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Uma mulher grávida, de 29 anos, foi agredida a golpes de chave de fenda pelo marido, na noite da última segunda-feira (17), no loteamento Armando Aleixo, em Santa Cruz do Capibaribe. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e está internada no Hospital Regional do Agreste (HRA).

De acordo com os atendentes do Samu que socorreram a vítima, ela tinha mais de dez perfurações espalhadas pelo corpo, principalmente na região do pescoço. O HRA afirma que ela está estável, em observação e consciente.

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Uma equipe das Rondas Ostensivas Motorizada Urbana Tática (ROMUT) foi acionada ao local do crime para investigar o ocorrido e ir atrás do agressor, que teria fugido do local e está foragido. Os agentes apuraram que o suspeito é usuário de entorpecentes.

A atendente magistral de farmácia Natália Primo Leite, de 34 anos, passou por uma situação inusitada no nascimento de sua terceira filha. Grávida de 38 semanas, ela decidiu ir para a casa de seu namorado em Poá, na Grande São Paulo. "Imaginei que se entrasse em trabalho de parto, conseguiria me deslocar até minha maternidade de referência, em Sapopemba", contou ao Estadão.

Só que no último dia 19, por volta das 16h30, ela começou a sentir um pouco de contração. Foi aí que optou por ir para o hospital. "Meu namorado ia trabalhar e eu peguei um Uber. Só que quando sentei no carro, comecei a sentir apertar muito até que minha bolsa rompeu. Aí falei para o motorista ir para o hospital mais próximo porque não daria tempo", explicou.

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A partir daí o motorista ficou tenso e Natália viu o tempo passar muito rápido. Preocupado com a situação, o motorista perguntou para uma atendente no pedágio do Rodoanel se ela sabia onde ficava o hospital mais próximo. A moça viu a cara de dor de Natália e já começou a fazer os primeiros atendimentos.

Perguntou se queriam uma ambulância e em pouco tempo o veículo já estava lá e Natália estava deitada numa maca. "Em duas ou três contrações minha filha nasceu", conta. "Todo mundo foi super atencioso, inclusive o motorista, que eu acabei nem agradecendo depois", diz.

Segundo Luis Antônio da Silva Jr, auxiliar de enfermagem da concessionária SPMAR, logo que chegou ao local, Natália estava dentro do veículo do aplicativo com contrações em intervalos inferiores a três minutos. "Conduzimos para a viatura, onde fizemos os exames e percebemos que a criança já estava para nascer. O momento foi fabuloso. A gente que é pai sente a emoção na pele. Somos treinados, mas sempre é uma emoção inigualável", disse.

Manuella nasceu bem e logo mãe e filha foram para uma UPA, onde fizeram os primeiros atendimentos, e depois, foram levadas para um hospital em Mauá. O tempo todo o namorado ficou ao telefone com Natália, aflito, mas acompanhando toda a situação. "Sinceramente, eu nunca imaginei que seria desse jeito", comentou Natália.

No dia 21, sábado retrasado, ela e Manuella tiveram alta e já estão em casa. A pequena Manu tem a companhia dos outros dois irmãos, Pedro Henrique, de 13 anos, e Guilherme, de 10 anos. "Ficou todo mundo em choque por causa de toda situação, ninguém acreditava. Todos falam que isso é história que só vemos em filme ou novela", afirmou Natália, rindo.

A jovem Karolayne Nunes, de 19 anos, morreu na tarde dessa terça-feira (9), depois de ficar mais de um mês internada no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Karolayne foi baleada no Complexo do Alemão, na madrugada de 3 de dezembro de 2017.

Ela estava grávida de cinco meses e perdeu o bebê. A jovem foi atingida durante uma troca de tiros na localidade conhecida como Birosca, na comunidade da Fazenda, uma das favelas do Alemão.

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Karolayne não morava na favela e estava no local visitando parentes.

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