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O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSC), usou o Twitter, nesta segunda-feira (14), para afirmar que agora, com o país sendo governador pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), muitos perderam o medo de falar o que acreditam. 

Segundo Carlos, quando o país era governado pelo PT as pessoas eram “perseguidas e boicotadas” caso tivessem posturas contrárias às da esquerda. 

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“Alguém se lembra como era a mídia, as universidades, os debates políticos no passado? As pessoas eram hostilizadas, perseguidas e boicotadas caso tivessem posições diferentes da esquerda! Ainda é assim em alguns casos. A diferença é que muitos perderam o medo de se posicionar”, escreveu o vereador.

“Perceberam que eram maioria e passaram a enfrentar o sistema que os calou! Agora os responsáveis por nos calar por décadas bancam os democráticos a favor do diálogo e os isentões compram e ajudam a limpar esse passado e jogar esse autoritarismo no colo da direita”, acrescenta o filho do presidente da República.

Carlos Bolsonaro ainda dispara contra os que vem chamando de isentões e os políticos de partidos de esquerda chamando-os de “idiotas úteis”.

Um grupo de blogueiros que ocupam cargos comissionados em órgão do próprio Governo Federal e outras instituições como a Câmara dos Deputados atuam como uma espécie de "milícia virtual bolsonarista". É o que apontam conversas reveladas em reportagem da revista Crusoé deste fim de semana.  

De acordo com a publicação, o grupo é comandado pelo blogueiro Allan dos Santos. As mensagens sugerem que estrategicamente, eles agem contra ministros e autoridades do próprio governo, além de veículos de imprensa e personalidades da oposição. 

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Um dos exemplos citados pela revista é do assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais que teria atuado para tirar Carlos Alberto dos Santos Cruz do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência. A estratégia, segundo a matéria, deu certo. Santos cruz foi demitido em junho.  

Em outra mensagem até os ministros Sergio Moro e Paulo Guedes foram alvos de ataques. “A direita tem que se unir agora. Senão os liberais (Guedes) e tecnocratas (Moro) além de alguns militares que são positivistas demais e nada anti globalistas vão deixar de lado a pauta conservadora”, dizia uma das mensagens, atribuída a Otávio Oscar Fakhoury, tesoureiro-geral do PSL de São Paulo.

“Eu canso de dizer: quem ganhou a eleição não foi a pessoa do JB, nem Mourão, nem os militares. Quem ganhou a eleição foi uma onda, um movimento (como diz o Steve Bannon), um levante conservador!”, continua.

A família do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem tentado impulsionar de toda forma a candidatura do governo brasileiro para integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Um dos sinais disso é um projeto de lei que foi apresentado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) prevendo a criação do “Dia da OCDE” no país. 

O texto chegou à Câmara dos Deputados no dia 1º de outubro, mas foi devolvido pela Mesa Diretora ao parlamentar. Ou seja, a matéria foi descartada e não vai entrar em processo de tramitação. A devolução, de acordo com informações do site da Casa, aconteceu porque o projeto feriu um dos artigos da Lei nº 12.345/2010, que estabelece critérios para a criação de datas comemorativas no país. 

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O artigo quarto da legislação mencionada observa que para a criação de uma nova data comemorativa é necessário que o projeto de lei seja subsidiado por consultas e/ou audiências públicas. O que não é o caso da proposta de Eduardo para a criação do Dia em alusão ao chamado “clube dos países ricos”. 

Ao justificar sua proposta, o filho do presidente faz referência ao pedido formalizado em 2017 para o ingresso do Brasil na OCDE e ressalta que tal oportunidade possibilitará que o país e a organização “trabalhem juntos com o intuito de ampliar a eficiência e a transparência das políticas públicas”. 

“Quando for aceito, o Brasil passará a ter voz e voto, influenciando, sobremaneira, nos debates globais e no estabelecimento e revisão de padrões da organização. Como símbolo da conjugação de esforços entre os Poderes Executivo e Legislativo para a acessão do Brasil àquela organização internacional, propomos o Dia da OCDE no Brasil”, argumenta. 

O projeto previa que a data seria celebrada em 1º de outubro. No despacho de devolução da proposta, a Câmara dos Deputados também ressalta que Eduardo Bolsonaro poderia recorrer da decisão no prazo de cinco sessões plenárias após a última terça-feira (8), quando o texto foi publicado em Diário Oficial.

Coincidentemente ou não, nessa quinta-feira (10) a entrada do Brasil na OCDE foi destaque no noticiário nacional. Isto porque, os Estados Unidos priorizou dar apoio ao ingresso da Argentina e da Romênia no “clube dos países ricos”. O Brasil não foi mencionado no documento entregue à instituição pelo governo americano, o que fez surgir a afirmação de que o presidente Donald Trump não havia cumprido a promessa de endossar o ingresso brasileiro. 

Com a repercussão, que colocava em xeque a afinidade criada entre Trump e Jair Bolsonaro, o chefe do Executivo americano negou que teria recuado e reforçou o apoio que já havia declarado publicamente em março, quando Bolsonaro visitou  Washington. 

O presidente brasileiro, por sua vez, chegou a declarar que o momento do Brasil na OCDE chegaria na hora certa. 

Quem precisou acessar o Twitter na manhã desta sexta-feira (11) percebeu que o presidente da República, Jair Bolsonaro, virou um dos assuntos mais comentados no microblog.

Marcando a segunda posição nos Trending Topics da rede social, a hashtag #BolsonaroOrgulhaOBrasil dividiu opiniões após o governo dos Estados Unidos priorizar a Argentina e a Romênia, e não indicar o Brasil, para integrarem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Os usuários do Twitter contrários ao governo de Jair Bolsonaro não perdoaram a criação da frase e ironizaram o movimento feito pelos simpatizantes do presidente. "Admiro a coragem, porque noção vocês não têm pra subir uma tag dessa", disparou um dos internautas. "Bolsominions não cansam de passar vergonha", comentou outra pessoa.

Confira os memes:

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O presidente Jair Bolsonaro negou nessa quinta-feira (10) que o governo dos Estados Unidos tenha preterido o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante sua tradicional live semanal, no Facebook, Bolsonaro afirmou que o apoio dos norte-americanos à entrada de Romênia e Argentina já era conhecido e que o Brasil terá sua oportunidade de integrar o chamado "clube dos ricos", como a OCDE é conhecida.

"Estamos praticamente chegando lá, só que dois países estavam na frente, Argentina e Romênia, e isso foi mais uma vez externado hoje", disse o presidente. "Não é chegou e vai entrando. Eles [OCDE] fazem uma seleção, e a seleção é a conta-gotas, para exatamente esse novo país que entra cumpra tudo aquilo que está no Estatuto da OCDE, porque eles não podem errar. E o Brasil vai chegar a sua hora", acrescentou.  

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Mais cedo, a agência de notícias Bloomberg informou que governo dos Estados Unidos, por meio do secretário de Estado, Mike Pompeo, rejeitou um pedido para discutir o aumento de integrantes na OCDE, grupo que reúne 36 países, a maioria da Europa e América do Norte. De acordo com a agência, a informação constava em uma carta enviada por Pompeo ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria. No documento, os EUA confirmam apoio formal à entrada da Argentina e da Romênia no grupo.

A Embaixada do Estados Unidos divulgou nota oficial para reafirmar o apoio ao ingresso do Brasil na organização, mas ressaltou que a expansão da OCDE deve seguir "um ritmo controlado que leve em conta a necessidade de pressionar as reformas de governança e o planejamento de sucessão".

"A primeira vez que estive com Donald Trump [presidente dos EUA], pedi esse apoio. Imediatamente [ele] nos deu. Agora, não depende só dele, nós temos que procurar todos os países, porque tem que haver unanimidade", disse Bolsonaro.

Na rede social Twitter, o presidente postou um tuíte do presidente Donald Trump no qual o líder norte-americano reitera o apoio ao Brasil.

Economia

Durante a live, o presidente estava acompanhado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Bolsonaro está em São Paulo, onde participou do Fórum de Investimentos Brasil 2019, um evento internacional de negócios.   

"Estava aqui praticamente a nata dos investidores. E por que se fizeram presentes? Porque o Brasil praticamente recuperou sua confiança", disse o presidente brasileiro, que se reuniu com líderes empresariais de diversos países após o encontro.

Bolsonaro demonstrou entusiamos com os números da economia, como a taxa de inflação e a queda na taxa oficial de juros. "Nós devemos terminar o ano com uma a inflação abaixo da média da meta. Estamos com 5,5% da taxa Selic. Existe a possibilidade de terminarmos o ano com 4,5%. Cada um por centro na taxa de juros, a gente paga, o ano seguinte, menos R$ 40 bilhões", acrescentou.

O presidente da Caixa chegou a dizer que a queda na taxa Selic terá repercussão na redução dos juros do crédito imobiliário concedido pelo banco. "Cada medida de redução de juros se seguirá uma redução de juros no crédito imobiliário", afirmou Pedro Guimarães. A Caixa vem reduzindo os juros do crédito imobiliário desde o início do ano, passando de pouco mais de 10% ao ano para os atuais 7,5%.     

Servidores

O presidente também aproveitou a live para rebater notícias de que o governo planeja acabar com a estabilidade dos servidores públicos. Segundo ele, o que está em estudo só valeria para funcionários contratados, por meio de concurso, no futuro, após a aprovação da mudança.

"O que o governo estuda é o fim da estabilidade para quem adentrar no serviço após a promulgação da emenda constitucional, isso é o que está sendo estudado. Quem está no serviço público pode ter um dia de serviço que não será afetado", disse.

O governo dos Estados Unidos se recusou a apoiar o ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A informação é da agência de notícias Bloomberg. O comunicado foi feito pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, ao secretário-geral da OCDE, José Ángel Gurría. 

Em carta ele diz que a gestão dos EUA rejeita um pedido para discutir a ampliação do chamado “clube dos países ricos”. No documento, Mike Pompeo deixa claro que Washington apoia apenas as candidaturas de adesão da Argentina e da Romênia. 

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A postura não endossa o apoio público dado pelo presidente americano, Donald Trump, ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Durante visita do brasileiro aos EUA em março deste ano, os dois trataram do assunto e Bolsonaro declarou que o compromisso de apoio era o principal resultado do encontro entre eles em Washington.  

Outro sinal de apoio dos EUA para a entrada do Brasil na OCDE foi expresso em julho, pelo secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, durante uma visita a São Paulo.

“Os EUA continuam a preferir a ampliação a um ritmo contido que leve em conta a necessidade de pressionar por planos de governança e sucessão”, afirmou o secretário de Estado na carta, de acordo com a Bloomberg.

O presidente Jair Bolsonaro ainda não se posicionou sobre o assunto. 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) convidou, nesta quinta-feira (10), as pessoas a conhecerem a Amazônia. Durante o discurso na abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2019, em São Paulo, o presidente não deixou seu lado irônico ofuscado e convocou: "conheçam a Amazônia. Vocês não serão queimados, com certeza".

Entre os meses de agosto e setembro, as queimadas na floresta amazônica predominaram o noticiário nacional e internacional. O tema, inclusive, dominou a fala de Bolsonaro na abertura da reunião da cúpula na assembleia-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York depois que ele recebeu críticas de líderes internacionais sobre a condução do problema. Na ocasião, o presidente declarou que a Amazônia está “praticamente intocada”. 

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Nesta quinta, Jair Bolsonaro reforçou sua defesa diante da floresta. "Muitos jornais e televisões não  mostram a realidade. É uma área lindíssima, quase totalmente preservada. Essa terra é patrimônio do Brasil. A Amazônia não é o pulmão do mundo, isso está cientificamente comprovado", argumentou. 

"Queremos explorar a nossa Amazônia de forma sustentável. Fazer com o que ela tem de bom sirva para nós e para a humanidade. Esse Brasil é simplesmente fenomenal, não é por que eu sou brasileiro", acrescentou o presidente. 

Ao repercutir, nesta quinta-feira (10), o que chamou de “novela” do PSL diante da eventual saída do presidente Jair Bolsonaro do partido, deputada estadual de São Paulo Janaína Paschoal, que é da mesma legenda, fez uma brincadeira e disse que “com Bolsonaro no poder não há tédio”. 

“Vejo toda essa novela como um excelente ‘case’. É compreensível que o drama dê um nó na cabeça dos analistas, muito acostumados à dinâmica petista. Vamos aguardar cenas do próximo capítulo. Uma coisa é certa: com Bolsonaro no poder não há tédio”, escreveu a parlamentar no Twitter.

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Além disso, Janaína levou a discussão por uma tese que sempre defendeu: a de candidaturas avulsas.  

“Essa crise em torno da permanência do Presidente da República no PSL tem um lado muito bom. Escancara que já passou da hora de permitirmos as candidaturas avulsas”, observou.

“Se o Presidente sair, vários colegas estão decididos a segui-lo. Mas não podem! Uma lei ultrapassada e escravocrata os obriga a permanecer na legenda. Ocorre que esses colegas só entraram no PSL por apreço ao Presidente. É justo isso? É correto isso? Vejam que não estou falando de fundo eleitoral, nem em tempo de TV. Estou apenas falando na liberdade de ir e vir”, acrescentou a deputada.

Antes de se filiar ao PSL, Janaína Paschoal argumentou, diversas vezes, que gostaria de se candidatar a um cargo público sem precisar estar filiada a algum partido. Contudo, a lei eleitoral não permite tal postulação. 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou o Twitter, nesta quinta-feira (10), para afirmar que as ações da Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade, através do Projeto Pra Frente Brasil, está “sufocando o crime organizado” e tirando o “sustento dos partidos” que integram o chamado Foro de São Paulo. 

“A Polícia Federal queimou mais de 3 toneladas de cocaína. A apreensão recorde em 2019 já superou 60 toneladas. Com o Projeto Pra Frente Brasil, o trabalho de inteligência entre agentes de segurança da União, Estados e Municípios, estes e outros índices de criminalidade continuam caindo”, escreveu o presidente.

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“Estamos sufocando o crime organizado, bem como, retirando o sustento dos partidos e grupos terroristas que compõem o Foro de SP. Estes pretendem, mediante o terror, empobrecimento dos povos e falta de educação, manterem seus líderes ativos e sempre buscando o poder”, acrescentou. 

Para Bolsonaro, o Foro de São Paulo é uma organização criminosa. No entanto, o grupo foi criado para debater alternativas ao neoliberalismo e para promover a integração latino-americana no âmbito econômico, político e cultural, logo após a queda do Muro de Berlim. Foro é composto por 120 siglas, de 25 países, entre elas o PT.

O deputado João Paulo (PCdoB) afirmou, na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nessa quarta-feira (9), que a desigualdade social voltou a crescer no Brasil. Segundo o parlamentar, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta um crescimento acentuado da concentração de renda, revelando que não está havendo nenhuma medida governamental para minimizar o problema.

“A pesquisa mostra que o abismo vem junto com o predomínio da informalidade e com a lenta recuperação do emprego formal no Brasil. Famílias de renda muito baixa diminuíram seus ganhos e os mais ricos têm tido aumento salarial”, pontuou. De acordo com João Paulo, enquanto as famílias de renda muito baixa registraram um recuo de 1,4% nos seus rendimentos médios reais no 2º trimestre de 2019, o segmento mais rico da população obteve uma alta salarial de 1,5%.

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O deputado informou que o documento do Ipea aponta que a diferença salarial entre os domicílios mais ricos e os mais pobres é explicada, em parte, por um aumento mais forte da inflação nas classes de renda mais baixa. “De acordo com o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, essa parcela da população foi mais impactada pelos reajustes de energia elétrica, tarifas de ônibus e medicamentos”, salientou.

Ele lamentou o que chamou de “falta de atitude do Governo Jair Bolsonaro” diante desse cenário. “O presidente segue no padrão negacionista. Para ele, a solução seria o incentivo ao empreendedorismo, porque cada um tem de cuidar de si”, criticou. João Paulo classificou a postura do gestor como falta de compromisso com o povo e concluiu citando uma frase do ex-presidente Lula, extraída de uma carta encaminhada ao último congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT): “É preciso intensificar a luta contra o projeto destrutivo do governo”.

*Do site da Alepe

Chico Buarque não está nem um pouco preocupado com a recusa do presidente Jair Bolsonaro em assinar o Prêmio Camões, conferido a ele neste ano. Em sua conta oficial no Instagram, o artista deixou bem claro que não receber o 'aval' de Bolsonaro é o mesmo que ser premiado novamente.

Na última terça (8), o presidente falou à imprensa sobre a necessidade de assinar a premiação de Chico Buarque em tom de desdém. Quando questionado se o faria, ele respondeu: "É segredo. Chico Buarque? Eu tenho prazo? Até 31 de dezembro de 2026 eu assino".

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A declaração, no entanto, não incomodou Chico. Em uma publicação em seu Instagram, ele rebateu o presidente e comemorou sua decisão de não assinar o prêmio. "A não assinatura do Bolsonaro no diploma é para mim um segundo prêmio Camões", disse o artista.

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A premiação é uma das mais importantes prêmios de língua portuguesa, conferida anualmente a um escritor cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento do idioma. Além do reconhecimento, o escolhido ganha o valor de 200 mil euros, dividido entre os governos do Brasil e de Portugal. A parcela brasileira já foi paga, o que segue pendente é a assinatura do presidente no diploma que comprova o recebimento do prêmio.

Mais de 70 milhões de brasileiros com CNH tiveram seus dados expostos após uma falha de segurança no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). O vazamento foi divulgado via denúncia anônima, feita ao site Olhar Digital, nesta terça-feira (9). Entre os dados expostos estão os do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

A brecha foi descoberta por um pesquisador de segurança da informação que, durante três meses, explorou a falha. Por meio de testes ele descobriu que, ao inserir diferentes números de CPFs gerados aleatoriamente, o erro dava acesso ao banco de dados de todos os Detrans do Brasil. Os órgãos estaduais têm seus sistemas integrados e unificados, o que facilitaria a entrada de invasores. 

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Ao acessar o sistema era possível obter, apenas com o número de CPF, informações pessoais como endereço residencial, telefone, operadora, dados da CNH, foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade. Inclusive de personalidades públicas como o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, Xuxa, Neymar, entre outros.

De acordo com o site, o pesquisador contou que entrou em contato duas vezes com o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, mas não obteve nenhum retorno. Na última semana ele voltou a acessar o site e descobriu que a página não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa, o que permitiria que fosse explorada por algum invasor.

A relação entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), aparenta ter azedado de vez. O parlamentar pernambucano comentou, nesta quarta-feira (9), as declarações de Bolsonaro sobre o seu partido e disse que o chefe do Executivo federal já estava afastado da sigla da qual é filiado.  

"A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido", disse Luciano Bivar à jornalista Andréia Sadi, do G1.

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Nessa terça (8), o chefe do Executivo federal chegou a recomendar para um dos seus apoiadores que esquecesse o PSL e disse que Luciano Bivar está “queimado para caramba”. O apoiador identificado como Diogo Araújo estava aguardando o presidente na saída do Palácio do Alvorada e quando os dois se encontraram, gravou um vídeo dizendo que ele, Bolsonaro e Bivar estariam “juntos por um novo Recife”. 

No mesmo momento, Jair Bolsonaro mostrou insatisfação e afirmou: “ó cara, não divulga isso, não. Bivar está queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido”. 

Ainda sobre o episódio, o presidente do PSL disse que quer “paz”, alegou ser uma “falácia” a tese de que a distribuição dos recursos do fundo partidário teria motivado a briga e deixou claro que a sigla não mudaria de posição diante das ações do governo. 

"O que pretendemos é viabilizar o país. Não vai alterar nada se Bolsonaro sair, seguiremos apoiando medidas fundamentais. A declaração de ontem foi terminal, ele disse que está afastado. Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção", observou Luciano Bivar.

Nos bastidores, Jair Bolsonaro já avalia deixar o PSL. Há informações de que aliados dele estariam criando um novo partido. Também já foram formalizados convites para o presidente ir para o Patriota e a UDN

Expulso do PSL após críticas ferrenhas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) não tem poupado as ironias diante da crise interna que se formou no partido com as declarações do chefe do Executivo federal que recomendou um apoiador a “esquecer o PSL” e disse que o presidente da sigla, Luciano Bivar, está “queimado para caramba”.

Em publicações no Twitter, Frota afirmou que estava amando o fato de neste momento ser do PSDB e pontuou: “Eu avisei que ia pegar fogo no puteiro. E isso é só o começo”.

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Ao mencionar sua saída da legenda e o ingresso no ninho tucano, Frota disse que “nada foi por acaso”. “Estou livre dessa seita Bolsonariana”, alfinetou. 

O deputado federal também argumentou que quem deveria ter sido expulso do PSL era Bolsonaro e não ele. “Hoje estão vendo que o Bivar deveria ter expulsado o Bolsonaro do PSL e não eu. Bolsonaro diz que vai para outro partido e vai levar 25 deputados. Não vai só, vão os olavetes puxa saquistas [sic]. São 12 no máximo”, contabilizou.

Ainda na rede social, Alexandre Frota disse que estava aceitando ideias para o que chamou de “consertar o erro”. “Estou aberto e ideias e a disposição para começarmos a elaboração e criação para a retirada de Bolsonaro. Aceito ideias propostas debates e reuniões para iniciarmos essa força tarefa”, disse.

Aliados do clã dos Bolsonaro estão articulando a possibilidade de criar um novo partido para abrigar a família de políticos que inclui o presidente Jair Bolsonaro e os filhos: o senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC); os três primeiros são filiados ao PSL, partido com o qual Bolsonaro protagoniza uma nova crise. 

Nessa terça-feira, o chefe do Executivo Federal chegou a recomendar para um dos seus apoiadores que esquecesse o PSL e disse que o presidente nacional da sigla, o deputado federal Luciano Bivar, está “queimado para caramba”. 

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De acordo com informações do jornal O Globo, a nova legenda seria batizada de “Conservadores” e o estatuto estaria sendo elaborado por aliados de Eduardo Bolsonaro. O problema, para viabilizar o novo partido, é a falta de tempo hábil para legalizar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as próximas eleições. Isso deveria ter acontecido até o último dia 4, um ano antes do pleito.

Segundo a minuta do esboço do estatuto, a sigla terá como princípios a “moralidade cristã, a vida a partir da concepção, a liberdade e a propriedade privada”. O texto ainda aborda o direito à legítima defesa individual, combate à sexualização precoce de crianças e à apologia da ideologia de gênero e defesa do legado da “moralidade cristã e da civilização ocidental”.

A outra possibilidade é que eles mudem de legenda. O Patriota e a UDN, que ainda está sendo criada, já se colocaram à disposição para receber o grupo. O Patriota deve se reunir nesta quarta para alinhar um posicionamento público sobre o possível ingresso do presidente, que antes da filiação ao PSL, chegou a conversar com a legenda. 

Já a direção da reedição da antiga União Democrática Nacional já declarou estar de portas abertas para abrigar o presidente e seu clã.  

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) disse, nesta terça-feira (8), que não se surpreendeu com a declaração do presidente Jair Bolsonaro (PSL) pedindo para que um apoiador esquecesse o PSL. Bolsonaro também afirmou que o presidente do seu partido, o deputado federal Luciano Bivar (PE), está "queimado para caramba"

Para Alexandre Frota, as falas do presidente refletem uma ingratidão com o PSL. “Eu já esperava que essa hora ia chegar. Bolsonaro vai largar todo mundo e vai partir para outra", declarou, de acordo com a revista Época. “O partido deu uma oportunidade a ele, de ele ter uma legenda, se tornar presidente do país, e o Bolsonaro estava em um momento em que ninguém o queria, ninguém acreditava nele. Isso mostra o quanto ele só pensa nele", acrescentou.

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Expulso do PSL, o deputado também aproveitou para alfinetar Bolsonaro. "Fico pensando naqueles deputado que dão a alma, lutam por ele, acham ele o cara mais honesto e íntegro e o defendem com unha e dentes, ouvindo ele falar que o PSL não interessa e que o Bivar está queimado. Se o Bivar está queimado, o Jair Bolsonaro está carbonizado", disparou. 

Alexandre Frota ainda culpou o presidente pelos problemas da sigla. "O PSL se tornou isso depois que ele entrou. Antes, ele era um partido pequeno, e se tornou esse potência de problemas que foram trazidos, a maior parte, pela família Bolsonaro", observou.

A presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) usou o Twitter, nesta terça-feira (8), para mandar um recado para o presidente Jair Bolsonaro e dizer que não adianta o chefe do Executivo querer se descolar do PSL, porque o partido é dele. 

“Campanha do Ministro do Turismo teria recebido dinheiro não declarado em caixa de roupa de grife e serviços prestados sem recibo. Depois das últimas revelações do laranjal e suspeita de caixa 2, Bolsonaro pede para esquecer o PSL. Não adianta tentar se descolar, PSL é seu”, escreveu Gleisi. 

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A postura da petista foi em reação a postura do presidente que mandou um dos seus apoiadores esquecer o PSL

Na manhã de hoje, ao ser abordado por um apoiador que disse ser do Recife e, ao pedir para gravar um vídeo com Bolsonaro, citar que eles dois e o presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar, estariam juntos “por um novo Recife”, o presidente ficou visivelmente desconfortável e  mandou ele esquecer o partido, pois Bivar “está queimado para caramba”. 

Um vídeo com o registro do momento vem repercutindo nas redes sociais. Luciano Bivar ainda não se posicionou sobre o assunto.

Confira o vídeo:

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse a jornalistas, na manhã desta terça-feira (8), que eles precisavam parar de “perguntar besteiras”, ao ser indagado sobre uma investigação do Ministério Público Federal (MPF) do Pará, divulgada nessa segunda, que aponta denúncias de maus-tratos e tortura a detentos em presídio do Estado. A informação é do site G1.

O presidente foi abordado sobre o assunto quando deixava o Palácio do Alvorada. Ao ser questionado se gostaria de comentar a apuração do MPF, Bolsonaro entrou no carro e, apoiando-se na porta, começou a “orar” soltando novas críticas à imprensa.

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“Deixa eu orar aqui agora. Não sou pastor, não. Meu Deus, salve, lave a cabeça dessa imprensa fétida que nós temos. Lave a cabeça deles, que bote coisas boas dentro da cabeça, que possam perguntar, me ajudar a publicar matéria para salvar o nosso Brasil. Eles não viam problemas em governos anteriores. Vamos ajudar o Brasil. Vocês são importantíssimos para salvar o Brasil. Parem de perguntar besteira”, disse.

O MPF do Pará enviou, nessa segunda, uma recomendação ao governo do Pará recomendando que sejam instaurados procedimentos administrativos para apurar denúncias de tortura, tratamento desumano e degradante nas cadeias estaduais.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disparou, nesta segunda-feira (7), contra a imprensa e questionou se o objetivo dos veículos de comunicação é derrubá-lo do comando do país. Na saída do Palácio do Alvorada, quando costuma cumprimentar simpatizantes, Bolsonaro disse que a mídia tem agido com "covardia" e "patifaria".

"Eu lamento a imprensa brasileira agir dessa maneira. O tempo todo mentindo, distorcendo, difamando. Vocês querem me derrubar? Eu tenho couro duro, vai ser difícil. Continuem mentindo", afirmou o presidente, fazendo críticas diretas às reportagens publicadas pelos jornais Folha de São Paulo e Correio Braziliense.

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“De novo, hoje, capa do Correio Braziliense dizendo que vou acabar com a estabilidade do servidor. Não dá para continuar com tanta patifaria por parte de vocês. Isso é covardia e patifaria. Nunca falei nesse assunto. Querem jogar o servidor contra mim. Como ontem a Folha de S. Paulo queria me ligar ao problema em Minas Gerais. Um esgoto a Folha de S. Paulo”, emendou Bolsonaro.

No fim de semana, uma reportagem da Folha apontava que a campanha dele e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que concorreu à Câmara dos Deputados em 2018, teriam sido beneficiadas com o esquema de candidaturas laranjas do PSL de Minas Gerais. 

De acordo com a reportagem, um depoimento do ex-assessor parlamentar de Álvaro Antonio, Haissander Souza de Paula, dado à Polícia Federal (PF) e uma planilha apreendida em uma gráfica sugerem o suposto desvio. 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu a uma denúncia feita em reportagem do jornal Folha de São Paulo apontando que a campanha dele e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que concorreu à Câmara dos Deputados em 2018, teriam sido beneficiadas com o esquema de candidaturas laranjas do PSL de Minas Gerais. 

A informação foi publicada nesse domingo (6). De acordo com a reportagem, um depoimento do ex-assessor parlamentar de Álvaro Antonio, Haissander Souza de Paula, dado à Polícia Federal (PF) e uma planilha apreendida em uma gráfica sugerem o suposto desvio. Haissander, que ficou preso por cinco dias, disse à PF que "acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro".

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Já sobre a planilha, o jornal observa que uma nomeada como "MarceloAlvaro.xlsx", há referência ao fornecimento de material eleitoral para a campanha de Bolsonaro com a expressão "out", o que significa, segundo os investigadores, pagamento "por fora".

O presidente negou as acusações e disse que a Folha de São Paulo “avançou a todos os limites, transformou-se num panfleto ordinário às causas dos canalhas” e “com mentiras, já habituais, conseguiram descer às profundezas do esgoto”.

“Não usei dinheiro do fundo partidário. Foram R$ 1,7 bi distribuídos aos partidos. Arrecadei na internet R$ 4 milhões e usei apenas a metade. Tentei doar a sobra de R$ 2 milhões para a Santa Casa de Juiz de Fora, mas a legislação não permitiu”, explicou em publicação nas redes sociais. 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, também usou o Twitter para defender o presidente. “O presidente Jair Bolsonaro fez a campanha presidencial mais barata da história. Manchete da Folha de São Paulo de hoje não reflete a realidade. Nem o delegado, nem o Ministério Público, que atuam com independência, viram algo contra o presidente neste inquérito de Minas. Estes são os fatos”, escreveu.

Ainda de acordo com a Folha, a PF sugeriu a abertura de uma segunda investigação sobre as candidatas laranjas do PSL, agora especificamente sobre as contas de campanha do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O auxiliar do presidente foi indiciado, na semana passada, sob a suspeita dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

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