Tópicos | Flechas

Arthur Aguiar foi um dos grandes alvos no Jogo da Discórdia no BBB22 da última segunda-feira (14). O brother acabou ficando com o título de manipulador, e teve até internauta afirmando que ele teria caído em contradição durante sua defesa no game.

##RECOMENDA##

Mas, dentro da proteção do confinamento, Arthur parece estar ainda mais focado em sua estratégia. Em conversa com os aliados com Douglas Silva e Paulo André, o ator afirmou não entender porque não está no paredão.

"Sabe uma coisa muito incoerente que lembrei agora? O DG ganhou cinco votos ontem. Cinco pessoas resolveram votar nele ontem. No Jogo da Discórdia ninguém tem nada para falar dele", disse.

"Isso acontece várias vezes", concorda DG.

"Então... Quais foram os motivos dos votos? Não dá para entender... Votaram nele porque então? Eu estava disponível. Por que ninguém votou em mim? Não estava imunizado", argumentou.

"Pergunta idiota", disse PA.

"Não, ué... Mas se eles tem tanta coisa para falar", continua o ator.

Mais tarde, no quarto grunge, o ator afirmou que seus adversários fizeram um movimento errado ao colocá-lo novamente como alvo.

"Estão há oito semanas fazendo o mesmo movimento e não se tocam que estão fazendo o movimento errado", disse.

Arthur ainda comentou sobre o comportamento de Laís no jogo.

"Ela é uma pessoa fora do ao vivo e, no ao vivo, ela é outra. Não só ela, mas hoje eu fiquei chocado com ela. Eu me senti um otário por não ter dado o monstro para ela, eu não dei o monstro para ela porque a gente tinha conversado. Ela se emocionou, disse que me admira muito. Eu expliquei tudo para ela", contou.

Antes de dormir, ele ainda declarou: "Eu sei que tudo isso tem um propósito e, de certa, forma está me fortalecendo, mas, eu como ser humano, dói, mano. Toda segunda eu sento no banquinho, e nego começa falar um monte de merda, mano. E eu fico: C*****o, mano, por que nego está falando isso? Da onde surgiu isso?"

Eslovênia critica Lucas

Enquanto Arthur foi considerado o manipular, Lucas recebeu o título de traidor. Mais tarde, em conversa com Eslovênia, o estudante de medicina levou um puxão de orelha por não ter se defendido mais durante o jogo.

"Era pra você ter falado. Começou tão bem, foi incrível. Aí na hora", disse.

A sister ainda se incomodou com o fato de Natália ter defendido mais o namorado do que ele próprio.

"Aí chega uma pessoa, cita a situação...ela não está na posição de falar....Eu te enxerguei como medroso. Tinha muito mais coisa, coisa que você sabe. Parece que você ficou feliz por uma pessoa ter falado [por você]", frisou.

Um pouco depois, Lina concorda com Eslô.

"Não basta a Natália falar por você, você tinha que falar por você. Você foi colocado como traidor diversas vezes. Sinceramente, eu achei que você foi medroso", endossou.

A polícia alemã investiga uma pista envolvendo uma seita para explicar a morte misteriosa de cinco pessoas, algumas delas vítimas de flechas disparadas por uma besta, que provavelmente se conheciam e eram fãs do mundo medieval e da alquimia.

Um dos falecidos, Torsten W, um homem de 53 anos encontrado morto com flechas no crânio e no corpo, tinha uma loja de objetos medievais em Hachenburg (Renânia Palatinado) chamada "Milites Conductius".

Na loja ele vendia punhais e espadas, capacetes de armadura e hidromel, uma das primeiras bebidas alcoólicas conhecidas. A vítima, que tinha uma longa barba branca, também organizava sessões de combate com espadas. Em um dos braços tinha tatuagens de símbolos de alquimia, uma prática medieval.

Os investigadores tentam determinar se os clientes habituais da loja estão envolvidos nas mortes e quais eram as relações entre as vítimas. O jornal Bild afirmou que todas as vítimas eram membros de uma liga de torneios de cavaleiros e de combates medievais.

A polícia realiza buscas em dois locais em particular, o primeiro deles um albergue em Passau (Baviera), onde foram encontrados três corpos no fim de semana com flechas nos corpos.

O segundo, a 600 km de distância, é o apartamento em Gifhorn (Baixa Saxônia) de um das três vítimas do albergue, onde os corpos de duas mulheres foram encontrados na segunda-feira.

Os resultados preliminares das necropsias de Passau, divulgados pela polícia da Baviera, mostram que duas das três vítimas do albergue morreram atingidas por flechas no coração.

Os dois mortos, segundo os exames, eram um homem de 53 anos e uma mulher de 33, que estavam com roupas pretas e tinham piercings. Ambos estavam na cama, de mãos dadas.

A autopsia determinou que depois da morte, os dois foram atingidos por mais flechas, lançadas provavelmente pela terceira vítima do albergue, uma mulher de 30 anos, Farina C, que em seguida teria cometido suicídio com uma flecha no pescoço.

As três pessoas pagaram a estadia de três noites em dinheiro e procediam da Áustria, de acordo com a Promotoria de Passau, onde teriam comprado as flechas. Os corpos foram encontrados por uma funcionária do hotel no sábado.

"Não há indícios que demonstrem que aconteceu uma briga entre as pessoas presentes no quarto", afirmou a polícia bávara. "Solicitamos exames para determinar a possível ingestão de medicamentos, álcool ou entorpecentes", completa um comunicado.

Os investigadores também examinam um carro com o desenho de um arqueiro, automóvel usado pelas três pessoas para chegar ao albergue. No quarto também foram encontrados os testamentos das vítimas que estavam na cama, de acordo com a imprensa local.

Até o momento são desconhecidos os resultados da autopsia das vítimas do apartamento em Gifhorn, que pertence a Farina C. Os corpos são de duas mulheres com idade por volta de 30 anos, mas que não foram mortas por flechas, segundos os investigadores.

Uma das mulheres seria a irmã da mulher de 30 anos de Passau, e não sua companheira, como os investigadores acreditaram em um primeiro momento.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que os acordos de colaboração premiada em andamento podem contribuir para as investigações contra o presidente Michel Temer (PMDB). Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Janot disse que ainda tem "flechas" para atingir o peemedebista e apesar de não dar detalhes sobre de quem seriam as tais delações - nos bastidores a expectativa é de que seja de Lúcio Funaro e do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), ele indicou que alguém como Cunha tem de entregar um político no patamar maior do que ocupava. 

"Estamos com colaborações em curso que podem e muito nos auxiliar em uma e outra investigação", informou Janot, ao destrinchar que ainda existem duas linhas de investigações contra Temer por obstrução de justiça e organização criminosa. Ele ponderou que, apesar da Polícia Federal ter encerrado as apurações por obstrução, se ele entender que não, como titular da ação vai pedir novas diligências. 

##RECOMENDA##

Indagado se haveria chances de não oferecer outra denúncia, já que a primeira teve a análise postergada pela Câmara dos Deputados, o procurador esclareceu que até o dia 17 de setembro, quando deixa o comando da PGR, vai trabalhar para isso. "Eu continuo minha investigação dizendo que enquanto houver bambu, lá vai flecha. Meu mandato vai até 17 de setembro. Até lá não vou deixar de praticar ato de ofício porque isso se chama prevaricação", frisou. 

Durante a entrevista, Rodrigo Janot também refutou as acusações do presidente de que ele agia politicamente. "Sempre trato os investigados e réus com respeito. Quando é que me dirigi ao presidente de maneira desrespeitosa? Não posso tergiversar com a pessoa que praticou ilícito. Isto é uma República, a lei é igual para todos", disse. Já sobre os argumentos da defesa do peemedebista, de que Janot desestabiliza o país com seus atos, ele pontuou que o Ministério Público não deve levar em conta esses fatores para investigar ou não. 

"A partir do momento em que começo a contabilizar fatores econômicos, políticos, sociais, antropológicos, aristocráticos, como é que tenho critérios objetivos para dizer que uma investigação vai desse jeito e a outra não? A solução para esse imbróglio só tem uma saída e é política. Agora, saída política não é você considerar bandido como político. O bandido que se esconde atrás do manto político não é político, é bandido", cravou.

Ao periódico, Rodrigo Janot ainda revelou que antes de deixar a PGR vai pedir a anulação de uma delação premiada, pedir para ouvir o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) e pontuou que se preocupa com a possibilidade da sua sucessora, Raquel Dodge, engavetar investigações. Michel Temer chegou a dizer, no fim de semana, que com Dodge a Lava Jato terá um 'rumo correto'. 

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando