Tópicos | Reino Unido

A vacina da Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e a BioNTech protegerá contra a nova variante do coronavírus identificada no Reino Unido, de acordo com um artigo publicado por cientistas das duas farmacêuticas nesta terça-feira (19). O documento reafirma as descobertas publicadas no início deste mês em outro artigo escrito por cientistas da Pfizer, que também indicou proteção do imunizante contra a nova cepa. Enquanto o estudo anterior testou um vírus feito em laboratório que tinha uma mutação chave presente na variante do Reino Unido, a nova pesquisa testou um vírus feito laboratório com todas as mutações.

A nova cepa do coronavírus do Reino Unido, uma das que surgiram em todo o mundo nos últimos meses, se espalhou rapidamente em partes da Europa e agora está presente nos Estados Unidos. O novo estudo, que ainda não foi revisado por pares, alerta que os cientistas devem continuar a procurar por novas cepas do vírus e observou que não se sabe exatamente quais resultados de laboratório podem indicar uma perda de proteção no mundo real. Fonte: Dow Jones Newswires.

##RECOMENDA##

O Reino Unido vai expandir sua campanha de vacinação contra o coronavírus na segunda-feira (18) para incluir pessoas com mais de 70 anos de idade, ao mesmo tempo em que exige de todos que viajam ao país uma quarentena.

Especialmente afetado por uma variante do vírus que, segundo autoridades sanitárias, seria até 70% mais contagiosa, o país tem o maior número de mortes por Covid-19 da Europa, 89 mil.

O governo do primeiro-ministro Boris Johnson está concentrando seus esforços na vacinação em massa, na esperança de suspender o terceiro confinamento no início de março.

Desde o início da campanha de inoculação, em 8 de dezembro, mais de 3,8 milhões de pessoas foram vacinadas com a primeira dose.

Até agora, foram contemplados maiores de 80 anos, residentes de asilos e seus cuidadores, e profissionais de saúde que atuam na linha de frente, mas a partir de segunda, outros setores da população serão também vacinados.

A imunização dos primeiros grupos continuará a ser "a prioridade", mas os centros de vacinação que puderem vão começar a imunizar "os maiores de 70 anos e as pessoas extremamente vulneráveis", anunciou o Ministério da Saúde em nota.

O governo quer que os quatro grupos prioritários, ou seja, 15 milhões de pessoas, sejam vacinados até meados de fevereiro.

Para que o programa de vacinação atingisse mais cidadãos, o governo decidiu esperar até 12 semanas para iniciar a aplicação da segunda dose.

Além disso, para impedir a chegada de novas variantes do coronavírus, o país impõe um confinamento de 10 dias a todas que chegarem ao país do exterior a partir desta segunda, às 4h locais.

Medida que se soma à obrigação de apresentar um teste PCR com resultado negativo na chegada. Foram ainda eliminadas as exceções em vigor para os países menos afetados.

O governo britânico afirmou neste domingo (17) que contempla a opção de pedir a todos os visitantes que chegarem ao Reino Unido para se isolar em hotéis, reforçando as novas medidas contra o coronavírus que entrarão em vigor nas próximas horas.

A partir de segunda-feira às 04h00 GMT (01h00 de Brasília), todas as pessoas que chegarem ao Reino Unido precisarão de um teste negativo de covid-19 e terão que manter uma quarentena.

No entanto, as autoridades planejam reforçar essas restrições, segundo afirmou o jornal The Sunday Times, pedindo aos viajantes que se 'autoisolem' em hotéis. Os gastos seriam por sua conta e teriam que utilizar o GPS e tecnologias de reconhecimento facial para garantir que respeitam a quarentena.

Este tipo de medida já está em vigor em outros países, como Austrália e Nova Zelândia.

As restrições que entrarão em vigor na segunda-feira ocorrem depois que o Reino Unido proibiu, na sexta-feira, os voos da América do Sul e Portugal, devido à nova cepa do coronavírus encontrada na Amazônia brasileira.

A partir de segunda-feira, todas as pessoas que chegarem ao Reino Unido, incluindo os britânicos, terão que apresentar um teste de covid-19 negativo em sua chegada e permanecer em quarentena.

O ministro dos Transportes do Reino Unido disse que estão proibidas as entradas no país de pessoas vindas de Brasil e seus vizinhos, além de Portugal, por causa do medo da variante do novo coronavírus.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (14) pelo ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps, em sua conta no Twitter.

##RECOMENDA##

“Tomei a decisão urgente de proibir chegadas da Argentina, Brasil, Bolívia, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela - a partir de amanhã, 15 de janeiro às 4h, após a evidência de uma nova variante no Brasil”, tuitou.

Portugal também foi adicionado à lista de banidos por causa de ligações estreitas de viagens com o Brasil, acrescentou Shapps em outra mensagem no Twitter.

Ainda de acordo com o ministro, esta medida não se aplica a cidadãos britânicos, irlandeses e nacionais de países terceiros com direitos de residência, mas os passageiros que retornarem desses destinos devem se isolar por dez dias junto com suas famílias.

Da Sputnik Brasil

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou nesta quarta-feira, 13, que o governo britânico está "preocupado" com uma nova variante do coronavírus encontrada no Brasil. O premiê participou de uma audiência na Câmara dos Comuns sobre a pandemia de covid-19.

De acordo com informações do portal UOL, cientistas da Fundação Oswaldo Cruz Amazônia (Fiocruz Amazônia) identificaram uma nova variante do coronavírus no Amazonas.

##RECOMENDA##

A mutação do vírus é compatível com as amostras coletadas em turistas brasileiros infectados com a variante que desembarcaram no Japão no começo do mês.

Menos de duas semanas após a saída efetiva do Reino Unido da União Europeia, as empresas britânicas estão atoladas em um mar de dificuldades entre as formalidades administrativas e os imprevistos do Brexit.

O ministro do Gabinete britânico, Michael Gove, alertou que haveria "grandes interrupções" nos pontos de entrada do país nos próximos dias devido aos trâmites adicionais que atrasam o tráfego, um problema particularmente sério no caso de produtos frescos.

- Logística -

Entre a lentidão dos portos de entrada, em particular de Dover -no Canal da Mancha-, e a redução de três para uma do número de paradas permitidas para entrega ou coleta de mercadorias, o setor dos transportes vive dias difíceis.

As empresas de logística procuram formas de depender menos do Porto de Dover e, em particular na Irlanda, de evitar o Reino Unido e as suas atuais complicações, mesmo que isso signifique percorrer rotas mais longas.

- Fabricação -

Os setores mais afetados pelo Brexit neste momento são produtos minerais e metálicos, máquinas e equipamentos elétricos, produtos químicos e têxteis, altamente dependentes de importações de fora da UE e, portanto, sujeitos à chamada "regra de origem".

De acordo com essa norma, as mercadorias estão sujeitas a tarifas ao chegarem em solo britânico ou serem enviadas à UE.

- Distribuição -

De acordo com uma federação de transportadores rodoviários, a rede de abastecimento da Irlanda do Norte está "à beira do colapso", com atrasos nas entregas devido à burocracia adicional, além da regra de origem e tarifas sobre alguns produtos.

Os supermercados da Irlanda do Norte "estão enfrentando dificuldades consideráveis" para encher suas prateleiras desde 1º de janeiro, quando os controles de entrada na UE começaram entre as ilhas do Reino Unido e da Irlanda.

Como resultado, a rede de lojas de departamentos Debenhams, já em dificuldades, fechou sua loja online na Irlanda, e a famosa marca de delicatessen Fortnum and Mason suspendeu suas entregas para a UE.

"Pelo menos 50 de nossos membros estão enfrentando tarifas potenciais", disse a associação de varejo British Retail Consortium.

- Pesca -

Exportadores escoceses de mariscos relatam que se sentem ameaçados pela imposição da nova papelada após o Brexit e temem que alguns de seus produtos perecíveis destinados ao mercado europeu acabem no lixo.

O marisco escocês é exportado principalmente para o norte da França, de onde é enviado para o resto da Europa.

Pescadores europeus reclamam dos controles mais rígidos da guarda costeira britânica.

Como resultado desta vigilância pelas autoridades britânicas, um navio de pesca irlandês foi impedido de lançar as suas redes ao largo da costa da Escócia na semana passada.

Essa vigilância pode ser explicada pela decepção dos pescadores britânicos, que esperavam "recuperar o uso exclusivo de seus mares territoriais", explica à AFP Hubert Carré, diretor do comitê francês de pesca marítima e cultura marinha (CNPMEM), mas "o acordo (comercial entre Londres e Bruxelas) prevê que os "pescadores europeus" que tenham adquirido direitos possam continuar a pescar".

- Serviços financeiros -

Tratados no acordo comercial pós-Brexit apenas entre a UE e o Reino Unido, os serviços financeiros sofreram um rompimento brutal, diz Tej Patel, da consultoria Capco.

As empresas britânicas de serviços financeiros, agora privadas de seu "passaporte" para a UE, aguardam receber equivalências hipotéticas, autorizações para operar em áreas específicas (derivativos e corretagem de valores, compensação, etc.) e facilmente revogáveis.

A Comissão Europeia não parece estar disposta a conceder novas licenças além das duas já concedidas (em particular, a compensação de transações de derivados, que é predominantemente realizada na cidade de Londres), e solicitou "informações adicionais" de Autoridades britânicas.

Diante da perspectiva de meses de incerteza jurídica, muitos decidiram delegar as transações envolvendo empresas europeias para suas subsidiárias europeias, levando a uma migração estimada pela S&P de 6 bilhões de libras (8,16 bilhões de dólares, 6,71 bilhões de euros) de fundos a partir de 4 de janeiro.

Um dos países mais afetados pela Covid-19 no mundo, o Reino Unido planeja oferecer vacinas a toda a população adulta até o outono europeu - ou seja, até o segundo trimestre. A afirmação foi feita por Matt Hancock, secretário da saúde britânico, em entrevista à BBC na manhã deste domingo (10).

"Uma vacina será oferecida a cada adulto até o outono", disse ele em entrevista ao apresentador Andrew Marr. Hancock afirmou ainda que cerca de 2 milhões de britânicos já receberam as imunizações até o momento, e que espera que todos os membros dos grupos prioritários - que incluem idosos acima de 70 anos e trabalhadores da saúde - estejam vacinados até meados de fevereiro.

##RECOMENDA##

Segundo ele, na última semana, mais pessoas foram vacinadas do que em todo o mês de dezembro. Até o momento, o Reino Unido tem 3.017.409 casos confirmados da Covid-19, e vive uma segunda onda da doença com maior nível de gravidade que a primeira.

Na Ásia, a China confirmou 69 novos casos da doença neste domingo, sendo 46 deles na província de Hebei, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde do país. Nas cidades de Shijuazhuang e Xingtai, em que se concentra a maior parte dos casos, autoridades conduzem um massivo programa de testagem da população, e os moradores estão proibidos de deixar as vizinhanças em que vivem por uma semana.

Neste caso, a preocupação é pela proximidade com a capital do país, Pequim. Hebei faz fronteira com a cidade, e as viagens entre as regiões foram restritas. Habitantes de Hebei que tentam chegar a Pequim precisam provar que trabalham na cidade para obter autorização para entrar.

No Japão, a oposição legislativa ao governo afirmou que a declaração de emergência que entrou em vigor na sexta (8) chegou "muito tarde", e tem escopo limitado - as medidas, que limitam o horário de funcionamento de determinados estabelecimentos, estão centradas na região de Tóquio. O total de casos do país, que também vive uma segunda onda da doença, se aproxima dos 290 mil.

Na América Latina, o México registrou no sábado (9) um novo recorde diário de casos confirmados. 16.105 novos testes positivos foram adicionados às estatísticas, assim como 1.135 novas mortes. Ao todo, o México tem 1.524.036 casos confirmados da doença, e 133.204 mortes. Ao mesmo tempo, as autoridades afirmaram ontem que 6.722 doses da vacina contra a doença foram administradas na sexta-feira (8), elevando o total a cerca de 75.000.

No mundo, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, já são 89.718.548 casos confirmados, com 1.928.136 mortes.

Pernambuco recebeu no início da tarde desta quarta-feira (6), uma nota técnica do Ministério da Saúde orientando sobre a investigação de possíveis casos suspeitos da nova variante da Covid-19. O secretário estadual de Saúde, André Longo, afirma que serão considerados casos suspeitos pacientes que tiverem o RT-PCR positivo para a Covid-19 e tenham passado pelo Reino Unido - onde essa nova variante vem se propagando.

Longo explica que as amostras desses pacientes deverão ser encaminhadas para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, para a realização do sequenciamento genético, para determinação do tipo viral e para tentar caracterizar se essa variante está presente nos estados brasileiros. 

##RECOMENDA##

"A gente sabe que foi identificada a variante no estado de São Paulo. É verdade que a maior parte das pessoas oriundas do Reino Unido dão entrada pelo eixo Rio-São Paulo, nós não temos aqui um voo direto, mas eventualmente precisamos ficar atentos”, sinaliza o secretário.

Longo aponta que a Secretaria de Saúde vai passar uma nota técnica para todos os centros de testagem de todos os municípios que também realizam o RT-PCR, além das unidades de saúde, para que passe a ser uma rotina perguntar se a pessoa passou recentemente pelo Reino Unido - o paciente tendo os sintomas ou não. Essa variante não interfere no resultado das amostras dos pacientes infectados. 

Reinfecção

André Longo confirma que até o momento, Pernambuco recebeu 55 notificações de casos de possíveis reinfecções, 21 casos já foram descartados, 24 estão em investigação pelo Lacen e 10 casos seguiram para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, que é o responsável pelo estudo dos casos.

O príncipe George e a princesa Charlotte vão continuar estudando em casa. De acordo com a revista People, as crianças de sete e cinco anos de idade respectivamente não irão retornar às aulas presenciais por causa do avanço da pandemia do novo coronavírus no Reino Unido.

Já o príncipe Louis, de dois anos de idade, também não deverá começar a frequentar a creche. Os três filhos do príncipe William e de Kate Middleton devem permanecer em casa, contando com o apoio dos pais.

##RECOMENDA##

O prefeito de Londres disse que a decisão de fechar escolas está correta: "A decisão original do governo foi ridícula e vem causando imensa confusão para pais, professores e funcionários em toda capital. É certo que todas as escolas em Londres sejam tratadas da mesma forma, e que nenhuma escola primária em Londres será forçada a abrir na segunda-feira".

As escolas estarão abertas apenas para receber crianças em situação de vulnerabilidade e filhos de trabalhadores em condição crítica.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, confirmou nesta segunda-feira, 4, que o país entrará em novo "lockdown" nacional para conter a variante do coronavírus que é 70% mais transmissível. Em um pronunciamento à nação, o premiê afirmou que as medidas restritivas passarão a valer nesta terça-feira, 5, e permanecerão em vigor até pelo menos meados de fevereiro.

Com as novas restrições, as escolas e universidades britânicas serão fechadas, e aulas passarão a ser remotas. Além disso, os cidadãos serão aconselhados a permanecer em casa. "Temos que fazer mais juntos para controlar essa nova variante enquanto nossas vacinas são lançadas", disse Johnson no pronunciamento.

##RECOMENDA##

A flexibilização das medidas no meio de fevereiro, de acordo com o primeiro-ministro britânico, dependerá do processo de vacinação e de "todos fazerem a sua parte". O país já aprovou o uso emergencial de dois imunizantes: o desenvolvido pela Pfizer em parceria com a BioNTech e o produzido pela AstraZeneca em conjunto com a Universidade de Oxford.

"As semanas seguintes serão as mais difíceis até agora, mas realmente acredito que estamos entrando na última fase dessa luta", declarou Johnson. "Temos que permanecer cuidadosos com o que vem pela frente", acrescentou.

O Reino Unido se tornou nesta segunda-feira (4) o primeiro país a utilizar a vacina britânica AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19, acelerando a campanha de vacinação iniciada em dezembro após o agravamento da pandemia.

Brian Pinker, um britânico de 82 anos, recebeu no Hospital Churchill da Universidade de Oxford a vacina "nacional", informou o Serviço Nacional de Saúde (NHS), que já dispõe de 520.000 doses preparadas para distribuição.

Com o rosto protegido por uma máscara, Pinker, um trabalhador de manutenção aposentado arregaçou a manga da camisa diante das câmeras de televisão para que a enfermeira chefe do Hospital Churchill de Oxford aplicasse a injeção.

"Estou muito feliz de receber esta vacina de covid hoje e muito orgulhoso que tenha sido desenvolvida em Oxford", afirmou, de acordo com um comunicado divulgado pelo NHS.

"É um verdadeiro privilégio ter administrado a primeira vacina Oxford/AstraZeneca aqui no Hospital Churchill, a poucas centenas de metros de onde foi desenvolvida", afirmou a enfermeira chefe, Sam Foster.

Com mais de 75.000 mortes, o Reino Unido é um dos países da Europa mais afetados pela covid-19. Quase 55.000 pessoas testaram positivo para a doença nas últimas 24 horas, superando a marca de 50.000 pelo sexto dia consecutivo, de acordo com os dados oficiais publicados no domingo.

O Reino Unido, que já aplicou em mais de um milhão de pessoas a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech - da qual também foi o primeiro país a aprovar -, enfrenta uma nova onda de contágios desde a descoberta em dezembro de uma nova cepa do coronavírus muito mais transmissível que as anteriores.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alertou neste domingo (3) que restrições mais severas poderão ser tomadas no país para combater o rápido avanço do novo coronavírus, atribuído em parte a uma nova variante do vírus.

O Reino Unido é um dos países mais afetados pela pandemia na Europa, com 74.570 mortes. Em 24 horas, mais 57.725 pessoas foram contaminadas, de acordo com os últimos dados oficiais divulgados no sábado (2).

"É possível que tenhamos que fazer coisas nas próximas semanas que serão mais difíceis em várias partes do país", disse Johnson à rede BBC.

Ele acrescentou que o fechamento de escolas, uma medida tomada no final de março na primeira onda da pandemia, "é uma dessas coisas".

O primeiro-ministro disse que é preciso reconhecer "o impacto da nova variante do vírus".

No momento, 75% da população está reconfinada, e a volta presencial às aulas foi adiada em alguns casos, em particular em Londres e no sudeste da Inglaterra, bastante afetados pelo aumento de infecções.

A partir de segunda-feira, a vacina da Universidade de Oxford e do grupo AstraZeneca será administrada no Reino Unido.

No total, 530.000 doses estarão disponíveis a partir de segunda-feira, e dezenas de milhões, até o final de março. O país encomendou 100 milhões de doses.

Mais de um milhão de pessoas no Reino Unido já receberam uma dose da vacina da aliança da americana Pfizer com a alemã BioNtech. Esta campanha de vacinação começou em 8 de dezembro.

Para ambos os imunizantes, são necessárias duas doses.

O Reino Unido registrou um novo recorde de casos diários da covid-19 neste sábado (2), com 57.725 novos casos confirmados. 445 novas mortes causadas pela doença foram adicionadas às estatísticas. Com isso, o número de casos chegou a 2.599.789, e o de mortes, a 74.570.

Hospitais da Grã-Bretanha começaram a receber neste final de semana doses da vacina contra a doença desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca, aprovada nesta semana para uso emergencial no país, e espera-se que 530 mil doses estejam disponíveis na segunda (4). Moradores de lares para idosos e profissionais destes centros, trabalhadores de serviços de saúde e pessoas acima de 80 anos de idade têm prioridade na vacinação.

##RECOMENDA##

Mais de 1 milhão de pessoas já receberam no país doses da vacina da Pfizer e da BioNTech, a primeira a ser aprovada para uso emergencial. Hoje, a chefe da Public Health England (PHE), Mary Ramsay, afirmou que misturar doses das duas vacinas não é recomendável. Entretanto, disse que em casos em que não houver uma segunda dose da mesma vacina, é melhor vacinar um paciente com outra imunização do que interromper a vacinação.

Já a França registrou 3.466 casos da doença nas últimas 24 horas, com 157 novas mortes. Com 2.643.239 casos e 64.921 mortes confirmadas, o país é um dos mais afetados pela doença na Europa. Em óbitos, porém, fica atrás da Itália, que confirmou 364 novos óbitos neste sábado, elevando o total a 74.985. Foram confirmados 11.831 novos casos da doença, o que elevou o total a 2.141.201.

Nos Estados Unidos, o Estado de Nova York ultrapassou a marca de 1 milhão de casos confirmados da doença. Entre ontem e hoje, foram realizados 202.446 testes, sendo que 15.074 tiveram resultado positivo. Com isso, 1.005.785 pessoas testaram positivo para a covid. 128 mortes foram confirmadas, o que trouxe o total para 30.337. No país, já são mais de 20 milhões de casos.

Em todo o mundo, 84.319.515 pessoas já foram infectadas pela covid-19, e 1.832.219 morreram por causa da doença. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

A chefe de imunizações da Public Health England (PHE), Mary Ramsay, afirmou neste sábado (2) que misturar diferentes vacinas contra a covid-19 não é recomendável, e que a primeira opção deve ser sempre a de ministrar doses da mesma vacina para um mesmo paciente. O pronunciamento vem após um documento do órgão afirmar que em determinados casos, a aplicação de doses de vacinas diferentes em um mesmo paciente é melhor do que não dar uma segunda dose por falta da mesma vacina.

O texto, publicado na quinta-feira (31), admite que não há evidências sobre a intercambiabilidade das imunizações. Nele, o órgão afirma que em casos de vacinação incompleta, em que uma pessoa vacinada deixar, por algum motivo, de receber a segunda dose no período correto, a vacinação deve ser retomada utilizando a mesma imunização, mas sem a repetição da primeira dose.

##RECOMENDA##

No entanto, em casos em que não houver a mesma vacina no local em que a pessoa tentar se vacinar ou em que não for possível determinar qual vacina ela tomou, é "razoável" que ela receba o produto que estiver disponível, de acordo com o documento.

"Esta opção é preferível se o indivíduo está propenso a se expor a um alto risco de forma imediata ou diante da conclusão de que ele provavelmente não voltará a buscar um serviço de saúde", afirma o documento. "Nestas circunstâncias, como ambas as vacinas têm como base a proteína S (spike) do vírus, é provável que a segunda dose ajude a aumentar a resposta à primeira."

No comunicado divulgado hoje, a chefe do PHE afirmou que "podem haver ocasiões extremamente raras" em que a mesma vacina dada na primeira dose não esteja disponível para uma segunda dose. "Todos os esforços devem ser feitos para que os pacientes recebam a mesma vacina, mas onde isso não for possível, é melhor dar a segunda dose de outra vacina do que nenhuma dose."

Atualmente, duas vacinas estão autorizadas para uso emergencial no Reino Unido, a da Pfizer em parceria com a BioNTech e a da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. As duas utilizam proteínas do vírus como base, mas a primeira emprega a tecnologia do chamado RNA mensageiro (mRNA), e a segunda, a do adenovírus de chimpanzés.

Um homem que já foi considerado a pessoa mais pesada da Grã-Bretanha, com 413 kg, morreu aos 52 anos na sexta-feira (1º). A morte de Barry Austin foi confirmada pela família ao jornal The Sun neste sábado (2).

A suspeita é que Austin tenha sofrido uma parada cardíaca em sua casa em Birmingham. A causa da morte não foi divulgada.

##RECOMENDA##

Nas redes sociais, o clube de futebol Birmingham, para o qual Austin torcia, lamentou o ocorrido. "Seu amor pelos 'Blues' era inquestionável", diz a mensagem.

Austin tentava emagrecer por questões de saúde. Ele havia conseguido perder mais de 100 kg e reduzir a ingestão diária de calorias.

[@#video#@]

O Reino Unido autorizou nesta quarta-feira, 30, o uso emergencial da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. A agência regulatória britânica (MHRA) aprovou o regime de aplicação de duas doses completas, com intervalo de 1 a 3 meses. No Brasil, o pedido de uso emergencial pode ser feito na semana que vem pela Fiocruz, que tem acordo com a AstraZeneca. A vacina de Oxford é a principal aposta do governo Jair Bolsonaro para vacinar a população.

É a 2.ª vacina aprovada no Reino Unido, que já havia dado aval à Pfizer. O imunizante de Oxford era bastante esperado por ser mais barato e de mais fácil distribuição. Suas doses podem ser conservadas em freezers convencionais, sem a necessidade de guardar a -70 °C. A Argentina também liberou o uso emergencial do produto ontem.

##RECOMENDA##

Essa vacina é vista como essencial para imunização em massa em países populosos como o Brasil. A falta de transparência na divulgação dos dados dos testes clínicos e um erro de dosagem que levou a mais de um resultado de eficácia haviam motivado questionamentos dos especialistas.

A eficácia média da vacina, segundo os pesquisadores, é de 70% - abaixo do patamar de 90% de imunizantes como os da Pfizer e da Moderna, mas acima dos 50% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Já o grau de proteção no grupo de maior risco, os idosos, ainda não é conhecido. Mesmo sem esse dado, o governo britânico deve iniciar a vacinação de pessoas acima de 80 anos, trabalhadores de saúde e residentes de asilos no dia 4.

Munir Pirmohamed, diretor do setor de farmacogenômica do sistema de saúde britânico (NHS), disse ontem que o imunizante pode ter 80% de eficácia quando aplicadas duas doses completas com intervalo de três meses. Este dado não havia sido divulgado previamente. "Também analisamos o regime de meia dose (que garante 90% de eficácia, conforme a AstraZeneca), mas sentimos que os resultados não se confirmavam na análise completa."

Em uma nova abordagem, o Reino Unido disse que a prioridade será dar a 1.ª dose ao maior número de pessoas em grupos de risco, em vez de fornecer as duas doses necessárias no menor tempo possível. Isso porque dados mostram que a proteção começa a fazer efeito 15 dias após a aplicação da 1.ª dose.

No Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniu ontem com representantes da AstraZeneca no Brasil para discutir uma previsão de pedido de uso emergencial. A Fiocruz diz que pode apresentar semana que vem a documentação necessária.

"Estamos analisando todas estas situações, mas isso ainda não está definido porque depende de ter as doses de vacina para fazer sentido. Estamos muito avançados no processo de registro", disse Nísia Trindade, presidente da Fiocruz. Segundo ela, a Fiocruz deve entregar até dia 15 à Anvisa os documentos necessários para o registro definitivo - autorização diferente daquela que poderia ser pedida já na próxima semana.

Segundo a Anvisa, o prazo de avaliação é de até dez dias contados a partir da entrada do pedido formal para uso de emergência, mas pode ser menor, tendo em vista que informações apresentadas na submissão contínua para registro serão consideradas. A medida, diz a agência, é para evitar "o retrabalho". A Anvisa já certificou a fábrica da AstraZeneca, na China, que produz o insumo farmacêutico.

A Fiocruz prevê entregar as primeiras doses da vacina de Oxford a partir de 8 de fevereiro. "Com a chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo, em janeiro, podemos contar com a liberação pela Fiocruz de aproximadamente 10 milhões de doses em um processo contínuo durante o mesmo mês, chegando a uma produção acumulada de aproximadamente 30 milhões de doses no final de fevereiro, continuamente liberadas em março, em um processo dinâmico de entregas", prevê o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger.

A proposta da Fiocruz é entregar 100,4 milhões de doses da vacina até o final do 1.º semestre. O governo investiu R$ 1,9 bilhão para compra, processamento e distribuição desse montante. No 2.º semestre, a produção passará a ser 100% nacional e mais 110 milhões de doses devem ser entregues ao ministério, totalizando cerca de 210 milhões de doses.

Sem calendário fechado. O governo, porém, ainda não fechou um calendário de vacinação - México e Argentina já começaram. O ministério afirmou anteontem trabalhar com duas datas. No cenário mais otimista, começaria em 20 de janeiro. Mas também informa que o início pode ser até 10 de fevereiro. O governo paulista prometeu vacinar a partir de 25 de janeiro com a Coronavac, produzida em parceria do Instituto Butantã e o laboratório chinês Sinovac. O imunizante, porém, não teve os dados de eficácia apresentados e ainda não tem registro.

STF prorroga lei que prevê 72h para aval de imunizante

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu ontem manter em vigor trechos de uma norma que prevê prazo de 72 horas para a Anvisa autorizar o uso de vacinas já registradas por autoridades de saúde de outros países. Com a virada do ano, a lei caducaria, porque está atrelada a um decreto legislativo que fica sem efeito a partir de 2021.

A lei prevê 72 horas para que a Anvisa dê aval ao uso no País de imunizantes da covid-19 registrados pelas autoridades sanitárias dos Estados Unidos, Europa, China ou Japão. O aval automático só será dado se a agência não se manifestar no prazo. Não vale o mesmo prazo se estas vacinas tiverem só aval emergencial no exterior.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A União Europeia confirmou a expectativa e sacramentou nesta quarta-feira, 30, um acordo comercial e de cooperação com o Reino Unido. A informação foi divulgada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Além dela, o documento foi firmado pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Em sua conta no Twitter, Von der Leyen disse que o documento será também assinado mais tarde em Londres, pelo primeiro-ministro Boris Johnson.

##RECOMENDA##

"Foi um caminho longo. É hora agora de deixarmos o Brexit para trás", comentou a autoridade da UE. "Nosso futuro é feito na Europa", argumentou.

Michel, por sua vez, comentou o assunto também no Twitter: "Um novo capítulo, uma nova relação", disse.

O Reino Unido registrou nesta terça-feira (29) um novo recorde diário de casos do coronavírus, enquanto luta contra uma nova cepa, que chegou ao Chile e à Índia, enquanto vários países já iniciaram campanhas maciças de vacinação.

Todos os países lutam contra um aumento repentino de infecções, que elevou o total de casos em todo o mundo para cerca de 81 milhões e as mortes para mais de 1,78 milhão.

A agência de saúde da União Europeia (UE), ECDC, alertou nesta terça-feira que há um alto risco de que as variantes recém-descobertas da Covid-19 possam causar ainda mais mortes e aumentar a pressão sobre os cuidados de saúde devido a uma "maior transmissibilidade".

Na África do Sul, mais de 300 casos de uma nova variante foram registrados, levando o país a uma série de novas medidas nesta terça-feira. O governo proibiu a venda de álcool e tornou obrigatório o uso de máscaras em público, depois de se tornar o primeiro país africano a registrar um milhão de casos.

"Baixamos a guarda e, infelizmente, agora estamos pagando o preço", disse o presidente Cyril Ramaphosa, culpando a nova cepa e uma "extrema falta de vigilância durante o período de férias" pelo aumento das infecções.

O Chile se tornou o primeiro país latino-americano na terça-feira a detectar a nova cepa inicialmente encontrada no Reino Unido, em uma mulher que voltou ao país de Madri depois de viajar também para a Grã-Bretanha e Dubai.

As autoridades sanitárias responderam anunciando que, a partir de 31 de dezembro, todos os que chegarem ao Chile deverão passar 10 dias em quarentena.

Os Emirados Árabes Unidos também anunciaram que detectaram a nova cepa em "pessoas do exterior".

A Índia, segundo país em número de casos no mundo, também registrou infecções pela nova cepa, mas não alterou suas diretrizes quanto à pandemia. O governo britânico está sob pressão para intensificar as restrições, com 53.135 novas infecções anunciadas em 24 horas, um recorde.

A Inglaterra está "de volta ao olho" do furacão do coronavírus, disse o diretor-geral do Serviço de Saúde Pública (NHS), Simon Stevens, em um vídeo postado no Twitter.

De acordo com as autoridades de saúde, a quantidade de pacientes atualmente em hospitais ingleses equivale à do pico inicial da pandemia, em abril.

Samantha Batt-Rawden, especialista em terapia intensiva e presidente da Associação Médica, disse que as equipes médicas estão em "ponto de colapso" e "adoecem em massa com a nova variante", tuitou.

- Campanhas e preocupações sobre vacinas -

Governos em todo o mundo correm para iniciar campanhas de vacinação para tentar evitar o tipo de bloqueio prejudicial à economia estabelecido no início da pandemia há pouco menos de um ano.

Argentina e Belarus lançaram suas campanhas nesta terça-feira, ambas com doses da Sputnik V desenvolvidas pela Rússia.

A inoculação do Sputnik V é criticada por ter começado antes do início dos testes clínicos da vacina em grande escala.

Mas alguns argentinos que a receberam preveem o fim de uma epidemia que mudou inesperadamente seus hábitos de vida.

"Chegou o começo do fim! Temos fé que agora vai aliviar um pouco tudo isso", comemorou Sandra Juárez no hospital de Buenos Aires.

Nos países da UE, a imunização começou no fim de semana com as vacinas Pfizer-BioNTech e Moderna.

A BioNTech e a Pfizer confirmaram nesta terça-feira a entrega de 300 milhões de doses de sua vacina à UE. Mas as autoridades temem que as dúvidas e a rejeição às vacinas possam prejudicar seus esforços.

Uma nova pesquisa da Ipsos Global Advisor mostrou que o Brasil é o segundo país do mundo em que as pessoas se dizem mais dispostas a se vacinar (78%), superado apenas pela China (80%) e seguido do Reino Unido (77%).

Segundo a mesma pesquisa, apenas quatro em cada dez pessoas na França querem se vacinar, o que coloca o país atrás até da Rússia, onde a rejeição chega a 43%, e da África do Sul, com 53%.

A França planeja adiar o toque de recolher das 20h às 18h nas áreas mais afetadas a partir de 2 de janeiro, disse o ministro da Saúde, Olivier Veran, ao canal France 2 nesta terça-feira.

Na esperança de aumentar a confiança do público nas vacinas, a vice-presidente eleita dos EUA, Kamala Harris, recebeu a vacina da Moderna ao vivo pelas câmeras de TV.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, criticou o plano de vacinação de Donald Trump, de quem deve receber o poder em 20 de janeiro.

"O plano ... está atrasado, muito atrasado", disse Biden em um discurso no qual prometeu "mover céu, mar e terra para ir na direção certa".

O governo Trump planejou vacinar 20 milhões de americanos antes do final do mês.

No entanto, após três dias, apenas 2,1 milhões receberam a primeira dose, de acordo com dados oficiais.

Biden alertou que as próximas semanas podem ser as mais difíceis "de toda a pandemia".

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde (MHRA) do Reino Unido aprovou a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo grupo britânico AstraZeneca com a Universidade de Oxford, com a qual as autoridades esperam acelerar a campanha de vacinação que começou no início de dezembro.

"O governo aceitou hoje (quarta-feira, 30) a recomendação da MHRA de autorizar a utilização da vacina contra a covid-19 da Universidade Oxford University/AstraZeneca", anunciou um porta-voz do ministério da Saúde.

Com a decisão, o Reino Unido é o primeiro país a aprovar esta vacina, mais barata e com distribuição menos complexa.

A luz verde "acontece após rigorosos testes clínicos e uma análise profunda dos dados apresentados pelos especialistas da MHRA, que concluíram que a vacina responde às estritas normas de segurança, de qualidade e de eficácia", completou o porta-voz em um comunicado.

O Reino Unido encomendou 100 milhões de doses da vacina, mas até o fim do ano de 2021 deve receber 350 milhões de doses de diversos fármacos, de acordo com os contratos assinados com fabricantes desde a fase dos testes clínicos.

Esta é a segunda vacina aprovada pela MHRA, depois do produto da Pfizer/BioNTech, que já foi aplicada em mais de 600.000 pessoas desde 8 de dezembro.

A vacina da AstraZeneca/Oxford é muito aguardada por razões práticas: é menos onerosa que a da Pfizer/BioNTech e pode ser conservada em refrigeradores convencionais, sem a necessidade de uma preservação a -70 graus centígrados.

Reino Unido, um dos países da Europa mais afetados pela pandemia com mais de 71.000 mortos, enfrenta o aumento das infecções atribuído a uma variante do vírus, que teria, segundo um estudo britânico, uma capacidade de contágio superior em 50 a 74%.

O Reino Unido, em plena aceleração da pandemia de covid-19, atribuída a uma mutação do vírus, registrou nesta terça-feira (29) 53.135 novos casos, um recorde, segundo um balanço do governo.

Este aumento eleva o número total de contágios a 2.382.865 desde o começo da pandemia, incluindo 71.567 mortes (nesta terça foram contabilizados 414 novos óbitos).

Estas últimas cifras ocorrem enquanto o governo está sob pressão para adotar restrições mais estritas, inclusive atrasar o retorno às escolas.

Mais de 24 milhões de pessoas ou 43% da população da Inglaterra já vivem sob estritas medidas, como permanecer em casa, com bares, restaurantes e pubs fechados.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando