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O chefe do sistema hospitalar de Paris, Martin Hirsch, questionou, na última quarta-feira (26), se as pessoas que se recusam a se vacinar contra Covid-19 devem continuar tendo o tratamento coberto pelo seguro de saúde pública. 

Na França, todos os pacientes que testam positivo para Covid-19 e acabam em terapia intensiva têm seus tratamentos totalmente cobertos. O custo médio do tratamento é de cerca de 3 mil euros, aproximadamente R$ 18.060 mil por dia, que costuma durar entre sete a 10 dias.

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Em entrevista a uma televisão francesa na última quarta-feira (26), Martin Hirsch tocou no assunto. "Quando medicamentos gratuitos e eficientes estão disponíveis, as pessoas devem poder renunciar a eles sem consequências (...) enquanto lutamos para cuidar de outros pacientes?", disse. 

De acordo com o chefe do sistema de hospitais AP-HP de Paris, a questão foi levantada pela explosão nos custos de saúde causada pelo comportamento irresponsável de alguns que não deve comprometer a disponibilidade do sistema para os outros. 

Políticos de extrema-direita pediram a demissão de Hirsch e vários profissionais de saúde franceses já rejeitaram a proposta. Inclusive a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que preside o conselho da AP-HP e é candidata às eleições presidenciais deste ano, discorda da proposta. Uma hashtag pedindo a demissão do chefe dos hospitais estava em alta no Twitter na França. 

Por sua vez, o ministro da Saúde, Olivier Veran, não comentou a declaração de Hirsch. Mas a legisladora do partido LREM, do presidente Emmanuel Macron, Olga Givernet, disse na BFM TV, na quinta-feira (27), que "a questão levantada pela comunidade médica não pode ser ignoraa". 

Uma pesquisa feita em meados de janeiro pela IFOP mostrou que 51% dos franceses consideravam justificado que as pessoas não vacinadas que acabam em terapia intensiva deveriam pagar parte ou toda a conta do hospital.

Já o parlamentar conservador do Les Républicains, Sebastien Huyghe, que teve o projeto para fazer os não vacinados pagarem parte de seus custos médicos rejeitado pelo parlamento, disse que a ideia não era rejeitar os não vacinados nas enfermarias de terapia intensiva, mas fazê-lo pagar uma contribuição mínima para o custo de seus cuidados. 

A proposta do parlamentar é semelhante ao que ocorre em Singapura, na Malásia, onde quem recusa se vacinar deve pagar pelo seu tratamento médico. O país asiático tem uma das maiores taxas de vacinação do mundo. A conta de não vacinados que precisam de cuidados intensivos no país é de cerca de US$ 18.550.

Por Alice Albuquerque

Pessoas infectadas naturalmente pelo Sars-CoV-2 e vacinadas contra o vírus apresentam imunidade reforçada e mais duradoura contra a Covid-19. As conclusões estão em um estudo da Universidade do Oregon, nos EUA, publicado nesta quinta-feira (28) na versão online da revista Science Immunology. De acordo com a pesquisa, a quantidade de anticorpos no sangue de pessoas que foram infectadas e vacinadas é até dez vezes maior na comparação com as só vacinadas.

Os pesquisadores analisaram a resposta imunológica de 104 pessoas que estavam vacinadas contra a covid-19. Elas foram divididas em três grupos. O primeiro tinha 42 vacinados sem contágio prévio. O segundo era formado por 31 pessoas que receberam imunizante após uma infecção pela doença. Outros 31 foram infectados depois da vacinação.

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Em seguida, os cientistas coletaram sangue dos participantes. As amostras foram expostas em laboratório a três variantes do Sars-CoV-2. As cepas escolhidas foram a Alfa (B.1.1.7), Beta (B.1.351) e Delta (B.1.617.2). A Ômicron não foi testada. "A imunidade gerada apenas pela infecção natural é muito variável. Algumas pessoas produzem uma resposta mais forte, outras não", explicou um dos coautores do estudo - Marcel Curlin, professor de doenças infecciosas na Escola de Medicina da Universidade do Oregon. "Mas a vacinação combinada à imunidade pela infecção quase sempre oferece resposta robusta."

Os resultados mostraram que os dois grupos com "imunidade híbrida" (vacinados e infectados), independentemente da ordem, geraram os maiores níveis de anticorpos em comparação ao grupo que apenas recebeu a vacina. O estudo foi feito antes do surgimento da variante Ômicron. Ela vem se disseminando em uma velocidade inédita. Mas os pesquisadores acreditam que as respostas imunológicas híbridas devem ser igualmente robustas com a nova variante que é altamente contagiosa.

"A possibilidade de nos infectarmos agora é alta porque há muito vírus ao nosso redor neste momento", afirmou outro coautor do estudo - Fikadu Tafesse, professor assistente de microbiologia molecular e imunologia. "O melhor que podemos fazer agora é tomar a vacina o quanto antes. Então, se o vírus vier, teremos um caso leve da doença e ficaremos com uma superimunidade."

Como boa parte da população mundial já está vacinada e a nova variante é extremamente contagiosa muitos pesquisadores acreditam que a pandemia pode estar próxima do fim. "A essa altura, muitas pessoas já vacinadas devem pegar a doença e alcançar a imunidade híbrida", disse o coautor Bill Messer, também professor de Medicina. "Com o passar do tempo, o vírus terá de enfrentar uma humanidade com uma imunidade cada vez mais robusta."

Endemia

Neste ponto, acreditam aos autores, a doença tende a se tornar endêmica. Cientistas ressaltam que, embora as conclusões reforcem as de estudos anteriores, a amostra usada foi pequena, o contágio ocorreu em laboratório, e a Ômicron não foi testada. Por isso, dizem, a vacinação continua imprescindível.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No Brasil, o mês de janeiro é dedicado à prevenção do câncer de colo do útero. De acordo com o INCA - Instituto Nacional do Câncer, o tumor de colo de útero é o terceiro tipo mais frequente na população feminina, atingindo mais de 16.710 mulheres por ano, no Brasil (estimativa de novos casos por ano no triênio 2020/2022), e a quarta causa de morte.

Segundo o INCA, a estimativa é de que haverá 780 novos casos no Pará e 110 em Belém, até o final de 2022. A região Norte é a única no Brasil em que a incidência do câncer de colo do útero supera a do câncer de mama.

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O vírus HPV é responsável por cerca de 90% os casos de câncer de colo do útero e a doença pode ser evitada com a vacinação em massa. “O número anual de mortes por câncer de colo de útero é de cerca de 6 mil e 500 mulheres por ano, no Brasil. Veja se não é um absurdo total a gente perder tantas vidas por ano para um câncer que é totalmente prevenível”, afirma a oncologista Paula Sampaio.

 “Se conseguirmos a vacinação em massa contra o HPV, que as pessoas usem preservativo e que as mulheres com mais de 25 anos façam o papanicolau, anualmente, estaremos no caminho da erradicação do câncer de colo de útero”, assinala a médica.

Vacinação x negação 

A maioria dos casos de câncer de colo de útero tem o diagnóstico em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e a cura. “É angustiante, pois sabemos que é um tumor que poderia ser evitado. Nos países que fazem a vacinação em massa e controle, como a Austrália, o número de casos de câncer de colo de útero é muito pequeno. Eles caminham para a erradicação da doença. No Brasil ainda temos uma incidência enorme, apesar de termos um Programa Nacional de Imunização que é referência no mundo, com as ferramentas necessárias para prevenir a doença”, avalia a médica.

A vacina está disponível na rede pública para meninas entre 9 e 14 anos e, para meninos, entre 11 e 14 anos. Essa faixa etária foi escolhida por ser a que apresenta maior benefício pela grande produção de anticorpos e por não ter sido exposta ao vírus. O objetivo é que as crianças e adolescentes sejam vacinados antes de iniciar a vida sexual. “Não se trata de uma vacina contra DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), é muito mais do que isso. É uma ferramenta eficaz na prevenção do câncer, mas boa parte da população não está aproveitando essa oportunidade por desinformação e preconceito”, lamenta a médica.

Um argumento comum para negar a imunização é a crença errônea de que a vacina seria um passe livre ou incentivo ao sexo entre adolescentes. “Os pais têm dificuldade de entender que não é uma liberação para a atividade, apenas uma vacina contra um vírus que pode resultar em câncer”, explica Paula Sampaio.

Também há muito preconceito em relação à vacinação dos garotos. “É necessário entender que a vacinação para o menino não é só para proteger a menina. Eles também estão sujeitos a outros tipos de câncer em que a imunização ajuda na prevenção”, destaca Paula.

Da Redação do LeiaJá (com apoio de Dina Santos).

 

O Ministério da Saúde informou que a Pfizer antecipará mais um lote de 1,8 milhão de vacinas pediátricas contra a covid-19. De acordo com a pasta, as doses com previsão de entrega para 3 de fevereiro foram antecipadas para o dia 31 de janeiro.

O lote do imunizante específico para o público com idade entre 5 e 11 anos desembarcará no Aeroporto Viracopos, em Campinas (SP). Ao todo, o Brasil já recebeu 4,2 milhões de doses pediátricas dessa vacina.

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Já para o público acima de 12 anos, o Ministério da Saúde informa que foram distribuídas 407,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, alcançando “quase 92% da população acima de 12 anos”, com pelo menos a primeira dose. “Isso equivale a 163,5 milhões de pessoas”, informa a pasta.

A imunização com a segunda dose (ou a dose única) já alcançou 85% da população, o que corresponde a cerca de 150,9 milhões. “Mais de 37,1 milhões já garantiram a dose de reforço, fundamental para completar a imunização contra a doença”, complementa a pasta.

 A maior parte das vacinas da Janssen que chegaram ao Brasil estão jogadas em um galpão em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. O país recebeu ao todo 41 milhões de doses, mas quase 32 milhões estão paradas no estoque, expôs o Jornal Nacional nessa quarta-feira (26).

O Ministério da Saúde confirmou que apenas 9.202.380 de unidades imunizantes da fabricante foram repassadas aos estados e 31,7 milhões continuam no Centro de Distribuição de Insumos Estratégicos.

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O contrato feito em março de 2021 determinou a compra de 38 milhões de vacinas. Em seguida, o Brasil recebeu a doação de três milhões de doses do governo norte-americano.

Em nota, a pasta apontou que alguns estados "solicitaram a suspensão do envio dos imunizantes devido à saturação da rede de frios (freezeres e geladeiras para armazenagem)" e que as doses retidas poderão ser repassadas conforme solicitação.

Pernambuco recebeu a primeira remessa de vacinas Coronavac/Butantan destinadas à aplicação em crianças de 6 a 11 anos - tanto as primeiras doses como as segundas doses. As 108.240 doses chegaram ao Estado em dois voos comerciais nesta quarta-feira (26).

Do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre, os lotes seguiram para a sede do Programa Estadual de Imunização (PEI-PE), na Zona Norte da capital pernambucana, para checagem e divisão por município. 

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Além da remessa de Coronavac, chegou também no Estado uma nova leva de vacinas pediátricas da Pfizer, com 87 mil doses do imunizante. Com essas novas 195.240 doses, Pernambuco contemplará 15,4% do público infantil entre 5 e 11 anos.

"Agora, com este primeiro envio do governo federal para os menores, a expectativa é acelerar o processo de imunização do público infantil em Pernambuco, principalmente porque o intervalo da segunda dose da Coronavac se faz com 28 dias. Conseguiremos uma imunização mais precoce das nossas crianças", pontua o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Os municípios pernambucanos já podem ampliar a vacinação com a Pfizer pediátrica para todos os grupos etários permitidos para o imunizante, ou seja, as crianças de 5 a 11 anos.

Com informações da assessoria

Pernambuco recebeu, nesta quarta-feira (26), a primeira remessa de vacinas Coronavac/Butantan destinadas à aplicação em crianças de 6 a 11 anos, tanto as primeiras doses como as segundas doses. As 108.240 doses seguiram para a sede do Programa Estadual de Imunização (PEI-PE), na Zona Norte da capital pernambucana, para checagem e divisão por município. Além da remessa de Coronavac, chegou no Estado, na madrugada desta quarta-feira, uma nova remessa de vacinas pediátricas da Pfizer, com 87 mil doses do imunizante. Com essas novas 195.240 doses, Pernambuco contemplará 15,4% do público infantil entre 5 e 11 anos. 

Como pactuado na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) na última segunda-feira (24/01), os municípios já podem iniciar a vacinação das crianças com seus estoques remanescentes de Coronavac. "Agora, com este primeiro envio do governo federal para os menores, a expectativa é acelerar o processo de imunização do público infantil em Pernambuco, principalmente porque o intervalo da segunda dose da Coronavac se faz com 28 dias”, disse o secretário estadual de Saúde, André Longo. 

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 Também ficou definido na comissão que os municípios pernambucanos podem ampliar a vacinação com a Pfizer pediátrica para todos os grupos etários permitidos para o imunizante, ou seja, as crianças de 5 a 11 anos. Como as duas vacinas pediátricas aprovadas até o momento no Brasil têm características diferentes de aplicação e manuseio, os gestores devem ficar atentos às estratégias de vacinação. 

"É muito importante que os municípios orientem suas equipes quanto aos protocolos de uso das vacinas da Pfizer pediátrica e a Coronavac, evitando erros vacinais nesse público. Podem receber a vacina Coronavac as crianças de 6 a 11 anos, exceto as imunossuprimidas, que devem receber exclusivamente a vacina Pfizer. As crianças de 5 anos, por causa da idade, também só podem receber o imunizante da Pfizer", explicou a superintendente de Imunizações de Pernambuco, Ana Catarina de Melo.

Com informações da assessoria.

Parece surreal que, depois de dois anos de uma das maiores crises que o mundo já enfrentou, ainda estejamos discutindo temas tão básicos quanto a necessidade da vacinação. Já foi exposto de diversas formas a importância de imunizar a população: os benefícios são sanitários, sociais e econômicos. Apesar de ainda haver uma parcela de pessoas que insiste em descredibilizar as vacinas, até o momento, elas se mostraram o melhor e mais eficaz controle para a pandemia e, consequentemente, a forma correta de viabilizar a tão sonhada retomada econômica plena.

Não à toa, com o avanço da vacinação pelo país e pelo mundo, as curvas de contaminação e mortes vêm caindo e se mantendo em patamares baixos. Apesar do surgimento da variante ômicron, mais transmissível, os óbitos não têm subido tanto. Podemos creditar parte desse controle às vacinas, que ajudam a evitar a piora de sintomas, além de internações e mortes. Não se pode negar o papel primordial dos imunizantes aqui. Imaginemos uma situação tão terrível quanto esta pandemia, sem vacinas. O resultado seria um saldo de mortes muito maior, devastador, além de efeitos catastróficos sobre a economia também.

É preciso ter em mente que apenas a imunização é o método eficaz e duradouro para que possamos retomar as atividades econômicas de forma normal, a níveis pré-pandêmicos. Há quem defenda a imunidade natural, adquirida por quem é infectado pelo vírus, mas esta ainda é bem menor do que a vacinal. Não há para onde correr. Se queremos nossos empreendimentos funcionando a pleno vapor novamente, precisamos defender a vacinação em massa, para todos. Já tivemos prejuízos demais para continuarmos em um debate cansativo e superado.

Também é necessário pensar nas crianças e nos adolescentes e jovens. As aulas estão retornando gradativamente, mas, quanto mais rápido essa parcela da população for imunizada, mais poderão retornar às aulas de forma normal e seguir os estudos. Os efeitos da pandemia sobre o sistema de ensino já são enormes, não se pode agravá-los. Correr com a vacinação significa também oferecer aos mais novos a possibilidade de manter os estudos com qualidade e segurança.

A verdade é só uma: sem a população toda vacinada, demoraremos a retomar a vida “normal”. Não queremos deixar máscaras, distanciamento e álcool em gel para trás? Para isso, é preciso que todos se protejam mutuamente. O que necessitamos é de um pacto coletivo, em que a consciência de cada um seja direcionada para o bem comum. Só assim venceremos.

 Na madrugada desta quarta-feira (26), mais 87 mil doses pediátricas da Pfizer foram entregues a Pernambuco. O imunizante contra a Covid-19 requer um intervalo de 15 dias entre outras vacinas do calendário para crianças de cinco a 11 anos.

Após desembarcar no aeroporto dos Guararapes, por volta de 1h, a remessa foi armazenada na sede do Programa Estadual de Imunização (PEI-PE), na Zona Norte do Recife, e passa por checagem antes de ser encaminhada aos municípios, informou a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

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Na segunda (24), a Comissão Intergestores Bipartite (CIB) determinou que a vacinação seja ampliada ao novo público.

"Os gestores devem implementar estratégias para incentivar a vacinação do público infantil e acelerar a imunização das crianças, avançando por faixa etária de acordo com os seus estoques", pontuou a superintendente de Imunizações de Pernambuco, Ana Catarina de Melo.

Vacinação infantil

Com o primeiro lote de doses infantis recebido por Pernambuco no último dia 14, 207 mil unidades imunizantes da Pfizer na versão pediátrica foram entregues.

Total da campanha de imunização contra a Covid

Ao todo, o Estado recebeu 17.467.903 doses de vacinas contra a Covid-19. Fora as destinadas para crianças, foram 5.044.420 da Astrazeneca, 4.287.253 da Coronavac, 7.623.720 da Pfizer e 305.510 da Janssen.

Pfizer e BioNTech iniciaram o recrutamento para os testes clínicos sobre a segurança e a resposta imune de sua vacina anticovid específica para a variante Ômicron em adultos de até 55 anos, informa um comunicado divulgado nesta terça-feira.

Albert Bourla, CEO de Pfizer, já havia declarado que o grupo farmacêutico poderia estar preparado para solicitar a aprovação regulatória da vacina em março.

A diretora de pesquisa de vacinas da Pfizer, Kathrin Jansen, afirmou que embora os dados atuais mostrem que os reforços da vacina original protegem contra formas graves de ômicron, o laboratório prefere atuar com cautela.

"Reconhecemos a necessidade de estar preparados caso a proteção diminua com o tempo ajudar potencialmente a abordar a ômicron e novas variantes no futuro", disse.

Ugur Sahin, diretor executivo do laboratório alemão BioNTech, afirmou que a proteção da vacina original contra a covid leve e moderada pareceu diminuir de maneira mais rápida no caso da ômicron.

"O estudo é parte de nossa abordagem científica para desenvolver uma vacina baseada em variantes que alcance um nível similar de proteção contra a ômicron como o registrado contra as variantes anteriores, mas com uma duração maior da proteção".

O teste terá a participação 1.420 pessoas com idades entre 18 e 55 anos.

Os voluntários são divididos em três grupos.

O primeiro envolve pessoas que receberam duas doses da vacina Pfizer-BioNTech entre 90 e 180 dias antes da inscrição e que receberão uma ou duas doses da vacina contra a ômicron.

O segundo inclui pessoas que receberam três doses da vacina atual entre 90 e 180 dias antes do estudo e receberão outra dose da vacina original ou uma vacina específica contra a ômicron.

O último grupo inclui pessoas que nunca foram vacinadas contra a covid e que receberão três doses da vacina específica contra a ômicron.

A vacina anticovid da Pfizer-BioNTech foi a primeira autorizada nos países ocidentais, em dezembro de 2020.

Pos ser baseada na tecnologia de RNA mensageiro é relativamente fácil de atualizar para refletir o código genético das novas variantes.

Vários países começaram a sair da última onda de contágio provocada pela ômicron, a cepa mais transmissível registrada até o momento, embora os casos globais continuem em alta.

O coronavírus provocou 5,6 milhões de mortes no mundo desde que a detecção da covid-19 em dezembro de 2019 na China.

Luciano Szafir revelou em entrevista a Quem, divulgada nesta terça-feira (25), o medo que sentiu ao ser diagnosticado pela terceira vez com Covid-19 recentemente. Após chegar a ser entubado ao ser internado em sua segunda contaminação, o ator sofreu com graves complicações, precisando se submeter a cirurgias e uma perfuração no intestino devido ao uso de coagulantes para tratar uma embolia pulmonar. Ao contrair a doença novamente, entrou em choque, mas só teve dores de cabeça leves. “Graças a Deus e a vacina”, declarou.

O pai de Sasha Meneghel contou que descobriu estar novamente com Covid-19 ao ir ao médico realizar uma colonoscopia. Para entrar no hospital, necessitava do teste e então veio o positivo e o choque. 

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“O positivo veio como uma bomba, uma sensação muito ruim. Ainda mais depois de tudo o que passei. Tive consequências graves. A primeira noite depois que soube que tinha me contaminado pela terceira vez foi muito ruim. Com medo mesmo da doença evoluir. Mas, graças a Deus e à vacina, os sintomas foram leves. Tive apenas dores de cabeça”, contou Luciano.

A atual esposa Luhanna Melloni e seus filhos David, de 8 anos e Mikael, de apenas 6, não contraíram a doença, mas seguem se cuidando, buscando ao máximo o isolamento. Luciano finalizou o assunto dando créditos a terapia pois sentiu que após passar por complicações na sua segunda contaminação, o psicológico estava preparado para a terceira. 

“Eu que já estava recluso com minha família fiquei ainda mais com o aumento de casos. Mas a Ômicron é muito contagiosa. O psicológico abala, mas a terapia me ajudou muito. E o fato de não ter sentido falta de ar me deixou mais tranquilo. Agora é torcer para negativar e seguir a vida, me cuidando ainda mais”, concluiu.

As 3 confirmações de Luciano

Luciano Szafir contraiu o coronavírus pela primeira vez em fevereiro de 2021, mas sem complicações. Em junho do mesmo ano o baque da segunda contaminação e sequelas até os dias de hoje. Já a terceira vez veio ser descoberta no dia 17 de janeiro de 2022, mas como revelou o ator, de forma leve.

A capital pernambucana dá mais um passo na imunização infantil contra a Covid-19 e, a partir desta quarta-feira (26), a Prefeitura do Recife inicia a vacinação das crianças a partir dos oito anos. O agendamento já está aberto e pode ser feito no site ou aplicativo do Conecta Recife, conforme anunciou o prefeito João Campos na manhã desta terça-feira (25). Até o momento, 2.291 crianças entre 5 e 11 anos já foram vacinadas na capital pernambucana, com o imunizante da Pfizer - o que representa 1,44% de cobertura vacinal. Segundo estimativa do Ministério da Saúde, baseada no IBGE, a capital pernambucana tem 159.558 crianças nessa faixa etária.

“A partir de agora já está aberto o agendamento para crianças de 8 anos ou mais poderem tomar a vacina contra o coronavírus. Lembrando que no Recife a gente tem centros específicos para vacinação da criança com todo acolhimento necessário, com profissionais especializados e, lógico, a aplicação da vacina adequada. A vacina salva vidas e garante que a gente possa enfrentar com maior segurança a pandemia do coronavírus. Então, todos vocês, pais, mães e responsáveis, devem fazer o agendamento de maneira imediata para a gente garantir a imunização de todas as crianças do Recife que têm 8 anos ou mais”, anunciou o prefeito João Campos.  

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É importante destacar que a vacinação das crianças deve cumprir um intervalo de 15 dias (antes ou depois) entre as demais vacinas do calendário de imunização do público infantil. Atualmente, no Recife, estão sendo vacinadas crianças entre 5 e 11 anos com doença neurológica crônica, autismo, comorbidade ou deficiência permanente (doenças raras, deficiência física, intelectual, visual ou auditiva), Síndrome de Down, além de meninos e meninas do grupo por faixa etária a partir de 10 anos.

No ato do cadastro, é preciso anexar documento oficial da criança, comprovante de residência em nome de um dos pais ou responsável legal, documento oficial com foto que comprove filiação/responsabilidade. Para comprovar comorbidade ou deficiência permanente, é obrigatório anexar um laudo ou declaração informando a condição. O modelo da declaração da Sesau está disponível no Conecta Recife e deve ser preenchido e assinado por médico. Já o laudo médico deve conter o respectivo CID (Classificação Internacional de Doenças) da doença/condição. Os documentos anexados no Conecta Recife também precisam ser levados no dia agendado para vacinação.

Os pais ou responsáveis devem estar presentes no momento da vacinação e munidos de documento de identificação do adulto e da criança, além do comprovante de residência do Recife. Em caso de ausência de pais ou responsáveis, a vacinação deve ser autorizada por um termo de consentimento por escrito. Para esses casos, além do termo de autorização, a pessoa que for acompanhar a criança deve levar documento que comprove a relação de parentesco, bem como o documento da criança e o comprovante de residência.

A Secretaria de Saúde (Sesau) do município montou Centros de Vacinação exclusivos para este público: na sede do Sest/Senat, no Porto da Madeira; na UFPE, na Cidade Universitária; na Faculdade Universo, na Imbiribeira; e Unicap, na Boa Vista.  O imunizante utilizado é o da Pfizer. A vacina está sendo aplicada de domingo a domingo, das 7h30 às 18h30, sendo necessário fazer o agendamento pelo site (https://conectarecife.recife.pe.gov.br/vacinacao-de-criancas) ou aplicativo do Conecta Recife.

No Recife, a vacinação infantil conta com um cartão de vacinação especial para esse público. No dia da vacinação, as crianças também ganham um Certificado de Criança Super Vacinada, uma forma de estimular a garotada na hora da aplicação da vacina. No Certificado, o MC Gotinha ostenta uma capa de super-herói e o documento traz dizeres de incentivo, em linguagem jovem e contemporânea. Como forma de incentivar o hábito da leitura, a criança também ganha um livro de literatura infantil, do programa de incentivo à leitura da Secretaria de Educação.

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Da assessoria

O presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, disse no último sábado (22) que uma vacina anual contra o Covid-19 seria preferível a doses de reforço mais frequentes no combate à pandemia de coronavírus. No Brasil, as terceiras doses ou doses de reforço, assim como a maior parte das vacinas pediátricas aplicadas, estão sendo manuseadas com o imunizante do laboratório alemão. 

A vacina da Pfizer/BioNtech mostrou ser eficaz contra doenças graves e morte causadas pela variante Ômicron fortemente mutada, mas menos eficaz na prevenção da transmissão. Com o aumento dos casos, alguns países expandiram os programas de reforço da vacina e diminuíram o intervalo entre as doses. Em uma entrevista ao N12 News de Israel, Bourla foi perguntado se ele vê doses de reforço sendo administradas a cada quatro ou cinco meses regularmente. 

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"Este não será um bom cenário. O que eu espero é que tenhamos uma vacina feita uma vez no ano. Uma vez por ano é mais fácil convencer as pessoas de tomá-la e é mais fácil para as pessoas lembrarem. Então, do ponto de vista da saúde pública, é uma situação ideal. Estamos procurando ver se podemos criar uma vacina que cubra a Ômicron e não esqueça as outras variantes e isso pode ser uma solução", disse Bourla. 

O CEO afirmou também que a Pfizer pode estar pronta para solicitar a aprovação de uma vacina redesenhada para combater a Ômicron e produzi-la em massa já em março. Citando três estudos, os Centros dos Estados Unidos para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) disseram na sexta-feira (21) que uma terceira dose de uma vacina de mRNA é fundamental para combater a Ômicron, fornecendo 90% de proteção contra a hospitalização. 

Um estudo preliminar publicado pelo Sheba Medical Center de Israel na segunda-feira passada (17) descobriu que uma quarta dose aumenta os anticorpos para níveis ainda mais altos do que a terceira, mas provavelmente não foi suficiente para afastar a Ômicron. No entanto, um segundo reforço ainda foi recomendado para grupos de risco, disse Sheba. 

Chegou nesta segunda-feira (24) no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, um carregamento de 1,8 milhões de doses de vacina pediátrica contra a Covid-19. É o terceiro lote enviado ao Brasil do imunizante da Pfizer destinado a aplicação em crianças.

A entrega de hoje estava prevista para ser realizada na próxima quinta-feira (27), porém foi antecipada pelo laboratório norte-americano. Já tinham sido enviadas 2,5 milhões de doses desde que a vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até o fim de março, o governo federal espera receber 20 milhões de doses de vacinas pediátricas da Pfizer.

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Na última sexta-feira (21), a vacina Coronavac também foi incluída pelo Ministério da Saúde no plano de imunização contra a Covid-19 para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade. O governo federal está negociando os termos de compra com o Instituto Butantan, que produz o imunizante no Brasil em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

 Em um comentário enérgico contra o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, nessa sexta-feira (22), o jornalista Boris Casoy disse que o cardiologista "tem um encontro marcado com Satanás" por tentar relacionar a vacina da Pfizer com o infarto sofrido por uma menina de 10 anos no Interior de São Paulo. O caso foi avaliado por dez especialistas, que derrubaram a tese.

Queiroga e a ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, foram a Lençóis Paulista visitar a criança com o intuito de "fazer com que as pessoas acreditem que o problema cardíaco que a menina teve se deve à vacinação", considerou Boris, que criticou o "fundo político malévolo" do encontro.

Avaliação da Secretária de Saúde

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O Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo analisou os exames da paciente e concluiu que a alteração se deu por síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW), doença congênita rara que ela não ainda não havia sido diagnósticada nem os pais sabiam.

O comentarista da CNN elevou o tom contra Queiroga, que não foi a público esclarecer que a vacina não causou a parada cardíaca. A ministra Damares também não se posicionou sobre o laudo da Sexcretaria de Saúde de São Paulo.

"Ministro, o senhor tem um encontro marcado com Satanás. Não se esqueça disso. O senhor vai ter um diálogo longo, duro e penoso com Satanás devido às atitudes que o senhor tem tomado, inclusive de submissão, em vez de assessorar e esclarecer o presidente. O senhor obedece a desígnios políticos. Então, vai ser fogo, ministro", apontou o jornalista.  

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Os presidentes da Associação Brasileira de Imprensa, Paulo Jeronimo, e do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Alexandre Telles, protocolaram nessa quinta-feira (20), no gabinete do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, um pedido de impeachment do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

No documento, Jerônimo e Telles citam diversas matérias publicadas pela imprensa, que mostram como o ministro cometeu crimes de responsabilidade passíveis de impeachment.

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“O negacionismo à ciência, as medidas protelatórias para a vacinação das crianças e a completa submissão aos ditames do presidente Bolsonaro, que levaram Queiroga a ser chamado de Pazuello de jaleco, são os principais elementos que baseiam o pedido”, diz a nota publicada no site da ABI.

Confira o pedido na íntegra

 

 O ministro dos Esportes da Austrália, Richard Colbeck, avisou o norte-americano Kelly Slater que ele não poderá entrar no país para disputar o Mundial de Surfe caso não tiver se vacinado contra a Covid-19.

A edição de 2022 da competição terá duas etapas em solo australiano, que serão disputadas em Bells Beach, entre os dias 10 e 20 de abril, e em Margaret River, entre 24 de abril e 4 de maio. O torneio está previsto para começar em 29 de janeiro em Pipeline, no Havaí.

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"Não existe nenhuma chance dele entrar, acredito que o Slater sabe as regras. Não importa se você é um surfista, tenista, turista ou qualquer outra pessoa, essas são as regras e elas se aplicam a todos", segundo o político em uma entrevista ao site "The Age".

O recado do ministro australiano ao surfista norte-americano acontece pouco tempo depois do caso envolvendo o tenista Novak Djokovic, que foi deportado do país por não justificar a ausência de vacinação contra o novo coronavírus.

Assim como Djokovic, Slater nunca escondeu sua postura "antivax" e até defendeu o atleta sérvio durante a polêmica do Aberto da Austrália. Na ocasião, o surfista discutiu com diversas pessoas nas redes sociais.

Da Ansa

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, se manifestou nesta quinta-feira, 20, a respeito de notícias falsas que circulam nas redes sociais sobre a exigência de apresentação do chamado "passaporte da vacina" por parte dos eleitores para que seja possível votar no pleito deste ano. Em nota, o ministro disse que o boato "simplesmente não tem qualquer fundamento".

No texto divulgado pelo TSE, Barroso explica que o colegiado ainda não se reuniu para definir o protocolo sanitário que será adotado nas eleições deste ano. O presidente da Corte eleitoral enfatiza que, "na ocasião própria, com a consultoria de especialistas, como foi feito em 2020, serão tomadas as medidas sanitárias que vierem a ser recomendadas".

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Na eleição municipal de 2020, a primeira realizada em meio à pandemia, o plano de segurança sanitário só foi divulgado em setembro, quando faltavam cerca de dois meses para o dia da votação. O TSE finaliza a nota divulgada hoje com a mensagem de que, assim que for estabelecido o procedimento para as eleições deste ano, as informações serão amplamente divulgadas.

"Nas últimas eleições, para conter a disseminação da Covid 19, o TSE ouviu diversos médicos, cientistas e autoridades em saúde antes de adotar o protocolo para que os cidadãos pudessem exercer o direito ao voto e escolher prefeitos e vereadores nos 5.567 municípios brasileiros", afirmou o TSE. "Portanto, qualquer decisão para as eleições deste ano seguirá o mesmo roteiro com o devido embasamento científico e seguindo recomendações feitas por especialistas".

Na última quarta-feira, 19, o Brasil registrou um novo recorde de casos de Covid-19. Em 24 horas foram notificadas mais de 205 mil infecções pela doença em todo o País, um número sem precedentes desde o início da pandemia. O salto no contágio fez crescer também a média diária de testes positivos, que atingiu de 100.322 no período analisado, também a maior até então, representando um aumento de 487% em relação à de duas semanas atrás.

O surto de casos com a chegada da variante Ômicron ao País colocou as autoridades em alerta sobre a realização de grandes eventos neste ano, como o carnaval de rua, que foi cancelado em quase todas as capitais do País. Apesar dos níveis alarmantes de contaminação, a ampla cobertura vacinal e os nove meses restantes até as eleições dão margem para o TSE avaliar os riscos que estarão presentes neste ano.

O Centro de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, informou, na tarde desta quinta-feira (20), que concluiu a investigação a suposta parada cardíaca provocada pela vacina infantil da Pfizer. Segundo os especialistas, não há nenhuma relação entre o imunizante e o quadro clínico apresentado.

A análise, realizada por mais de 10 especialistas, apontou que a criança possuía uma doença congênita rara, desconhecida até então pela família, que desencadeou o quadro clínico.

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A Secretaria de Estado da Saúde reforçou a importância da vacinação e reafirmou que todas os imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária são seguros e eficazes.

O que foi isso?

A prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou uma nota oficial no início da noite dessa quarta (19) informando que suspendeu por sete dias a vacinação infantil em razão de uma criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a Covid-19 na cidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial da CoronaVac para crianças de seis a 17 anos nesta quinta (20). A vacina contra Covid-19 do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac já é usada no país em pessoas acima de 18 anos.

A aprovação ocorreu em reunião extraordinária pública da Diretoria Colegiada da Anvisa e ocorre após um novo pedido de uso emergencial feito pelo Butantan em 15/12. Os cinco diretores da agência votaram positivamente.

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A diretora da Anvisa Meiruze Sousa Freitas, em seu voto, lembrou que as vacinas de vírus inativado, como a CoronaVac, continuam sendo importantes para prevenir hospitalizações e mortes por Covid-19.

“Aprovar o uso de mais uma vacina pediátrica é ampliar o direito do acesso ao imunobiológico que tem a finalidade de proteger a saúde, em especial em um momento em que há aumento da disseminação da variante ômicron, e a livre vontade da grande maioria dos pais para vacinar os seus filhos”, assinalou ela.

O diretor Alex Machado Campos ressaltou que a CoronaVac é uma das vacinas mais ministradas do mundo. No Brasil, mais de 85 milhões de idosos foram imunizados com ela, que responde por cerca de 25% das vacinas aplicadas no país. De acordo com Alex, o fato de a CoronaVac ser produzida com vírus inativado, uma plataforma tecnológica conhecida e tradicional, dá mais um suporte de segurança para seu uso no público pediátrico.

“A relação benefício-risco dessa vacina é absolutamente favorável ao polo benefício. Os benefícios conhecidos são muito maiores do que os riscos potencialmente envolvidos, seja da tecnologia, seja da possibilidade de não ter a terapia para tratar das crianças”, afirmou o diretor. "Vacina salva e ignorância mata."

O diretor-presidente Antonio Barra Torres e os diretores Cristiane Rose Jourdan Gomes e Romison Rodrigues Mota também se posicionaram a favor da liberação da CoronaVac. Os votos se seguiram aos pareceres técnicos da Gerência de Farmacovigilância (GFARM) e da Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), também favoráveis.

“Quando a gente olha os dados, mais especificamente comparando a razão de risco entre quem tomou a CoronaVac e quem não se vacinou, a gente vê uma perspectiva e um indicador importantíssimo do perfil de desempenho da vacina, especificamente no que diz respeito à doença sintomática da Covid-19 e à hospitalização em crianças”, explicou o gerente-geral da GGMED, Gustavo Mendes. “A totalidade das evidências científicas sugere que há benefícios e segurança para a utilização da vacina na população pediátrica.”

Com informações da assessoria

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