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O presidente Jair Bolsonaro esteve nesta segunda-feira (21), no serviço médico do Palácio do Planalto, onde realizou exames pré-operatórios para a cirurgia de retirada do cálculo que tem na bexiga, à qual irá se submeter na próxima sexta-feira (25). O procedimento será realizado pelo urologista Miguel Srougi no Hospital Vila Nova Star, da Rede DOr São Luiz, em São Paulo. Na semana passada, o presidente já havia feito alguns exames no próprio serviço médico do Planalto.

A cirurgia é considerada simples e a previsão é a de que Bolsonaro fique de um a dois dias hospitalizado. Antes de se submeter ao procedimento, o presidente viajará ao Rio para fazer uma visita à Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende. Esta será a sexta cirurgia de Bolsonaro desde a facada que ele levou em 6 de setembro de 2018, durante a campanha ao Planalto.

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Foi o próprio presidente que falou a apoiadores sobre sua nova cirurgia, no início do mês, quando contou que estava com um cálculo na bexiga, "maior que um grão de feijão". "Esse cálculo aqui é de estimação. Eu tenho há mais de cinco anos, está na bexiga. É maior que um grão de feijão. Resolvi tirar porque deve estar aí ferindo internamente a bexiga", afirmou ele, na ocasião.

Nesta segunda-feira (21), o senador Flávio Bolsonaro não compareceu a uma acareação no MPF (Ministério Público Federal), no Rio de Janeiro, para dar esclarecimentos sobre o suposto vazamento da Operação Furna da Onça, em 2018. O advogado do político informou que ele estava cumprindo agenda no Amazonas. Aproveitando sua passagem em Manaus, Flávio acabou visitando a TV A Crítica.

O filho do presidente Jair Bolsonaro visitou o apresentador Sikêra Jr., na companhia do irmão, Eduardo Bolsonaro. No encontro, Flávio e Eduardo acabaram fazendo uma dancinha com conotação sexual. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra todos no estúdio sorrindo, cantarolando uma paródia relacionada aos usuários da maconha.

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Assim que o conteúdo viralizou, internautas detonaram os políticos. "Engraçado. Os eleitores do SP e do RJ estão pagando para os dois filhotes do energúmeno fazerem graça no Amazonas", criticou uma pessoa no Twitter. "Isso não é mais uma nação, é um boteco de Rio das Pedras", disparou outra.

Veja:

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Pressionado por organizações internacionais pelas queimadas recordes na Amazônia e no Pantanal, o presidente Jair Bolsonaro usará o discurso de abertura nos debates da 75.ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), para rebater críticas de que o governo brasileiro segue inerte na questão ambiental. Bolsonaro, mais uma vez, deve afirmar que há uma perseguição contra o Brasil.

Em seu pronunciamento, o presidente também argumentará a favor da atuação de seu governo no enfrentamento à Covid-19, que adotou diretrizes contrárias às recomendações de autoridades sanitárias. Bolsonaro tem repetido que o País, que registra mais de 136 mil mortes pelas doença, foi um dos que melhor enfrentou a crise.

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A segunda participação de Bolsonaro na convenção ocorrerá de modo virtual por causa da pandemia do novo coronavírus. A fala é cercada de expectativa após uma estreia, no ano passado, considerada agressiva.

Depois de ajustes pedidos pelo presidente, o discurso foi gravado na última quarta-feira, e enviado no dia seguinte para a organização da Assembleia Geral. O Estadão teve acesso a um texto preliminar com diretrizes para o pronunciamento de Bolsonaro.

Na tentativa de demonstrar que não está indiferente à questão ambiental, o líder brasileiro deve mencionar que ele mesmo designou o vice-presidente Hamilton Mourão para estar à frente do Conselho Nacional da Amazônia, citando "mobilização de recursos para controlar o desmatamento, combater atividades ilegais e o crime organizado na Amazônia".

Bolsonaro deve alegar ainda que o Brasil tem avançado na implementação da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável da ONU. No discurso, deve destacar que a preservação ambiental tem que seguir junto com o desenvolvimento econômico.

Projetos

A expectativa é que o presidente cite que o governo tem trabalhado para atrair financiamento para projetos na floresta para benefício das 20 milhões de pessoas que vivem na região. Bolsonaro deve enfatizar ainda a agricultura brasileira, que exporta para mais de 180 países, e pedir o fim de barreiras comerciais. No texto-base, o presidente argumenta que a eliminação de barreiras é necessária para alimentar bilhões de pessoas sem alimentos adequados.

O recorde de desmatamento na Amazônia tem afetado diretamente o agronegócio. Como revelou o Estadão, na semana passada, uma coalizão inédita formada por 230 organizações e empresas ligadas às áreas do meio ambiente e do agronegócio enviou ao governo federal um conjunto de seis propostas para deter o desmatamento que destrói a Amazônia.

Condolências

No discurso da ONU, Bolsonaro deverá afirmar que fez esforços para salvar vidas sem ignorar os custos sociais e econômico. No texto preparado para orientar o discurso de Bolsonaro, há uma sugestão de que o presidente brasileiro expresse suas condolências às famílias afetadas pela doença e agradeça esforços dos profissionais de saúde. Desde o início da pandemia, Bolsonaro fez raras menções às vítimas do coronavírus. O tema, por exemplo, foi ignorado em seu pronunciamento de 7 de Setembro.

O vice-presidente Hamilton Mourão confirmou que o presidente Jair Bolsonaro vai usar o discurso na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), para rebater as críticas feitas ao Brasil em relação à Amazônia.

Conforme o Broadcast/Estadão antecipou, Bolsonaro tentará reverter o discurso de que governo brasileiro segue inerte na questão ambiental e, mais uma vez, deve afirmar que há uma perseguição contra o Brasil no contexto internacional. Tradicionalmente, o discurso de abertura da reunião é feito pelo presidente brasileiro.

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"(Bolsonaro) vai tocar na Amazônia, mostrar em princípio o que estamos fazendo", disse Mourão ao chegar ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira (21) e citando ações como a criação do Conselho Nacional da Amazônia Legal e a operação do Exército contra as queimadas na floresta.

De acordo com o vice-presidente, o discurso de Bolsonaro vai focar no esforço do governo brasileiro para combater as irregularidades na floresta. "Não é simples, fácil, elas (irregularidades) continuar a ocorrer, infelizmente", afirmou Mourão. O vice coordena o Conselho da Amazônia Legal, criado para planejar o combate ao desmatamento ilegal na região.

A segunda participação de Bolsonaro na convenção ocorrerá de modo virtual por causa da pandemia do novo coronavírus. A fala é cercada de expectativa após uma estreia, no ano passado, considerada agressiva. Depois de ajustes pedidos pelo presidente, o discurso foi gravado na última quarta-feira, e enviado no dia seguinte para a organização da Assembleia-Geral da ONU.

Após conquistar a medalha de bronze no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, em Saquarema, no Rio de Janeiro, a jogadora Carol Solberg, que forma dupla com Talita, fez um protesto político. Durante entrevista ao canal SportTV, neste domingo (20), a brasileira disse: “Só para eu não esquecer, fora, Bolsonaro!”.

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O vídeo da entrevista foi bastante repercutido neste domingo. Ao blog ‘Olhar Olímpico, do UOL, Carol deu mais detalhes sobre o protesto. "O 'fora, Bolsonaro' está engasgado aqui na garganta. Ver esse desgoverno dessa forma, ver o pantanal queimando, 140 mil mortes e a gente encarando a pandemia desse jeito. É isso. Tá engasgado esse grito. E me sinto, como atleta, na obrigação de me posicionar”, argumentou.

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia foi vencido pela dupla Ana Patrícia e Rebecca, que derrotou Ágatha e Duda por 3 sets a 0. Carol e Talita venceram Josi e Juliana por 2 sets a 0.

O presidente Jair Bolsonaro será submetido na próxima sexta-feira, 25, a uma cirurgia para retirada de cálculo na bexiga. O procedimento será realizado pelo urologista Miguel Srougi no Hospital Vila Nova Star, da Rede DOr São Luiz, em São Paulo.

A cirurgia é considerada simples e a previsão é de que o presidente fique de um a dois dias hospitalizado. A informação foi confirmada ao Estadão por fontes médicas e do Palácio do Planalto.

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Procurada, a Secretaria Especial de Comunicação informou que "ainda não há detalhes sobre o assunto até o momento".

Bolsonaro viajará ao Rio de Janeiro antes de se submeter a sua sexta cirurgia, desde 2018. Na quarta-feira, 23, o chefe do Executivo fará uma visita à Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), onde deve passar a noite. No dia seguinte, está programada a presença do presidente em um evento na Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio.

A necessidade da nova cirurgia foi contada pelo chefe do Executivo a apoiadores no Palácio da Alvorada, em 1º de setembro. Bolsonaro disse que estava com um cálculo na bexiga "maior que um grão de feijão".

"Esse cálculo aqui é de estimação. Eu tenho há mais de cinco anos, está na bexiga. É maior que um grão de feijão. Resolvi tirar porque deve estar aí ferindo internamente a bexiga", afirmou na ocasião. No dia anterior à declaração, Bolsonaro havia ido ao serviço médico do Palácio do Planalto.

Na última terça-feira, 15, antes de iniciar o expediente, Bolsonaro compareceu novamente ao consultório localizado no anexo do Palácio do Planalto. Nas duas recentes idas ao serviço médico, a Secretaria Especial de Comunicação não deu detalhes sobre o estado de saúde do presidente. Nestes dias, os compromissos oficiais do dia não foram afetados e seguiram sendo cumpridos normalmente pelo mandatário.

Em 12 agosto, após participar da cerimônia que antecedeu o embarque da missão brasileira de ajuda humanitária ao Líbano, Bolsonaro - que havia testado positivo para a covid-19 em 7 de julho - fez um check-up no Hospital Nova Star em São Paulo.

Recuperado do coronavírus, ele foi avaliado por um cirurgião geral, cardiologista e dois infectologistas. Na ocasião, o hospital divulgou boletim informando que o presidente "passou por avaliação da equipe médica multiprofissional, está assintomático com exames laboratoriais e de imagem normais".

Desde 2018, Bolsonaro passou por quatro cirurgias em decorrência da facada. A primeira foi feita ainda na Santa Casa de Juiz de Fora, logo após ser atingido por Adélio Bispo em ato de campanha em 6 de setembro de 2018.

Depois, o então candidato foi transferido para o Hospital Albert Einstein e passou a ser acompanhado pelo cirurgião Antonio Luiz Macedo e pelo cardiologista Leandro Echenique. A última cirurgia foi realizada em setembro do ano passado para a retirada de uma hérnia. Bolsonaro ainda realizou no início deste ano uma vasectomia.

Confira, abaixo, as cirurgias de Bolsonaro:

6 de setembro de 2018 - Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG)

Operação de urgência após ser atacado por uma facada de Adélio Bispo em ato de campanha

12 de setembro de 2018 - Hospital Albert Einstein, em São Paulo

Cirurgia de emergência em razão de uma complicação causada pela aderência das paredes do intestino

28 de janeiro de 2019 - Hospital Albert Einstein, São Paulo

Reitrada da bolsa de colostomia

8 de setembro de 2019 - Hospital Vila Nova Star, São Paulo

Cirurgia para correção de uma hérnia incisional na região da área atingida pela facada

30 de janeiro de 2020 - Hospital das Forças Armadas (HFA), Brasília

Vasectomia. Foi a segunda vez que ele passou pelo procedimento médico de esterilização para homens que não desejam ter mais filhos biológicos.

O presidente Jair Bolsonaro participou na manhã deste sábado (19) da abertura de uma convenção evangélica com a presença de aproximadamente 850 pessoas, segundo informações da organização.

No evento, Bolsonaro disse esperar que o Brasil retome a normalidade ainda em 2020, após os impactos da pandemia do novo coronavírus. O País tem mais de 135 mil mortes pela Covid-19 e quase 4,5 milhões de casos confirmados.

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A convenção foi promovida pela Assembleia de Deus na Catedral Baleia, como é chamada a sede nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, em Brasília. A reunião era fechada ao público e à imprensa, e apenas pastores e obreiros da igreja puderam participar. A abertura foi transmitida pela TV Brasil.

A catedral tem capacidade para até 4 mil pessoas sentadas. Devido à pandemia, a organização restringiu a lotação a 1 mil pessoas, mas nem todos os inscritos compareceram. Ainda segundo os organizadores, foram seguidas as normas fixadas pelo governo do Distrito Federal para eventos do tipo, inclusive com separação de assentos para manter o distanciamento social.

Pela transmissão, foi possível ver que o presidente estava de máscara, mas retirou a proteção em alguns momentos para tirar fotos e falar ao público presente. Ele também trocou aperto de mãos com o anfitrião, o bispo Manoel Ferreira.

Um dia depois de dizer que o "fique em casa" pregado por especialistas como forma de conter o avanço da doença era "conversinha mole" e "para os fracos", Bolsonaro disse que não poderia se "esconder num palácio" em meio à crise sanitária.

Embora se declare católico, o presidente tem uma relação próxima a pastores e igrejas evangélicas. A primeira-dama Michelle Bolsonaro é frequentadora da Igreja Atitude, no Rio. Três integrantes do primeiro escalão do governo são pastores: a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e os ministros André Mendonça (Justiça e Segurança Pública) e Milton Ribeiro (Educação).

Em mais um sinal de que as rusgas do início da pandemia ficaram para trás, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse hoje que o reconhecimento da população ao presidente Jair Bolsonaro é um "recado" a todos os políticos. Ele também elogiou os repasses feitos pelo governo federal para dar suporte financeiro aos Estados durante a crise provocada pela Covid-19.

Caiado e Bolsonaro participaram na manhã deste sábado (19) de uma convenção promovida pela Assembleia de Deus na Catedral Baleia, como é chamada a sede nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, em Brasília. Em seu discurso, o governador citou as viagens do presidente pelo País e a receptividade nesses locais.

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"Não existe recado maior para nós políticos do que o reconhecimento da população e ao mesmo tempo o apoio em todas as medidas que estão sendo tomadas para nós resgatarmos credibilidade na boa política, no sentido de fazer com que as populações mais vulneráveis tenham a mão estendida do governo, e ao mesmo tempo as posições firmes de vossa excelência, com apoio como governador que sou", disse Caiado.

Segundo o governador, os Estados "jamais foram tão bem aquinhoados" com repasses para saúde, educação, segurança e programas sociais.

No início da pandemia, em março, Caiado chegou a romper com Bolsonaro devido à postura do presidente em relação ao enfrentamento à pandemia do coronavírus. O governador, que é médico, chegou a dizer à época que não seguiria as recomendações do presidente de suspender orientações para confinamento em massa da população, adotado como estratégia para frear a propagação da doença.

Caiado foi um dos responsáveis pela indicação de Luiz Henrique Mandetta, também filiado ao DEM, para o Ministério da Saúde. Mandetta foi demitido em meados de abril após entrar em rota de colisão com Bolsonaro sobre a condução das medidas de combate à Covid-19.

Desde então, porém, o governador tem ensaiado uma reaproximação com Bolsonaro. Em agosto, Caiado já havia feito elogios ao governo federal pelo pagamento do auxílio emergencial à população mais vulnerável.

O presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado (19), esperar que o Brasil retome a normalidade ainda em 2020, após os impactos da pandemia do novo coronavírus. O País tem mais de 135 mil mortes pela Covid-19 e quase 4,5 milhões de casos confirmados.

Bolsonaro participou na manhã deste sábado de uma convenção promovida pela Assembleia de Deus na Catedral Baleia, como é chamada a sede nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, em Brasília.

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O presidente estava de máscara, mas retirou a proteção em alguns momentos para tirar fotos e falar ao público presente. Ele também trocou aperto de mãos com o anfitrião, o bispo Manoel Ferreira.

Um dia depois de dizer que o "fique em casa" pregado por especialistas como forma de conter o avanço da doença era "conversinha mole" e "para os fracos", Bolsonaro disse que não poderia se "esconder num palácio" em meio à crise sanitária.

"Sempre me criticaram, que eu devia ficar em casa. Não pode num momento difícil, que sua igreja pode atravessar um dia, ou que meu País pode atravessar um dia, eu me esconder num palácio. Eu sou igual a vocês: ou estou na frente e junto, ou não estou fazendo bom papel", afirmou.

Em seu discurso, Bolsonaro voltou a dizer que o Brasil "foi o que melhor se saiu" na frente econômica durante a pandemia. "Quis o destino também que na área de saúde, aos poucos, ao se deixar de politizar a única alternativa que nós tínhamos, começou-se a salvar mais vidas no Brasil também", afirmou o presidente, sem citar a alternativa em questão. Desde o início da pandemia, Bolsonaro é defensor do uso da hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19, apesar de o medicamento não ter eficácia comprovada contra a doença.

O presidente voltou a argumentar que "pior que uma decisão mal tomada é uma indecisão" e disse que agiu mesmo, segundo ele, limitado por outros poderes. "Eu tive que tomar decisões, mesmo sendo tolhido pelo Poder Judiciário", afirmou. "Se naquela época até mesmo a chacota se fez presente, hoje graças a Deus estamos vendo que estávamos no caminho certo. Se Deus quiser voltaremos a normalidade ainda no corrente ano", disse.

A participação de Bolsonaro em um evento de igrejas evangélicas ocorre em meio à discussão sobre um perdão bilionário a dívidas tributárias de templos religiosos, como revelou o Estadão/Broadcast. A bancada evangélica é um importante pilar de sustentação política do governo.

Bolsonaro vetou uma parte do perdão aprovado pelo Congresso Nacional para evitar cometer crime de responsabilidade, passível de impeachment, já que esse trecho da lei ampliaria uma imunidade tributária sem respaldo na Constituição e sem prever no Orçamento a renúncia de receitas.

Mas o próprio presidente passou a pregar a derrubada do veto pelo Congresso Nacional. "Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo", escreveu em sua conta no Twitter.

Ele prometeu ainda o envio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para uma "possível solução para estabelecer o alcance adequado para a imunidade das igrejas nas questões tributárias". A bancada evangélica já tem se articulado para incluir, na reforma tributária, a ampliação do alcance de sua imunidade para qualquer cobrança incidente sobre propriedade, renda, bens, serviços, insumos, obras de arte e até operações financeiras (como remessas ao exterior).

As igrejas têm imunidade constitucional contra a cobrança de impostos, mas a proteção não alcança as contribuições, como a CSLL (sobre o lucro líquido) e a previdenciária. Nos últimos anos, a Receita Federal identificou manobras dos templos para distribuir lucros e remuneração variável de acordo com o número de fiéis sem o devido pagamento desses tributos - ou seja, burlando as normas tributárias.

A medida aprovada pelo Congresso Nacional pretendia, por meio de uma lei ordinária, estender a imunidade constitucional das igrejas à cobrança da CSLL e ainda anular dívidas passadas. Outro dispositivo almejava anistiar multas e outras cobranças aplicadas sobre a prebenda, como é chamada a remuneração dos pastores e líderes do ministério religioso.

Como revelou o Estadão/Broadcast, ambos os artigos foram propostos pelo deputado David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, que tem milhões em dívidas com a União.

Embora se declare católico, o presidente tem uma relação próxima a pastores e igrejas evangélicas. A primeira-dama Michelle Bolsonaro é frequentadora da Igreja Atitude, no Rio. Três integrantes do primeiro escalão do governo são pastores: a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e os ministros André Mendonça (Justiça e Segurança Pública) e Milton Ribeiro (Educação).

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou à União que retire dos Municípios de Prado e Mucuri, na Bahia, no prazo de 48 horas, todo o contingente da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) enviado ao local. A decisão se deu na concessão parcial de medida liminar na Ação Cível Originária (ACO) 3427, ajuizada pelo governo baiano, e será submetida a referendo do Plenário.

A Portaria 493/2020 do Ministério da Justiça e de Segurança Pública autorizou o emprego da FNSP na região, no período de 3/9 a 2/10, em apoio ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o cumprimento de mandado de reintegração de posse em dois assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

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Intervenção

Na ACO, o governo estadual sustenta que, apesar de a operação ter sido autorizada para a preservação da ordem pública e da incolumidade de pessoas e patrimônios, não há qualquer indício de conflitos sociais, desestabilização institucional ou riscos de outra natureza que justificassem as medidas. Assim, a Força Nacional teria sido mobilizada para intervir na segurança pública do estado de forma desarrazoada e violadora de sua autonomia federativa. Segundo o estado, não tendo havido qualquer tipo de requisição pelo governador, a hipótese caracterizaria intervenção federal.

Autonomia estadual

O ministro Edson Fachin considerou plausível que o artigo 4º do Decreto 5.289/2004, na parte em que dispensa a anuência do governador no emprego da Força Nacional, viole o princípio da autonomia estadual. O dispositivo prevê que a FNSP poderá ser empregada mediante solicitação expressa do governador ou de ministro de Estado.

Segundo o relator, a jurisprudência do STF tem se consolidado no sentido da autonomia dos estados. “A definição dos contornos de um federalismo cooperativo pressupõe que os entes federados sejam permanentemente protegidos contra eventuais tendências expansivas dos demais”, apontou.

Fachin ressaltou que a autorização para operações dessa natureza, disciplinadas pela Lei 11.473/2007, prevê a possibilidade de um convênio entre as partes. “Parece ser, portanto, necessária, uma concorrência de vontades para que não se exceda o limite constitucional de proteção do ente federado”, frisou.

Uso da violência

O relator entendeu presente, também, o risco de dano de difícil reparação. “Os enormes riscos para a estabilidade do pacto federativo são ainda acrescidos das circunstâncias materiais da ação, isto é, o exercício dos poderes inerentes à segurança pública e o possível uso da violência”, assinalou. Ele ponderou ainda que, na esteira das medidas cautelares deferidas nas Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 635 e 709, o quadro geral de pandemia da Covid-19 exige que a mobilização de contingentes de segurança seja sensivelmente restrita e sempre acompanhada de protocolos sanitários.

Conciliação

O relator determinou que a União se manifeste sobre o interesse na realização de audiência de conciliação entre as partes e, caso não haja, apresente resposta no prazo de 15 dias.

Do STF

Em evento na cidade de Sorriso, no norte de Mato Grosso, nesta sexta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro parabenizou os produtores agrícolas que “não entraram na conversinha mole de ficar em casa”.

“Vocês não pararam durante a pandemia. Vocês não entraram na conversinha mole de fica em casa e resolve a economia depois. Isso é para os fracos”, disse a uma plateia de produtores rurais e apoiadores.

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Ignorando a gravidade da pandemia desde o começo, Jair Bolsonaro já demitiu dois ministros da saúde - que não atenderam a seus caprichos - e efetivou um militar, sem conhecimento na área, para chefiar o Ministério da Saúde em plena pandemia.

Bolsonaro atacou governadores e prefeitos que defenderam o isolamento social – respeitando orientações da Organização Mundial de Saúde – e fez campanha pelo uso da hidroxicloroquina contra a Covid-19, medicamento que foi descartado por cientistas de todo o mundo por se mostrar ineficaz contra a doença.

Mais de 4,4 milhões de pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus no Brasil e quase 134 mil vidas já foram levadas pela Covid-19.

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Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (18), aponta que 70% dos brasileiros não querem que  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volte às urnas nas eleições presidenciais de 2022. Além disso, 65% dos entrevistados sequer acreditam que ele será o principal rival de Bolsonaro, caso venha a disputar a presidência. As informações foram divulgadas pela revista Veja.

O público petista, que apoia uma nova candidatura, é representado por 26%. Já os que acham que, sim, Lula pode representar uma ameaça à reeleição bolsonarista, somam 30%.

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Quanto ao posicionamento da Justiça, no caso, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o passe de Lula às próximas eleições, 64% dos ouvidos pelo instituto quer que o STF proíba a candidatura do petista, que chegou a ser preso e condenado por corrupção, após investigações na Lava Jato. Já 31% dizem que a Justiça não deveria interferir no registro de candidatura, deixando o ex-presidente concorrer.

Entre os dias 10 e 12 de setembro, o Paraná Pesquisas ouviu 2.008 brasileiros em todas as unidades da federação. A confiabilidade da pesquisa é de 95,0%, para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,2% para os resultados gerais.

A falta de visibilidade em decorrência da fumaça de queimadas que atingem o Mato Grosso foi a razão para o avião do presidente da República, Jair Bolsonaro, ter precisado realizar manobra antes de pousar na chegada ao Estado. As informações são da assessoria da concessionária de aeroportos Centro-Oeste Airport, responsável por gerir o Aeroporto Municipal Presidente João Figueiredo, em Sinop, no Mato Grosso.

Segundo a assessoria do aeroporto, foi feito "um procedimento relativamente normal e comum para casos em que não se tem visibilidade total", em que o piloto "faz uma primeira aproximação, arremete e realiza na sequência o pouso normalmente".

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Nesta sexta-feira (18), o presidente cumpre agendas no Mato Grosso voltadas para o setor do agronegócio. Na sua chegada, contudo, o avião presidencial precisou realizar a manobra antes de pousar quando não encontrou 100% de visibilidade da pista.

"Aqui quando nosso avião foi pousar hoje ele arremeteu. É a segunda vez que acontece na minha vida. Uma vez foi no Rio de Janeiro. Obviamente, é sempre algo anormal de estar acontecendo. No caso, é que a visibilidade não estava muito boa. Para nossa felicidade, na segunda vez conseguimos pousar", comentou o Bolsonaro durante evento no município.

Apesar do ocorrido, o presidente minimizou a situação de queimadas que assolam o Estado dizendo que são "alguns focos de incêndio" que acontecem "ao longo de anos".

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), contudo, indicaram que só nos primeiros dez dias de setembro foram contabilizados 2.550 focos de queimadas, 88% do volume registrado durante todo o mês de 2019.

Em evento com entidades do agronegócio no Mato Grosso, o presidente Jair Bolsonaro minimizou, nesta sexta-feira (18), os incêndios que ocorrem no Estado e citou as críticas que o Brasil vem recebendo pela forma como combate às queimadas e preserva o meio ambiente. Para o presidente, as críticas ocorrem porque há interesses internacionais em competir com o agronegócio brasileiro.

"Estamos vendo alguns focos de incêndio acontecendo pelo Brasil, isso acontecesse há anos e temos sofrido crítica muito grande. Obviamente, quanto mais nos atacarem melhor interessa para nossos concorrentes para o que temos de melhor, o nosso agronegócio", disse. O presidente rebateu em seguida críticas internacionais sobre a forma como lida com a situação das queimadas. "Países outros que nos criticam não tem problema de queimada porque já queimaram tudo no seu país", declarou.

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Nesta semana, o governo federal reconheceu a situação de emergência no Estado do Mato Grosso do Sul por conta dos incêndios florestais. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicaram que só nos primeiros dez dias de setembro foram contabilizados 2.550 focos de queimadas, 88% do volume registrado durante todo o mês de 2019.

Em seu discurso nesta sexta-feira, Bolsonaro afirmou que o Brasil é "um exemplo para o mundo" ressaltando que a matriz de energia é limpa e que "proporcionalmente ocupamos a menor área para agricultura ou pecuária do que qualquer outro país no mundo". Ele citou o grande potencial do Estado do Mato Grosso como produtor dizendo que o local é o "coração do Brasil". "Aqui é o local onde conseguiremos verdadeira independência, não só econômica, bem como também perante o mundo, que vai passar a nos respeitar."

O presidente recebeu nesta sexta-feira uma homenagem de representantes do agronegócio no município de Sinop, no Mato Grosso, e o título de cidadão sinopense, aprovado pela Câmara de Vereadores e entregue pelo governador Mauro Mendes (DEM). O presidente visitou ainda a usina de etanol de milho Inpasa.

O chefe do Executivo estava acompanhado dos ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura), além do secretário Especial de Assuntos Fundiários do Mapa, Nabhan Garcia.

Cortes

A homenagem ao presidente vem na esteira de movimentações do governo para possíveis cortes no setor. O Executivo estuda, como mostrou o Estadão/Broadcast, fazer um corte bilionário em despesas da Educação, de programas sociais, e de ministérios, como a Agricultura, para turbinar o Plano Pró-Brasil de investimentos públicos em obras.

Os cortes permitiriam ao governo engordar o orçamento da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional. Outras ações de iniciativa do Congresso Nacional, inclusive para financiar investimentos das duas pastas, mas seguindo a orientação dos parlamentares, também entrariam na lista para receber os recursos remanejados.

A reportagem mostrou que o Ministério da Agricultura foi obrigado a encontrar uma forma de cortar R$ 250 milhões e que a Embrapa pode ter baixar de R$ 120 milhões no orçamento. Em entrevista ontem, Tereza Cristina disse não estar feliz com cortes e que já está trabalhando para evitar esse cenário.

O agronegócio também foi afetado, na semana passada, pela decisão da Câmara de Comércio Exterior, que aprovou a prorrogação por mais 90 dias da cota que permite os Estados Unidos exportar etanol sem tarifa para o Brasil. A cota venceu no final do mês passado e não havia sido renovada pelo governo brasileiro a pedido de produtores do setor.

A renovação beneficia em especial os Estados Unidos e reflete ainda na campanha de reeleição do presidente Donald Trump, enquanto no Brasil o Ministério da Agricultura era contra a prorrogação. O governo justificou, contudo, que a medida permite ganhar tempo para negociação de uma posição melhor para a exportação de açúcar aos Estados Unidos.

Além da homenagem em Sinop e a visita à Inpasa, o presidente também vai participar da entrega de títulos de propriedades rurais em Sorriso (MT), além do lançamento simbólico do plantio da soja. Pela agenda oficial, não consta compromisso em relação ao combate às queimadas que afetam o Estado.

Avião

O presidente Jair Bolsonaro, afirmou que o avião onde estava, antes do pouso em Sorriso, Mato Grosso, precisou arremeter por conta da baixa visibilidade causada pelas queimadas na região. Bolsonaro cumpre agenda no Estado em eventos relacionados ao agronegócio. "Aqui quando nosso avião foi pousar hoje ele arremeteu. É a segunda vez que acontece na minha vida. Uma vez foi no Rio de Janeiro. Obviamente, é sempre algo anormal de estar acontecendo. No caso, é que a visibilidade não estava muito boa. Para nossa felicidade, na segunda vez, conseguimos pousar", disse o presidente durante pronunciamento.

Na quinta-feira, dia 18, Bolsonaro disse que o Brasil está de "parabéns" na maneira como preserva o meio ambiente. Já nesta sexta, após o incidente com a aeronave, o presidente amenizou os elogios e reconheceu que "alguns focos de incêndio estão acontecendo pelo Brasil, isso acontece ao longo de anos e temos sofrido crítica muito grande".

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira (18), que o avião onde estava, antes do pouso em Sorriso, Mato Grosso, precisou arremeter por conta da baixa visibilidade causada pelas queimadas na região. Bolsonaro cumpre agenda no Estado em eventos relacionados ao agronegócio.

"Aqui quando nosso avião foi pousar hoje ele arremeteu. É a segunda vez que acontece na minha vida. Uma vez foi no Rio de Janeiro. Obviamente, é sempre algo anormal de estar acontecendo. No caso, é que a visibilidade não estava muito boa. Para nossa felicidade, na segunda vez, conseguimos pousar", disse o presidente durante pronunciamento.

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Na quinta-feira (18), Bolsonaro disse que o Brasil está de "parabéns" na maneira como preserva o meio ambiente. Já nesta sexta, após o incidente com a aeronave, o presidente amenizou os elogios e reconheceu que "alguns focos de incêndio estão acontecendo pelo Brasil, isso acontece ao longo de anos e temos sofrido crítica muito grande".

Alinhado com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, promoveu nessa quinta-feira (17), uma intervenção e anulou as convenções partidárias nas cidades onde a sigla apoiaria candidatos de legendas que fazem oposição ao Palácio do Planalto. São elas São Bernardo do Campo, Osasco e Presidente Prudente, em São Paulo, Salvador e Fortaleza.

Os movimentos vêm na sequência da intervenção na capital paulista na última quarta-feira, quando Jefferson tirou da disputa Marcos da Costa, ex-presidente da OAB-SP, que será candidato a vice do deputado Celso Russomanno (Republicanos).

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A articulação nesse caso passou pelo próprio presidente da República, que telefonou para o presidente estadual do PTB, Campos Machado, pouco antes do início da convenção do partido em São Paulo. No Estado, o objetivo de Bolsonaro e Jefferson é combater o governador João Doria (PSDB), potencial adversário do presidente na eleição de 2022.

Em São Bernardo do Campo e em Osasco, o PTB havia indicado os candidatos a vice de Luiz Marinho e Emídio Souza, ambos do PT. Em Presidente Prudente, o partido comporia chapa com Laércio Alcântara, do DEM. Em Salvador, a sigla de Jefferson apoiaria Bruno Reis, também do DEM, e, em Fortaleza, estaria com Luizianne Lins, do PT.

Segundo um integrante da Executiva Nacional do PTB, o veto que atropelou os acordos locais proibiria a princípio apenas alianças com partidos de esquerda, mas Jefferson ampliou a restrição para legendas que sejam potenciais adversárias de Bolsonaro no Congresso e nas eleições em 2022.

Com esse gesto, Jefferson aproxima o PTB do Palácio do Planalto e deixa as portas abertas para que Bolsonaro e seu grupo entrem na legenda para disputar a reeleição.

Anitta está lançando sua nova música “Me Gusta”, nesta sexta-feira (18), com a participação de Myke Towers e a rapper americana Cardi B e aproveitou toda a mídia deste lançamento para divulgar e pedir ajuda contra as queimadas no Pantanal.

Através dos seus stories no Instagram, Anitta compartilhou algumas imagens, fez críticas ao presidente pela falta de ação no combate às queimadas e explicou aos seus seguidores porque estava compartilhando o conteúdo de forma aleatória, entre as suas postagens de divulgação da nova música.

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“Eu sei que vocês estão vendo alguns posts aleatórios aqui nos meus stories sobre a natureza, enquanto eu tô promovendo o lançamento do meu single hoje e amanhã, mas é porque o meu presidente é uma merda! Aqui no Brasil as florestas estão pegando fogo, os animais estão morrendo e ele não está fazendo merda nenhuma. Ele só quer saber de fazer meme na internet, no Twitter. Eu não sei que merda ele tem na cabeça. Enfim, é importante avisar isso enquanto tem outras pessoas vindo aqui para ter notícias sobre o meu clipe com Cardi e Myke e tudo mais. Para que essas pessoas saibam e entendam o que tá rolando aqui no Brasil. Porque o que tá rolando é horrível para ca**lho”, disse a cantora.

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O presidente Jair Bolsonaro visita nesta sexta-feira (18) os municípios produtores de soja de Sinop e Sorriso no Mato Grosso, Estado que sofre com as queimadas tanto na região do Pantanal, no sul do Estado, quanto na região Amazônica, na divisa norte.

Hoje, Bolsonaro deve participar de eventos do agronegócio, como o lançamento simbólico do plantio da soja, a entrega de títulos de propriedades rurais e um ato em homenagem a si. Não consta na agenda do presidente visita às regiões afetadas pelos incêndios florestais.

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Mesmo com o aumento expressivo das queimadas na região do Pantanal e na Amazônia e dos recordes de desmatamento, nesta quinta-feira, o presidente afirmou que o Brasil está de "parabéns" na maneira como preserva o meio ambiente.

Do início do ano até o último dia 16, o aumento das queimadas no Pantanal foi de 208%, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao menos 2,9 milhões de hectares do bioma já foram destruídos pelo fogo, ou seja, 19% da área total.

Monitoramento

Em entrevista à rádio CBN, o presidente da Comissão Temporária Externa do Pantanal no Senado, Wellington Fagundes (PL-MT), afirmou que deve receber o presidente em Sinop e seguirá amanhã com autoridades para sobrevoar as regiões afetadas pelos incêndios. Bolsonaro entretanto não deverá participar da visita aos locais incendiados.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos Estados Unidos, Donald Trump, estão entre os "vencedores" da 30ª edição do prêmio Ig Nobel, que todo ano "premia" os fatos mais irrelevantes ou inusitados da ciência mundial.

No anúncio da noite desta quinta-feira (17), os dois líderes ao lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin, da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, do México, Andrés López Obrador, de Belarus, Aleksandr Lukashenko, do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhammedow, e dos primeiros-ministros do Reino Unido, Boris Johnson, e da Índia, Narendra Modi, receberam o prêmio de "Educação Médica".

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Segundo os organizadores, eles tiveram um "efeito mais imediato sobre a vida e sobre a morte do que cientistas e médicos" na gestão da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Todos, em maior ou menor grau, tiveram posturas negacionista em relação à Covid-19 e, não por acaso, alguns dos países citados estão entre os que registram a maior quantidade de casos da doença no mundo: EUA, Brasil, Índia e Rússia.

O evento é organizado pela revista "Annals of Improbable Research", graças ao financiamento de diversas entidades, como os estudantes de Física da Universidade de Harvard, nos EUA. O anúncio é sempre feito no teatro da Universidade de Harvard, no Reino Unido, mas neste ano foi realizado de maneira online por conta da Covid-19.
    O "prêmio" para os vencedores é uma nota de 10 trilhões de dólares do Zimbábue e uma caixa de montagem com as instruções sobre como montar em um dos lados da peça.

- O prêmio: De acordo com a organização, o objetivo é "celebrar o incomum, homenagear a imaginação e estimular o interesse das pessoas na ciência". No ano passado, o grande vencedor foi um estudo sobre se a pizza feita na Itália ajuda a combater o câncer.

Na edição 2020, os demais prêmios seguiram a linha mais cômica da premiação.

Cientistas do Brasil, Itália, Escócia, Polônia, França, Colômbia, Chile e Austrália foram premiados na categoria "Economia" por tentarem fazer relação entre o tamanho do Produto Interno Bruto de um país e a quantidade de beijos na boca registrada nele.

Também com participação de pesquisadores italianos - ao lado de australianos, ucranianos, alemães, franceses, britânicos e sul-africanos - foi dado o prêmio "Física" por um estudo sobre o que acontece com o corpo de uma minhoca se ele for colocado para vibrar em alta frequência.

Já os governos da Índia e do Paquistão venceram a categoria "Paz" por permitirem que seus diplomatas tocassem as campainhas das casas uns dos outros no meio da noite e depois fugissem.

Outros prêmios foram dados para uma pesquisa que induziu uma fêmea de jacaré a soltar um ruído após cientistas a colocarem em uma sala repleta de gás hélio; o diagnóstico de um novo tipo de doença psiquiátrica, a misofonia, que são pessoas que sofrem ao ouvir outra pessoa mastigando; e o método canadense para descobrir se alguém é narcisista por conta do formato da sobrancelha.

Da Ansa

O presidente Jair Bolsonaro atuou diretamente para atrair mais um partido para a chapa do deputado federal Celso Russomanno (Republicanos), candidato à Prefeitura de São Paulo, que pode servir como oposição ao governador João Doria (PSDB), um dos seus possíveis adversários em 2022. Dirigentes do PTB disseram ter recebido telefonemas de Bolsonaro anteontem para que o partido participasse da chapa com a indicação do vice, Marco da Costa.

O martelo foi batido 30 minutos antes da convenção, anteontem à tarde, segundo o presidente do PTB em São Paulo, o deputado estadual Campos Machado. Ele disse que, na ligação telefônica que recebeu, Bolsonaro reconheceu sua atuação em oposição a Doria em São Paulo e argumentou que seria "muito importante" ter um candidato forte para enfrentar o PSDB na capital. Bolsonaro teria ligado também para o presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson. Procurado, o Palácio do Planalto não comentou o assunto.

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O presidente da República intensificou sua articulação em São Paulo depois que MDB e DEM anunciaram apoio a Covas, na semana passada, com um discurso que prega uma aliança nacional entre as siglas para os próximos anos e que pode se refletir até nas eleições para a presidência da Câmara e do Senado, em fevereiro do ano que vem. Questionado sobre o apoio de Bolsonaro e a oposição a Doria, Machado respondeu: "O inimigo do meu inimigo é meu amigo", afirmou.

Apesar da aproximação, o deputado estadual não compareceu à convenção que lançou Russomanno como candidato, levando à especulação de que a aliança havia sido fechada a sua revelia. A negociação teve a participação do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, que estaria com Bolsonaro na hora dos telefonemas.

Reação

A entrada de Russomanno na disputa pela Prefeitura com a retaguarda de Bolsonaro mudou o cenário traçado originalmente pelos candidatos. A entrada de uma chapa abertamente bolsonarista frustrou a estratégia do PSDB, do prefeito Bruno Covas, de evitar a polarização e manter o presidente da República fora do debate. Na capital paulista, o PTB fazia parte do governo e ocupava, até anteontem, cargos na Subprefeitura de Guaianases e na Secretaria de Turismo.

Candidatos que, de alguma forma, têm alguma ligação com Bolsonaro e esperavam contar o voto bolsonaristas criticaram o apoio do presidente. Arthur do Val (Patriota) disse acreditar que grupos e redes sociais que têm seguidores do presidente não vão aderir de imediato a Russomanno. "São políticos fisiológicos, muitas vezes alinhados com a esquerda, que querem vestir uma roupagem ideológica em véspera de eleição para enganar parte do eleitorado. Espero que as pessoas enxerguem essas manobras", disse.

Filipe Sabará (Novo) afirmou que vê "risco" para a imagem do presidente. "Russomanno provou ser um ‘cavalo paraguaio’, com alta popularidade, mas com muita rejeição e que costuma cair em pontuação durante as campanhas", afirmou.

Ex-aliada de Bolsonaro, Joice Hasselmann (PSL) disse não acreditar que o presidente irá entrar na campanha. "Estamos falando do pior Centrão, que é o fisiológico e ‘papa-cargos’. Esse Centrão chantageou o presidente", afirmou Joice. Ela chegou a ser sondada para a vice de Russomanno, mas não aceitou e manteve-se na disputa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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