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A Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco realiza uma capacitação para taxistas sobre a "Cartilha de Expressões Idiomáticas para o Turismo" nesta quarta (17) e quinta-feira (18), às 8h30 na sala Tamandaré do Centro de Convenções de Pernambuco. O curso também será realizado também nos dias 22 e 23 de maio, contemplando até 300 profissionais.

O objetivo da capacitação é conscientizar os taxistas da necessidade de aprender novas línguas, como o inglês e o espanhol. O encontro utilizará a cartilha elaborada pela Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) para mostrar aos profissionais como ela pode ser útil no dia-a-dia dos taxistas, já que eles são o primeiro contato de muitos turistas estrangeiros que chegam ao Estado. 

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"As capacitações dos profissionais são de extrema importância para manutenção da qualidade no atendimento.  A cartilha foi criada com o intuito de ensinar aos profissionais frases, perguntas e expressões básicas do inglês e espanhol. A ideia é expandir e atender mais taxistas para que todos recebam os visitantes da melhor forma”, pontua o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras.

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As irregularidades nas contratações de shows realizadas pela Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), investigadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), culminaram com a recomendação MPPE para que o órgão siga a Lei de Licitações e Contratos. Segundo o Ministério, a medida diz respeito à justificativa dos preços nos casos de contratação de bandas e artistas.

De acordo com a publicação no site do MPPE, tanto o Ministério quando o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) identificaram falhas nas justificativas nos valores apresentados pela Empetur. A empresa estadual não apresentou elementos de comparação dos show, para determinação do valor de cada apresentação. 

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O MPPE recomentou à Empetur que a empresa passe a comprovar, por meio de documentação, as informações que permitam avaliar os custos de cada apresentação, com procedimentos sempre acompanhados por um profissional da área. Tais detalhes podem ser duração do show, número de profissionais envolvidos, horário, além de outras variáveis.

Além da fiscalização antes das apresentações, a supervisão também deverá ser feita durante os shows, para constatar se os espetáculos foram usados para promover agentes políticos, servidores públicos ou outros indivíduos. A Lei de Licitações e Contratos exige que, no processo de dispensa de licitação, sejam informados o motivo da escolha do fornecedor e uma justificativa do preço cobrado.

A Empetur deve informar ao MPPE se acata ou não a recomendação no prazo de 30 dias após o recebimento. 

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Entre Recife e Olinda, numa área de 113 mil m², um espaço que parece ser invisível ao poder público. Inseguro e sem investimentos para transformá-lo em um local de lazer e cultura à população, o parque Memorial Arcoverde segue em abandono e, a cada dia, mais baldio. A reportagem do LeiaJá esteve no local e constatou o que já deixou de ser novidade há muito tempo: equipamentos quebrados, mato crescido, falta de público. 

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No ano passado, o parque completou 20 anos e a promessa de aniversário, feita pela Empresa Pernambucana de Turismo Governador Eduardo Campos (Empetur), foi que um projeto de requalificação do espaço já estava em vias de ser implantado. O prazo: abril de 2015. Ao invés de obras, o descaso. Bancos de concreto jogados ao chão, quadra de basquete sem a cesta, equipamentos de malhação destruídos, pista de skate inutilizada. 

À noite, passar pelo local é testar a coragem ou a sorte. Pontos de consumo de drogas e assaltos já se tornaram característica do local. “Poderiam iluminar mais aqui para ter mais movimento. O parque é muito esquecido e vive tendo assalto, não se tem segurança. Já foi muito melhor antigamente”, avaliou Jurandir José da Silva, morador da região há 30 anos e que passa todos os dias pelo parque para ir ao trabalho. Os campos de futebol, segundo Jurandir, são os únicos espaços ainda utilizados pela população, principalmente nos finais de semana. 

Empetur culpa crise econômica e projeto não sai

Questionada sobre o cumprimento dos prazos sobre o projeto de requalificação do Memorial Arcoverde, a Empetur respondeu, em nota oficial, que a atual situação financeira do Brasil impede a realização das intervenções. Confira, na íntegra, a explicação da entidade:

“Pelo atual momento econômico que o Brasil vive, é prudente reavaliar todos os projetos e ações anteriormente divulgados. No início do segundo semestre, a Empetur irá informar sobre uma possível requalificação do espaço. A Empetur informa, ainda, que as intervenções elétricas, hidráulicas e de construção são periodicamente realizadas. Diariamente, uma equipe realiza limpeza e conservação do Memorial”. 

Promessas descumpridas parecem ser comuns no Memorial Arcoverde. Em 2009, o Cirque du Soleil retirou árvores para instalar parte da estrutura do espetáculo. A polêmica chegou até o Ministério Público do Estado, mas o processo foi arquivado em 2012. E o concreto permanece onde, antes, existiam árvores. “Isso é um impedimento muito sério, afinal, é parque ou não? (O poder público) teria que tirar aquele piso e criar arborização ou, por exemplo, pista de ciclismo, que está tão em evidência”, sugeriu a professora de arquitetura e urbanismo, coordenadora do Laboratório de Paisagem da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Ana Rita Carneiro. 

Na concepção da professora, apesar de estar localizado em meio a vias que dificultam seu acesso a pé, o parque “é uma área de respiração, porque é a separação de Recife e Olinda, além de ser um espaço de chegada para Olinda, onde você pode ver a imagem da cidade já dali. Tem que ser preservado”. Ana Rita chegou a orientar um trabalho intitulado “O parque no pensamento de Roberto Burle Marx”, arquiteto responsável pelo projeto inicial do Memorial Arcoverde.  

O também professor Jorge Araújo, do departamento de geografia da Universidade de Pernambuco (UPE), tem uma história de militância com o parque. “Ainda na fase do projeto (no final da década de 90), conseguimos embargar a construção de dois campos de futebol que seriam na área do mangue. Através da Associação Pernambucana de Defesa da Natureza, conseguimos um parecer técnico, entramos na Justiça e foi uma vitória. É um parque muito emblemático que está totalmente abandonado. O poder público poderia estabelecer uma agenda fixa com atividades diárias, acadêmicas e culturais”. 

Continua sem definição o imbróglio entre o Mirabilândia e a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) em relação à permanência do parque de diversões no terreno do Centro de Convenções. A novidade é que na próxima segunda-feira (16) haverá uma audiência de conciliação em relação ao processo em execução, que determinou a saída do Mirabilândia do local desde o último dia 30 de abril, com multa diária de R$ 10 mil caso a ordem não seja respeitada.

A assessoria do parque de diversões, no entanto, afirma que ainda não foi notificada pela justiça, mas que segue em negociação com a Empetur para permanecer no terreno do Centro de Convenções até depois da Copa do Mundo. A previsão é que depois do mundial de futebol o Mirabilândia se mude para uma área em Paulista chamada Mata do Ronca, com 141 hectares e 25 vezes maior que o terreno atual, apesar do espaço ainda não ter sido liberado para uso pela Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH).

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Em nota, a assessoria da Empresa de Turismo de Pernambuco não confirma a informação, mas revela a existência da audiência na próxima segunda-feira (16). “A Empetur informa que o prazo de desapropriação progressiva do Mirabilândia Park expirou no dia 30 de abril. O processo encontra-se em fase de execução do acordo homologado em juízo, e cabe ao poder judiciário a notificação ao Grupo Peixoto. No dia 16 de junho, haverá audiência de conciliação nos autos do processo de execução, na Vara da Fazenda”, diz a nota enviada pela assessoria.

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