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Denúncias motivaram abertura de 220 inquéritos. (Camila Domingues/Palácio Piratini)

 O Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou que já registrou, até o dia 25 de março, mais de 2,4 mil denúncias de violações trabalhistas relacionadas à covid-19, em todo o país. A balanço revela que a quantidade de queixas ligadas à doença já corresponde a quase 30% do total de registros sobre todos os temas em março de 2019, em que foram notificadas 8.161 denúncias. O MPT criou a categoria “covid-19” para poder registrar as demandas relacionadas à pandemia.

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Dentre as violações, o MPT destacou os relatos de abusos cometidos por empresas de call center, que estariam submetendo funcionários ao uso coletivo de equipamentos não higienizados e à falta de distanciamento mínimo entre as estações de trabalho. “Em estados como o Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo e Goiás, as empresas foram fiscalizadas e notificadas a adotarem providências para garantir a saúde e a segurança dos empregados”, informou o órgão.

Assim, as irregularidades já motivaram a abertura de mais de 220 inquéritos civis, considerando as 24 unidades regionais do MPT. “Além disso, a instituição emitiu diversas notas técnicas nacionais e regionais, assim como expediu recomendações a diferentes setores da economia, alertando para as medidas a serem adotadas a fim de evitar o contágio de trabalhadoras e trabalhadores, assim como da população em geral”, completou a instituição.

Saiba como denunciar

As denúncias de irregularidades trabalhistas podem ser feitas através do aplicativo MPT Pardal, disponível para Android e IOS, ou oor formulário online disponível no site de cada região, no caso de Pernambuco, clique aqui. Apenas se não conseguir efetuar o procedimento por tais plataformas, o interessado deve buscar o plantão de denúncias nas unidades regionais, que funcionam em horários específicos e podem ser contactados através dos telefones divulgados pelos sites de cada estado. O contatos disponíveis para Pernambuco são: (81) 2101.3281 e (81) 2101.3218, em Recife; (81) 3046.1700, em Caruaru; e (87) 3983.4800, em Petrolina.

 

O líder da oposição trabalhista britânica, Jeremy Corbyn, anunciou a ruptura das negociações com o governo da conservadora Theresa May para buscar uma saída ao impasse do Brexit.

As discussões "chegaram o mais longe possível" em razão da "crescente fraqueza e instabilidade" do Executivo, escreveu ele em uma carta à premiê.

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Na quinta-feira, o próprio partido de May pediu que ela se preparasse para renunciar a partir de junho. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Há exatamente uma semana, o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras, em manifestação que pedia “Fora Temer”, já alertava para outra mobilização que ocorre, nesta terça (16), em consequência de uma série de insatisfações, entre outras, contra o atual governo interino. Veras chegou a dizer que o último ato foi uma preparação para uma greve geral dos trabalhadores. O protesto de hoje acontece no Dia Nacional de Luta em Defesa do Emprego e dos Direitos Trabalhistas em diversos estados do país. No Recife, o principal ato será realizado, às 17h, no Centro da cidade.

As oito centrais sindicais, que representam os trabalhadores no país, protestam contra a "possível" jornada semanal de trabalho de oitenta horas, o aumento da idade mínima para as aposentadorias e reivindicam a garantia dos direitos trabalhistas. Veras vem reafirmando que “O Governo Temer não irá acabar com as conquistas porque se for preciso nós vamos parara o Brasil, de canto a canto, vamos à luta, mas os golpistas não passarão”. As centrais que participam da mobilização são CUT, CTB, CSP, CGTB, Força Sindical, Intersindical, NCST e UGT.

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O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, declarou que “os empresários financiaram o golpe de Estado e agora estão cobrando a conta. Acham que nós é que vamos pagar. Estão enganados. Esse pato não é nosso”.

Freitas também afirmou que a mobilização é um alerta ao governo e aos empresários. “Vamos resistir, vamos lutar para impedir o aumento da exploração e a retirada de direitos. Não é possível aceitar qualquer retrocesso nos direitos sociais. Uma das principais ameaças do momento é a tentativa de implantar o negociado sob o legislado”, avaliou.

Já confirmou presença no ato, candidata à Prefeitura do Recife Simone Fontana (PSTU). 

 

Os professores de Direito José Soares Filho, Rogéria Gladys Sales Guerra e Rosa Maria Freitas discutem, no próximo dia 21, a partir da 18h30, o tema "Globalização e seus reflexos nos direitos trabalhistas", na livraria Jaqueira. Para participar do evento, os interessados devem levar um alimento ou produto de higiene pessoal que será encaminhado para o Instituto de Fígado (IFP).

Na mesma ocasião, ainda haverá o lançamento do livro “O princípio protetor no contexto da flexibilização do mercado de trabalho: uma visão prospectiva”, cuja autoria é da professora Rogéria Gladys. José Soares Filho é mestre e doutor em Direito pela UFPE (professor da Unicap e da Esmatra),  Rogéria Gladys Sales Guerra, mestre e doutoranda em Direito do Trabalho pela UFPE (professora da Unicap e da Faculdade Marista) e Rosa Maria Freitas, mestre e doutoranda em Direito Público pela UFPE (professora da Unicap e da UFPE). 

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O conservador Boris Johnson venceu as eleições e conquistou mais um mandato de prefeito de Londres, informaram autoridades eleitorais britânicas na noite desta sexta-feira. Johnson, do Partido Conservador, será o anfitrião da Olimpíada de 2012 na capital inglesa. A vitória de Johnson trouxe algum alívio para o primeiro-ministro conservador David Cameron, cujo partido foi derrotado pelos trabalhistas em grande parte dos 180 municípios da Inglaterra, País de Gales e Escócia onde ocorreram eleições na quinta-feira. Johnson bateu por pequena margem o candidato trabalhista Ken Livingstone, que já foi prefeito de Londres.

As informações são da Associated Press.

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A eleição para a prefeitura de Londres, que acontece na quinta-feira, apresenta dois rivais cujas campanhas esquentaram a ponto de, após um recente debate no rádio, os candidatos continuarem e discutir no elevador. Mas na disputa entre o conservador Boris Johnson e o trabalhista Ken Livingstone, o primeiro-ministro David Cameron tem muito em jogo.

As eleições para a prefeitura de Londres e autoridades locais em quase toda a Grã-Bretanha servirão como um amplo indicador para os partidos. E para Cameron - o líder do Partido Conservador que se tornou primeiro ministro quase dois anos atrás - não é um momento propício para fazer um balanço.

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O Reino Unido caiu em recessão, pressionando as tentativas do governo para conter o grande déficit com duras medidas de austeridade. O mais recente orçamento do governo foi amplamente criticado por favorecer os ricos.

A eleição para a prefeitura de Londres é a mais importante da quinta-feira. O ocupante do cargo tem um orçamento de cerca de 14 bilhões de libras (US$ 22,7 bilhões) e será o embaixador da Olimpíada de 2012. O prefeito coordena o sistema de transportes da cidade e tem alguns poderes nos setores de segurança pública e habitação, embora a maior parte do poder esteja com o governo nacional.

Johnson, de 47 anos, permanece na frente nas pesquisas de intenção de voto, embora recentes deslizes do governo pareçam ter abalado parte do seu apoio. As pesquisas mais recentes indicam que Johnson lidera por uma margem pequena e que o apoio a Livingstone, de 66 anos, é forte. Se Johnson perder, isso será visto como mais um revés para o governo nacional britânico. As eleições municipais ocorrerão na quinta-feira em 5 mil cidades e municípios na Inglaterra, Escócia e País de Gales. As pesquisas indicam que os trabalhistas estão com 40% da intenção de voto, os conservadores estão com 33% e os liberais democratas, parceiros na coalizão de governo de Cameron, estão com apenas 11%.

As informações são da Dow Jones.

Brasília - Apesar de estar envolvida na polêmica sobre as ações da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) está preocupada com a repercussão negativa do episódio no trabalho correicional do órgão. Em nota, o presidente da associação, Renato Sant'Anna, diz temer que a discussão fortaleça aqueles que desejam a redução de poderes do CNJ.

"É lamentável que eventuais e pontuais desacertos ou excessos sirvam de mote para inviabilizar a continuidade de sua plena atuação [do CNJ]”, afirma o Sant'Anna.

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A Anamatra é uma das entidades que acionou o STF para suspender as investigações sobre a evolução patrimonial de juízes, pedido atendido, em caráter liminar, pelo ministro Ricardo Lewandowski na última segunda-feira (19). A entidade também é uma das signatárias do pedido para que o Ministério Público e o próprio CNJ investigue a conduta da corregedora, que será protocolado na manhã desta sexta-feira (23).

No entanto, a Anamatra diverge das demais entidades classistas sobre a possibilidade de a Corregedoria Nacional atuar em conjunto com as corregedorias locais. Sant'Anna considera o CNJ um “instrumento de democratização e transparência do Poder Judiciário”, mas acredita que as coisas precisam ser feitas dentro do que estabelece a lei.

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