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O destino de Madeleine, em Pantanal, está traçado pelo autor Bruno Luperi. Nesta sexta-feira (20), a trama vai mostrar o acidente que acarretará na morte da personagem de Karine Teles. Com saudade do filho, Jove (Jesuíta Barbosa), a influenciadora digital vai convencer um piloto à levá-la ao encontro do rapaz.

Ansiosa para ver Jove, Madeleine não chegará a tempo na casa de José Leôncio (Marcos Palmeira). A aeronave irá enfrentar uma tempestade, fazendo com que a filha de Mariana (Selma Egrei) não resista ao acidente. A cena da trama segue à risca o mesmo capítulo de sua versão original, exibida na extinta Rede Manchete.

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Na novela de 1990, a personagem que era defendida por Ítala Nandi acabou morrendo na queda trágica do avião. Benedito Ruy Barbosa escreveu o rumo do acidente porque a atriz iria deixar a produção. Pensando nisso, Bruno Luperi, neto de Benedito, decidiu não mudar a história do remake. Pantanal vai ao ar logo após o Jornal Nacional.

Sucesso na Globo desde o final de março, a novela Pantanal promete ainda muitas emoções. Quem acompanha o folhetim das 21h sabe que a personagem Madeleine gera repercussão desde a sua primeira fase, quando era interpretada pela atriz Bruna Linzmeyer. Vivida atualmente por Karine Teles, a mãe de Jove (Jesuíta Barbosa) terá um destino trágico.

De acordo com Patrícia Kogut, colunista do jornal O Globo, Madeleine vai morrer em um acidente de avião. Chegou a ser especulado que a influenciadora digital seria resgatada pelo Velho do Rio (Osmar Prado), mudando assim o que realmente aconteceu na versão original da obra.

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Quando foi exibida na extinta Rede Manchete, em 1990, Pantanal mostrou a morte de Madeleine, que na época foi defendida por Ítala Nandi. Benedito Ruy Barbosa escreveu o acidente da personagem porque Ítala iria deixar a produção. Para seguir os mesmos passos do avô, Bruno Luperi, autor responsável pelo remake, decidiu não mudar a história e vai fazer com que Madeleine não resista ao impacto da aeronave. A previsão é que a cena da morte vá ao ar no capítulo 80.

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) rejeitou nesta quinta-feira (24) o pedido de liberdade do principal suspeito do desaparecimento em 2007 da menina britânica Madeleine McCann, que está detido na Alemanha pelo estupro de uma mulher em 2005.

Na decisão, consultada pela AFP, o tribunal considera que o processo em curso por estes fatos é legal já que a Itália, que entregou o suspeito, o alemão Christian B., a seu país de origem com base em uma ordem de prisão europeia, autorizou que o acusado fosse investigado por este caso de estupro.

Christian B. foi condenado em dezembro de 2019 a sete anos de prisão pelo tribunal de Brunswick, depois que foi considerado culpado pelo estupro de uma americana de 72 anos em 2005 em Portugal, na mesma localidade, Praia da Luz, onde a pequena Maddie desapareceu em maio de 2007.

Mas o acusado questiona a validade da ordem de prisão europeia pela qual foi detido na Itália em 2008 e apelou ao Tribunal Federal de Justiça da Alemanha, que por sua vez enviou o caso ao TJUE, que tem sede em Luxemburgo.

A ordem de detenção se referia inicialmente a um caso de narcotráfico pelo qual Christian B. cumpre atualmente uma pena de prisão.

Mas de acordo com o tribunal, as autoridades italianas, que o prenderam e enviaram para a Alemanha, também concordaram em que ele fosse julgado por este caso de estupro.

O acusado solicitou uma libertação antes da data prevista, em 7 de janeiro de 2021, e poderia ter sido liberado se o TJUE anulasse a condenação pelo estupro em Portugal.

Mas a decisão desta quinta-feira significa que quando o alemão terminar de cumprir a condenação por narcotráfico, ele terá que começar a cumprir a pena por estupro.

Desde o início da manhã desta terça-feira (28), a polícia alemã realiza buscas em um canteiro perto de Hanover, ligadas ao misterioso desaparecimento da britânica Maddie McCann em 2007 em Portugal.

O caso voltou à tona no início de junho com a identificação de um novo suspeito, Christian B., de 43 anos, um pedófilo alemão já condenado por estupro em Portugal e atualmente em detenção.

"Essas buscas estão ligadas à nossa investigação do caso Maddie McCann", disse à AFP Julia Meyer, porta-voz da Promotoria de Brunswick, sem dar mais detalhes.

Vários veículos da polícia foram enviados para o local da busca, um lote localizado na periferia oeste da cidade.

Os investigadores usam cães farejadores, pás e uma escavadeira, de acordo com o jornal local "Hannoversche Allgemeine", que afirmou que o suspeito morou em Hanover, no norte da Alemanha.

Esses canteiros são muito populares na Alemanha, geralmente permitindo que os moradores da cidade se beneficiem de um pequeno espaço onde cultivam frutas e legumes, fazem churrascos com amigos e descansam nos fins de semana.

Esta nova busca pode confirmar a tese dos investigadores alemães. Recentemente, eles foram os primeiros a afirmar que Madeleine McCann, que desapareceu há 13 anos, estaria morta.

Em meados de junho, a Promotoria de Brunswick explicou que tinha "provas, ou fatos, concretos" que apoiavam a morte da menina, mas nenhuma "evidência forense", como, por exemplo, os restos do corpo.

Christian B. está atualmente detido em Kiel, no norte da Alemanha, por outro caso.

Na época do crime, morava a poucos quilômetros do hotel, no balneário português da Praia da Luz, onde a criança sumiu. Já em detenção, teve de ser colocado em confinamento solitário para impedir que fosse atacado por outros detentos.

Ele é suspeito do assassinato da menina, que estava de férias com os pais e os irmãos em Portugal.

Segundo seu advogado, citado na mídia, o homem nega qualquer envolvimento no desaparecimento de Maddie.

Segundo a imprensa alemã, os investigadores encontram no veículo do suspeito roupas de banho infantis. Também estaria em posse de milhares de imagens pedófilas. Em algumas, ele aparece em cena.

O suspeito apresentou um pedido de liberdade, que não terá êxito, de acordo com a Promotoria. Ele é alvo de um pedido de extradição para Portugal pelo estupro de uma mulher de 72 anos.

O caso também provocou polêmica, em particular em torno dos erros da polícia alemã, que teria informado Christian B. já em 2013 que suspeitava dele. Isso pode ter-lhe dado tempo suficiente para destruir qualquer prova do crime.

Os investigadores alemães também estudam um possível paralelo com outro caso de desaparecimento, o da pequena Inga, em 2015, em uma floresta na região alemã da Saxônia-Anhalt.

Vários outros assassinatos não resolvidos de crianças e adolescentes na Europa, principalmente na Bélgica e na Holanda, também estão sendo verificados para determinar se o suspeito pode estar envolvido.

O cidadão alemão que se tornou suspeito do desaparecimento da britânica Madeleine McCann teria entrado no radar dos investigadores em 2017, após ter se gabado com um amigo de que sabia o que havia acontecido com a menina.

Christian Bruckner, 43 anos, cumpre pena na Alemanha pelo estupro de uma idosa americana e também já tem condenações por abusos sexuais contra menores e tráfico de drogas. Segundo a imprensa britânica, em 2017, ao assistir em um bar a uma reportagem sobre os 10 anos de desaparecimento de Maddie, teria dito a um amigo que sabia o que acontecera com ela.

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Na ocasião, ele também teria mostrado ao mesmo homem um vídeo do estupro da americana de 72 anos, crime ocorrido em Portugal, em 2005, e pelo qual Bruckner cumpre pena em uma penitenciária alemã, após ter sido capturado pela polícia italiana em Milão, em 2018.

O Ministério Público também investiga a suposta ligação do suspeito com o desaparecimento de outra menina, em 2015, na Alemanha. Maddie desapareceu durante uma viagem à Praia da Luz, em Portugal, 10 dias antes de completar quatro anos de vida.

Naquela fatídica noite, os pais da menina, Kate e Gerry, saíram para jantar com amigos em um restaurante no hotel e deixaram Madeleine no quarto com os irmãos gêmeos, Sean e Amelie, então com dois anos. Quando voltaram, ela tinha sumido.

Os McCann sempre suspeitaram de um rapto, e as primeiras investigações tinham como suspeito um cidadão britânico-português que morava perto do hotel. Depois, a Polícia Judiciária desconfiou que os próprios pais tivessem ocultado o corpo da menina após ela ter morrido acidentalmente, hipótese já descartada.

Já se sabe que Bruckner vivia na Praia da Luz na época do desaparecimento, mas o paradeiro de Maddie continua sendo um mistério, apesar da onda de comoção que tomou conta do mundo.

Foto: HANDOUT/METROPOLITAN POLICE/AFP

Da Ansa

Após anunciar a prisão de um homem de 43 anos por um possível envolvimento no desaparecimento de Madeleine McCain, a menina britânica de 3 anos que sumiu em 2007 durante as férias da família em Portugal, o investigador Christian Hoppe informou que acredita que a criança "deve estar morta".

Em diversas entrevistas publicadas pela mídia da Alemanha e do Reino Unido, como as emissoras "ZDF" e "BBC", o representante do Departamento Federal da Polícia Criminal alemã informou que nenhuma linha de investigação está excluída.

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"Não podemos excluir a possibilidade de que ela esteja morta. Mas, também é possível que o suspeito, após tentar um roubo, tenha cometido um crime sexual", disse à "ZDF". O procurador federal informou ainda que estão sendo verificados possíveis cúmplices, que poderão fornecer informações sobre "onde está o corpo de Maddie ou que até tenham participado do crime".

O homem, que não teve o nome revelado, está sob custódia e, segundo Hoppe, ele responde por diversos crimes, incluindo abusos sexuais contra menores. Agora, além dos alemães, o suspeito é investigado pelas polícias do Reino Unido e de Portugal.

O alemão de 43 anos já era um dos suspeitos do caso em 2013, mas ele não foi preso à época porque as provas eram insuficientes. Ele viveu no Algarve, em Portugal, entre os anos de 1995 e 2007 e tem acusações de roubo em hotéis e casas de férias da região.

Maddie desapareceu pouco antes de seu aniversário, em 3 de maio de 2007, enquanto dormia com os irmãos em um resort na Praia da Luz, em Portugal. No momento do rapto, os pais estavam jantando em um restaurante do próprio hotel. Desde então, a busca internacional pela menina é realizada, mas não há nenhuma informação que se confirmou verdadeira sobre o que aconteceu com ela.

- Pais afirmam que prisão é importante: Os últimos desenvolvimentos do caso McCann são "potencialmente muitos significativos", disse a advogada de Kate e Gerry McCann, Clarence Mitchell para a "BBC".

Segundo a entrevista de Mitchell, em 13 anos "nunca houve uma ocasião na qual a polícia foi tão precisa sobre uma pessoa específica".

"De todas as milhares de pistas e suspeitos em potencial que foram monitorados no passado, nunca houve algo tão claro que não apenas uma, mas três forças policiais, estivessem de acordo", disse ainda.

Foto: HANDOUT/METROPOLITAN POLICE/AFP

Da Ansa

A polícia alemã anunciou nesta quarta-feira (3) que investiga um novo suspeito no desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em Portugal, em 2007. Trata-se de um caso que chocou a opinião pública europeia.

"Em conexão com o desaparecimento da menina britânica de 3 anos Madeleine Beth McCann, a promotora de Brunswick está investigando um cidadão alemão de 43 anos suspeito de assassinato", informou a polícia federal em comunicado.

O suspeito é um criminoso sexual que já foi condenado em várias casos, em particular por ter abusado sexualmente de menores. Atualmente, ele cumpre uma longa sentença "por outro assunto", disse a polícia.

Ao longo de 13 anos, o caso da pequena Madeleine deu muitas voltas e causou grande decepção. Centenas de pessoas foram interrogadas, tanto pela polícia portuguesa quanto pela Scotland Yard.

Em 2007, Madeleine McCann desapareceu do seu quarto no dia 3 de maio, alguns dias após o seu aniversário, em um prédio na costa da Praia da Luz, no sul de Portugal, onde passava férias com a família. Os próprios pais da menina, Gerry e Kate McCann, foram presos e, posteriormente, libertados, durante uma complexa investigação, que terminou com a demissão do inspetor-chefe português encarregado do caso.

Depois de encerrado, em 2008, a polícia portuguesa reabriu o caso cinco anos depois, sem sucesso.

Investigadores alemães descobriram que o suspeito morou no Algarve entre 1995 e 2007 e que, além de trabalhar na região, havia cometido vários crimes, como roubos a hotéis e apartamentos.

Autoridades britânicas e portuguesas iniciaram nesta segunda-feira uma operação de rastreamento perto do local onde há sete anos a pequena Madeleine McCann desapareceu quando estava de férias com a família no sul de Portugal, indicou a imprensa local.

Durante a manhã, a polícia portuguesa e os inspetores da Scotland Yard delimitaram um perímetro de segurança ao redor das zonas que pretendiam começar a rastrear, segundo a agência de notícias Lusa.

Está previsto que a operação dure entre cinco e sete dias e os investigadores britânicos farão buscas com cachorros em três terrenos diferentes, segundo outros meios de comunicação portugueses.

A Scotland Yard confirmou no início de maio que havia obtido autorização para investigar nos arredores do complexo hoteleiro da Praia da luz, um pequeno balneário na região do Algarve.

Madeleine McCann, que na época tinha quatro anos, desapareceu de seu quarto no dia 3 de maio de 2007 enquanto seus pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.

A polícia portuguesa arquivou o caso em 2008 após 14 meses de uma controversa investigação, marcada pela detenção dos pais da menina, que posteriormente foram colocados em liberdade sem acusações.

Autoridades portuguesas aceitaram colaborar com a polícia britânica, que reabriu o caso de desaparecimento da menina Madeleine McCann em Portugal, em 2007, anunciou nesta quinta-feira o Ministério Público.

"Confirmamos ter recebido uma solicitação de ajuda judiciária da parte das autoridades britânicas, que foi aceita", indicou um porta-voz do MP à AFP.

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"As autoridades britânicas não podem, contudo, agir sozinhas em território nacional. Elas podem apenas assistir as autoridades portuguesas na execução de sua demanda", acrescentou o porta-voz.

A Scotland Yard, que reabriu a investigação no Reino Unido, anunciou que tem trabalhado em novas pistas e com 38 pessoas, após analisar por dois anos os resultados das investigações portuguesas a pedido do primeiro-ministro britânico David Cameron.

Essas pessoas não são necessariamente todas suspeitas, indicou a Scotland Yard. Entre elas, figuram portugueses e doze britânicos que estariam em Portugal no momento em que Madeleine desapareceu.

Madeleine, apelidada de Maddie pela imprensa britânica, desapareceu em maio de 2007 de um hotel de Praia da Luz (sul de Portugal), onde a família McCann passava suas férias com amigos.

Os pais, convencidos de que ela foi sequestrada, chegaram a ser suspeitos pela polícia portuguesa, antes que a investigação fosse arquivada em 21 de julho de 2008, após 14 meses de investigações controversas.

Desde 2011, a Scotland Yard mobilizou 37 agentes para investigar o caso.

A polícia disse que os testes de DNA confirmaram que um garota encontrada na Nova Zelândia não é a garota britânica Madeleine McCann, desaparecida desde 2007 durante uma viagem de família a Portugal.

Pessoas identificaram incorretamente duas vezes a menina vista na Nova Zelândia como Madeleine. A primeira aparição ocorreu em março passado e a segunda, na véspera do Ano Novo.

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Madeleine tinha 3 anos de idade, quando desapareceu há quase seis anos durante férias com a família em Portugal. Seu desaparecimento chamou a atenção, assim como suas falsas aparições ao redor do globo. A polícia portuguesa encerrou o caso em 2008, depôs de não conseguir descobrir o que aconteceu com ela.

A polícia da Nova Zelândia disse em um comunicado que enviou amostras de DNA à Scotland Yard após um pedido da polícia britânica que ainda investiga o desaparecimento da Madeleine. A polícia da Nova Zelândia disse que a família da garota, que não teve o nome identificado, pediu privacidade. As informações são da Associated Press.

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