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A versão 2022 dos principais jogos de futebol mundiais promete muito para os fãs. Moldando sua nova versão para os consoles PS5 e Xbox Series S/X, os games terão mudanças necessárias e outras inovadoras que poderão ser conferidas em seus lançamentos. O FIFA e o Efootball (antigo PES ou Wining Eleven) devem chegar às lojas em outubro.

Confira as novidades de cada jogo:

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FIFA

Com as críticas a sua jogabilidade aumentando a cada ano, o EA Sports produziu um game com ampla modificação nessa vertente, principalmente para quem jogar no PS5 e Xbox Series S/X, já que haverá inclusão do HyperMotion, que dará mais mobilidade aos jogadores, tornando tudo mais natural e realista.

Para criar o HyperMotion, foi registrado em campo, o movimento de 22 jogadores reais durante uma partida, para transcrever os movimentos em novas animações dentro do jogo. Como resultado, a própria inteligência artificial do game foi melhorada, para que consiga prever com mais precisão os movimentos do adversário e posicionar os jogadores em campo de maneira parecida com a da realidade.

Uma das principais falhas para os jogadores nos últimos anos é o comportamento do goleiro e a EA ouviu as críticas e os melhorou, fazendo com que as defesas sejam mais confiáveis.

Estimativa de preço: De R$ 298 à R$ 499

Confira o trailer:

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eFootball

Além da mudança no nome, a nova versão do antigo PES (Pro Evolution Soccer) traz mudanças drásticas, inicialmente, tornando o jogo grátis, com apenas algumas DLC’s pagas para jogar modelos específicos do game, como a Master League ou o Rumo ao Estrelato.

O eFootball também apostará em um novo motor paro o jogo, o Unreal Engine 4, tentando desenvolver uma multiplataforma que consiga rodar em todos os consoles, recentes, antigos e dispositivos móveis, o mobile.

As informações sobre a jogabilidade são poucas, mas no teste beta, lançado em junho, para testar o suposto novo servidor online do jogo, foi possível observar um jogo mais cadenciado e com menos velocidade nas corridas, tendo como prioridade passes curtos.

O lançamento do novo game terá apenas partes do tradicional jogo disponível, como MyClub, Divisões Online, Torneios Online, Lobby de Amistoso x1, Coop e Partidas amistosas, inicialmente com quantidade limitada de clubes.

Como destaque para os usuários que gostam de competir, a Konami, desenvolvedora do game, irá trazer interação para o modo online, tornando possível se enfrentar adversários de outra plataforma. Quem estiver jogando no PS4 por exemplo, poderá agora jogar contra quem está jogando eFootball no PS5, Xbox, PC ou Celular.

Não foi confirmado ainda pela EA se uma atualização com todos os clubes será disponível de forma gratuita posteriormente ou se será uma extensão paga.

A opção “editar” do jogo, onde o usuário pode fazer mudanças e até criar jogadores personalizados ou times, deve vir apenas em dezembro, junto com as outras atualizações que trarão a Master League, Rumo ao Estrelato e mais novidades, todas em formato pago.

Preço: Versão inicial grátis

Confira o trailer:

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O Náutico anunciou, neste sábado (31), um novo atacante para reforçar o setor que sofreu uma baixa importante com a lesão de Kieza. Caio Dantas, artilheiro da Série B em 2020 pelo Sampaio Corrêa, é a aposta do Timbu para substituir o ídolo K9.

Em 2020, pelo time do Maranhão, foram 17 gols na série B. Mas se no ataque os números já falam por si, Caio garante que pode fazer mais pelo Náutico.

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“Sou um cara que gosta muito de ajudar a equipe, seja no que for, seja marcando, dando passe, dando opções ou fazendo gols. Quero poder estar ajudando o tempo todo e dando o meu melhor sempre”, disse, em entrevista à assessoria do clube.

Recentemente o jogador teve passagem no futebol do oriente, jogando pelo Guangzhou City, da China. No Brasil, Osasco-Audax, RB Brasil, América-MG, Cuiabá, Botafogo-SP e Sampaio Corrêa já contaram com o atacante.

Veja vídeo do atacante:

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Mesmo com um futebol sem brilho, a seleção brasileira masculina de futebol derrotou o Egito, por 1 a 0, neste sábado, em Saitama, e se classificou para a oitava semifinal olímpica. Na terça-feira, o Brasil, ouro na Rio-2016, vai tentar uma vaga na final dos Jogos de Tóquio, em Kashima, diante do México. Espanha e Japão se enfrentam na outra semifinal.

A seleção teve muita dificuldade para furar o bloqueio egípcio, composto por dois 'paredões' de quatro jogadores. Claudinho não foi o armador necessário e Daniel Alves, atuando mais como meia, participou pouco das atividades ofensivas.

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Com isso, a primeira boa oportunidade foi do Egito, aos 13 minutos, quando após levantamento na área, a bola sobrou para Akram Tawfik, que cabeceou com perigo. Mais uma vez a zaga brasileira apresentou falhas no posicionamento.

O Brasil continuou com problemas na armação das jogadas. Só aos 28, o time de Andre Jardine mostrou entrosamento. Claudinho, Matheus Cunha e finalização de Richarlison, que explodiu no peito do goleiro El Shenawy. Mais cinco minutos e nova boa participação de Richarlison, que rolou para Claudinho acertar a zaga e Douglas Luiz mandar para fora.

Com o Egito omisso no ataque, o Brasil finalmente abriu o placar, aos 36 minutos. Em rápida jogada, após falha na marcação egípcia, Claudinho tocou para Richarlison, que só rolou para a finalização perfeita de Matheus Cunha: 1 a 0.

Mesmo sem muita inspiração no ataque, o Brasil quase ampliou no último minuto da primeira etapa, quando Douglas Luiz levou perigo em uma cobrança de falta, mas a bola passou perto.

No segundo tempo, o Brasil com um minuto quase ampliou com Matheus Cunha, que parou na boa saída da meta de El Shenawy. Aos oito, o atacante, com um problema muscular, teve de ser substituído por Paulinho. O time sentiu e diminuiu o ritmo. Jardine percebeu e colocou Reinier e Malcom em campo.

As alterações deram maior ânimo ao time. Aos 21, Paulinho recebeu de Daniel Alves, mas finalizou em cima de El Shenawy. Ao perceber que o limitado Egito cansou na etapa final, o Brasil passou a tocar mais a bola, teve mais espaço para criar, mas não teve talento para se impor e obter uma vitória mais convincente.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 0 EGITO

BRASIL - Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães e Claudinho (Reinier); Antony (Malcom), Matheus Cunha (Paulinho), Richarlison (Gabriel Menino). Técnico: André Jardine.

EGITO - El Shenawy; El Eraki (Ashour), Osama Galal, Hegazy, El Wench e Fotouh; Akram Tawfik, Taher Mohamed (Maher) e Ramadan Sobhi; Mohsen e Rayan (Mohsen). Técnico: Shawky Gharib.

GOLS - Matheus Cunha, aos 36 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO - Chris Beath (AUS).

CARTÕES AMARELOS - Antony, Akram Tawfik.

LOCAL - Saitama.

Melhores clubes da Série B do Campeonato Brasileiro, Náutico e Coritiba se enfrentam nesta sexta-feira (30) pela abertura da 15.ª rodada. A "final" poderá servir para os pernambucanos aumentarem ainda mais a vantagem na liderança ou para os paranaenses diminuírem a diferença para o líder.

Único invicto na Série B, o Náutico visitará o Coritiba no estádio Couto Pereira, em Curitiba, às 20 horas. Após empatar com o Brusque por 1 a 1, o Náutico chegou aos 30 pontos, cinco a mais do que o vice-líder Coritiba, que não vence há dois jogos depois de ter caído diante do Operário-PR (1 a 0). O Coritiba está invicto como mandante (três vitórias e três empates), a mesma campanha do Náutico como visitante.

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Em Goiânia, às 16 horas, o Goiás tentará a recuperação diante do Operário-PR para voltar ao G4 - zona de acesso. Derrotado pela Ponte Preta, por 2 a 1, o Goiás caiu para o quinto lugar com 23 pontos, a um do G4. Já o Operário-PR aparece na oitava colocação com 21 pontos.

A sexta-feira ainda terá o duelo de desesperados entre Cruzeiro e Londrina, no Mineirão, às 21h30. Sem vencer há oito jogos, cinco empates e três derrotas, o Cruzeiro, após empatar sem gols com o Vila Nova, caiu para a vice-lanterna com 12 pontos, a mesma pontuação do Londrina, 18º colocado por causa do saldo de gols (-5 a -7). O Londrina não perde há três jogos e vem de vitória sobre o Remo por 1 a 0.

Cinco jogos darão sequência à rodada no sábado. Destaque para o clássico carioca entre Botafogo e Vasco. A rodada seguirá no domingo com as duas partidas restantes.

Confira a 15.ª rodada da Série B do Brasileiro:

Sexta-feira

16 horas

Goiás x Operário

20 horas

Coritiba x Náutico

21h30

Cruzeiro x Londrina

Sábado

11 horas

Guarani x Vila Nova

16h30

Vitória x Avaí

19 horas

Brasil-RS x Sampaio Corrêa

21 horas

Botafogo x Vasco

Brusque x Confiança

Domingo

18h15

Remo x CSA

CRB x Ponte Preta

A Prefeitura do Rio de Janeiro prevê, no seu plano gradual de flexibilização das restrições na cidade impostas para combater a Covid-19, a permissão para jogos com público. A liberação é de 50% do total dos estádios.

O plano é dividido em três etapas que ocorrerão entre os dias 2 de setembro e 15 de novembro. A primeira delas, além da volta do público aos estádios, ainda prevê reabertura de boates. Porém, só será colocada em prática se 77% dos cariocas tiverem tomado a primeira dose e 45% a segunda. Além do quê, as pessoas só poderão ir a esses eventos se tiverem completado o ciclo vacinal. 

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Já na segunda etapa, a previsão é ter 100% do público em shows, jogos e boates, seguindo os mesmos critérios anteriores. Na terceira etapa, a obrigação de máscaras apenas nos transportes públicos e o fim da cobrança do distanciamento social.

"Se houver necessidade, se o secretário de Saúde chegar para mim um dia e falar que não dá porque aumentou ou chegou uma nova variante, imediatamente a gente interrompe qualquer processo de abertura e pode impor novas medidas restritivas", garantiu o prefeito Eduardo Paes em pronunciamento. 

 

Presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo tentou firmar um acordo milionário para garantir o silêncio da secretária, que, atualmente, move ação na Justiça contra ele por assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. A movimentação fracassou, porque a denunciante recusou a proposta. Os termos definidos na minuta obrigavam-na a revelar o nome de quem a teria orientado a gravar as conversas com o dirigente, proibia entrevistas a jornalistas e exigia que até os herdeiros e sucessores dos envolvidos mantivessem sigilo absoluto sobre a negociação.

Os documentos aos quais o Estadão teve acesso mostram que Caboclo estava disposto a desembolsar R$ 8 milhões dos cofres da entidade diretamente para a conta da vítima em busca de contornar a crise anunciada e, ao final do processo, ainda tornar sigilosas as provas obtidas pela funcionária, assim como a própria negociação em curso naquele momento.

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Se tivesse assinado o acordo, a ex-funcionária da CBF estaria concordando em "manter o mais absoluto grau de sigilo para todos os fins". As versões das minutas obtidas pelo Estadão datam do dia 17 de maio, apenas 18 dias antes de o dirigente ser afastado do cargo de presidente da instituição ao serem reveladas conversas em que ele chama a ex-secretária de "cadelinha" e oferece biscoitos de cachorro para ela.

Nesta quarta-feira, a Justiça do Rio ampliou os poderes concedidos aos dois interventores indicados pelo juiz Mario Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível da Vara da Tijuca, os presidentes do Flamengo, Rodolfo Landim, e da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, para gerir a entidade até a realização de novas eleições. Eles terão o poder de indicar um dos oito vice-presidentes da Confederação e demitir dirigentes. Os nomeados ainda não responderam se aceitam a indicação e têm até o dia 3 de agosto para informar a escolha à Justiça carioca. A CBF vai recorrer da decisão.

Os dois acordos foram redigidos por antigos advogados de Caboclo. Nos documentos, a CBF entra como parte da negociação em vez do então presidente da entidade, o principal interessado no caso. Segundo a Confederação, a diretoria barrou a celebração do contrato por considerar que a proposta contida na minuta era de "assunto estritamente particular".

"A CBF informa que o referido documento foi produzido de forma unilateral pelo presidente afastado e não chegou a ser assinado, pois a Diretoria detectou que o mesmo estava em desacordo com as políticas de governança e conformidade da entidade, uma vez que o acusado pretendia utilizar recursos da CBF para resolver um assunto estritamente particular", declarou a instituição em nota.

No termo de rescisão de contrato proposto por Caboclo, os convencionais encargos trabalhistas pagos no ato de demissão ou afastamento de funcionários foram somados a R$ 400 mil de auxílio educação para a realização de um curso oferecido pela Fifa e mais R$ 2 milhões a serem pagos em 60 parcelas. A cifra milionária foi oferecida em uma cláusula "non compete", que obrigava a secretária a não atuar profissionalmente em "qualquer clube de futebol profissional, federação de futebol, de outros esportes ou atividades congêneres" pelo mesmo período em que receberia as repasses, de R$ 68.965,52 por mês.

Caso tivesse aceitado as condições de Caboclo, a denunciante dos abusos receberia o valor R$ 4,4 milhões já no ato de assinatura do contrato pelo seu silêncio. Os advogados de defesa ficariam com R$ 1,6 milhão em honorários, o equivalente a 20% do total, que somados aos demais valores chegam aos R$ 8 milhões prometidos pela CBF em três etapas de pagamento.

Além do dinheiro, o então presidente da Confederação garantiu à funcionária que o plano de saúde corporativo ficaria ativo até outubro de 2023 e ela teria direito a uma carta de referência "confirmando os bons serviços prestados à CBF".

Em troca dos valores vultosos e dos benefícios, a secretária teria "o dever de confidencialidade em relação" à CBF e seria obrigada a declarar que sempre manteve "relação profissional, respeitosa, íntegra e solidária" com Caboclo, de modo que jamais poderia mover ações trabalhistas, cíveis ou criminais contra os envolvidos - o mesmo valia para seus herdeiros e sucessores. Caso descumprisse o acordo, ela teria que pagar 50% do montante que viria a receber, o equivalente a R $4 milhões, além de responder por perdas e danos, inclusive na esfera penal.

O segundo documento que a ex-funcionária teria que assinar - intitulado "instrumento particular confidencial" - reforçava os itens propostos na rescisão do contrato e destacava que "Rogério não é parte mas é representante legal da CBF e interessado direto nos efeitos da referida transação."

A minuta exigia que a secretária entregasse, no ato da assinatura, "todas as gravações e degravações relacionadas à CBF e Rogério Caboclo, que estiverem em sua posse ou em posse dos seus advogados e terceiros". O instrumento ainda obrigava a denunciante dos assédios a delatar "quem (a) orientou e lhe deu suporte para realizar as gravações que diz ter em mãos".

Somado a isso, ela deveria declarar à imprensa, todas as vezes em que fosse procurada, que o seu afastamento da entidade ocorreu "exclusivamente por questões de ordem médica e psiquiátrica". O termo frisa que a "mídia" não poderia ser usada para imputar ao então presidente "qualquer ato ilícito ou não, mas que desabone a sua moral".

O documento ainda ofereceu um roteiro que ela deveria seguir quando os jornalistas a procurassem para comentar o caso, cabendo a ela dizer que sofria transtornos mentais: "como depressão aguda, síndrome do pânico e ansiedade, decorrentes exclusivamente de questões familiares, como o caso do falecimento recente de sua mãe com 58 anos de idade e de seu avô que era sua referência paterna". Dessa vez, caso o acordo de confidencialidade fosse descumprido, a multa fixada era de R$ 5 milhões.

Procurada pela reportagem desde terça-feira, a defesa de Rogério Caboclo não respondeu aos questionamentos do Estadão no prazo fixado para inclusão no texto. A notícia será atualizada assim que o jornal receber as respostas.

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O Brasil encontrou mais dificuldades do que o esperado, mas confirmou o favoritismo diante da Arábia Saudita, venceu por 3 a 1 e confirmou sua vaga no mata-mata dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Em Saitama, a seleção brasileira deslanchou no segundo tempo e chegou ao triunfo com gols de Matheus Cunha e outros dois de Richarlison, o nome do jogo e o novo artilheiro da competição.

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Com isso, o Brasil avançou às quartas na liderança do grupo D, com sete pontos, fruto de duas vitórias e um empate. Os árabes, que balançaram as redes com Al Amri, e mostraram coragem e organização, se despediram da Olimpíada sem pontuar e na lanterna da chave. O outro classificado do grupo foi a Costa do Marfim, que segurou um empate com a Alemanha e eliminou o time europeu, atual vice-campeão olímpico.

Garantida nas quartas, a seleção atual campeã olímpica ainda não tem adversário definido. Certo é que será o segundo colocado do Grupo C, que pode ser Espanha, Austrália, Argentina ou Egito. O rival será conhecido ainda na manha desta quarta e o duelo decisivo está marcado para o próximo sábado, às 7 horas (de Brasília), em Saitama.

O Brasil fez bons 20 primeiros minutos, apertou a saída de bola do adversário e chegou ao seu gol por meio da bola aérea aos 13 minutos. Claudinho bateu escanteio da esquerda e Matheus Cunha apareceu na primeira trave para desviar de cabeça e abrir o placar. Foi seu primeiro gol em Tóquio após oito finalizações. Destaque na jogada para a bola roubada de Antony antes de o time ter dois escanteios e, em um deles, originar-se o gol.

Embora não tenham feito uma grande apresentação, os brasileiros chegarão invictos e com moral para o mata-mata olímpico. Nesta quarta, engrenaram na etapa final à medida que encontraram os espaços na defesa dos árabes.

Pouco produtivo, Antony teve a chance de ampliar o resultado ao receber cruzamento perfeito de Arana, mas mandou de cabeça no travessão. No rebote, Claudinho arrematou em cima da marcação.

Ocorre que o Brasil enfrentou um adversário que, mesmo sem chance de classificação, entrou em campo disposto a surpreender. Os árabes, ao contrário da Costa do Marfim no último jogo, não se intimidaram diante dos brasileiros, subiram a marcação e se arriscaram no ataque.

A seleção brasileira encontrou o gol pelo alto e foi dessa mesma maneira que levou o empate. Aos 26, Diego Carlos saltou, mas não alcançou a bola, e ela sobrou para Al Amri. O zagueiro desviou de cabeça no cantinho, sem chance de defesa para o goleiro Santos.

Arana e Claudinho, dois dos que mais tomaram a iniciativa no primeiro tempo, tiveram uma oportunidade cada para recolocar o Brasil em vantagem, mas o meia cabeceou mal e o lateral soltou uma bomba que fez a curva ao contrário e saiu muito perto da trave esquerda. No fim, Antony ainda perdeu um gol incrível. O jovem atacante do Ajax recebeu passe de Matheus Cunha e, dentro pequena área, desviou devagar para a meta. Mas o goleiro Al Bukhari se jogou nos pés dele para fazer a defesa.

O Brasil melhorou seu desempenho com a entrada de Malcom no intervalo. Jardine colocou o atacante no lugar de Antony, que até conseguiu bons dribles, mas falhou na objetividade e enfeitou demais as jogadas.

Saiu dos pés de Matheus Cunha a melhor oportunidade de gol no segundo tempo. Matheus Henrique concluiu para a defesa do goleiro e, no rebote, com o gol escancarado, Matheus Cunha, bateu de primeira e mandou na trave.

Até que Richarlison apareceu para recolocar o Brasil à frente. A zaga afastou após cobrança de escanteio e a bola sobrou para Bruno Guimarães, que rebateu de cabeça em direção ao camisa 10. O "pombo" desviou de cabeça para as redes.

Jardine oxigenou a equipe ao lançar mão de Reinier, Menino e Gabriel Martinelli no fim da partida. Reinier teve a chance para ampliar após tabelar com Malcom na área, mas parou no goleiro Al Bukhari. Nos acréscimos, Richarlison balançou as redes novamente. Mas Malcom estava impedido na origem do lance e o gol do atacante do Everton não foi validado.

Não fez falta porque Richarlison marcou mais um aos 47 e desta vez valeu. Ele apareceu na pequena área para completar cruzamento rasteiro de Reinier, sacramentar o triunfo em Saitama e assumir a artilharia do torneio olímpico, com cinco gols, ultrapassando o experiente goleador francês Gignac.

FICHA TÉCNICA

ARÁBIA SAUDITA 1 X 3 BRASIL

ARÁBIA SAUDITA - Al Bukhari; Al Dawsari Khalifah, Amri e Hindi; Abdulhamid, Al Faraj (Al Omran), Al Hassan, Al Dawsari Salem, Al Naji (Ghareeb) e Al Shahrani; Al Hamddan (Al Brikan). Técnico: Saad Ali Al Shehri.

BRASIL - Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana (Abner Vinícius); Bruno Guimarães (Gabriel Menino), Matheus Henrique e Claudinho (Reinier); Antony (Malcom), Richarlison e Matheus Cunha (Gabriel Martinelli). Técnico: André Jardine.

GOLS - Matheus Cunha, aos 13, e Al Amri, aos 26 minutos do primeiro tempo. Richarlison, aos 30, e aos 47 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Bamlak Tessema (Etiópia).

CARTÕES AMARELOS - Guilherme Arana, Al Shahranik, Mukhtar, Khalifah Al Dawsari, Daniel Alves e Gabriel Martinelli

LOCAL - Estádio de Saitama.

A seleção de futebol feminino do Brasil venceu nesta terça-feia a equipe de Zâmbia por 1-0, no estádio de Saitama, e terminou em segundo lugar no Grupo F dos Jogos Olímpicos, atrás da Holanda. Com a posição na primeira fase, as brasileiras enfrentarão o Canadá nas quartas de final.

O Brasil fez uma partida burocrática. O gol da vitória foi marcado por Andressa Alves aos 19 minutos do primeiro tempo, em uma bela cobrança de falta.

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A equipe africana jogou com uma atleta a menos desde os 14 minutos, quando Lushomo Mweemba foi expulsa depois de derrubar Ludmila quando a atacante brasileira seguia em direção ao gol.

No intervalo, a técnica Pia Sundhage retirou a dupla Formiga e Marta do jogo, já pensando no confronto das quartas de final. Depois ela retirou a atacante Ludmilia da partida para evitar lesões.

A equipe volta a campo na sexta-feira contra o Canadá, que empatou com a Grã-Bretanha em 1-1 nesta terça-feira e ficou em segundo lugar no Grupo E.

A goleada da Holanda de 8-2 sobre a China, em Yokohama, deixou as europeias em primeiro lugar no Grupo F, com os mesmos sete pontos do Brasil, mas com melhor saldo de gols.

A seleção brasileira estava praticamente classificada para a fase eliminatória, após a goleada de 5-0 sobre a China e um empate de 3-3 com a vice-campeã mundial Holanda.

Em uma reedição da última final da Copa do Mundo, Holanda e Estados Unidos se enfrentarão em uma das quartas de final. As outras partidas, que também serão disputadas na sexta-feira, serão Grã-Bretanha-Austrália e Suécia-Japão.

A diretoria do Barcelona anunciou nesta segunda-feira (26) que assinou um acordo extrajudicial com o brasileiro Neymar, que defendeu o clube entre 2013 e 2017, quando se transferiu ao Paris Saint-Germain em uma transação que custou 222 milhões de euros (R$ 1,36 bilhão na cotação atual), para encerrar processos pendentes entre as partes na Espanha.

"Foi assinado um acordo entre o Clube e o jogador para encerrar as ações judiciais pendentes entre as duas partes: três ações trabalhistas e uma cível", declarou o time espanhol em uma nota oficial, acrescentando que o fechamento dos processos foi feito de "forma amigável".

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A direção do Barcelona não divulgou os valores do referido acordo. Neymar, por outro lado, ainda não se posicionou sobre o anúncio.

As ações foram movidas após Neymar afirmar que bônus salariais deixaram de ser pagos a ele antes de sua transferência ao Paris Saint-Germain. O brasileiro, então, processou o clube catalão em 46,3 milhões de euros (R$ 283,2 milhões). No entanto, a Justiça da Espanha decidiu que o brasileiro deveria devolver cerca de 6 milhões de euros (R$ 40 milhões) ao Barcelona por quebra de contrato.

A mudança de Neymar do Santos para o Barcelona também foi cercada de problemas legais, o que levou a Alta Corte da Espanha a iniciar uma investigação de fraude e corrupção do jogador, que negou qualquer irregularidade, por causa do valor de sua transferência. Essa transação também levou o então presidente do clube, Sandro Rosell, que mediou o negócio, a renunciar em 2014.

Antes de renovar com o Paris Saint-Germain, Neymar se aproximou do Barcelona e namorou com um retorno. No entanto, a pandemia do novo coronavírus não permitiu que o brasileiro e o clube espanhol dessem prosseguimento com a negociação.

O Brasil tem nas mãos o acesso às quartas de final do torneio de futebol feminino contra Zâmbia nesta terça-feira (27), no encerramento do Grupo F dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

A partida será disputada em Saitama a partir de 8h30 (horário de Brasília).

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Depois das duas finais perdidas para os Estados Unidos, em Atenas-2004 e Pequim-2008, e da quarta posição na Rio-2016, o Brasil busca a inédita glória olímpica desde a estreia do futebol feminino em Atenas-1996, edição que teve a presença da veterana Formiga, de 43 anos, única jogadora da história a disputar sete Jogos Olímpicos.

Outro recorde que está prestes a ser batido pela seleção brasileira é de Marta, que já conquistou a meta de ser a primeira a balançar as redes em cinco edições dos Jogos e agora pode se tornar a maior artilheira da história do futebol olímpico feminino. Ela está a apenas um gol de igualar os 14 de Cristiane.

O Brasil estreou com uma vitória de 5-0 contra a China e na segunda rodada empatou em 3-3 com a Holanda. Brasileiras e holandesas lideram a chave com quatro pontos.

Na outra partida da última rodada do grupo F, a Holanda enfrenta a China.

--- Programação de terça-feira da 3ª rodada do futebol feminino de Tóquio-2020 (horário de Brasília):

- Grupo E:

Chile - Japão (8h00, no estádio de Miyagi)

Canadá - Grã-Bretanha (8h00, no estádio de Kashima)

Classificação: Pts J V E D GP GC

1. Grã-Bretanha 6 2 2 0 0 3 0

2. Canadá 4 2 1 1 0 3 2

3. Japão 1 2 0 1 1 1 2

4. Chile 0 2 0 0 2 1 4

- Grupo F:

Brasil - Zâmbia (8h30, no estádio de Saitama)

Holanda - China (8h30, no estádio de Yokohama)

Classificação: Pts J V E D GP GC

1. Holanda 4 2 1 1 0 13 6

2. Brasil 4 2 1 1 0 8 3

3. China 1 2 0 1 1 4 9

4. Zâmbia 1 2 0 1 1 7

- Grupo G:

Estados Unidos - Austrália (5h00, no estádio de Kashima)

Nova Zelândia - Suécia (5h00, no estádio de Miyagi)

Classificação: Pts J V E D GP GC

1. Suécia 6 2 2 0 0 7 2

2. Estados Unidos 3 2 1 0 1 6 4

3. Austrália 3 2 1 0 1 4 5

4. Nova Zelândia 0 2 0 0 2 2 8

Na última sexta-feira (23), em Tóquio, a Seleção Brasileira de Futebol Feminino entrou em disputa contra a Holanda, mas a partida acabou em empate por três a três. Durante o jogo, a goleira Bárbara falhou na defesa do segundo gol do time europeu. A atuação rendeu críticas nas redes sociais, mas no caso do comentarista holandês Johan Derksen, do programa de TV 'De Oranjezomer', foi usada como motivo para comentários de cunho gordofóbico e sexista. Comentando o peso da atleta, Derksen a chamou de “porca com suéter”.

“Essa goleira está acima do peso, não? É uma porca com um suéter. É uma zombaria total para a seleção brasileira. Ela realmente não defendeu uma bola decente", disse o colaborador, segundo o jornal "Mundo Deportivo".

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Os atletas olímpicos são monitorados por equipes de saúde e treinam por meses antes do período competitivo, seja preliminar ou oficial. No perfil da jogadora, de acordo com a Confederação Brasileira de Futebol, não há qualquer observação sobre o seu peso, altura ou saúde no geral.

Derksen ainda teceu mais comentários sobre a prática do futebol feminino. “Você tem que falar algo sobre isso à noite no programa, então eu tive que assistir ao jogo. Gosto de outros esportes femininos, como handebol e ciclismo, muito mais do que futebol. O futebol feminino não é nada divertido, mas a Holanda jogou muito bem, melhor que o Brasil", completou o jornalista.

Nos perfis oficiais da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, até o momento desta publicação, nenhuma nota de repúdio ou posicionamento foram lançadas. A goleira também não se manifestou. A seleção brasileira volta a jogar na terça-feira, fechando a fase de grupos contra a Zâmbia.

Nesta tarde, o prefeito do Recife João Campos criticou a atitude do jornalista. "Em plena Olimpíada que celebra a igualdade e a resiliência na pandemia, foi um ato de preconceito, profundo desrespeito e inaceitável a ofensa do jornalista holandês à recifense Bárbara, goleira da seleção brasileira", escreveu o prefeito no Twitter.

Em seu segundo desafio nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção brasileira masculina de futebol apenas empatou sem gols com a Costa do Marfim. No começo da manhã deste domingo, pelo horário de Brasília, fim da tarde no Japão, o Brasil foi prejudicado pela expulsão precoce do volante Douglas Luiz e não fez um bom primeiro tempo. Na etapa final, com o vermelho apresentado a Eboue Kouassi e as alterações promovidas pelo técnico André Jardine, a equipe cresceu, dominou as ações e pressionou em busca da vitória, que, porém, não veio.

Brasil e Costa do Marfim nunca haviam se enfrentado na história do torneio olímpico de futebol masculino. Na primeira vez, empate sem gols em um jogo truncado no primeiro tempo, mas mais aberto no segundo, com volume de jogo suficiente para vencer. "A gente conseguiu as melhores ocasiões de gols. São circunstância de jogos. Tenho minhas dúvidas se a expulsão deveria ter ocorrido", disse o capitão Daniel Alves na saída de campo.

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O Brasil, que vencera na primeira rodada a Alemanha, divide a liderança do Grupo D com a Costa do Marfim. Ambos somam quatro pontos, mas os brasileiros levam a melhor no saldo de gols.

Para encerrar a fase de grupos, a seleção brasileira encara na próxima quarta-feira, às 5h (de Brasília) a Arábia Saudita, rival mais frágil tecnicamente da chave. O jogo será na cidade de Saitama. No mesmo dia e hora, os marfinenses enfrentam os alemães em Miyagi.

Qualquer possibilidade de repetir contra os marfinenses a atuação avassaladora exibida diante dos alemães foi sepultada no principio do jogo deste domingo com a expulsão de Douglas Luiz. O volante brasileiro fez falta próxima à área e inicialmente levou o amarelo. Mas o árbitro americano Ismail Elfath reviu o lance no monitor do VAR e decidiu expulsar exageradamente o jogador aos 15 minutos.

O técnico André Jardine sinalizou a entrada de Gabriel Menino, mas desistiu da mudança e manteve a mesma formação, mesmo com um jogador a menos. Com a inferioridade numérica, os atacantes se desdobraram para ajudar o sistema defensivo e a estratégia desenhada foi apostar nos contragolpes.

O Brasil até que se segurou bem. Naturalmente chegou menos ao ataque que o adversário, finalizando três vezes contra sete da seleção marfinense. Os contra-ataques tão buscados começaram a encaixar no fim do primeiro tempo, mas nenhum deles foi aproveitado. As oportunidades mais claras saíram dos pés de Antony em tentativa de cruzamento que virou chute e Claudinho, travado na hora do arremate.

A Costa do Marfim assustou o goleiro Santos em duas ocasiões, mas os africanos, reconhecidos pelo futebol que preza a força física e velocidade e não tanto a qualidade técnica, não acertaram a pontaria. O camisa 10 Diallo foi quem mais tentou pelo lado dos marfinenses, que respeitaram demais os brasileiros e adotaram a cautela, a despeito de jogarem com um a mais durante quase toda a etapa inicial.

Jardine manteve a equipe para o segundo tempo e, embora não tenha havido mudanças de peças, a postura foi diferente. A seleção brasileira retornou melhor do intervalo. Sabendo da passividade do adversário, resolveu atacar e ocupou o campo ofensivo.

Foi difícil, porém, encontrar espaços na zaga dos marfinenses. E nas vezes em que conseguiram, os atacantes brasileiros falharam na finalização. Matheus Cunha, por exemplo, recebeu bom cruzamento de Bruno Guimarães, mas cabeceou no meio do gol.

O Brasil intensificou a pressão a partir das alterações de Jardine, que lançou mão de Gabriel Martinelli, Malcom e Paulinho. Daniel Alves ajudou pelo meio na criação e a equipe passou a encontrar mais espaços depois que a igualdade numérica foi restabelecida com a expulsão de Eboue Kouassi aos 34 minutos.

Foram aos menos quatro chances claras no minutos finais. Claudinho arriscou chute de fora da área pra fora, Arana soltou a bomba para a defesa do goleiro marfinense, Paulinho foi bloqueado no momento em que mandaria a bola para as redes e Malcom cabeceou para fora após cruzamento da direita.

A seleção brasileira fez um jogo seguro na etapa final, finalizou mais vezes e não permitiu um arremate sequer da Costa do Marfim. Fica a boa impressão pelo bom segundo tempo em Yokohama.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 X 0 COSTA DO MARFIM

BRASIL - Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães e Claudinho; Antony (Malcom), Richarlison (Paulinho) e Matheus Cunha (Gabriel Martinelli). Técnico: André Jardine.

COSTA DO MARFIM - Ira; Bailly, Dabila, Ismael Diallo e Singo; Ouatara (Kouao), Kessié (Keita), Amad Diallo (Kouamé) e Gradel (Doumbia); Kouassi e Dao (Timite). Técnico: Soualiho Haidara.

ÁRBITRO - Ismail Elfath (Estados Unidos)

CARTÕES AMARELOS - Ismael Diallo, Kouassi

CARTÕES VERMELHOS - Douglas Luiz e Kouassi

LOCAL - Estádio de Yokohama, no Japão.

O Brasil, que jogou desde os 13 minutos com um jogador a menos devido à expulsão de Douglas Luiz, empatou sem gols com a Costa do Marfim (0-0) neste domingo, em Yokohama, pela segunda rodada do Grupo D do futebol masculino nos Jogos de Tóquio-2020.

A seleção brasileira, após vencer a Alemanha por 4 a 2 na estreia, e os marfinenses, depois do triunfo sobre a Arábia Saudita (2-1), duelaram no Estádio Internacional de Yokohama para definir a liderança na chave, mas nenhuma das duas equipes conseguiu abrir o placar.

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Sentindo o desgaste com a expulsão de Douglas Luiz, o Brasil teve poucas chances de marcar. O volante recebeu um cartão amarelo após derrubar um jogador da Costa do Marfim perto da área. O lance foi revisto no VAR e ele acabou recebendo o vermelho.

Com 10 em campo, a equipe comandada pelo técnico André Jardine, viu a seleção africana com mais posse de bola e criando mais chances que exigiram defesas do goleiro Santos.

No segundo tempo, o Brasil voltou melhor e soube neutralizar as ações ofensivas dos marfinenses.

O Brasil levou mais perigo, mas sem sucesso, já na reta final da partida, quando a Costa do Marfim também ficou com dez em campo após a expulsão de Kouassi Eboue, que recebeu o segundo cartão amarelo (80).

"Não acredito que a expulsão dificultou nossa proposta de jogo. Conseguimos ocasiões, construímos jogadas com um a menos. São circunstâncias de jogo, temos que nos sobrepor a isso", disse o veterano lateral-direito Daniel Alvez à TV Globo, após o fim da partida.

"Tenho dúvidas sobre o lance da expulsão, mas faz parte. Temos que valorizar o grande trabalho no dia de hoje", acrescentou ele.

Com este empate, o atual campeão olímpico e os marfinenses somam os mesmos quatro pontos e vão buscar garantir a vaga nas quartas de final na quarta-feira, dia 28. Na última rodada, o Brasil enfrenta a Arábia Saudita enquanto a seleção africana encara a Alemanha.

Buscando fugir da zona de rebaixamento, o Sport encara o Ceará, que sonha em se firmar na zona de classificação à Copa Libertadores, neste domingo, às 20h30, no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, pela 13.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um duelo de times que, neste momento, estão com objetivos diferentes na competição.

Apesar de bater o América-MG por 1 a 0, o Sport não conseguiu deixar a zona de rebaixamento. O clube pernambucano aparece com 10 pontos. Há oito jogos sem derrota, o Ceará visa uma vaga na zona da Libertadores. O clube alvinegro tem 18 pontos e é o segundo time nordestino mais bem pontuado, apenas atrás do rival Fortaleza.

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Do lado do Sport, o técnico Umberto Louzer indicou que terá Thiago Neves no meio de campo. O veterano garantiu a sua permanência no clube pernambucano para a disputa do Brasileirão. Por outro lado, o centroavante André segue como dúvida. Ele pode ser preservado no duelo. Caso isso aconteça, Mikael será escolhido para formar o ataque ao lado de Everaldo. Neilton e Leandro Barcia seguem vetados pelo departamento médico.

"Nossa ideia é Thiago Neves para o jogo, deixar a nossa disposição para que ele possa contribuir com a qualidade, experiência. Claro, respeitando a individualidade dele e essa condição física que ele se encontra. Mas é um atleta que tem se dedicado bastante ao longo da semana, que tenho certeza que irá nos ajudar bastante, como já contribuiu com o Sport desde a temporada passada", falou Louzer.

O técnico Guto Ferreira terá alguns problemas para escalar o Ceará. Ele não poderá contar com o lateral Buiú e o meia Marlon, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo, além do lateral Gabriel Dias e dos atacantes Jael e Mendoza, punidos pela confusão na Copa do Nordeste.

Guto deverá improvisar um jogador do lado direito de campo. Pedro Naressi e Fabinho aparecem como opções. A tendência é que ambos atuem, já que Marlon também é desfalque. Jorginho também treinou entre os titulares no lugar de Vina, que ficará como opção no banco de reservas.

"O Sport é uma grande equipe, tem grandes jogadores e um ótimo treinador. A gente sabe que vai encontrar muita dificuldade e que vai ter que guerrear bastante e se doar ao máximo para conseguir o resultado", afirmou o goleiro Richard.

Vestindo uma camisa azul, com detalhes dourados em homenagem ao Rio Capibaribe, o Náutico empatou com o Brusque, por 1 a 1, neste sábado á noite, no Estádio dos Aflitos, em Recife (PE), pela 14.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Com o uniforme número três, fora dos padrões - vermelho e branco -, o time pernambucano segue na liderança isolada, agora com 30 pontos.

Mesmo invicto há 26 jogos (14 pela Série B), o Náutico corre risco de perder a liderança, porque tem dois jogos a mais - 14 a 12 - do que Coritiba, vice-líder com 25 pontos. O Brusque faz campanha regular, com 20 pontos, em oitavo lugar, sem perder há três rodadas.

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Dono da casa, o Náutico tratou logo de abrir o placar para impor respeito. A jogada começou com o avanço de Vinícius pelo lado esquerdo da área. Ele rolou a bola para o meio, onde Kieza virou o pé e deu um toque de chapa no canto esquerdo do goleiro, aos 15 minutos. Há seis jogos ele não balançava as redes, por isso, comemorou muito.

Um pouco antes, porém, o time pernambucano tinha sofrido a sua primeira baixa: o meia Jean Carlos, destaque do time com sete gols, sentiu uma lesão na parte posterior da coxa direita e pediu pra sair. Em seu lugar entrou Giovanny.

Aos 23 minutos, outra baixa no Náutico. Kieza pisou num buraco e torceu o tornozelo, deixando o campo de maca. Em seu lugar entrou Paiva. Um pouco depois, aos 24, num contra-ataque, Thiago Alagoano foi lançado livre e balançou as redes para o Brusque, mas a arbitragem anotou o impedimento. Os catarinenses reclamaram muito da anulação do gol.

O segundo tempo começou debaixo de chuva. O Brusque passou a ser mais agressivo, explorando mais o lado esquerdo de seu ataque. Foi por ali que começou o lance do empate. Em falta, Airton fez o levantamento perfeito na grande área, onde o zagueiro Éverton Alemão subiu e testou para baixo no canto direito de Alex Alves. Tudo igual aos 20 minutos.

Depois disso, o impaciente técnico Hélio dos Anjos ainda tentou fazer mudanças no time, gritou muito à beira do gramado, reclamando de quem entrou sem a mesma energia de quem saiu. Um deles foi Breno, que cometeu falta e recebeu foi advertido pelo árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima que, de brincadeira, ainda puxou o cabelo, de leve, do jogador antes de apresentar o cartão amarelo.

O Brusque soube administrar o resultado, considerado importante por ser conquistado fora de casa.

Pela 15.ª rodada, O Náutico vai enfrentar o Coritiba, sexta-feira, às 20 horas, na capital do Paraná. O Brusque vai recebe o Confiança, no sábado, às 21 horas.

FICHA TÉCNICA:

NÁUTICO 1 x 1 BRUSQUE

NÁUTICO - Alex Alves; Bryan, Carlão, Camutanga, Rafinha (Breno); Rhaldney, Matheus Trindade, Marciel e Jean Carlos (Giovanny)(Luiz Henrique)); Vinícius (Yago Dias) e Kieza (Paiva). Técnico: Hélio dos Anjos.

BRUSQUE - Zé Carlos; João Carlos (Toty), Claudinho, Éverton Alemão e Airton; Zé Mateus, Rodolfo Potiguar (Fillipe Soutto), Bruno Alves (Diego Mathias) e Maurício Garcez; Thiago Alagoano (Fio) e Edu (Alex Ruan). Técnico: Luan Carlos Neto (auxiliar).

GOLS - Kieza, aos 15 minutos do primeiro tempo. Éverton Alemão, aos 20 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Giovanny, Bryan e Breno (Náutico); Rodolfo Potiguar (Brusque).

ÁRBITRO - Jean Pierre Gonçalves Lima (RS).

RENDA E PÚBLICO - Jogo sem torcida.

LOCAL - Estádio dos Aflitos, em Recife (PE).

O Palmeiras derrotou o Fluminense por 1 a 0 neste sábado, no Allianz Parque, e completou sete vitórias consecutivas no Campeonato Brasileiro. O resultado deixa o time alviverde com seis pontos de vantagem na liderança da competição. São 31 pontos somados contra 25 do Atlético-MG, que recebe o Bahia neste domingo, às 11h, no complemento da 13ª rodada.

O gol da partida saiu aos 8 minutos do segundo tempo graças a uma falha do Fluminense. Egídio deu o bote errado e deixou a bola passar para Raphael Veiga na ponta direita. Ele rolou para o meio da área e o zagueiro Manoel mandou contra sua própria meta.

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Foi a salvação de um time que até então vinha fazendo uma fraca apresentação. O Palmeiras fez um primeiro tempo sem criatividade e não assustou o goleiro adversário. O Fluminense conseguiu tomar conta do meio-campo e criou as principais chances de gol. Gabriel Teixeira tentou o chute por duas vezes, mas foi bloqueado por Zé Rafael. Nenê também obrigou Weverton a fazer boa defesa.

Na etapa final, o Fluminense começou melhor até a infelicidade do setor defensivo. Quando ficou à frente do marcador, o Palmeiras acordou e foi superior. As principais jogadas saíam pelos pés de Raphael Veiga que caía pelos dois lados do campo e incomodava a zaga adversária. Willian teve boa chance, mas Marcos Felipe mandou para escanteio.

Nos minutos finais, o Fluminense foi para o tudo ou nada jogando a bola para área, mas não conseguiu o empate.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 x 0 FLUMINENSE

PALMEIRAS - Weverton; Marcos Rocha, Felipe Melo, Gustavo Gómez e Renan; Danilo, Zé Rafael (Victor Luis), Gustavo Scarpa (Dudu) e Raphael Veiga (Patrick de Paula); Wesley (Breno Lopes) e Deyverson (Willian). Técnico: Abel Ferreira.

FLUMINENSE - Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, David Braz e Egídio; Yago Felipe (Ganso), Martinelli, Nenê (Cazeres) e Caio Paulista (Luiz Henrique); Fred (Abel Hernández) e Gabriel Teixeira (Kayky). Técnico: Roger Machado.

GOL - Manoel (contra), aos 8 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Savio Pereira Sampaio (DF).

CARTÕES AMARELOS - Felipe Melo (Palmeiras) e Fred e Manoel (Fluminense).

Local - Allianz Parque, em São Paulo.

A seleção brasileira empatou em 3 a 3 com a atual vice-campeã mundial Holanda, neste sábado (24), em Miyagi, em partida da segunda rodada do grupo F do torneio de futebol feminino, e está a um passo da classificação matemática para as quartas de final.

Em um jogo movimentado em que as duas equipes se mostraram ofensivas, no estádio Miyagi com a presença de um público limitado, os gols do Brasil foram marcados por Debinha (9), Marta (64 de pênalti) e Ludmila, que entrou no segundo tempo (68).

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Já as holandesas balançaram as redes por meio de Vivianne Miedema, que abriu o placar logo aos 3 minutos e voltou a marcar na segunda etapa (59) e Dominique Janssen na reta final (79) com um golaço de falta em que a bola entrou no ângulo.

Miedema é agora uma das artilheiras do torneio olímpico, ao lado de Barbra Banda (da Zâmbia), com seis gols.

Já Marta chegou a 13 gols marcados nas cinco edições de Olimpíadas que disputou. Ela está a apenas um de igualar o recorde olímpico de Cristiane.

"A gente sabia que seria difícil. Se a gente pensar em tudo que fez, acredito que fizemos um bom trabalho. Muita coisa precisa melhorar, principalmente o começo, contra uma equipe qualificada temos que estar sempre ligadas", disse ela em entrevista à TV Globo.

Debinha gostou do resultado mas acredita que o Brasil poderia ter vencido. "Acho que a gente poderia sim ter saído com a vitória. A gente teve oportunidades, teve um pênalti que foi anulado. Mas é isso. É daí para cima. A gente vai enfrentar grandes seleções e agora é descansar, se preparar", disse ela, parabenizando as holandesas por terem conseguido o empate.

Com esse resultado, holandesas e brasileiras lideram o grupo F com quatro pontos.

A Holanda está em primeiro graças a seu saldo de gols, após a incrível goleada por 10 a 3 contra Zâmbia na estreia.

Já o Brasil goleou a China por 5 a 0 na primeira rodada.

China e Zâmbia têm apenas um ponto cada, após o empate em 4 a 4 no jogo entre as duas seleções também neste sábado.

A seleção brasileira vai enfrentar as africanas na próxima terça-feira, às 8h30 (horário de Brasília), em Saitama, pela terceira rodada.

Já a Holanda joga contra a China, no mesmo horário, na cidade de Yokohama.

Único invicto na Série B do Campeonato Brasileiro, o Náutico terá a chance de aumentar ainda mais a vantagem na liderança. O fator casa é a aposta do clube pernambucano, que tem a melhor campanha como mandante (80% de aproveitamento). Cinco jogos darão sequência à 14.ª rodada neste sábado.

No Recife, o Náutico receberá o Brusque, às 19h30. Depois de ter vencido o Brasil-RS por 2 a 1, também no estádio dos Aflitos, o time do técnico Hélio dos Anjos chegou aos 29 pontos. O rival catarinense, por sua vez, segue sua recuperação. Vindo de duas vitórias consecutivas, sendo a última por 2 a 1 sobre o Vila Nova, voltou a encostar no G4 - a zona de acesso - com 19 pontos.

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Em Maceió, às 21 horas, confronto direto entre nordestinos. Invicto há duas rodadas depois de ter empatado com o Vasco, por 2 a 2, o CSA acumula 15 pontos, três a mais do que o Vitória. O clube baiano se recuperou ao superar a Ponte Preta por 1 a 0.

No Rio de Janeiro, o Vasco terá a estreia do técnico Lisca no lugar de Marcelo Cabo no confronto diante do Guarani, às 21 horas. Apesar de acumular cinco jogos sem derrota, o clube carioca não vence há três rodadas. Soma 19 pontos, enquanto que o paulista tem 23 e defenderá seu posto no G4.

O Botafogo também terá estreia de treinador. Enderson Moreira, escolhido para substituir Marcelo Chamusca, terá a missão de recuperar os cariocas a partir das 16h30 contra o Confiança, em Aracaju. Derrotado nas últimas duas rodadas e sem vencer há cinco jogos, o time carioca soma 13 pontos, três a mais do que o rival sergipano, que está na zona de rebaixamento. A seca da equipe da casa é de sete jogos, incluindo o 0 a 0 diante do Londrina na rodada passada.

Também às 16h30, o Cruzeiro será outro clube em busca da recuperação. O duelo contra o Vila Nova será em Goiânia. Com o técnico Mozart Santos sob pressão, o time mineiro tenta achar o caminho das vitórias após sete jogos de jejum. Derrotado pelo Remo por 1 a 0, entrou na zona de descenso com 11 pontos. Um pouco acima, com 14, os goianos acumulam três tropeços seguidos, sendo duas derrotas consecutivas.

A rodada será encerrada no domingo com três jogos. Em Ponta Grossa (PR), o Coritiba fará duelo paranaense contra o Operário-PR para seguir na caça ao líder. Também em duelo da região Sul, o Avaí receberá o ameaçado Brasil-RS, em Florianópolis, para continuar a perseguição ao G4. O mesmo vale para o confronto nordestino entre Sampaio Corrêa e CRB, em São Luís.

A seleção brasileira masculina de futebol, após vencer na estreia a Alemanha por 4 a 2, com direito a três gols de Richarlison, enfrenta neste domingo (25) a Costa do Marfim, em Yokohama (05h30 de Brasília), em duelo dos líderes do grupo D, nos Jogos de Tóquio.

O atual campeão olímpico, que viu o atacante do inglês Everton ser o destaque do jogo contra os alemães, tem pela frente um adversário que também foi vitorioso na rodada de abertura do torneio de futebol.

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“A Costa do Marfim tem uma capacidade de força física acima do normal”, afirmou o treinador do Brasil, André Jardine, em declarações ao site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Tenho absoluto respeito por todas as equipes e faço uma preparação total de cada jogo cuidando de todos os detalhes”, acrescentou.

Um dos encarregados de lembrar esses conceitos em campo é o lateral direito e capitão Daniel Alves.

“É um caminho longo e muito difícil, em que temos que continuar melhorando porque a competição é muito difícil e vai continuar exigindo muito”, disse o jogador do São Paulo, que permitiu sua participação nos Jogos Olímpicos, apesar dos compromissos importantes da Copa Libertadores.

- Kessié em destaque -

A Costa do Marfim começou bem a competição ao derrotar a Arábia Saudita por 2 a 1, com o segundo gol marcado pelo meia Frack Kessié, do Milan, um dos veteranos da equipe ao lado do zagueiro Eric Bailly, do Manchester United, e do capitão Max Gradel.

“A equipe vai encarar essa competição como se cada jogo fosse uma final”, disse Jardine, que deseja que seus jogadores não relaxem no caminho para a conquista do bicampeonato olímpico, após a brilhante exibição de estreia, na qual considerou que teve "uma primeira metade quase perfeita".

Quem vencer neste domingo estará praticamente classificado para a próxima fase, mas um empate também colocaria as duas equipes numa "zona de conforto" para a definição da chave, que dá duas vagas para as quartas de final.

Apesar de ter os mesmos três pontos que a Costa do Marfim, o Brasil lidera o grupo pelo saldo de gols, à frente da Alemanha e a Arábia Saudita, que também jogam no domingo.

A terceira e última rodada acontecerá na quarta-feira (28) quando os brasileiros encaram os sauditas e os marfinenses pegam os alemães.

O volante brasileiro Paulinho acertou a sua ida ao Al-Ahli por um contrato de três anos, de acordo com comunicado oficial divulgado nesta sexta-feira (23) pelo clube da Arábia Saudita. Aos 32 anos, o atleta, ex-seleção brasileira e Corinthians, estava livre no mercado depois de ter sido dispensado do Guangzhou Evergrande, da China, no mês passado.

Paulinho não pôde retornar para a China devido às restrições de viagens relacionadas ao novo coronavírus, impostas pelas autoridades chinesas. Desde o fim do ano passado, não entra em campo. Por isso, estava utilizando as dependências do Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista (SP), para manter a forma física.

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O meio-campista teve duas passagens pelo Guangzhou Evergrande, de 2015 a 2017, vindo do Tottenham, e de 2018 até 2021, depois de concluir sua estada no Barcelona. Em agosto de 2018, ingressou no clube espanhol antes de retornar ao Guangzhou Evergrande em 2019.

Paulinho chegou a ser sondado para voltar a Corinthians, onde é ídolo, e recebeu propostas de outros clubes ao redor do mundo, mas o jogador optou pelo Al-Ahli, que conta também com a presença de outro brasileiro: Dankler, ex-zagueiro do Botafogo.

No total, Paulinho marcou 74 gols em 176 partidas pelo Guangzhou Evergrande. A expectativa de retorno aos gramados deve convergir com o começo da temporada do futebol na Arábia Saudita, que terá início em 10 de agosto.

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