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O prefeito do Recife, João Campos (PSB), pretende vacinar cerca de 600 mil recifenses do grupo de risco, se o Ministério da Saúde (MS) 'não fizer sua parte'. Nesta quarta-feira (6), o socialista ainda disse que o plano de corte de gastos que será anunciado em breve vai garantir o recurso necessário para adquirir a carga do imunizante.

Em entrevista à TV Globo, o novo gestor lembrou que criou o comitê municipal de vacinação contra a Covid-19 durante a transição. "Dentro do plano de contingência que estamos montando haverá recursos para poder fazer a aquisição da vacina. Recife tem 1,6 milhão de habitantes e quando fazemos o recorte dos grupos de risco, isso gira em torno de 600 mil pessoas. Então, esse é o grupo prioritário. Um volume de pessoas grande, comparado ao tamanho da cidade, mas quando levados em conta outros países e cidades do mundo, não é um número tão expressivo. Então, tem como, sim, fazer a aquisição e o Recife poder bancar isso", complementou.

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João ressaltou a responsabilidade do MS e criticou a morosidade do Governo Federal para imunizar a população. "Cabe ao Ministério da Saúde a aquisição e distribuição das vacinas. Isso é o normal e certo. Mas não podemos apenas aguardar que isso aconteça, porque se o Ministério simplesmente desejar não fazer, eu darei início ao nosso plano próprio, que prevê toda logística, infraestrutura, aquisição dos insumos necessários. E o principal desses itens é a vacina", declarou, 'o que não podemos aceitar é que o Recife fique sem vacina. Por isso estou trabalhando desde o início", acrescentou.

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