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A deputada federal Marília Arraes (PT) continua a criticar o presidente Jair Bolsonaro (PSL). A petista, em entrevista concedida ao LeiaJá, insistiu que o governo do militar quer “destruir” conquistas alcançadas ao longo do tempo. Ela voltou a ressaltar que vai continuar na oposição “lutando” contra o que chama de desmonte. 

“Trata-se de um governo que quer desmontar, destruir, direitos e conquistas históricos. O presidente e seu grupo defendem pautas que afetam diretamente e negativamente os trabalhadores, as mulheres, a população LGBT e os direitos humanos de forma geral”, alertou. 

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A neta do ex-governador Miguel Arraes falou que o problema não é o presidente em si. “Não se trata de uma pessoa. É uma forma de pensar e agir que representa um projeto que não é o que eu defendo e acredito”. 

Arraes também falou que Bolsonaro tem “priorizado” a defesa de interesses de grande e poderosos grupos em detrimento de prejuízos inomináveis à nossa população. “Por isso vou estar na oposição para lutar contra tudo isso”, reiterou. 

Com relação ao âmbito estadual, a deputada falou que, como parlamentar, seu foco é trabalhar em benefício do Estado. “Os pernambucanos e pernambucanas poderão contar comigo para todas as pautas que são importantes e benéficas para o Estado. Não estamos falando de sintonia e sim de responsabilidade com Pernambuco”. 

Ainda na entrevista, questionada sobre qual é a sua avaliação a respeito do governador Paulo Câmara (PSB), a petista foi direta. “Fui oposição à reeleição do governador e continuo na oposição”.

A China decidiu punir os sites que publicam paródias de "obras clássicas e de heróis" da história do país, como define o regime comunista.

Duas grandes plataformas chinesas de vídeos online, iQiyi e Sina, foram multadas por "distorcer e ridicularizar" algumas obras, anunciou o ministério chinês da Cultura, sem especificar o teor dos vídeos incriminados.

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Uma empresa da província de Sichuan (sudoeste) teve que pagar "a maior multa prevista em lei" por um vídeo que fazia uma paródia de uma canção revolucionária.

"A cantata do Rio Amarelo", uma canção patriótica escrita em 1939 para estimular os jovens a lutar contra a ocupação japonesa (1931-1945) já foi objeto de várias paródias, que não agradam as autoridades.

No caso da empresa de Sichuan, um vídeo mostrava os funcionários com gorros de ursos panda e entoando a canção, mas com uma letra que reclamava do atraso no pagamento dos bônus de fim de ano.

A China é um dos países do mundo que mais censura a internet. Algumas redes sociais e sites muito populares no planeta (Facebook, Instagram, Twitter e Google, entre outros) são bloqueados no país e a censura exige a supressão de boa parte do conteúdo.

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