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Apesar de católico, Jair Bolsonaro (PL) tem o voto evangélico como uma das bases de apoio a sua reeleição. Com o presidente em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, um dos seus deputados mais fiéis, o pastor Marco Feliciano (PL), afirmou que espalha a informação de que a eleição de Lula (PT) repercutiria no fechamento de igrejas. 

De acordo com a CBN, o parlamentar confirmou que reproduz a mentira aos fiéis da sua congregação. "Conversamos sobre o risco de perseguição, que pode culminar no fechamento de igrejas. Tenho que alertar meu rebanho de que há um lobo nos rondando, que quer tragar nossas ovelhas através da enganação e da sutileza. A esmagadora maioria das igrejas está anunciando a seus fiéis: ‘tomemos cuidado’", disse Feliciano. 

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A fala se baseia no fechamento temporário das igrejas e estabelecimentos comerciais como medida sanitária na pandemia. Um jornal chegou a ser distribuído na entrada da Assembleia de Deus do Brás, no centro de São Paulo, com destaque à necessidade de combater a doutrinação progressista.  

No país com mais de 30% da população evangélica, a constituição brasileira veda a perseguição religiosa e o fechamento de igrejas. Em 2003, o próprio ex-presidente Lula regulamentou a liberdade para a expansão de igrejas no Brasil. 

Em live ao lado do deputado federal André Janones (Avante-MG), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu, neste sábado (13), que manterá o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600 em 2023, caso seja eleito. O patrono petista também fez críticas ao formato de distribuição do benefício utilizado pelo seu adversário, o presidente Jair Bolsonaro (PL). 

“Não há como a gente acabar com o auxílio emergencial sem que a gente acabe com o problema da fome. A única possibilidade do auxílio emergencial continuar é a gente ganhar as eleições para fazer com que o auxílio volte”, disse Lula. A transmissão ao vivo ocorreu ao mesmo tempo em que Bolsonaro dava entrevista ao canal de Rica Perrone no Youtube. 

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O Auxílio Emergencial será um dos pilares da rivalidade entre os líderes de pesquisa. O programa, apesar de não ter sido sugerido, inicialmente, pela gestão de Bolsonaro, tem ajudado o governo a recuperar parte de suas boas avaliações e é uma preocupação dos demais presidenciáveis. O benefício foi também parte do acordo para o apoio da Janones a Lula. 

André Janones, que defende a continuidade do auxílio, retirou seu nome da corrida presidencial no último dia 4 de agosto, para apoiar o ex-presidente. O acordo para a retirada da candidatura previa que Lula incorporasse as propostas do deputado, entre elas a continuidade do Auxílio Emergencial de R$ 600 e o pagamento de um valor superior para mães solo. 

Na live, Janones afirmou que Bolsonaro vai acabar com o auxílio no dia 31 de dezembro. "Lula vai trazer de volta o auxílio emergencial e precisamos que vocês compartilhem essa informação", afirmou. Apesar de não haver informações sobre a continuidade do programa além da sétima parcela, a informação de que o pagamento acabaria em dezembro não foi confirmada pelo Governo Federal. 

"Enquanto você não acabar com a miséria nesse país, não tem como acabar com o auxílio emergencial", afirmou Lula. A live foi reproduzida nas páginas do Facebook de Lula e Janones e também no canal do Youtube do ex-presidente. Ao menos 50 mil pessoas assistiram ao vivo. O vídeo alcançou cerca de 20 mil compartilhamentos, minutos após o encerramento da transmissão. 

 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltará a Minas Gerais na próxima terça-feira (16), que marca o início das campanhas para as Eleições 2022. O mandatário deve seguir para a Zona da Mata de Juiz de Fora, onde sofreu um atentado em 2018, também durante a campanha eleitoral que o levou à conquista do primeiro mandato. É a segunda vez que Bolsonaro visita a região desde o incidente; a primeira e última vez ocorreu em julho deste ano. 

Aliados na região já haviam informado que o chefe do Executivo começaria a campanha na cidade. O filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, indicou que o local foi escolhido por ser onde Bolsonaro “nasceu de novo”. A chegada de Jair está prevista para às 11h. O principal adversário de Jair Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também deve iniciar sua campanha em Minas Gerais, mas em Belo Horizonte, na quinta-feira (18). 

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Em 16 de julho, Bolsonaro esteve em Juiz de Fora pela primeira vez desde que foi esfaqueado. Ele visitou a Santa Casa de Misericórdia da cidade, onde ficou internado por umas horas após o ataque, e recebeu a cidadania honorária local. Durante encontro com a equipe médica da casa de saúde, o presidente chegou a se emocionar. 

"Quis o destino que eu sobrevivesse. Graças a Deus, que deu minha vida a vocês. O que eu mais pedia, durante o período em que acordei (pausa por causa da emoção), foi que minha filha de sete anos não ficasse órfã", disse, em menção a Laura, sua filha caçula, que hoje tem 11 anos. 

O Coronel Meira (PL), candidato a deputado federal por Pernambuco foi oficializado como membro integrante da frente de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL),  "Lealdade Acima de Tudo", na noite desta quarta-feira (10), após ter recebido o convite da deputada federal, Carla Zambelli (PL-SP),  

Meira ressaltou a satisfação em ter sido convidado para compor o grupo. “‘Time do bem', defensor da liberdade, da pátria, da família e que sobretudo, leva Deus no coração; frente esta, idealizada por nossa deputada paulista, Carla Zambelli que escolheu grandes nomes alinhados com nosso presidente, Jair Bolsonaro”, disse. 

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"Essa frente tem o intuito de ter um número único para todos os representantes em seus Estados, justamente para facilitar a divulgação. Assim sendo, o meu número em São Paulo será o mesmo do General Girão, no Rio Grande do Norte, do Cabo Gilberto, na Paraíba, da Major Fabiana, no Rio de Janeiro, do Gustavo Gayer, em Goiás, e do Coronel Meira, em Pernambuco", informou Zambelli.

"Vamos em frente, agora com mais força e mais determinação para honrar os compromissos e interesses do povo de Pernambuco e do Brasil", enalteceu o Coronel Meira.

No dia em que diversas cidades do Brasil assistem à leitura da carta pela democracia, que apesar de não citar o presidente Jair Bolsonaro (PL) rebate afirmativas dele sobre o processo eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro (PL) usou o Twitter para defender o pai e pontuar que o mandatário nacional "segue à risca" a Constituição Federal (CF). 

Na publicação, o filho mais velho do presidente ainda liga a carta pela democracia ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contudo, o documento foi elaborado por ex-alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e recebeu mais de 800 mil assinaturas, entre elas a do líder petista e outros candidatos à Presidência da República. 

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"A democracia que nós defendemos é a prevista na Constituição Federal. Essa o Presidente @jairbolsonaro segue à risca", frisou Flávio no microblog, ao lado de uma foto do presidente segurando a CF.

"Mas quem quer assinar a carta do ex-presidiário à 'democracia' fique à vontade, eu não quero no Brasil as 'democracias' que ele defende (Cuba, Coreia do Norte…)", emendou.

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O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral, exigiu a remoção de vídeos em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chama o presidente Jair Bolsonaro (PL) de "genocida" durante diferentes eventos de pré-campanha no Nordeste e no Distrito Federal. O conteúdo foi publicado no YouTube e, no total, há sete vídeos com ofensas do mesmo teor em publicações no canal de Lula. A plataforma tem até 24 horas para realizar a remoção. 

A decisão torna vitoriosa a solicitação do Partido Liberal, que apontou para a existência dos vídeos. O partido de Bolsonaro declarou que "o termo 'genocida' não é um adjetivo qualquer, mas sim palavra de conteúdo pejorativo gravíssimo" e que Lula fez uma "imputação grosseira, rude e desinibida, individual e direta, de crime de genocídio ao Presidente Jair Bolsonaro, responsabilizando-o, sem peias, por mortes em profusão". 

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"É notório que o discurso proferido pelo pré-candidato petista está permeado de robustas irregularidades éticas e jurídicas", disparou o PL. O conteúdo, porém, poderá ser republicado, desde que as edições necessárias sejam feitas para que não mais se impute a Jair Bolsonaro a alcunha de “genocida”. 

Na decisão, o ministro escreveu que a "palavra ou expressão 'genocida' tem o sentido de qualificar pessoa que perpetra ou é responsável pelo extermínio ou destruição de grupo nacional, étnico, racial ou religioso". "O genocídio é crime e está previsto na Lei nº 2.889/1956, que foi recepcionada pela Constituição Federal de 1988", acrescentou. 

O magistrado do TSE também apontou que os "participantes do processo eleitoral devem orientar suas condutas de forma a evitar discursos de ódio e discriminatório, bem como a propagação de mensagens falsas ou que possam caracterizar calúnia, injúria e difamação". Os setes vídeos exigidos para a remoção foram publicados nos canais do YouTube do ex-presidente Lula, do PT (Partido dos Trabalhadores), e veículos de comunicação. 

 

Uma pesquisa da Potencial Inteligência divulgada nesta quarta-feira (10), aponta que os eleitores pernambucanos entrevistados aprovam mais a forma como o presidente Jair Bolsonaro (PL) comanda o país do que a gestão do governador Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco.

A administração do socialista é desaprovada por 65,4% dos pernambucanos. Esse número supera a desaprovação do presidente Bolsonaro no Estado, com 57,9%. Só 23,4% aprovam o governo de Paulo, enquanto 32,7% consideram positiva a gestão federal.

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Segundo o Diário do Poder, a Potencial Inteligência ouviu mil eleitores entre os dias 4 e 8 de agosto deste ano, em 76 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-06509/22 e BR-05385/22.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nessa terça-feira (9), junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o registro de sua candidatura à reeleição para presidente da República. O vice da chapa é o general da reserva Walter Braga Netto (PL), ex-ministro da Defesa.

Como patrimônio, Bolsonaro declarou ter R$ 2.317.554,73, quantia menor do que os R$ 2,9 milhões declarados em 2018. Grande parte é em imóveis, incluindo três casas no valor total declarado de R$ 1,1 milhão e um apartamento de R$ 240,9 mil. Outra parte encontra-se em depósitos em contas corrente (R$ 316 mil) e poupança (R$ 591 mil).

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O candidato a Vice, Braga Netto, declarou à Justiça Eleitoral ter R$ 1.631.986,81, a maior parte em imóveis e ações. As informações completas podem ser encontradas na plataforma de divulgação de candidaturas e contas da Justiça Eleitoral.

No registro, Bolsonaro anexou uma proposta de governo com 48 páginas, nas quais são detalhadas ações tomadas pelo seu governo e quais pontos devem ser reforçados em um eventual segundo mandato. Ele e o vice concorrem pela coligação Pelo bem do Brasil, composta por PL, Republicanos e PP.

Calendário

Com o registro de Bolsonaro, agora são nove os candidatos à Presidência que já pediram registro no TSE. O prazo para registro de novas candidaturas vai até 15 de agosto. Até lá, é possível que os partidos retirem nomes já aprovados em convenção partidária.

O TSE tem até 12 de setembro para julgar todos os pedidos de candidatura à Presidência, analisando se atendem todos os requisitos formais da legislação eleitoral e se não há nenhum impedimento à candidatura.

Pelo calendário oficial, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa em 16 de agosto. O primeiro turno das Eleições 2022 está marcado para 2 de outubro, e eventual segundo turno ocorrerá em 30 de outubro.

Candidato do Partido Liberal (PL) ao Governo do Estado, Anderson Ferreira afirmou, nesta terça-feira (9), que pretende, se eleito, ser o governador que irá colocar Pernambuco de volta ao trabalho, em uma referência clara aos índices estaduais de desemprego.

“Falta esperança no olhar dos pernambucanos por um futuro melhor”, disse o liberal. Anderson destacou que se vencer o pleito quer ser lembrado como o governador que mais gerou empregos na história de Pernambuco, e, para isso, reforçou ser preciso resgatar a confiança da população e o orgulho de ser pernambucano.

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“É preciso levantar da cadeira, ir atrás de investimentos públicos, privados e de parcerias. O que muda a vida de uma pessoa é o emprego. Quando se há emprego, junto vêm os investimentos e isso multiplica nossa capacidade de investir no social, de combater as desigualdades”, comentou.

Ao deixar claro ser bolsonarista, anti-Lula, anti-PT e anti-PSB, Anderson disse que a marca do PSB é o abandono e avaliou que a presença de Danilo Cabral (PSB) na disputa “é algo que visivelmente constrange a todos e envergonha a população do estado”, ao se referir aos índices negativos ocupados por Pernambuco diante do cenário nacional, o que atribuiu à incapacidade do governador Paulo Câmara.

Anderson ainda voltou a dizer que Pernambuco não é “quintal” para a briga familiar de Danilo Cabral e Marília Arraes (SD). “O estado não merece isso. Os dois são a mesma coisa. É como trocar seis por meio dúzia. Temos que ter a coragem de mudar de verdade”, pontuou.

*Com informações da assessoria de imprensa

Entre 2019 e 2021, o Brasil registrou, ao menos, 1.692 atos autoritários, de acordo com um relatório divulgado pelo Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (Laut) no último dia 3 de agosto. O levantamento aponta a gestão de Jair Bolsonaro (PL) como um expoente da autocracia na América Latina e revela comparações de caráter epistemológico sobre o direito e a democracia em países com tendências similares às do Brasil. 

Entre os principais comportamentos que tipificam a lógica bolsonarista no perfil autocrata, estão o desprezo pelas instituições democráticas e o vigilantismo (perfil de “justiceiro”); este último apontado como motivação para 215 atos autoritários pela “legitimação da violência”, de acordo com o relatório do Centro. A Laut é uma organização independente, formada por pesquisadores e comunicólogos de diferentes instituições do país, como a USP e a PUC-SP. 

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O grupo monitorou ainda 235 ataques institucionais a minorias e ao pluralismo. Entre eles, constam o adiamento da decisão sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas por parte Supremo Tribunal Federal (STF). Também foi listado nesse tópico o fato de dois deputados estaduais pernambucanos terem se mobilizado para impedir o aborto legal de uma menina de 10 anos. 

“As estratégias de autocratas na Turquia, Polônia, Índia e Hungria, mais longevas, já permitem perceber como seus efeitos antidemocráticos se acumulam e se fortalecem no tempo. Possibilitam o olhar com algum distanciamento histórico e tornam mais visível o encadeamento de táticas preparatórias da autocratização. Há em todas as áreas analisadas (espaço cívico, educação e segurança) eventos no Brasil que ilustram estratégias e táticas semelhantes às dos autocratas das outras nacionalidades”, escreveram os pesquisadores. 

Ainda na comparação, o estudo apontou para a possível reeleição de Jair Bolsonaro como um perigo iminente, seguindo as avaliações de instituições internacionais dos Direitos Humanos, como a Organização das Nações Unidas (ONU). 

“Especialmente após a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência, organizações internacionais vêm alertando para o processo de autocratização no Brasil, refletido em quedas na avaliação do país sobre a qualidade do regime democrático (V-Dem), do respeito às liberdades civis e políticas (Freedom House) e do comprometimento com o Estado de Direito (World Justice Project)”, complementa o relatório. 

Confira o estudo na íntegra, disponível no site da Laut. 

A mudança do filho 02, Carlos Bolsonaro, para ficar mais perto da campanha do pai, o presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, vem gerando atritos com o irmão mais velho, Flávio Bolsonaro, o 01. O presidente da República, por sua vez, se comprometeu em conversar com os filhos para evitar episódios de discussões ao longo das próximas semanas, o que também pode prejudicar a campanha presidencial. 

As brigas têm ocorrido porque cada um quer impor um caminho para a campanha do pai. O senador Flávio defende que o pai escute os marqueteiros e profissionais da área, deixando a ala ideológica de lado. Já o vereador Carlos diz que o diferencial é a espontaneidade do pai. Para ele, o ideal seria resgatar as estratégias adotadas na campanha de 2018, que levou Bolsonaro à Presidência da República, com discursos ideológicos sobre aborto, legalização das drogas e defesa da família. 

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O presidente vem adotando uma postura para tentar agradar os dois filhos: na televisão, ele dialoga com os indecisos e com os eleitores que mais o rejeitam, como as mulheres e os pobres, e deve defender as ações do seu governo com um tom moderado. 

Já nas lives e comícios, o chefe do Executivo deve agitar os apoiadores com críticas aos adversários e aos ministros do Supremo Tribunal Federal. 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) irá ao Allianz Parque neste domingo (7) para assistir ao duelo entre Palmeiras e Goiás, pela 21ª rodada do Brasileirão. Ele vai acompanhar a partida do líder do campeonato em um dos camarotes da arena palmeirense, na qual esteve pela última vez há três anos. O jogo começa às 16h.

O Palácio do Planalto informou neste sábado ao Palmeiras da presença de Bolsonaro no estádio. É esperado que uma grande comitiva acompanhe o presidente no Allianz Parque. Embora se declare palmeirense, o presidente já posou com camisas de uma série de outras equipes, incluindo o Corinthians, arquirrival do clube alviverde, além de Santos e Flamengo.

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Na última vez em que esteve no Allianz Parque, em julho de 2019, para acompanhar Palmeiras x Vasco, Bolsonaro provocou divergências entre torcedores no estádio e princípios de brigas. Na ocasião, recebeu vaias quando acenou do gramado às arquibancadas com uma criança em seu colo. O mandatário ignorou os protestos e ouviu alguns poucos aplausos.

Naquele mesmo jogo, Bolsonaro foi recebido pela presidente da Crefisa, Leila Pereira, que hoje preside também o Palmeiras, e Maurício Galiotte, então presidente do clube.

Em dezembro de 2018, meses após ganhar a eleição presidencial, Bolsonaro esteve no Allianz Parque para acompanhar Palmeiras x Vitória, jogo em que foi entregue a taça do Brasileirão ao time paulista, maior campeão nacional, com dez conquistas.

Convidado pela diretoria palmeirense, o presidente chegou a erguer o troféu e festejou com os jogadores no gramado depois da partida final do certame nacional. Também tirou foto com os atletas, para os quais entregou as medalhas.

O Palmeiras lidera o Brasileirão com 42 pontos, quatro de vantagem para o vice-líder Corinthians. O time de Abel Ferreira está invicto há oito jogos na temporada e na quarta-feira decide com o Atlético-MG quem avança às semifinais da Libertadores.

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco Danilo Cabral (PSB) aproveitou a vinda de Jair Bolsonaro (PL) ao Recife, neste sábado (6), para cobrar pelo recurso prometido pelo presidente aos desabrigados após as chuvas que atingiram a Região Metropolitana do Recife (RMR) em maio deste ano. O representante da Frente Popular disse que Bolsonaro não merece o voto dos pernambucanos.

Enquanto Jair Bolsonaro participava da Marcha para Jesus, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, Danilo Cabral foi às redes sociais para questionar o comprometimento do presidente com as vítimas das chuvas dos últimos meses.

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"Quanto está trazendo do R$ 1 bilhão em recursos que prometeu aos desabrigados e, até hoje, ainda não enviou nada?", indagou. O pré-candidato ainda propôs que Bolsonaro iludiu os pernambucanos e, por isso, não merece votos no estado.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou, na tarde deste sábado (6), da Marcha para Jesus no Recife. Ao discursar rapidamente para centenas de evangélicos, o mandatário nacional disse que lutaria pela paz e pela democracia. Acompanhado da primeira-dama Michelle, Bolsonaro defendeu também a liberdade religiosa e do país.

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Neste sábado, uma multidão de evangélicos atravessou a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital, durante a Marcha para Jesus. Essa foi a primeira vez que o presidente acompanhou a mobilização evangélica no Recife. Entre bandeiras verde e amarela e a trilha sonora religiosa, Bolsonaro reforçou que a vinda à marcha estava "longe da política e do lado do criador".

Ele pregou que sua luta é por paz e por democracia, e que a liberdade "é o bem maior cada vez mais escasso no mundo todo. O destino do Brasil é ser um país livre".

"Vamos orar, nos empenhar e nos manifestar porque o destino do Brasil é ser um país livre", afirmou aos gritos de "mito" do público que o acompanhava.

Bolsonaro também adotou um tom ameno ao prever como serão os  atos do próximo dia 7 de setembro. O mandatário apontou que a comemoração dos 200 anos da Independência servirão como um pedido por mais 200 anos "de liberdade e de louvor ao Senhor". No início da tarde, Bolsonaro participou de uma motociata na capital pernambucana.

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Michelle

De cima do trio elétrico, enquanto era saudado pelos apoiadores, Bolsonaro fez questão de beijar a esposa e deixou que seus eleitores completassem o slogan defendido em trajetória política na Presidência: "Deus acima de tudo, Brasil acima de todos".

Sem citar expressamente a corrida eleitoral, a primeira-dama declarou que o evento ansiava por: "cura, libertação e a salvação". "Essa missão pertence sim ao senhor Jesus", continuou.

Aliados

No chão, candidatos quem têm seu apoio aproveitaram os ganhos eleitorais da visita do Presidente e atenderam aos pedidos do público por fotos e abraços.

Estiveram presentes os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado, Anderson Ferreira e Gilson Machado Neto; o casal Clarissa e Junior Tércio, e a vereadora Michelle Collins.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) participa, neste sábado (6), da Marcha para Jesus no Recife. Após liderar uma motociata no início da tarde, o mandatário nacional está na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana, acompanhando o evento que reúne centenas de evangélicos. 

Em um trio elétrico, juntamente com a primeira-dama Michelle Bolsonaro e líderes do segmento no Estado, o presidente fez questão de acenar para os que acompanham o percurso da marcha. 

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Animados por grupos de percussão e louvores, os fiéis e simpatizantes do presidente dançam, oram e se confraternizam durante todo o trajeto.

Os candidatos do PL ao Governo de Pernambuco, Anderson Ferreira, e ao Senado, Gilson Machado, estão no evento religioso, mas optaram por fazer o trajeto caminhando.

A motociata promovida pela comitiva do presidente Jair Bolsonaro (PL), e que contará com a presença do mandatário, no Recife, não se unirá à Marcha para Jesus. Os dois eventos acontecem neste sábado (6). Inicialmente, a ideia era que o fim da motociata acontecesse no evento religioso, mas, de acordo com informações de bastidores, publicadas pelo Blog do Jamildo, houve conflito de interesses entre a equipe do presidente e os pastores na organização da Marcha, que não querem associação política durante o encontro. 

Em contato com a assessoria do candidato ao Senado Gilson Machado, o LeiaJá não obteve confirmação sobre o mal-estar entre os líderes religiosos e a comitiva presidencial. Machado, além de pernambucano, foi ministro do Turismo de Bolsonaro e um aliado da ala evangélica local. Teria partido dele a ideia de mudar o itinerário da motociata, para organizar a chegada do chefe do Executivo, acompanhado dos apoiadores, na Marcha. 

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A assessoria do ex-ministro informou que, desde o princípio, não teria sido possível unir os dois eventos, por causa do horário. A motociata deve ser encerrada às 13h. Jair Bolsonaro participará de um almoço, cujo local ainda não foi informado. Às 15h, o presidente seguirá à Marcha para Jesus, onde deve discursar e passar por um ritual cristão. A equipe informou, também, que a agenda não é fixa e pode sofrer mudanças a qualquer momento, e que não unir a motociata ao encontro religioso também considerou questões da segurança oficial da Presidência. 

O LeiaJá também procurou a coordenação de campanha de Jair Bolsonaro em Pernambuco, para saber mais detalhes da mudança, mas não houve resposta até o momento desta publicação. 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou o Twitter para comentar, nesta sexta-feira (5), sobre a morte do escritor, apresentador e ator Jô Soares. O mandatário nacional afirmou que foi alvo de "duras críticas" de Jô e, apesar disso, ele tem o seu respeito. Bolsonaro destacou também que a democracia foi a garantia da liberdade de expressão do apresentador.

“Independentemente de preferências ideológicas, Jô Soares foi uma grande personalidade brasileira que conquistou a todos com seu modo cômico de discutir assuntos profundos”, escreveu.

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“Jô sempre fez bom uso do seu direito de livre expressão. Por muitas vezes teceu duras críticas contra mim, inclusive. Mas foi por viver num país livre, não em um regime autoritário, que ele pode exercê-lo integralmente. Essa é a beleza da democracia”, acrescentou o presidente.

Na avaliação do presidente, agora o que fica são as obras de Jô Soares. “Deixa para o Brasil um exemplo de postura, elegância e bom humor, e, por isso, tem o meu respeito”, frisou.

Bolsonaro disse ainda que as divergências não fazem diferença na “hora de nossa partida para perto de Deus” e desejou: “Que Deus conforte a família e o acolha com a cordialidade que o próprio Jô recebia a todos”.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) vai ser entrevistado pelo Jornal Nacional, assim como os outros três candidatos à Presidência da República mais bem pontuados nas pesquisas de intenções de votos. Na manhã desta sexta-feira (5), o mandatário nacional decidiu que vai aos estúdios do jornal no Rio de Janeiro.

A assessoria de imprensa de Bolsonaro enviou um e-mail ao JN dizendo que não havia negado a ida ao Rio, mas sugerido e pontuado que preferia que a entrevista acontecesse em Brasília; pedido que foi negado pela emissora, já que segundo a Globo foram apresentadas regras igualitárias para todos os postulantes.

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A equipe do candidato à reeleição alegou inicialmente que “em função da campanha e de compromissos assumidos anteriormente, a agenda presidencial impossibilita a ida ao RJ, no dia 22 de agosto”, data prevista para a entrevista. 

Além de Jair Bolsonaro, também serão entrevistados o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e a senadora Simone Tebet (MDB). O deputado federal André Janones (Avante) estava na lista do JN, mas o parlamentar desistiu de concorrer ao Palácio do Planalto para apoiar Lula, que lidera as pesquisas de intenções de votos. 

Veja quando vai acontecer cada sabatina:

22/8 - Jair Bolsonaro (PL)

24/8  - Ciro Gomes (PDT)

25/8 - Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

26/8 - Simone Tebet (MDB)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (4), em cerimônia no Palácio do Planalto, o projeto de lei (PL) 2564/20, que institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. No caso dos primeiros, o piso passará a ser de R$ 4.750. Para técnicos, o valor deve ser correspondente a 70% dessa marca, enquanto auxiliares e parteiras terão direito a 50%. 

O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. A instituição do patamar salarial era uma luta histórica da categoria, que representa cerca de 2,6 milhões de trabalhadores. 

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"Hoje é um dia muito importante, não só para a enfermagem brasileira, mas para a saúde pública do Brasil. Não há saúde pública sem a nossa enfermagem", afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Segundo ele, por razões de constitucionalidade, o presidente vetou um dos artigos do PL, que determinava um reajuste anual do novo piso com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), um dos indicadores de inflação.

  De acordo com a presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia Maria Pereira dos Santos, mais de 80% da categoria recebe valores inferiores ao novo piso, que agora é lei. "Existe uma precariedade infinita com relação a salários da enfermagem. Agora, pela lei, vamos ter um piso, é o mínimo", afirmou, após a cerimônia.   

 Para viabilizar a aprovação do piso nacional da enfermagem, o Congresso Nacional promulgou uma emenda constitucional para dar segurança jurídica ao projeto, inserindo o tema na Constituição Federal. Depois disso, o projeto de lei que efetivamente estabelece os novos valores foi aprovado com chancela da ampla maioria de lideranças e bancadas partidárias.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu prorrogar por mais 60 dias um dos inquéritos gerados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido de prorrogação foi feito pela Polícia Federal e acatado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). No processo, o chefe do Executivo e aliados são investigados por incitação ao crime. 

Além de Bolsonaro, também são alvos do inquérito: Onyx Lorenzoni, Flávio Bolsonaro, Ricardo Barros, Eduardo Bolsonaro, Osmar Terra, Bia Kicis, Carla Zambelli e Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior. 

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“Defiro o pedido de prorrogação do prazo para continuidade das investigações, por mais 60 dias, nos termos formulados pela Procuradoria-Geral da República. Com relação ao acesso os arquivos produzidos pela CPI, verifico que tais arquivos já foram compartilhados neste feito pelo Senado em atenção a requerimento da Procuradoria-Geral da República”, disse Barroso. 

Apesar de conceder a prorrogação pedida pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araujo, Barroso discordou no prazo solicitado pelo Ministério Público, que era de 90 dias, inicialmente. 

 

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