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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, nesta quinta-feira (19), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 115 novos casos da Covid-19, além de cinco óbitos.

Dos novos registros, seis são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 109 são leves. Pernambuco totaliza 931.769 casos confirmados da doença, sendo 58.586 graves e 873.183 leves

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No boletim de hoje também constam cinco mortes, ocorridas entre o dia 17 de fevereiro de 2022 e o último dia 13 de março. Com isso, o Estado totaliza 21.678 mortes pela Covid-19.

A pílula da Pfizer contra a Covid-19, comercializada com o nome Paxlovid, "faz a diferença" ao limitar o número de hospitalizações e mortes, em meio a uma nova onda epidêmica nos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira (18) um alto funcionário da Casa Branca.

Seu uso, que começou devagar devido ao difícil acesso dos pacientes ao medicamento, foi quatro vezes maior no último mês, informou Ashish Jha, novo coordenador de resposta ao coronavírus da Casa Branca.

O comprimido deve ser tomado por via oral durante 5 dias assim que aparecerem os sintomas.

"Nossas últimas estimativas somam 20.000 receitas de Paxlovid todos os dias", disse em coletiva de imprensa.

"Acredito que esta seja a razão principal pela qual, apesar do grande aumento nos contágios, não vemos um aumento considerável nas mortes. Vimos um aumento nas hospitalizações, mas não tanto quanto o esperado em um momento como este", acrescentou.

Os Estados Unidos registram atualmente cerca de 95.000 novos casos de covid-19 diários, um número que pode estar subnotificado devido ao uso massivo de autotestes caseiros, cujos resultados não costumam ser comunicados às autoridades.

O antiviral funciona ao reduzir a capacidade de replicação do vírus, contendo a progressão da doença.

Algumas pessoas, no entanto, relataram que voltaram a se sentir indispostas após os cindo dias de tratamento e que testaram positivo novamente. Jha afirmou que estes casos são raros e que esses pacientes não foram hospitalizados.

Por enquanto, há planos de testes clínicos para analisar a necessidade de um tratamento mais prolongado, informou na mesma coletiva de imprensa, Anthony Fauci, assessor da Casa Branca.

Os casos de Covid-19 estão em alta nas Américas, onde as infecções cresceram 27,2% na semana passada, impulsionados pelos casos nos Estados Unidos, alertou nesta quarta-feira (18) a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Dos 918 mil casos novos registrados na região na semana finalizada em 14 de maio, mais de 605 mil correspondem aos Estados Unidos. Segundo a Opas, os contágios subiram na América do Norte nas últimas sete semanas.

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As quatro sub-regiões do continente informaram esta semana aumentos de infecções, com a maior alta na América Central (+80%).

Na América do Sul, o Brasil notificou mais de 120 mil casos novos (+9%), enquanto a Argentina teve quase 34 mil (+92%). Venezuela, Paraguai e Brasil indicaram também um aumento de mortes.

No Caribe, onde os casos de covid-19 subiram nas últimas cinco semanas consecutivas, o crescimento das infecções foi de 9,3% e o de mortes, de 49%.

A Opas também ressaltou que as hospitalizações por covid-19 cresceram em 18 países americanos, e as admissões em unidades de terapia intensiva aumentaram em 13 países e territórios da região.

“É hora de fazer um balanço desses números e agir. A covid-19 está novamente em alta nas Américas”, declarou a diretora da Opas, Carissa Etienne, durante uma coletiva de imprensa virtual.

“A verdade é que este vírus não vai desaparecer tão cedo”, acrescentou.

Etienne lembrou que muitos países abandonaram a exigência do uso de máscaras e do distanciamento físico em lugares públicos, mas muitas pessoas seguem em risco de desenvolver formas graves da covid-19 e morrer.

Segundo números da Opas, só 14 dos 51 países e territórios das Américas conseguiram cumprir a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 70% de sua população.

“O aumento de casos deveria servir como um alerta”, disse Etienne.

“Os governos devem continuar monitorando de perto as tendências da covid-19, adaptar seus guias para proteger os mais vulneráveis e estar sempre prontos para ampliar as medidas sociais cada vez que houver um aumento nos casos ou mortes”, observou.

Mais 53.000 doses de vacinas da Astrazeneca/Fiocruz chegaram a Pernambuco nesta terça-feira (17). Divididos em cinco volumes, os imunizantes utilizados contra a Covid-19, estão na sede do Programa Nacional de Imunizações (PNI-PE) para separação dos montantes que serão destinados para os municípios do Estado. As doses da vacina devem ser utilizadas como aplicação de reforço para população acima dos 18 anos de idade.

Atualmente, 3.473.223 (52,58%) pessoas receberam a primeira imunização de reforço no Estado, e outras 280.891 (39,8%) buscaram a segunda proteção de reforço do esquema vacinal.

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“As vacinas devem ser administradas em pessoas que receberam a última dose há quatro meses, atendendo as seguintes especificações: público de 18 a 64 anos (reforço 1) e acima dos 60 anos, segunda imunização de reforço. Precisamos aumentar nossos índices de cobertura vacinal para garantir que grande parte de nossa população esteja protegida contra o vírus que, embora com a baixa dos adoecimentos e óbitos, ainda segue circulante”, destaca a superintendente de Imunizações do Estado, Ana Catarina de Melo.

Total de doses recebidas

Do início da campanha, em 18 de janeiro de 2021, até o momento, Pernambuco já recebeu 22.550.523 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram 5.924.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan;  8.763.300 da Pfizer/BioNTech; 893.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.734.560 da Janssen.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, nesta terça-feira (17), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 312 novos casos da Covid-19, além de quatro óbitos.

Dos novos registros, quatro são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 308 são leves. Pernambuco totaliza 931.418 casos confirmados da doença, sendo 58.578 graves e 872.840 leves.

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No boletim de hoje também constam quatro mortes, ocorridas entre o dia 17 de fevereiro de 2022 e o último dia 5 de março. Com isso, o Estado totaliza 21.671 mortes pela Covid-19.

 

A Argentina começa a enfrentar a quarta onda de Covid-19, afirmou nesta segunda-feira (16) a ministra da Saúde, Carla Vizzotti, diante de um aumento acentuado do número de infectados, embora sem um crescimento do número de mortos ou internados.

“Começamos hoje na Argentina a quarta onda da Covid-19, que nos encontra em uma situação totalmente distinta”, declarou a ministra durante um encontro com os ministros provinciais da Saúde na localidade patagônica de Villa La Angostura.

No balanço semanal divulgado neste domingo (15), foram notificados 33.989 casos, 92% a mais do que os 17.646 casos da semana anterior. O número de internados permaneceu estável, passando de 295 para 300 em todo o país. Na última semana, 47 pessoas morreram de Covid, enquanto 76 perderam a vida na semana anterior.

Com uma população de 45 milhões de pessoas, a Argentina soma 9.135.308 casos da doença e 128.776 mortos desde o começo da pandemia, segundo dados oficiais. Carla Vizzotti descartou planos de retomar os confinamentos.

Semanas atrás, a Argentina começou a aplicar a quarta dose de vacina nos maiores de 50 anos. Um total de 83% dos argentinos tomaram duas doses, enquanto 49% receberam uma ou duas doses de reforço.

A Coreia do Norte registrou na terça-feira (segunda, 16, no Brasil) seis novas mortes por "febre", a poucos dias de anunciado seu primeiro caso de covid-19 e assegurou ter intensificado a distribuição de medicamentos a cargo dos militares.

A agência estatal de notícias KCNA reportou que até a noite de segunda-feira o país tinha registrado 56 mortes, com mais de 1.483.060 casos de febre e pelo menos 663.910 pessoas recebendo atendimento médico.

O número de mortos aumentou apesar de o líder Kim Jong Un ordenou um confinamento nacional para conter a propagação do vírus na população, que não foi vacinada.

Segundo KCNA, o exército "deslocou urgentemente suas forças poderosas às farmácias de Pyongyang para distribuir medicamentos".

Kim criticou duramente as autoridades de saúde pelo que considerou uma resposta deficiente à prevenção epidêmica, em particular por não manter as farmácias abertas 24 horas para distribuir medicamentos.

A Coreia do Norte reportou na quinta-feira da semana passada seu primeiro caso de covid-19 em toda a pandemia, e Kim assumiu o controle da resposta ao surto, segundo a imprensa estatal.

O isolado país asiático tem um dos sistemas sanitários mais deficientes do mundo, com hospitais mal equipados, poucas unidades de terapia intensiva e sem medicamentos para tratar a covid-19 ou realizar exames em massa.

O adenovírus 41 pode estar relacionado ao misterioso surto de hepatite que chegou a vários países ao redor do mundo, inclusive ao Brasil. A informação foi divulgada em uma pesquisa do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, que apontou associação entre os casos recentes da doença e infecções pelo vírus. O microrganismo foi identificado na maioria dos casos registrados no Reino Unido (72%), na Europa (mais de 60%) e nos Estados Unidos (mais de 50%). 

Segundo a publicação, “a etiologia (estudo da causa e da origem de um fenômeno) e os mecanismos patogenéticos da doença ainda estão sob investigação” e outras hipóteses e cofatores são considerados, mas uma possível associação entre os casos de infecção atual e o adenovírus foi encontrada, com maior foco aos casos na população britânica.  

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Para o levantamento, foram analisados casos suspeitos em todo o mundo até o dia 10 de maio. Casos da inflamação do fígado, suspeitos de hepatite, já foram relatados em mais de 25 países, embora a maioria esteja concentrada no Reino Unido (com cerca de 160) e nos Estados Unidos (cerca de 110), com a maioria dos registros ocorrendo em crianças com menos de 5 anos. 

--> Brasil tem 28 casos suspeitos de hepatite misteriosa 

Um pesquisador de doenças infecciosas pediátricas da Universidade do Alabama, em Birmingham, teria sido o primeiro a notar o padrão incomum da hepatite misteriosa em crianças americanas e a denunciar tais ocorrências ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país (CDC). Um grupo da instituição pesquisa se o isolamento, consequente da pandemia de Covid, teria resultado na redução da exposição aos adenovírus em geral, o que tornaria as crianças mais vulneráveis à nova variante. 

Os especialistas, contudo, não descartam a possibilidade de que a Covid possa, também, ser um “contribuinte subjacente”, uma vez que a onda de casos parece ter surgido durante a pandemia. 

No Brasil, os casos foram registrados em sete estados. São Paulo é o que concentra a maioria deles, oito no total. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com sete; Minas Gerais, com quatro; e Paraná, com três. Espírito Santo, Santa Catarina e Pernambuco têm dois casos cada. 

O Ministério da Saúde orienta que os profissionais da área façam notificações imediatas de casos suspeitos, e informou que "os Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e a Rede Nacional de Vigilância Hospitalar (Renaveh) monitoram qualquer alteração do perfil epidemiológico". 

O que fazer? 

Para evitar que o surto aumente, a agência de saúde britânica sugere que medidas como lavagem das mãos e higiene respiratória – como cobrir com o braço tosses e espirros – sejam reforçadas. Especialistas afirmam que o aumento no número de casos tem sido relativamente lento, mas alertaram que mais diagnósticos são esperados.  

Confira os sintomas da hepatite segundo a agência de saúde do Reino Unido: 

Urina escura; 

Fezes pálidas ou cinzas; 

Coceira na pele; 

Olhos e pele amarelados (icterícia); 

Dores musculares e nas articulações; 

Temperatura alta; 

Enjoo e náuseas; 

Cansaço o tempo todo fora do normal; 

Perda de apetite; 

Dor de barriga. 

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, nesta segunda-feira (16), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 107 novos casos da Covid-19, além de quatro óbitos.

Dos novos registros, dois são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 105 são leves. Pernambuco totaliza 931.106 casos confirmados da doença, sendo 58.574 graves e 872.532 leves.

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No boletim de hoje também constam quatro mortes, ocorridas entre o dia 16 de fevereiro de 2022 e o último dia 7 de maio. Com isso, o Estado totaliza 21.667 mortes pela Covid-19.

Portaria publicada pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União desta segunda-feira (16) inclui a Covid-19 na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública.

A notificação compulsória é uma medida obrigatória tanto para médicos como para outros profissionais de saúde ou responsáveis pelos serviços públicos e privados de saúde, que prestam assistência ao paciente.

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A comunicação pode ser feita à autoridade de saúde competente por qualquer pessoa, em casos de suspeita ou confirmação de doença ou agravo (dano) em paciente. No caso de profissionais da saúde, ela é obrigatória.

“Esta portaria dispõe sobre a inclusão do Sars-CoV-2 no item da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada a coronavírus e, também, sobre a inclusão da Covid-19, da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) associada à Covid-19 e da Síndrome Inflamatória Multissistêmica em Adultos (SIM-A) associada à covid-19 na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública, nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional”, detalha a Portaria nº 1.102.

Para tanto, a portaria publicada atualiza o anexo com as 52 doenças ou agravos a serem notificados, bem como o prazo, que, dependendo, pode ser imediato (até 24 horas) ou semanal. Informa também a qual autoridade o caso deve ser informado - Ministério da Saúde ou secretarias estadual ou municipal de saúde.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, neste domingo (15), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 196 novos casos da Covid-19, além de três óbitos.

Dos novos registros, um é de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 195 são leves. Pernambuco totaliza 930.999 casos confirmados da doença, sendo 58.572 graves e 872.427 leves.

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No boletim de hoje também constam três mortes, ocorridas entre os dias 15 e 17 de fevereiro deste ano. Com isso, o Estado totaliza 21.663 mortes pela Covid-19.

Com 90 novas mortes por Covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil chegou neste sábado (14) a 664.920 vítimas da doença. A média móvel de óbitos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, voltou a ficar acima de 100 e passou a ser de 106. O índice é 14% inferior ao de duas semanas atrás, mas apresenta aumento em relação à véspera, quando estava em 98.

O País registrou 15.015 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, a média móvel de diagnósticos positivos ficou em 17.682, alta de 19% na comparação com 14 dias atrás. Ao todo, ao menos 30.677.508 pessoas se infectaram com o coronavírus no Brasil desde o início da pandemia.

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Os dados diários da pandemia no Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, g1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 29,7 milhões de pessoas estão recuperadas da Covid-19.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Neste sábado (14), a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 392 novos casos da Covid-19. Desses, dois (0,5%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 390 (99,5%) são quadros leves.

Assim, o estado chega a 930.803 casos confirmados da doença, sendo 58.571 graves e 872.232 leves. Foram identificadas ainda mais três óbitos antigos, ocorridos entre os dias 18 e 27 de fevereiro. Com a atualização nos dados, Pernambuco chega ao número de 21.660 mortes causadas pela Covid-19.

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Nesta sexta-feira (13), Pernambuco registrou 639 pessoas contaminadas pela Covid-19, sendo a maioria dos casos (99,4%) leves. Agora, Pernambuco totaliza 930.411 confirmações da doença, sendo 58.569 graves e 871.842 leves.

A Secretaria Estadual de Saúde também contabilizou quatro óbitos antigos que foram recuperados pelas unidades de saúde e/ou secretarias municipais, ocorridos entre os dias 9 e 25 de fevereiro deste ano. Com isso, o Estado totaliza 21.657 mortes pelo novo coronavírus.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta quinta-feira (12) pela prorrogação por 1 ano da validade das autorizações de uso emergencial de medicamentos e vacinas contra a Covid-19. Nesse prazo, as empresas terão que pedir o registro sanitário definitivo.

Com a resolução aprovada hoje, a Anvisa pretende manter o padrão atual no fornecimento de vacinas e medicamentos contra a Covid-19. A autorização para uso emergencial de vacinas se deu com a necessidade de uma resposta rápida ao contágio da Covid-19 e o aumento no número de casos e mortes no país.

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A decisão da agência foi necessária, uma vez que as autorizações de uso emergencial perderam a validade com o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarado pelo Ministério da Saúde em abril. As vacinas da Pfizer, da Johnson & Jonhson (Janssen) e da AstraZeneca já tiveram seus registros definitivos aprovados pela agência.

A resolução aprovada hoje pela Diretoria Colegiada também trouxe algumas mudanças para os novos pedidos de autorização de uso emergencial. Entre os principais pontos, está a necessidade de os fabricantes dos medicamentos ou vacinas de terem Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) emitido pela Anvisa, além da obrigação das empresas detentoras de autorização de notificar os eventos adversos graves em até 72 horas da ocorrência.

O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (12) uma medida provisória (MP) que autoriza o governo federal a realizar doação humanitária de vacinas contra a Covid-19 a outros países. A proposta tem o objetivo de atender regiões mais afetadas pela pandemia e que enfrentam uma persistência mais preocupante da doença. O texto da MP 1.081/2021 não sofreu alterações e deve seguir para promulgação do presidente Jair Bolsonaro (PL). A doação não deve afetar a vacinação no Brasil. 

“Respeitada a priorização da vacinação da população brasileira, o Brasil tem condições de colaborar com campanhas de imunização de outros países que eventualmente se encontrem atrasados nesse quesito, em caráter de cooperação humanitária internacional, de modo que, reitera-se, ficam justificadas a urgência e a relevância requeridas”, sustentou o Ministério da Saúde, ao encaminhar a medida à Presidência da República. 

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Ainda conforme a matéria, as despesas decorrentes do transporte dos imunizantes serão bancadas pelo país destinatário da doação ou por dotações orçamentárias do Poder Executivo federal ou de outros colaboradores. Por proposta da da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), uma emenda foi apresentada, pedindo transparência pública ao divulgar na internet informações sobre os países beneficiados com as vacinas doadas. 

O relator Vanderlan Cardoso (PSD-GO), no entanto, rejeitou a sugestão sob o argumento de que transparência e publicidade já são princípios da administração pública, o que torna essa previsão “desnecessária”. 

A medida 

Segundo a medida provisória, as doações serão efetivadas em termo firmado pelo Executivo por intermédio do Ministério da Saúde. Também caberá à pasta definir as quantias e os destinatários dos imunizantes, após ouvir o Ministério das Relações Exteriores. A doação ocorrerá apenas após manifestação de interesse do país beneficiado. 

As despesas relacionadas ao transporte das vacinas devem ser pagas pelo país que receberá a doação ou, então, deverá haver espaço especificado no orçamento federal para a destinação. 

 

O Ministério da Saúde decidiu manter o uso da vacina Janssen, fabricada pela farmacêutica Johnson e Johnson, na Campanha de Vacinação contra a Covid-19. A decisão está em Nota Informativa nº21/2022, divulgada na quarta-feira (11), pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 (Secovid).

No Brasil, a vacina estava autorizada para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 31 de março de 2021 e, em abril deste ano, a agência concedeu registro para uso definitivo do imunizante. Segundo a pasta, a decisão leva em conta a recomendação da Anvisa para manter o uso da vacina.

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Levantamento do ministério mostra que 92% do público acima de 12 anos já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 87% já tomou a segunda dose ou dose única. Conforme último balanço, 487 milhões de doses do imunizante foram distribuídas para todos estados e Distrito Federal.

Com informações do Ministério da Saúde.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou, nesta quinta-feira (12), os números da pandemia do coronavírus em Pernambuco. Foram confirmados 682 novos casos da Covid-19, além de cinco óbitos.

Dos novos registros, cinco são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 677 são leves. Pernambuco totaliza 929.772 casos confirmados da doença, sendo 58.565 graves e 871.207 leves.

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No boletim de hoje também constam cinco mortes, ocorridas entre o dia 2 de fevereiro de 2022 e o último dia 5 de maio. Com isso, o Estado totaliza 21.653 mortes pela Covid-19.

A Coreia do Norte reconheceu nesta quinta-feira (12) seu primeiro surto de Covid-19 no país desde o início da pandemia e declarou uma "grave emergência nacional", o que levou Kim Jong Un a ordenar o confinamento em todo o país.

Até agora, a empobrecida nação - mas com armamento nuclear - não havia admitido nenhum caso de coronavírus. O país decretou no início de 2020 um bloqueio severo com o exterior, o que derrubou sua economia e comércio.

A agência oficial de notícias KCNA informou que as amostras coletadas de vários pacientes doentes com febre em Pyongyang no domingo eram "consistentes" com a altamente contagiosa variante ômicron do coronavírus.

De acordo com a agência, o líder norte-coreano Kim Jong Un convocou uma reunião de emergência de seu gabinete político e anunciou que implementaria um sistema de controle do vírus de "emergência máxima" com o objetivo de "eliminar a raiz no menor tempo possível".

Kim "ordenou a todas as cidades e municípios do país que adotem o confinamento cuidadoso em suas áreas", afirmou a KCNA. Fábricas, estabelecimentos comerciais e residências devem permanecer fechados e reorganizados para "bloquear de maneira impecável a propagação do vírus maligno", insistiu a agência estatal.

Kim "garantiu que, devido ao alto nível de conscientização política da população, (...) superaremos com toda segurança a emergência e teremos êxito com o plano de quarentena de emergência", acrescentou.

O comunicado pouco transparente não revela quantos casos foram detectados no país.

"Para que Pyongyang admita publicamente casos de ômicron, a situação de saúde pública deve ser grave", disse o professor Leif-Eric Easley da Universidade Ewha de Seul.

"Pyongyang provavelmente vai insistir com os confinamentos, apesar do fracasso da estratégia covid zero da China sugerir que esta abordagem não funciona com a variante ômicron", acrescentou.

- Sem vacinas? -

Analistas acreditam que a Coreia do Norte não vacinou nenhum de seus 25 milhões de habitantes depois de rejeitar as ofertas de doses da Organização Mundial da Saúde (OMS), da China e da Rússia.

Também consideram que o deficiente sistema de saúde do país isolado enfrentaria muitas dificuldades para enfrentar um grande surto de Covid-19.

A Coreia do Norte fica próxima de países que enfrentaram ou ainda enfrentam surtos da variante ômicron, como Coreia do Sul e China, onde várias cidades estão em confinamento severo há várias semanas.

A publicação NK News, especializada em temas norte-coreanos e que tem sede em Seul, afirmou que algumas áreas de Pyonyang estão em confinamento há dois dias.

"Várias fontes ouviram relatos de compras de pânico devido à incerteza de quando o confinamento terminará", destacou a publicação.

Ao que tudo indica, a Coreia do Norte tentará evitar as medidas extremas da China, como "encarcerar virtualmente seus habitantes em apartamentos", disse Cheong Seong-chang, do Instituto Sejong.

"Porém, mesmo os confinamentos mais limitados provocarão uma grave escassez de comida e o mesmo caos que a China enfrenta", afirmou.

Durante toda a pandemia, a Coreia do Norte expressou orgulho por sua declarada capacidade de manter o vírus fora de suas fronteiras. Em um desfile militar em 2020, Kim agradeceu aos cidadãos e aos militares por seus esforços.

Desde o início da pandemia, o país não havia confirmado nenhum caso ou morte por Covid-19.

Embora a imprensa estatal tenha anunciado medidas de "prevenção da epidemia", em um grande desfile militar no mês passado na capital nenhum dos milhares de participantes usava máscara.

O surto da doença pode frear o programa armamentista do país, que executou 15 testes projéteis desde o início do ano, incluindo um míssil balístico intercontinental.

Mais de um milhão de pessoas morreram de Covid-19 nos Estados Unidos, país com o maior número de vítimas no planeta, informou a Casa Branca nesta quinta-feira (12).

"Hoje alcançamos um marco trágico: um milhão de vidas americanas perdidas para a Covid-19", afirmou o presidente Joe Biden em um comunicado.

"Nós devemos permanecer vigilantes contra esta pandemia e fazer tudo para salvar o maior número possível de vidas, como fizemos com mais testes, vacinas e tratamentos do que nunca antes", acrescentou Biden.

Desde o início da pandemia, os números dos países membros compilados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) registram um total de 5,4 milhões de óbitos por Covid-19 em dois anos.

Mas a OMS afirmou na semana passada que a pandemia provocou entre 13 e 17 milhões de mortes no mundo, de janeiro de 2020 a dezembro de 2021, quase o triplo do total do balanço oficial, o que mostra a devastação provocada pela pandemia mais grave registrada no planeta em um século.

Após vários meses de queda nos contágios no país mais enlutado do mundo (seguido por Brasil, Índia e Rússia), Estados Unidos registram há um mês um aumento diário de casos.

A alta acontece em um contexto no qual a máscara deixou de ser obrigatória, embora o uso continue sendo recomendado em ambientes fechados, e a quarta dose da vacina está disponível apenas para pessoas com mais de 50 anos.

O aumento de casos é provocado por subvariantes da ômicron, mais transmissíveis que as cepas anteriores, embora os feitos pareçam menos graves em um país onde 66% da população está vacinada. O índice alcança 90% entre as pessoas com mais de 65 anos.

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