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Uma embarcação com três mil caixas de cigarros falsificados foi interceptada pela Marinha, no Recife. A entidade autuou o barco de pesca 'Gohan' a cerca de 90 quilômetros da costa e conduziu os cinco tripulantes para a sede da Polícia Federal nesta sexta-feira (26).

Ao todo foram encontrados 150 mil maços de cigarro paraguaio. A carga era transportada por cinco homens, que foram presos em flagrante por contrabando e podem receber penas de dois a cinco anos de prisão. O Navio-Patrulha ‘Guaíba’ encaminhou o barco para o Porto do Recife.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira a frase de advertência que deverá ser estampada nos maços de cigarros a partir de janeiro de 2016. "Este produto causa Câncer - Pare de Fumar". Abaixo deverá vir o símbolo do Disque Saúde, serviço que traz orientações para quem quer combater a dependência do cigarro. Os dizeres, escritos em branco num fundo preto, deverão ocupar 30% da face frontal da embalagem.

A proposta deverá agora passar por uma consulta pública. As contribuições poderão ser feitas num prazo de dez dias, contados a partir da publicação do texto no Diário Oficial. A obrigação de fabricantes reservarem 30% do espaço frontal das embalagens para frase de advertência foi determinada pela Lei 12.564/2011 e pelo Decreto 8.262/2014. Uma das ideias iniciais era a de que a Anvisa aproveitasse a oportunidade para alterar também as imagens de advertência, usadas na face posterior da embalagem.

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Grupos antitabagistas consideram as imagens desatualizadas. Por estarem há muitos anos em exposição, avaliam, as advertências já não provocam o mesmo impacto. A ideia, no entanto, foi adiada, por não haver estudos técnicos sobre eventuais mudanças. Frases de advertência são consideradas cruciais por integrantes de entidades de controle do tabagismo. Estudos mostram que a estratégia de se tornar menos atrativa a embalagem do cigarro ajuda a prevenir que jovens iniciem o tabagismo.

O dia a dia do agricultor e a sua relação com a terra foram os temas usados para criar o cenceito da primeira Mosta Agrícola de Cinema Orgânico (MACO) - que será realizada sexta (25), sábado (26) e domingo (27) na comunidade rural de Santa Rita, em Serra Talhada. A MACO começa no mesmo dia em que se é comemorado o Dia do Agricultor e Agricultora e também receberá público de municípios vizinhos, como Santa Cruz da Baixa Verde e Afogados da Ingazeira. O evento é gratuito e as sessões serão feitas ao ar livre.

Olinda recebe prévia da Mostra Agrícola de Cinema Orgânico

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Na mostra serão exibidos 18 filmes, nacionais e internacionais, além de promover oficinas sobre práticas agrícolas sustentáveis. No processo de curadoria da MACO, foram priorizados produções que explorassem o cotidiano dos agricultores, a fim de gerar uma maior aproximação entre eles e o conteúdo exibido na tela, a exemplo do filme O veneno está na mesa, de Silvio Tendler, que enfatiza a questão do uso de agrotóxicos nos alimentos. Também foram priorizadas as obras pernambucanas que possuem uma aproximação com a realidade do sertão e semiárido pernambucanos,  como o longa Cinema, aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes e o curta Dia Estrelado, de Nara Normande. A programação completa está disponível na página oficial do Facebook do evento.

Serviço

I Mostra Agrícola de Cinema Orgânico (MACO)

Sexta (25), sábado (26) e domingo (27)

Comunidade Rural de Santa Rita (Serra Talhada)

Gratuito

Em julho de 2014, será realizada a primeira edição da Mostra Agrícola de Cinema Orgânico (MACO), festival que exibe filmes com temática agrícola para fortalecer a relação do cinema com o homem e a mulher que vivem no campo.

Para dar um gostinho de como será a mostra, nesta quinta-feira (27) acontece uma prévia da MACO na Casa do Cachorro Preto, em Olinda. O filme escolhido pelos curadores da mostra para ser exibido nessa sessão especial foi Muito Além do Peso, um documentário nacional com visão crítica sobre a forma de alimentação das crianças.

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Serviço

Muito Além do Peso (Prévia da MACO)

Quinta (27) | 20h

Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 - Olinda)

Gratuito

Uma das maiores brigas que o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, deverá enfrentar nos próximos meses será contra uma entidade profundamente arraigada na alma dos diplomatas: o maço. O calhamaço de papel entregue aos presidentes antes de qualquer encontro bilateral, recheado de informações e números, resume, às vezes, anos de trabalho diplomático, mas é visto com pouquíssima paciência pelos mandatários da República, que o consideram pouco objetivo - para não dizer pouco útil.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recusava-se a ler o calhamaço antes dos encontros. Ele pedia um resumo do que era importante a seu chanceler, Celso Amorim, e mandava distribuir a papelada "a quem não tivesse nada para fazer". A presidente Dilma Rousseff, ao contrário, lê tudo. Mas não gosta. E reclama, quase sempre.

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O ministro Luiz Alberto Figueiredo, que assumiu a pasta em agosto, determinou que, daqui para frente, o maço precisa ter uma primeira página com pontos objetivos: qual o interesse do Brasil naquele país e que resultados a presidente deve extrair daquele encontro. Além disso, o que mais vier no relatório será lucro. As tentativas estão indo bem, mas nem sempre a ordem ministerial é seguida à risca. Hábitos são difíceis de mudar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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