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Após as fortes chuvas que chegaram à região de Águas Claras, no Distrito Federal, pelo menos cinco linhas do metrô precisaram interromper o serviço no último domingo (16). A ocorrência foi registrada após dois vagões passarem sobre fios de alta tensão e derrubarem os postes ao redor dos trilhos entre as linhas de Águas Claras e Taguatinga Sul. Na ocasião, 85 passageiros ficaram presos nos trens por cerca de 40 minutos e precisaram ser resgatados. 

O resgate foi feito pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A Neoenergia, companhia elétrica responsável pelo serviço de distribuição da rede, realizou a "desenergização" dos trilhos, para possibilitar a retirada de passageiros. Após o desligamento, os passageiros foram acompanhados por bombeiros, a pé, até a estação mais próxima. Apesar do susto, ninguém se feriu. 

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Cinco estações do metrô tiveram a circulação interrompida, sendo elas Águas Claras, Taguatinga Sul, Furnas, Samambaia Sul e Terminal Samambaia. Após inspeção e manutenção realizadas pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), nesta segunda-feira (17), a operação foi normalizada. 

A Neoenergia confirmou a instabilidade da rede elétrica de Águas Claras. Segundo nota da companhia, o problema ocorreu após as fortes chuvas e ventos. A empresa acrescentou que será necessário reconstruir parte da rede elétrica que abastece a região administrativa. 

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Uma adolescente de 13 anos é suspeita de matar um homem de 52 anos a chutes e tijoladas. A polícia afirma que há a hipótese de o crime ter acontecido depois que a garota reagiu a uma tentativa de estupro. A menor contou em depoimento à polícia que o homem assoviou, mostrou o pênis, correu atrás dela e tentou agredi-la. O caso aconteceu na noite desta última terça-feira (28), em Águas Claras, Minas Gerais.

A outra linha de raciocínio da polícia é de que a adolescente tenha matado o homem para facilitar o roubo de um veículo da oficina mecânica onde ele trabalhava.  A menor foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente 2 (DCA 2). 

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O delegado Juvenal de Oliveira Campos Júnior, chefe da DCA 2, informou ao Correio Braziliense que a garota acrescentou em depoimento que teria recebido uma oferta de carona do homem, mas ele teria pedido para "mexer nela" em troca do favor. "Ela deu uma gravata (golpe) e a vítima desmaiou por estar sob efeito de álcool. Em seguida, disse que começou a agredi-lo com chutes na cabeça e uma tijolada", explica Juvenal. 

A irmã da adolescente contesta a versão e diz que chegou à cena do crime no momento em que a vítima estava sendo agredida. A irmã aponta ainda que a menor é usuária de drogas e estaria sob efeito de Rohypnol quando o homem se recusou a oferecer a carona. O delegado caracterizou o caso como delicado e, como a vítima veio a óbito, a investigação será embasada nos depoimentos colhidos e em imagens de segurança da região.

O fogo tomou conta do Parque Ecológico de Águas Claras, região administrativa de Brasília, localizada a 22 quilômetros do Palácio do Planalto. O parque, muito utilizado pelos moradores da região, está com sua vegetação completamente seca, o que acelerou a propagação do fogo iniciado por volta das 11 horas da manhã.

O fogo assustou moradores de prédios vizinhos ao parque, que registraram imagens de grandes labaredas que avançaram ao lado da calçada.

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Na quinta-feira, 12, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil do Distrito Federal voltou a declarar estado de emergência no Distrito Federal, após dois dias consecutivos com registro de umidade relativa do ar abaixo de 12%.

"A medida foi tomada na última semana, mas após três dias com umidade acima de 20%, nesta segunda-feira (9/9) voltamos ao estado de alerta", explicou o subsecretário do Sistema de Defesa Civil, coronel Sérgio Bezerra.

As principais recomendações do órgão são evitar a prática de atividades ao ar livre no período de 10 horas às 17 horas, aumentar a ingestão de líquidos, evitar banhos prolongados com água quente e muito sabonete, evitar o uso excessivo de ar-condicionado e usar protetor solar.

Além do estado de emergência, a Defesa Civil classifica os níveis de umidade em mais dois tipos: o estado de atenção, quando a umidade fica entre 30% e 20% por cinco dias e o de alerta, quando a umidade ficar abaixo de 20% por três dias consecutivos.

Depois de cinco dias de busca, a Polícia Ambiental do Distrito Federal conseguiu capturar a cobra desaparecida em um prédio residencial do bairro de Águas Claras, em Brasília. A serpente - uma jiboia arco-íris - foi pega no térreo de um prédio na noite dessa segunda-feira (15) depois de ser encurralada pelo morador que viu o animal e acionou os agentes.

Segundo o comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, major José Gabriel de Souza Júnior, os moradores tinham sido alertados que, com a chegada das chuvas, a serpente procuraria um local quente e seco.

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“Ela estava se deslocando para o estacionamento, provavelmente buscando o calor de algum motor”, explicou.

As equipes foram acionadas na última quinta-feira (11), quando a cobra apareceu no quarto de um adolescente de 16 anos enquanto ele estudava, no 23º andar do prédio. A jiboia era criada por um morador do 28º andar do prédio. Ele não tinha autorização legal para manter um animal em ambiente doméstico.

“Treinamos o pessoal da portaria, deixamos o material de contenção. No domingo, um lustre mexeu bastante no segundo andar, mas investigamos sem alarmar as pessoas e, ontem, por volta das 21h, ela apareceu no térreo e um morador avisou o batalhão que fica muito próximo ao prédio”, contou.

A serpente vai ser levada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama e vai passar por um processo de readaptação ao meio ambiente já que foi criada em cativeiro. Se conseguir se adaptar, será devolvida à natureza. Caso contrário, será enviada para o Zoológico de Brasília.

Foragido da Operação Águas Claras, o secretário-geral de natação e executivo da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Ricardo de Moura, se entregou na noite desta sexta-feira, no Rio. Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

As investigações apuram o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à CBDA, que não teriam sido devidamente aplicados nos esportes aquáticos. O presidente Coaracy Nunes e outros dois dirigentes da entidade, Ricardo Cabral (coordenadoria técnica de polo aquático) e Sergio Ribeiro Lins de Alvarenga (diretor financeiro), estão custodiados na Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu - mesmo presídio onde está o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, capturado na Operação Lava Jato.

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Entre as fraudes investigadas pela Águas Claras, estão licitações para aquisição de equipamentos de natação no valor aproximado de R$ 1,5 milhão. Há indícios de que a empresa vencedora seja apenas de fachada, pois em seu endereço na capital paulista funciona uma Pet Shop.

Também é alvo da Águas Claras a contratação, com suspeitas de irregularidade, de agência de turismo que venderia passagens aéreas e hospedagens para os atletas com preços superfaturados. Essas contratações irregulares eram realizadas com verbas federais obtidas por meio de convênios com o Ministério do Esporte.

A operação apura ainda a suposta apropriação por parte dos dirigentes da CBDA de premiação de US$ 50 mil que deveriam ter sido repassados a atletas. Além disso, estima-se que cerca de R$ 5 milhões, provenientes do Ministério do Esporte, deixaram de ser aplicados no polo aquático. Embora a CBDA tenha recebido esta verba federal para aplicação nos torneios nacionais e internacionais, seus dirigentes não autorizaram a ida da seleção júnior de polo aquático, campeã sul-americana e pan-americana, para o Mundial do Casaquistão, sob o argumento da falta de recursos financeiros.

Na esfera cível, o Ministério Público Federal já levou à Justiça duas ações de improbidade administrativa contra o presidente da confederação, Coaracy Gentil Monteiro Nunes Filho, outros dirigentes e empresários pelas fraudes em licitações para a aquisição de itens esportivos.

A Operação Águas Claras está sendo conduzida pela Polícia Federal e pelos procuradores da República do Núcleo de Combate à Corrupção em São Paulo Thaméa Danelon, José Roberto Pimenta Oliveira e Anamara Osório Silva, com a participação da Controladoria-Geral da União.

SALVADOR - Moradores realizam uma manifestação nesta quatra (6) na BR-324, no bairro de Águas Claras, em Salvador (BA), por causa da morte de um jovem de 27 anos. Os manifestantes queimam pneus e interditam a rodovia no sentido Salvador/Feira de Santana. O jovem, Juarez Trindade de Olveira, foi assassinado em uma oficina do bairro enquanto trocava o equipamento sonoro do carro.

Além do protesto, um acidente envolvendo uma carreta e uma moto dificultam o trânsito no local. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não soube dimensionar a extensão do engarrafamento. Os moradores seguram cartazes e faixas pedindo mais segurança no bairro.

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