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Natália Ponte voltou a ser ouvida pela Polícia Civil menos de um dia após deixar a cadeia. Na tarde desta quinta-feira, 12, ela compareceu na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão Preto, onde prestou depoimento por mais de três horas. Era 17h quando ela deixou a delegacia numa viatura e seu pai saiu sozinho de carro pouco depois. Ela confirmou ao delegado que acredita que Guilherme possa ter matado o menino.

A mãe do menino Joaquim, morto no dia 5 do mês passado, novamente não quis falar com a imprensa. Seu advogado, Cássio Alberto Ferreira, diz que sua cliente é a pessoa mais interessada em esclarecer a morte do filho o mais rápido possível. Ele não informou o que foi dito à polícia, apenas que ela manteve o que já vinha falando, inclusive, que acredita que o companheiro possa ter matado o menino.

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A psicóloga de 29 anos deixou a cadeia após obter um habeas-corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo. O TJ levou em conta, entre outras coisas, o fato de estar colaborando nas investigações e ter um filho de quatro meses que necessita de seus cuidados.

Após ser solta no final da tarde desta quarta-feira, 11, Natália foi levada para a casa de parentes em local não revelado por medida de segurança. Ela estava presa desde o dia 10 de novembro, quando o corpo de Joaquim foi encontrado boiando no rio. Guilherme foi preso na mesma data e, com base no recurso que colocou a psicóloga na rua, ele também pode ganhar a liberdade.

Esta tese é defendida por seu advogado, Antônio Carlos de Oliveira, que encaminhou ao Tribunal de Justiça de São Paulo solicitação para que estenda a Guilherme o benefício concedido à Natália. O pedido foi protocolado na tarde desta quarta, após a Justiça negar um agravo regimental com a mesma finalidade. Para o defensor, a fundamentação para soltar Natália foi genérica. "Então, os mesmos motivos também servem para o meu cliente", argumenta.

Investigação

Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado e seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, cinco dias depois. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a criança, que fazia tratamento contra diabete, tenha sido morta com uma dose excessiva de insulina.

Uma embalagem com 30 unidades do medicamento desapareceu, mas Guilherme Longo alega que injetou a substância nele mesmo durante uma crise de abstinência de cocaína. Nesta quinta, 12, a polícia ouviu o depoimento de um homem que diz ter sido agredido pelo padrasto de Joaquim. Guilherme já havia sido definido como agressivo por sua própria irmã em depoimento na semana passada.

Após 31 dias presa, Natália Mingoni Ponte, de 29 anos, mãe do menino Joaquim, deixou nesta quarta-feira, 11, a Cadeia Feminina de Franca, no Estado de São Paulo. Ela foi levada em um carro sem identificação escoltado por uma viatura até a saída da cidade, onde familiares a aguardavam em outro veículo para levá-la até São Joaquim da Barra.

Ao deixar a cadeia, Natália foi hostilizada por um grupo de cerca de 20 pessoas que gritavam "assassina". Alguns populares conseguiram atingir o carro com socos, mas foram contidos pela polícia. Ela foi libertada por volta das 17h30 após ter sido concedido habeas-corpus pelo Tribunal de Justiça de São Paulo no dia anterior.

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O pedido para libertar Natália partiu do advogado Ângelo Carbone, de São Paulo, que não é seu defensor. Ele - que chegou a atuar no caso go goleiro Bruno, diz ter se comovido com a situação da mulher que, segundo alegou, estaria colaborando com a polícia, não representaria perigo às investigações e não possui antecedentes criminais.

Natália estava presa desde 10 de novembro, quando o corpo de seu filho de apenas 3 anos foi localizado no Rio Pardo, em Barretos. Seu marido, Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, também foi preso na ocasião e segue na cadeia. Também nesta quarta seu advogado impetrou o terceiro recurso na tentativa de libertá-lo.

O casal foi preso por suspeita de envolvimento na morte do menino. Todos os dois alegam inocência, mas Natália deu algumas declarações à polícia que pesam contra o companheiro. O delegado, Paulo Henrique Martins de Castro, diz que a liberdade dela não prejudica o inquérito que está entrando em sua fase final. Por isso, não deverá haver recurso para que volte a ser presa.

Para o promotor Marcus Túlio Nicolino, mesmo não prejudicando as investigações, o ideal seria que Natália continuasse presa até mesmo para garantir sua integridade física. Segundo ele, por se tratar de um caso que causou comoção e repercutiu muito, fica difícil de evitar situações que a coloquem em risco.

Suspeito

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que Joaquim Ponte Marques, que fazia tratamento contra diabete, tenha sido morto com uma dose excessiva de insulina. Uma embalagem com 30 unidades do medicamento desapareceu, mas Guilherme - principal suspeito de ter feito a aplicação, alega que injetou a substância nele mesmo durante uma crise de abstinência de cocaína.

A Polícia Civil garante ter provas contra o padrasto, que poderá ser indiciado por homicídio doloso triplamente qualificado, cuja pena pode chegar a 50 anos de prisão. Natália pode responder por omissão, por ter deixado o filho sob responsabilidade dele, mas isso ainda é analisado.

Natália Ponte, mãe do menino Joaquim Marques Ponte, encontrado morto em rio em novembro, estaria com medo de deixar a cadeia e ser hostilizada nas ruas. Ela deve ser solta a qualquer momento e provavelmente será levada para a casa de familiares em São Joaquim da Barra, cidade a 70 quilômetros de Ribeirão Preto, São Paulo, onde residia com Joaquim, outro filho de 4 meses e o companheiro Guilherme Longo, principal suspeito, que continua preso.

Até por volta de 12h30, Natália seguia na Cadeia Feminina de Franca, onde está detida, porque o habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo ainda não havia chegado. Imprensa e populares aguardavam do laudo de fora para ver a mãe de Joaquim, que foi morto aos 3 anos no mês passado em meio a muito mistério.

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O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que responde pelo caso, diz que o inquérito está caminhando para o fim e Guilherme Longo deve ser indiciado. Já com relação a Natália, ainda será analisado se cabe ou não o indiciamento. Por isso mesmo, não deverá ser impetrado recurso para que ela siga na cadeia.

Sobre o receio da mãe de Joaquim ao sair nas ruas, o delegado diz que o risco sempre existe. Mas, a partir do momento em que estiver fora da cadeia, cabe à família tomar os cuidados necessários para garantir a sua segurança, afirmou ele.

Defesa

Natália está presa há mais de um mês na Cadeia Pública de Franca sob a suspeita de envolvimento na morte do filho ocorrida em Ribeirão Preto no dia 5 de novembro. Ela será solta porque a Justiça considerou, na terça-feira, 10, o fato de não possuir antecedentes criminais e de precisar cuidar do filho de quatro meses.

O advogado Francisco Ângelo Carbone Sobrinho, que conseguiu a liberdade de Natália, não é o seu defensor e nem a conhece. Morador em São Paulo, diz ter se sensibilizado com a situação da psicóloga e resolvido pedir sua liberdade. "A gente viu que essa mãe estava em desespero e que já ajudou muito a Justiça."

Em decisão proferida na tarde desta terça-feira (10), o Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu um habeas corpus à psicóloga Natália Ponte, mãe do menino Joaquim. Ela está presa há um mês na Cadeia Pública de Franca sob a suspeita de envolvimento na morte do filho ocorrida em Ribeirão Preto no dia 5 de novembro.

Quem assina a decisão é o desembargador Péricles Piza, da 1ª Câmara de Direito Criminal. Ele levou em conta que, além de não possuir antecedentes criminais, Natália não representaria perigo às investigações. Somado a isso, precisaria cuidar do filho de quatro meses.

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Tanto Natália quanto Guilherme Longo, padrasto de Joaquim, tiveram suas prisões prorrogadas, em decisão de primeira instância, no início do mês. Longo está em Barretos, onde deve continuar preso. Já Natália pode deixar a cadeia ainda na noite de hoje.

Joaquim Marques Ponte, de 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado e seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, cinco dias depois. Usuário de drogas e visto como agressivo, o padrasto é o principal suspeito pela morte do menino.

Exames realizados em tecidos retirados do corpo de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, encontrado morto em um rio em 10 de novembro após cinco dias desaparecido, não detectaram a presença de uma dose excessiva de insulina, como acreditava a polícia. Os laudos já foram emitidos, mas não chegaram ainda à Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto. A mãe do menino, Natália Ponte, e o padrasto, Guilherme Longo, tiveram a prisão prorrogada pela juíza Isabela Cristina Alonso dos Santos Bezerra, da 2ª Vara do Júri e das Execuções Criminais de Ribeirão Preto.

Os resultados são de análises realizadas no Laboratório de Toxicologia da Polícia Civil de São Paulo. Uma fonte da polícia informou que o laudo foi negativo para a morte por insulina. E, na tarde desta segunda-feira (9), o delegado Paulo Henrique Martins de Castro confirmou que realmente não foi detectado o medicamento no corpo do menino, que era diabético.

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Ele afirmou, porém, que ainda não leu os documentos e que, mesmo tendo dado negativo para a insulina, talvez tenha detectado outras substâncias que indiquem algo nesse sentido. "Desde o início sabíamos da possibilidade de dar negativo", justificou. Indagado se isso não pode pesar na decisão da Justiça sobre a prisão do casal, Castro descartou. "Uma coisa não tem nada a ver com a outra."

A princípio o delegado garante que a linha de investigação está mantida. Segundo ele, nesta semana mais pessoas prestarão depoimento, mas o casal não deverá ser ouvido. O menino desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado, mas seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, no dia 10. A linha de investigação policial aponta o padrasto Guilherme Longo como principal suspeito pela morte de Joaquim. Para isso, segundo a polícia, teria aplicado uma dose excessiva de insulina no garoto e depois jogado o corpo na água. Longo nega qualquer envolvimento no caso, assim como Natália.

Exatos 30 dias depois da morte de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, continua sendo um mistério a forma como ele faleceu. Nesta quinta-feira (4), o delegado Paulo Henrique Martins de Castro pediu ao Ministério Público a prorrogação da prisão do padrasto do menino, Guilherme Longo, e de sua mãe Natália Ponte. Também solicitou que o inquérito seja prorrogado por igual período.

O promotor responsável pelo caso, Marcos Túlio Nicolino, vai agora analisar as solicitações e encaminhar à Justiça. Caso não seja acatado o recurso para que sigam na cadeia, o casal será solto no início da próxima semana, quando vence a prisão temporária decretada no mês passado.

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Homenagem -Uma manifestação foi realizada na frente da casa de Joaquim, no Jardim Independência, nesta tarde. Pessoas vestindo camisas com a foto do garoto e portando cartazes pediram justiça no caso e mais rigor nos crimes cometidos contra crianças. Já à noite aconteceu na matriz de Ribeirão uma missa em homenagem aos 30 dias da morte de Joaquim a pedido de familiares.

Histórico - O menino desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado, mas seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, no dia 10. A linha de investigação policial aponta o padrasto Guilherme Longo como principal suspeito pela morte de Joaquim. Para isso teria aplicado uma dose excessiva de insulina no garoto e depois jogado o corpo na água. Longo nega qualquer envolvimento no caso, assim como Natália.

Um vídeo mostra Guilherme Longo comprando cinco ampolas de insulina em uma farmácia de Ribeirão Preto. As imagens vão ajudar a polícia a desvendar o sumiço de uma dessas ampolas. Essa questão fez o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que apura a morte de Joaquim, ir a Barretos para ouvir o padrasto nesta quarta-feira (4).

O delegado se deslocou acompanhado da psicóloga que está traçando um perfil de Guilherme. Após ser analisado, Castro aproveitaria para ouvir o suspeito. Eles ficaram o dia todo na Delegacia Seccional da cidade, onde o padrasto se encontra preso desde que o corpo do menino foi achado, em 10 de novembro.

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O perfil psicológico deve ficar pronto no próximo final de semana, quando será enviado à polícia. Ele vai se somar a outras provas, indícios e depoimentos que estão sendo juntados para tentar elucidar a morte de Joaquim Marques Ponte, de 3 anos, ocorrida no dia 5.

Investigação - O vídeo obtido pela polícia mostra Guilherme comprando a insulina na farmácia antes da morte de Joaquim. A quantidade que teria desaparecido seria suficiente para medicar o menino por 20 dias. Esse sumiço reforça a principal linha de investigação da polícia, que acredita que Joaquim foi morto dentro de casa com uma dose excessiva de insulina. Depois seu corpo teria sido jogado no córrego perto de sua casa indo parar no Rio Pardo.

Policiais tentam localizar uma testemunha que teria visto Guilherme carregando Joaquim no colo em direção ao córrego e voltando sozinho do local pouco depois. Essa pessoa ligou para um irmão de Natália no dia do sumiço e fez a denúncia. Mas rastreando a ligação, a origem seria um telefone público.

O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, disse nesta terça-feira (3), ter certeza de que o assassino do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, estava dentro da residência, no Jardim Independência. Porém, Castro não falou quem seria o assassino. Na madrugada em que Joaquim sumiu, o padrasto Guilherme Longo e a mãe, Natália Ponte, se encontravam no imóvel.

De acordo com o delegado, peritos não encontraram na casa qualquer sinal de que alguém tenha entrado na residência. "O menino foi morto dentro de casa e as provas que colhemos até agora são robustas para conseguir uma condenação e apontar a culpa a quem for devida", disse. Joaquim sumiu no dia 5, mas o casal está preso desde que o corpo foi localizado, no dia 10, boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP).

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Segundo Castro, falta juntar documentos e outras provas para finalizar o inquérito, se tudo ocorrer dentro da expectativa na próxima semana. Os resultados dos exames feitos em tecidos de órgãos do garoto e no sangue são vistos como peças importantes para terminar as investigações.

Recurso - Nesta terça-feira (3), o advogado Antônio Carlos de Oliveira, que defende Longo, ingressou no Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo com um pedido de agravo regimental. O recurso visa tentar libertar o cliente após duas tentativas frustradas em primeira instância, em Ribeirão Preto, e no próprio TJ.

Por outro lado, o delegado afirmou que pretende pedir a prorrogação da prisão temporária do casal ou apenas do padrasto. Isso para que as investigações possam transcorrer com "tranquilidade", caso ocorra algum atraso. Já o promotor responsável pelo caso declarou que, se a linha de investigação não mudar, o padrasto poderá ser indiciado por homicídio doloso triplamente qualificado, enquanto que a mãe responderia por omissão - pois sabia dos riscos que o filho corria na companhia do companheiro.

Guilherme Longo e Natália Ponte, padrasto e mãe do menino Joaquim, passaram mais um dia na Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto. Nesta segunda-feira (2), eles voltaram a ser ouvidos pela psicóloga que está traçando o perfil de ambos. Eles não tiveram contato um com o outro e o teor do que falaram não foi informado.

O delegado Paulo Henrique Martins de Castro disse que ainda aguarda os resultados dos exames feitos em tecidos e no sangue da criança. Também não conta até agora com todos os relatórios detalhados das ligações telefônicas feitas e recebidas pelo casal e pessoas próximas.

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Enquanto o inquérito não é finalizado, Natália e Guilherme seguem presos. O delegado disse que estuda pedir a prorrogação do prazo para que continuem na cadeia caso o fim das investigações atrase.

O promotor Marcus Túlio Nicolino, responsável pelo caso, disse que deverá pedir uma nova reconstituição do sumiço do menino, dessa vez com o trajeto indo da casa, no Jardim Independência, até a ponte do Rio Pardo, onde vai desaguar o córrego Tanquinho, que passa perto do imóvel.

Isso porque, para o promotor, não se pode descartar a possibilidade de o corpo do garoto ter sido jogado diretamente no rio. Até então as investigações partiam da premissa que o menino foi jogado no córrego a 200 metros do imóvel, indo parar no rio.

Nesta segunda a polícia anunciou ter em mãos uma conversa entre Guilherme e Natália feita pela internet. O teor do que foi dito não foi revelado, mas seria um diálogo um pouco diferente, mostrando mais claramente como vivia e se relacionava o casal.

Em decisão proferida na tarde desta terça-feira (29), o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) negou o pedido de habeas-corpus protocolado em favor de Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim, morto neste mês. Antônio Carlos de Oliveira, advogado de Guilherme, queria que ele aguardasse as investigações em liberdade.

O defensor disse que ainda irá avaliar a decisão. Seu cliente está preso desde o dia 10, quando o corpo do garoto foi achado boiando no Rio Pardo. A mãe do menino, Natália Ponte, também está na cadeia desde então. O advogado nega que seu cliente seja culpado ou tenha envolvimento na morte do garoto. Segundo ele, não há provas até agora contra Guilherme e tudo tem sido dito em cima de suposições.

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Perfil - Nesta sexta-feira, Guilherme e a mãe do menino, Natália Ponte, deixaram as unidades onde estão presos e foram levados até a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão Preto. Eles foram analisados pela segunda vez, agora em separado, por uma psicóloga que traçará um perfil de ambos.

Em seu último depoimento à Polícia Civil de Ribeirão Preto, a psicóloga Natália Ponte admitiu a possibilidade de seu companheiro, Guilherme Longo, ter matado seu filho Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. O padrasto é considerado pela polícia o principal suspeito pela morte do menino, que desapareceu no dia 5 deste mês e no dia 10 foi achado boiando no Rio Pardo.

A declaração de Natália foi dada à polícia no dia 18, após o delegado que investiga o caso perguntar se ela acreditava nessa possibilidade. A afirmação é vista como importante para ajudar a elucidar o caso. Ela ainda reafirmou que Longo era ciumento e agressivo.

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A possibilidade de uma dose excessiva de insulina continua sendo a principal hipótese para a morte do garoto, que era diabético. Mas, segundo a polícia, para afirmar isso será necessário juntar mais provas. Tanto Natália quanto Guilherme estão presos desde o dia 10, quando o corpo de Joaquim foi encontrado.

Mesmo que a mãe não tenha participado do sumiço do filho, ela poderá responder por omissão, segundo o Ministério Público. Isso porque declarou que sabia dos riscos aos quais Joaquim estava exposto ao ficar na companhia do padrasto.

Para o promotor Marcus Túlio Nicolino, se o menino corria perigo, caberia à mãe tomar medidas para garantir a sua segurança. Novas provas estão sendo colhidas e faltam laudos feitos em tecidos retirados do corpo da criança.

Nesta segunda-feira (25), a polícia ouviu uma amiga de Natália para saber como era a relação do casal, mas o depoimento não acrescentou muito às investigações, segundo o delegado Paulo Henrique de Castro. Também seriam ouvidos os policiais militares que atenderam ao chamado no dia do desaparecimento de Joaquim.

A polícia decidiu pedir a quebra de sigilo de mais números de telefone de pessoas ligadas ao casal. A intenção é juntar o máximo de informação para confrontar com os depoimentos prestados por Natália e Longo. "A intenção é saber exatamente com quem eles falaram na noite em que Joaquim desapareceu", explicou o delegado.

Muita confusão marcou a reconstituição do caso Joaquim nesta sexta-feira (22), à tarde, em Ribeirão Preto (SP). Apesar de todo o esquema de segurança montado com antecedência pela polícia, com o apoio do setor de trânsito da prefeitura de Ribeirão Preto, houve tumulto em várias ocasiões e tentativas de agressão ao padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, Guilherme Longo, suspeito da morte na madrugada do dia 5.

A reconstituição durou cerca de duas horas, e Longo, vestindo uma camisa vermelha, com um colete preto à prova de balas, foi recebido no Jardim Independência, onde residia, aos gritos de "assassino" e pedidos de justiça. Antes disso, havia enfrentado protesto ao deixar a Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

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Ele participou de tudo e mostrou aos peritos todos os passos que diz ter dado na madrugada em que Joaquim desapareceu. Afirmou como saiu e como chegou, e mostrou a restituição até mesmo do momento em que teria fechado o portão com o cadeado, mas deixado a porta apenas encostada. O momento mais tenso foi quando ele caminhou mais de um quilômetro da casa até o local, onde diz ter ido sem sucesso tentar comprar cocaína.

Muitos manifestantes tentaram furar o bloqueio policial que tinha o reforço até da cavalaria. Alguns estiveram bem perto de conseguir agredir fisicamente o suspeito, que foi hostilizado o tempo todo. Depois de explicar na prática a versão, Longo foi levado de volta à delegacia e, em seguida, mandado de novo para a cadeia de Barretos (SP), onde está preso desde o dia 10 - data em que o corpo de Joaquim foi achado boiando no Rio Pardo.

A mãe do garoto, Natália Ponte, que também está presa, não participou da reconstituição. "Não vejo a necessidade de colocá-la com ele na mesma cena", disse o delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Mais cedo, Natália havia sido ouvida em novo depoimento, assim como o padrasto. A polícia diz montar quebra-cabeça que foi o sumiço do garoto.

Satisfatória

Castro considerou bastante satisfatória a reconstituição para ajudar a elucidar o caso. Ele ainda deve ouvir mais algumas testemunhas e aguarda os laudos dos exames realizados em tecidos retirados do corpo do menino. A polícia defende a tese de que Joaquim, que era diabético, recebeu uma dose excessiva de insulina e foi jogado no córrego perto de sua residência. A polícia constatou que desapareceram 30 doses de insulina. Na versão dele, o padrasto alega que autoinjetou todo o remédio, durante uma crise de abstinência e que acredita que o menino tenha sido levado por alguém que pode ter entrado no imóvel. Após a reconstituição, o delegado descartou que exista uma terceira pessoa envolvida no caso.

Foi realizada, na tarde desta sexta-feira (22), a reconstituição do desaparecimento do menino Joaquim Ponte Marques. O padrasto Guilherme Longo participou de tudo e mostrou aos peritos todos os passos que diz ter dado na madrugada do dia 5, quando o garoto de 3 anos sumiu, misteriosamente, do quarto.

Toda a região próxima à residência do casal foi isolada pelas Polícias Militar (PM) e Civil e Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp), no interior de São Paulo. Eles dirigiram-se à casa onde o casal mora, no Jardim Independência, para dar início à reconstituição do crime. A mãe de Joaquim, Natália Ponte, não participou da simulação.

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"Não vejo a necessidade de colocá-la com ele na mesma cena", disse o delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Natália foi levada da cadeia de Franca (SP), onde está presa, enquanto Longo foi retirado da cela no Jardim Independência, em Barretos (SP). Às 15h30, os peritos, Castro e o promotor Marcus Túlio Nicolino já estavam dentro da residência do casal. Eles usaram um boneco para simular o menino. Uma área de 800 metros perto da casa foi toda isolada e recebeu reforço da Cavalaria da PM. Mais de 50 policiais foram envolvidos na reconstituição do crime.

Colete - Longo usou um colete à prova de balas durante a reconstituição. No momento em que entrou na casa com o delegado e os peritos, foi recebido por vários populares com xingamentos e gritos de justiça. Muita gente cercou os principais cruzamentos que dão acesso à residência do casal em Ribeirão. O caminho que Longo percorreu durante a reconstituição foi acompanhado por três cavalos da PM, posicionados na frente da casa. Em todos os depoimentos, ele confirmou que teria saído na madrugada do dia 5 e andado cerca 1,5 quilômetro em busca de droga.

Seguro - O delegado confirmou que a polícia vai apurar a mensagem de texto que Longo enviou a Natália no qual cita uma apólice de seguro. Porém, afirmou que isso altera a linha de investigação. Já a defesa do padrasto alega não poder falar nada a respeito porque, oficialmente, não teve acesso ainda a essa informação.

A Polícia Civil de Ribeirão Preto já tem em mãos a relação das ligações feitas pela mãe e pelo padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, cujo corpo foi encontrado no dia 10 no Rio Pardo, na zona rural de Barretos. A mãe, Natália Mingoni Ponte, fez 17 telefonemas entre a manhã e a tarde do dia 5, quando o menino desapareceu.

Natália falou com amigas e com o pai biológico da criança, Arthur Paes, que mora em São Paulo e cobrava informações sobre o filho. Já as ligações referentes ao telefone do padrasto, Guilherme Longo, não foram divulgadas. Para o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, esses dados podem ajudar a elucidar o que aconteceu com a criança.

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Segundo o delegado, há várias contradições nos depoimentos de Natália e Longo. Ainda nesta semana, deve acontecer a reconstituição do crime com a participação do casal. A informação é de que os dois vão fornecer informações separadamente para que sejam novamente cruzadas. Uma acareação entre o casal, porém, está descartada por enquanto.

Cerca

A família de Guilherme Longo, principal suspeito pela morte do garoto, instalou cerca de arame farpado em espiral no entorno da casa onde ele morava com o menino, a mulher e o filho de três meses do casal. O imóvel, no Jardim Independência, será o palco de uma reconstituição. O motivo da cerca, que está sobre o muro e o portão, seria evitar invasões à residência, desocupada há mais de uma semana, desde que o casal foi preso.

O pai biológico de Joaquim voltou ontem a Ribeirão Preto. Ele foi resolver questões envolvendo o filho - como recolher seus materiais que ficaram na escola. Paes disse que não tem raiva da ex-mulher nem do marido dela. "Rezo para que Deus os ilumine." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A polícia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, disse já ter elementos suficientes para indiciar o técnico em informática Guilherme Longo, de 28 anos, padrasto de Joaquim Ponte Marques, pela morte do menino.

"Ainda precisamos colher mais provas, mas, com as que a gente tem, já é possível indiciar o Guilherme por homicídio doloso", afirmou o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto.

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Segundo Castro, é preciso aguardar também laudos vistos como essenciais para explicar o que aconteceu na madrugada do desaparecimento de Joaquim. Guilherme Longo é considerado pela polícia o principal suspeito no caso e prestou novo depoimento na tarde dessa segunda-feira (18).

O teor não foi divulgado, mas, segundo o delegado, ele repetiu a versão anterior - que colocou o menino para dormir e saiu para comprar drogas, deixando a porta aberta e o portão trancado.

A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, também foi ouvida ontem à tarde, pela terceira vez. O casal está preso desde que o corpo do menino foi encontrado, no último dia 10. Longo está na cadeia de Barretos e Natália, em Franca.

Ambos alegam inocência e dizem que dormiam no momento em que o garoto desapareceu, na madrugada do dia 5. Mas, para a polícia, o menino teria morrido vítima de uma dose excessiva de insulina e o assassino estava dentro do imóvel. Exames preliminares do IML apontaram que o garoto não morreu afogado, pois não havia água no pulmão. A criança já estaria morta ao ser jogada no córrego que deságua no Rio Pardo, onde foi achada.

Prisão mantida

A Justiça negou ontem o pedido de revogação da prisão temporária de Guilherme Longo. A decisão foi proferida pela juíza Isabel Cristina Alonso dos Santos, da 2ª Vara do Júri e de Execuções Criminais de Ribeirão Preto.

As declarações da Polícia Civil contra Guilherme Longo pegaram de surpresa o defensor do padrasto da criança. O advogado Antônio Carlos de Oliveira alegou que desconhece qualquer prova contra seu cliente e alegou que "não foram mostrados até agora os laudos periciais". "Até o momento, não existe nem indício a favor nem contra o Guilherme", disse.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Três traços do perfil psicológico que a Polícia Civil de São Paulo monta do técnico em tecnologia da informação (TI) Guilherme Longo são característicos de um psicopata, de acordo com a professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas (SP) Maria de Fátima Franco dos Santos, que tem 30 anos de experiência em psicologia forense.

Maria de Fátima afirma que o vício em cocaína, a hiperatividade e a facilidade de mentir são típicos de um psicopata. "Um psicopata não é doente, tem um desvio de comportamento, sabe perfeitamente o que está fazendo e pode responder por isso." Nos depoimentos que ouviu até agora, o delegado Paulo Henrique de Castro chegou à conclusão de que o padrasto era agressivo, mas passava para os outros uma imagem de pessoa calma. Além de ter admitido agressão a uma pessoa durante internação em uma clínica para viciados, onde conheceu a mãe de Joaquim, que era psicóloga do local, há depoimentos dela relatando ameaças, agressões - contra ela, contra dois homossexuais e contra a própria mãe.

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"Ele nunca foi agressivo, sempre foi um menino amoroso", conta sua mãe, a professora Augusta Rayme Longo, de 56 anos. Ela admite que ele sempre exigiu atenção especial entre os três filhos do casal, por causa da hiperatividade. Na academia onde treinava jiu-jítsu, colegas relataram o envolvimento do suspeito também com agressões contra travestis para roubar dinheiro para comprar drogas. "A droga não é causa. Ela só deixa aflorar a raiva e agressão que estão contidas na pessoa", analisa a especialista forense.

A mãe do menino Joaquim Ponte Marques, a psicóloga Natália Ponte, chegou na manhã desta segunda-feira, 18, à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Natália será ouvida pela terceira vez sobre a morte de Joaquim. De acordo com o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, algumas contradições entre o que ela diz e o que alega o companheiro, Guilherme Longo, o principal suspeito do crime, segundo a polícia, aumentaram muito.

Longo também deve ser ouvido nesta segunda-feira. Ele estaria em Ribeirão Preto, mas em outro local não revelado. A presença de Natália e Longo em Ribeirão pode significar também que a reconstituição do crime está para ser feita. A polícia já tem até um esquema de segurança preparado e que prevê o fechamento de algumas ruas próximas à residência da família.

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Familiares do companheiro da psicóloga teriam ido de madrugada e retirado todas as homenagens que estavam na frente da casa onde morava o menino. Pelo menos é o que dizem vizinhos, que contaram que a retirada foi feita debaixo de chuva, quando o movimento praticamente não existia na rua.

No local será feita a reconstituição do caso. A polícia quer saber como Joaquim desapareceu do quarto e foi parar dentro do Rio Pardo. Ao fim do inquérito, Longo deve ser indiciado por homicídio doloso. De acordo com Castro, as provas em poder da polícia são suficientes para acusar o companheiro de Natália. "Ainda falta colher mais provas, mas com as que a gente tem, já é possível indiciar o Guilherme por homicídio doloso."

O promotor Marcos Túlio Nicolino afirmou nesta quinta-feira, 14, que Guilherme Longo, padrasto de Joaquim, de 3 anos, entrou em contradições em seu último depoimento em Ribeirão Preto (SP). Para ele, a tese de que uma terceira pessoa teria entrado na casa da família está descartada. "O assassino estava dentro da casa", disse.

Nicolino garante que não há como alguém ter entrado na casa, sequestrado e matado Joaquim. Longo defende a tese desde que o menino foi dado como desaparecido, há nove dias. O corpo foi achado no domingo, 10. No depoimento prestado ontem a Nicolino e ao delegado Paulo Henrique Martins de Castro, o principal suspeito de matar Joaquim repetiu o que já vinha dizendo. "Mas ele continua não explicando o que aconteceu naquela noite e não demonstra qualquer interesse em colaborar com as investigações", afirma o promotor.

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A polícia descarta fazer agora uma acareação entre Longo e sua mulher, a psicóloga Natália Ponte, mãe de Joaquim. Segundo o promotor, nos próximos dias será preciso reconstituir o que aconteceu dentro da casa da família na madrugada em que o casal afirma que o menino desapareceu.

Na versão apresentada pela defesa, Longo saiu de casa para buscar cocaína, deixou a porta aberta e trancou o portão. Nesse momento, o garoto teria sido retirado do quarto.

Depoimento da mãe. Natália foi ouvida ontem novamente pela polícia. A psicóloga falou por mais de duas horas, mas o teor do depoimento não foi divulgado. Segundo o delegado Paulo Castro, o interrogatório trouxe novos elementos, que serão incluídos no inquérito.

Enquanto Natália prestava depoimento, uma nova testemunha apresentou informações que divergem das coletadas até agora pela polícia.

Um pescador afirmou ter visto, na madrugada em que Joaquim desapareceu, um homem de jaqueta vermelha jogando algo enrolado em um lençol dentro do Rio Pardo, entre Ribeirão Preto e Jardinópolis. Segundo a testemunha, que estaria pescando no local, o homem chegou de carro, estacionou próximo à Rodovia Cândido Portinari e atirou o embrulho no rio. Até agora, as investigações indicam que o corpo de Joaquim teria sido jogado no córrego perto de sua casa. O delegado afirmou que requisitará à concessionária responsável pelo trecho da rodovia imagens para verificar se algum carro da família de Longo passou por lá naquele horário.

A psicóloga Natália Ponte, de 29 anos, mãe do menino Joaquim, 3, encontrado morto em rio, no domingo, 10, após seis dias desaparecido, deixou na manhã desta quinta-feira, 14, a Cadeia Feminina de Franca (SP), onde está presa, e foi levada para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto (SP), local em que prestará novo depoimento à tarde. Antes disso, alguns de seus familiares tentaram, sem sucesso, visitá-la na cadeia.

Natália vai falar à polícia um dia após seu companheiro, o técnico em informática Guilherme Longo, de 28 anos, prestar novo depoimento. Ele negou ter participado da morte da criança e as agressões e ameaças relatadas pela mulher, que agora novamente será indagada a esse respeito pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Por enquanto, uma acareação entre o casal está descartada.

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No depoimento, o padrasto afirmou que usou a insulina do menino para conter a vontade de usar cocaína - o suspeito é viciado em drogas. "Em uma situação de desespero, em um dia em que ele trocou seu celular por quatro cápsulas de cocaína, passando o efeito, e se autoaplicou 30 doses", disse o advogado Antônio Carlos de Oliveira.

"Nada muda nas investigações, continuamos com a tese central que coloca Guilherme saindo de casa e jogando a criança no rio", afirmou o delegado Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

O padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, o técnico de informática Guilherme Rayme Longo, de 28 anos, negou à Polícia Civil de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, ter participado da morte do menino. Em depoimento de mais de quatro horas, na tarde desta quarta-feira (13), o principal suspeito do assassinato disse ainda que se autoaplicou 30 doses de insulina da criança.

Longo é o principal suspeito do assassinato de Joaquim, que desapareceu na madrugada do dia 5. O corpo da criança foi encontrado em um rio, no domingo, 10, após seis dias desaparecido.O padrasto, segundo seu advogado Antonio Carlos de Oliveira, também negou as afirmações da mãe de Joaquim, Natália Ponte, de 29 anos, de que eles tinham um relacionamento conturbado e que chegou a agredi-la. "Foram desentendimentos comuns, não houve agressão", afirmou o advogado.

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A polícia busca ainda saber qual a participação da mãe do menino, a psicóloga Natália Ponte, de 29 anos, na morte do garoto. "A participação dela ainda não está descartada. Queremos saber o que aconteceu naquela noite", afirmou o delegado Paulo Henrique de Castro, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

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