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O Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma ação civil pública (ACP) para que a União retire uma regra que impede pessoas casadas ou que têm filhos de participar do concurso da Escola de Sargentos de Armas (ESA). O objetivo da ação, contudo, é que o impedimento, considerado inconstitucional pelo órgão, deixe de valer também em seleções futuras realizadas pelo Exército Brasileiro e demais instituições militares federais, sem desligamento de nenhum candidato previamente aprovado em decorrência da mudança.

A ação é resultado de uma investigação iniciada após denúncias de restrições feitas pelo edital do concurso público para admissão aos cursos de formação e graduação de sargentos das áreas geral, música e saúde da ESA, publicado no mês de fevereiro, com provas previstas para agosto e curso de formação iniciado em fevereiro de 2021, com término em dezembro de 2022. Para o MPF, exigir que os candidatos não tenham filhos ou cônjuge é uma medida impertinente com a natureza do cargo, “inexistindo comprovação eficaz, pelo Exército Brasileiro, de interferência na qualidade laboral do aspirante castrense”. 

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No entanto, em sua defesa, a Escola de Sargentos de Armas reafirmou a legalidade da restrição inserida no edital. “Fazendo transparecer que, em futuros concursos públicos, o ente federal também exigirá o cumprimento do sobredito dispositivo”, argumentou a instituição militar.

Contudo, a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal indica que a restrição do edital viola princípios constitucionais, como os da igualdade, a inviolabilidade à vida privada, o livre planejamento familiar do casal, a proporcionalidade e a razoabilidade e tramita na Justiça Federal no Rio Grande do Norte, pedido liminar a respeito do concurso específico para a ESA.

O Governo Federal anunciou, hoje (05), a criação do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, que visa implantar 216 escolas cívico-militares no país até 2023. Os militares vão atuar nas áreas educacionais e administrativas enquanto a área didático-pedagógica deve permanecer a cargo de civis. 

Em parceria com o Ministério da Educação (MEC), o Ministério da Defesa deve designar militares da reserva das Forças Armadas para atuar nas escolas, com o objetivo de levar disciplina e organização ao ambiente escolar. Segundo o Governo, o objetivo é que os militares tenham remuneração equivalente a 30% do que recebiam antes de se aposentarem. 

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A duração mínima do serviço é de dois anos podendo ser prorrogado até 10 anos. Os estados e municípios também poderão selecionar policiais e bombeiros militares para atuar nas escolas. Os selecionados devem receber treinamento para se adaptarem ao novo modelo enquanto um plano de trabalho também está sendo desenvolvido para o ano letivo de 2020.

Até a publicação desta matéria o Ministério da Educação não informou quais requisitos devem ser usados na escolha dos militares ou datas do processo seletivo.

A Marinha do Brasil divulgou, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (21), o edital de um concurso público com 64 vagas para ingresso no Corpo de Engenheiros. Os aprovados passarão por um curso de formação como período de adaptação, de 11 de fevereiro até 1º de março de 2019.

A remuneração não foi divulgada e há vagas para os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Pará, Amapá, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, São Paulo e Distrito Federal.

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Os candidatos podem optar por concorrer aos cargos de arquitetura e urbanismo, engenharia cartográfica, engenharia civil, engenharia de armamento, engenharia de materiais, engenharia de produção, engenharia de sistemas de computação, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica, engenharia naval, engenharia nuclear e engenharia química. Para participar, é necessário ter diploma de nível superior na área escolhida.

A inscrição deve ser feita pessoalmente nos endereços divulgados no edital do concurso, ou através do site da Marinha até o dia 16 de abril. Os candidatos serão selecionados através de prova objetiva, redação, prova discursiva de conhecimentos profissionais e tradução de textos em inglês, teste de aptidão física, inspeção de saúde, avaliação psicológica, verificação de documentos, verificação de dados biográficos e prova de títulos.

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O Comando da Aeronáutica está recebendo inscrições para concursos para admissão aos Cursos de Formação de Oficiais de Infantaria da Aeronáutica (CFOINF), Formação de oficiais Intendentes (CFOINT) e Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV) do ano de 2019. São oferecidas 84 vagas em três editais e, do total, 21 são exclusivas para candidatos homens, enquanto as demais se destinam a ambos os sexos.

Para participar, é necessário ter de 17 a 23 anos de idade e Ensino Médio completo na data de início dos cursos de formação. Durante os cursos, que serão realizados no município de Pirassununga - SP, os participantes receberão uma remuneração fixada em lei, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e odontológica. 

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As inscrições foram abertas às 10h desta terça-feira (20) e devem ser feitas até às 15h do dia 9 de abril, através do site de ingresso da Aeronáutica. Também é necessário pagar uma taxa de R$ 70. A seleção de candidatos será feita através da realização de uma prova escrita, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, testes de avaliação do condicionamento físico, teste de aptidão física, teste de aptidão à pilotagem militar e validação documental. Para mais informações, acesse os editais do CFOINF, do CFOINT e do CFOAV

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O Comando do Pessoal dos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil divulgou um edital de concurso público para preencher 1300 vagas para admissão ao curso de formação de fuzileiros. Os aprovados poderão ser lotados nos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Pará, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rio Grande do Norte e na Bahia. 

Durante a realização do curso, os candidatos aprovados no processo seletivo ficam na condição de recrutas e recebem alimentação, uniforme, assistência médica e remuneração de acordo com a graduação, como previsto na Lei de Remuneração dos Militares. 

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Depois de concluir a formação, o aluno deve jurar a bandeira para assumir o compromisso inicial de dois anos no Serviço Ativo da Marinha. Para se inscrever, é necessário ter entre 18 e 21 anos altura mínima de 1,54m e máxima de 2,00m e boa conduta social sem antecedentes criminais. 

As inscrições custam R$ 30 e devem ser feitas de 1º a 30 de março através do site da Marinha. Os inscritos serão avaliados através de de uma prova para avaliação dos conhecimentos de escolaridade, prevista para o dia 29 de maio, além de avaliação de vida pregressa, inspeção de saúde, teste de suficiência física, exame psicológico e verificação de documentos. Para mais informações, acesse o edital do concurso no Diário Oficial da União

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