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Vanessa Lopes desistiu do BBB24 há exatamente uma semana, no dia 19 de janeiro. Desde então, nem ela, nem sua família haviam se pronunciado sobre a polêmica participação dela no reality. Até que na última quinta-feira (25), o pai da influenciadora quebrou o silêncio.

Através de um vídeo, compartilhado nas redes sociais, Alisson Ramalho fez questão de afastar os rumores de que haveria atrito entre Vanessa e eles.

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"Oi, pessoal! Prazer falar com vocês. Eu quero iniciar minha mensagem agradecendo imensamente toda essa movimentação de apoio, de carinho e acolhimento com a Vanessa. Quero informar a vocês que quando a Vanessa saiu do programa, ela veio diretamente para nossa casa, ela está com a família, com o médico dela e todos os profissionais que são muito importantes nesse momento que demanda atenção e muito cuidado também", disse.

E continua: "Quero tranquilizar vocês sobre as fake news que citam mentiras, dizendo [sobre] atritos e brigas da Vanessa com a família dela. Ao contrário, estamos todos muito bem, em família e esse é um momento de muito acolhimento Queria reforçar também que posteriormente a Vanessa, se Deus quiser, estará aqui conosco distribuindo seu sorriso, seu brilho e sua energia. Finalizo essa mensagem pedindo a vocês muita empatia. A empatia salva vidas e esse é o momento que a gente precisa de muito apoio e muito acolhimento. Muito obrigado".

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Um grupo de pesquisadores do Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (DQ-UFSCar) desenvolveu uma nova maneira para tratar a candidíase vulvovaginal, uma das infecções genitais femininas mais prevalentes que existem. Causada por fungos, provoca sintomas incômodos, como ardência, coceira, inchaço, vermelhidão e corrimento vaginal branco e espesso, a doença afeta três quartos das mulheres em pelo menos um momento de suas vidas. 

Como os tratamentos disponíveis nem sempre são confortáveis, já que incluem cremes e supositórios intravaginais de difícil aplicação e podendo ter a eficácia comprometida por eventuais atrasos no horário de aplicação, o grupo criou uma esponja biodegradável feita de quitosana que libera o medicamento no organismo lentamente. Assim, o tratamento pode ser mais confortável e eficaz.  

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De acordo com a pesquisadora do Departamento de Química da UFSCar (DQ-UFSCar) e primeira autora do estudo, Fiama Martins, os testes, que foram feitos junto com pesquisadores da Universidades do Porto (Portugal), mostraram que a esponja de quitosana, que é um bio polímero natural, biodegradável e poroso, é capaz de absorver os líquidos.

“Então, na perspectiva de uma aplicação no canal vaginal essa esponja será capaz de interagir com o ambiente e com o fluido vaginal absorvendo esse líquido e favorecendo a liberação de antifúngicos presentes nessa esponja”, explicou.  

O grupo encapsulou o clotrimazol, um fármaco comercial amplamente usado no tratamento candidíase na forma de gel e creme. “Nos nossos resultados da aplicação in vitro nós obtivemos resultados bastante positivos e não houve diferença entre usar o fármaco puro e usar o fármaco na esponja”, disse Fiama. 

Ela reforçou que com a esponja, o medicamento acaba formando uma película gelatinosa que adere nas paredes vaginais, ficando retida por mais tempo e aumentando a eficácia do tratamento. “Os cremes normalmente, acabam descendo e são removidos pela própria força da gravidade. Com a esponja o medicamento permanece mais tempo no canal vaginal”, afirmou.

Próximo passo é o estudo clínico desse material e, não há previsão para a introdução do produto no mercado, disse pesquisadora. 

O artigo Chitosan-based sponges containing clotrimazole for the topical management of vulvovaginal candidiasis pode ser lido no site.

Em três dias, a campanha para arrecadar recursos para o tratamento de Pedro, filho do indigenista Bruno Pereira, assassinado em 2022, atingiu a meta de R$ 2 milhões. O menino, de cinco anos de idade, foi diagnosticado com neuroblastoma, câncer no estágio 4, e deverá ser submetido a um autotransplante de medula óssea. Após o transplante, necessitará do medicamento betadinutuximabe, importado e ainda não oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A mãe do garoto, antropóloga e diretora do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Beatriz Matos, comemorou o resultado. “Nós estamos muito felizes. Em apenas 3 dias, a campanha SalvePedro atingiu a meta de R$ 2 milhões. Isso é incrível! O remédio para o tratamento está garantido. Graças a todos que se engajaram e colaboraram com a gente”, celebrou.

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Beatriz Matos quer agora aproveitar a onda de solidariedade para ajudar mais pessoas. “Vamos aproveitar todo esse engajamento para fazer ainda mais. Continue doando. O dinheiro arrecadado além da meta será todo encaminhado para ajudar outras crianças que enfrentam o mesmo problema do Pedro, através do Instituto Anaju. Vamos salvar os amigos do Pedro. Fazer cada criança mais feliz”, disse

O que é neuroblastoma

Esse tipo de câncer é o terceiro mais recorrente entre crianças, depois da leucemia e de tumores cerebrais. É o tumor sólido extracraniano mais comum entre a população pediátrica, representando 8% a 10% de todos os tumores infantis.

O aumento do volume abdominal é um dos possíveis sintomas do neuroblastoma. Por isso, segundo especialistas, o tumor pode ser descoberto a partir da queixa de uma criança com dor na barriga, incômodo no tórax ou dor muscular. É mais comum que ocorra até os cinco anos de idade, incluindo os recém-nascidos.

O remédio betadinutuximabe, cujo nome comercial no Brasil é Qarziba, já tem registro na Anvisa e está em estudo na Universidade de São Paulo (USP) e no Hospital Israelita Albert Einstein. A pesquisa tenta reduzir para 20% a dose do remédio no tratamento, o que poderia tornar a medicação mais barata. O Qarziba ajuda o sistema imunológico a identificar possíveis novas células cancerígenas. 

A antropóloga Beatriz de Almeida Matos criou uma vaquinha virtual para ajudar no tratamento do filho Pedro, de 5 anos, que está em tratamento de um tipo de câncer. Beatriz é viúva do indigenista Bruno Pereira, considerado um dos maiores especialistas em povos isolados do País e que foi assassinado em junho de 2022 no Vale do Javari, quando realizava uma expedição com o jornalista inglês Dom Phillips, que também foi morto.

No ano passado, o menino foi diagnosticado com neuroblastoma estágio 4, um tipo de câncer muito agressivo. "Depois de 5 meses fazendo quimioterapia em hospital público, a luta do Pedro é para que o câncer não se espalhe. Isso só pode ser evitado com um medicamento caríssimo (betadinutuximabe), que tem de ser importado e não é oferecido pelo SUS", explicou Beatriz na descrição da plataforma de arrecadação Vakinha.

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A meta é conseguir R$ 2 milhões. Até a manhã desta sexta-feira (5), a campanha havia arrecadado pouco mais de R$ 650 mil, oriundos de cerca de 7,3 mil doadores. As doações podem ser feitas a partir do link www.salvepedro.com.

O neuroblastoma é um tipo de câncer que quase sempre atinge crianças até 5 anos de idade. A maioria dos neuroblastomas se desenvolve nas glândulas adrenais (próximas aos rins), mas pode atingir outros órgãos. No estágio 4, a doença já atingiu os gânglios linfáticos.

"Pedro é filho de Bruno Pereira, um dos indigenistas mais combativos do Brasil, assassinado covardemente em junho de 2022. Um crime que comoveu o mundo e indignou o país. Bruno dedicou a vida à Amazônia. Denunciou o garimpo ilegal e a pesca predatória. Combateu o desmatamento e a grilagem de terras. Enfrentou os invasores das áreas protegidas. Lutou pelos povos indígenas. Defendeu a floresta, o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos. Agora, a batalha do Pedro, o filho do Bruno e da antropóloga Beatriz de Almeida Matos, é pela vida", escreveu Beatriz.

"Vamos salvar o Pedro. Entra nessa vaquinha. Colabore como puder. Pedro é filho do Bruno. Pedro é filho da Beatriz. Pedro é nosso filho. É filho do Brasil. Salve Pedro", acrescentou a antropóloga.

Preta Gil compartilhou com seus seguidores na noite da última terça-feira, dia 12, que voltou ao hospital para tirar alguns grampos do local operado.

Preta foi ao hospital acompanhada de Gominho e disse que a retirada dos grampos causava dor.

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A cantora passou recentemente por uma cirurgia de reconstrução de parte do trato do intestinal em um hospital de São Paulo. No começo de dezembro, a artista anunciou também que havia retirado a bolsa de ileostomia.

Ao que parece, dezembro está sendo um mês especial para Preta Gil. Na última segunda-feira, dia 11, a artista fez uma publicação nas redes sociais anunciado que a primeira etapa do tratamento contra o câncer no intestino estava finalizada. Apesar de ainda seguir sob acompanhamentos médicos nos próximos cinco anos, a cantora celebrou mais essa vitória na sua vida:

Estou muito, muito, muito feliz e grata!!! A cada um que me deixou uma mensagem de carinho, a cada abraço de afeto que recebi nas ruas.

A cantora Preta Gil anunciou, em vídeo publicado nas redes sociais, que encerrou o tratamento contra o câncer de intestino. A cantora aproveitou também para confirmar a retomada do Bloco da Preta, seu tradicional bloco carnavalesco, para o dia 4 de fevereiro no Rio.

"Meu tratamento oncológico finaliza após uma cirurgia de reconstrução do meu trato intestinal e reversão da ilestomia. Sigo em processo de reabilitação e ficarei durante 5 anos sob cuidados médicos, onde terei minha rotina de acompanhamento, mas que é o comum para pacientes oncológicos como eu", contou a cantora. 

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Preta disse que foi um "ano muito difícil,  sofrido, mas de muitas vitórias, de uma onda de amor gigantesca e que foi essencial para esse meu processo de cura".

"Estou muito, muito, muito feliz e grata!!! A cada um que me deixou uma mensagem de carinho, a cada abraço de afeto que recebi nas ruas, à toda minha rede de apoio, amigos e minha família que não largaram minha mão nenhum segundo", disse.

A filha de Gilberto Gil também aproveitou para agradecer aos profissionais de saúde envolvidos no seu tratamento e anunciou a comemoração dos 15 anos do Bloco da Preta, em fevereiro. 

Veja o vídeo:

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Nesta sexta-feira, dia 24, a empresa responsável pela gestão de imagem e assessoria de Neymar Jr., a NR Sports, divulgou um vídeo do atacante durante o tratamento de recuperação da cirurgia no joelho esquerdo. Como você acompanhou, o jogador teve que passar por uma operação após se lesionar em uma partida, no dia 17 de outubro de 2023.

As imagens compartilhadas mostram um pouco da rotina do atacante, além da dor sentida durante todo o processo. Ainda mais, podemos ver um curto clipe onde Neymar aparece segurando a filha mais nova Mavie em seu colo.

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- Só dorme assim agora, fala o papai enquanto a bebê descansa em seu peito.

Vale lembrar também que o jogador foi operado no dia 2 de novembro para corrigir uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. O astro realizou o procedimento duas semanas após se machucar na partida diante do Uruguai pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Ainda mais, o prazo de retorno após a recuperação varia entre seis a oito meses.

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Desde o dia 2 de setembro você vem acompanhando a recuperação de Mingau, o baixista da banda Ultraje a Rigor, que foi baleado na cabeça em uma passagem por Paraty, no Rio de Janeiro. Atualmente internado em São Paulo, ele segue se recuperando do grave trauma na cabeça.

Na última sexta-feira (10), Marcos Kleine, guitarrista da Ultraje, anunciou a abertura de uma vaquinha virtual para arcar os custos do tratamento do músico.

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"O começo dessa história muitos já devem saber: em 2 de setembro Mingau voltava para São Paulo quando, ao passar por Paraty, foi baleado na cabeça. Em estado grave e transferido para a capital paulista, enfrentou duas grandes cirurgias em questão de dias. Sua vida ficou por um fio. A comoção foi geral. Família, amigos, fãs e até quem nem sequer conhecia o baixista do Ultraje a Rigor, um cara com jeitão de moleque, de sorriso fácil e coração de ouro, passou a vibrar por sua recuperação".

E continua:

"Depois de dois meses na UTI, está em condições de partir para a reabilitação. Ele evoluiu bastante nesse tempo, e tem muito mais que progredir, para poder voltar a fazer o que mais gosta: tocar, tocar... E estar em contato com a natureza. Agora também é a hora de acertar as contas com a equipe de neurologistas que o acompanha desde a cirurgia. Como os familiares não conseguem arcar com todas as despesas não cobertas pelo plano de saúde, abrimos uma vaquinha para quem puder colaborar na construção de um final feliz pra essa história".

Depois de 20 anos do assassinato do jovem casal de namorados Liana Friedenbach e Felipe Caffé, o autor confesso dos crimes, Roberto Aparecido Alves Cardoso, conhecido como Champinha, terá o atendimento terapêutico e psicossocial acompanhado por um comitê dos órgãos de controle. Na época dos crimes marcados por extrema brutalidade, incluindo sequestro, estupro, tortura e homicídios, em novembro de 2003, Chapinha tinha 16 anos. Desde então, ele é mantido sob custódia do Estado, e, desde 2006, está internado para tratamento da saúde mental.

Na última segunda-feira (6), o governo de São Paulo e a Defensoria Pública definiram a criação de um comitê interdisciplinar para acompanhar o atendimento terapêutico que, segundo o governo, já é oferecido aos cinco ocupantes da Unidade Experimental de Saúde onde Champinha está internado. A unidade, administrada pela Secretaria Estadual de Saúde, foi criada para receber menores de 18 anos com transtornos de personalidade.

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Conforme a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o comitê foi instituído por resolução publicada no Diário Oficial do Estado e atende a uma pactuação com Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública para que esses órgãos de controle passem a acompanhar os internados que estão sob responsabilidade da pasta na Unidade Experimental.

A equipe que integrará o comitê ainda está em formação. "A publicação permite maior transparência no acompanhamento desejado pelos órgãos de controle", disse, em nota.

A Defensoria Pública foi autora da ação civil pública que resultou no acordo. No processo, os defensores alegaram que a unidade onde Champinha estava internado não oferecia acompanhamento psicossocial efetivo. A estrutura, com capacidade para 40 pessoas, tem segurança 24 horas, funcionários administrativos, de limpeza, e equipe de saúde incluindo enfermeiros e médicos, inclusive um psiquiatra. Agora, vai passar a contar com a supervisão do comitê.

Alto grau de psicopatia

A unidade tem objetivo de abrigar internos com grau elevado de psicopatia que, além de oferecer risco à sociedade, representam risco de morte a outros internos convivendo no mesmo espaço. O tempo de internação é definido pela Justiça a partir de laudos médicos. "Desde a inauguração da unidade há um plano terapêutico singular aplicado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A SES disponibiliza aos internos a equipe médica, os medicamentos, bem como o acompanhamento clínico e psiquiátrico", diz nota da SES.

O defensor público Daniel Secco, do Núcleo da Infância e Juventude da Defensoria, disse que a criação do comitê é importante porque agora vai permitir um acompanhamento que é obrigatório por lei. "A necessidade de acompanhar, avaliar e reavaliar as condições de saúde mental, ainda mais quando envolvem privação de liberdade, é um dever trazido pela legislação nacional e internacional. Isso não vinha sendo feito", disse. De acordo com o defensor público, a comissão avaliará se os tratamentos oferecidos a essas pessoas são adequados. "Isso é importante, foi uma decisão acertada", disse.

Os crimes

Em 2003, quando estava com 16 anos, Champinha foi detido com outros quatro homens acusados de matar Liana, então com 16 anos, e Felipe, com 19. Eles foram rendidos quando acampavam em Embu-Guaçu, na região metropolitana de São Paulo, levados para um cativeiro e submetidos a sessões de tortura antes de serem assassinados.

A jovem foi estuprada por Champinha, que a ofereceu também aos cúmplices. Apenas um deles não a estuprou. Ela ficou mais dois dias sofrendo abusos de Champinha, até ser assassinada por ele com golpes de facão, em uma trilha da mata. Champinha foi condenado a três anos de internação na Fundação Casa - tempo máximo permitido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Interdição civil

Antes do término do prazo, em 2006, o Ministério Público obteve da Justiça a interdição civil de Champinha, com base em laudos que o apontavam como psicopata, com transtorno de personalidade e leve retardo mental, sendo capaz de cometer atos irracionais.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) diagnosticou "transtorno orgânico de personalidade" e recomendou sua internação psiquiátrica por ser "um indivíduo de alta periculosidade". Outro laudo oficial, do Instituto de Medicina Social e de Criminologia (Imesc) apontou que o paciente tinha Transtorno de Personalidade Antissocial (TPAS), doença mental sem cura. O laudo afirmou que Champinha era extremamente impulsivo e não sentia culpa de nada.

Em 2007, ele chegou a fugir da unidade, mas foi recapturado no dia seguinte. Em 2019, a interdição foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nesse ano, ele participou de uma rebelião em que um funcionário da unidade foi feito refém. Posteriormente, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão e determinou que Champinha continuasse recebendo tratamento na Unidade de Saúde Experimental.

Na época, foi cogitada a transferência de Champinha para a Unidade Prisional Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Taubaté, no interior, mas a lei só previa essa internação para adultos que cometeram crimes.

Os outros envolvidos na morte do casal foram condenados a penas de 124, 110, 47 e 6 anos de prisão, respectivamente, conforme o grau de envolvimento nos crimes. O caso gerou grande repercussão e levou a movimentos para revisão da lei da maioridade penal no Brasil. A reportagem procurou o advogado Daniel Adolpho Daltin Assis, constituído no processo como defensor de Champinha, e até as 20h de ontem não obteve retorno.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Roberto Justus e sua família têm motivos de sobra para celebrar. Isso porque o empresário fez a última sessão de imunoterapia na última quarta-feira, dia 8, contra o câncer na bexiga.

Nas redes sociais, ele disse:

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"Hoje foi um dia muito especial! Um ano depois fiz o meu último tratamento preventivo de imunoterapia. Agora resta acompanhar de perto por mais alguns anos para ter certeza que estarei 100% curado. Nesse importante momento estive acompanhado dos meus médicos maravilhosos, Fernando e Louise, e de meus cinco filhos. Prevenção e cuidados rigorosos são nossos maiores aliados na saúde."

A esposa de Justus, Ana Paula Siebert, comentou:

"Há pouco mais de um ano recebemos um notícia que assustou tanto, que trouxe medo e insegurança, e hoje foi o final de um ciclo superimportante. Sua última imunoterapia, o final do tratamento, após a cirurgia do câncer. Que ano longo e intenso, né? E hoje que alegria! Eu tenho um orgulho enorme do seu caminho até aqui, a força como você encarou tudo foi inspiradora. Aliás, você sempre é fonte de inspiração. Te amo, Roberto Justus e estou imensamente feliz por comemorar esse dia tão esperado! Um agradecimento a toda equipe que cuidou do Roberto e em especial aos médicos Fernando e Louise, vocês são demais."

O empresário também recebeu o carinho das filhas. Fabiana Justus, disparou:

"Depois de um ano de tratamento, finalmente terminou o tratamento e a gente está muito feliz. Papi, muito orgulho de você, da sua determinação e garra em tudo que faz. Hoje terminou seu tratamento, e eu não poderia estar mais feliz! Vamos comemorar a vida"

Rafaella Justus disse:

"Meu Rei, te amo demais."

O grupo farmacêutico americano Merck Sharp & Dohme (MSD) pagará até 22 bilhões de dólares (R$ 111 bilhões) à japonesa Daiichi Sankyo como parte de uma aliança para desenvolver e comercializar três tratamentos experimentais contra o câncer fora do Japão, anunciaram as duas empresas.

Os tratamentos desenvolvidos pela empresa nipônica são chamados de conjugados anticorpo-fármaco (ADC, na sigla em inglês) e são terapias que atacam as células cancerígenas com mais precisão e menos efeitos colaterais.

Em uma primeira etapa, a MSD deve pagar 4 bilhões de dólares (R$ 20 bilhões) a Daiichi Sankyo e depois efetuará pagamentos adicionais com base no cumprimento de metas futuras de vendas até um máximo de US$ 22 bilhões, informa um comunicado conjunto.

As ações da farmacêutica registraram alta na Bolsa de Tóquio após o anúncio.

"No momento em que a Daiichi Sankyo prossegue sua transformação em líder mundial da oncologia, reforçando sua infraestrutura e talento, uma colaboração com a Merck permitirá disponibilizar estes tratamentos ao maior número de pacientes o mais rápido possível", afirmou o CEO da farmacêutica japonesa, Sunao Manabe.

Os três tratamentos estão em diferentes fases de desenvolvimento clínico para aplicação de forma individual ou combinada em múltiplos tipos de tumores sólidos.

Um deles, o 'patritumab deruxtecan' para o câncer de pulmão, tentará obter autorização das autoridades regulatórias americanas em março de 2024, informaram as empresas.

"O trabalho pioneiro dos cientistas da Daiichi Sankyo evidencia o potencial considerável dos ADC para oferecer novas opções significativas aos pacientes de câncer", disse o CEO da MSD, Robert Davis.

"Estamos impacientes para desenvolver esta colaboração e fornecer a próxima geração de medicamentos anticancerígenos de precisão", acrescentou em um comunicado.

O grupo japonês já tinha uma parceria com a britânica AstraZeneca para o biomedicamento Enhertu contra o câncer de mama, além de outro tratamento contra o câncer de mama e de pulmão.

Com o acordo, o laboratório americano consegue reforçar seu portfólio no mercado oncológico, atualmente já dominado por seu medicamento Keytruda, cuja patente expira esta década, segundo a Bloomberg.

No ano passado, a MSD tentou adquirir a empresa de biotecnologia Seagen, especializada em tratamentos oncológicos e nas terapias ADC, mas foi o grupo farmacêutico Pfizer que a comprou em março por 43 bilhões de dólares (R$ 217 bilhões).

Uma mulher denuncia a Gol Linhas Aéreas após ter sido retirada de um voo com a filha que sofre de escoliose e não possui braços e pernas. Maria Vitória, de oito anos, estava no colo da mãe Naíde Sales, mas funcionárias da empresa teriam informado que ela precisava ocupar outro assento ou teria que desembacar da aeronave.

A família é natural de Reriutaba, no Interior do Ceará, e estava em São Paulo para o tratamento da menina. A mãe explicou que costuma viajar com Vitória nos braços, pois ela não consegue sentar.

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Elas já estavam acomodadas na aeronave depois de passar pelo check-in e pelo raio-x, no Aeroporto de Congonhas, quando duas funcionárias da companhia foram até o assento e pediram para elas descerem, já que a criança não poderia viajar no colo da mãe.

A avó da menina estava presente e as três deixaram o avião. A família só conseguiu voltar para Fortaleza porque outra companhia cedeu assentos. De acordo com o G1, Vitória retornou, como de costume, nos braços da mãe. A família vai ingressar na Justiça com uma ação por danos morais.

Em nota, a Gol alegou questões de segurança e citou as normas do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) sobre a proibição de crianças viajarem no colo. Confira o comunicado:

"A Gol informa que na sexta-feira (06/10), durante procedimento de embarque do voo G3 1576, entre Congonhas (CGH) e Fortaleza (FOR), uma criança de 8 anos, com necessidade de atendimento especial, e sua mãe não puderam seguir viagem, pois, infelizmente, não foi possível que a criança usasse o cinto de maneira que sua Segurança durante todo o voo estivesse garantida.

Conforme o que rege o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) em seu artigo 121, também não é permitido que crianças com dois anos completos ou mais viajem no colo de um adulto. Durante um voo, numa ocorrência de turbulência mais severa ou numa desaceleração, por exemplo, o uso do cinto de segurança é a forma mais eficaz para se evitar graves acidentes a bordo.

A Companhia lamenta o inconveniente e reforça que as suas equipes de aeroportos e tripulação não mediram esforços para atender às necessidades das Clientes e tomaram as decisões sobre os procedimentos com base no nosso valor número 1: a segurança"

Ana Furtado alegrou a sexta-feira de seus seguidores com uma ótima notícia. Neste 29 de setembro, a apresentadora compartilhou em suas redes que é seu penúltimo dia tomando Tamoxifeno, remédio que faz parte de seu tratamento pós-câncer de mama.

- Penúltimo dia do Tamoxifeno. Praticamente cinco anos se passaram desde que comecei a iniciar esse tratamento pós-tumor cancerígeno na mama. Um protocolo que segui durante cinco anos e amanhã acaba... Penúltimo comprimido e eu queria dividir isso com vocês, que minha fé, força e coragem nunca acabaram e que tudo passa!

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Ana passou por um período difícil de sua vida após ter sido diagnosticada com câncer. Desde então, ela atravessou várias fases do tratamento e nunca viu problema em falar sobre sua saúde nas redes.

Recentemente, a esposa de Boninho compartilhou em seu Twitter que estava comemorando cinco anos desde que fez a última quimioterapia. Além disso, ela comentou que, em menos de um mês, estaria totalmente curada.

O mês de setembro é marcado por uma data importante, na área de saúde, sendo lembrado, nesta sexta-feira (29), o Dia Mundial do Coração. A iniciativa, criada no ano 2000 pela Federação Mundial do Coração, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), busca conscientizar as pessoas acerca das doenças que acometem o coração e o sistema cardiovascular. O Hospital Pelópidas Silveira, no Recife, é um dos centros de referência no atendimento e tratamento de doenças do coração no estado, e alerta a população sobre os principais problemas identificados no sistema circulatório. 

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), de janeiro de 2020 até junho de 2023 foram contabilizadas 14.478 mortes ocasionadas por infarto agudo do miocárdio, o quadro que mais mata no estado, e também no Brasil. A hipertensão essencial fica no segundo da lista de problemas fatais, tendo um total de 8.236 óbitos pela condição, do início de 2020 até o primeiro semestre deste ano. O acidente vascular cerebral, mesmo tendo um volume menor, figura em terceiro lugar da lista, sendo a causa da morte de 5.263 pessoas em Pernambuco, no mesmo período. 

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Imagem: Rachel Andrade/LeiaJá

Apesar de os números fatais serem elevados, os tratamentos oferecidos pela rede estadual de saúde atendem a uma população muito maior. Ainda segundo a SES-PE, casos de acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva, infarto agudo do miocárdio e insuficiência cardíaca neonatal são os principais quadros tratados na rede pública, com o somatório de 20.489 pacientes em 2020, 22.380 em 2021, 27.757 em 2022 e 11.770 até junho de 2023. 

O médico cardiologista do HPS, Sérgio Nascimento, explicou ao LeiaJá que existem diversos fatores que podem ocasionar um problema no sistema cardiovascular, passando de uma herança genética a uma carga emocional. “O infarto é uma obstrução da artéria do coração que acontece quando a pessoa soma vários fatores. Não necessariamente precisa ser um fator só. A gente tem fatores que são relacionados à própria herança genética. Gente que tem predisposição à obstrução do coração por placa de gordura, e também tem outros fatores, como pressão alta, colesterol alterado, o diabetes, a obesidade, que acabam gerando inflamação e aumentando a forma do corpo obstruir esse vaso. Então, desses fatores a gente tem mais comum a população na quarta a quinta década [de vida], que é a partir dos 40 anos tendo um maior acometimento dessa doença”, afirmou. 

Dr. Sérgio Nascimento. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá 

Quem faz parte dessas estatísticas é Luciana Maria da Silva, aposentada de 52 anos, moradora da comunidade Lagoa Encantada, no bairro do Ibura, zona Sul do Recife. Ainda em 2022, ela começou a sentir um desconforto, chegou a ser atendida e descobriu que tinha arritmia cardíaca. O caso se tornou mais grave, no entanto, em meados de junho de 2023, quando, um dia, seus batimentos cardíacos chegaram a mais de 210 por minuto. “Um dia eu acordei, e o coração começou a palpitar demais e também não levei a sério, não imaginei. No dia seguinte, novamente, aí eu fui no médico. Aí ele passou os exames, fiz, aí realmente acusou que eu estava com pressão alta e arritmia cardíaca. E daí não fiz o tratamento como deveria ser. Tomei só aquele medicamento e não tomei o resto, não continuei. Achava que era só uma caixa. Aí não tive [nada], depois de um ano eu vim ter [outro episódio]. Então chegou quase a, talvez, uma parada [cardíaca]”, relatou Luciana ao LeiaJá