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Um misto de “surpresa, alegria e emoção”. Assim definiu a delegada Gleide Ângelo (PSB) o resultado das eleições que rendeu a ela o título de candidata a deputada estadual mais votada da história de Pernambuco. A pessebista, conhecida por solucionar investigações de grande repercussão - principalmente os que dizem respeito à violência contra a mulher - já chega na Assembleia Legislativa (Alepe) com o apoio de 412.636 pernambucanos, quase três vezes mais que o segundo lugar, Pastor Cleiton Collins (PP), que recebeu 106.394 votos.

“É um conjunto de emoções, mas o que deixa mais feliz é o reconhecimento das pessoas ao trabalho que a gente faz, um trabalho com dedicação. A gente sabe que trabalho de polícia não é fácil, somos muito julgados. A polícia trabalha muito e quando você vai ver o reconhecimento é sinal de que estamos no caminho certo”, comemorou a delegada.

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Como candidata, Gleide pregou que a violência contra mulher deve ser combatida por meio do Legislativo com leis e políticas públicas que protejam o gênero. Indagada sobre o que os seus eleitores podem esperar do mandato, ela reiterou o compromisso.

“Esperar tudo o que eu propus fazer durante a campanha: levantar a bandeira da segurança pública, com o enfrentamento a violência contra a mulher trabalhando a prevenção que a mulher não seja vítima de violência e não morra vítima de feminicídio”, salientou.

Além de Gleide Ângelo, outras nove mulheres foram eleitas deputadas estaduais ampliando a bancada feminina da Alepe de seis para dez representantes. Também compõem a lista as deputadas reeleitas Simone Santana (PSB) - 56.583 votos; Priscila Krause (DEM) - 46.123; Teresa Leitão (PT) - 31.530; e Roberta Arraes (PP) - 28.649. E entre as novidades estão Clarissa Tércio (PSC) - que recebeu 50.789 votos; Alessandra Vieira (PSDB) - 45.115; Fabíola Cabral (PP) - 41.857; Dulcicleide Amorim (PT) - 22.359; e Juntas (PSOL) 39.175. Esta última com uma singularidade, é o primeiro mandato coletivo composto por 5 codeputadas.

A forma inusitada que Bruna Barbieri (PT), candidata a deputada estadual do Espírito Santo, encontrou para pedir votos e conquistar o eleitorado tem chamado a atenção nas redes sociais. A petista tem veiculado fotos apenas de calcinha e até nua, em sua página oficial do Facebook, para anunciar aos que a seguem que disputará o pleito.

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"Quem me conhece sabe o quanto sou espontânea e sincera. Trabalhei isso minha vida toda para isso não magoar ninguém. Agora que resolvi disputar uma eleição não dá para mudar algumas particularidades e especificidades... Então, militante, atriz e professora, sempre tiro, porrada e bomba a seu dispor", descreve em uma publicações. Em outra imagem, onde ela mostra as nádegas, dispara no final: "eu tenho uma bunda pensante".

O método de fazer campanha tem atraído críticas de outros candidatos, mas a reportagens de veículos locais Bruna garante que sua campanha não é feita apenas de sensualidade. “Tenho inúmeras propostas e também as posto”, disse. “Não sou só sensualidade, mas utilizo todos os meus recursos. Minha campanha não tem dinheiro e por isso é polêmica”, complementou.

Para a candidata, a repercussão do seu modo de campanha tem sido mais positiva do que negativa. Apesar da afirmativa sobre as propostas, não encontramos nenhuma divulgada nas redes sociais dela.

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Depois de descartar a vaga de vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência da República, a advogada Janaína Paschoal (PSL) anunciou que será candidata a deputada estadual em São Paulo. A confirmação foi feita através de uma publicação no Twitter. O prazo para o pedido de registro de candidatura, de acordo com a legislação eleitoral, termina nesta quarta-feira (15). 

"Amados, quero contar para vocês que eu me candidatei à Deputada Estadual. Após o dia 16, falarei mais detidamente sobre esta decisão e planos", declarou. Nesta quinta (16), inicia a campanha eleitoral em todo o país. 

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Janaína optou por não ser candidata à vice de Bolsonaro sob a justificativa de questões familiares e uma eventual mudança para Brasília. "Peço desculpas ao Brasil e prometo, esteja onde estiver, com ou sem cargo, continuar lutando por um país livre”, disse no último dia 4, quando descartou o convite do presidenciável. 

Janaína é advogada e ficou conhecida em todo o país por ter sido autora do pedido que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. 

Morreu, na manhã desta quarta-feira (22), a ex-deputada estadual Isabel Cristina (PT). Aos 62 anos, a petista teve duas paradas cardíacas e veio a óbito por volta das 7h20. Ela estava internada Hospital Neurocárdio, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, e seguia em coma induzido devido a complicações em cirurgias feitas nas últimas semanas. 

Segundo a presidente do PT de Petrolina e vereadora Cristina Costa, o velório deve acontecer na manhã desta quinta (23) na sede da Câmara de Vereadores. No último sábado (18), Costa foi à imprensa desmentir boatos de que a ex-deputada havia falecido por morte cerebral. Isabel Cristina fazia tratamento de um câncer há nove anos.

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Isabel Cristina cumpriu o mandato de deputada estadual por duas vezes, de 2007 a 2010 e de 2011 a 2014, os dois como suplente. Em 2014, na disputa eleitoral, ela foi candidata como 1ª suplente do então postulante ao Senado Federal, João Paulo (PT). Isabel também foi vereadora de Petrolina por dois mandatos (1993 a 2000), vice-prefeita de Petrolina de 2001 a 2003, Superintendência da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco – CODEVASF de 2003 a 2006. Além disso, ela foi uma das fundadoras do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepe) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Pernambuco. 

O suspense sobre o rumo a ser seguido pela deputada Priscila Krause (DEM) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) permanece entre os bastidores. Mas a deputada terá que decidir, em breve, se ocupa a bancada de oposição ou vai apoiar a base governista. Sua postura de independência não poderá seguir por muito tempo, pois o regimento interno do legislativo estadual não permite que ela participe de um grupo de forma isolada. 

“Estou analisando o regimento, mas tenho um passado político e vou brigar lá dentro por isso. Não vou comprometer a minha credibilidade e reputação por um rótulo pré-colocado. Os posicionamentos políticos são maiores do que isso”, afirmou a parlamentar.

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Priscila Krause integrou a bancada de oposição na Câmara de vereadores do Recife. No entanto, durante a campanha política, o partido Democratas foi aliado ao governo, apoiando a candidatura de Paulo Câmara para o Executivo. Mesmo com a decisão da legenda, a vereadora decidiu se manter neutra, adotando posicionamento de independência, inclusive sem participação no guia eleitoral. 

Tal postura adotada pela parlamentar durante o período eleitoral e a oposição que ela fez ao governo na Câmara despertou interesse da nova bancada de oposição da Alepe, que está confiante quanto à incorporação da deputada ao grupo. “Não temos dúvida que ela vai cumprir o seu papel de oposição. Ela já dá claros sinais que marchará com a oposição”, ressaltou Silvio Costa Filho.

 

Na segunda-feira (26), a deputada estadual Laura Gomes (PSB), lançará o “Projeto Conexão Direta” em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O encontro será realizado no Maysa Plaza Hotel, às 8h30. A ação tem como proposta aproximar o mandato da população, depois de três anos afastada do mandato para cumprir a função de secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco.

Neste primeiro encontro haverá um seminário sobre “Efetivação dos Direitos das Pessoas com Deficiência”, o representante da Fraternidade Cristã da Pessoa com Deficiência de Pernambuco, Paulo Fernando. Também está na programação uma rodada de diálogo, na qual a população poderá expor opiniões e compartilhar ideias.


Serviço:

Projeto Conexão Direta – Gabinete Itinerante da deputada estadual Laura Gomes (PSB);

Data: Segunda-feira (26)

Local: Maysa Plaza Hotel (Rua Teófilo Dias, 93 – Maurício de Nassau, Caruaru/PE)

Horário: A partir das 8h30



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Após o cumprimento da sua licença maternidade, a vereadora Aline Mariano (PSDB) retorna, nesta segunda-feira (21), para a Câmara Municipal do Recife. Com sua volta, deixa a Casa José Mariano o suplente Wanderson Florêncio (PSDB), que ocupou o cargo durante o período. Aline também reassume a liderança da oposição, que vinha sendo ocupada pelo vereador Raul Jungmann (PPS); e a presidência da Comissão de Direitos Humanos, que esteve com a vereadora Michele Collins (PP).

A tucana contou que mesmo estando de licença acompanhou o andamento das atividades no Recife e continuou a fiscalizar e monitorar a gestão de Geraldo Julio (PSB). “Volto com um calendário definido de visitas e atividades”, garantiu. Entre as ações empreendidas pela equipe durante a licença de Aline está a fiscalização dos Conselhos Tutelares da cidade. “Recebemos denúncias muito graves sobre a situação dos conselhos e estamos averiguando. Nossa intenção é ampliar essa fiscalização a toda a rede de assistência social”, explicou a tucana.

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Os mercados públicos, que já foram tema de uma audiência da vereadora, também receberão atenção especial. A tucana quer intensificar a implantação de ações definidas durante o encontro. “Ficou acertado com os participantes que uma comissão de vereadores seria formada para representar o legislativo no grupo de trabalho que acompanhará as ações referentes aos mercados. Quero assegurar que esta comissão será nomeada na próxima semana”, disse Mariano. Também participarão do grupo de trabalho representantes da PCR, do Ministério Público e dos permissionários.

Como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa de José Mariano, que também trata de questões ligadas à criança e ao adolescente, a vereadora pretende realizar uma agenda de visitas às creches municipais. “Durante uma audiência pública de minha autoria para debater a situação das Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADI’s) do Recife, recebemos um apelo dos profissionais da área para mapear a situação das creches e pleitear melhorias, em parceria com a Comissão de Educação da Casa”, explicou a parlamentar. “E já estamos cumprindo com nosso compromisso. Ao final das visitas, será gerado um relatório que permitirá ter uma visão mais detalhada da situação atual das unidades”, completou.

No retorno à liderança de oposição, a tucana planeja apresentar um balanço dos dez primeiros meses de gestão socialista. “A avaliação será apresentada na próxima semana e faz parte de um monitoramento constante que temos realizado”, explicou a líder.

A tucana, provavelmente, deve desocupar novamente a sua cadeira na Casa José Marino  no próximo ano para pleitear o cargo de deputada estadual. Facilitando assim o retorno do vereador Wanderson Florêncio à Câmara.  Além da candidatura de Aline Mariano o PSDB espera lançar outras 34, entre elas a do ex-BBB Daniel Rolim (PSDB).  

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A deputada estadual Raquel Lyra (PSB) vai receber, nesta quinta-feira (9), 19h, o Título de cidadã de Caruaru da Câmara de Vereadores do município. A iniciativa foi do Parlamento Jovem, aprovado pela Comissão de Políticas Públicas para a Juventude do Legislativo municipal e por unanimidade pelo plenário da Casa.

"Fico muito feliz em receber essa homenagem da Câmara de Vereadores de Caruaru, município que faz parte da minha história e ao qual dedico minha atuação política. A cidade me deu uma grande votação e a honra de ser sua representante na Assembleia Legislativa de Pernambuco", comentou a socialista.

Raquel Lyra é formada em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com pós-graduação em direito econômico e de empresas. Iniciou a vida profissional como advogada concursada do Banco do Nordeste. Em 2002, aprovada em concurso público, assumiu o cargo de delegada da Polícia Federal, onde permaneceu até 2005.

Nesse mesmo ano, prestou concurso e foi aprovada para a Procuradoria Geral do Estado. Também como procuradora, foi responsável, de 2007 até 2010, pela chefia da Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo ao governador Eduardo Campos (PSB).

Em sua primeira disputa eleitoral, Raquel foi eleita deputada estadual em 2010, sendo a mulher mais votada do Estado para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em janeiro de 2011, foi convocada pelo governador Eduardo Campos para assumir a Secretaria Estadual da Criança e da Juventude.

Durante dois anos, a socialista estruturou a pasta, inédita no Estado, com políticas públicas voltadas para o segmento. Em 2013, retornou para a Alepe para cumprir seu mandato. Atualmente, é presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, uma das mais importantes do Legislativo estadual.

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A deputada Terezinha Nunes (PSDB) cobrou explicações sobre o elevado número de contratados temporários existentes na administração pública estadual. Em apenas quatro anos (2008-2011), o governo ampliou em 100% o quantitativo de contratados temporários. Já o aumento no número de servidores efetivos foi praticamente nulo, apresentando um incremento de apenas 1%.

“Num momento em que a crítica à contratação temporária e o clamor pela realização de concursos públicos são grandes no Brasil, o Governo de Pernambuco vai na contramão dessa tendência”, destacou Terezinha no plenário da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (6). “Se tem recurso, tem que fazer concursos públicos.”

De acordo com dados da última auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), existiam 13.839 contratados temporários na administração pública estadual em 2008. No final de 2011, foi constatado o dobro desse quantitativo: 27.687. O número impressiona, já que apenas 994 novos servidores efetivos foram contratados de 2008 a 2011. Os temporários já correspondem a 20% dos funcionários do governo.

A deputada também afirmou que a grande quantidade de contratados temporários não é um fato isolado de uma ou outra secretaria, está presente na administração pública estadual como um todo, inclusive em áreas estratégicas da gestão. Terezinha Nunes, de 2008 a 2011, o quantitativo de temporários na Secretaria Estadual de Educação dobrou.

“Na saúde, a situação se repete. Em quatro anos, o número de contratados temporários cresceu 172,33%. Outro exemplo é a Secretaria de Administração, que tem quase metade (46,8%) do seu quadro de pessoal composto por temporários”, comentou.

Outra situação que chama atenção é o fato de seis secretarias estaduais terem seus quadros de funcionários compostos apenas por contratados temporários, não há servidores efetivos nem empregados públicos. São as secretarias de Cidades, Recursos Hídricos e Energéticos, Meio Ambiente e Sustentabilidade, da Criança e da Juventude, da Mulher, do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo. “No nosso Estado, os contratos temporários perderam mesmo o caráter emergencial”, destacou.

Já o líder da bancada de oposição, o deputado Daniel Coelho (PSDB) chamou atenção para a importância do quadro de funcionários efetivos na administração pública. “Os governos passam, mas as instituições devem permanecer. É importante conservar, para as próximas gestões, a memória e o registro do que vinha acontecendo e das políticas adotadas”, reforçou.

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A deputada estadual, Raquel Lyra, divulgou uma nota a imprensa lamentando a morte do seu tio, o ex-ministro da Justiça, Fernando Lyra. Ela reforçou que a família vive um momento de dor e tristeza profunda e que gostaria de expressar todo o seu sentimento de admiração a um político que serve de exemplo para muitas pessoas.

“Fernando Lyra, tio amado e político exemplar, a saudade que começamos a sentir hoje permanecerá em nós para sempre e servirá como fonte de inspiração para continuarmos seu legado em busca de uma sociedade mais justa e humanitária”, lamentou a deputada.

Depois que o deputado, Carlos Santana (PSDB) assumiu a prefeitura de Ipojuca, a vaga deixada pelo tucano será ocupada pela suplente, Terezinha Nunes (PSDB), que ao conceder entrevista a uma rádio local, afirmou que esse é o momento de fortalecer o gênero feminino na política brasileira.

De acordo com a deputada, ainda existe um preconceito em relação à conquista do voto e o financiamento de campanha. “Houve uma redução, já chegamos a ter oito deputadas mulheres, mas agora só temos quatro. Percebo que existe um preconceito em relação a conquista dos votos por candidatas mulheres”, comentou Terezinha.

Ela defendeu que se for aprovado financiamento público de campanha o gênero feminino teria um maior apoio dentro dos seus partidos. “Se dependesse do voto de opinião, muito mais mulheres estariam na política, porém enquanto depender do voto que é conquistado a gente sabe como, as mulheres ficam mais distantes de conseguir determinados cargos”, ressaltou a deputada ao fazer uma referência a compra de votos por determinados políticos.

Terezinha apresentou alguns números reforçando que em Pernambuco 37% das vagas do funcionalismo público estão sendo preenchidas por mulheres. “As prefeituras do PSDB estão dando um realce especial e as mulheres começam a ocupar funções importantes. Em Ipojuca Carlos Santana colocou 64% das vagas de primeiro escalão para o gênero feminino”, informou.

A deputada também argumentou que as mulheres na política têm mais sensibilidade e condições de trabalhar em coordenação com outras secretarias, além de mais zelo pelos recursos públicos. “A inserção das mulheres na política deveria seguir o percentual e paridade do gênero na população brasileira, pois hoje o gênero feminino representa 52% de toda a população. Assim ficaria divídido 50% para mulheres e 50% para os homens”, declarou.

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