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Viralizou nas redes sociais a foto de um homem com um galão de 20 litros ao lado da máquina de refrigerante da Burguer King do Shopping Itapevi Center, na Grande São Paulo. Um funcionário da rede de fast-food também aparece na imagem de braços cruzados.

O cliente que aproveitava o "free refil" conseguiu encher quase um terço do garrafão até ser interpelado pelo colaborador da lanchonete. De acordo com as regras de consumo, o refrigerante fica liberado por 30 minutos, mas só pode ser colocado em copos da marca.

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“É vedada a transferência das bebidas do copo para quaisquer outros recipientes estranhos ao presente regulamento”, aponta a regra. O Burguer King também expressa que os clientes evitem desperdício.

Motocross não é só adrenalina nas pistas, também é solidariedade. Os pilotos do esporte radical abraçaram a causa social e doaram cestas básicas para famílias carentes dos bairros Invasão do Castanheira e Bela Vista, em Garrafão do Norte, município paraense. As doações foram feitas na última segunda-feira, 14.

A iniciativa partiu do piloto Jose Humberto, número 69, conhecido como Betão, que já fez isso há anos, com o apoio das suas filhas e esposa. O piloto buscou apoio dos pilotos companheiros de esporte, que abraçaram a causa com amor. “No corre-corre do dia a dia a gente acaba esquecendo o próximo, só lembramos quando acontece alguma coisa, mas, graças a Deus, as pessoas colaboraram. Houve ajuda da equipe de Motocross de Moju, de Ulianópolis, pessoal da trilha e outros. Isso é muito bom e gratificante”, detalhou o piloto.

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O presidente da Ds Sports, Paulo Henrique Bento, o Soró, que organiza o Campeonato Paraense de Motocross e a Copa Nordeste Pará de Motocross, parabenizou a iniciativa do piloto e adotou a ação “Motocross Solidário”. “Em todas as provas que a Ds estiver presente vamos arrecadar cestas básicas junto aos pilotos, equipes e amantes do esporte para doarmos às instituições filantrópicas do município onde será realizada a prova de Motocross. Graças a Deus abraçamos a ideia do nosso amigo Betão e nós sabemos a importância dessa atitude que estamos tomando junto o esporte”, afirmou. 

Edilene Fontenele, coordenação do CRAS Severo Simplício de Carvalho, foi quem recebeu e realizou as entregas das cestas básicas às famílias. “É gratificante ver pessoas compromissadas com o esporte lembrarem das nossas famílias carentes de Garrafão do Norte. Ficamos felizes por vocês nos procurarem e nos entregarem as cestas básicas”, disse a assistente social. 

Maria Marcelia Amorin, assistente social do serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), vinculado ao Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), de Garrafão do Norte, também recebeu as cestas básicas e esteve presente na entrega às famílias. Segundo ela, duas palavras definiram o olhar das famílias ao receberem as cestas básicas: dignidade e equidade. “Dignidade para eles que muitas vezes são esquecidos por uma sociedade que visa os mais favorecidos, equidade por tratar os desiguais em sua proporção, pois somos todos iguais, independente de raça, religião ou posição social. O que para muitos parece pouco, para eles foi muito mais que um alimento, foi a alegria de ver seus filhos tendo o que jantar ou almoçar”, concluiu a assistente.

Por Rosiane Rodrigues.

A quentura foi grande na segunda etapa da Copa Nordeste Pará de Motocross, organizada pela Ds Sports. O evento foi durante todo o dia do último domingo (13), no Ct do Gordo, em Garrafão do Norte, município paraense.

Os pilotos, com sede de acelerar nas pistas, fizeram bonito e levaram fortes emoções ao público. Ao todo, 16 categorias competiram.

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Na categoria mirim, o brilhante Jeffersom Junior, número 51, fez bonito e levou o primeiro lugar.

Na MX1 e Nacional Pro deu Diego Hennig, o cavalo da equipe Açaí Vitanat, número 169, no lugar mais alto do pódio. "A corrida foi excelente. A pista também estava excelente. Só tenho a agradecer a minha equipe e ao Ct do Gordo", disse o piloto.

Edilsom Macedo, número 17, fez bonito na categoria MX Intermediária. O piloto acelerou e ultrapassou os companheiros de pistas até dominar a corrida e levar o primeiro lugar.

Wellington Duarte, número 216, também brilhou. O piloto subiu no lugar mais alto do pódio nas categorias Nacional Open e Nacional Intermediária.

Resultado geral

MX 1 

#169 Diego Henning 

#14 Matheus Lopes 

#51 Jeffersom Barreto 

#72 Igor Baptista 

#4 Jhonn Mayk 

MX 3

#7 Michel Celin 

#316 Naedson Cunha

#28 Josimar Ferreira 

#177 Alexandre Cabral 

#534 Vilson Pinto 

MX 4

#177 Alexandre Cabral 

#8 Eloilson Celin 

#534 Vilson Pinto 

#474 Edilson Cavalcante 

#11 Leulis Lima

MX 5

#69 Jose Humberto 

#111 Kerly Pessoa 

#25 Demoval Rezende 

#665 Pedro Abraão 

#9 Edno Alves 

MX INTER 

#17 Edilsom Macedo 

#21 Luiz Ricardo 

#97 Fabricio Oliveira 

#5 Gustavo Bezerra 

#93 Tiago Silva

MX ESTRE 

#7 Allan Estevam 

#57 Thiago Araujo 

#93 Tiago Silva 

#18 Arthur Gomes 

#47 Luiz Neto

NAC PRO

#169 Diego Henning 

#14 Matheus Lopes 

#4 Jhonn Mayk 

#25 Rodrigo Piana 

#72 Igor Baptista 

NAC OPEN 

#216 Wellington Duarte 

#316 Naedson Cunha 

#7 Michel Celin 

#28 Josimar Ferreira 

#11 Leulis Lima

NAC INTER 

#216 Wellington Duarte 

#47 Víctor Magalhaes 

#88 Luiz Furtado 

#114 Saulo Brito 

#07 Joao Victor 

NAC ESTRE 

#236 Wilton Jose 

#777 Ryan Oliveira 

#21 Thiago Lima 

#16 Harison Machado 

#17 Alisson Amorim 

INFANTIL

#18 Arthur Gomes 

#12 Arley Fortunato 

#228 Matheus Henrique 

#51 Jeffersom Junior 

# 4 Enzo Gabriel 

MIRIM 

#51 Jeffersom Junior 

#4 Enzo Gabriel 

#6 Manoel Joaquim

Por Rosiane Rodrigues.

Habitantes de Fernando de Noronha, em Pernambuco, estão sofrendo com o desabastecimento de água mineral na Ilha. Eles apontam que desde o fim de novembro, comprar um garrafão tornou-se uma tarefa árdua, derivada de questões logísticas e do planejamento de embarcações. Segundo eles, ao invés do item básico, os empreendedores optam em trazer produtos mais lucrativos como bebidas alcoólicas e materiais de construção. 

"Quem mora aqui em Noronha já sabe que todo mês de dezembro vai acontecer isso”, destaca a jornalista Karla Oliveira ao reafirmar a ‘tradição’ do período. Ela relata que no último fim de semana até chegou um carregamento, contudo, apenas dois estabelecimentos foram atendidos. A falta de ampla concorrência e um esquema de reservas fez com que os garrafões acabassem rapidamente.

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“Quando meu marido foi comprar água semana passada, a gente viu que tinha um caminhão indo para algum local vender, a gente já foi atrás para ver se conseguia comprar. Quando ele chegou lá, já tinham vários garrafões que estavam reservados”, descreveu. Tais 'encomendas' seriam feitas a partir do 'conhecimento' pessoal com proprietários, ressalta.

O racionamento forçado é produto do cronograma das embarcações que abastecem a Ilha. Segundo Karla, os barcos chegam mensalmente, quinzenalmente e semanalmente, porém, o da semana não leva água há mais de um mês.

O dono de um restaurante também pontua a defasagem histórica durante o fim de ano. João Melo reforça a dificuldade para conseguir água durante todo ano e, no período de festas a condição só piora, pois "os barcos dão preferência em carregar outros tipos de materiais mais rentáveis para o bolso do empreendedor".

“Se o ‘cara’ tem peso suficiente com outro tipo de mercadoria mais rentável, ele vai deixar de levar água. Na água ele ganha cerca de R$ 4 reais no botijão, quando ele tem um material como a areia, que uma tonelada em Recife é comprada por R$ 150, lá [em Noronha] custa R$ 2.500. Ele não vai deixar de levar areia para levar um botijão de água”, avaliou o empresário.

Perguntados sobre o prazo para a chegada de um novo carregamento, os funcionários dos pontos de venda dizem que não há previsão. "Acredito que se chegar, vai ser só mais um barco [até o fim do ano]", teme a jornalista. Com o preço do garrafão que varia entre R$ 20 e R$ 37, para Karla, "se aumentasse o valor, as pessoas [ainda] comprariam pela necessidade básica”.

João Melo relembra que uma tentativa de melhoria foi esboçada durante a gestão do ex-governador Eduardo Campos, com a instalação de um galpão do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), próximo ao campo do Pianão. Contudo, a mudança de Governo pôs fim aos planos. “Noronha não tem outra alternativa. Se nós tivéssemos um barco que o Governo pudesse fazer uma tarifa diferenciada”, sugere.

Procurada pela reportagem, até o momento da publicação, a Administração da Ilha não se posicionou sobre o caso.

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