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Honiara, a capital das ilhas Salomão, no oceano Pacífico, parecia ter recuperado a calma neste sábado (27) após vários dias de distúrbios violentos que deixaram ao menos três mortos.

Neste sábado, três corpos foram encontrados em uma loja do bairro chinês da cidade, uma área da cidade que foi quase totalmente incendiada. São as primeiras mortes registradas desde que a violência começou na quarta-feira.

Hoje um pequeno número de comércios reabriu suas portas com prudência e os habitantes de Honiara aproveitavam a calma para comprar produtos de primeira necessidade.

"A situação é muito tensa", disse a moradora Audrey Awao, temendo que os alimentos acabem nas lojas.

O que começou como uma pequena manifestação na quarta-feira se transformou em uma violenta onda de indignação generalizada. Durante três dias, uma multidão indignada invadiu as ruas para exigir a renúncia do primeiro-ministro Manasseh Sogavare.

A economia das Ilhas Salomão, onde vivem cerca de 800.000 pessoas, está prejudicada após dois anos de isolamento devido à pandemia.

Um toque de recolher noturno e a presença de aproximadamente 150 soldados estrangeiros de uma força de manutenção da paz enviados pela Austrália e Papua-Nova Guiné ajudaram a acalmar a situação.

"A maioria das pessoas come apenas uma vez o dia", disse à AFP Douglas Kelson, diretor de um serviço de ambulâncias. "E quando as pessoas têm fome, fazem coisas que normalmente não fariam", acrescentou.

Mais de 100 pessoas foram detidas, suspeitas de terem participado dos distúrbios, segundo a polícia.

Além da indignação com o governo e as dificuldades econômicas, há outras causas que explicam essa onda de violência, como a rivalidade histórica entre os habitantes de duas ilhas, a de Malaita, a mais populosa, e a de Guadalcanal, onde está a capital administrativa do país.

Os habitantes da primeira se sentem abandonados pelo governo e as diferenças se acentuaram quando o governo de Manasseh Sogavare decidiu, em 2019, que não reconhecia mais Taiwan, apenas a China.

Os distúrbios dessa semana tomaram conta da comunidade chinesa da capital, transformada em bode expiatório das diferenças entre os residentes de Malatia, próximos a Taiwan, e o gobierno de Sogavare.

O primeiro-ministro disse que países estrangeiros que se opoõem a essa decisão de reconhecer apenas a China foram a origem desses distúrbios.

Neste sábado, os líderes da oposição querem impulsionar uma moção de censura contra o governo que poderia gerar novos protestos.

Na sexta-feira, as autoridades chinesas condenaram esses protestos e garantiram que serão velados pela "segurança e direitos dos cidadãos e instituições chinesas" nas Ilhas Salomão.

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Mais de 100.000 pessoas morreram de Covid-19 na Alemanha desde o início da pandemia e um novo recorde diário de infecções: o país enfrenta a onda mais violenta da doença, o principal desafio para o novo governo que assumirá o poder.

Nas últimas 24 horas, o país registrou 351 mortes, o que elevou o início da pandemia de coronavírus a 100.119 vítimas fatais, anunciou o Instituto Robert Koch do governo federal.

O instituto também registrou 75.961 novas infecções, um novo recorde diário para a maior economia da zona do euro. A média móvel (últimos sete dias) também atingiu um pico máximo de 419,7 infecções por 100 mil habitantes.

A pandemia é o principal desafio para a nova coalizão governamental, que deve assumir o poder em dezembro, após o acordo anunciado entre social-democratas, verdes e liberais.

"A situação é terrível", admitiu na quarta-feira Olaf Scholz, líder social-democrata que será futuro chanceler da Alemanha e sucessor da conservadora Angela Merkel.

O foco da doença se propaga por toda Europa, atualmente a região do mundo mais afetada pela pandemia, com mais de 2,5 milhões de casos e quase 30.000 falecidos em uma semana.

E a situação é mais grave em países com taxas de vacinação abaixo do esperado, como acontece na Alemanha e na vizinha Áustria, onde o governo retomou o confinamento da população.

- "Sobrecarga aguda" nos hospitais -

No caso alemão, a taxa de vacinação da população completamente vacinada é de quase 69%, abaixo de outros grandes países europeus como Espanha, França ou Itália.

Hospitais em certas regiões já estão enfrentando "sobrecarga aguda" que exige a transferência de pacientes, alertou Gernot Marx, presidente da federação alemã de médicos de cuidados intensivos.

No momento, a futura coalizão de governo descarta a ideia de um confinamento nacional e aposta no uso generalizado de um certificado de vacinação nos transportes e restrições de acesso para os não vacinados a certos lugares.

Scholz afirmou que a Alemanha precisa "estudar" uma eventual "extensão" da obrigatoriedade da vacinação, atualmente em vigor e no exército e nos estabelecimentos de saúde.

Também se comprometeu a liberar um bilhão de euros para os profissionais da saúde.

O governo de Angela Merkel, em coalizão com os social-democratas, prorrogou até abril de 2022 as ajudas para as empresas afetadas por fechamentos e queda de receita pela pandemia.

O departamento europeu da Organização Mundial da Saúde advertiu que a covid-19 pode provocar 700.000 mortes adicionais no continente até a primavera (hemisfério norte, outono no Brasil).

A instituição atribui a onda europeia à combinação da prevalência da variante delta, de uma cobertura insuficiente das vacinas e de uma flexibilização das restrições.

Na União Europeia, 67,7% da população recebeu duas doses da vacina contra a covid, mas as diferenças são notória: apenas 24,2% dos búlgaros estão imunizados, contra 86,7% dos portugueses.

Vários países endureceram as restrições, mas as medidas provocaram protestos, alguns violentos, em países como Áustria, Bélgica ou Holanda.

Números atualizados mostram que ao menos 46 pessoas, incluindo 12 menores de idade, morreram na madrugada desta terça-feira (23) na Bulgária, quando o ônibus em que viajavam sofreu um incêndio em uma rodovia, e muitos passageiros ficaram presos dentro do veículo. Sete pessoas que saltaram do ônibus em chamas foram levadas às pressas para o hospital em Sófia, capital do País, e estavam estáveis. Autoridades não informaram a identidade das vítimas.

O ministro do Interior, Boyko Rashkov, disse que os corpos estavam "agrupados e transformados em cinzas". "A imagem é apavorante, apavorante. Nunca vi nada parecido antes", disse.

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A causa do acidente não foi esclarecida, mas o ônibus parecia ter atingido uma barreira na rodovia antes ou após pegar fogo, apontaram as autoridades locais.

A maioria das vítimas era procedente da Macedônia do Norte, onde o ônibus estava registrado, informou o primeiro-ministro do país, Zoran Zaev.

Ele viajou imediatamente para Sófia e se encontrou no hospital com os sete sobreviventes da tragédia. Foi o mais grave em uma rodovia europeia na última década. A polícia informou que grande parte das vítimas pertencia à minoria albanesa.

"É uma grande tragédia", disse Zaev. "Doze vítimas tinham menos de 18 anos, cinco eram crianças. As demais tinham entre 20 e 30 anos", completou.

O veículo retornava para Skopje, capital da Macedônia do Norte, depois de uma viagem à Turquia.

A tragédia aconteceu às 2 horas locais (6 horas, no horário de Brasília), em uma rodovia próxima do município de Bosnek, 40 km ao sul de Sófia, informou o comissário Nikolay Nikolov. De acordo com os sobreviventes, quase todos dormiam quando aconteceu uma explosão, relatou Zoran Zaev.

Os sete sobreviventes viajavam na parte final do ônibus e conseguiram quebrar uma das janelas para fugir das chamas. "Os sobreviventes pertencem à mesma família e, entre eles, está uma adolescente de 16 anos", relatou o ministro da Saúde da Macedônia do Norte, Venko Filipce, que também se dirigiu para a Bulgária.

Passageiros traumatizados

"O motorista morreu na hora, então ninguém conseguiu abrir as portas para permitir que os passageiros escapassem das chamas", disse o chefe de polícia, Stanimir Stanev.

O ônibus bateu contra uma cerca de segurança por um motivo ainda desconhecido. A rodovia passou por reformas recentemente, graças a recursos da União Europeia (UE). A Bulgária integra o bloco desde 2007.

"Os sobreviventes estão traumatizados. Perderam parentes, os filhos. Conseguiram pular pelas janelas", disse Maya Arguirova, diretora do centro de tratamento para pessoas com queimaduras graves que recebeu os feridos.

O último acidente grave com um ônibus na Bulgária havia acontecido em agosto de 2018, com o balanço de 17 mortes. O veículo sofreu o acidente durante uma forte chuva. No momento da tragédia, levava um grupo de turistas búlgaros para Sófia, após visita a um mosteiro.

País de 6,9 milhões de habitantes, a Bulgária registrou mais de 620 acidentes fatais nas estradas em 2019, e 463, em 2020. Este último número foi inferior à média, devido às restrições sanitárias que limitaram os deslocamentos no território.

Ainda assim, é uma das piores estatísticas da UE, provocada pelo estado precário das rodovias, pelos automóveis sem manutenção e com problemas mecânicos e pelo frequente excesso de velocidade na direção. COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

A Polícia Civil, o Ministério Público do Rio (MPRJ) e própria Polícia Militar investigam uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizada no domingo (21) no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, depois de um policial baleado por traficantes morrer. Na manhã desta segunda-feira (22) um dia após a incursão dos agentes, oito corpos foram retirados de um manguezal por moradores da favela. Até o início da noite, sete das oito vítimas já haviam sido identificadas pelo Instituto Médico Legal (IML) de São Gonçalo. Segundo a polícia, cinco tinham antecedentes ou anotações criminais. Um dos mortos sem antecedentes foi encontrado "com roupa camuflada semelhante à do restante do grupo", afirmou a corporação, por nota.

A operação do Bope aconteceu após o sargento Leandro Rumbelsperger da Silva ter sido atacado no sábado durante um patrulhamento na região. Baleado, ele não resistiu. No domingo, o Bope foi informado que um dos suspeitos do ataque estava ferido no interior da favela e realizou a operação no local. A ação foi informada ao MPRJ.

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O resgate dos oito corpos do manguezal foi feita pelos próprios moradores da favela no início da manhã. Parentes das vítimas, segundo relatos da comunidade, entraram na lama para recolher os cadáveres. Bombeiros e policiais militares não foram vistos no local nas primeiras horas do dia, enquanto policiais civis chegaram apenas depois das 10h. O Salgueiro, comunidade pobre em uma cidade-dormitório da Região Metropolitana do Rio, é considerado muito perigoso, devido |à ação de traficantes. Moradores afirmaram que os corpos estavam desfigurados, o que, para eles, seria indício de tortura. A PM sustenta que houve confronto.

"Meu irmão foi barbarizado, está com o rosto irreconhecível", contou a irmã de um dos mortos, que deu entrevista no Instituto Médico Legal de São Gonçalo, que preferiu não se identificar. "A gente reconheceu pelo corpo, pela tatuagem com o nome da minha mãe. Ele teve o rosto desfigurado com golpes de faca, outros tiveram os dentes arrancados, os olhos furados e arrancados, dedo decepado. Não foi troca de tiro. Eles pegaram as pessoas de surpresa, mas não sabemos onde."

O marido dela foi responsável por identificar o corpo do cunhado, ainda antes da remoção para o IML. "Eu fui lá no mangue e vi, porque ela não tem estrutura para ver. Fui lá, puxei o pano de um por um e vi com meus próprios olhos. Vi uma coisa desumana. Teve menino sem olho, outro sem dedo. Esse pessoal foi torturado antes de morrer. Meu parente era envolvido, mas a gente não imaginava encontrar naquele estado."

A irmã de outro homem deu depoimento semelhante. "Torturaram meu irmão, furaram o olho do meu irmão, quebraram o braço dele", contou. "Meu irmão era magrinho, não dava um sopro em ninguém, ele não aguentava. Quem foi pra pegar parece que foi pra pegar rato. Meu irmão tinha problema de pulmão, tinha pino nos pés, depois de sofrer um acidente. Não iria correr. O garoto não era bandido, não se misturava. Para que torturar ele? Ele foi comprar uma cerveja, que ele gostava de beber. Eu não quis ver, não tive condições de ver meu irmão. Muita crueldade. Tem gente mutilada, tem adolescente morto". "Arrancaram os dedos do adolescente, para que mutilar? Isso é tortura, é desumano.

Segundo ela, a morte do rapaz "acabou" com sua família. "Ele não tinha envolvimento com nada, fazia bico, pegava serviço de ajudante de pedreiro", afirmou. "Favelado é gente, a gente não mora na favela porque quer, mas porque tem necessidade."

A PM afirmou que, por volta das 15h de domingo, uma equipe do Samu foi acionada para auxiliar um homem ferido na favela, e criminosos armados obrigaram que ele fosse retirado do local. A ação do Bope aconteceu próximo ao manguezal. Moradores relataram forte tiroteio.

"As equipes foram atacadas nas proximidades de uma área de mangue com mata, ocorrendo um intenso confronto", afirmou a Polícia Militar, em nota oficial. "Na ação foram apreendidos duas pistolas, 14 munições calibre 9 mm, 56 munições de fuzil calibre 762, cinco carregadores (02 para fuzil e 03 para pistola), um uniforme camuflado, 813 tabletes de maconha, 3.734 sacolés de pó branco e 3.760 sacolés de material assemelhado ao crack. A ocorrência foi registrada na 72ª DP."

A promotoria informou por nota que a 2.ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Niterói e São Gonçalo instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) sobre a ação policial na favela. A Polícia Civil afirmou que as "investigações estão em andamento pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG)". A PM anunciou inquérito policial-militar.

Segundo a Polícia Civil, agentes da Delegacia de Homicídios fizeram nesta segunda perícia e realizaram as primeiras diligências na região. Buscaram testemunhas e outras pistas para esclarecer a dinâmica das mortes.

Rio acumula chacinas

No fim da tarde de da segunda, 22, a Human Rights Watch divulgou nota questionando a ação dos policiais militares. "Uma vez mais, trata-se de uma operação mal explicada e cheia de pontos de interrogação", diz o texto, citando declarações do porta-voz da PM sobre a existência de "vários confrontos" com "inúmeros feridos". "A Polícia Militar deveria, portanto, esclarecer se acionou o serviço de socorro para atender a todos os feridos e porque não preservou a evidência nos lugares dos tiroteios, especialmente onde houve mortes", defende a organização.

Os corpos encontrados nesta segunda aumentam ainda mais o número de mortes em série no Rio este ano. Dados da Rede de Observatórios da Segurança apontam que, até o mês de outubro, o Estado registrou 38 chacinas, quatro a mais do que 2020. A Rede informou ainda que 27 delas foram cometidas por policiais, com 128 mortes registradas.

Em maio, 28 pessoas foram mortas - sendo uma delas um policial civil - após ação da polícia na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio. A ação ainda é investigada e teve fortes indícios de execução. Até o momento, dois agentes que participaram da ação se tornaram reús.

Moradores do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ), retiraram pelo menos sete corpos de uma área de mangue da região na manhã desta segunda-feira (22). No domingo (21), policiais do Bope realizaram uma operação no local um dia após o policial Leandro da Silva ter sido ferido. O sargento, porém, acabou morrendo no hospital.

Segundo a PM, os policiais foram atacados nas proximidades do manguezal e houve um intenso confronto.

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Ainda no domingo, por volta das 15 horas, uma equipe do Samu foi acionada para auxiliar um homem ferido na favela, e criminosos armados obrigaram que ele fosse retirado do local.

A retirada dos corpos na manhã desta segunda foi registrada pelo helicóptero da TV Globo.

No início da manhã, ainda não havia policiais ou bombeiros na região.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, a Polícia Militar informou que "dará início a uma ação no local e permanecerá na região a fim de garantir o trabalho de perícia da Polícia Civil".

A Polícia Civil ainda não se manifestou.

O Brasil registrou 97 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa neste domingo (21). A média de óbitos, que no sábado havia ficado abaixo de 200 pela primeira vez desde abril de 2020, teve uma ligeira alta e ficou em 201.

Somados os registros desde o início da pandemia, o País chegou neste domingo a um total de 612.722 vítimas da Covid-19.

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Nas últimas 24 horas, foram confirmados 5.064 novos diagnósticos da doença nas cidades brasileiras, o que fez a média de novos casos ficar em 8.509.

No total, são 22.015.036 testes positivos em todo o período pandêmico.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, 21.222.032 pessoas se recuperaram da doença e 182.585 seguem em acompanhamento.

Especialistas têm destacado o papel do avanço da vacinação para a redução de casos e mortes pela doença.

Os registros estão em queda no País há cerca de cinco meses.

Teve início no sábado, 20, uma campanha de mega vacinação liderada pelo Ministério da Saúde, que incentiva pessoas com doses atrasadas a buscarem a aplicação no posto mais próximo.

Os dados diários são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado pelo jornal O Estado de S. Paulo, G1, O Globo, Extra, Folha de S.Paulo e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas.

O balanço de óbitos e de casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal.

A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

As secretarias municipais e estaduais de Saúde registraram, em 24 horas, 8.833 casos de covid-19 e 217 mortes resultantes de complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada neste sábado (20).

Com isso, o número de vidas perdidas para a pandemia chegou a 612.587. Ainda há 2.858 mortes em investigação, situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa demanda exames e procedimentos posteriores.

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Com os novos casos registrados, o número de pessoas que contraíram covid-19 até hoje chegou a 22.012.150. Estão em acompanhamento 181.824 casos de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até esta quinta-feira, 21.217.739 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados por causa da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pela atualização do acúmulo de dados. 

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado com mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo (153.460), seguido por Rio de Janeiro (68.832), Minas Gerais (56.023), Paraná (40.749) e Rio Grande do Sul (35.940).

Os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.845), Amapá (1.996), Roraima (2.039), Tocantins (3.908) e Sergipe (6.040). Não se registraram mortes por covid-19 ontem e hoje nos estados do Acre, do Amapá e de Roraima.

Vacinação

Até o início da noite de hoje, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 297,9 milhões de doses no Brasil, sendo 157,3 milhões da primeira dose e 128,4 milhões da segunda e da dose única. Foram aplicados 11,5 milhões de doses de reforço.

Subiu para 40 o número de civis mortos na repressão às manifestações contra o golpe de Estado de 25 de outubro no Sudão, após o falecimento, neste sábado (20), de um adolescente ferido três dias antes - informou um sindicato de médicos.

Em 25 de outubro, o general Abdel Fattah al Burhan, chefe do Exército e autor do golpe, pôs fim à instável transição há meses em curso no país. Ele ordenou a prisão de quase todos os civis no poder, acabou com a união formada por civis e militares e decretou estado de emergência.

Desde então, multitudinários protestos contra o Exército tomaram as ruas, em especial em Cartum, para reivindicar o retorno ao poder de um governo civil. Em geral, estas manifestações têm sido duramente reprimidas pelas forças de segurança.

A quarta-feira de 17 de novembro foi o dia mais mortal, com a morte de 16 pessoas. A maioria dos óbitos ocorreu em Cartum norte, periferia ligada à capital por uma ponte sobre o Nilo, conforme informação de um sindicato de médicos pró-democracia. Uma das vítimas foi atingida por uma bala e morreu neste sábado.

"Um adolescente de 16 anos foi gravemente ferido a bala na cabeça e na perna em 17 de novembro e se tornou um mártir", declarou o sindicato, em um comunicado.

A polícia afirma que 89 de seus militares ficaram feridos e garante que nunca abriu fogo contra os manifestantes. Estes representam a maioria dos óbitos nos protestos registrados desde 25 de outubro.

Segundo as forças policiais, que tem um balanço bastante diferente, até o momento, houve um morto e 30 feridos, pelo uso de gás lacrimogêneo.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, nesta quinta-feira (18), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 212 novos casos da Covid-19, além de nove óbitos.

Dos novos registros, 15 são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 197 são leves. Pernambuco totaliza 636.774 casos confirmados da doença, sendo 54.816 graves e 581.958 leves.

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No boletim de hoje também constam nove mortes, ocorridas entre o dia 16 de abril de 2021 e a último terça-feira (16). Com isso, o Estado totaliza 20.144 mortes pela Covid-19.

 

Nas últimas 24 horas, o Brasil notificou 66 mortes por Covid-19, com total de 611.384 desde o início da pandemia. A média móvel semanal, que elimina as distorções entre dias úteis e fim de semana, é de 255, completando 15 dias abaixo de 300.

Não houve registro de óbitos pela infecção nos Estados do Acre, Sergipe, Roraima e Amapá. Os dados diários são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas desta segunda-feira (15).

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Os novos casos notificados da doença em 24 horas ficaram em 2.835. No total, o País chegou aos 21.958.306 casos da infecção desde março de 2020, quando começaram a ser contabilizados. A média móvel de casos nos últimos sete dias é de 10.618.

O balanço de óbitos e de casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Brasil registrou, em 24 horas, 14.642 novos casos de covid-19 e 731 mortes pela doença em 24 horas, segundo o boletim epidemiológico divulgado neste sábado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.953.838 casos e 611.222 óbitos.

Segundo o boletim, 21.146.255 infectados pela covid-19 se recuperaram, o que representa 96,3% das pessoas que contraíram a doença. Também consta no boletim que há 186.361 casos em andamento e 2.887 mortes de SRAG em investigação.

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Estados

Entre as unidades da Federação, São Paulo é a que tem o maior número de mortes (153.058) e de casos (4.421.955). No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (2.197.328) e Paraná (1.568.932). Acre (88.104), Amapá (124.030) e Roraima (127.851) registram os menores números de casos.

Rio de Janeiro (68.719) e Minas Gerais (55,917) ficam em segundo e terceiro lugar, respectivamente, em número de mortes. As unidades da Federação com menor número de óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.995) e Roraima (2.038).

Vacinação

A mais recente atualização do boletim de vacinação divulgado pelo Ministério da Saúde indica que foram aplicadas no país um total de 296 milhões de doses, sendo 157 milhões de primeira dose e 127,3 milhões de segundas doses ou de doses únicas. 

Segundo o ministério, foram aplicadas 494.690 doses adicionais e 11,1 milhões de doses de retorno.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, neste sábado (13), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 422 novos casos da Covid-19, além de sete óbitos.

Dos novos registros, 14 são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 408 são leves. Pernambuco totaliza 635.910 casos confirmados da doença, sendo 54.752 graves e 581.158 leves.

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No boletim de hoje também constam oito mortes, ocorridas entre o dia 26 de agosto de 2020 e a última quinta-feira (11). Com isso, o Estado totaliza 20.115 mortes pela Covid-19.

 

O Brasil registrou 243 novas mortes pela covid-19 nesta quinta-feira, 11. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 230. É o 11º dia consecutivo que o indicador fica abaixo de 300.

O número de novas infecções notificadas foi de 15.144, enquanto a média diária de testes positivos na última semana é de 11.421. No total, o Brasil tem 610.323 mortos e 21.926.526 casos da doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21,13 milhões de pessoas se recuperaram da covid desde o início da pandemia no País.

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São Paulo registrou apenas uma vítimas do coronavírus nas últimas 24 horas, enquanto Goiás teve o maior total para o período, com 62. Três Estados não notificaram novas mortes da pandemia nesta quinta, são eles: Acre, Amapá e Mato Grosso do Sul.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Ministério da Saúde informou que foram registrados 15.300 novos casos e mais 188 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 21.924.598 pessoas infectadas e 610.224 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Uma estudante de 22 anos encurralada no meio da multidão em uma correria no festival Astroworld, realizado no Texas, não resistiu aos ferimentos, anunciaram membros de sua família nesta quinta-feira (11), tornando-se a nona vítima fatal do evento musical.

Bharti Shahani ficou internada em um hospital na área metropolitana do Texas por quase uma semana.

"Quero meu bebê de volta", implorou sua mãe em lágrimas na frente dos repórteres.

Shahani assistia ao show do rapper americano Travis Scott, quando uma terrível avalanche humana deixou outras oito pessoas mortas e centenas de feridos.

"Uma pessoa caiu e as outras seguiram como dominós", contou ao canal de TV local ABC13 Mohit Bellani, primo da jovem que morreu nesta quinta-feira, que a acompanhava no festival.

"Havia corpos empilhados, nós lutamos para chegar à superfície e respirar para nos mantermos vivos", disse ele.

Um menino de 9 anos, Ezra Blount, está entre a vida e a morte.

Já foram apresentadas dezenas de denúncias contra os organizadores do show. O principal acusado é o rapper Travis Scott, organizador central do evento e presente no palco no momento da tragédia.

Desde o início da pandemia, mais de 250 milhões de casos de covid-19 foram registrados oficialmente em todo o mundo, segundo um balanço feito pela AFP até as 21h GMT desta segunda-feira.

Os números são baseados nos relatórios diários das autoridades de saúde de cada país. Uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos permanece sem detecção, apesar do aumento dos testes em muitos países. Além disso, a política de testagem varia de acordo com o país.

A Europa é a região mais afetada em relação ao número de casos, com mais de 76 milhões de infecções. É seguida por Ásia (56.201.653 casos), Estados Unidos e Canadá (48.290.522 casos), e América Latina e Caribe (46.107.131 casos).

O número de novos casos em todo o mundo aumentou lentamente nas últimas semanas. Nos últimos sete dias, uma média de quase 449.000 novas infecções diárias foi registrada, em comparação com pouco mais de 400.000 em meados de outubro.

Entre os novos casos registrados atualmente em todo o mundo, mais de 60% correspondem à Europa, que registrou uma média de 279 mil por dia nos últimos sete dias.

Mais de cinco meses depois, a Itália enfim removeu nesta segunda-feira (8) a cabine do teleférico de Stresa-Mottarone, cuja queda matou 14 pessoas no dia 23 de maio deste ano.

Com uma tonelada e meia de peso, a estrutura foi retirada do local do acidente por um helicóptero Erickson S-64 do Corpo de Bombeiros e levada para um campo de futebol em Gignese, 140 quilômetros a nordeste de Turim.

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Em seguida, a cabine será transportada de caminhão para um galpão da província de Verbano Cusio Ossola, onde fica Gignese.

"Retornar ao local e ver ir embora aquilo que resta da cabine foi um momento simbolicamente muito doloroso e difícil, porque nos levou de volta para aquele 23 de maio", disse à ANSA a procuradora Olimpia Bossi, que acompanhou a operação.

Com a remoção do teleférico, os peritos poderão analisar seus componentes em segurança. A tragédia ocorreu após o cabo de tração ter se rompido e feito a cabine recuar em alta velocidade até se chocar contra um pilar.

Em seguida, ela caiu de uma altura de 20 metros e deslizou montanha abaixo até parar em um bosque. Já se sabe que um sistema que impedia o acionamento dos freios de emergência tinha sido deixado no teleférico de propósito para evitar seu fechamento devido a problemas técnicos.

No entanto, os investigadores ainda tentam descobrir o que causou o rompimento do cabo de tração. Das 15 pessoas a bordo da cabine, apenas uma, o menino Eitan Biran, de seis anos de idade, sobreviveu.

O garoto perdeu os pais - ambos israelenses, mas residentes na Itália -, seu irmão mais novo e dois bisavós na tragédia e hoje tem sua guarda disputada por suas famílias materna e paterna. 

Da Ansa

O Brasil registrou 64 novas mortes pela Covid-19 neste domingo (7). A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 232 e completa assim uma semana abaixo de 300.

O número de novas infecções notificadas foi de 5.774, enquanto a média móvel de testes positivos na última semana é de 9.896. No total, o Brasil tem 609.484 mortos e 21.877.828 casos da doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21,06 milhões de pessoas se recuperaram da covid desde o início da pandemia no País.

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São Paulo registrou 11 novas vítimas da covid nas últimas 24 horas, o mesmo total que o Rio de Janeiro e abaixo apenas de Minas Gerais (13) no período. Acre, Amazonas, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Sergipe não notificaram óbitos da pandemia neste domingo, enquanto outros quatro Estados não divulgaram os dados atualizados.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Ministério da Saúde informou que foram registrados 6.115 novos casos e mais 59 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 21.880.439 pessoas infectadas e 609.447 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Neste sábado (6), Pernambuco confirmou mais 668 casos e 12 mortes relacionadas à Covid-19. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Estado acumula 633.807 diagnósticos da doença, sendo 54.646 graves e 579.161 leves.

Dos novos casos, a SES informa que 28 (4%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 640 (96%) são leves.

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Já os óbitos ocorreram entre 7 de junho e 4 novembro de 2021. Com a atualização, 20.067 mortes decorrentes da infecção foram registradas em Pernambuco.

Pelo menos oito pessoas morreram, e várias ficaram feridas na sexta-feira (6), no Festival de Música Astroworld, em Houston (sul dos Estados Unidos), em meio a uma correria - informaram autoridades e a imprensa americana.

"A multidão começou a se aglomerar na frente do palco. Isso criou um movimento de pânico que deixou muita gente ferida", disse o chefe dos bombeiros de Houston, Samuel Peña, em entrevista coletiva.

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"Temos pelo menos oito mortos esta noite (sexta-feira), e vários outros feridos", acrescentou Peña.

Ao menos 17 pessoas foram levadas para o hospital, e 11 delas sofreram parada cardíaca, completou a mesma fonte.

Os sobreviventes descreveram cenas caóticas, com pessoas esmagadas, e outras lutando para respirar, de acordo com o jornal Houston Chronicle.

"Estávamos abraçados uns aos outros para evitar sermos separados", disse um sobrevivente. "Se a gente se soltasse, com certeza ia se separar", completou.

Outra pessoa contou ao jornal que teve de carregar um homem que havia caído sobre as barricadas de segurança e depois viu paramédicos aplicaram nele uma técnica de reanimação.

Além disso, mais de 300 pessoas ficaram feridas ao longo do dia no evento, incluindo algumas com arranhões e hematomas menores, de acordo com as autoridades.

Cerca de 50.000 pessoas participaram do Festival de Música Astroworld.

A tragédia aconteceu durante a apresentação do rapper americano Travis Scott, que parou o show várias vezes ao ver o movimento de pânico, ainda de acordo com o Houston Chronicle.

A polícia de Houston está investigando a causa do incidente, examinando as imagens gravadas no estádio.

Em algumas delas, divulgadas nas redes sociais, dezenas de pessoas se aglomeram nas portas de acesso, e os seguranças não conseguem conter o fluxo.

Em outras, há várias pessoas caindo, derrubando os detectores de metal na entrada do estádio, embora não esteja claro se este incidente está relacionado às mortes.

 Uma noite 'extremamente trágica'

Uma autoridade do condado de Harris, Lina Hidalgo, disse que foi "uma noite extremamente trágica".

"Nossos corações estão partidos. As pessoas vêm para estes eventos para se divertirem, para terem boas lembranças", acrescentou.

O chefe de polícia Larry J Satterwhite descreveu que, "em poucos minutos, tivemos, de repente, várias pessoas no chão com algum tipo de parada cardíaca".

Depois disso, eles se reuniram com os organizadores do show e o evento foi encerrado. Os organizadores cancelaram o restante do festival, que não continuará neste sábado como estava previsto.

"Nossos corações estão com a família do Festival Astroworld esta noite, especialmente com os que perdemos e com seus entes queridos", disseram os organizadores na conta do evento no Instagram.

"Estamos concentrados em ajudar as autoridades”, acrescentaram.

Astroworld é um festival de música criado pelo próprio Scott, em 2018. O rapper, de 29 anos, que tem um filho com a estrela de reality show Kylie Jenner, ficou conhecido em 2013 e teve seis indicações ao Grammy.

Neste fim de semana, outros shows também estavam programados, como o dos rappers Chief Keef e 21 Savage, e o do grupo de rock australiano Tame Impala.

Em sua apresentação de ontem, Scott dividia o palco com o astro do rap canadense Drake.

Um avião de carga Antonov An-12 caiu nesta quarta-feira (3) em Pivovarikha, um vilarejo localizado em Irkutsk, na Sibéria oriental, e todos os oito ocupantes da aeronave morreram, informam os serviços de emergência.

Segundo a agência de notícias estatal Tass, o acidente aconteceu após a aeronave tentar fazer um segundo pouso no aeroporto local e uma investigação já foi iniciada. O avião pertencia a companha aérea Grodno e, sempre conforme a Tass, ele tinha 53 anos de uso.

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O Antonov An-12 desapareceu dos radares às 14h45 (hora local) e foi localizado a cerca de sete quilômetros do pequeno aeroporto em que deveria pousar. Com a queda, ele pegou fogo e foi completamente destruído. Em entrevista à Tass, o chefe da Defesa Civil e Serviços de Emergência de Irkutsk, Oleg Fedotov, disse que a área da queda é uma floresta fechada.

A aeronave não tinha passageiros civis e contava apenas com funcionários da empresa que estavam transportando itens alimentícios para a cidade e comissários.

Acidentes com esse tipo de aeronave (seja dos modelos 12, 24, 26 ou 26B) têm se tornado comuns nos últimos anos, com mais de 60 registrados desde 2000.

Só considerando o segundo semestre de 2021, esse é o quarto de grande porte: em julho, 26 pessoas morreram na queda em Palana; em setembro, foram seis vítimas na queda em Khabarovsk; em outubro, foram 16 óbitos em acidente na região de Tartaristão.

Da Ansa

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