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A direção nacional do PT orientou todos os candidatos do partido nas eleições municipais deste ano a usarem o horário eleitoral no rádio e na televisão para defender a anulação da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a recuperação de seus direitos políticos. A orientação faz parte da série de comemorações que o PT prepara para o aniversário de 75 anos de Lula, no dia 27.

"Orientamos pautar nossa propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV neste dia com homenagem a Lula, com a mensagem #AnulaSTF, pela recuperação de plenos direitos políticos para Lula! Essa deve ser uma bandeira de todos os democratas no país", diz um ofício assinado pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e pelo o secretário nacional de Comunicação, Markus Sokol, encaminhado a todas as instâncias partidárias.

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Por orientação de Lula, o PT adotou a estratégia de lançar o maior número de candidatos possível nas eleições municipais. Isso ajudou a fragmentar a esquerda em várias cidades importantes. Segundo cálculos do partido, o PT tem cerca de 60 candidatos próprios nas 95 cidades com segundo turno. Desde o início, a sigla tem dito que as campanhas municipais seriam usadas para defender o legado dos governos petistas e os direitos de Lula.

O ex-presidente foi condenado duas vezes por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do sítio de Atibaia e do tríplex do Guarujá, ambos com base em investigações da Lava Jato. Lula chegou a cumprir um ano e meio de prisão em Curitiba.

Segundo Sokol, o ex-presidente não foi o autor da ideia, mas aprovou a medida. "Não é contra a vontade dele, mas não foi ele que pediu. Lula é superparcimonioso. Ele sempre diz que é o último que poderia pedir essas coisas", disse o dirigente.

As datas, definições partidárias, candidaturas e a cobertura especial do jornal das campanhas pelo País e nos Estados Unidos

A orientação é apenas uma das ações do PT para comemorar o aniversário de Lula. O partido vai estimular os diretórios municipais e candidatos a vereador a convidar a população para comer bolo em homenagem ao ex-presidente. A TVPT veiculará uma programação especial e um minidocumentário contando a trajetória do ex-presidente, e o Instituto Lula vai receber vídeos de um minuto de apoiadores.

"Vamos, nacionalmente como partido, realizar de maneira ampla atividades de comemoração do aniversário do principal dirigente do PT e maior liderança popular do País. Convocamos os diretórios e, em especial, as candidatas e candidatos a vereador(a) e prefeito(a), a comemorarmos juntos esta data, juntos com o povo. Há várias formas possíveis, adaptadas à agenda local, de fazer essa comemoração", diz o ofício da direção nacional.

Perguntado se a orientação de usar o espaço na TV para a defesa de Lula configura desvio de finalidade, já que o horário eleitoral é pago com dinheiro público para que as campanhas façam sua propaganda, Sokol respondeu que a anulação das condenações do ex-presidente é uma plataforma de todos os candidatos do PT.

"Vamos politizar a eleição. Com este governo Bolsonaro não existe solução real só no âmbito municipal. Não sei se tem alguma definição do que é propaganda eleitoral. Levantar a defesa da maior liderança de massas do Brasil não é uma bandeira política? Se alguém ficar incomodado, é para incomodar mesmo", disse o dirigente.

A candidata a prefeita do Recife, Marília Arraes (PT), elevou o tom contra o adversário João Campos (PSB) em publicação no Twitter, nesta terça-feira (20), e chamou o pessebista de "frouxo". A postura da prefeiturável foi em reação a uma comparação das propostas deles e o fato da vice na chapa de João, Isabella de Roldão (PDT), ter se posicionado sobre o assunto. 

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"João Campos é frouxo, colocou a vice pra criticar nossas propostas", escreveu a petista, citando uma nota que, segundo ela, havia sido enviada para um jornal local ao ser indagada sobre as comparações.

Uma das iniciativas semelhantes é o programa Florescer, apresentado pela petista em seu programa de governo para atender à primeira infância e garantir vagas em creches para crianças de 1 a 4 anos. A proposta é bem parecida com o projeto da Prefeitura do Recife chamado de Pertencer, que teve um reforço quando Isabella era secretária de Habitação da capital pernambucana, com a criação do Espaço de Convivência para acolher crianças de 6 meses a 6 anos em período semi-integral.

Em publicação no Instagram no último sábado (17), sem fazer uma crítica ou citação direta, Isabella juntou recortes de matérias sobre o Pertencer, classificado por ela como "um dos projetos mais importantes" da sua vida e ressaltou: "Essa semente, quem plantou fomos nós".

A fala foi um gatilho para o disparo de Marília, que na mesma postagem no Twitter ainda escreveu: "(...) Mas, ressalto: não debato com vice. Se o candidato quiser, crie coragem e venha discutir o Recife". Em outra rede social, também nesta terça-feira, Marília também alfinetou João pelo apoio que ele deu em 2014 ao tucano Aécio Neves nas eleições presidencial e reclamou da falta de debate na disputa eleitoral deste ano. 

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O LeiaJá entrou em contato com o candidato João Campos que, por meio da assessoria de imprensa, disse que não comentaria o assunto.

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), foi acusado de racismo nas redes sociais ao compartilhar uma fala do comentarista Renato Casa Grande no Twitter. Casa Grande, nessa sexta-feira (16), chamou a atenção nas redes sociais por ter se posicionado contra qualquer tipo de violência contra a mulher e rechaçar a atitude do jogador Robinho, condenado em primeira instância na Itália por estupro.

No microblog, Haddad compartilhou uma imagem do comentarista esportivo e escreveu: "Tem Casa Grande que vale a pena". A fala repercutiu negativamente e foi apontada como uma fala racista. O nome do ex-prefeito, inclusive, entrou para os assuntos mais comentados no Twitter na noite dessa sexta e segue até o início da tarde deste sábado (17). 

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O petista se retratou hoje pelo que classificou como ironia. "Quando retuitei o vídeo do Casão, pensei em ironizar A casa-grande. Errei e apaguei porque mesmo tendo intenção antirracista, não cabe ironia como uma dor que eu não senti, privilegiado que sou. Aprende-se", escreveu. 

O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que não se vê como adversário do PT, partido que deteve a hegemonia da esquerda por anos, e defendeu a necessidade de "construir projeto de esquerda renovado". As declarações foram dadas durante a segunda sabatina do Estadão nas eleições municipais da capital paulista, realizada nesta sexta-feira (16).

Boulos afirmou ainda que os projetos do presidente Jair Bolsonaro e dos tucanos João Doria, governador do Estado, e Bruno Covas, atual prefeito, estão "destruindo o País". "Por que eu vou ter o PT como adversário? Eu tenho que ter como adversário quem está destruindo o País com um projeto autoritário e quem está destruindo o Estado e a cidade com um projeto elitista", disse, em referência aos oponentes políticos.

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"Trabalhei muito para que a gente tivesse unidade de esquerda nessa eleição", alegou, defendendo que o grande desafio da atual disputa é derrotar o bolsonarismo, em primeiro lugar, e o "Bolso-Doria" - a maneira como ele se refere às políticas tucanas - em segundo lugar. Boulos é atualmente o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, atrás justamente do candidato bolsonarista, Celso Russomanno (Republicanos) e do tucano Covas. Na pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada na quinta-feira, 15, o candidato do PSOL aparece 10% das intenções de votos enquanto Russomanno e o atual prefeito têm 25% e 22%, respectivamente.

"A nossa candidatura é aquela que se mostra capaz de evitar uma tragédia Bolso-Doria no segundo turno", defendeu, salientando o fato de que é o candidato da esquerda mais bem colocado. "Mesmo uma semana depois do início da propaganda eleitoral, onde eu tenho só 17 segundos, eu cresci 2 pontos (porcentuais). Cresci na (pesquisa) mesmo sem debate", afirmou.

Sobre o fato de pontuar bem entre os eleitores com maior renda e grau de escolaridade, apesar de apresentar uma pauta direcionada às periferias, Boulos afirmou que essa é a fatia do eleitorado que já o conhece. "Ninguém pode dizer que vai votar em quem não conhece. A minha taxa de conhecimento entre as pessoas de maior escolaridade é 80%", disse.

Ainda sobre a unidade das esquerdas, o candidato do PSOL se recusou a classificar o quarto colocado nas pesquisas, Márcio França (PSB), como um candidato desse campo. "Eu não vejo o Márcio França no campo da esquerda, ele é aquela velha biruta de aeroporto", afirmou, acrescentando o oponente socialista já foi vice-governador do tucano Geraldo Alckmin e chegou a apoiar Doria na disputa pela Prefeitura em 2016. "Como o (presidente Jair) Bolsonaro não quis apoiar ele aqui em São Paulo, ele ficou órfão e veio recorrer à esquerda", argumentou.

A chapa Boulos-Luiza Erundina recebeu o apoio do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e da recém-criada Unidade Popular (UP), além de artistas historicamente ligados ao PT, como Caetano Veloso e Chico Buarque.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais para fazer mais um pronunciamento nacional, nesta sexta-feira (16). O líder petista falou sobre a fome, aproveitou o Dia Mundial da Alimentação para alertar quanto ao retorno do problema ao país e afirmar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu um "tiro de misericórdia" nos pobres ao reduzir pela metade o auxílio emergencial. 

"A fome é um tormento social que resulta, principalmente, de opções econômicas feitas governantes. A fome é um flagelo que só terá fim quando distribuirmos a riqueza. Não podemos naturalizar a fome", cravou Lula, após fazer um discurso incisivo sobre o contexto do país ao  mencionar impactos da Covid-19. 

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“Bolsonaro disparou um tiro de misericórdia contra os pobres e reduziu pela metade o valor do auxílio emergencial, de R$ 600 para R$ 300, além de excluir um grande número de beneficiários do programa. E avisou: o auxílio emergencial acaba em dezembro, mesmo que a pandemia continue. É imperioso manter o auxílio emergencial de 600 reais enquanto durar a pandemia. Conclamo todos a apoiarem a campanha lançada pelas centrais sindicais, exigindo do Congresso a imediata votação dessa medida. Nenhum real a menos”, enfatizou.

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O ex-presidente lamentou o fato dos preços dos alimentos estarem em alta. “Lamentavelmente o Brasil não tem o que festejar no Dia Mundial da Alimentação. Ao contrário. Vivemos dias muito difíceis. Em meio a uma pandemia que já ceifou 150 mil vidas, os preços dos principais alimentos dispararam. O arroz subiu quase 20% desde o início do ano. O feijão, quase 30%. O leite, mais de 20%. Alguns produtos de primeira necessidade desapareceram dos supermercados. Tudo indica que os preços continuarão subindo nos próximos meses. É a face mais cruel do terrível fantasma da fome”, frisou o ex-presidente.

Lula aproveitou o discurso também para lembrar que durante a gestão petista, o país foi declarado fora do Mapa Mundial da Fome da ONU, mas, segundo ele, “depois do golpe contra a presidenta Dilma, o país deu marcha a ré”.

“É inaceitável que no Brasil tantos homens, mulheres e crianças não tenham o que comer. Afinal, somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Este ano, a safra de grãos deve bater novo recorde: 257 milhões de toneladas. Ou seja, produzimos mais de uma tonelada por habitante, o suficiente para que cada brasileiro tivesse acesso a três quilos de grãos por dia”, afirmou.

“Saber que a Humanidade produz mais alimentos do que consome significa afirmar que a fome não é um problema causado pela natureza. A fome é resultado da irresponsabilidade e da insensibilidade de governantes que não têm interesse em enfrentar e curar essa chaga”, completou.

Ainda na ótica de Lula, “a fome é a arma de destruição em massa mais poderosa e perigosa que qualquer outra que o homem tenha inventado”. Por fim, o ex-presidente também disse que seu desabafo era um “chamamento a todos os homens e mulheres de bem que ainda conseguem se indignar com a volta da fome ao nosso país”.

O dirigente petista Oscar Barreto entregou o cargo de secretário de Saneamento Básico do Recife, nesta quinta-feira (15). Ele seguia no governo do prefeito Geraldo Julio (PSB) apesar do PT concorrer ao comando da prefeitura contra a legenda pessebista, com a candidatura de Marília Arraes. Oscar é um dos integrantes do PT que se colocava a favor da manutenção da aliança com o PSB. 

Em nota divulgada à imprensa, ele salienta que entregou o cargo para cumprir uma determinação do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, relativa às eleições municipais no Recife.

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“Essa mesma orientação partidária estabelece que, no que diz respeito ao grave e desafiador cenário nacional, todo filiado ao PT deve assumir os pilares do compromisso político que temos com o país. E é o que espero ver protagonizado pela candidatura do nosso partido, no âmbito local. É urgente a defesa das conquistas sociais que os governos de Lula e Dilma acumularam. É preciso que um posicionamento claro seja adotado, sem negligenciar nossas bandeiras, sem relativizações do processo de desmonte promovido pelo Governo Federal. Não se pode ser complacente com esta atitude”, observa no comunicado.

No mesmo momento, ele realizou uma coletiva com veiculação no seu perfil do Instagram. Oscar afirmou que deixa a gestão para poder seguir questionando a candidatura de Marília sem estar sendo acusado de que faz isso apenas por estar no governo do PSB.  

“Estamos saindo do governo para cobrar da candidata do PT, que há mais de 8 meses não cumpre com a resolução do Partidos dos Trabalhadores. Ela não colocou na sua agenda a boa política. Saio para cumprir a tarefa de defender o legado do PT que ela não defende. Não é só o problema da bandeira e do símbolo, que são muito importantes. É muito mais o conteúdo político. Vou trabalhar a partir de agora, sem o problema de estar no governo. Não vamos dar trégua a uma campanha que não tem política, não tem cor, não tem compromisso e não tem lado. É fundamental para Pernambuco que o PT que tem lado tenha lado”, argumentou Barreto. 

“Até agora ela não falou uma palavra contra o governo Bolsonaro no seu guia. A candidata não está a favor das bandeiras do PT. É preciso que se adote o conjunto. Não somos vermelho mais ou menos ou desbotado, somos vermelho de verdade”, emendou, fazendo referência ao não uso maciço dos símbolos petistas na campanha de Marília.

O LeiaJá entrou em contato com a candidata por meio da assessoria de imprensa, mas Marília optou por não se posicionar sobre o assunto.

Em uma disputa acirrada pela Prefeitura do Recife, o candidato João Campos (PSB) vem aparecendo na liderança nas útimas pesquisas. Um novo levantamento, realizado pelo Instituto RealTime Big Data, divulgado nessa segunda-feira (12) aponta ele em vantagem diante dos demais concorrentes.

Com 27% das intenções de voto, João lidera o primeiro turno e sai na frente de Mendonça Filho (DEM) e Marília Arraes (PT), que empataram tecnicamente na segunda posição com 16% e 14%, respectivamente. Ainda de acordo com o estudo, Patrícia Domingos (Podemos) assume a quarta posição com 10%, seguida pelo Coronel Feitosa (PSC) e Marco Aurélio (PRTB), com 2% cada. Carlos Andrade Lima (PSL) receberia apenas 1% dos votos.

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Os postulantes Charbel Maroun (Novo), Thiago Santos (UP), Victor Assis (PCO) e Cláudia Ribeiro (PSTU) não pontuaram. Já os brancos e nulos correspondem a 17% das intenções, enquanto 11% disse que ainda não sabem em quem votar.

Segundo Turno

Alçado ao segundo turno, João Campos (PSB) também sai na frente dos demais. Contra Marília Arraes, a diferença é de 44% para 39%. Caso a disputa seja com Mendonça Filho, o resultado seria de 41% a 34%. Diante de Patrícia Domingos, ele lidera por 44% contra 35%.

Caso João não participe do segundo turno, quando o cenário põe Marília como protagonista da disputa, ela fica com a preferência dos recifenses. Com 38% dos votos, ela venceria Mendonça Filho (35%) e Patrícia Domingos (36%).

Em uma escolha entre Mendonça e Patrícia, o democrata levaria vantagem com 36%, ante 34% da delegada. Contudo, vale destacar que os cenários sem João Campos representam um empate técnico, visto que a margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou menos.

Para produzir a pesquisa, a RealTime Big Data ouviu mil eleitores do Recife, entre os dias 8 e 10 de outubro. Os resultados têm nível de 95% de confiança.

A candidata a prefeita do Recife, Marília Arraes (PT), lançou, nessa quinta-feira (8), o seu programa de Governo Recife Cidade Inteligente. Transmitido pelas redes sociais de Marília, o lançamento contou com a presença do coordenador do programa de governo, o vice-prefeito João Arnaldo (PSOL), que fez uma apresentação técnica das propostas.

O programa de governo cita deficiências da atual gestão municipal e propõe melhorias e soluções para os gargalos da administração municipal, com metas a serem atingidas já a partir do primeiro ano de mandato. "É necessário conhecer a realidade para se fazer as mudanças necessárias. Você precisa ouvir a população e entender suas expectativas para saber como atender as demandas. Governar uma cidade com a complexidade e os desafios que têm o Recife exige compromisso e combate às desigualdades como pontos de partida", disse João Arnaldo.

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O Recife Cidade Inteligente tem os seguintes eixos de atuação: Saúde, Educação, Combate às Desigualdades, Mobilidade e Cultura, Esporte e Lazer. Destes, Marília tem dito ao longo da campanha que o combate às desigualdades é uma das prioridades, por ter sido, segundo ela, “completamente abandonado nos últimos anos”.

Palafita Zero, fim da fila de creches no Recife, fortalecimento da atenção básica na saúde, três centros de medicina diagnóstica e apoio aos pequenos comerciantes para ajudar a retomada econômica nas comunidades são algumas das propostas que têm sido apresentadas por Marília.

No lançamento do Recife Cidade Inteligente, Marília Arraes destacou: “Nosso programa prioriza o combate às desigualdades, mas também tudo aquilo que foi abandonado nos últimos anos. Hoje é o dia em que eu proponho que o Recife deixe de olhar para trás e olhe para frente, pro futuro. Nosso programa estará permanentemente aberto para receber contribuições”, afirmou Marília.

“Esse é um trabalho feito a muitas mãos, ouvindo a população do Recife, os internautas, as rádios comunitárias, grupos de discussão e plenárias. E olha que estamos fazendo isto há quase um ano. Agradeço ao povo do Recife as manifestações de carinho, e também a nossa militância, aos partidos da coligação e suas lideranças políticas. Mas em particular ao presidente Lula, que tá junto com a gente nessa caminhada”, concluiu.

*Com informações da assessoria de imprensa

Em entrevista exclusiva ao El País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou questões polêmicas sobre a atual gestão, atacou opositores e criticou o avanço da extrema direita na política internacional. Nessa quarta-feira (7), o petista chamou o ministro da economia, Paulo Guedes, de 'biruta de aeroporto' e disse que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) legitimou o orgulho do fascismo no Brasil.

"Bolsonaro é um cara que fez uma coisa para o Brasil: dar cidadania à extrema direita brasileira [...] Você tinha uma sociedade que vivia com vergonha de ser extrema direita e fascista. E ela agora tem orgulho", disparou o líder da esquerda no país.

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Diante da crise na economia que recai sobre antigas gestões, Lula ressaltou o sucesso do Bolsa Família e disse que não arrepende-se por não ter constitucionalizado o programa, que está na mira de Paulo Guedes e pode ser rebatizado como Renda Cidadã, mediante alterações. "É só assistir a qualquer entrevista do ministro da Economia para perceber que ele parece uma biruta de aeroporto... esse Governo atual não passa confiança", analisou.

Além de desaprovar as ações de Guedes, Lula classificou o próprio presidente como 'lacaio' e, embora garanta que não guarda mágoas do tempo na prisão - de abril de 2018 a novembro de 2019 -, apontou que o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Deltan Dallagnol é um "formador de quadrilha", que tentou roubar dinheiro da Petrobrás.

Estimulado pela 'sede de Justiça', o ex-presidente se diz inocente das sentenças aplicadas pelo ex-juiz Sergio Moro, que posteriormente assumiria o Ministério da Justiça e Segurança Pública. "Moro, que era uma espécie de deus de barro, quebrou, e já está querendo ir embora para os Estados Unidos para dar aula. Para não ter que ficar explicando as mentiras que ele contou aqui. Quero recuperar meus direitos políticos porque eu já provei a minha inocência. Quero agora que eles provem a culpabilidade de quem me acusou... Não tenho essa preocupação de voltar a ser presidente. Eu sou inocente, e quero provar que o que fizeram comigo foi uma senhora canalhice", avaliou.

Embora inelegível, ele garantiu que o PT vai reconquistar o prestígio dos eleitores e reverter a perda de espaço no cenário político. "A gente vai voltar a ficar forte e prepare-se que o PT será responsável pela retomada do governo em 2022", cravou. O petista ainda pontuou sobre a polarização do eleitorado e comentou que "na política, quando você não tem uma coisa boa para apresentar, apresenta um inimigo. E às vezes vira a razão para você fazer qualquer absurdo".

Ao condenar as diretrizes da Reforma Trabalhista e do processo de 'vínculo' por aplicativo imposto aos brasileiros que buscam emprego, Lula foi enfático, "estamos tirando o sonho das pessoas e dizendo que só vai sobreviver quem puder sobreviver, e dane-se o resto [...] nós evoluímos nesse país para garantir a cidadania, e essa gente está tirando isso. Essa gente acha que índio, água, floresta não têm que ser protegidos. O Estado só está existindo para garantir a rentabilidade do sistema financeiro".

Na visão do ex-presidente, a ascensão da extrema direita e da negação política na conjuntura internacional deve ser contida. "Precisamos recuperar o humanismo que existia dentro de nós, voltar a ter coração, solidariedade e compromisso com a verdade", complementou.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), divulgou em seu Twitter nesta quarta-feira (7), que testou positivo para Covid-19. Apesar de ter testado negativo na segunda-feira (5), o petista disse que realizou um novo exame após o surgimento de sintomas gripais. A primeira-dama, Onélia Leite, também está com o novo coronavírus.

O governador informou que toda a agenda pública foi cancelada e seguirá trabalhando de casa nos próximos dias, em isolamento e seguindo recomendações médicas. "Neste momento estou bem, embora com alguns sintomas da gripe. Agradeço a todos pelas mensagens de carinho e vibrações positivas enviadas a Onélia, que se recupera bem, e espero em breve estarmos recuperados para retomar a agenda normal de trabalho", escreveu em seu Twitter.

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Camilo Santana é o 15º governador a testar positivo para covid-19. Anteriormente, contraíram o vírus: Helder Barbalho (MDB), Wilson Witzel (PSC-RJ), Renan Filho (MDB-AL), Paulo Câmara (PSB-PE), Antonio Denarium (sem partido-RR), Renato Casagrande (PSB-ES), Mauro Mendes (DEM-MT), Carlos Moisés (PSL-SC), Belivaldo Chagas (PSD-SE), Eduardo Leite (PSDB-RS), Wilson Lima (PSC-AM), João Doria (PSDB-SP), Ibaneis Rocha (MDB-DF) e Reinaldo Azambuja (PSDB-MS).

O governador do Ceará Camilo Santana (PT) informou na tarde desta quarta (7), através do Twitter, que testou positivo para a Covid-19. Segundo o político, foram realizados dois exames após sua esposa, Onélia Santana, ser diagnosticada com a doença. O petista disse que está bem, “embora com alguns sintomas da gripe”.

“Informo aos meus irmãos e irmãs cearenses que, em novo exame realizado hoje, testei positivo para Covid. Fiz esse segundo exame após surgirem alguns sintomas gripais. Mesmo o exame da 2a feira tendo dado negativo, por precaução, pelo fato de Onélia ter dado positivo, já havia cancelado toda a minha agenda pública e entrado em isolamento, trabalhando de casa. Continuarei dessa forma nos próximos dias, seguindo todas as recomendações médicas. Neste momento estou bem, embora com alguns sintomas da gripe”, tuitou Camilo Santana.

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Candidata a prefeita do Recife, Marília Arraes (PT) disse que, se eleita, uma das iniciativas que irá tomar quando assumir a prefeitura será a de exigir do Estado que retire o antigo Presídio Aníbal Bruno, atual Complexo Prisional do Curado, da Zona Oeste do Recife. Segundo ela, o funcionamento do presídio leva insegurança a mais de 200 mil pessoas da região, que compreende os bairros do Totó, Curado, Sancho e Jardim Planalto, dentre outros. 

“O antigo Aníbal Bruno se transformou em manchete nacional por ser um presídio construído para 1 mil pessoas, mas que chegou a 4 mil presos. Depois de algumas reformas, na verdade algumas gambiarras, ele se transformou no complexo prisional do Curado e hoje tem praticamente 6 mil pessoas lá dentro numa situação de superlotação”, disse Marília, defendendo a relocação da unidade prisional para outra região não habitada e com estrutura compatível ao número de detentos que abriga.

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“Um equipamento desses não tem mais sentido estar no meio de um lugar tão habitado. Ele precisa ser realocado, para dar segurança às comunidades e às famílias, mas também para dar mais dignidade aos presos e suas famílias. O Estado teve mais de R$ 200 milhões para gastar na Arena da Copa. Por isso o Estado tem que colocar, sim, no seu planejamento a necessidade de fazer um novo presídio e desativar o atual que está em meio ao comércio e a milhares de residências de famílias”, concluiu.

*Com informações da assessoria de imprensa

A partir das 18h desta sexta-feira (2), a candidata a Prefeita do Recife, Marília Arraes (PT), inaugura o comitê oficial da sua campanha, na Rua dos Palmares, 1306, em Santo Amaro. Durante o ato, haverá adesivaço de perfurados, a distribuição de praguinhas. 

"Será um encontro respeitando todas as regras sanitárias com a militância, nossos candidatos a vereador e lideranças partidárias. É mais um importante momento da nossa campanha", afirmou a candidata.

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O comitê, que funcionará das 8h às 22h diariamente, será um ponto de distribuição de material para militância e também um local para articulação setorial de debates. 

 "Vamos apresentar o espaço para o povo e acolher a militância espontânea que sempre participa ativamente das nossas campanhas", adianta Marília.

*Com informações da assessoria de imprensa

Presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann disparou contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (1º). A petista disse que a Justiça Eleitoral tem estimulado a abstenção de votos nas eleições deste ano, marcadas para novembro, ao permitir que o cidadão justifique uma eventual ausência no pleito usando o aplicativo e-Título

No Twitter, Gleisi classificou a ação como uma espécie de "intervencionismo" do TSE no processo político nacional e afirmou que o Congresso Nacional precisa se manifestar diante da alternativa apresentada.

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"Isso é um verdadeiro estímulo a abstenção. O papel do TSE não é este. Deve inovar para assegurar o direito e o dever do voto. O intervencionismo da Justiça Eleitoral está cada vez maior no processo político e partidário. O Congresso precisa se manifestar", escreveu a petista. 

O TSE anunciou a adoção da medida nessa quarta-feira (30). A opção, segundo o órgão, também vai facilitar a justificativa da ausência do voto diante da pandemia do novo coronavírus. Até o último pleito, quem precisasse justificar o voto precisava ir até uma seção eleitoral, preencher a justificativa e entregar ao mesário.

Durante o debate promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite dessa segunda-feira (28), o ex-ministro da Educação e candidato a prefeito do Recife, Mendonça Filho (DEM), afirmou que a capital pernambucana "parou no tempo" e "vai muito mal nas políticas públicas”. Mendonça também reforçou que o transporte público do Recife foi sucateado durante o tempo em que a cidade foi governada pelos governo do PT e PSB.

"Não há investimento efetivo para garantir à população um transporte público de qualidade. Eu proponho e defendo ampliar o investimento do sistema viário recifense, temos vários gargalos e a gente precisa assegurar a continuidade da implantação do BRT. Nós vamos trabalhar por isso", afirmou Mendonça.

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O candidato aproveitou o seu tempo de fala para reforçar que o Recife arrecada muito dinheiro cobrando taxas da iluminação pública e, mesmo assim, tem áreas periféricas e centrais da cidade com baixa qualidade de iluminação. "Isso contribui para o aumento da violência. A gente sabe que uma área degradada é uma área mal cuidada. A gente precisa cuidar de políticas que protejam a nossa juventude - hoje vítima das drogas na periferia do Recife", pontuou. 

O ex-ministro salienta que está construindo proposta para resgatar a cidade, "valorizando cada cidadão e cada família da cidade do Recife”. “É o meu compromisso como candidato", acrescentou.

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi definido relator da ação ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para obrigar o governo federal a cumprir uma série de medidas de contenção ao avanço e aos efeitos das queimadas que atingem a Amazônia e o Pantanal em Mato Grosso. O processo foi distribuído por prevenção, já que o ministro é responsável por uma ação semelhante apresentada pela Rede Sustentabilidade (ADPF 743).

As siglas de oposição apontam 'omissão' do governo federal na gestão dos incêndios e exigem a elaboração de planos de prevenção e projetos para minimizar o impacto das queimadas nos municípios e comunidades indígenas afetadas, além do envio de recursos humanos, de infraestrutura e financeiros à região.

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"O que faz o governo federal para controlar o problema? Ao que parece, apenas torce para a providência divina mandar chuva para as regiões, sem que haja qualquer respaldo científico nesse sentido", afirma a Rede. "São duas as mãos que acendem o fogo dos biomas brasileiros. É grave que uma delas seja a do governo federal na medida em que recusa o exercício dos poderes de polícia. É grave que as mãos do governo federal não se mobilizem adequadamente para apagá-lo", argumenta o PT.

Segundo o Instituto Centro de Vida (ICV), o Pantanal já perdeu 19% de sua área para as queimadas. Ainda de acordo com o ICV, e com base em dados da plataforma Global Fire Emissions Database, da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, 95% dos focos de calor deste ano estão incidindo em áreas de vegetação nativa.

O número de focos de incêndio registrados no Pantanal de janeiro a agosto equivale a tudo o que queimou no bioma nos seis anos anteriores, de 2014 a 2019, segundo levantamento do Estadão a partir de dados do Inpe. De 1.º de janeiro a 31 de agosto deste ano, foram registrados pelos satélites do instituto um total de 10.153 focos de incêndio na região. Se comparado com o ano passado, o número já é três vezes maior. Só nos 20 primeiros dias de setembro foram mais 5.900 focos de incêndios.

A candidata do PT à Prefeitura do Recife, Marília Arraes, dá a largada em sua campanha neste domingo (27) com uma carreata que sairá da avenida Domingos Ferreira, passará pelo Parque Dona Lindu e percorrerá toda a avenida Boa Viagem, com encerramento em Brasília Teimosa. A concentração será às 9h.

A carreata terá a presença de Marília, do candidato a vice-prefeito, João Arnaldo (PSOL), e dos candidatos a vereador do PT, PSOL, PTC e PMB. 

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Marília Arraes tem liderado todas as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura do Recife. Nesta sexta-feira (25), o IPESPE mostrou que ela lidera com 22% das intenções de votos. A petista também aparece em primeiro em levantamentos do Instituto Opinião (19%) e na revista de circulação nacional IstoÉ (22%).

Os eleitores recifenses já podem ter acesso aos programas de governo dos candidatos ao comando da Prefeitura do Recife. Os documentos estão disponíveis na plataforma DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral. No site, além das propostas para a gestão, também fica disponível para os cidadãos os dados do prefeiturável, os gastos da campanha, a declaração de bens, a coligação a qual faz parte e a situação do julgamento da candidatura. 

Titular da coligação 'Recife Cidade da Gente', Marília Arraes (PT) dividiu o seu plano de governo em eixos: Proteção Social – Saúde, Assistência; Cidadania Ativa - Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Comunicação; Planejamento Urbano - Mobilidade, Moradia, Serviços Urbanos e Proteção à Violência; Trabalho e Economia; Combate às Desigualdades; Gestão Democrática - Participação Social e Transparência. Confira: 

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A briga entre PSB e PT nas urnas recifenses tornou-se ainda mais acirrada. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (24), aponta um empate técnico entre os candidatos à Prefeitura do Recife, João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT). A petista tem um percentual um pouco maior do que o pessebista, com 22% das intenções de voto contra 16% do rival. A margem de erro estimada pelo estudo é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os dados são resultado da primeira pesquisa de intenções de voto para prefeito realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), em parceria com a Folha de Pernambuco. Além de Marília, João Campos também está tecnicamente empatado com a Delegada Patrícia Domingos (Podemos), que tem 14%, e Mendonça Filho (Democratas), que tenta aumentar sua popularidade, mas corre com apenas 13% das citações. 

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Marco Aurélio (PRTB) é o melhor entre os "azarões", com 2% das intenções e outros candidatos como Coronel Feitosa (PSC), Carlos Andrade Lima (PSL), Thiago Santos (UP) e Charbel Maroun (NOVO) somam 1% . Cláudia Ribeiro (PSTU) e Vitor Assis (PCO) não chegaram a pontuar entre os eleitores. A amostragem apontou também que, 21% dos recifenses pretendem votar branco ou nulo ou ainda não têm candidato e 8% não sabem ou preferiram não responder a pesquisa.

Nichos da pesquisa 

Quando separados por grupos, os números da pesquisa apontam que Marília Arraes e Mendonça Filho têm números equilibrados entre o eleitorado feminino e masculino, ao passo que João Campos e Patrícia Domingos são preferência de voto entre homens. O candidato do PSB mostrou-se o preferido entre os jovens, 19% dos eleitores entre 16 e 24 anos demonstraram interesse no socialista. 

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, se dividem entre Marília Arraes e Mendonça Filho, com 25% e 19%, respectivamente. Já Patrícia Domingos tem uma participação equilibrada entre as faixas etárias. Tanto eleitores com mais de 60 anos, quanto com idades entre 24 e 44 anos, registram intenção de votar na delegada, que registra o seu melhor desempenho, com 16% das citações. 

O grau de instrução também define alguns indicativos. João Campos e Patrícia Domingos são mais populares entre recifenses que possuem até o ensino fundamental, com 20% e 18% das citações, respectivamente. Aqueles que conseguiram concluir o ensino médio estão de olho nos planos de governo de Mendonça Filho, com 16% e entre os eleitores com ensino superior a preferência por  Marília Arraes, 27%, é disparada.

A petista também tem conseguido ser favorita entre eleitores com renda de até dois salários mínimos e de dois a cinco salários mínimos. Nos dois nichos, Arraes tem 22% das intenções de voto. Patrícia Domingos e Mendonça Filho atraem mais intenções de votos dos entrevistados que possuem renda superior a cinco salários mínimos, com 16% e 17%, respectivamente. Já João campos é citado por 20% dos eleitores que ganham até dois salários mínimos. 

Brancos e nulos

Apesar da campanha eleitoral ganhar cada vez mais força com a proximidade das eleições municpais, o número de eleitores que declaram votar branco, nulo ou que não tem um candidato ainda é alto. A maioria são jovens com idade entre 16 e 24 anos, sendo 27% do sexo feminino, 23% com ensino médio e superior, 21% com renda de mais de cinco salários mínimos.  A pesquisa quantitativa foi realizada nos dias 22 a 23 de setembro de 2020 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PE-05966/2020. 

Durante uma live na noite desta quinta-feira (24), o ex-presidente Lula (PT) falou sobre as dificuldades do País e relembrou ações feitas enquanto ele era chefe do Executivo. O petista aponta que, no seu governo, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu a erradicação da fome no Brasil. "Agora, ela (a fome) voltou, e voltou forte. Hoje, mais de 15 milhões de brasileiros vão dormir sem ter o que comer", aponta. 

Lula reclamou do preço da cesta básica "no país que não tem nem inflação de alimentos". O ex-presidente confirma que os preços dos alimentos estão altos porque o governo Bolsonaro preferiu dar destaque para as exportações. 

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"O país sério e um governo sério só exportam para o exterior aquilo que é o excedente da sua produção. Primeiro, eu dou comida para o meu povo, depois eu vou dar um pouquinho de comida para o chinês, para o alemão e o americano", explica. 

Ainda durante a live, o petista aponta que a atenção aos pobres deveria ser prioridade de qualquer governo. "A gente conseguiu provar que o povo pobre não é problema de um país, é a solução quando você inclui esse povo dentro do orçamento", disse.

Ele aponta que os pobres são os melhores consumidores que o país pode ter, já que com dinheiro em mãos, ele "vai fazer investimento na sua barriga" comprando comida. Lula defende que o programa Bolsa Família possibilitou que as pessoas pudessem comprar aquilo que antes não podiam.

"Para cuidar do povo pobre você não precisa ter curso de economia, precisa ter coração. Você tem que ter consciência, respeito e solidariedade. É isso que faz as pessoas se diferenciarem no governo", avalia o ex-presidente.

SUS durante a pandemia

O ex-presidente Lula avalia que, neste momento pandêmico que o país está vivendo, se não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS), o "país estaria num caos". 

"Quem está cuidando da saúde é o Estado brasileiro, é o SUS. Eu não quero um Estado empresário, quero um Estado que tenha competência de ser forte para o atendimento daquilo que o povo brasieliro precisa", diz o petista.

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