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O líder do PT, senador Humberto Costa (PE), lembrou em Plenário que nesta terça-feira (15) é comemorado o Dia do Professor. Segundo ele, os desafios da categoria são enormes, especialmente na educação básica da zona rural, onde 345 mil educadores atuam em condições adversas, com salas de aula improvisadas e elevada evasão escolar.

Humberto Costa citou avanços ocorridos na educação ao longo dos governos do PT, ao lembrar que o orçamento do setor saltou de R$ 18 bilhões em 2003 para mais de R$ 100 bilhões em 2016. Programas como o Caminho da Escola, voltado ao transporte de estudantes, aumento do número de universidades públicas e institutos federais e elevação da jornada de mais de 57 mil escolas públicas são alguns exemplos de medidas adotadas nas gestões dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, informou o senador. Para ele, o cenário atual é marcado pelo bloqueio do orçamento e pelo patrulhamento ideológico dos professores em sala de aula.

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"Esse é um governo que odeia a educação, que a sataniza, que atira ofensas contra o seu patrono, o educador Paulo Freire, um dos nomes de maior relevo do mundo nessa área. É um governo para o qual a universidade virou um antro de marxismo e da esquerda, na visão de que ela precisa de um grande expurgo, para voltar às mãos da elite", disse.

*Da Agência Senado

O fato de uma operação da Polícia Federal desta terça-feira (15) ter como um dos alvos o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar (PE), logo depois de uma troca pública de críticas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o deputado federal, tem feito com que outros parlamentares aguardem uma espécie de reação de Bivar contra Bolsonaro. 

No Twitter, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que a lei da ação e reação também vale para o meio político. “Não existe ação sem reação. Isso vale na física e na política. A reação de Luciano Bivar à ação da PF - sem entrar no mérito disso - vai mostrar ao Brasil quem é o verdadeiro Jair Bolsonaro? Veremos”, escreveu ao comentar o caso.

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Já para a deputada do PSOL, Sâmia Bomfim (SP), Bivar pode causar problemas a Bolsonaro se decidir falar sobre as candidaturas laranjas. “Luciano Bivar certamente conhece cada laranja podre do laranjal do PSL. O chefe da legenda de aluguel que abrigou Bolsonaro e uma legião de aventureiros pode causar muitos problemas ao presidente se decidir colaborar com a justiça”, observou a parlamentar. 

Na ótica do parlamentar também psolista, Ivan Valente (SP) “quando a esmola é muita, o santo desconfia”. “A justiça levou dois meses para autorizar as buscas na casa do Bivar, que saiu exatamente no meio da guerra civil.  Não sejamos ingênuos: Bolsonaro instrumentaliza a PF para resolver a briga no PSL. Imagine quando Bivar abrir o bico”, salientou.

Na semana passada, após o indiciamento do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, diante do eventual 'laranjal' do PSL, um desentendimento entre Jair Bolsonaro e Luciano Bivar veio à tona depois que o presidente da República orientou um dos seus apoiadores a esquecer o partido e afirmar que o deputado federal estava "queimado para caramba".  

As declarações geraram reação crítica de Bivar e especulações de um desembarque de Jair Bolsonaro do PSL, o que ainda não chegou a acontecer oficialmente, mas o presidente solicitou uma auditoria nas contas internas do partido

Nesta terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a operação Guinhol, para investigar suspeitas de candidaturas laranjas do PSL de Pernambuco nas eeleições. Foram nove mandados autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), sendo um deles em um endereço de Bivar. O advogado de defesa do parlamentar, Ademar Rigueira, a ação não tem fundamento.

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSC), usou o Twitter, nesta segunda-feira (14), para afirmar que agora, com o país sendo governador pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), muitos perderam o medo de falar o que acreditam. 

Segundo Carlos, quando o país era governado pelo PT as pessoas eram “perseguidas e boicotadas” caso tivessem posturas contrárias às da esquerda. 

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“Alguém se lembra como era a mídia, as universidades, os debates políticos no passado? As pessoas eram hostilizadas, perseguidas e boicotadas caso tivessem posições diferentes da esquerda! Ainda é assim em alguns casos. A diferença é que muitos perderam o medo de se posicionar”, escreveu o vereador.

“Perceberam que eram maioria e passaram a enfrentar o sistema que os calou! Agora os responsáveis por nos calar por décadas bancam os democráticos a favor do diálogo e os isentões compram e ajudam a limpar esse passado e jogar esse autoritarismo no colo da direita”, acrescenta o filho do presidente da República.

Carlos Bolsonaro ainda dispara contra os que vem chamando de isentões e os políticos de partidos de esquerda chamando-os de “idiotas úteis”.

A presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) usou o Twitter, nesta terça-feira (8), para mandar um recado para o presidente Jair Bolsonaro e dizer que não adianta o chefe do Executivo querer se descolar do PSL, porque o partido é dele. 

“Campanha do Ministro do Turismo teria recebido dinheiro não declarado em caixa de roupa de grife e serviços prestados sem recibo. Depois das últimas revelações do laranjal e suspeita de caixa 2, Bolsonaro pede para esquecer o PSL. Não adianta tentar se descolar, PSL é seu”, escreveu Gleisi. 

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A postura da petista foi em reação a postura do presidente que mandou um dos seus apoiadores esquecer o PSL

Na manhã de hoje, ao ser abordado por um apoiador que disse ser do Recife e, ao pedir para gravar um vídeo com Bolsonaro, citar que eles dois e o presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar, estariam juntos “por um novo Recife”, o presidente ficou visivelmente desconfortável e  mandou ele esquecer o partido, pois Bivar “está queimado para caramba”. 

Um vídeo com o registro do momento vem repercutindo nas redes sociais. Luciano Bivar ainda não se posicionou sobre o assunto.

Confira o vídeo:

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O congresso nacional do Movimento Brasil Livre (MBL) marcado para novembro promete amenizar a dicotomia política do país, ou acirra-la ainda mais, levando para o centro de um dos debates do evento políticos de esquerda:  os deputados federais Orlando Silva (PCdoB) e Arlindo Chinaglia (PT). 

A iniciativa faz parte ideia de nova roupagem do grupo, chamada de MBL 3.0, que pretende reduzir a agressividade retórica com os adversários e pautar as discussões pelo respeito às diferenças ideológicas.  

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Orlando e Chinaglia vão debater com os membros do MBL, movimento que liderou campanha pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e os deputados federais Vinicius Poit (Novo-SP), Daniel Coelho (Cidadania-PE) e Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos coordenadores nacionais do movimento, além do senador Marcos Rogério (DEM-RO) sobre reforma política. 

De passagem pelo Recife em setembro, o vereador de São Paulo e coordenador nacional do MBL,  Fernando Holiday (DEM), adiantou a pretensão em entrevista ao LeiaJá. 

“O MBL 3.0 é para fazer autocrítica e tentar agora ter um diálogo maior com quem pensa diferente. Acreditamos que é possível debater de forma civilizada, a ideia é chamar para ambiente nosso [como o Congresso Nacional no fim do ano] figuras que discordam da gente, de esquerda, e debater com essas pessoas sem hostilidade e baixaria”, disse na ocasião, ponderando ainda que o grupo “demonizou” os adversários e isso teria que mudar.  

A expectativa do MBL é que outros políticos de esquerda também sejam incluídos na programação do congresso, marcado para os dias 15 e 16 de novembro, em São Paulo. 

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) anunciou, neste sábado (5), que pretende articular a convocação do ministro da Cidadania, Osmar Terra, para prestar esclarecimentos sobre o que chamou de "desmonte" promovido no Bolsa Família. O senador afirmou que, apenas entre maio e setembro deste ano, 800 mil famílias foram descredenciadas da política sem qualquer argumentação por parte da pasta.

“Osmar Terra é muito preocupado em combater o uso medicinal da maconha, é muito empenhado em internar em comunidades terapêuticas usuários de drogas, mas não parece ter qualquer preocupação com as famílias que estão vivendo à míngua pela falência do programa que hoje ele comanda”, declarou o parlamentar.

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Para Humberto, o Bolsa Família vem sendo "minado pelo governo Bolsonaro". "E isso ocorre justamente em um período em que a pobreza e a desigualdade social estão aumentando. Essa é uma política criminosa de Estado de estrangulamento dos mais pobres em várias frentes. É na retirada de direitos trabalhistas, é na Reforma da Previdência, é na destruição em larga escala de programas sociais. Tudo nesse governo nefasto é voltado a dizimar a população mais necessitada da nossa sociedade”, sublinhou. 

O senador ressaltou ainda que a própria Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), “para a qual Bolsonaro vive se rastejando aos pés de Donald Trump pelo ingresso do Brasil”, recomendou que o país invista mais no Bolsa Família e ajuste o limite de renda para que mais pessoas em situação de risco se enquadrem no programa.

 “Estamos diante de um presidente que tem declarada aversão aos pobres e fez sucessivos cortes no orçamento do programa. Hoje, a espera de uma família para entrar no Bolsa Família já supera os 45 dias, como se a fome pudesse aguardar a burocracia do governo" criticou o parlamentar.

A ativista de direita Thamires de Paula denunciou ter sido agredida pelo deputado federal José Guimarães (PT-CE). Thamires, que é conhecida entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais, abordou o parlamentar para um vídeo, mas contrariando a expectativa de Guimarães, ela o chamou de “capitão cueca” e, no mesmo momento, o parlamentar põe a mão na boca dela para calá-la. 

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O vídeo repercutiu no Twitter e já tem mais de 260 mil visualizações. Nesta sexta-feira (4), Thamires afirmou que pretende processar o parlamentar e cobrou um posicionamento de feministas favoráveis a ela. 

“Feministas? Atores globais? Maria do Rosário?  Onde estão vocês que não prestaram apoio a mim após eu ser agredida por deputado do PT? Ninguém encosta a mão em uma mulher a não ser que ela autorize!!! Tentativa já falha de me calar, Capitão Cueca! Responderá na JUSTIÇA [sic]!”, escreveu a ativista, que se descreve como conservadora e armamentista.

Essa é a segunda vez nesta semana que Guimarães aparece sendo chamado de “capitão cueca” por apoiadores de Bolsonaro. A primeira foi na última segunda (30), quando um homem que sentou ao lado dele, durante um voo de Fortaleza para Brasília, disse que o petista teria sido pego com “dinheiro na cueca” e o provoca dizendo que ele é do PT, partido que “roubou o Brasil inteiro”. Guimarães não reagiu no momento e denunciou o caso na Polícia Federal em Brasília, já com Thamires a reação foi outra. 

Apesar das acusações, na realidade quem foi flagrado pela polícia com US$ 100 mil escondidos na roupa íntima foi um ex-assessor dele, José Adalberto Vieira da Silva. O episódio aconteceu em 2005, Guimarães chegou a ser denunciado na época pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento com o caso, mas foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) classificou como perseguição política a prisão do ex-presidente Lula, que cumpre pena por condenação no caso do triplex em Guarujá (SP). Durante pronunciamento nesta terça-feira (1º), o parlamentar disse que sobram elementos que confirmam a perseguição. Wagner citou trechos do livro “Nada Menos que Tudo”, de autoria do ex-procurador-geral, Rodrigo Janot e assinado pelos jornalistas Jailton Carvalho e Guilherme Evelin.

Em um dos capítulos, conforme citou Jaques Wagner, o então procurador declara que teria sido pressionado por membros da Operação Lava Jato a denunciar imediatamente o ex-presidente por organização criminosa “nem que para isso tivesse que deixar em segundo plano outras denúncias em estágio mais avançado", citou.

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Ainda de acordo com Janot, acrescenta o senador, o Ministério Público estaria sendo pressionado a acusar Lula e outros políticos do PT com foro no Supremo Tribunal Federal (STF) para dar lastro à denúncia apresentada pela equipe da Lava Jato ao então Juiz Sergio Moro, em Curitiba. Isso, como citou o senador, era o que daria base jurídica para o crime de lavagem de dinheiro imputado pela Operação ao ex-presidente.

“Em 15 de setembro, Dallagnol [procurador e coordenador da Lava Jato] deu a famosa coletiva, em que não apresentou provas, mas externava as suas convicções: "Provas são pedaços da realidade que geram convicção sobre determinado fato ou hipótese." E por aí segue o ex-procurador-geral, até concluir, primeiro, que Dallagnol quase que exigia: "se você não fizer a denúncia, a gente perde a lavagem", aspeado pelo doutor Rodrigo Janot”, citou.

Jaques Wagner disse esperar que o STF cancele toda a ação e declare a inocência do ex-presidente Lula, já que, na sua avaliação, a condenação se deu com base em um “processo eivado de vícios e de erros”.

*Da Agência Senado

 

O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou nesta terça-feira (1°) em Plenário que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está correto ao recusar o benefício da progressão do regime pedido pelo Ministério Público Federal. Lula está preso há quase 550 dias, depois de condenado no âmbito da operação Lava Jato. Segundo o parlamentar, temerosos de que o Supremo Tribunal Federal (STF) "fragilize ainda mais" as decisões do então juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, os integrantes da força-tarefa querem que Lula passe a cumprir a pena no regime semiaberto, com o uso de tornozeleira eletrônica.

Para Humberto, o objetivo desse pedido de progressão de regime é enfraquecer a ideia de que o ex-presidente é um preso político. O senador afirma que o processo contra o ex-presidente está "comprometido desde o início" e que a força-tarefa "armou para condenar Lula e retirar seus direitos"

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“Estamos diante de um tudo ou nada. E para nós só serve o tudo. Lula precisa ser solto e ter os seus direitos restaurados a partir da anulação das sentenças que o condenaram. Sua soltura representará um marco para a democracia brasileira, e mostrará que o Estado tem a capacidade de corrigir erros de seus agentes e recuperar as injustiças cometidas contra cidadãos”, disse.

*Da Agência Senado

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “tem o direito” de não querer aceitar o pedido feito à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) para que ele vá para o regime semiaberto. 

"Quer ficar, fica. É direito dele ficar preso. Não vou interferir. Não vou tripudiar em cima dele", disse, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" nessa segunda-feira (30).

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Sobre a acusação de corrupção e lavagem de dinheiro que pesam contra Lula, Bolsonaro observou que "várias pessoas" não podem inventar a mesma história. "O cara meteu a mão e entregou a amigos dele. Para quê? Projeto de poder. Não deu certo. Graças a Deus, não deu certo", alfinetou.

Nessa segunda, a defesa do ex-presidente Lula divulgou uma carta escrita por ele se negando a acatar o pedido dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para a progressão de pena

No documento, o petista afirma que não trocará a “liberdade pela dignidade”, salienta que os procuradores da Lava Jato e o ex-juiz e ministro Sérgio Moro deveriam pedir desculpas “pelo mal que fizeram à democracia, à justiça e ao país”. E acrescenta, ainda, que tem esperança que o Supremo Tribunal Federal (STF) “corrija” sua sentença.

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) foi hostilizado em um voo enquanto seguia para Brasília na noite dessa segunda-feira (30). O parlamentar sentou ao lado de um homem que começou a gravar um vídeo disparando contra ele, mas não reagiu as provocações.

Na imagem, compartilhada nas redes sociais, o homem aparece chamando Guimarães de “capitão cueca” e dizendo que ele teria sido pego com “dinheiro na cueca”, contudo, na realidade quem foi flagrado pela polícia com US$ 100 mil escondidos na roupa íntima foi um ex-assessor dele, José Adalberto Vieira da Silva. 

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O episódio aconteceu em 2005, Guimarães chegou a ser denunciado na época pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento com o caso, mas foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012. 

No vídeo, o rapaz que provoca o deputado ainda diz que ele é do PT, partido que “roubou o Brasil inteiro”. “Se defenda deputado, diga aí, cadê o dinheiro que estava na cueca? Se defenda! Vai se defender mão, você não tem vergonha de roubar o Brasil não? Você não é bem-vindo em Brasília não”, dispara.

Veja o momento: 

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Em nota, o vice-líder da minoria na Câmara dos Deputados diz que "na saída do avião, o agressor foi conduzido à sede da Polícia Federal no aeroporto da capital federal. Um Boletim de Ocorrência foi feito no local e o agressor pediu desculpas pelo lamentável comportamento".

José Guimarães aponta também que foi vítima de fake news no vídeo e acrescenta que sua assessoria jurídica "coletará todas os ataques virtuais sofridos pelo parlamentar para que as medidas cabíveis tomem forma. Produzir ou contribuir com a disseminação de fake news é crime!"

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol disse, nesta segunda-feira (30), que o Ministério Público está apenas cumprindo a lei ao solicitar a progressão de pena para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Procuradores querem que Lula vá para o regime semiaberto, já que completa o cumptimento de um sexto da pena. A solicitação foi feita à Justiça na última sexta-feira (27). 

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“Quando uma pessoa cumpre os requisitos todos para a progressão de regime não tem só o direito, mas o Estado não pode exercer seu poder de prisão para além do que tem direito. Assim, uma vez cumpridos os requisitos, normalmente os réus pedem a progressão. Se o réu não pedir, é obrigação nossa, do Ministério Público pedir", explicou Dallagnol, que também assinou o pedido, durante entrevista à rádio Jovem Pan.

"O que estamos fazendo nesse caso é cumprir a lei como faríamos no caso dos demais presos. O ex-presidente Lula, como os demais, deve cumprir nem mais nem menos", emendou o chefe da força-tarefa. 

O ex-presidente já havia manifestado recusa para o regime semiaberto, quando o preso trabalha durante o dia e volta para cadeia à noite. 

A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann (RS), e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad - que também são advogados de Lula, além do responsável oficial pela defesa dele, Cristiano Zanin, conversam hoje com o ex-presidente sobre o assunto, para definir como a defesa deve se portar diante do pedido dos procuradores. 

Nos bastidores, especula-se que o pedido dos procuradores da Lava Jato é uma espécie de manobra diante da julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro que proferiu a sentença contra Lula. A defesa do ex-presidente acusa o atual ministro da Justiça e Segurança Pública de agir com parcialidade na condução do processo e pedem que condenação seja cancelada.

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) classificou, nesta sexta-feira (27), como “assustadora” a revelação do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que teve a intenção de matar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Janot contou o ocorrido em entrevistas ao Estadão e à revista Veja. 

Para Humberto, episódio é a “falência da civilização”. “É absolutamente assustadora a confissão de Janot. Imaginar que um PGR entrou armado no STF determinado a matar um ministro da Suprema Corte é algo inacreditável. É a falência da civilização, é o fim do contrato social e do império da lei por parte de quem mais deveria zelá-los”, escreveu o petista, no Twitter.

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A fala de Janot também foi encarada por Humberto como “a forma mais bem acabada do modo de operação da Lava Jato, da qual Janot é expoente: é o desprezo pela resolução dos conflitos dentro do Estado de Direito, o lawfare aplicado à vida pessoal”. “Foi uma assunção dos métodos que sempre nortearam essa turma no privado e no público”, considerou o senador.

Nas entrevistas, Rodrigo Janot contou que pensou em matar Gilmar Mendes na sede do STF depois que o ministro disse que a filha dele, Letícia Ladeira Monteiro de Barros, advogava para a empreiteira OAS em processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele e depois me suicidar”, disse o ex-procurador-geral, na ocasião.

Responsável por denunciar e investigar políticos com direito ao foro privilegiado enquanto esteve à frente da Procuradoria Geral da República, Rodrigo Janot disse ter certeza que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “é corrupto”.  

“É impossível que o Lula não fosse um dos chefes de todo esse esquema. Não tenho dúvida de que ele é corrupto”, disse em entrevista à revista Veja. 

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“Da mesma forma que não tenho nenhuma dúvida de que a Dilma não é corrupta. Mas ela tentou atrapalhar as investigações com a história de nomear o Lula como ministro da Casa Civil. A obstrução de Justiça aconteceu, tanto que eu a denunciei”, complementou Janot. 

Como uma das suas últimas ações na PGR, em setembro de 2017, Janot chegou a denunciar ao Supremo Tribunal Federal (STF) os ex-presidentes e os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci pelo crime de organização criminosa.

"Pelo menos desde meados de 2002 até 12 de maio de 2016 , os denunciados, integraram e estruturaram uma organização criminosa com atuação durante o período em que Lula e Dilma Rousseff sucessivamente titularizaram a Presidência da República para cometimento de uma miríade [grande número] de delitos, em especial contra a administração pública em geral", justificou, na época, Janot.

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Três anos depois do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-senador Aloysio Nunes (PSDB) disse que houve uma “manipulação política” a partir da Lava Jato para a destituição do mandato da petista em 2016. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o tucano fez um panorama das revelações de conversas entre os procuradores à frente das investigações e o então juiz Sergio Moro e ponderou que eles “venderam peixe podre” ao Supremo Tribunal Federal (STF). 

Ao ser questionado se estava surpreso diante da influência política na Lava Jato, Nunes disse que agora reconhece que tudo aconteceu “de caso pensado”. “Quando você fala na divulgação do diálogo de Lula com a Dilma, evidentemente você tem uma manipulação política do impeachment. Quando você tem a divulgação da delação de Palocci, nas vésperas da eleição presidencial, você tem uma manipulação política da eleição presidencial. Isso foi de caso pensado, como os diálogos revelaram”, observou Nunes. 

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“Não é uma coisa por inadvertência, foi de caso pensado. Então, isso para mim torna, não todos, porque não conheço todos, esses casos em que esse tipo de procedimento se verificou, nulos, porque atingiu um princípio fundamental do Estado de Direito, que é a garantia que a existência de um juiz imparcial dá ao direito de defesa”, acrescentou. 

Apesar disso, na época do impeachment, o PSDB usou os diálogos revelados pela Lava Jato, sobre a posse de Lula como ministro da Casa Civil. “Não só o PSDB. O Supremo Tribunal Federal acabou por barrar a posse do Lula [como ministro de Dilma] com base em uma divulgação parcial de diálogo, feita por eles, Moro e seus subordinados, do Ministério Público. Eles manipularam o impeachment, venderam peixe podre para o Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave”, disparou o tucano.

Na entrevista, o ex-senador observa também que foi a favor do impeachment, mas a bancada do PSDB no Senado, segundo ele, era mais "prudente" em relação ao que estava acontecendo. "Diante do fato de que a presidente Dilma não conseguiu ter sequer 173 votos a favor dela para barrar o processo de impeachment na Câmara, ficou evidente que ela tinha perdido as condições de governar", disse. 

"Além, evidentemente, do desvario da condução da política econômica e da política fiscal. Como uma presidente não consegue ter 173 votos para barrar o impeachment, que praticou atos que, à luz da própria legislação, constituiu crime de responsabilidade, não havia como a manter no poder”, emendou, justificando. 

Ainda na ótica de Nunes, caso Lula tivesse assumido a Casa Civil, o impeachment não teria acontecido. “Eles manipularam o impeachment ao barrar a posse do Lula. Se Lula tivesse ido para casa Civil, não seria capaz de recompor a base política do governo? Lula, que dizem que foi um governo socialista, governou com a direita. Teria rapidamente condições de segurar a base política. Porque o impeachment é um processo jurídico - crime de responsabilidade - e político. Ele, pelo menos, em relação à questão política, talvez tivesse condições de recompor. Foi exatamente por isso que eles procuraram barrar, como conseguiram, a posse de Lula”, observou o ex-chanceler do governo de Michel Temer. 

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) afirmou que o discurso de cerca de 30 minutos feito pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) na assembleia geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, foi “vexatório”. Na avaliação do oposicionista, a parte positiva da fala é que agora todo o mundo pode ter a certeza sobre o perfil do presidente. 

“A melhor parte desse discurso vexatório de Jair Bolsonaro na ONU é que, agora, as pessoas em todo o mundo podem ter a certeza de que nós não exageramos quando falamos dele. Agora, elas sabem que Bolsonaro é realmente essa coisa decrépita, tosca e vergonhosa que sempre dissemos”, escreveu, em análise no Twitter.

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Humberto comentou também que a fala do presidente foi baseado em ataques. “Ataca Cuba, ataca a Venezuela. Ataca Lula. Ataca a França e a Alemanha. Ataca Raoni. Já Donald Trump, ele não cansa de bajular”, disparou, lembrando que Donald Trump respeita a soberania dos países e ajudou o Brasil durante uma reunião do G7, que engloba as maiores economias do mundo.

Em certo momento, o presidente também disse que teria acabado o que chamou de “monopólio do senhor Raoni”, referindo-se ao cacique Raoni que é respeitado em todo o mundo como liderança brasileira em defesa da preservação ambiental. 

Sobre essa fala de Bolsonaro, Humberto escreveu: “Raoni virou um símbolo internacional. Sua luta pela Amazônia e em defesa dos povos originários se transformou em referência. Como pode o presidente do Brasil, diante de líderes mundiais, atacá-lo? Jair Bolsonaro é um covarde”. 

O presidente discursou na assembleia na ONU na manhã de hoje. Bolsonaro também chegou a dizer que estava assumindo o Brasil após o país quase entrar em um regime socialista. 

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) usou o Twitter, nesta terça-feira (24), para afirmar que o trecho do pacote anticrime, em tramitação na Câmara dos Deputados, que prevê o excludente de ilicitude “precisa ser barrado”. Na avaliação da ex-presidente, a proposta tem relação direta com o assassinato de  Ágatha Vitória, de 8 anos. 

“O assassinato de Ághata tem, óbvio, relação direta com a proposta de Moro de facilitar a absolvição de policiais que matam civis, se alegam que foram movidos por emoção ou surpresa. Este projeto é uma oferta de impunidade e uma licença para matar. Precisa ser barrado no Congresso”, escreveu Dilma. 

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Para a petista, “a violência fardada cresce com a impunidade oferecida pelo presidente que quer anistiar policiais assassinos, pelo ministro que quer absolvê-los e pelo governador [Wilson Witzel] que manda atirar ‘na cabecinha’. E a violência policial também induz à violência CONTRA [sic] os policiais”.

Ágatha morreu na noite da sexta-feira (20), após ser baleada nas costas durante uma ação policial no Complexo do Alemão. Ela estava dentro de uma kombi com o avô quando foi atingida, chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu.  Testemunhas apontam que disparo partiu dos policiais. 

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Coordenador do Movimento Brasil Livre e vereador de São Paulo, Fernando Holiday (DEM) afirmou que por mais que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) cometa erros, tê-lo no comando do país é “uma opção melhor” e menos arriscada do que um governo do PT. Em entrevista ao LeiaJá, durante passagem por Pernambuco no fim de semana, Holiday pontuou que a tendência, agora, é Bolsonaro melhorar sua atuação.

Em 2018, o MBL foi às ruas pedir voto para a eleição de Jair Bolsonaro, mas desde que ele iniciou o mandato não tem poupado críticas ao presidente e decidiu, no fim de maio, não apoiar manifestações pró-Bolsonaro que ocorreram pelo país

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Questionado sobre qual avaliação faria dos quase nove meses completos de governo, Holiday não colocou panos quentes diante dos deslizes do presidente, mas disse preferir uma gestão assim do que um país sendo gerido pelo ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro nas eleições do ano passado. 

“Bolsonaro está demorando para entender a liturgia do cargo e a importância que é ocupar o cargo de presidente do Brasil. Ele tem cometido diversos equívocos, por exemplo, alguns acordos no Congresso Nacional são diferentes do que ele pregava nas eleições”, ponderou.

“São diversos erros, principalmente vindo dos filhos dele, o Eduardo e o Carlos Bolsonaro. Mas mesmo com todos esses erros, acredito que ainda assim é uma opção melhor do que a outra possível em 2018, que era Fernando Haddad. Qualquer risco que o governo Bolsonaro possa representar não chega perto do risco que representava um possível governo petista”, emendou o vereador da capital paulista. 

Ao justificar o argumento, Fernando Holiday salientou que “o petismo desenvolveu um sistema de governo com base na corrupção”. “O Mensalão e o Petrolão foram isso. Foi a compra do poder legislativo, por meio da corrupção você domina outros poderes e vai expandindo seu poder, semelhante ao que aconteceu na Venezuela. Considero a opção petista muito pior porque é sistematizado e de longo prazo. O governo Bolsonaro é uma coisa improvisada, é ruim também, mas não tanto quanto o projeto detalhado do petismo”, alegou o líder do MBL. 

Ainda para Holiday, os principais erros de Jair Bolsonaro foram os constantes ataques à imprensa, as declarações dúbias que deixam em dúvida o apreço dele pela democracia e a tentativa de indicar o filho, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), para a embaixada no Brasil nos Estados Unidos. 

“Em determinado momento, espero que o mais breve possível, figuras dentro do governo comecem a perceber e fazer uma autocrítica, que ainda não acontece. Daqui até o final do mandato a tendência é melhorar. Os principais erros que teriam que ser cometidos, já foram agora no começo. Dessa segunda metade do ano até o final, a ala dos militares juntamente com os ministros Sergio Moro e Paulo Guedes, que formam a ala sensata do governo está ganhando mais influencia e acredito isso é positivo para o país”, considerou o vereador. 

O PT de São Paulo vai usar a escolha dos 82 candidatos a vereador que disputarão a eleição municipal do ano que vem para tentar atrair setores da esquerda afastados do partido devido à estrutura burocrática que ocupa todos os espaços da legenda. Na busca por mais jovens filiados e de ampliação do campo de influência, a legenda cogita aceitar até mandatos coletivos na eleição do ano que vem.

"O desafio é criar espaços para desburocratizar o partido e permitir às pessoas debater no PT", disse o novo presidente do diretório municipal do PT de São Paulo, Laércio Ribeiro. "Temos que construir um campo e este campo não está nos partidos, está na sociedade civil, nos coletivos, núcleos, universidades. Se o PT não tiver essa compreensão de que a disputa está neste campo podemos ter um resultado não condizente com o tamanho do PT", completou.

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A ideia é dedicar parte das 82 vagas na chapa de vereadores a influenciadores digitais, youtubers e jovens integrantes do movimento hip hop. Ribeiro não vai ser o primeiro dirigente do partido a tentar esta aproximação. Outros que vieram antes dele esbarraram na burocracia do partido que ocupa todos os espaços de participação e impede a entrada de novos setores.

Eleito com 70% dos votos em eleição direta realizada no dia 8 para presidir o maior diretório municipal do PT e comandar o partido na eleição para a Prefeitura de São Paulo no ano que vem, Ribeiro, de 36 anos, tem um perfil diferente dos outros petistas que o antecederam no cargo.

Filho de metalúrgico, ele foi criado na Cidade Ademar, periferia da Zona Sul paulistana. Apesar do discurso contra a burocracia, ele mesmo cresceu ocupando espaços na engrenagem partidária.

O primeiro contato com o partido foi na adolescência quando a Prefeitura, sob o comando da então petista Luiza Erundina (hoje deputada pelo PSOL), realizou um mutirão para asfaltar a rua da sua casa.

Depois veio a militância na Pastoral da Juventude da Igreja Católica e finalmente a filiação ao PT. Desde então Ribeiro foi assessor do vereador Alfredinho (PT), integrou a executiva municipal do partido, trabalhou no gabinete de Fernando Haddad na Prefeitura, passou alguns dias no gabinete do ex-deputado e ex-ministro Ricardo Berzoini em Brasília e foi subprefeito de Santo Amaro.

Hoje, formado em Ciências Sociais pela Fesp, trabalha como assessor do deputado estadual Barba (PT) na Assembleia Legislativa. Seu único emprego na iniciativa privada foi como auxiliar de faturamento em uma pequena empresa do bairro.

As prioridades do novo presidente municipal são a ampliação do campo petista. "O PT tem relação com um público muito específico. Igrejas, conselhos, associações de moradores, sindicatos. Esta forma de organização é o que nos dá o que nós temos. Mas isso é limitado."

Perguntado sobre como o PT vai lidar com as novas formas de campanha eleitoral pelas redes sociais, terreno no qual o partido está atrasado em relação ao seus concorrentes, Ribeiro respondeu: "É minha maior preocupação". Segundo ele, as lideranças petistas ainda não entenderam que a forma de fazer campanha eleitoral mudou e teimam em priorizar métodos ultrapassados na hora de definir para onde vão os recursos eleitorais.

"Vamos ter que convencer a base e as lideranças do PT que a campanha não vai poder ser só com papelzinho, plastiquinho e jornal", disse o novo presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um ensaio do que deve ser o embate municipal em 2020 foi exposto, neste sábado (21), durante um debate sobre os últimos 20 anos de gestão da Prefeitura do Recife - comandados pelo PT e o PSB, respectivamente - no 1º Congresso Estadual do Movimento Brasil Livre (MBL). No evento, o ex-ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), disse que o saldo do período é “20 anos de mediocridade”. 

“PT e PSB se misturam e fazem parte do mesmo projeto de política. São 20 anos de mediocridade. O que a gente encontra, no ponto de vista de resultado, é algo que vai muito distante daquilo que seria razoável. Não há nada de relevante em termos de infraestrutura, por exemplo, nesse período”, cravou. 

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Fazendo um panorama do que classificou como sendo a realidade do Recife, Mendonça não poupou críticas. 

“Recife ainda é uma cidade suja, mal cuidada. A saúde perdeu qualidade, postos fechados, atendimento sem qualidade. Na educação nem se fala, Recife perde para Teresina em termos de Ideb. Recife é capital do desemprego, temos uma cultura anti empreendedora. As barreiras voltaram a cair e matar denunciando o descaso da administração que se diz voltada para o mais pobre”, listou o democrata. 

Com o retrato, o presidente estadual do DEM pregou que na eleição de 2020, a oposição presidente assumir a responsabilidade de “oferecer ao Recife uma alternativa que leve a cidade para outra dimensão”. 

“Não se raciocina no PSB de que alternância faz bem ao povo. O deles projeto é um combo. Elege João em 2020, Geraldo governador em 2022 e em 2030 sai e dá lugar a João Campos até 2038. Estão planejando isso no Estado que é histórico das lutas democráticas. Chega de mandonismo, chega de dominação, de projeto de perpetuação do poder”, disparou. 

Segundo o ex-ministro da Educação, que já se colocou à disposição para ser candidato em 2020, a oposição precisa agir no próximo ano “apresentando propostas concretas para mudar a educação, investir na saúde, mudar o trânsito e investir a capacidade no turismo, que não atinge seu potencial máximo hoje”. “Nosso desafio é político, de enfrentar essa organização que tomou conta do Recife e de Pernambuco”, argumentou.

Além de Mendonça, o deputado Daniel Coelho (Cidadania) também fez disparos e disse que em 2020 o PT e o PSB querem empurrar a quarta geração de Miguel Arraes para o comando do Recife. Fora os dois Priscila Krause (DEM), André Régis (PSDB) e Charbel (Novo).

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