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O ex-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) agrediu um homem com um tapa no rosto durante um evento em Fortaleza, na noite de domingo (3). A agressão foi registrada pela vítima e divulgada nas redes sociais. O homem que aparece no vídeo finge ser um apoiador e se aproxima do pedetista para uma foto, mas quando consegue iniciar o registro, provoca Ciro. 

"Como é que rouba da população sem ser preso?", questionou. E Ciro responde: "Quem deve saber isso é bandido, eu não sou, não". "Tu é [sic] bandido", volta a dizer o homem, que em seguida leva um tapa de Ciro Gomes. Até o momento desta publicação, Ciro não se pronunciou sobre o caso e sua assessoria não emitiu notas à imprensa. O político possui histórico de agressões físicas e verbais, durante embates com opositores. 

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Uma mulher de 24 anos denunciou o marido por agressão, após ele supostamente ter reagido com agressividade ao ser flagrado em um motel na cidade de Maracaçumé, no Maranhão, em uma orgia com outras três pessoas, no último dia 27 de novembro. Depois do flagrante, o homem teria perseguido a vítima, a derrubado no chão e quebrado o celular da mulher no intuito de destruir as evidências. O caso é investigado pela Polícia Civil. 

Segundo a denúncia apresentada na delegacia por Amanda Nascimento, ela reconheceu o carro de Bruno em um motel e conseguiu gravá-lo, com o celular, junto a um grupo dentro de um quarto. O acusado estava sem roupas e acompanhado por duas mulheres e um homem. Ao notar o flagrante, Bruno se trancou no cômodo para vestir uma roupa e posteriormente, foi atrás de Amanda. 

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A vítima afirma que foi derrubada no chão pelo marido e, em consequência disso, lesionou a mão, o punho, a perna, o braço e o dedão do pé esquerdo. Bruno teria arrancado o celular de Amanda e quebrado o aparelho para que não fossem divulgadas as supostas imagens gravadas. 

Após o caso, a mulher procurou a delegacia e pediu uma Medida Protetiva de Urgência contra Bruno, com quem diz ser casada e tem um filho com ele. O exame de corpo de delito confirmou as lesões causadas "por próprio punho" e que havia risco de vida. 

À polícia, a vítima afirmou que já sofria violência psicológica e física por parte de Bruno. Já o suspeito, ao prestar depoimento na delegacia, preferiu se manter em silêncio, mas disse que teria restituído Amanda com um celular novo. A defesa de Bruno afirmou que o casal já havia se separado, contestando a tese de traição; a agressão também foi negada, apesar do resultado do exame. A Civil seguirá apurando a denúncia. 

 

Um passageiro de 23 anos foi imobilizado e agredido por seguranças na estação Perus da Companhia Paulista dos Trens Metropolitano (CPTM), na zona norte de São Paulo, depois de não conseguir carregar o cartão de passagem nas máquinas de autoatendimento e, por isso, se negar a pagar por um novo bilhete. O caso aconteceu na manhã da última quarta-feira, 29. Em nota, a CPTM, responsável pela linha 7-Rubi, diz que apura os fatos.

O passageiro João Victor Ramos Viana, que trabalha como DJ e técnico de som, conta que seu cartão tinha saldo e que só precisava carregá-lo para conseguir passar pela catraca. Mas, quando foi validar os créditos na máquina, o dispositivo acusou que o sistema estava fora de serviço.

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"Eu, como consumidor, não tenho culpa", afirma Viana. "Eu fui avisar um funcionário da CPTM que estava sem sistema, que eu precisava carregar o meu bilhete e que eu poderia passar [pelas catracas] gratuitamente. Mas, ele falou que eu deveria entrar em contato com a SPTrans e comprar outra passagem. Eu disse que eu não poderia, que estava sem dinheiro e que eu precisava pegar o trem", diz o DJ.

O passageiro conta que, mesmo com a proibição do segurança, resolveu passar pelas catracas porque estava atrasado para chegar ao trabalho. "Nesse momento, três seguranças me pararam e dois deles começaram a me agredir", diz o rapaz. "Um me levou para o chão, outro me desferiu socos na costela, pontapés e usaram teaser, armas de choque. (Também) Começaram a me aplicar mata-leão, um golpe de jiu-jitsu."

Imagens gravadas por testemunhas mostram dois seguranças imobilizando João Victor Viana no chão e dando choques nas costas do passageiro, que pede para ser solto. Na cena, um terceiro segurança se aproxima da confusão e pede explicações ao rapaz sobre o que aconteceu.

"Eu estava atrasado, não podia faltar ao trabalho porque seria descontado do meu descanso remunerado. E eu recebo um salário mínimo", disse Viana à reportagem. Depois da abordagem, ele não seguiu viagem. Saiu da estação e, à tarde, fez um boletim de ocorrência no 46º Distrito Policial da capital (Perus) junto com exame de corpo de delito.

"Quando acontece um erro no sistema das máquinas, o passageiro pode passar gratuitamente pelas catracas. É direito do consumidor. Já aconteceu outras duas vezes comigo e deram certo, só nesta terceira que não", diz Viana.

Em nota, a CPTM diz que a equipe de segurança abordou um passageiro "que burlou" o bloqueio das catracas sem pagar pela passagem, "o que é considerado infração por evasão de renda, após não conseguir carregar o bilhete nas AMTs da estação". A companhia afirma ainda que João Victor Viana "reagiu à abordagem" e foi necessário "uso de força para contê-lo". No mesmo comunicado, a CPTM lamenta o ocorrido e diz que está apurando os "fatos seguintes à abordagem".

"A companhia reitera que não tolera nenhum tipo de violência contra vida nos trens e estações, seja por parte de seus colaboradores ou de passageiros que utilizam o sistema", diz a CPTM. Sobre a falha no sistema de máquinas que validam o cartão, a empresa diz que, na manhã desta quinta, "foi aberta falha junto à AutoPass, responsável pela administração e a fiscalização do Bilhete Único".

A AutoPass não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação do texto.

A SPTrans diz lamentar o episódio, e afirma que o caso não aconteceu em sua área de atuação e que a empresa não é a responsável pelos equipamentos instalados nas estações de trens. "A instabilidade ou impossibilidade não justifica atos de violência", disse. "Vale ressaltar que a UP é empresa credenciada pela SPTrans para vender créditos do Bilhete Único, mas a contratação para instalação de equipamentos nas estações de trem é feita diretamente entre a empresa e a CPTM".

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como lesão corporal. "Um jovem de 23 anos compareceu ao 46º Distrito Policial (Perus), nesta quarta-feira (29), relatando que, ao tentar carregar seu bilhete na Estação Perus, encontrou o sistema fora do ar. Diante disso, solicitou aos funcionários do terminal que liberassem a catraca para ele, mas seu pedido foi negado. Como resultado, ele pulou a catraca, desencadeando uma confusão", diz a SSP.

Um homem foi agredido por transeuntes na portaria de um edifício na Avenida Boa Viagem, zona sul do Recife, no último domingo (26), após ele ter batido em sua namorada. O suspeito é investigado por violência psicológica e ameaça. 

Segundo testemunhas no local, o homem teria batido na namorada quando foi advertido por uma pessoa que passava pela calçada e viu a cena. Ele chegou a agredir essa outra pessoa e diversos comerciantes da praia se aproximaram do local. Em um vídeo que circula nas redes sociais é possível ver quando um grupo de mais de dez pessoas invade a área do prédio residencial para bater no agressor. 

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Segundo a Polícia Militar, uma equipe foi acionada para atender à ocorrência. O homem foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Imbiribeira, também na zona sul, e depois encaminhado à Delegacia da Mulher de Santo Amaro, no centro da cidade. A Polícia Civil informou que duas ocorrências foram registradas, uma de violência psicológica e outra de ameaça. 

Outra ocorrência foi registrada, na Delegacia de Boa Viagem, contra as pessoas que invadiram o prédio e agrediram o homem. Não há informações se algum dos transeuntes chegou a ser detido. 

 

O prefeito de Nova York, Eric Adams, negou ter agredido uma mulher há três décadas, que o processou sob uma lei que expira nesta quinta-feira (23) e que permite que vítimas de violência sexual denunciem seus agressores mesmo que os fatos tenham prescrito.

A acusação, apresentada virtualmente na noite de quarta-feira, responsabiliza o prefeito por "agressão sexual, lesões e discriminação no trabalho por motivo de gênero e sexo da demandante, retaliação, ambiente de trabalho hostil e imposição intencional de angústia emocional", segundo o documento apresentado no Tribunal Superior de Justiça de Nova York.

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Os eventos teriam ocorrido em 1993, quando ambos trabalhavam na prefeitura de Nova York.

Essas alegações "não são de modo algum verdadeiras", reagiu o prefeito de origem afro-americana nesta quinta-feira, feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos.

"Nunca faria nada para machucar ninguém", declarou Adams, eleito prefeito de Nova York em 2022.

Antes, seu porta-voz havia assegurado que o prefeito "não sabe quem é essa pessoa". "Se eles se conheceram alguma vez, ele não se lembra", concluiu.

A denunciante, Lorna Beach-Mathura, que também acusa outras instituições públicas da cidade na mesma ação civil, pede uma compensação financeira mínima de US$ 5 milhões (R$ 24,4 milhões).

Eric Leroy Adams, de 63 anos, fez carreira na polícia de Nova York, onde foi capitão antes de ingressar na política local pelo Partido Democrata.

O prefeito está sendo investigado sobre a origem dos fundos para sua campanha à prefeitura de Nova York, buscando determinar se ele recebeu dinheiro do governo da Turquia.

Nos últimos dias, o Tribunal Supremo de Nova York recebeu várias denúncias de agressão sexual amparadas na Adult Survivor Act, que permite apresentar casos já prescritos e que, após um ano em vigor, expira nesta quinta-feira à meia-noite.

Além de Adams, também foram denunciados o vocalista da banda de rock Guns N' Roses, Axl Rose, o ator Jamie Foxx e o rapper Sean Combs, que, apesar de ter chegado a um acordo com uma denunciante, foi alvo de uma nova ação por agressão sexual nesta quinta-feira.

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) foi denunciado pela ex-noiva, Ana Rosa Schuster, no último domingo, 19, pelo crime de agressão doméstica dentro do apartamento funcional ocupado pelo político, em Brasília. De acordo com a mulher, "o relacionamento sempre foi abusivo, permeado por violência psicológica e ofensas constantes". Ela afirmou à polícia que foi empurrada e teve o pescoço apertado após uma discussão.

Ao Estadão, o deputado negou ter agredido Ana Schuster e afirmou que ele é a vítima do ocorrido pois teria sido atacado pela ex-noiva. Segundo o parlamentar, "ela não aceitava o fim da relação". Ainda de acordo com ele, o relacionamento, iniciado em meados de março, havia acabado há cerca de um mês, mas ele permitiu que a mulher permanecesse no mesmo apartamento enquanto providenciava a mudança. "É falsa (a acusação de agressão). Eu fui agredido. Eu só segurei a pessoa" disse.

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A denúncia foi registrada na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Brasília, que encaminhou o caso ao 3º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O juiz Carlos Fernando Fecchio dos Santos enquadrou Zé Trovão na Lei Maria da Penha e determinou, ainda no domingo, 19, uma série de medidas protetivas a favor da vítima, como a proibição aproximação e de contato por qualquer meio de comunicação.

De acordo com o depoimento de Ana Schuster, acessado pelo Estadão, a agressão ocorreu após ela entrar no quarto de Zé Trovão para pegar roupas. Os dois haviam rompido a relação e dormiam em quartos separados enquanto Ana procurava um imóvel para alugar.

O deputado teria empurrado e enforcado a mulher depois de dar início a uma discussão. "Vou acabar com você", teria dito Zé Trovão, de acordo com a denunciante.

A violência só cessou, segundo ela, quando o deputado ligou para a portaria do edifício funcional e solicitou que o Departamento de Polícia Legislativa expulsasse Ana do apartamento.

Ana Schuster afirmou em depoimento que essa não foi a primeira vez que Zé Trovão a agrediu. A vítima contou à Justiça que o parlamentar é "muito agressivo e costuma falar com tom de voz elevado com todas as pessoas com quem convive". Além disso, o deputado já a teria ameaçado de morte ao menos duas vezes com o uso de uma faca.

O Estadão procurou Ana Schuster mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.

O que diz Zé Trovão?

O deputado Zé Trovão afirma ter sido ele o agredido. Conforme a versão do deputado, a mulher não aceitava o contato que ele precisava manter com a ex-esposa por causa da criação do filho, de 2 anos, e também não aceitou o fim do noivado. Segundo o parlamentar, ele ficou com escoriações no braço.

"O fim foi 30 dias atrás. Eu estava inclusive com meu filho em Brasília quando nos separamos. Ela não aceitava que eu tinha que falar com a mãe do meu filho. Falava todo dia. Ela ligava pra ver, para falar com ele. Ela não aceitava essas coisas e um dia falou que não aceitava mais", disse. "Eu pedi pra ela se retirar do meu apartamento. O prazo seria agora no fim do mês. Mas aí ela não aceitou ter me visto num evento com outra pessoa."

Quem é Zé Trovão

Marcos Antônio Pereira Gomes, o "Zé Trovão", ganhou popularidade nas redes sociais por volta de 2021 quando passou a convocar apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para protestar contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pedir a aprovação do voto impresso pela Câmara dos Deputados. Zé Trovão se apresentava nas redes como um dos líderes do movimento de caminhoneiros em apoio a Bolsonaro.

A militância inflamada, com ares antidemocráticos, o colocou na mira do ministro do STF Alexandre de Moraes, que chegou a determinar a prisão do então líder de caminhoneiros em 2021. A prisão acabou convertida em medidas cautelares posteriormente. Mesmo respondendo à Justiça, ele concorreu nas eleições de 2022 e foi eleito com mais de 70 mil votos. O hoje deputado foi diplomado pelo Estado de Santa Cantarina enquanto usava tornozeleira eletrônica por causa dos crimes que havia cometido.

Uma mulher foi detida sob suspeita de furto em uma loja de um shopping em Palmas, no Tocantins. Segundo a Polícia Militar, ela foi localizada próxima à saída para a cidade de Paraíso. Em vídeos, a mulher é vista deitada no asfalto, resistindo à prisão. Durante a abordagem, dois policiais tentaram conduzi-la à viatura segurando seus pés e mãos.

O incidente ocorreu na sexta-feira (17), após o gerente da loja denunciar as características da suspeita. No momento da abordagem, ela estava subindo em um moto-táxi com sacolas contendo produtos furtados, como lingeries, cobertores, cuecas e perfumes com valores variados, provenientes de mais de uma loja.

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Nas redes sociais, vídeos mostram a mulher sentada no asfalto enquanto os policiais tentam prendê-la. Em outro momento, ela é vista deitada no chão, sendo arrastada em direção à viatura pelos policiais, enquanto tenta escapar.

A Polícia Militar relatou que, ao tentar algemar a suspeita, ela resistiu à prisão com chutes, socos, mordidas e insultos. Mesmo algemada, a mulher teria tentado fugir, exigindo o uso progressivo da força para conduzi-la à viatura. Durante a abordagem, foi necessário o apoio de outra viatura para conter a suspeita.

No último fim de semana, a apresentadora Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência contra o marido. A comunicadora foi parar na delegacia de Itu, em São Paulo, para denunciar Alexandre Correa por violência doméstica e lesão corporal. Assim como Ana Hickmann, relembre quatro famosas que denunciaram casos de agressão.

Luana Piovani

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Sucesso em diversos trabalhos na dramaturgia, Luana Piovani já foi vítima de violência. Em 2008, a atriz foi agredida pelo então noivo Dado Dolabella. Na ocasião, Luana levou um tapa de Dado. O caso fez com que o ator fosse condenado a dois anos e nove meses de prisão.

Luiza Brunet

Luiza Brunet sempre foi sinônimo de beleza e determinação. Em 2016, a mãe de Yasmin Brunet denunciou o ex-marido por agressão. Luiza relatou que o empresário Lírio Parisotto lhe deu um soco no olho esquerdo, além de ter sido chutada várias vezes durante uma viagem internacional.

No ano passado, Luiza iniciou um processo contra Parisotto. Ela pediu na ação, segundo o jornal Extra, o valor de R$ 1 milhão por dano moral e patrimonial.

Rihanna

Fenômeno no universo da música pop, Rihanna deixou os fãs preocupados após ser agredida por Chris Brown. Em 2009, a estrela internacional gerou comoção ao aparecer com o rosto machucado em fotos publicadas em veículos de comunicação. Ela e Chris namoravam na época. O rapper foi condenado a 180 dias de trabalho comunitário e a cinco anos de liberdade condicional após agredir a cantora.

Joelma

Joelma arrasta uma multidão por onde passa. Apesar de ser dona de um astral encantador, a cantora também foi vítima de violência doméstica. A cantora foi agredida algumas vezes pelo ex-marido, o músico Ximbinha. Em entrevista à revista Marie Clare, Joelma chegou a dizer que o guitarrista fez promessa para não machucá-la, mas nada foi cumprido.

"Meu medo era continuar naquele casamento. E, graças a esses históricos de agressão, consegui uma medida protetiva, uma distância mínima de cem metros", disse. Joelma e Ximbinha foram casados por 18 anos. Juntos, eles rodaram o Brasil afora com a Banda Calypso.

Fotos: Reprodução/Instagram

Um aluno de 17 anos foi apreendido, nesta sexta-feira (17), após agredir professor dentro da sala de aula. O estudante do Colégio Estadual São Geraldo, em Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia, foi gravado por câmeras de segurança batendo no docente no dia 10 de novembro. Nas imagens é possivel ver que o profissional chegou a cair no chão depois de uma sequência de socos.

Na ocasião, o adolescente foi contido por coordenadores da instituição. Após o episódio, a unidade de ensino solicitou a transferência do estudante, que cumprirá mandado de internação provisória. Já o professor agredido, segundo a Secretaria de Educação de Goiás, está afastado das atividades escolares e passará por acompanhamento psicológico.

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O assunto envolvendo Alexandre Correa e Ana Hickmann continua dando o que falar. Na manhã desta quinta-feira (16), a apresentadora gerou repercussão nas redes sociais por ter mostrado rapidamente um hematoma no braço. O machucado ficou visível durante um momento dela no programa Hoje em Dia.

Usando uma look sem mangas, Ana apareceu com uma lesão no braço esquerdo. Depois que as imagens viralizaram, diversas pessoas usaram as plataformas para mandar mensagens de apoio à comunicadora.

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No último fim de semana, Ana Hickmann virou assunto de polícia após uma briga com o marido. De acordo com o boletim de ocorrência, Alexandre Correa pressionou Ana contra a parede. Em entrevista ao Splash, do Uol, o empresário confirmou o relato da esposa. Ele disse que a situação lhe deixou abalado.

"Quando eu vi aquela nota, eu entrei em total desespero e neguei. Mentiu? Menti. Ponto. Ou eu omiti o fato? Omiti. Eu estava numa estrada, desesperado, desnorteado. Estava perdido. Falei: 'meu Deus do céu. Que coisa?' Desculpa o vocabulário: 'que cagad* que aconteceu. Por que eu não discuti, por que eu não me levantei da mesa, por que eu não fui para o canto, não fui tomar uma água? Por que eu não fui bater a cabeça na parede. Sei lá. Mas já foi", contou.

Alexandre ressaltou que a parte de que teria ameaçado Ana Hickmann com cabeçadas não procede. "Isso não existe. Esse viés, isso não existe", explicou. Em relação ao futuro do casamento, Alexandre Correa declarou que tudo está nas mãos da apresentadora: "Quem decide é a Ana. Eu não decido nada".

Alexandre Correa resolveu falar da polêmica com Ana Hickmann. Em entrevista ao Splash, do Uol, o empresário confirmou o relato da esposa. De acordo com Alexandre, a situação com a apresentadora lhe deixou abalado. "Quando eu vi aquela nota, eu entrei em total desespero e neguei. Mentiu? Menti. Ponto. Ou eu omiti o fato? Omiti. Eu estava numa estrada, desesperado, desnorteado", disse.

"Estava perdido. Falei: 'meu Deus do céu. Que coisa?' Desculpa o vocabulário: 'que cagad* que aconteceu. Por que eu não discuti, por que eu não me levantei da mesa, por que eu não fui para o canto, não fui tomar uma água? Por que eu não fui bater a cabeça na parede. Sei lá. Mas já foi", emendou.

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Segundo ele, a parte de que teria a ameaçado com cabeçadas não procede: "Isso não existe. Esse viés, isso não existe". No boletim de ocorrência, no último fim de semana, Ana afirmou que o marido ameaçou dar cabeçadas ao prendê-la contra a parede. Em relação ao futuro do casamento, Alexandre declarou que tudo está nas mãos da apresentadora. "Quem decide é a Ana. Eu não decido nada", contou.

Na manhã desta segunda-feira (13), Ana Hickmann se pronunciou pela primeira vez sobre a briga com Alexandre Correa. Durante o programa Hoje em Dia, a comunicadora afirmou: "É um momento difícil pra mim, pro meu filho e pra minha família, mas eu ainda não estou pronta para falar a respeito. Assim que eu estiver pronta e estiver um pouco mais forte, eu prometo trazer tudo aquilo que está aqui, dentro do meu coração, de verdade, como eu sempre fui com todos".

Mais um capítulo na polêmica envolvendo Alexandre Correa e Ana Hickmann se deu na manhã desta segunda-feira, dia 13. Depois de a apresentadora abrir um boletim de ocorrência contra o marido, diversos episódios estão se desenrolando.

E agora, após Alexandre apagar milhares de fotos do seu Instagram no último fim de semana, desta vez ele resolveu retirar tudo do ar, deixando apenas o comunicado publicado falando sobre o caso, onde nega as acusações de ter dado cabeçadas na apresentadora. Sua foto segue alterada para uma imagem azul.

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Com isso, o empresário tira do ar cerca de 6,5 mil fotos.

Por outro lado, Ana Hickmann também apagou muitas fotos publicadas nas redes ao lado do marido após a denúncia sobre violência doméstica.

Força! Na manhã desta segunda-feira, dia 13, após as polêmicas com o marido, Ana Hickmann apresentou o programa Hoje em Dia ao lado dos seus companheiros de atração.

Com um look rosa, Ana deu as notícias do dia, participou do quadro Giro dos Famosos, e no final da atração mandou um recado a todos que tiraram um tempo para mandar uma mensagem de carinho e conforto após ser vítima de violência doméstica.

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- Antes da gente encerrar o programa eu queria aproveitar agora e agradecer o carinho e o apoio de todo mundo. Está sendo um momento difícil pra mim, para o meu filho e para minha família, disse.

Ana também contou que ainda não está pronta para falar sobre o assunto, mas assim que estiver falará:

- Eu ainda não estou pronta para falar a respeito, e assim que eu estiver pronta e um pouco mais forte, eu prometo trazer tudo aquilo que está ó, dentro do meu coração. De verdade, como eu sempre fui com todos. Um beijo grande e a gente se encontra amanhã no programa. Obrigada a todos.

Logo após o final da atração, Gottino, responsável por comandar o Balanço Geral também se pronunciou e mandou um recado à Ana:

- Estamos todos com você!

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O secretário da Juventude do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco, Cleyton Manoel, denunciou que foi espancado e vítima de homofobia. Segundo relato dele nas redes sociais, o crime aconteceu enquanto caminhava em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife (RMR), no último sábado (11).

Em uma publicação com fotos em que mostra o corpo bastante machucado, Cleyton contou que estava caminhando pelo centro da cidade quando foi agredido fisicamente e verbalmente com ataques homofóbicos. O petista disse que ainda teve o celular roubado e os óculos quebrados.

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“Hoje venho relatar a vocês que, infelizmente, entrei nas estatísticas da violência LGBTfóbica que oprime, agride e mata nossa população diariamente. Ontem, numa caminhada pelo centro de Abreu, fui agredido brutalmente após algumas agressões verbais LGBTfóbicas”, contou, em publicação feita através do Instagram nesse domingo (12).

“Eu estou bem, sendo cuidado por amigos e familiares, apesar da dor mais profunda partir da sensação de impunidade daqueles que nos agridem e matam. O ódio que foi instalado na sociedade precisa ser combatido diariamente, para que nenhuma mais sofra e para que nenhuma mais morra. Nossa batalha é essa!”, emendou o secretário de Juventude do PT.

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Na publicação, Cleyton recebeu mensagens de apoio e solidariedade de correligionários. A senadora Teresa Leitão escreveu: Soube agora, Cleyton! Minha solidariedade! Estou acompanhando as providências jurídicas necessárias! Se cuide, não fique sozinho, a dor é grande mas não é somente sua. É nossa também. Beijo”.

A vereadora do Recife, Liana Cirne, também prestou seu apoio ao petista. “Cleyton, minha total e irrestrita solidariedade! Conte com nosso apoio para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis e haja uma punição exemplar dos criminosos!”, disse.

Vereadores de Abreu e Lima também se posicionaram. “Cleyton, minha solidariedade está contigo neste momento difícil. Lembre-se de que você não está sozinho e que, juntos, devemos nos unir para combater o preconceito e a intolerância. A homofobia não tem lugar em nossa sociedade e é nossa responsabilidade garantir que episódios como esse nunca se repitam”, escreveu a parlamentar Milena Araújo.

O LeiaJá entrou em contato com a Polícia Civil para saber detalhes sobre a investigação, mas, em nota, a corporação disse que “até o presente momento não foram localizados registros referentes ao caso”. Também entramos em contato com Cleyton Manoel, mas ainda não obtivemos retorno. 

A madrugada deste domingo, dia 12, foi rodeado de boatos envolvendo o casamento de Ana Hickmann e Alexandre Corrêa. Os rumores falavam de uma possível agressão que o empresário teria feito contra a apresentadora. Com isso, o colunista Leo Dias entrou em contato com Alexandre para entender a situação.

Em conversa no telefone, Correa negou o fato e disse que não estava sabendo das acusações feitas na web.

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- Da onde estão tirando isso? Olha, deve ter algum equívoco aí, acho que não devem estar tratando da mesma pessoa.

E continuou:

- Eu vim para São Paulo para resolver um assunto e vou voltar para Itu amanhã cedo. Estou chegando a São Paulo.

Alexandre ainda contou que Ana estava dormindo e não iria acordá-la. A conversa teria acontecido por volta de uma da manhã.

- A Ana está dormindo. Nem posso acordá-la, ela trabalha demais. Nem vou acordá-la a essa hora, 1h da manhã para tratar de um assunto desse. Isso é fantasioso.

A apresentadora Ana Hickmann teria sido agredida pelo marido, Alexandre Corrêa, na casa onde o casal mora, localizada no município de Itú, em São Paulo. A informação foi divulgada pelo colunista Leo Dias na noite deste sábado (11).

Segundo informou o jornalista, a ocorrência aconteceu por volta das 16h30. De acordo com a imprensa paulista, Hickmann teria procurado a polícia após sofrer as agressões.

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Marido nega as acusações

Pouco depois do caso vir à tona, Alexandre Corrêa negou que teria agredido a esposa em entrevista a Léo Dias. Da onde estão tirando isso? Olha, deve ter algum equívoco aí, acho que não devem estar tratando da mesma pessoa", comentou.

Ainda segundo o jornalista, o marido de Ana Hickmann "A Ana está dormindo. Nem posso acordá-la, ela trabalha demais. Nem vou acordá-la a essa hora, 1h da manhã para tratar de um assunto desse", afirmou. Ele garantiu ainda que o caso era inventado. "Isso é fantasioso", destacou. 

O Sport se pronunciou, através de nota, sobre as agressões sofridas pelo atacante Vagner Love no embarque da delegação rubro-negra à Campinas, em São Paulo, antes do confronto contra o Mirassol, pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. No texto, o clube repudia a ação ocorrida no Aeroporto Internacional dos Guararapes, na quarta-feira (1). 

"O Sport Club do Recife lamenta as agressões sofridas pelo atacante Vagner Love durante a chegada da delegação ao aeroporto para embarque rumo à Campinas, em São Paulo, na noite desta quarta-feira (1º). O Clube repudia os atos de violência, que não são condizentes com o real comportamento da torcida rubro-negra", iniciou o clube em pronunciamento através da assessoria de imprensa.

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"O Sport aproveita também para reiterar o comprometimento e profissionalismo do atleta, exemplar no dia a dia e plenamente imbuído em alcançar os objetivos do Clube - como o faz desde que chegou -, além de fundamental para a equipe até aqui. O momento pede apoio e união de todos em prol de atingir êxito nas quatro decisões deste fim de temporada", concluiu. 

Vagner Love viveu um ano mágico no Sport no primeiro semestre. Era o principal jogador do time, destaque no Pernambucano, ao lado de Luciano Juba, e iniciou a Série B de forma avassaladora. Após agosto, caiu de rendimento e sua titularidade já começou a ficar em xeque.

O estopim veio quando Love, através de um pronunciamento junto à maioria do elenco, disse para que o torcedor do Sport que não fosse à Ilha do Retiro apoiar, ficasse em casa. Desde então, a sintonia entre o atacante e a torcida nunca foi mais a mesma.

Mais de 5 mil denúncias de maus-tratos contra idosos foram registradas no país durante o mês de outubro. No mesmo período, 11.500 vítimas foram atendidas e 182 pessoas foram presas.

Esses foram alguns dos dados da Operação Virtude, de combate à violência contra idosos, apresentados nesta terça-feira (31), pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Estatuto da Pessoa Idosa completou 20 anos em outubro.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, salientou que os números de violência contra os idosos são altos no país. Ele citou o último censo que revela que a população brasileira está, em média, cada vez mais velha. Para ele, a tendência é existirem mais ações de proteção a idosos, como a Operação Virtude.

“Vimos agora indicadores do IBGE mostrando o crescimento da faixa etária da população. Provavelmente, essas operações relativas às pessoas idosas constituem, na verdade, uma tendência”, disse.

Entre as violações registradas pela Polícia Civil que a operação buscou combater, estão: exploração, negligência e discriminação praticada contra a pessoa idosa.  

A Operação Virtude contou com apoio da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100, e da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa. 

Uma mulher de 20 anos, identificada como Amanda Oliveira, afirmou através de suas redes sociais que foi agredida pela esposa de um ginecologista durante um exame endovaginal em uma clínica no bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A violência, que foi filmada pela vítima, aconteceu na manhã da última segunda-feira (30).

No vídeo, é possível observar a agressora, que também é médica, proferindo ofensas verbais contra a paciente. Além disso, ela desfere tapas e puxa o cabelo da jovem. Segundo Amanda, o motivo da agressão foi ciúmes pelo fato dela ter sido atendida pelo esposo da agressora.

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Após a discussão, Amanda saiu do local e dirigiu-se, imediatamente, à Delegacia de Prazeres para registrar um boletim de ocorrência. Os policiais encaminharam a vítima ao Instituto de Medicina Legal (IML) para a realização do exame de corpo de delito, procedimento padrão para esses casos. 

De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, a lesão corporal já está sendo investigada, através de um inquérito policial que foi instaurado para apurar todas as circunstâncias. O caso está sob o comando da Delegacia de Prazeres.

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Em nota, a Clínica LP Saúde pediu desculpas pelo o ocorrido e afirmou que sempre preza pelo bem-estar dos pacientes. A unidade esclareceu que “não compactua com nenhum ato de violência, seja física ou verbal, e repudia veementemente as agressões cometidas”.

Ainda de acordo com a nota, a autora das agressões não trabalha na clínica. “O profissional responsável pelo atendimento já foi devidamente afastado e a segurança no local foi reforçada”.

Por fim, a clínica disse estar à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários e “compromete-se a auxiliar a paciente a promover a responsabilização cível, criminal e ética dos envolvidos”.

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Uma torcedora do Boca Juniors, que veio ao Rio de Janeiro para assistir e apoiar a equipe argentina na final da Libertadores, foi agredida por uma cadeira durante uma confusão envolvendo membros da torcida organizada do Fluminense.

O caso aconteceu na última segunda-feira (30), em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.

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A  torcedora do Boca foi socorrida e levada para o hospital próximo e está bem. De acordo com testemunhas no local, alguns torcedores do Fluminense tentaram roubar os torcedores argentinos e a polícia prendeu três suspeitos.

A final da Libertadores da América 2023 acontece no próximo sábado (4), às 17h, no Maracanã.

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