o preconceito. 

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Nesta quinta-feira (1º), o Portal LeiaJá publica uma minissérie de reportagens sobre o cenário cinematográfico de terror de Pernambuco e com os cineastas que abraçam o gênero em suas produções. A temática que aborda o fantástico, o assombro e o terror mais ácido são alguns dos estilos apresentados.

Adentrando nesses cenários, estão em destaque o grupo Toca o Terror, que surgiu a partir da produção de podcasts sobre filmes do gênero e atualmente está produzindo filmes; o cineasta Adriano Portela, que já fez curtas-metragens sobre o tema e se prepara para lançar Recife Assombrado, seu primeiro longa; e Lula Magalhães, que faz seus filmes usando recursos próprios, na garagem de casa. Cada um lança uma abordagem distinta, seja focando em assombrações, seja buscando o terror mais ácido, mas todos fazem parte da consolidação da produção do gênero terror em Pernambuco.

Confira as reportagens sobre o Terror Pernambucano:

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O diretor americano Wes Craven, mestre do cinema de terror com filmes como "Pânico" e "A Hora do Pesadelo", faleceu no domingo aos 76 anos em Los Angeles, vítima de um câncer cerebral.

"O cineasta esteve cercado de amor, na presença da família", afirma um comunicado divulgado por seu agente.

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Craven estabeleceu as bases de sua carreira com "Aniversário Macabro", um filme de terror escrito, dirigido e editado por ele mesmo em 1972.

"A Hora do Pesadelo" se tornou um grande sucesso do gênero em 1984 e apresentou ao público um dos personagens mais famosos do cinema de terror: Freddy Krueger.

O psicopata interpretado por Robert Englund apareceu em oito filmes e uma série de TV. Kruger ficou para sempre associado à carreira de Craven.

O filme também contava com um novato Johnny Depp, que iniciou neste filme sua carreira de sucesso.

Craven, nascido em 2 de agosto de 1939 em Cleveland (Ohio), voltou a ter um grande sucesso em 1996 com "Pânico", filme que rendeu mais três longas-metragens, uma franquia que arrecadou mais de 600 milhões de dólares em todo o mundo.

O filme contava com as participações de atores como Drew Barrymore, David Arquette e Courtney Cox.

A notícia da morte de Craven provocou uma série de homenagens de atores e colegas de profissão.

"Hoje o mundo perdeu um grande homem, um amigo e um mentor, Wes Carven", afirmou Courtney Cox.

John Carpenter, diretor de "Halloween", lamentou ter que se despedir de um amigo "muito cedo".

O escritor Deepak Chopra disse ter ficado surpreso com a "morte repentina" de Craven, que havia encontrado há duas semanas "em boa forma".

Craven era casado com Iya Labunka, ex-vice-presidente dos estúdios Disney.

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