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Um cabeleireiro encontrou R$ 600 do Auxílio Emergencial em uma praça em Apucarana-PR e devolveu o valor para a dona. A devolução ocorreu após o caso ser divulgado nas redes sociais.

O homem gravou um vídeo relatando o achado. Junto com o dinheiro estava um cartão da Caixa Econômica Federal. A praça fica ao lado de uma agência da Caixa.

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"Eu estou precisando muito, de verdade mesmo, mas não vou ficar com esse dinheiro porque não é meu", ele disse na gravação. 

O dinheiro pertencia a uma senhora que havia acabado de sair da agência bancária, após sacar o benefício.

No mesmo dia da divulgação do vídeo, a mulher conseguiu encontrar o cabeleireiro. Ela havia feito compras, mas na hora de pagar não encontrou o dinheiro. Uma pessoa do estabelecimento informou a ela sobre o vídeo que circulava na internet.

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Uma passageira chamou atenção ao viajar de Chicago a Omaha, nos Estados Unidos, acompanhada de um pônei no avião. De acordo com a treinadora e dona do pônei Flirty, ele viajou junto para proporcionar apoio emocional, na última sexta-feira (30).

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Acompanhantes animais são autorizados a passageiros com problemas psicológicos. Para serem liberados, os animais precisam ser registrados no Departamento de Transporte dos EUA. Empresas aéreas podem ser multadas caso separem os animais dos donos. Flirty foi fotografado e fez até pose com os comandantes.

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A empresária Maria do Céu, dona da boate Metrópole e do Bar do Céu, ambos localizados na Rua das Ninfas, polo da noite LGBT no Centro do Recife, usou suas redes sociais para denunciar uma operação conjunta entre a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros na via, na noite da última sexta (29), que classificou como “truculenta e homofóbica”. Ao LeiaJá, a empreendedora afirmou ainda que todas as casas noturnas da rua, com exceção à Metrópole, foram interditadas. “Foi uma operação abusiva da Secretaria de Defesa Social. Foram fechar uma rua LGBT, mas não vão, porque aquele é um lugar de resistência”, afirma. 

As câmeras de segurança do Bar do Céu flagraram o momento em que aproximadamente dez policiais entram no bar e começam a revistar os clientes. Um rapaz, sentado em uma das mesas, é abordado por um policial, leva as mãos à cabeça e é revistado por um policial. Em uma das imagens, é possível ver que outros homens são abordados da mesma forma pelos oficiais. “Constrangedor. Tinha mais polícia que cliente. Entraram dando baculejo, estamos vivendo tempos difíceis. Como sou pré candidata a deputada estadual pelo PPS, que faz oposição ao governo do PSB, as pessoas estão vendo até como perseguição”, completa a empresária. 

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A gerente do Bar do Céu, Tereza Montarroyos, estava no estabelecimento quando a polícia chegou. “Pediram nosso alvará de funcionamento, que estava lá e inclusive foi renovado em abril deste ano. Interditaram o bar afirmando que ele estava como ‘comércio’ ao invés de ‘boate’. Mas essa classificação foi uma avaliação dos próprios bombeiros”, comenta. Tereza acrescenta que a ação se estendeu a todos os estabelecimentos noturnos da rua. “Está tudo fechado, todos interditados, menos a Metrópole, que chegou a ser notificada pelo mesmo motivo. “Comércio no lugar de boate. A Metrópole já tem 16 anos de mercado e nunca foi outra coisa. Se tem algo errado, não é por culpa nossa”, completa.

Segundo Tereza, os empreendedores da Rua das Ninfas se reúnem neste sábado (30) para discutir a situação. “A rua estava sofrendo um descaso muito grande do estado. Não houve comunicação, deveriam ter nos falado da operação, que até ajudaríamos. Fiquei me sentindo uma bandida, o que fiz de errado?” questiona a gerente. Apesar da interdição de todas as demais casas noturnas, a Metrópole segue funcionando. “Na terça, quando o Corpo de Bombeiros volta a funcionar normalmente, a gente vai lá para eles trocarem a ‘palavrinha’”, queixa-se Maria do Céu. 

Até o fechamento da reportagem a assessoria de imprensa da Polícia Militar não deu nenhum retorno sobre a operação. 

O velório de Telma Maria Pereira de Andrade foi atípico e com muita emoção não só dos familiares, mas também da cadela Belinha, que participou de vários momentos da oração. Telma morreu de câncer e a cachorra da raça boxer era chamada de “enfermeira” porque acompanhou todo o tratamento da dona. Em uma fotografia divulgada pela família, belinha observa o caixão velando o corpo de sua dona.

"E como um anjo ela passou a noite toda ao seu lado. Mamãe dizia que era a sua enfermeira. A Belinha, como foi batizada por Telma, mostrou ser a companheira mais que fiel. Amor, vida, morte e ensinamentos. Alguns vão dizer que sou um idiota em postar a foto do caixão da minha mãe, mas uma imagem pode ensinar muita gente a amar os animais, e que animais não são só animais, pois eles são puramente amor. #saudade", escreveu o filho de Telma, Dionísio Neto, ao publicar a imagem acima no Facebook.

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Em entrevista ao portal G1, o filho explicou que Belinha e Telma tinham uma relação muito forte. "No velório ela ficava em pé quando as pessoas se aproximavam do caixão. Ela subia e ficava vigilante. Acho que era porque minha mãe dormia na rede. Ela ficava embaixo também durante a noite toda", comentou.

Os familiares explicam que as duas faziam tudo juntas, tomavam café da manhã e estavam unidas em todas as atividades durante o dia. Belinha era o xodó de Telma e a acompanhou em todos os momentos.

"Minha mãe teve uma metástase afetando pâncreas, fígado, pulmão, coluna e estava bem evoluído. Ela sofria muitas dores e a cadela funcionava como uma distração, uma terapia. Foram dias difíceis e dolorosos. Até hoje a cadela vai até no quarto e fica chorando", relatou o filho de Telma.

Dionísio Neto contou ainda que a cadela será levada na próxima quarta-feira (14) para a visita ao túmulo da dona. 

Um papagaio conseguiu fazer um pedido na Amazon em Londres através do assistente de voz da companhia americana, imitando a voz de sua dona, informou o jornal britânico The Sun.

Corienne Pretorius não lembrava de ter encomendado várias caixas de presente por 10 libras (13,50 dólares), segundo relatou o jornal.

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Tendo descartado seu marido e seu filho de oito anos como compradores, a sul-africana de 39 anos, que vive no sudeste de Londres, descobriu o culpado: Buddy, seu papagaio de cinco anos de idade.

O pássaro imitou sua voz para ativar o dispositivo e realizar a compra que, de acordo com um porta-voz da Amazon citado pelo The Sun, foi reembolsada.

"Eu não pude acreditar quando compreendi que Buddy tinha feito o pedido na Amazon. Temos o dispositivo há quatro meses e só o utilizo para tocar música ou fazer listas de tarefas, mas jamais pedi nada online", contou Pretorius.

Além de permitir a compra de produtos na Amazon, o dispositivo de conexão Alexa também oferece a possibilidade de controlar o aquecimento da casa, o telefone celular, etc.

Pretorius filmou Buddy para vê-lo interagir com o dispositivo. Nas imagens, ele consegue ativar o dispositivo gritando "Alexa", antes de acrescentar "Oh, continue na linha, Alexa".

De acordo com sua proprietária, o papagaio é muito engraçado. Ele imita o gato, diz palavrões em afrikaans e deseja a todos uma boa noite quando vão para a cama.

O grupo Roupa Nova se apresenta neste fim de semana na capital pernambucana, às 21h, no Chevrolet Hall, em Olinda. Durante o show, a banda promete lançar canções inéditas, do EP mais recente, além de cantar os seus grandes sucessos, como Dona, Linda Demais, Coração Pirata, Volta Pra Mim e Whisky a Go Go. O cantor Thiago Varzé fará a abertura do show. 

Roupa Nova tem 30 anos de carreira e o seu mais recente disco possui 6 músicas inéditas, que serão apresentadas no show neste sábado (11). Ao todo são 2 álbuns de estúdio lançados e aproximadamente 18 milhões de cópias vendidas.

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Os ingressos custam R$ 80, R$ 40 (pista meia-entrada), R$ 800 (mesa para 4 pessoas) e de R$ 900 a R$ 1300 (camarote para 10 pessoas), à venda nas Lojas Renner, na bilheteria da casa de shows e online pelo site Ingresso Rápido.

Confira um dos maiores sucesso da Banda:

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