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Causador de frustração para a CBF, que o queria como treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti está bastante satisfeito com a decisão de ter ampliado seu vínculo com o Real Madrid até junho de 2026. As primeiras palavras dele após a assinatura do novo contrato foram em tom de êxtase e celebração, direcionadas ao elenco e à torcida com a qual construiu uma relação das mais sólidas em meio às muitas conquistas alcançadas como condutor do esquadrão merengue.

"É um dia muito feliz. Estou muito feliz por continuar sonhando neste clube, com esses torcedores e esses jogadores. É um dia que tenho que marcar no calendário porque é um dia feliz", disse o treinador italiano em entrevista à Real Madrid TV. "Renovei porque a equipe teve sucesso nos últimos anos e este ano também está tendo sucesso", completou.

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Não foi apenas o sucesso que o convenceu a ficar. Durante a entrevista, Ancelotti destacou também o ambiente do clube e o quanto se sente à vontade lá dentro, cenário que atribuí, principalmente, aos esforços do presidente Florentino Pérez e à postura dos jogadores no dia a dia.

"O Real Madrid é, acima de tudo, uma família para mim. O ambiente que este clube gera à sua volta é muito familiar, a começar pelo presidente. Cada um de nós traz à tona o que há de melhor porque trabalhamos em ambiente familiar", afirmou. "Obviamente agradeço ao clube pela renovação, mas também aos jogadores, que mostram uma atitude extraordinária", completou.

Florentino Pérez, aliás, esteve no treinamento do Real neste sábado, um dia depois do anúncio da renovação de Ancelotti. Durante a visita, distribuiu abraços a todo o elenco e também ao treinador, a quem parabenizou e agradeceu pela decisão de dar sequência ao trabalho vitorioso construído em Madri.

Caso a renovação não tivesse saído, a principal opção para o técnico italiano seria a seleção brasileira. A CBF esperava assinar um pré-contrato com ele em janeiro, quando restariam seis meses para o fim do vínculo anterior com o Real Madrid. Até por isso, o atual treinador do Brasil, Fernando Diniz, tem contrato apenas até junho de 2024. Ednaldo Rodrigues, presidente afastado da CBF, chegou a garantir que Ancelotti seria o novo comandante da seleção. No último dia 7, Rodrigues foi destituído por causa de irregularidades apontadas em sua eleição, em 2022, situação que forçou a convocação de uma nova escolha de presidente da entidade, ainda sem data marcada, mas prevista para janeiro.

O técnico italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid, afirmou nesta sexta-feira (8) que "não precisa de dinheiro" ao ser perguntado sobre se aceitaria uma proposta do futebol da Arábia Saudita. 

O futuro do multicampeão tem sido alvo de inúmeros rumores nos últimos meses, como de uma possível renovação com os merengues até assumir o cargo de técnico da seleção brasileira.

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Na coletiva de imprensa, "Carletto" brincou com os jornalistas presentes ao dizer que "iria a pé" ao país do Oriente Médio se tivesse recebido uma oferta de 500 milhões de euros, como aconteceu com o golfista espanhol Jon Rahm. 

Após a brincadeira, Ancelotti afirmou que o mundo do futebol está mudando e negou sua ida para um clube saudita. 

"Estou brincando. Eu não preciso de dinheiro. O mundo está mudando e continuará mudando, nada me surpreende agora", afirmou o treinador. 

Na contramão de Ancelotti, o técnico Roberto Mancini trocou a seleção da Itália para liderar a Arábia Saudita, tornando-se o comandante mais bem pago do mundo.

Da Ansa

O técnico Carlo Ancelotti negou mais uma vez que tenha um acordo com a CBF para assumir o comando da seleção brasileira ao fim de seu contrato com o Real Madrid, válido até o meio de 2024. O assunto surgiu durante entrevista do treinador italiano a um programa esportivo da Rai Rádio 1, da Itália, e foi tratado por ele como um boato. "São rumores, especulações. Estou me sentindo muito bem no Real Madrid do jeito que as coisas estão. Começamos a temporada de forma excelente e queremos manter o nível", disse.

Ancelotti já foi questionado em diversas oportunidades sobre o Brasil e nunca confirmou qualquer tipo de contato com a CBF, contradizendo o presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, que já disse ter tudo acertado com o técnico. Em julho, após a coletiva de apresentação de Fernando Diniz como interino, Ednaldo foi cercado por jornalistas e, ainda que tenha sido evasivo, disse com todas as letras que "ele (Carlo Ancelotti) vai estar, pode ter certeza". Diniz, que vem comandado a seleção em paralelo ao Fluminense, tem contrato até julho de 2024.

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A pauta voltou a esquentar publicamente na quarta-feira, por causa de uma fala curiosa em homenagem feita ao treinador do Real Madrid na Universidade de Parma, onde ele recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Ciências e Técnicas de Atividades Motoras Preventivas e Adaptadas. Na ocasião, o reitor da instituição, Andrei Paolo, discursou e citou a ida de Ancelotti para a seleção brasileira como algo concreto.

"Em 2024, Carlo Ancelotti tem uma aventura extraordinária que seria apenas um sonho para muitos treinadores: treinar o Brasil. É o primeiro estrangeiro dos últimos 60 anos que dirigirá a seleção e o quarto em toda a história. A admiração que sentimos por ele é generalizada e vai além de qualquer lugar ou time. Será o último prêmio que Carlo entregará", disse Paolo.

Além disso, um release distribuído à imprensa pela universidade descrevia o técnico como "atualmente no comando do Real Madrid e em 2024 treinador da seleção brasileira". Ao discursar, Ancelotti não tocou no assunto.

Sob o comando de Diniz, enquanto aguarda o italiano, a seleção empatou por 1 a 1 com a Venezuela, em Cuiabá, quinta-feira, pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo. Em segundo lugar da classificação, com sete pontos, o Brasil volta a campo nesta terça-feira para enfrentar o Uruguai, às 21 horas, no Estádio Centenário, em Montevidéu.

O técnico Carlo Ancelotti garantiu que Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, não se tornará jogador do Real Madrid na atual janela de transferências. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, véspera do embate com o Celta de Vigo, marcado para sexta, o italiano foi questionado sobre o assunto, uma das maiores especulações do mercado na Europa, e foi direto na resposta.

"Descarto cem por cento", afirmou Ancelotti. O interesse do clube madridista em Mbappé é antigo, e a situação vivida pelo astro francês nos últimos meses esquentaram as especulações de que a concretização do sonho merengue estaria próxima. O atacante não quis ativar a cláusula de renovação automática de seu contrato com o PSG, que acaba no meio do ano que vem, e chegou a ser afastado, mas houve uma reviravolta.

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Mbappé, que deseja cumprir o vínculo até o final, foi reintegrado ao elenco e já está atuando normalmente com os demais companheiros. A principal preocupação da diretoria parisiense é perder uma das maiores estrelas do futebol sem receber nenhuma compensação financeira, uma vez que o jogador pode assinar pré-contrato com qualquer clube a partir do final deste ano. Por isso, o clube considera negociá-lo na atual janela de transferência, que se encerra daqui a pouco mais de uma semana, dia 1º de setembro. A possibilidade, portanto, está enfraquecida.

De acordo com a imprensa europeia, o PSG chegou a abrir negociações com o Al-Hilal para vender Mbappé, mas o jogador não aceitou a proposta, diferentemente de Neymar, principal estrela contratado pelo clube saudita. A força do mercado do mundo árabe, aliás, foi outro assunto tratado por Ancelotti na coletiva. Apesar dos valores astronômicos que estão sendo oferecidos, ele não teme perder jogadores para times da Arábia Saudita, embora ache necessária uma regulação.

"Acredito que nosso elenco está fechado e que todos os jogadores estão focados nesta temporada. Alguém pode mudar de ideia, não sei, mas não tenho medo disso. O futebol da Arábia oferece muito mais dinheiro do que o europeu, é um fato. Está acontecendo. Que cada um decida o que quer. É claro que os organismos internacionais têm que avaliar bem este tema e tomar as decisões necessárias para equilibrar um pouco o mercado", afirmou.

O treinador também confirmou que o goleiro Kepa, contratado por empréstimo junto ao Chelsea, após lesão de Courtois, fará sua estreia no duelo com o Celta de Vigo. "Sim, vai ser ele", disse. "Nós vamos para o jogo com a expectativa de continuar com o bom desempenho das primeiras partidas. A equipe está bem", completou.

O técnico Carlo Ancelotti, do Real Madrid, comentou as especulações sobre uma possível transferência de Kylian Mbappé do Paris Saint-Germain para o time espanhol agora. O treinador italiano minimizou as chances de contar com o reforço do atacante francês para a sequência da temporada e exaltou a "qualidade física e técnica fantástica" do atual elenco merengue. Vinícius Júnior é um dos principais jogadores do time espanhol.

"O elenco é muito bom. Estamos completos", disse Ancelotti a repórteres após a vitória por 2 a 0 no amistoso com o Manchester United, no NRG Stadium, em Houston, no Texas. "Temos um time sem ego, isso é o mais importante para mim, o mais fácil de administrar no vestiário", afirmou o italiano.

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O impasse sobre o futuro de Mbappé continua. O jogador já avisou à diretoria do PSG que não irá renovar o seu contrato, que vai somente até julho de 2024. O problema é que o clube corre o risco de perder o atleta de graça. Isso porque ele pode assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe a partir de janeiro, quando faltar seis meses para o fim do seu atual vínculo. Os franceses acreditam que o atacante tem um acordo para atuar no Real Madrid, que já fez propostas pelo atleta no passado, mas agora não deve abrir a carteira para assinar com o jogador.

O PSG já recebeu o interesse de vários clubes por Mbappé, mas a única proposta oficial até o momento é a do Al-Hilal, da Arábia Saudita, no valor de 300 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão pela cotação atual). Porém, segundo o jornal L’Equipe, o atacante não quis se reunir com dirigentes sauditas porque não pretende atuar no Oriente Médio. Recentemente, uma série de estrelas do futebol europeu desembarcou no reino árabe, como Cristiano Ronaldo, Karim Benzema, Roberto Firmino e N’Golo Kanté.

Diante da incerteza a respeito de seu futuro, o atacante de 24 anos não acompanhou o restante do elenco no último sábado, em viagem ao Japão, onde o time fará uma turnê de pré-temporada. Na terça-feira, o PSG empatou sem gols contra o Al-Nassr, clube saudita que contratou Cristiano Ronaldo em dezembro e deu início a uma nova era de contratações galácticas ao futebol do país.

Antes de Mbappé, o Al-Hilal já havia tentado contratar Lionel Messi, que preferiu assinar com o Inter Miami, dos Estados Unidos, ao fim de seu vínculo com o PSG. O argentino estreou há cerca de uma semana e, com apenas dois jogos, já tem três gols pelo time americano. O Real Madrid, por sua vez, contratou o volante inglês Jude Bellingham, o atacante espanhol Joselu, o lateral Fran Garcia e os meias Arda Guler e Brahim Díaz. Existe, ainda, a expectativa de que Carlo Ancelotti assuma a seleção brasileira ao fim de seu vínculo com time merengue, em julho de 2024.

O técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti, se irritou ao ser questionado sobre sua possível contratação para a seleção brasileira e disse que não vai mais falar sobre esse assunto.

Em pré-temporada com os merengues nos Estados Unidos, o italiano deu uma breve coletiva de imprensa na beira do gramado e não confirmou a informação divulgada pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, de que ele será o treinador da equipe canarinho a partir da metade de 2024.

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"Vamos tirar isso da frente no primeiro dia. Eu nunca vou falar sobre o Brasil, sobre o que aconteceu, sou treinador do Real Madrid e não vou falar nunca mais sobre esse assunto", afirmou Ancelotti.

Ao ser questionado se o clube espanhol poderia oferecer uma renovação caso tenha uma boa temporada, o italiano desconversou: "Não tenho pressa para renovar porque tenho contrato até 30 de junho de 2024, a confiança neste clube é total.

 

Vamos ver o que acontece".

No início de julho, a CBF anunciou a contratação de Fernando Diniz, do Fluminense, para treinar a seleção até junho de 2024 e fazer a "transição para Ancelotti", segundo palavras do próprio Ednaldo Rodrigues.

O cartola, no entanto, nunca esclareceu se a CBF já está de fato acertada com o técnico italiano ou se trata-se apenas de uma expectativa.

O técnico Carlo Ancelotti desconversou sobre seu acerto para treinar a seleção brasileira em 2024 e disse que não iria mais falar o assunto. Nesta quinta-feira (20), em coletiva de imprensa no Real Madrid, ele reafirmou que vai cumprir seu contrato com o clube espanhol, que dura até o ano que vem.

Até lá, o Brasil será comandado por Fernando Diniz de maneira interina. Ele vai acumular funções no Fluminense. “Eu nunca vou falar de Brasil. Sou técnico do Real Madrid e vou ficar. Eu não falarei sobre este assunto mais. Eu tenho contrato e vou seguir com isso. Vamos ver no ano que vem o que acontece", disse Carlo Ancelotti

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O Real Madrid disputará quatro amistosos este mês, nos EUA: Milan, Manchester United e Barcelona. No dia 2 de agosto, o time espanhol joga contra a Juventus, em Orlando.

Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid e acertado com a CBF para assumir a seleção brasileira, virou alvo de uma apuração do Ministério Público da Espanha por ter chamado a torcida do Valencia de racista. Ele foi denunciado pela Associação de Pequenos Acionistas do Valencia (APAVCF), que defende os interesses de acionistas, associados e torcedores do clube e sentiu-se ofendida.

A fala de Ancelotti ocorreu após um dos vários ataques racistas sofridos pelo atacante Vinícius Júnior, dessa vez em derrota por 1 a 0 do Real Madrid para o Valencia, no Estádio Mestalla. O brasileiro adotou uma postura combativa e foi responsável por desencadear uma discussão pública sobre o racismo no futebol espanhol e até sobre mudanças na lei do país. Depois da partida, o treinador italiano disse que o "estádio inteiro gritou ‘macaco’", o que incomodou parte da torcida valenciana.

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"Não quero falar de futebol. Vocês querem falar de futebol? Foi mais que uma derrota. Não parece? Eu sou muito calmo, mas aconteceu algo que não pode acontecer. Um estádio gritando ‘macaco’ a um jogador, e um treinador pensar em ter que tirá-lo por isso. Algo está muito errado nesta liga. Nada acontece", afirmou um irritado Ancelotti na ocasião, durante entrevista pós-jogo.

Depois disso, em outra entrevista, o técnico merengue se retratou. "Peço desculpas, não eram 46 mil (gritando ‘macaco), mas também não eram apenas um ou dois", afirmou. Também disse que "a Espanha não é racista, mas há, sim, racismo na Espanha", frase relacionada a uma declaração de Vini Jr., que disse que o país está sendo visto mundialmente como uma nação racista.

Apesar do pedido de desculpas de Ancelotti, APAVCF não recuou e manteve a denúncia. "Ele tratou um estádio inteiro com 46.002 espectadores como racista perante à mídia presente na sala de imprensa do Mestalla", disse a associação, em comunicado. "A denúncia apresentada decorre dos enormes prejuízos que foram causados ??ao clube e aos adeptos. As declarações feitas e o fato de todo o Mestalla ter sido tratado como racista, completamente falsas, ultrapassou fronteiras". Agora, cabe à Justiça espanhola decidir se enquadra ou não a fala do treinador como algum tipo de injúria.

REAPRESENTAÇÃO

Ancelotti iniciou nesta segunda-feira a pré-temporada 2023/2024 com o Real Madrid. A grande novidade foi a presença do meia inglês Jude Bellingham, ex-Borussia Dortmund, principal reforço contratado pelo clube na atual janela de transferências. Ele foi o primeiro a chegar e realizou exames médicos, assim como o atacante Brahim Díaz, de volta após empréstimo ao Milan, e a promessa turca Arda Güler, de 18 anos.

Boa parte do elenco ainda não se apresentou, pois muitos jogadores atuaram por suas seleções na Data Fifa do início deste mês, após o fim da temporada de clubes na Europa. É o caso dos brasileiros Vinícius Júnior, Rodrygo e Eder Militão, que, a partir de 2024, devem ser treinados por Ancelotti também na seleção brasileira. Embora o italiano não tenha tratado do assunto publicamente, a CBF confirma que ele comandará o Brasil a partir do meio de 2024, quando termina seu contrato com o Real. Até lá, Fernando Diniz trabalhará como interino, dividido com sua função de técnico do Fluminense.

Segundo o jornal espanhol Mundo Deportivo, a saída de Carlo Ancelotti já está sendo preparada e Zidane deverá ser o novo treinador do Real Madrid. A publicação feita neste domingo (25) aponta que o francês é o franco favorito para assumir o time a partir de 2024. 

Zinedine Zidane saiu do Real Madrid em 2021 e desde então não assumiu o comando de nenhuma equipe. Em Madrid, Zidane venceu três Liga dos Campeões seguidas no comando da equipe, além de dois Campeonatos Espanhóis, duas Supercopas da Espanha, duas Supercopas da Europa e dois Mundiais de Clubes.

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Zidane também tem interesse de outros clubes como Bayern de Munique e PSG, mas tudo indica que ele é o nome forte para ser o novo treinador do Real Madrid quando Ancelotti deixar o time para assumir a seleção brasileira em 2024.

O ex-treinador e atual coordenador técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, disse em entrevista ao podcast ticaracacast nesta terça-feira (20), que enxerga o atual treinador da equipe paulista, Dorival Júnior com o mesmo perfil do novo treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti.

Muricy ironizou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, e questionou o conhecimento dele de futebol: “A gente vê o presidente falar aí, não sei se ele entende muito de futebol, mas a gente vê ele falar que ele quer um cara igual o Ancelotti. Paizão, mais sossegado, que ajeita direitinho o lugar, o time e tudo mais”, disse.

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“Quem é o cara parecido com o Ancelotti aqui no Brasil? Dorival, pô. Só que a gente não vai deixar (ele ir para a seleção). Inclusive, falei com ele esses dias para não aceitar. Esquece essa p**** de seleção. Deixa o Ancelotti lá.", completou Muricy.

Hoje no comando do Real Madrid, o italiano Carlo Ancelotti deve ser contratado como novo treinador do Brasil, mas só assumirá o cargo em 2024. Algumas pessoas acreditam que ele será o primeiro técnico estrangeiro da seleção brasileira, mas a verdade é que o primeiro 'forasteiro' à frente da amarelinha foi o uruguaio Ramón Platero, em 1925.

Já o segundo estrangeiro a treinar a seleção foi o português Jorge Gomes de Lima, o Joreca, que chegou ao comando em 1943. Ele ganhou destaque no comando do São Paulo, na temporada anterior, e acabou assumindo o posto que estava vago e foi dividido entre ele e o ex-Flamengo Flávio Costa.

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E em 1965, o argentino naturalizado brasileiro Filpo Nuñez, assumiu o comando da seleção brasileira. De lá para cá, são 58 anos seguidos com brasileiros sendo escolhidos para treinar o Brasil. Vale pontuar que a seleção nunca jogou uma Copa do Mundo sob o comando de um estrangeiro.

A CBF está otimista quanto a uma resposta positiva de Carlo Ancelotti. Embora o treinador não possa assinar um contrato com a seleção brasileira porque ainda tem vínculo com o Real Madrid, a entidade avançou na negociação com o italiano e confia que, em breve, o acordo será concluído.

Existe um clima de otimismo dentro da CBF que se intensificou depois de dois encontros do presidente Ednaldo Rodrigues com Ancelotti na semana passada, na Espanha, onde a seleção brasileira derrotou Guiné por 4 a 1 em amistoso no último sábado. As conversas entre as partes começaram no início do ano, quando Tite já não era mais oficialmente o técnico.

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Segundo pessoas ligadas à CBF relataram ao Estadão, após os últimos encontros "as coisas estão muito bem encaminhadas" e "avançaram bastante nos últimos dias". Só não há a oficialização do acordo no momento por questões legais.

Ancelotti tem contrato com o Real Madrid até junho de 2024 e só pode assinar um pré-contrato com outro clube ou seleção seis meses antes de seu vínculo com o time espanhol terminar. Mas a CBF entende ter garantias suficientes de que será ele o novo treinador do Brasil.

Os atletas gostam do veterano treinador de 64 anos e, em conversa com Ednaldo, aprovaram o nome do italiano, que comanda Vini Jr, Rodrygo e Éder Militão no Real Madrid e dirigiu muitos outros brasileiros no passado, como Cafu, Kaká e Ronaldo. Os jogadores consideram o comandante um profissional competente e também um "paizão", capaz de dominar como poucos o vestiário.

Ednaldo, que nunca escondeu que Ancelotti é seu plano A, quer dar um panorama da situação até o dia 30 deste mês, mas por ora tem repetido que "o técnico da seleção é Ramon Menezes". O interino, que é treinador da seleção sub-20, já comandou a seleção em dois amistosos. O plano é que, enquanto não pode assumir o Brasil, Ancelotti indique um profissional de sua confiança para trabalhar com Ramon e adiantar a transição.

Sem Ancelotti oficialmente no cargo, o Brasil tem seis partidas agendadas neste ano das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Em 2024, já há quatro amistosos confirmados, dois em março e outros dois em junho. A ideia, até lá, é que o italiano esteja no comando. Em junho a equipe disputa a Copa América, nos Estados Unidos.

A seleção brasileira volta a campo nesta terça-feira para mais um amistoso, desta vez contra Senegal, em Lisboa, Portugal.

A seleção brasileira masculina está mais próxima de seu novo comandante. Após a saída de Tite, com o tropeço na Copa do Mundo do Catar, a CBF demorou, mas confirmou que Carlo Ancelotti será o próximo comandante da equipe nacional. A informação foi dada pela TV Globo durante a transmissão do amistoso entre Brasil e Guiné, neste sábado.

Segundo a emissora, a CBF fará o anúncio oficialmente no próximo dia 30. Ainda não foram divulgadas maiores informações, como o contrato como experiente técnico, quando irá assumir a seleção e nem quem irá compor sua comissão técnica.

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Um estrangeiro assumir o time do Brasil é um sonho antigo. Pep Guardiola, o atual técnico campeão da Liga dos Campeões com o Manchester City, já teve seu nome especulado anteriormente. O italiano Ancelotti, de 64 anos, chega para então preencher esta vaga. Em seu currículo, ganhou a Liga dos Campeões com o Real Madrid nas temporadas 2013/14 e 2021/22 e com o Milan nas temporadas 2002/03 e 2006/07, além de outros títulos também importantes por equipes europeias igualmente grandes.

Assim como no atual momento da seleção brasileira, o Real Madrid também passa por reformulação. O time espanhol anunciou recentemente a saída de importantes nomes do elenco, como Karim Benzema, Eden Hazard e Marco Asensio. Ancelotti, entretanto, assumiria a seleção brasileira somente a partir de julho de 2024, quando acaba seu contrato com a equipe merengue.

A Confederação Brasileira de Futebol ainda não desistiu de ter Carlo Ancelotti como treinador da seleção brasileira, mesmo com o técnico afirmando que seu desejo é permanecer no Real Madrid. A CBF, no entanto, espera ainda dar uma última cartada. 

A ideia é usar a preparação para o amistoso com a Guiné, que acontece na Espanha, na próxima semana, para a última rodada de negociações em busca de ter o italiano à frente da seleção brasileira. Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, e Carlo Ancelotti vão se reunir nessa data.

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Após a reunião, a CBF deve tomar um passo adiante, ou para definir Ancelotti como novo treinador, ou para ir em busca de um plano B. A seleção está, desde o fim da Copa do Mundo, em dezembro de 2022, sem técnico.

Principal alvo da CBF para comandar a seleção brasileira, o técnico Carlo Ancelotti continua sem considerar a possibilidade de deixar o Real Madrid, ao menos em suas declarações públicas. Após a eliminação nas semifinais da Liga dos Campeões com uma surpreendente goleada por 4 a 0 sofrida diante do Manchester City, na quarta-feira, o italiano citou Florentino Pérez, presidente do clube merengue, para explicar que pretende continuar o trabalho.

"Ninguém duvida porque o presidente foi bastante claro (sobre a minha permanência), falou há 15 dias, então ninguém duvida", afirmou Ancelotti, lembrando a declaração dada por Pérez há duas semanas. "Não quero mais falar sobre isso. Ele (Ancelotti) tem contrato e estamos felizes", afirmou o dirigente madrilenho na ocasião.

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Durante a coletiva no Etihad Stadium, onde o Real sofreu a amarga derrota, o treinador mostrou que já está pensando em objetivos para a próxima temporada. "Acredito que nosso elenco foi muito bem. E sobre esta temporada, a próxima será melhor", afirmou. "Temos que aceitar também, esta derrota é só um passo para tentar ser melhor no próximo ano", concluiu.

O contrato de Ancelotti com o Real Madrid termina apenas no fim da próxima temporada, em junho de 2024, mas a CBF tem esperança de tirá-lo do clube. O presidente Ednaldo Rodrigues falou, em entrevista recente, que esperaria até o início de junho para ter uma "posição mais clara" sobre o novo treinador da seleção brasileira.

A final da Liga dos Campeões será no dia 10 de junho e havia a possibilidade de que o Real estivesse nela, mas isso não se concretizou. Com a eliminação nas semifinais, a temporada está praticamente encerrada para o time, pois o Campeonato Espanhol já foi vencido pelo Barcelona de forma antecipada.

O técnico Carlo Ancelotti começou a se mostrar incomodado com as perguntas sobre um possível acerto entre ele e a seleção brasileira em um futuro próximo. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o treinador, que está focado na disputa das semifinais da Liga dos Campeões com o Real Madrid, respondeu de forma objetiva, mas sorrindo, quando questionado mais uma vez sobre o assunto. Dessa vez, a pauta foi o prazo estabelecida pela CBF para esperá-lo.

"Já disse que não falo do meu futuro. Mas, respondo que a data limite é uma bobagem. Mas não falo do meu futuro. Não há data limite porque não falei com ninguém. Novamente, não falo do meu futuro", afirmou o treinador, que indicou não ter recebido nenhum convite da CBF, ao ser questionado sobre o tema.

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Na semana passada, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, afirmou que iria procurar Carlo Ancelotti e pretendia ter uma "situação mais clara" sobre o novo técnico da seleção brasileira até o dia 25 de maio, quando acontecerá a próxima convocação.

O italiano tem contrato com o Real Madrid até 2024 e não deve falar sobre o assunto até o término da temporada, como deixou claro muitas vezes em coletivas. As semifinais diante do Manchester City serão realizadas nos dias 9 e 17 de maio. A final do torneio será no dia 10 de junho.

A CBF não descartou rever a decisão e adiar a data limite, mas o presidente Ednaldo Rodrigues garantiu que tem trabalhado também com um plano B. "Tenho sempre um plano B, mas não é a escolha do presidente. A partir do momento que a gente tem um compromisso com toda a sociedade brasileira, a gente tem que ouvir também os clamores tanto de vocês da imprensa, quanto da sociedade. Isso também nos norteia. Portanto, esse plano B eu só quero colocar em prática a partir do momento que o plano A não dê certo", disse Ednaldo Rodrigues, na terça-feira passada.

Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, confirmou que Carlo Ancelotti, atual treinador do Real Madrid, é o principal candidato para assumir o comando da seleção brasileira. A declaração foi dada logo após o Brasil perder do Marrocos por 2 a 1 em amistoso. A equipe foi dirigida por Ramon Menezes.

"Ancelotti é unanimemente respeitado entre os jogadores. Não apenas Ronaldo Fenômeno ou Vinicius Junior, mas todos que jogaram sob o seu comando. Eu o admiro muito pela honestidade na forma como trabalha e pela constância do seu trabalho. Não precisa de apresentações. É mesmo um treinador top, que tem várias conquistas e esperamos que possa ter ainda mais", afirmou Ednaldo Rodrigues à agência Reuters.

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O presidente declarou ainda que Ancelotti não é apenas unanimidade na CBF, mas sim entre os brasileiros, que estão pedindo pela contratação do italiano.

"Ancelotti não é apenas o favorito dos jogadores, mas também dos torcedores. Em todos os lugares que vou no Brasil, em todos os estádios, ele é o primeiro nome que os torcedores me perguntam. Eles falam dele de forma muito carinhosa, em reconhecimento a um trabalho exemplar que tem feito em sua carreira. Vamos ter fé em Deus, esperar o momento oportuno e vamos ver se conseguimos na busca do novo técnico da seleção brasileira", disse.

Ednaldo afirmou ainda que a meta da CBF é anunciar um novo treinador até junho. A seleção brasileira está sem um técnico desde quando terminou a Copa do Mundo. Na ocasião, Tite se despediu com a eliminação para a Croácia.

"Seremos muito éticos na nossa abordagem e respeitamos os contratos que estão em vigor. Também respeitamos muito o trabalho que é feito por qualquer treinador e seu clube, para fazer qualquer tipo de abordagem. Seria uma falta de respeito para o presidente dos clubes em questão. Precisamos de um técnico que tenha o respeito e a admiração dos jogadores", disse.

Até o momento, o Brasil segue sem um próximo adversário definido. As Eliminatórias para a Copa do Mundo começam apenas em setembro. Além de Ancelotti, outros nomes estão entre os cotados, a exemplo de Pep Guardiola, Fernando Diniz e Abel Ferreira.

Mais de três meses após o fracasso na Copa do Mundo do Catar, e oficialmente há mais de dois com o cargo vago desde que Tite assinou a rescisão de seu contrato, a seleção brasileira segue em busca de um novo treinador. No sábado, caberá ao interino Ramon Menezes comandar o Brasil no amistoso com o Marrocos, na cidade de Tanger. E só no mês que vem a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deverá apresentar uma proposta oficial para os favoritos ao cargo.

O foco principal do presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, é Carlo Ancelotti, do Real Madrid. O nome do italiano começou a ser especulado ainda no fim do ano passado, mas nunca foi confirmado por Ednaldo - nem o dele, nem o de nenhum outro.

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Por trás do silêncio do cartola está a cautela, e ela se sustenta em duas frentes. Uma delas está na preocupação em não causar nenhum embaraço com o treinador que está em vista ou com o clube no qual ele está empregado. A outra é se precaver para o caso de insucesso na negociação.

ANCELOTTI É VIÁVEL?

Carlo Ancelotti, por exemplo, tem mais um ano de contrato com o Real Madrid. O clube está prestes a disputar as quartas de final da Uefa Champions League e, ainda que esteja distante da liderança, também tem alguma chance de conquistar o Campeonato Espanhol. Assim, o treinador dificilmente irá abrir negociações com a CBF antes de ter a temporada atual definida - a decisão da Liga dos Campeões é em 10 de junho.

Ednaldo também já demonstrou preocupação em não antecipar etapas. Quando o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo, nas quartas de final diante da Croácia, o dirigente voltou ao Brasil com a delegação e não falou sobre a demissão de Tite até que o treinador retornasse das férias, em meados de janeiro - a legislação trabalhista impede demissão durante o período de férias. Agora, antes de abrir negociação com Ancelotti, o presidente da CBF quer se encontrar com dirigentes do Real Madrid para manifestar seu interesse.

O mesmo pensamento vale para outro técnico que está no radar: o português José Mourinho, da Roma. Assim como Ancelotti, ele tem contrato até meados de 2024 e uma saída agora demandaria quebra de acordo.

NO FIM DA LISTA

Nomes como o francês Zinédine Zidane e do espanhol Luis Enrique também já foram citados como possíveis substitutos de Tite. E há ainda outros dois estrangeiros que se colocaram à disposição para treinar o Brasil: o português Jorge Jesus, cujo contrato com o Fenerbahçe, da Turquia, não deverá ser renovado; e o alemão Joachim Löw, o técnico que infligiu o 7 a 1 na seleção na Copa do Mundo de 2014.

Nenhum desses quatro, porém, estão entre os preferidos na CBF. Prova disso é que, à exceção de Jesus, os outros três estão desempregados e já poderiam ter sido contratados para o amistoso do próximo final de semana, o que acabou não acontecendo. O português, por sua vez, vem de uma sequência de resultados ruins e não é mais o grande nome que era em 2019, quando fez sucesso no Flamengo.

Dentre os que atuam no Brasil, Abel Ferreira e Fernando Diniz são dois treinadores que tiveram seus nomes associados à seleção, mas nenhum deles ocupa o topo da lista entre os favoritos.

VIAGEM

No início de abril, Ednaldo Rodrigues irá à Europa para cumprir uma agenda pública - acompanhar a Finalíssima, entre as seleções femininas de Brasil e Inglaterra - e outra nem tanto: tentar avançar na contratação de Ancelotti e, eventualmente, visitar outros clubes para além do Real Madrid.

Mesmo que até lá o time de Madri ou qualquer outro ainda estejam disputando suas competições com chances de título, Ednaldo terá o tempo a seu favor. Isso porque na semana passada a Fifa e a Conmebol confirmaram o início das Eliminatórias Sul-Americanas apenas para setembro. Assim, a data Fifa de junho será destinada apenas para amistoso, e jogar uma ou duas partidas mais uma vez com um interino deixou de ser problema.

Com os três meses adicionais até o início do qualificatório para a Copa do Mundo, a CBF poderá aguardar o término da temporada europeia para anunciar o novo técnico da seleção brasileira. Ancelotti é o favorito.

Após a eliminação do Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões, jornais espanhóis, como o 'Marca' e o 'As', levantaram especulações sobre movimentações do Real Madrid nos bastidores para ter Mbappé como reforço em 2024. O assunto foi levado a Carlo Ancelotti, treinador do Real Madrid, em coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira, e ele se negou a comentar.

"É uma pergunta que você pode me fazer hoje, em três dias, em dois meses, mas é uma pergunta que eu nunca vou responder", afirmou o técnico italiano, que teve de lidar com questionamentos parecidos no fim da temporada passada, quando o Real Madrid fez forte investida para tentar contratar o astro francês.

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Na época, a imprensa espanhola apontava enorme possibilidade de que Mbappé aceitasse a proposta do clube madrilenho. Então, Nasser Al Khelaifi, presidente do PSG, entrou em ação e ofereceu uma renovação de vínculo com valores astronômicos.

Segundo o jornal 'Le Parisien', o atacante pode acumular cerca de 630 milhões de euros (R$ 3,4 bilhões na cotação atual) se cumprir as três temporadas previstas pelo contrato. Além disso, o mesmo veículo divulgou que o clube deu carta branca ao atleta para que ele indicasse todas as suas preferências, inclusive podendo apontar companheiros de elenco que gostaria de ver fora do vestiário.

Apesar do contrato muito vantajoso que Mbappé tem em mãos no PSG, novas especulações sobre uma possível transferência para o Real Madrid surgiram nesta semana. A imprensa espanhola diz que a diretoria merengue busca um sucessor para Benzema, que foi essencial na temporada passada, mas está com 35 anos e vem convivendo com uma série de lesões.

De acordo com o 'Marca', Mbappé teria se arrependido da decisão de continuar em Paris e chegou a entrar em contato com dirigentes do Real Madrid para manter as portas abertas em um futuro breve. O 'As', por sua vez, afirma ter apurado que o time de Madri só fará uma investida caso tenha a possibilidade de trazer o atacante francês sem custos de transferência.

Especulado como um dos nomes possíveis para assumir o comando técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti revelou que o assunto é tocado nos bastidores do Real Madrid, mas apenas como forma de brincadeira. De acordo com o italiano, que já negou muitas vezes estar conversando com a CBF, os jogadores brasileiros do elenco costumam fazer piadas sobre a situação.

"Eles fazem piadas, não me perguntam sobre isso", disse o treinador durante coletiva de imprensa nesta terça-feira, antes do duelo de quarta com Elche, pelo Campeonato Espanhol. "Eles riem disso, mas não conversamos sobre o assunto. Temos amizade entre nós, por isso eles riem, fazem piadas. Mas a realidade é diferente. Como eu disse, meu contrato vai até 2024", completou.

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Hoje, os brasileiros do Real Madrid são o zagueiro Éder Militão e os atacantes Rodrygo e Vinícius Júnior, nomes que fizeram parte do último ciclo da Copa do Mundo e estiveram no Catar sob o comando de Tite, que deixou o comando ao final de seu contrato. Desde então, a CBF busca um nome para substituí-lo, em meio a muitas especulações. Muito se discute sobre trazer ou não um treinador estrangeiro.

Na sexta-feira passada, a ESPN Brasil informou que Ancelotti teria dado sinal positivo para treinar o Brasil nos próximos três anos. Tanto o treinador quanto a CBF desconversaram sobre o tema. "Seleção brasileira? Minha situação é muito clara, tenho contrato (com o Real Madrid) até 2024?, disse o treinador, na ocasião. A CBF, por sua vez, divulgou uma nota negando a informação e afirmou que "o assunto é tratado de forma transparente e que o técnico escolhido será anunciado no momento oportuno".

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