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Uma mulher foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), após atacar verbalmente o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante sua visita à cidade de Resende, no Rio de Janeiro, nesse sábado (27). O mandatário estava na região para a formatura dos cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Os xingamentos ocorreram às margens da Rodovia Presidente Dutra, antes de o presidente chegar à solenidade e enquanto acenava para apoiadores.

A detida estava dentro de um carro particular. Supostamente, a passagem da comitiva do presidente havia causado congestionamento na área. Após os xingamentos, o veículo foi abordado pela PRF e a mulher foi detida por injúria contra o presidente da República e levada para a delegacia da Polícia Federal de Volta Redonda. A Polícia Federal informou, em nota, que foi lavrado um termo circunstanciado pelo crime de injúria. A mulher foi liberada após assumir o compromisso de comparecer em juízo, como determina a lei.

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O presidente Jair Bolsonaro chegou a Resende no fim da tarde dessa sexta-feira (26) para participar da formatura de cadetes da Aman, que ocorreu às 8h30 do sábado (27). Na cerimônia deste, 391 cadetes receberam a espada de oficial do Exército Brasileiro. A solenidade marcou a conclusão de quatro anos de estudos na Academia.

Ele estava acompanhando do vice-presidente, Hamilton Mourão, e dos ministros Walter Braga Netto, da Defesa, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência. Os deputados federais Helio Lopes (PSL-RJ) e Major Vitor Hugo (PSL-GO), assim como o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, também estavam presentes na cerimônia.

Pesquisa do instituto Ipespe divulgada nesta sexta-feira (26) segue apresentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2022. O novo levantamento também mostra o ex-ministro Sergio Moro (Podemos) na terceira posição, ultrapassando Ciro Gomes (PDT).

Segundo a pesquisa, realizada entre os dias 22 e 24 de novembro, Lula cresceu um ponto percentual e agora tem 42% da preferência da população. Em seguida está o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), com 25%, uma queda de três pontos percentuais. Sergio Moro tem 11% e Ciro Gomes 9%.

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No segundo turno, Lula venceria em todos os cenários presentes no levantamento. A vitória mais folgada seria contra João Doria (PSDB), 51% a 22%, enquanto a mais apertada se daria com Sergio Moro, 51% a 34%. Em um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria por 52% a 32%.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais, nesta sexta-feira (26), para afirmar que o chefe do Executivo Nacional, Jair Bolsonaro (sem partido), é o "maior aliado" da Covid-19 no Brasil. O ex-presidente criticou o fato do Brasil não exigir vacinação contra a Covid-19 para estrangeiros.

"Bolsonaro segue sendo o maior aliado do coronavírus. No começo da pandemia impediu o governo do Ceará de fechar fronteiras para se proteger da chegada da doença. Agora não quer exigir vacinação e testes de turistas estrangeiros, como o mundo inteiro tem feito", escreveu Lula.

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O posicionamento do petista diz respeito a negativa do governo brasileiro de exigir vacinação para os estrangeiros. A recomendação para que a vacinação fosse obrigatória foi feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após o aumento de casos em países da Europa; contudo, Jair Bolsonaro e parte do seu primeiro escalão é contra o chamado passaporte da vacina. Uma nova variante do coronavírus vinda da África do Sul já foi identificada no Brasil.

A Polícia Federal reabriu o inquérito que apura a facada dada por Adélio Bispo no presidente Jair Bolsonaro (sem partido), então candidato à presidência, em 2018, durante a campanha eleitoral em Minas Gerais. Em nova decisão, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) autorizou a análise de dados bancários e do material reunido em busca e apreensão realizada contra Zanone Manuel de Oliveira Júnior, advogado de Adélio. Será investigado, novamente, se há envolvimento de terceiros no crime. 

O TRF, anteriormente, havia proibido a quebra de sigilo e o acesso aos dados de Zanone, mas voltou atrás no início deste mês. O material está com o delegado Rodrigo Morais Fernandes, que vai analisar também as informações fiscais de Zanone. Imagens do circuito interno de TV do escritório de advocacia também serão parte do inquérito. 

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À época, a 3ª Vara de Juiz de Fora-MG autorizou a quebra do sigilo bancário de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendia Adélio. Autorizou também a apreensão do telefone, de livros-caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários do advogado. 

Em função da atualização no caso, a hashtag “Quem matou Bolsonaro?” ficou nos trends do Twitter, onde estão muitas das bases virtuais bolsonaristas, na manhã desta sexta-feira (26). Os apoiadores e filhos de Bolsonaro acreditam na tese de que a facada foi encomendada, configurando tentativa de assassinato qualificada e com cunho político. O primeiro inquérito sobre o caso foi concluído em setembro de 2018 e considerou que Adélio agiu sozinho no momento e que a motivação teria sido “indubitavelmente política”. 

Em maio de 2020, a Polícia Federal concluiu seu segundo inquérito sobre a facada. Segundo o órgão, Adélio agiu sozinho, por iniciativa própria, sem mandantes e ajuda de terceiros. A PF não comprovou a participação de partidos políticos, facções criminosas, grupos terroristas ou mesmo paramilitares em qualquer das fases do crime. 

O advogado Frederick Wassef, que representa Bolsonaro, afirmou no começo de novembro ter provas de que a facada foi financiada pela esquerda e que Adélio Bispo “não é louco”. 

“Encomendaram a morte do presidente da República. Adélio é um assassino profissional cooptado para assassinar o presidente Jair Bolsonaro. Adélio Bispo agiu sozinho, não é louco e existem fortes indícios de que a esquerda brasileira encomendou a morte do presidente Jair Bolsonaro”, disse o advogado. 

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta quinta-feira (25), que se dependesse dele o Carnaval seria novamente cancelado em 2022. Em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia, o Bolsonaro expôs seu posicionamento ao ser questionado sobre a nova onda de Covid-19 na Europa e se era favorável aos festejos de momo no Brasil. 

“Por mim não teria carnaval. Só que tem um detalhe: quem decide não sou eu. Segundo o Supremo Tribunal Federal, quem decide são os governadores e os prefeitos. Não quero aprofundar nessa que poderia ser uma nova polêmica”, declarou o presidente, voltando a mencionar a decisão do STF que deu autonomia aos Estados e municípios sobre as restrições diante da pandemia.

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Ao emendar, Jair Bolsonaro culpou os gestores estaduais e municipais pelas mortes no país. Ele deixou a entender que a realização do Carnaval em 2020 teve como consequência o alastramento da Covid-19 no país.

“Em fevereiro do ano passado, ainda estava engatinhando a questão da pandemia, pouco se sabia, praticamente não havia óbitos no Brasil, eu declarei emergência, e os governadores e prefeitos ignoraram, fizeram o carnaval. As consequências vieram. Chegamos a 600 mil óbitos. E alguns tentaram imputar a mim essa responsabilidade. Não tenho culpa disso. Não estou esquivando, nem apontando outras pessoas. É uma realidade, é uma verdade. Todo o trabalho de combate à pandemia coube aos prefeitos e aos governadores. O que coube a mim? Mandar recursos”, frisou Bolsonaro, que promove constantemente aglomeração de apoiadores em viagens pelo país.

Já quanto ao quadro atual na Europa, o presidente disse que “se tiver outro lockdown no Brasil, em estados e municípios, vai quebrar de vez a economia”.

O ex-juiz da Lava Jato e agora pré-candidato à Presidência da República, Sergio Moro (Podemos), voltou a alfinetar os oponentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido) em nova entrevista nesta quinta-feira (25). Suposta opção da “terceira via”, o ex-bolsonarista, ao se referir à disputa entre os dois principais nomes, afirmou que “não tem medo de cara feia” e que possui relação amistosa com outros cotados à disputa. 

"Em relação aos extremos, aos políticos que habitam esses extremos, primeiro: a gente não tem medo de cara feia", disse o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, que completou: "Precisamos ter premissas básicas que os extremos não podem oferecer, e uma delas é que quem rouba dinheiro público tem que ir para a cadeia". 

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Em busca de viabilizar sua candidatura, Sérgio Moro tem focado em se reunir com nomes da política que agreguem forças à possível campanha no ano que vem. Na entrevista, o pré-candidato do Podemos disse manter diálogo, no entanto, com possíveis outros candidatos, como os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio Grande do Sul (PSDB), Eduardo Leite; o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE); e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). Nessa quarta-feira (24), Moro almoçou também com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo)

Moro também opinou sobre os possíveis apoios que sua campanha poderá receber. O partido Novo, que lançou o cientista político Felipe d’Avila como pré-candidato à presidência da República, é uma das siglas que podem se retirar da corrida ao Planalto para apoiar o ex-juiz. 

"Existem apoiadores desses extremos muitas vezes iludidos, porque foram enganados por mentiras, e, por outro lado, acabam se apegando a certas ilusões. […] O que nós vamos fazer é um projeto com base na verdade, com base nos fatos", finalizou Moro. 

 

A solenidade do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, realizada nesta quarta-feira (24), em Brasília, contou com a presença de autoridades, entre elas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Educação, Milton Ribeiro. Na ocasião, Ribeiro ressaltou a importância das instituições e enalteceu o Governo Federal ao alegar que "não há mais corrupção".

Após a fala do responsável pela pasta, Bolsonaro, além de destacar o programa, falou sobre o primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, realizado no último domingo (21), e das acusações de interferências dele, como também, do ministro da Educação, na construção da avaliação.

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"Acusaram a mim e ao ministro, né? De ter interferido na prova do ENEM. Se eu pudesse interferir, pode ter certeza, que a prova estaria marcada para sempre com questões objetivas de fato, não com questões como ainda vimos nessa prova", criticou o presidente da república.

E continuou: “Até na imprensa saiu, né? Que eu queria botar a matéria da ditadura militar. Não vou discutir se foi ou não foi ditadura militar. Mas, eu queria botar aqui uma questão lá se pudesse. É (...) quem foi o primeiro general que assumiu em 1974 foi Castelo Branco. Em que data? Eu queria botar lá. Duvido que a imprensa acertaria, né? [...] O que que eu quero com isso? Não é discutir o período militar? É começar a história do zero”, afirmou.

Censura ideológica e crise no Inep

As semanas que antecederam o primeiro dia de aplicação do Enem foram marcadas por pedidos de demissões de 37 servidores do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pelo exame. Os profissionais alegaram assédio moral, praticado pelo presidente do instituto, Danilo Dupas, e interferência, por parte do Governo Federal, na construção da avaliação.

De acordo com os servidores, temas "mais sensíveis ao governo" não deveriam compor a prova. No mesmo período, Jair Bolsonaro alegou à imprensa que, agora, o Enem estava "a cara do governo".

Na manhã desta quarta-feira (24), o Congresso Nacional recebeu o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a solenidade de entrega da Medalha do Mérito Legislativo 2021, entregue em sessão do plenário. O chefe do Executivo recebeu, das mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), uma medalha de mérito, como retribuição pelo que seria entendido como bom desempenho, dentre outras virtudes, enquanto líder político. À ocasião, membros da oposição e governistas disputaram o espaço com gritos de “genocida” e “mito”.  

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A medalha tem o objetivo de reconhecer o trabalho de autoridades, personalidades, instituições ou entidades que tenham prestado serviços importantes ao Legislativo ou ao país. Bolsonaro, que se aproxima dos 31 anos de carreira política - sendo 28 como deputado federal e três enquanto presidente -, agora foi agraciado com a mais alta comenda da Câmara dos Deputados. 

Em um rápido discurso antes de ser homenageado, o presidente agradeceu a indicação de Vitor Hugo e o trabalho de Lira à frente da Câmara. 

“Arthur Lira, muito obrigado pela deferência e pela forma como você se relaciona conosco”, declarou o presidente. “Muito me honra. Estou muito feliz neste momento”, completou Bolsonaro sobre a condecoração. 

Ao início da sessão, Lira discursou em nome dos beneficiados pelo evento e ressaltou o trabalho da Câmara durante a pandemia do novo coronavírus. 

"[Passamos] por momentos mais desafiadores, circunstâncias fizeram enfrentar uma tempestade perfeita, com pandemia, mortes, impactos pela economia, inflação e desemprego. Em meio à fúria, o parlamento permaneceu firme como farol iluminando o caminho seguro a ser seguido", disse Lira. 

"Mas não trabalhamos sozinho. Para que o legislativo pudesse dar as respostas mais certas nas horas mais incertas, a contribuição, a inspiração e o apoio dos agraciados deste ano foram fundamentais", completou. 

Outro ponto levantado pela oposição, além da discordância sobre o mérito de Jair Bolsonaro ao receber o prêmio, é que o conservador diz não ter se vacinado ainda contra a Covid-19, mas entrou livremente na Casa. Pelas regras do Congresso, o presidente não poderia entrar sem as duas doses ou, pelo menos, sem apresentar um resultado negativo do exame PCR. Até o momento, a Câmara não confirmou o recebimento do exame. 

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Ao comandar a cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Legislativo, na Câmara dos Deputados, na manhã desta quarta-feira (24), com a presença do presidente Jair Bolsonaro - que foi um dos indicados para receber a comenda - a deputada Marília Arraes, titular da Segunda Secretaria da Casa fez duras críticas ao presidente e seu governo.

Em seu discurso, a  parlamentar mandou um recado claro ao presidente. “O Poder Executivo, eleito de maneira majoritária, também deveria se comportar como representante do povo. Mas, muitas vezes, este pretenso povo age antidemocraticamente, quando animado por espírito sectário, taxando como inimigos e excluindo os divergentes da entidade unitária e mítica da qual julgam fazer parte aqueles que não se encontram dentro de seu cercadinho mental”, disparou.

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A deputada fez questão de ressaltar o relatório "The Global State Of Democracy 2021", publicado há dois dias, que aponta o Brasil como o país que mais perdeu atributos democráticos em 2020. "Nem sempre quem se intitula representante do povo e de sua vontade age em nome dele e como se espera em uma Democracia. Dentre os países classificados como Democracias em declínio, o Brasil se destaca em mais um ranking que não gostaríamos de pontuar: foi o que mais perdeu atributos democráticos em 2020. O Presidente da República é apontado como ameaça ao descumprir decisões do STF, apagamento de vozes críticas, divulgação de Fake News e má gestão da pandemia", destacou a parlamentar.

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A sessão solene aconteceu na manhã desta quarta-feira (24), no Plenário Ulysses Guimarães, e foi coordenada pela deputada. "Esta é a mais alta comenda outorgada pela Câmara dos Deputados e se reveste de um profundo significado. Expresso aos agraciados minha admiração pelas realizações em prol do povo brasileiro, parabenizando-os pela trajetória cujo reconhecimento ora traduz o compromisso com o credo democrático e também com princípios fundamentais de liberdade, igualdade e pluralismo."

Além de Bolsonaro, que foi indicado pelo líder do PSL na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo, estiveram entre os homenageados o Papa Francisco, o ministro de Relações Exteriores, Carlos França, o fotógrafo Sebastião Salgado, o ex-ministro da Justiça, Fernando Lyra e o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sendo os dois últimos indicações da deputada Marília Arraes.

Convocado a explicar sobre sua empresa em paraíso fiscal à Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (23), o ministro da Economia Paulo Guedes admitiu que mandou dinheiro para o exterior para fugir dos impostos do Brasil. Mesmo com informações privilegiadas sobre o mercado financeiro, ele defendeu que sua atividade como empresário não gera conflito de interesses com o cargo no Governo Bolsonaro. 

A offshore de Paulo Guedes nas Ilhas Virgens Britânicas tem como diretoras a filha Paula Drumond Guedes e a esposa Maria Cristina Bolivar Drumond, escolhas que também classificou como "absolutamente legal" para respaldar seu afastamento da empresa.

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“Existe algum conflito de interesse? A resposta é não, mil vezes não”, assegurou.

O ministro disse que não aceitou o convite por oportunismo e que o dinheiro foi mandado para fora do Brasil - e consequentemente não foi revertido em recursos para os brasileiros - antes de ser chamado para compor a gestão federal. 

As transferências teriam ocorrido entre 2014 e 2015, sendo declaradas à Comissão de Ética da Presidência. Contudo, não foi detalhado os valores movimentados para sua empresa.

Guedes explica que o paraíso fiscal foi a opção para fugir de taxas no Brasil e Estados Unidos. O que também explicaria ter colocado a família no quadro de acionistas.

"Se tiver uma conta em nome da pessoa física, se você falecer, 46%, 47% é expropriado pelo governo americano. Tendo uma conta em pessoa física, todo seu trabalho de vida, ao invés de deixar para herdeiros, vira imposto sobre herança. Então o melhor é usar offshore. Se eu morrer, invés de metade ser apropriado pelo governo americano, vai para a sua sucessão. Isso é o que explica colocar um parente”, alegou.

O braço direito da presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda garantiu que declara seus rendimentos anualmente à Receita Federal e ao Banco do Brasil.

 

Anitta usou as redes sociais, na noite dessa segunda-feira (22), para rebater as críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra ela em entrevista recente. Na ocasião, Bolsonaro afirmou ter visto duas mulheres que fizeram live falando sobre política, mas que não entendiam o básico, não sabendo por exemplo a função dos Três Poderes.

Sem citar nomes a referência foi a cantora e sua amiga Gabriela Priori, que tem proporcionado transmissões ensinando e aprendendo sobre o assunto.  “Muita gente não sabe o que faz um presidente no Brasil. Deve ficar no Twitter? Deve ficar no Instagram? Deve ficar fazendo fake news?”, debochou Anitta em trecho.

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Nos stories, a cantora repostou trecho do vídeo em que Bolsonaro a cita. “Eu vi um outro dia, achei um saco de ver, vi por 10 minutos, duas mulheres, mas podia ser dois homens também claro. Ela não sabe nada, não sabe o que é Poder Executivo. Ela pergunta ‘não existe deputado municipal?’, essas coisas absurdas por exemplo, não dá”, disse o presidente na entrevista em que se referiu a Anitta e Gabriela, sem citar seus nomes.

No post da entrevista, Anitta já não deixou barato: “Mais uma vez o presidente do país ocupado, vendo o que eu faço ou deixo de fazer da minha vida. E por isso o país vai ladeira abaixo”, iniciou. “Ao invés de se preocupar com essa economia que o senhor disse que ia salvar, indo pro buraco”, afirmou a cantora.

Anitta ainda debochou de Bolsonaro, “concordando” com sua fala. “É isso mesmo presidente, eu e mais da metade dos brasileiros não sabem quais os três poderes, não sabem o dever do senhor, que ao invés de estar preocupado com a minha vida, devia estar cuidando do país não é mesmo?”, ironizou.

Anitta explicou o porquê das lives que vem fazendo, afirmando que como não tem o conhecimento necessário sobre política partidária vindo da escola, decidiu abrir transmissões em que Gabriela Priori a ensina, podendo assim, também ensinar seus seguidores e fãs. “Muita gente aprendeu junto comigo presidente, fiz mais pela galera do que o senhor. Nesse quesito eu posso falar com muito orgulho, tenho certeza”, concluiu.

Veja o momento:

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), diz não trabalhar pensando na reeleição como líder da casa legislativa, mas considera a hipótese de que possui condições para encabeçar uma nova gestão. Apesar do seu comando na Casa estar vinculado à sua proximidade com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ele acredita que sua reeleição não depende da do chefe do Executivo.

“A eleição da Câmara tem diversos componentes. Tem os nomes apresentados. Tem a situação política do momento. Tem toda uma estrutura pretérita de perfil, do que um pensa, o outro não pensa. É determinante o apoio do governo? É. Às vezes um governo se elege e quer ter um candidato, e ajuda. Mas não só isso. Muitos governos foram derrotados nas suas iniciativas, inclusive recentemente”, disse, em entrevista à Folha, divulgada nesta segunda-feira (22).

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“Eu sou candidato à reeleição no meu Estado. Aí [a reeleição como presidente] os deputados é que vão resolver. Tenho a possibilidade de ser, diferentemente de outros momentos em que tentou se alterar a Constituição. Mas tem muitas variáveis, não trabalho pensando nisso”, continuou o parlamentar.

Segundo o deputado, a filiação de Bolsonaro ao PL, de Valdemar Costa Neto, está definida e há possibilidade de o candidato a vice da chapa ser do PP, mas não do presidente se filiar ao Progressistas.

“Há uma vontade, que ele sendo do partido da base, possa escolher o vice de outro partido que possa se coligar. Tem um caminho longo ainda. Tem o Republicanos, Progressistas, partidos que podem compor. Então é normal que possa sair um vice do Nordeste ou de Minas. Um estado que possa balancear”, respondeu, sobre a hipótese do vice-presidente ser um progressista.

Quanto à união de PP e PL, acredita que é preciso alcançar uma estabilidade antes. Lira também comentou sobre o desempenho, por região, da tese da ida de Bolsonaro à legenda.

“Temos que caminhar para um sistema mais estável. Na Câmara temos 28 partidos orientando. Tem que procurar composições. As federações vão ajudar. O que restringe é o rigor da lei, quatro anos de união. A nível nacional, são partidos que pensam igual, de centro, dão governabilidade. E 'ai' do país se não tivesse esses partidos de centro”, disse.

E continua, reafirmando a resistência para aceitação de Bolsonaro no Nordeste, incluindo nas bancadas políticas: “O presidente Ciro [Nogueira] conversou com todo o partido, houve apoio forte do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. E resistência no Nordeste. Pragmaticamente, o partido aumentaria suas bancadas com a vinda do presidente Bolsonaro. [...] Individualmente, para um ou outro poderia não ser [bom]”.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou, nesta segunda-feira (22), o que chamou de "questões de ideologia" apresentadas, segundo ele, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que teve a primeira etapa de aplicação realizada nesse domingo (21). Bolsonaro, contudo, não especificou sobre quais questionamentos se referia ao pontuar tal ideologia. 

"Tão acusando o Milton [Ribeiro, ministro da Educação] de ter interferido na elaboração das provas. Se ele tiver essa capacidade e eu, não teria nenhuma questão de ideologia nesse Enem agora, que teve ainda. Você é obrigado a aproveitar banco de dados de anos anteriores. Você e obrigado a aproveitar isso aí. Dá para mudar? Já está mudando", declarou durante conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

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Na semana passada, uma fala do presidente gerou especulações sobre como seria a prova deste ano. Na ocasião, Bolsonaro disse que o Enem estava ficando com a 'cara do governo' dele. Houve uma expectativa de interferência da gestão no exame, inclusive após o pedido de demissão em massa de servidores do Inep e denúncias.

Um novo ranking de popularidade digital da consultoria Quaest, divulgado nesta segunda-feira (22) pela Folha de São Paulo, mostra como anda o alcance e impressões dos presidenciáveis nas redes sociais. No mais recente levantamento, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), para quem a internet sempre foi um forte — da campanha eleitoral à comunicação oficial —, aparece estável, mas manteve a dianteira entre a última semana de outubro e a primeira quinzena de novembro. O chefe do Executivo perde apenas para o opositor, Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o Índice de Popularidade Digital (IPD), Bolsonaro só foi derrubado da liderança no penúltimo dia do período analisado. Lula chegou ao topo na segunda-feira (15), com 1,87 ponto de vantagem. Na terça (16), tinha 63,9 pontos, contra 57,9 do rival.

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O levantamento mostrou ainda um crescimento da pontuação do ex-juiz Sergio Moro em meio ao evento para sua filiação ao Podemos, que confirmou a entrada no páreo eleitoral. Ele encostou no ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e, na terça-feira, quando o relatório foi concluído, estava em terceiro lugar.

Pelos números do IPD, o acirramento das tensões nas prévias do PSDB, com o afunilamento da disputa entre os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), foi insuficiente para catapultar a presença digital dos tucanos, que fecharam o ciclo em patamar inferior ao dos outros quatro adversários.

A métrica do IPD avalia, desde 2019, o desempenho de personalidades da política nacional nas plataformas Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google. A performance é medida em uma escala de 0 a 100, na qual o maior valor representa o máximo de popularidade.

São monitoradas seis dimensões nas redes: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, YouTube e Wikipedia).

Em suma, o quadro revelado agora pela Quaest reflete em parte as últimas pesquisas de intenção de voto. Bolsonaro e Lula são os que têm maior destaque no IPD neste momento, com leve vantagem para o atual ocupante do Planalto, dono de um histórico mais consolidado nas redes.

Bolsonaro se manteve na casa dos 58 pontos, apesar do cenário de enfraquecimento político, com a pauta do governo estacionada no Congresso e o agravamento da crise social, com inflação disparada, descontrole nos preços de combustíveis e previsões econômicas pessimistas.

O maior salto na pontuação ocorreu na segunda-feira passada, quando Lula discursou no Parlamento Europeu, ao participar da Conferência de Alto Nível da América Latina, promovida pelo bloco social-democrata. O petista ganhou 12 pontos em relação ao dia anterior e virou o líder.

Após a ex-militante bolsonarista Sara Winter relatar que foi orientada pelo chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, a concentrar os ataques contra o Supremo Tribunal Federal (STF), o general se defendeu nas redes sociais. A deputada Bia Kicis (PSL-DF) também repercutiu as declarações feitas pela ex-aliada à IstoÉ.

Líder do 'acampamento dos 300', movimento antidemocrático que se instalou na Praça dos Três Poderes com arquétipos militares para pressionar as decisões do STF e motivar um levante contra a Corte, Sara Giromini foi presa e se mostra arrependida por ser usada na linha de frente para os interesses do Governo.

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“Ele pediu para deixar de bater na imprensa e no Maia e redirecionar todos os esforços contra o STF”, alegou a ativista, que comentou sobre uma lista entregue pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao blogueiro Oswaldo Eutáquio com desafetos que ele deveria "investigar e subir o tom".

Um dos pilares da gestão Bolsonaro, general Heleno reduziu as denúncias de Sara à "calúnias e acusações falsas" e voltou a criticar à Imprensa.

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Representante da bancada bolsonarista na Câmara, a deputada Bia Kicis classificou as revelações como "mentira" e reforçou que nunca deu apoio às ações pró-governistas comandadas pela militante, mas lembra que visitou o acampamento para fazer uma oração.

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Ainda na entrevista, a militante disse que Carlos e Eduardo Bolsonaro são como "cães de guarda" do pai e confirmou que a família é apoiada pelas milícias do Rio de Janeiro a partir da relação dentro da Assembleia Legislativa Fluminense, e que os assuntos "rachadinhas e milícias são proibidos".

“Não tem mais como defender Bolsonaro. Mas se ele pedir para os bolsonaristas comerem merda, as pessoas vão comer”, disparou.

Com planos de sair do Brasil para morar no México, Sara Winter diz que a ameaça de divulgar os bastidores do bolsonarismo fez com que o Governo Federal convocasse uma reunião ministerial às pressas.

“Tenho medo da esquerda, medo de um fanático e medo do governo. Em janeiro eu anunciei que eu ia contar tudo que eu sabia sobre o bolsonarismo. O Planalto surtou e fez uma reunião ministerial. A Damares foi chamada. Eu não sabia o que eles tinham tanto medo do que eu possa tornar público”, destacou.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está voltando ao Brasil, após périplo pelo Oriente Médio. Pouco antes de embarcar de volta ao país, ele reclamou das comparações que surgiram sobre a viagem dele e a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que cumpre agenda pela Europa. As duas agendas pelo exterior acontecem no mesmo período. 

“Eu vi na Globo News: ‘Bolsonaro decepciona, Lula é um sucesso’. Ah, pelo amor de Deus”, disparou ao falar com jornalistas nesta quinta-feira (18), segundo informações do site Metrópoles.

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Na avaliação do presidente da República, a sua ida ao Oriente Médio mostra o papel de destaque do Brasil para o mundo: “Só o tratamento dispensado para nós [na viagem], e nós a eles, demonstra que vivemos uma boa fase”.

Segundo Jair Bolsonaro, os gastos nos países foram custeados pelas autoridades locais. As agendas do mandatário e sua comitiva foram nos Emirados Árabes Unidos, no Bahrein e no Catar.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a primeira-dama Michelle Bolsonaro e a comitiva brasileira que viajou ao Oriente Médio chegaram à capital do Catar, Doha, nesta quarta-feira (17). Em um quarto de hotel luxuoso, o chefe do Executivo gravou um vídeo, publicado nas redes sociais, no qual aparece mostrando os detalhes da acomodação e afirma que todas as despesas são pagas pelo sheikh Tamim bin Hamad al-Thani, Emir do país. A diária do hotel é estimada em R$ 40 mil. Segundo o líder brasileiro, serão discutidos o turismo, infraestrutura, energia e Amazônia.

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“Tive um encontro com autoridades locais e agora vim ao hotel. Não tenho o valor desse quarto aqui, mas os outros foram entre R$ 40 e R$ 50 mil. A exemplo dos outros locais, o custo para nós é zero, é tudo 0800. No passado, todos os apartamentos da nossa comitiva ficaram por conta das autoridades locais. Tudo foi oferecido gratuitamente pelo sheikh. A confiança voltou no Brasil, o que vendemos aqui é a verdade acima de tudo”, diz em vídeo.

Até a live da quinta-feira (18), Bolsonaro deve dar detalhes sobre a reunião. De acordo com o presidente, se trata de uma “viagem de sucesso”, e que trará “frutos positivos ao país”.

Motociata no Catar

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou de uma 'motociata' assim que chegou em Doha, no Qatar, na manhã desta quarta-feira (17). Por medidas sanitárias, a imprensa local teve limitações para cobrir a passagem do líder latinoamericano.

“Motociclistas do Brasil, estou no Qatar. Fui convidado aqui [para] dar um passeio de moto na capital. Vou dar uma volta. Uns 30, 40 minutos e retornar”, disse em transmissão ao vivo nas redes sociais. “Uma febre. Aquilo que foi plantado no Brasil pelos motociclistas está pegando e vai pegar no mundo todo. Um abraço a todos. Se Deus quiser vai ser um passeio muito proveitoso aqui no Qatar”, afirmou.

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O ex-presidente Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva (PT) foi recebido nesta quarta-feira (17) pelo presidente da França, Emmanuel Macron, no Palácio dos Elísios (Elysée), residência oficial do chefe do Executivo francês, em Paris. Apesar de não mais gerir o Brasil, Lula teve recepção comum a chefes de Estado. Reunião marca oposição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que não mantém boas relações com Macron e enfrenta avaliações negativas quanto à agenda climática, diante de líderes europeus. Lula, por outro lado, agendou a política climática e contra a fome como seus principais pilares de governo.

O teor ou tópicos da reunião não foram oficialmente revelados. O ex-presidente brasileiro cumpre uma série de compromissos no velho continente desde a última quinta-feira (11).

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O petista tem feito um giro pela Europa, buscando apoio diplomático de líderes mundiais. Esta semana, o futuro presidenciável foi aplaudido de pé pela ala social democrata do Parlamento Europeu, sediado na Bélgica. Ele também reuniu-se com Olaf Scholz, futuro chanceler alemão que deverá suceder Angela Merkel.

Lula também tem encontros com lideranças políticas na Espanha e França e já passou pela agenda do Partido Social-Democrata (SPD) alemão.

Entre 2019 e 2020, Macron chegou a vetar qualquer acordo comercial com o Mercosul, falando no crime de ecocídio por parte do Brasil. Atualmente, a relação Brasil-França é pouco amistosa. Bolsonaro já ofendeu a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, tendo curtido e respondido a um comentário no Facebook em que a aparência da esposa de Macron era atacada. O episódio aprofundou a crise diplomática entre as duas nações.

Após a saia justa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reavivou a polêmica ao dizer que a esposa do presidente francês “é feia mesmo”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna ao Brasil sob elogios de eurodeputados, após discurso emocionado no Parlamento Europeu, onde visitou nessa segunda-feira (15), em Bruxelas, na Bélgica, como parte de sua tour pelo continente. Em sua fala, disse que sua gestão quer provar “que é possível resolver os problemas do povo pobre, quando ele é colocado no Orçamento”, que o Brasil “tem jeito” e que é possível “construir uma economia justa, sem a destruição do meio ambiente e livre da exploração desumana da força de trabalho”.

O momento rendeu aplausos de pé por parte dos convidados do Parlamento e se tornou assunto das manchetes internacionais das últimas 24 horas. À ocasião, também foi crítico ao seu opositor e possível concorrente em 2022, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Disse que o conservador “representa uma peça importante da extrema direita fascista e nazista mundial” e que “não passa de uma cópia mal feita de Trump”.

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“Acabamos com a fome, a ONU reconheceu. Criamos 22 milhões de empregos”, disse recentemente o ex-presidente. A seguir voltou a dirigir seus dardos contra Bolsonaro: “A extrema direita não pensa no povo trabalhador, no pobre, no emprego, no índio, no negro, na população LGBT+, não pensa em nada que não seja a ganância e o processo de desestruturar o Estado brasileiro”, criticou Lula. Não sabe governar. Vendem, como estão fazendo com a Petrobras e querem fazer com os bancos públicos”.

Lula participou nessa segunda-feira (15) de um ato no Parlamento Europeu em que também esteve presente o ex-primeiro-ministro socialista espanhol José Luis Rodríguez Zapatero. “Temos o objetivo de compartilhar as agendas das esquerdas na América Latina e na Europa. E temos que enfrentar os populismos de direita e de extrema direita”, disse a líder dos social-democratas europeus, a espanhola Iratxe García, que declarou que apoiará o Partido dos Trabalhadores (PT) na próxima eleição.

Desde que saiu da prisão, Lula lidera as pesquisas em clima de polarização. “Estou preparado, motivado e com plena saúde”, tem dito. Mas não admite isso abertamente, cauteloso e respeitando os prazos do partido. “Estamos em um momento muito especial da política brasileira. Meu partido é atacado todos os dias”, destacou. “Mas meu partido vai ter um candidato em fevereiro ou março, e também temos que ver se vamos formar coalizão”, continuou.

O Partido Liberal (PL) emitiu um comunicado, neste domingo (14), afirmando que a filiação do presidente Jair Bolsonro à sigla marcada para o dia 22 de novembro foi cancelada. O documento, segundo o Metrópoles, diz que o cancelamento foi definido "em comum acordo" após trocas de mensagens entre membros do PL e o presidente na madrugada de hoje. 

“Decidimos, de comum acordo, pelo adiamento da anunciada cerimônia de filiação. Portanto, a data de 22 de novembro foi cancelada, não havendo, ainda, uma nova data para o compromisso de filiação”, ressalta o texto. 

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O atraso no casamento, como o próprio Bolsonaro gosta de denominar as articulações para o ingresso em partidos, ocorreu após o presidente dizer, em Dubai, que sua filiação “só vale depois que eu assinar embaixo".

"Enquanto eu não assinar, não vale. Você quer saber a data que vai nascer a criança, e eu nem casei ainda, pô”, declarou o presidente neste domingo.

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