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O pequeno João Miguel, de 1 ano e 9 meses de vida, morreu na manhã desta quinta-feira (17), meses depois de seu pai ser preso por ter desviado R$ 1 milhão que seria usado para o tratamento da criança que havia sido diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME).

O dinheiro desviado pelo pai havia sido arrecadado em uma "vaquinha virtual". Ao invés de ajudar no tratamento do filho, Mateus Henrique Leroy Alves, 37 anos, usou o dinheiro para viver uma vida de luxo em Salvador, na Bahia. Leroy acabou sendo preso em julho deste ano.

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Nesta quinta-feira (17), João Miguel saiu de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, com destino a Belo Horizonte, onde tomaria a segunda dose de um medicamento importante para o seu tratamento. No caminho o pequeno passou mal e morreu. 

A justiça francesa condenou, nesta quarta-feira (16), a cinco anos de prisão uma mãe que escondeu durante dois anos seu bebê no porta-malas de um carro, o que deixou a criança com danos irreversíveis.

Rosa Maria da Cruz, de 51 anos e mãe de outros três filhos, havia sido condenada em primeira instância em 2018 a cinco anos de prisão, três deles suspensos, mas apelou da sentença.

Um tribunal de apelação a condenou nesta quarta-feira a uma pena de cinco anos de prisão. Da Cruz enfrentava uma pena máxima de 20 anos.

O caso que chocou toda a França veio à tona em 2013, quando a mãe da garota, chamada Séréna, foi até uma oficina mecânica com o carro no qual mantinha sua filha escondida desde o nascimento, cerca de dois anos antes.

A bebê foi descoberta nua, coberta de excrementos e incapaz de manter a cabeça erguida no carro da mãe. Rosa escondia a existência do bebê de seus filhos e de seu marido.

O casal teve outros três filhos, entre 6 e 12 anos de idade, todos na escola e normalmente integrados à sociedade.

Séréna, que vive hoje com uma família de acolhida e em breve fará oito anos, sofre de um "déficit funcional de 80%", uma "síndrome do autismo certamente irreversível" relacionada às condições de seus 23 primeiros meses de vida, segundo avaliações.

A defesa alegou que Da Cruz sofreu uma "negação da gravidez", a terceira em quatro gestações, seguida de uma "negação de filho", argumento que a acusação rejeitou.

Um idoso de 70 anos foi preso ao sair de um motel com uma menina de 11 anos em Ji-Paraná-RO. A criança contou aos policiais que essa era a segunda vez que era levada ao motel pelo suspeito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava ronda na BR-364 na tarde da terça-feira (15). Os policiais notaram uma caminhonete saindo do motel na beira da estrada. Ao notar a presença da viatura, a passageira, de baixa estatura, teria colocado um boné e se abaixado, chamando a atenção dos policiais.

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Durante abordagem, a polícia verificou que o automóvel era ocupado pelo idoso e pela criança. O motorista afirmou que teria levado a menor para conhecer o motel, sem ter praticado qualquer abuso sexual. A menina, entretanto, denunciou que aquela era a segunda vez que era abusada.

O idoso, que é vizinho da criança, costumava pagar parte das compras da família dela. Ele ameaçava parar de ajudar nas compras caso a menina o denunciasse.

Na primeira vez que a levou para o motel, ele tirou a roupa dela e tocou nas partes íntimas. Desta última vez, o suspeito também deu R$ 60 em espécie à criança para convencê-la a não falar sobre o ocorrido. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Segundo a PRF, a mãe da criança considerou a situação um "exagero" e não compareceu à Unidade Operacional da PRF conforme solicitado. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Com mais de 3 mil seguidores no Instagram, o Capitão Guerra Mirim ganhou de presente de Dia das Crianças uma visita ao presidente Jair Bolsonaro, neste fim de semana.

Pedro, 6 anos, circulava neste domingo, 13, pelo Palácio da Alvorada ao lado do pai. Sob um calor de 31 graus, trajava um simulacro de farda completa do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), da Polícia Militar de Minas Gerais. Além das roupas, carregava duas armas de brinquedo, uma estilo pistola e outra semelhante a uma metralhadora.

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O pai, empresário do ramo de segurança em Belo Horizonte (MG), disse que a viagem a Brasília para encontrar o presidente foi um pedido do filho. "Ele tem todas as fardas da PM. Ontem ele estava vestindo uma do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE)", afirmou o pai, Rafael Almeida Guerra.

Pedro estava ainda com uma moto elétrica que também simula a que é usada por policiais. O pai disse que já investiu cerca de R$ 7 mil com as fardas e a moto. "Cada joguinho desse de farda é quase R$ 400", disse o pai.

Pedro e o pai devem ficar em Brasília até terça-feira, 15, para visitarem Bolsonaro no Palácio do Planalto. O Capitão Mirim já encontrou o presidente em outras oportunidades e usa uma foto ao lado do presidente no perfil do Instagram, com a frase "Amor eterno ao meu presidente". Há também fotos em que ele simula fazer a segurança do Palácio do Planalto ao lado de uma outra criança. O pai diz que o filho é apaixonado pelo trabalho da polícia.

Em depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital, Paulo Sérgio Evangelista, tio e suspeito de matar Estela Evangelista de Oliveira, de 6 anos, assumiu ter enforcado a garota por causa de uma briga que aconteceu entre ela e o irmão mais novo. Depois de morta, a menina teve o seu corpo colocado na cama e a mãe nada suspeitou.

O crime aconteceu na última segunda-feira (7), no alto do Morro dos Prazeres, Zona Norte do Rio de Janeiro. Sérgio só assumiu ter sido o autor nesta sexta-feira (11). Ao G1, Bruno Ciniello, delegado responsável pela investigação, disse que o suspeito admitiu o crime e contou detalhes do caso, negando apenas ter abusado sexualmente da vítima. 

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Depois de ter esganado a sobrinha e vendo que a mãe da garota não percebeu o que havia acontecido, Paulo tentou se livrar do corpo da sobrinha. Pela manhã do dia seguinte ao crime, o suspeito disse aos familiares que iria à praia com a Estela, não voltando para casa depois. 

Os familiares fizeram campanha para localizar o corpo da garota, que só foi encontrado na quarta-feira (9), enrolado em um lençol e um tapete e coberto por sacos plásticos pretos. De acordo com o G1, a família só reconheceu o corpo de Estela pelas roupas e por um cordão que ela usava.

Uma criança, de nove anos, foi acusada de incendiar intencionalmente um trailer, resultando na morte de cinco pessoas no estado do Illinois, nos Estados Unidos. O caso ocorreu em abril deste ano, porém ela só foi indiciada nessa quarta-feira (9). O parentesco entre as vítimas e a acusada não foi confirmado.

"O incêndio foi iniciado intencionalmente", afirmou o médico legista Tim Ruestman ao The Guardian. Três crianças - entre um e dois anos; uma idosa, de 69; e um homem, de 34, morreram no incêndio ocorrido por volta das 21h, do dia 7 de abril, no trailer 14, em Cypress Court, em Goodfield.

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"As acusações estão completamente fora de linha, considerando tudo o que aprendemos. Especialmente sobre o desenvolvimento cerebral das crianças", ressaltou a advogada Betsy Clark. Desde 2006 uma criança não é indiciada de assassinato em massa no país, segundo a universidade de Northeastern.

Seguindo as leis de Illinois, suspeitos mais novos que 10 anos não podem ser detidos ou levados a julgamento público, a menos que seja acusado como adulto. No entanto, caso a criança tenha que responder por homicídio, será colocada em liberdade constitucional até os 21 anos. Além disso, deve receber acompanhamento psicossocial e sessões regulares de terapia.

Um menino de quatro anos morreu atropelado quando tentava atravessar a BR-104, em Agrestina, no Agreste de Pernambuco, na tarde da quarta-feira (9). O garoto estava acompanhado da mãe, que carregava outro filho de um ano e dez meses no colo.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o garoto teria soltado a mão da mãe e corrido para atravessar sozinho a rodovia.

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Um carro atropelou o garoto e o condutor permaneceu no local. Ele realizou o teste do bafômetro, que não constatou ingestão de álcool.

O motorista e a mãe da criança foram encaminhados à Delegacia de Bezerros, no Agreste.

 

A polícia militar prendeu na noite desta quarta (9) o motorista de um caminhão que atropelou e matou uma criança de cinco anos no bairro de Jardim Piedade, em Jaboatão, na Região Metropolitana do Recife. O condutor tentou fugir do local, mas foi seguido pelos policiais e detido.

PMs do Batalhão de Trânsito (BPTran) realizavam uma apreensão de drogas em um veículo, quando o caminhão que passava pelo local acabou atropelando a criança. O efetivo fez o acompanhamento e realizou a captura do motorista, evitando, inclusive, que ele fosse linchado pela população revoltada.

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O motorista foi levado até a Delegacia de Prazeres, onde a ocorrência foi registrada.

Há cerca de oito anos, uma família da Vila Dois Carneiros, em Jaboatão dos Guararapes, localizado no Grande Recife, promove um Dia das Crianças solidário e cheio de diversão na comunidade. Na última edição, realizada no próprio quintal, 200 crianças tiveram uma tarde recheada de brincadeiras e guloseimas, advindas de doações. Em 2019, o evento está agendado para o próximo dia 20 e precisa da sua ajuda.

Pula Pula, piscina de bolinhas, muitas risadas e presentes. Durante uma tarde, as crianças da região são contempladas pelo altruísmo da Família Melo, que se une a amigos e vizinhos para suplantar a falta de políticas públicas voltadas para o lazer dos menores na comunidade.

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"Ele via que tinha muitas crianças que moram por aqui e não tinham a oportunidade de passar o dia das crianças brincando ou ganhando presente, como ocorria na nossa família[...] Ele queria proporcionar isso a mais pessoas", relembra Camila, uma das idealizadoras do evento, ao citar o pai, responsável pelo pontapé inicial.

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Ao longo de quase uma década a festa se popularizou, tanto que foi necessário começar a distribuir pulseiras para controlar o quantitativo de participantes. No dia do evento, os responsáveis devem ir pela manhã até a residência da família e informar quantos crianças vão participar e a idade. O controle foi necessário para que todas fossem igualmente atendidas.

Quem quiser ajudar na realização da festinha basta visitar a Família Melo na Rua Doutor Júlio Lira, 32 B, bairro da Vila Dois Carneiros, ou entrar em contato através do telefone (81) 985470489, o número também é WhatsApp. Outra opção é depositar valores na conta corrente do Itaú 21228-5, agência 7226, endereçada a Paulo Roberto de Melo.

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul prendeu um homem de 47 anos e sua esposa, de 28, na manhã da terça-feira (8). Segundo a investigação, entre 2015 e 2016, o suspeito teria abusado sexualmente de sua enteada de apenas 11 anos, que engravidou.

De acordo com a polícia, a mãe da vítima tinha conhecimento dos abusos e de que o responsável pela gravidez era seu companheiro. A mulher não teria tomado qualquer atitude e dado seguimento ao relacionamento.

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O casal estava foragido desde que as prisões foram decretadas em julho de 2018. Em julho e agosto deste ano, a Polícia Civil recebeu mais denúncias de duas vítimas menores de idade que teriam sido abusadas pelo homem.

Os investigadores descobriram que os procurados estavam escondidos em áreas rurais na fronteira entre o Brasil e Bolívia. Após monitoramento, a dupla foi presa na casa da mãe do suspeito.

Em dois municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR) as eleições para o Conselho Tutelar, ocorrida nesse domingo (6), foram marcadas por confusão e suspensões. Além da interrupção da participação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no pleito, erros nas cédulas de votação e até candidato acusado de roubo foram registrados. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ressalta que os atrasos não podem afetar a data de posse, marcada para o dia 10 de janeiro de 2020.

Em Olinda, as cédulas de voto tinham nomes e números errados, além da presença do candidato Guilherme Caio Felix Paixão - excluído judicialmente do pleito após ser condenado por roubo qualificado com uso de faca. A presidente do Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente de Olinda (COMDACO) admitiu falhas durante a confecção das cédulas.

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Falhas na impressão -“A gente não conferiu. A gente achou que o [modelo] que tinha dado o ‘ok’, ele [responsável pela gráfica] ia fazer [...] Quando chegou sábado, nós não conferimos. O problema foi esse. Eu sei que todos nós erramos, mas a gente confiou", revelou Paulina Lucena. Ela explica que o erro foi percebido e informado à gráfica responsável ainda no processo de produção. Antes da impressão, a empresa reenviou o modelo das 40 mil cédulas ao Conselho de Eleição, que aprovou a arte.

“Todos nós erramos. A gente tava no barco e o barco afundou”, lamentou a presidente. Devido a falha, uma confusão se formou e Paulina afirma que por pouco não foi agredida junto dos demais integrantes do COMDACO. Ela acredita que uma possível participação do TRE no pleito não teria mudado tal desfecho e revelou que a comissão vai realizar uma assembleia para decidir quando a nova eleição ocorrerá. Entretanto, o MPPE recomenda que a Comissão Eleitoral seja substituída e que os novos integrantes definam a data.

Recondução de mandatos - Já em Camaragibe, a Justiça havia suspendido todos os atos dos integrantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), desde o dia 20 de junho deste ano. O motivo foi a recondução ilegal dos mandatos após uma reunião extraordinária realizada no dia 27 de junho. Como consequência, tal ato retirou a legibilidade do pleito para o Conselho Tutelar na cidade.

A situação de Camaragibe é mais complicada que em Olinda, pois, para atingir o prazo da data da posse, primeiro devem ser eleitos os responsáveis pelo Conselho Municipal. A partir daí, deverá ser iniciada a eleição no município.

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--Eleições para conselheiros tutelares enfrentam politização

A Polícia Civil suspeita que um dos dois policiais militares que participaram da reconstituição da morte de Ágatha Félix, de 8 anos, realizada pela Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro na noite de terça-feira, 1, foi o autor do tiro que matou a menina, segundo afirmou a TV Globo na noite desta quarta-feira, 2. Esse PM passou mal durante a reconstituição.

Ainda segundo a TV Globo, é grande a probabilidade de que não tenha havido confronto com criminosos, como alega a PM. Só dois tiros teriam sido disparados, ambos pela polícia, e um deles teria batido em um poste e estilhaços dele atingiram a menina. Os peritos afirmam que, se tivesse sido atingida diretamente pelo tiro, Ágatha teria ferimentos muito mais graves no corpo. A necropsia encontrou apenas fragmentos de bala, e por isso não conseguiu confirmar com exatidão de que arma veio o disparo. Mas os fragmentos são compatíveis com fuzis, armas que os PMs usavam enquanto patrulhavam a comunidade.

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Durante a reconstituição, o delegado Antônio Ricardo Lima Nunes, diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), confirmou que uma das hipóteses investigadas é de que a bala desviou em um poste, onde foi encontrada marca de tiro recente.

A reconstituição começou às 18h45 e se estendeu por cerca de cinco horas. Só dois dos 11 policiais envolvidos no caso participaram, além de seis testemunhas civis. A mãe de Ágatha, Vanessa, não participou por motivos de saúde - ela teve picos de hipertensão.

Ágatha morava na Fazendinha, uma das comunidades do complexo de favelas do Alemão, na zona norte do Rio. Por volta das 21h do dia 20, ela voltava para casa com a mãe, em uma perua Kombi que faz transporte local. Quando estavam na rua Antônio Austregésilo, a menina foi atingida. Onze policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Fazendinha patrulhavam a região, e testemunhas afirmam que um deles foi o autor do disparo. A PM alega que havia tiroteio entre os policiais e o garupa de uma moto que passava pelo local.

Neste domingo (6) ocorrem em todo o Brasil as eleições para o Conselho Tutelar. No Recife, cerca de 1,1 milhão de eleitores vão escolher os profissionais responsáveis pelo cumprimento das determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em contato permanente com o Ministério Público, durante quatro anos, os eleitos devem garantir proteção e dignidade aos menores de idades do município.

Para ocupar uma das 40 vagas, dispostas em oito Conselhos Tutelares espalhados por seis regiões político-administrativas do Recife (RPAs), os 93 candidatos passaram por prova escrita, avaliação psicológica e precisaram comprovar experiência mínima de dois anos na área dos cuidados com menores, em organizações distintas. Os eleitos recebem um salário bruto em torno de R$ 3,7 mil, que é mantido pela Prefeitura do Recife.

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Também houve a necessidade de apresentar ficha criminal sem registros, visto que, o conselheiro deve ter "reconhecida idoneidade moral, idade superior a 21 anos e residir no município", segundo o art. 133 do ECA.

A coordenadora do Abrigo Jesus Menino, localizado no Barro, Zona Oeste do Recife, explicou a relação mantida com os conselheiros. Eles entram em contato com as organizações para acompanhar o acolhimento e saber a disponibilidade para receber novas crianças. Ainda segundo Tarcísia Moura, quando convocados, participam das audiências envolvendo menores para assegurar os direitos jurídicos.

O Conselho Tutelar é um órgão colegiado com cinco membros eleitos. Juntos, atendem crianças e adolescentes expostos a abusos e situações violentas; além de garantir saúde, alimentação e segurança, como lembrou a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA-Recife), Ana Farias.

Quem pode votar?

Assim como nas eleições para o poder executivo, os cidadãos devem ser maiores de 16 anos, inscritos regularmente como eleitores do Recife -em até 90 dias antes do pleito. Das 9h às 17h, eles devem se deslocar aos 107 locais de votação em posse do título de eleitor, comprovante de quitação eleitoral e documento oficial com foto. Vale ressaltar que o voto é facultativo.

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A Polícia Civil investiga a hipótese de uma bala ter desviado em um poste e atingido a estudante Ágatha Félix, de 8 anos, que morreu vítima de uma bala perdida no último dia 20 na Fazendinha, uma das favelas do complexo do Alemão, na zona norte do Rio.

Essa possibilidade será analisada durante a reconstituição do crime, que será realizada na noite desta terça-feira, 1, no local em que a menina foi morta, uma esquina da rua Antonio Austregésilo. A reconstituição começou às 18h40, sob condições de luminosidade semelhantes às do momento do crime.

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Cinco testemunhas vão participar da reconstituição, entre elas o motorista da Kombi que transportava Ágatha. Os 12 policiais militares investigados e a mãe de Ágatha, Vanessa Félix, que estava com a menina na hora do crime, não vão participar.

Os policiais usaram do direito de não participar. A mãe passou mal, com picos de pressão alta, e por isso não teve condições de estar presente, segundo o advogado Rodrigo Mondego, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Estado do Rio de Janeiro (OAB-RJ).

"Perto do local tem um poste que apresenta sinais de arma de fogo e é possível que o tiro tenha atingido o poste e desviado até a menina", afirmou, na noite desta terça-feira, o delegado Antonio Ricardo Lima Nunes, diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP) da Polícia Civil do Rio.

Ágatha voltava para casa com a mãe, em uma perua Kombi que faz transporte local. Testemunhas afirmam que o tiro partiu de policiais militares que faziam ronda na comunidade. Os PMs afirmam que havia confronto com criminosos, o que as testemunhas negam.

"Temos 70 policiais envolvidos na reconstituição, entre eles quatro peritos da Delegacia de Homicídios da capital. Vamos fazer as medições e confrontá-las com as versões apresentadas. A ideia da reconstituição é exatamente saber se houve confronto ou não. Ela vai ser feita de acordo com o que as testemunhas afirmaram", disse o delegado.

Segundo Nunes, três blindados fazem a proteção da área, para evitar que criminosos ataquem os policiais durante a reconstituição.

Nesta terça-feira (1) começa o mês das crianças e o Hopi Hari, parque temático no interior de São Paulo, preparou uma promoção especial para os pequenos no mês de outubro. As crianças de até 12 anos terão a entrada gratuita desde que acompanhadas de um adulto pagante.  A oferta é válida de quinta-feira a domingo, na compra de passaportes UNI (unitário adulto) ou DUNI (duas pessoas).

Todas as noites durante o mês de outubro, a rua di Kaminda terá um pocket show com a bruxinha Harikadabra e seus amigos Baba e Bobi. No dia das crianças (12 de outubro), os pequenos que forem ao Hopi Hari fantasiados poderão participar do show.

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Já no dia 13 de outubro, a Arena di Hopi Hari, recebe o MC Dynho e a MC Mirella, que realizarão um dia dedicado ao funk paulista no parque de diversões.

 

Serviço

Hopi Hari

Onde: Rodovia dos Bandeirantes, KM 72, Vinhedo, São Paulo

Quanto: Passaporte a partir de R$ 139,90 (compra antecipada) no site www.hopihari.com.br ou (11) 4210-4000

Estacionamento: R$ 40 carros e vans; R$ 25 motos

 

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quinta-feira (26) um projeto de lei que fixa multa imposta a hotéis, pensões, motéis ou congêneres que hospedarem criança ou adolescente desacompanhado de pai, mãe ou responsável. O projeto (PL 2.710/2019) segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

De autoria da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), a proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA — Lei 8.069/1990) para estabelecer que a pena de multa a ser aplicada será de 10 a 50 salários de referência. Segundo Rose, o projeto aprimora a legislação que, por equívoco, deixou de estabelecer o espectro de valores da multa a ser aplicada aos estabelecimentos que deixarem de observar as proibições estabelecidas pelo ECA. Ela ressalta que o projeto devolve ao estatuto força normativa e coercitividade para proteger “um segmento absolutamente vulnerável da população, incapaz de decidir, por si, sobre a condução da própria vida, especialmente no campo sexual”.

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Proteção

A relatora, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), recomendou a aprovação da proposta, alertando para a necessidade de tornar a legislação mais rigorosa e assim assegurar maior proteção às crianças e adolescentes.

“São estabelecimentos, em geral, direcionados a hospedagens de elevada rotatividade, situados fora das zonas urbanas e suburbanas, de acesso restrito e discreto. Por essas características, esses locais têm potencial para se tornarem espaços onde crianças e adolescentes podem estar particularmente vulneráveis”, argumenta Zenaide em seu relatório.

*Da Agência Senado

 

Parentes da menina Ágatha Félix, de 8 anos, morta na última sexta-feira, 20, no complexo de favelas do Alemão (zona norte do Rio), estiveram nesta quarta-feira, 25, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), onde foram recebidos pelo presidente Luciano Bandeira. A mãe, Vanessa Sales Félix, o pai, Adegilson Lima, e a tia Danielle Félix estiveram na Ordem após prestarem depoimento na Delegacia de Homicídios da capital, na Barra da Tijuca (zona oeste).

Em nota, a OAB-RJ afirma que a Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária da entidade está assistindo a família durante todos os procedimentos e vai continuar a acompanhando durante todo o inquérito. "Caso alguma testemunha se sinta intimidada, vamos dar toda assistência", afirmou Rodrigo Mondego, membro da comissão.

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Foi preso nesta quarta-feira (25), em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, um homem acusado de estuprar a própria filha, de 9 anos. Segundo a polícia, ele teria praticado o crime diversas vezes.

Ainda de acordo com a investigação, o homem é acusado de estuprar também sua cunhada com aval da companheira. A vítima relatou que não havia denunciado o crime antes porque sofreu ameaças do acusado e também da própria irmã.

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O preso foi encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da justiça.

Os pais de Ágatha Félix, que morreu após ser atingida por um tiro na noite de sexta-feira passada, dia 20, afirmaram em depoimento nesta quarta-feira (25) que não havia confronto no Complexo do Alemão no momento em que a menina foi baleada. A mãe de Ágatha, Vanessa Salles, disse ainda que o disparo veio de onde estavam policiais militares, mas não soube precisar se o tiro partiu de um dos PMs.

Adegilson Félix e Vanessa Salles chegaram à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) por volta de 10h20 e não falaram com a imprensa. No início da tarde, o advogado Rodrigo Mondego, integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ e que acompanha a família, disse que as testemunhas estão com medo.

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"A família quer refutar com veemência a versão de que havia tiroteio no local. Todas as testemunhas por parte da família dizem que não houve tiroteio naquele determinado local, e não sabem de onde partiu a bala. A bala pode ter partido de uma briga de bar, pode ter partido de um marido tentando matar a mulher, pode ter partido de um marginal ou de um policial", declarou Mondego. "(A mãe) afirmou que o tiro veio da direção de onde tinha policiais, mas até agora não tem, por parte da família e de outras testemunhas, certeza que partiu diretamente de um policial."

O advogado afirmou que as testemunhas estão acuadas, e que o motorista da Kombi relatou estar se sentindo ameaçado, mas não deu detalhes.

"A gente não quer expor mais detalhes por uma questão de segurança das testemunhas. As pessoas moram numa comunidade deflagrada do Rio de Janeiro, têm medo, sofre pressão de todos os lados", insistiu.

Apesar disso, Mondego declarou que todos confiam nas investigações sobre a morte a menina. "A gente confia no trabalho da Divisão de Homicídios. A família e a gente acredita que eles possam fazer um bom trabalho para solucionar de onde partiu o tiro que vitimou a Ágatha."

A Polícia Civil do Rio deve fazer na próxima terça-feira, 1º, a reconstituição da morte de Ágatha Félix, menina de 8 anos morta na semana passada no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. A informação foi dada pelo delegado Daniel Rosa, da Delegacia de Homicídios da Capital.

Responsável pela investigação do crime, a polícia civil ouviu nesta terça-feira, 24, quatro PMs e o motorista da kombi em que a menina estava quando foi morta. Na segunda-feira, oito PMs já tinham sido ouvidos. Nesta quarta-feira, 25, será o dia do avô e dos pais de Ágatha falarem com a polícia, que já apreendeu até aqui oito armas para a perícia. A previsão é de que eles cheguem na delegacia por volta de 10h.

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O laudo dos peritos deve ser entregue até o final desta quarta-feira, 25, segundo o delegado. "Esse laudo está em confecção, esse fragmento está sendo periciado a fim de determinarmos o calibre efetivo da arma", disse.

Pela manhã, ao sair da delegacia, o motorista da kombi garantiu que não havia tiroteio na hora do crime. "Uma criancinha foi embora por causa da irresponsabilidade do polícia", afirmou.

O delegado também destacou que há indícios de que, além de Ágatha e da mãe, havia um casal na kombi na hora do crime. Ele pediu para a população colaborar caso tenha informações relativas a isso.

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