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Os servidores que atuam na sede do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) que não se utilizarem do uniforme do órgão não podem usar calças jeans rasgadas, shorts, bermudas, roupas com transparências, miniblusas, microssaias, roupas decotadas, trajes de ginástica, calças de moletom e chinelos.

A determinação é do presidente do Instituto, Homero de Giorge Cerqueira, e está formalizada em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (30).

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A portaria assinada por Cerqueira estende a proibição também aos prestadores de serviço, estagiários, consultores e bolsistas que trabalham na sede do ICMbio.

Eterna 'rainha do bumbum' e, claro, dos memes, Gretchen mandou um recado bem direto para algumas seguidoras que andaram criticando seus figurinos. Ela deixou bem claro não estar gostando nem um pouco dos comentários acerca do comprimento de seus shorts e vestidos e foi categórica ao afirmar que vai usar o que bem entender, independente da idade que tiver. 

Gretchen publicou vários vídeos em suas redes sociais desabafando sobre as críticas que vem recebendo. Ela disse que algumas mulheres que a seguem andam dizendo que suas saias e shorts curtos não estão de acordo com uma senhora de 60 anos como ela.

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"Quero falar com essas mulheres cheias de recalque. Só quero avisar uma coisa pra vocês, meus amores: eu sempre vou usar shorts, minissaias, o que eu quiser. Sabe por quê? Porque quem paga minhas roupas sou eu, meu amor! Então, posso ter 70, 80, 90, 100 anos, vou usar aqui que eu quiser", disse. 

A artista também contou que a única vez que foi proibida de usar alguma peça aconteceu aos 11 anos, quando o seu pai proibiu as minissaias enquanto "sustentasse" ela. Resignada, ela logo achou solução para o problema: "Eu fui dar aula de violão e comprei a minha minissaia com o meu dinheiro. A partir desse dia, eu pago as minhas roupas e uso o que eu quero. Entenderam, recalcadas? Vou continuar, sim, mostrando as minhas pernas o quanto eu quiser". 

Foi proibido na Indonésia um anúncio para a TV no qual as cantoras do grupo K-Pop Blackpint aparecem de minissaia.

A medida indignou os fãs do grupo no país.

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Nesta terça, o órgão regulador na Indonésia pediu a 11 emissoras de televisão que bloqueassem esta publicidade "indecente", depois que mais de 100.000 pessoas firmaram um abaixo-assinado pela retirada do anúncio.

Vários fãs do grupo se revoltaram nas redes sociais e defenderam seus ídolos, lançando uma petição contra o professor universitário que começou a iniciativa a favor da retirada do anúncio.

As quatro integrantes do grupo Blackpink promoviam a plataforma de comércio eletrônico Shopee em um anúncio, no qual apareciam cantando e dançando.

A agência reguladora da televisão na Indonésia (KPI) considerou que o anúncio era contrário às normas morais vigentes no mais populoso país muçulmano do mundo.

"É exagerado. Podemos ver mulheres vestidas desta forma em qualquer shopping na Indonésia", lamentou Disna Harvens, uma jovem fã de Blackpink, em declarações à AFP.

Formado por três garotas sul-coreanas e por outra tailandesa, o grupo Blackpink foi criado em 2016 e rapidamente alcançou grande sucesso. Primeiro, na Coreia do Sul e, depois, no restante da Ásia, graças a seu estilo musical influenciado pelo hip hop e suas coreografias que inspiraram milhões de fãs.

Este grupo é praticamente uma exceção na indústria da música pop na Coreia do Sul (K-Pop) dominada por grupos masculinos.

burs-dws/pb/lgo/phv/eb/zm/tt

Uma entrevista concedida pelo Defensor Público-Geral de Pernambuco, Manoel Jerônimo, no último dia 11 de janeiro, à Rádio Recife, ainda vai dar muito o que falar. O defensor comentava casos de assédio e estupro quando declarou: “um local de muita movimentação, uma mulher estar de minissaia, a mulher fica sujeita a uma pessoa interpretar que ela está seduzindo ou por ventura dando oportunidade para uma paquera, um namoro e quem sabe até algo mais sério“. As informações são da revista CartaCapital/Justificando. 

Manoel Jerônimo, que também é vice-presidente do Colégio Nacional de Defensores Gerais, complementou afirmando que “o simbolismo do vestir diz muito para fins de processo, para fins de condenação ou absolvição no campo criminal“. 

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Ele ainda polemizou ao dizer que seria importante então que a mulher demonstrasse “de forma simbólica, que não está ali para nenhum tipo de paquera e as vestes demonstram muito isso”.

Por sua vez, Manoel Jerônimo, em resposta enviada à revista, pediu desculpa por algumas afirmações que teriam sido colocadas fora de contexto. “Em nenhum momento meu objetivo foi direcionar a mulher a culpabilidade por qualquer crime que ela venha a ser vítima. Em toda minha carreira, seja como advogado ou servidor público, sempre promovi ações afirmativas em favor das mulheres. Aqui em Pernambuco, a frente da Defensoria Pública, temos uma gestão de maioria feminina, inclusive com sua expressiva maioria ocupando cargos de confiança e direção (70% a 30%)”, ressaltou. 

Ele também disse estar convicto de que “a mulher detém pura e total liberdade para ser e vestir o que quiser e quando quiser, tudo de acordo com a sua forma de se identificar”. “Por fim, mais uma vez, peço desculpas pelas declarações feitas e reafirmo que não tive em momento algum a pretensão de expressar qualquer forma de preconceito contra as mulheres”. 

Em nota de repúdio, a Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares definiram as declarações como “chocantes” e no qual existe “um claro movimento de culpabilização da própria vítima pela violência sofrida”. “Esquecem-se, no entanto, que muito mais importante do que regular as vestes das meninas, adolescentes, jovens, adultas e idosas estupradas, é educar os homens a respeitarem a liberdade sexual e a dignidade de todas as mulheres e a entenderem que roupas não falam”, destacam no texto. 

“Apesar das forças machistas, misóginas e violentas que rondam o mundo do Direito e as vidas de todas as mulheres, permaneceremos a nadar de mãos dadas em direção a um mundo em que as mulheres possam usar a roupa que quiserem, andar a hora que quiserem na rua, com ou sem acompanhante, sem medo de serem agredidas, violadas e estupradas por homens que sairão livres das acusações em razão das ideias defendidas pelo Defensor Público e por tantas outras pessoas na sociedade. A culpa nunca é da vítima”, diz outro trecho do documento. 

 

 

 

 

A polícia da Arábia Saudita prendeu uma mulher após um vídeo em que ela aparece andando por uma rua vazia vestindo uma minissaia e um top viralizar na internet, relatou nesta terça-feira (18) a TV estatal da Arábia Saudita, Ekhbariya.

Na imagem, a mulher, cujo nome não foi divulgado, teria caminhado pela vila patrimonial Ushaiqir, a cerca de 200 quilômetros a noroeste da capital Riad, na província de Najd.

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Em publicação no Twitter, a emissora afirmou que o caso foi encaminhado para o Ministério Público e a mulher será interrogada por um representante da Justiça, que vai decidir se ela permanecerá detida ou se será aberto um processo. "A polícia de Riad deteve a mulher que apareceu com roupas indecentes em Ushaiqir e a encaminhou para o procurador público", escreveu a TV.

De acordo com a polícia, a garota admitiu ser ela no vídeo, mas disse que não sabia da repercussão que as imagens tinham causado nas redes sociais. O Comitê para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício pretende adotar as medidas necessárias contra essa "transgressão da ordem moral" e uso de "traje indecente". Com cultura conservadora, a Arábia Saudita não permite que mulheres andem nas ruas com roupas que não cobrem da cabeça aos pés.

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