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Por conta dos possíveis disparos de mensagens feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) através de suas redes sociais, o líder do PSB na Câmara dos Deputados, Tadeu Alencar, afirma que a atitude do presidente é uma "afronta à Constituição". Os disparos apontados chama a população para se manifestar em favor do governo e contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.

"Ao se permitir tamanho ataque à Democracia, que não prescinde do funcionamento independente e harmônico dos Poderes, o presidente Bolsonaro demonstra um desprezo pelas instituições que não pode passar em vão. É necessária enérgica resposta do parlamento, da Suprema Corte, mas, em especial, da sociedade, que há muito tem minimizado os arroubos autoritários de quem jurou, mas esqueceu rápido, defender a ordem democrática", diz Tadeu Alencar.

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No início da tarde desta terça-feira (26), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se posicionou e, em resposta a Bolsonaro, cobrou paz e responsabilidade. "Criar tensão institucional não ajuda o País a evoluir. Somos nós, autoridades, que temos de dar o exemplo de respeito às instituições e à ordem constitucional. O Brasil precisa de paz e responsabilidade para progredir", postou Maia em seu Twitter.

A atriz Regina Duarte, que deve tomar posse da Secretaria Especial de Cultura em breve, publicou na noite dessa terça-feira (25), na sua rede social, uma convocação aos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a manifestação pública que deve ser realizada no dia 15 de março. 

O post tem mais de 30 mil curtidas e cita o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que, inclusive, foi quem propôs a ida dos bolsonaristas às ruas. 

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A polêmica realização do protesto a favor de Bolsonaro e contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) surgiu depois que o presidente compartilhou o vídeo oficial do ato público via WhatsApp. A oposição passou a pedir o impeachment do chefe de Estado por ele estar indo contra os princípios da Constituição. 

Mais 34 Crimes Violentos Letais Intencionais (homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte) foram registrados em todo o Ceará neste sábado (22), segundo a secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social. Com isto, subiu para 122 o total de mortes violentas registradas desde a última quarta-feira (19), depois que parte dos policiais militares começaram a ocupar quartéis e esvaziar pneus de viaturas em protesto contra a proposta de reajuste salarial que o governo cearense apresentou para a categoria.

Em nota, a secretaria compara o número de crimes violentos registrados dia a dia, ao longo da última semana, para demonstrar o impacto de cinco dias de motim policial no estado. Na segunda-feira (17), véspera do início dos protestos militares, foram registrados apenas três crimes violentos letais intencionais. Na terça-feira (18), foram contabilizados cinco casos. Na quarta-feira (19), o número de ocorrências saltou para 29. Na quinta-feira (20) foram 22 registros. E na sexta-feira, houve o maior número de vítimas até o momento: 37.

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Legalmente, policiais militares são proibidos de fazer greve, motivo pelo qual os protestos da categoria são classificados como motim. Na sexta-feira (21), o governo cearense afastou por 120 dias 167 policiais militares que participam da paralisação. Os agentes deverão entregar identificações funcionais, distintivos, armas, algemas, além de quaisquer outros itens que os caracterizem nas suas unidades e ficarão fora da folha de pagamento a partir deste mês de fevereiro.

Os inquéritos militares instaurados contra os agentes afastados serão julgados pela Justiça Militar. Já os procedimentos administrativos disciplinares serão realizados pela Controladoria-Geral de Disciplina (CGD) da própria Polícia Militar.

A pedido do governo cearense, mais de uma centena de policiais da Força Nacional desembarcaram em Fortaleza na última quinta-feira para reforçar a segurança. No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro autorizou o emprego de até 2,5 mil militares das Forças Armadas no estado. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e vale pelo período de 20 a 28 de fevereiro. Policiais rodoviários federais também reforçarão o patrulhamento ostensivo.

No Twitter, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, informou que participará da comitiva com os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça. “É tempo de superar a crise e serenar os ânimos. Servir e proteger acima de tudo”, escreveu Moro na rede social.

 

Um ato na manhã desta sexta-feira (21), promovido pelo Sindicato dos Rodoviários do Grande Recife interrompe a passagem de ônibus no Derby, localizado na área Central. Esta é mais uma tentativa de sensibilizar o governador Paulo Câmara em relação às demissões de cobradores e fiscais.

A presença do grupo faz com que os coletivos sejam estacionados no acostamento da via. No entanto, o trânsito segue livre para motociclistas e carros de passeio. O ato foca na jornada de dupla função dos motoristas, que assumiram as atribuições dos cobradores após as demissões.

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O diretor da organização, Anderson Marques, criticou a postura do Governo do Estado diante da condição da categoria. “Esse governador opressor, só faz oprimir e sucatear o transporte público de Pernambuco”, apontou. Com duas faixas da Avenida Agamenon Magalhães bloqueadas, a previsão pé que a via seja liberada por volta das 11h.

O Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Pernambuco (Urbana-PE) se pronuncionou a respeito da mobilização através de uma nota. Confira:

"A Urbana-PE repudia a insistência do Sindicato dos Rodoviários em penalizar a população e economia local ao politizar um tema negociado e aprovado pelos próprios rodoviários na convenção coletiva da categoria.

Urbana-PE reitera que não houve demissões de cobradores motivadas pelo alteração no procedimento de embarque, conforme já comprovado ao Governo do Estado. Ao contrário, os profissionais estão sendo capacitados e aproveitados em outras funções, isto é, a mudança repercutiu em promoções e ganhos reais para os operadores.

Ameaçar a interrupção do transporte público durante o Carnaval é uma atitude irresponsável, que pode impactar na segurança dos cidadãos e turistas, além de trazer prejuízos para todos aqueles que trabalham e dependem do evento.

A Urbana-PE e suas associadas reforçam que envidarão os esforços necessários para garantir o serviço hoje, no Carnaval e nos demais dias do ano". 

Sobre o episódio com o senador Cid Gomes no Ceará, ocorrido na tarde de hoje, o Deputado Joel da Harpa, que também é policial militar, disse que os PMs cearenses agiram em legítima defesa. O senador pilotava uma retroescavadeira avançou, passando por cima de policiais no Batalhão da Polícia Militar, além de mulheres e crianças. 

Para Joel, Cid Gomes premeditou o ato quando minutos antes falou que tomaria tal atitude. Estamos falando de profissionais de segurança, pais e mães de família, que estão reivindicando a devida valorização profissional. Eles é que estão sofrendo a verdadeira agressão por parte do Governo do Ceará”, conclui o parlamentar.

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Entenda 

O senador Cid Gomes (PDT) foi baleado enquanto participava do movimento de paralisação deflagrado nesta quarta-feira (19), pela Polícia Militar do Ceará, que reivindica por aumento salarial. A assessoria confirma que a bala que atingiu o peito de Cid foi de arma de fogo. O senador foi atingido enquanto pilotava uma retroescavadeira para tentar furar um bloqueio que tinha sido feito por policiais militares do Centro de Sobral.

O senador Cid Gomes (PDT) foi baleado enquanto participava do movimento de paralisação deflagrado nesta quarta-feira (19), pela Polícia Militar do Ceará, que reivindica por aumento salarial. A assessoria confirma que a bala que atingiu o peito de Cid foi de arma de fogo. O senador foi atingido enquanto pilotava uma retroescavadeira para tentar furar um bloqueio que tinha sido feito por policiais militares do Centro de Sobral.

O senador foi levado para o Hospital do Coração de Sobral e ainda não há informações sobre o seu estado de saúde. Cid Gomes está licenciado do senado e organizou um protesto contra um grupo de policiais que tentava impedir o trabalho da Polícia Militar. 

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Por lei, os policiais militares são impedidos de fazerem greve. De acordo com o G1, desde terça-feira (18) que um grupo de policiais que reivindica aumento salarial e é contrário à proposta do governo de reestruturação da carreira da categoria realiza atos que a Secretaria de Segurança está considerando como "vandalismo" e "motim".

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A luta por reajuste salarial tem motivado uma mobilização de policiais militares e bombeiros no Ceará. A situação também atingiu as esposas dos agentes, que se articularam para tentar chamar a atenção das autoridades.

Nessa terça-feira (18), cerca de 25 mulheres foram até o 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Caucaia, e “prenderam” os próprios companheiros. Elas impediram que os policiais deixassem o plantão. Segundo publicado pelo O Povo, elas chegaram a cercar o comandante da unidade e pegaram a chave dele.

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O Povo noticiou que elas também teriam tomado e mantêm paradas 21 viaturas. A intenção das mulheres é tomar ainda mais. Elas afirmam que os agentes só serão liberados quando houver um acordo definitivo.

A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) vai manter o chamado de paralisação nacional para a categoria para estas terça e quarta-feiras (dias 18 e 19). "A orientação é que a categoria pare em casa, faça manutenção do veículo, pare em postos de gasolina com faixas de defesa da pauta e não crie bloqueios em rodovias", diz o presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão, ao Broadcast Agro. A mobilização deve ocorrer das 6h às 18h, segundo a Abrava.

A paralisação dos caminhoneiros já estava marcada para o dia 19 quando o Supremo Tribunal Federal (STF) julgaria três ações que contestam a constitucionalidade da política de tabelamento de frete rodoviário. A votação, contudo, foi adiada para 10 de março, quando entidades contrárias e favoráveis ao tema vão se reunir em uma audiência de conciliação na Suprema Corte.

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Apesar do adiamento da pauta, Chorão diz que a mobilização chamada para hoje e amanhã pretende mostrar que os caminhoneiros estão atentos ao tema e organizados para defesa da constitucionalidade do piso mínimo. "Vamos mostrar que não vamos voltar atrás. Não vamos aceitar retrocesso. O piso foi um direito que conquistamos e queremos seu cumprimento", afirma Chorão.

O presidente da Abrava, que foi um dos principais representantes dos caminhoneiros na greve que parou o País em maio de 2018, considera que o movimento marcado para terça e quarta não vai ser semelhante e tão expressivo quanto o do passado. "A ideia é mostrar que estamos mobilizados mas, se depois, em março, tirarem o nosso direito (de piso mínimo para o frete), sem dúvidas teremos de tomar medidas mais drásticas para mostrar a importância do setor", argumenta o líder, ressaltando que a orientação é manter o fluxo normal das rodovias nos dois dias de protesto. Segundo ele, na manhã desta terça-feira, já foram observados pontos de paralisação em Montes Claros (MG).

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) também convocou protestos para desde Segunda-feira até quarta para reivindicar que o STF julgue a constitucionalidade do piso.

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Em uma celebração com canto, música e protesto, um grupo de pessoas se reuniu para lembrar o assassinato da religiosa Dorothy Stang, morta em 2005, na cidade de Anapu, sudoeste do Pará. O ato foi realizado no último dia 12 de fevereiro, na praça do Operário, em Belém.

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Dorothy Stang nasceu nos Estados Unidos, mas foi naturalizada brasileira.  Pertencente à congregação das irmãs de Notre Dame de Namur, trabalhou como agente da CPT (Comissão Pastoral da Terra) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Sua atividade missionária foi marcada pela luta para cessar os conflitos agrários e pela defesa do território da Amazônia.

Jucelio Pantoja, um dos organizadores do evento, falou sobre a importância de atos como esse. “A gente tem o dia do martírio de Dorothy como um marco na luta e fortalecimento pela defesa da Amazônia. Estamos aqui com diversas organizações sociais populares, organizações religiosas em vista de provocar na população questionamentos sobre a necessidade de se defender a Amazônia nessa atual conjuntura que estamos vivendo”, disse.

A missionária Dorothy foi assassinada aos 73 anos, quando se dirigia a uma reunião de pequenos agricultores, no assentamento Esperança, em Anapu. Durante o seu percurso ela foi abordada por dois homens. Discutiu e acabou sendo morta com seis tiros, no dia 12 de fevereiro de 2005.

Ramiro Carrera conheceu Dorothy no ano de 2001, quando trabalhava como secretário de Administração e Educação da prefeitura de Anapu. “Foi uma pessoa que me impressionou pelo idealismo que ela tinha pelos trabalhadores rurais daquele lugar”, lembra.

A morte da missionária se tornou um símbolo da luta por reforma agrária planejada e responsável. Irmã Dorothy é lembrada, destacaram os manifestantes, como uma semente que foi plantada para dar esperança por quem luta em favor da floresta e pelo fim conflitos violentos na Amazônia.

Por Sandy Brito.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos vão promover a Campanha dos Combustíveis a Preço Justo. Nesta quinta-feira (13), em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, os petroleiros vão vender botijões de gás de cozinha a R$ 40 - o preço médio do botijão no Brasil é de R$ 70. A campanha acontece em seis cidades de seis estados diferentes. 

A campanha, segundo aponta a FUP, quer mostrar à população que a política de preços adotada pela Petrobrás para os combustíveis, seja gasolina, óleo diesel ou gás de cozinha, pesa muito no bolso do consumidor. "Desde 2016, os preços dos combustíveis no Brasil seguem as variações do mercado internacional. Com isso, ficam vulneráveis a crises no exterior, como a do início do ano entre o Irã e os Estados Unidos. O quadro se agrava com o dólar, que já chegou a R$ 4,30", informa a assessoria.

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A FUP denuncia também que a Petrobrás vem reduzindo o uso de suas refinarias. "Há seis anos, as refinarias da empresa operavam com 95% de capacidade. Hoje esse número está em torno de 70%. Com isso, o país está importando mais combustíveis e ficando ainda mais exposto ao mercado internacional. E a situação deve piorar, já que a empresa está vendendo oito de suas 15 refinarias", salienta.

Confira os locais onde o gás de cozinha vai ser vendido na campanha

SALVADOR (BA)

Horário: 11h

Local: Posto BR – Avenida Vasco da Gama, em frente à antiga Coca-Cola

Combustível: Gasolina – 100 vouchers 

BELFORD ROXO (RJ)

Horário: 9h

Local: Rua Padre Egídio, 78 - bairro Lote 15 (Paróquia São Simão)

Combustível: Gás de cozinha – 50 botijões

MANAUS (AM)

Horário: 10h

Local: Avenida José Lindoso (antiga Avenida das Flores), s/n, Loteamento das

Orquídeas

Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

ESTEIO (RS)

Horário: 10h

Local: Rua Rio Grande, 2092, Centro

Combustível: Gás de cozinha – 100 botijões

JABOATÃO DOS GUARARAPES (PE)

Horário: 10h

Local: Rua Boa Esperança, s/n - em frente à Escola Estadual Nestor Gomes de

Moura - bairro Vila Rica

Combustível: Gás de cozinha – 200 botijões

SÃO MATEUS (ES)

Horário: 8h

Local: BR-101, km 67,5 - São Mateus (portaria da Base 61, sede da Petrobrás

em São Mateus)

Combustível: Gás de cozinha - 100 botijões

No 13º dia de protestos, técnicos e enfermeiros do Hospital da Restauração, bloqueiam as duas vias da Avenida Agamenon Magalhães, na área Central do Recife. Com faixas e apitos, desde às 7h da manhã desta quarta-feira (12), os manifestantes reivindicam reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

"Essa luta é por melhoria salarial e pela volta dos benefícios que não temos, que é a insalubridade e o adicional noturno", apontou a técnica em enfermagem Maria Fabiana Alves. A servidora também relatou condições precárias de trabalho e a falta de insumos básicos na unidade de saúde.

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Com o salário base fixado em R$ 774,82, conforme a representante, os esforços para negociar com a Secretária de Saúde vão prosseguir.  "O que o Governo propõe pra gente não é digno", complementou.

O representante do Sindicato profissional dos auxiliares e técnicos de enfermagem de Pernambuco (Satenpe), Mário Robson, explica que, "juntando as poucas gratificações" o pagamento atinge R$ 1.050.

Ele ainda detalhou as dificuldades enfrentadas pela classe com um salário tão baixo. "Isso não dá pra gente se alimentar bem, ter qualidade de vida, ter uma saúde adequada. Não dá pra nada", concluiu.

O que diz o Governo 

Por meio de nota, a Secretária de Saúde do Estado (SES) ressaltou que “atua permanentemente para manter seus hospitais abastecidos de insumos e medicamentos necessários para prestar a assistência à população, além de trabalhar com determinação para resolver faltas pontuais”.

Sobre os reparos estruturais, a SES enfatizou que “equipes de manutenção das unidades também atuam rotineiramente para resolver os problemas nas estruturas físicas”.

Entre 2015 e 2019, a SES apontou que realiza reuniões e  que “tais negociações ensejaram acordos com ganhos financeiros para a categoria, a exemplo do início do processo de avaliação de desempenho, que resultou em um aumento salarial de 5% no primeiro ano e de 2,5%, no mínimo, nos anos subsequentes, para os servidores bem avaliados. Outra reivindicação atendida foi a extensão da gratificação de desempenho nos períodos de gozo de férias e licença prêmio”.

Com informações de Ruan Reis

Os dois sentidos da Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife, foram interditados por familiares e amigos de Leandra Jennifer da Silva, 22 anos, assassinada a tiros dentro de casa. Os protestantes pedem a prisão de Raphael Cordeiro Lopes, 32 anos, marido da vítima e principal suspeito do crime que está foragido. 

A manifestação dos familiares e amigos começou no início da noite desta terça-feira (11), e precisou que agentes da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) auxiliassem para amenizar o congestionamento do local - que durou até às 19h35.

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Leandra foi assassinada na manhã deste último domingo (9), dentro da própria casa, localizada no bairro da Madalena, Zona Oeste da capital pernambucana, depois de chegar de uma prévia carnavalesca. Informações dão conta que Raphael teria discutido com a esposa por conta de ciúmes. Depois da briga ele pegou um revólver calibre 38 e matou a mulher na presença do filho. 

Nesta terça-feira (11), enquanto dava esclarecimentos sobre os erros no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em uma audiência na Comissão de Educação do Senado, o ministro da Educação Abraham Weintraub foi indagado pela senadora Soraya Thronicke (PSL) sobre a possibilidade de coibir atos culturais ou de protestos de alunos, dando como exemplo as mulheres que deixam os pelos das axilas crescerem como uma forma de protesto.

"Eu recebi, dias atrás, fotos dentro de banheiros de universidades federais, fotos de meninas seminuas, tirando foto, minoria, seminua. As axilas com pelos, das mulheres, elas estavam exaltando aquilo como um protesto, como se ninguém deixasse elas não depilar, não terem a depilação", afirma Soraya.

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A senadora aponta essas questões como falhas das universidades federais e questiona sobre a possibilidade de implantar um sistema de universidades cívico-militares. 

Weintraub explicou que coibir algumas manifestações em universidades é difícil. "Isso aí depende da legislação, é muito difícil hoje. O ITA é uma escola cívico-militar. O Instituto Tecnológico Militar tem a gestão militar, da aeronáutica, e os professores civis com total liberdade de ensino e de pesquisa", salientou o ministro. 

Por volta das 8h45 desta terça-feira (11), cerca de 30 manifestantes bloquearam a Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife. O protesto ocorre nos dois sentidos da via e dificulta o trânsito na altura do Hospital Barão de Lucena, próximo ao viaduto.

Segundo informações, o ato foi organizado por funcionários da Adlim Terceirização em Serviços Ltda. Eles estariam insatisfeitos com recentes demissões da unidade de saúde e afirmam que o fim dos contratos se deu por motivação política. O grupo voltou a travar a avenida uma semana após um ato semelhante de reivindicações, ocorrido na terça (4).

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Uma equipe de orientadores de trânsito da Autarquia de Trânsito e Transporte (CTTU) foi acionada para auxiliar os motoristas em percursos alternativos. Uma equipe da Polícia Militar também está no local.



A reportagem não conseguiu obter resposta da empresa até o momento da publicação.

Técnicos e auxiliares de enfermagem de nível médio continuam em protesto reivindicando pela isonomia salarial; reposição das perdas salariais dos últimos 10 anos; adicional noturno; insalubridade; quinquênio e atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos. A manifestação dos profissionais se arrasta desde o dia 30 de janeiro, quando eles paralisaram a Avenida Agamenon Magalhães, na altura do Hospital da Restauração, localizado na área central do Recife. 

O sindicato aponta que o salário base da categoria em Pernambuco é de R$ 774, menos do que os R$ 1.045 que é o atual salário mínimo do trabalhador no país. Nesta última quinta-feira (6), representantes do Governo de Pernambuco se reuniram com o Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe), que afirma que o governo não levou proposta concreta para a mesa de negociação. 

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"Com essa omissão e desrespeito à enfermagem de nível médio, os trabalhadores continuarão realizando atos públicos na Região Metropolitana e no interior de Pernambuco", acentua o Satenpe. O sindicato da categoria revela que o governo alega que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede o avanço das negociações e "reconhece que os baixos salários são um problema que precisa ser resolvido". 

“Diante disso, a categoria permanece com a greve e a orientação do sindicato é que as unidades das emergências e urgências funcionem com até 30% do efetivo”, salienta a assessoria do Satenpe. Essa mobilização da categoria deve permanecer até o Governo de Pernambuco dar uma resposta. 

Os manifestantes hostis ao governo iraquiano enterraram sete colegas nesta quinta-feira (6), mortos em confrontos com apoiadores do líder xiita Moqtada al-Sadr em Najaf, no sul do Iraque, e disseram que seguem determinados a continuar os protestos.

Desde que o poderoso Al-Sadr virou as costas para o movimento de contestação e pediu a seus seguidores que não participassem mais dos protestos iniciados em outubro, a mobilização popular iraquiana se dividiu.

Os seguidores de Al-Sadr apoiam o novo primeiro-ministro, Mohamed Alaui, que assumirá suas funções depois que o gabinete obtiver a confiança do Parlamento em um mês.

Os manifestantes antipoder rejeitam Alaui, que foi duas vezes ministro em um sistema, do qual querem se livrar. E continuam com os protestos, mesmo que a repressão tenha deixado 490 mortos e 30.000 feridos desde 1º de outubro. Segundo uma contagem da AFP, a maioria era manifestante.

O primeiro-ministro designado, que prometeu esclarecer as mortes, falou nesta quinta-feira à tarde na televisão estatal para afirmar que o assassinato de manifestantes era uma "linha vermelha".

"Não poderei continuar com minha missão, se os jovens continuarem sofrendo", acrescentou.

Há vários dias, os dois lados se enfrentaram em várias cidades. Um manifestante foi esfaqueado até a morte em Al-Hilla na segunda-feira, ao sul de Bagdá.

Na noite de quarta-feira, em Najaf, sete manifestantes morreram depois que os apoiadores de Al-Sadr invadiram um acampamento. Todos os mortos foram baleados na cabeça, ou no peito, conforme relatos dos médicos, que estimaram os feridos em dezenas.

Os "bonés azuis", como são conhecidos os apoiadores de Moqtada al-Sadr, foram acusados de violência, enquanto as forças de ordem não fizeram nada para evitá-la.

- "Mais determinados" -

"Em Najaf, as máscaras caíram", disse Mohamed, estudante de engenharia que protestava nesta quinta-feira na praça Tahrir, em Bagdá.

Nos arredores desta praça emblemática, epicentro da revolta, os seguidores de Al-Sadr continuam a manter barricadas de segurança, que datam de quando disseram que eram responsáveis pela segurança dos manifestantes frente às forças de segurança e grupos armados.

Hoje, porém, não há diálogo entre os dois lados, diz Mohamed.

"Dissemos aos seguidores de Sadr que eles estavam aqui para tornar o local seguro e (proteger) nossos companheiros, mas ele não nos escutam", afirma.

Em Diwaniya, uma cidade do sul, os estudantes gritam: "Nem Moqtada, nem Hadi, nosso país deve ser livre", em referência às facções armadas pró-iranianas da Hashd al-Shaabi, lideradas no Parlamento por Hadi al-Ameri.

Nesta cidade, os manifestantes agora temem o que aconteceu em Najaf, um dos lugares mais sagrados do xiismo.

Eles garantem, porém, que a violência não reduzirá sua determinação.

Em Tahrir, Tayba, um estudante em Bagdá, diz que todo o mundo "acaba se acostumando".

"Estamos ainda mais determinados", afirma o jovem, com uma bandeira iraquiana nos ombros. "Antes os estudantes faziam uma manifestação por semana, agora fazem três", relata.

Alaui prometeu que "ele proporá um ou dois ministros surgidos da mobilização". Desde outubro, este movimento denuncia a corrupção e o nepotismo no país.

Um grupo de trabalhadores da saúde realizou uma manifestação na manhã desta terça-feira (4), em frente ao Hospital Barão de Lucena, na Avenida Caxangá, no bairro da Iputinga, na Zona Oeste do Recife. De acordo com informações, o protesto teria sido organizado por funcionários da empresa Adlim Terceirização em Serviços Ltda, que trabalhavam na unidade de saúde.

Os trabalhadores de várias funções se mobilizaram contra supostas demissões ocorridas por motivos políticos. O grupo bloqueou a passagem no sentido subúrbio causando intenso engarrafamento. De acordo com agentes da Autarquia de Trânsito e Transporte (CTTU), a manifestação foi pacífica e teve duração de 1 hora. Policiais do Grupo de Apoio Tático Itinerante (GATI) fizeram a segurança no local. 

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O LeiaJá entrou em contato com a empresa terceirizada para confirmar o motivo do protesto, mas até o fechamento dessa matéria não obteve retorno

Na manhã desta quinta-feira (30), o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos em Pernambuco (SINTECT) promove um ato contra a privatização do serviço de entregas, que sofre pressão para ser vendido em 2021. Desde às 8h, o grupo distribui panfletos em frente à sede da entidade, na Avenida Guararapes, no bairro de Santo Antônio, no centro do Recife.

Para o sindicato, a privatização resultará no encarecimento do serviço com perda de qualidade. Os representantes projetam a demissão de cerca de 40 mil funcionários e apontam que a iniciativa privada não vai investir na expansão do número de agências, nem atender as localizadas longe das grandes metrópoles.

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“O setor privado tá dizendo que com metade dos funcionários fará o serviço dos Correios, mas não faz. Porque, o carteiro vai entregar nos locais mais longínquos que houver no Brasil”, pontua o diretor do SINTECT Roberto Alexandre ao citar cidades como Petrolina e Exu, no Sertão Pernambucano. “Eles vão querer só o 'filé', só o que dá lucro nas grandes capitais”, complementa.

O diretor reafirma que o ato ocorre simultaneamente em diversas capitais e que o próximo passo é realizar uma audiência pública contra a privatização. O grupo promete prosseguir com o até o meio-dia. “O que nós queremos é os Correios público e de qualidade”, finalizou.

Cerca de 100 manifestantes se reuniram na manhã desta quarta-feira (29), em frente à Estação Recife, no Centro da capital pernambucana. Em coro, populares pediam por melhorias e pela expansão da malha viária para que o metrô possa atender a um número maior de passageiros. Para chamar atenção, pneus foram queimados no centro da Rua Floriano Peixoto, em frente à Estação, interditando a via. 

 Dando apoio a manifestação estavam representantes do Movimento Nacional da Luta pela Moradia. Paulo André de Araújo, dirigente do grupo, ressaltou que a reivindicação é por políticas públicas e que o transporte é uma dela. “A gente atravessa uma crise no metrô. De janeiro a novembro o metrô parou cerca de 150 vezes, o que é uma clara política de sucateamento. O que nós defendemos é que isso seja revertido, para que seja ele expandido e uma grande massa possa usá-lo como transporte", afirma.

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 Em março, o metrô do Recife sofrerá um novo aumento na passagem, passando a custar R$ 4. A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) segue fazendo bloqueio na Rua do Sol, orientando os motoristas para seguirem pela Avenida Guararapes, em direção à Conde da Boa Vista. Ainda não há previsão de normalização do trânsito.

Para protestar contra a precariedade dos serviços públicos em seu estado, o deputado do Rio Grande do Sul Rodrigo Maroni (Podemos) usou uma máscara do personagem Coringa enquanto discursava na Assembleia Legislativa. O fato aconteceu na tarde desta terça-feira (28).

"Tem uma sociedade de Coringas que vão (sic) estar se matando por falta de perspectiva e de emprego. Por isso eu faço a minha manifestação que para mim vai ficar na história", disse Maroni.

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