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O grupo étnico Santal, nativo da Índia e Bangladesh, acredita que quando o primeiro dente aparece na gengiva superior de um bebê, a criança deve se casar com um cachorro para afastar espíritos malignos.

Na web, surgiu um vídeo inacreditável de uma cerimônia de casamento realizada entre um menino de um ano de idade e um cachorro do estado indiano de Odisha. O ritual bizarro seria realizado pelo grupo étnico Santal.

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Acredita-se que o surgimento do primeiro dente dar azar, o que faz com que uma cerimônia de casamento seja organizada às pressas entre uma criança e um cachorro, sendo esta a única maneira de se livrar de espíritos malignos.

O casamento em si é apenas uma cerimônia simbólica, e as crianças, que são casadas com cachorros, posteriormente recebem a permissão de manter laços matrimoniais mais convencionais. Nem precisam se divorciar dos cachorros, escreve o tabloide britânico Daily Star.

O vídeo, gravado no sábado (22), exibe uma cerimônia de casamento no vilarejo Bariyan com muita gente contente vestindo trajes coloridos.

Bateristas proporcionam acompanhamento musical e o menino, que está prestes a se casar com um cachorro, parece bastante desorientado, assim como o animal.

Em 2003, uma menina de nove anos de idade também se casou com um cachorro. O grupo étnico Santal, de uma vila remota indiana de Khanyan, acredita que o dente "enraizado na gengiva superior" é um presságio do mal.

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Da Sputnik Brasil

Na última quarta-feira (19), um vídeo de um menino australiano de 9 anos de idade chorando após ser vítima de bullying. No vídeo, feito pela mãe da criança, o menino, que é da etnia Murri (aborígene) nasceu com acondroplasia, um tipo de nanismo, pede uma corda para se enforcar e diz que quer esfaquear seu coração. 

“Eu quero esfaquear meu coração, quero que alguém me mate”, diz a criança, enquanto a mãe se queixa da falta de atitudes da escola e pede mais consciência sobre os efeitos do bullying. O caso aconteceu na cidade de Brisbane, na Austrália. 

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Depois que o vídeo viralizou nas redes sociais, várias pessoas se comoveram com a situação do garoto e o time australiano de rugby Indigenous All Stars convidou o menino para entrar em campo com a equipe na partida de sábado (22). A Carina State School, instituição de ensino onde o garoto estuda, não se pronunciou sobre o caso. 

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Um menino de apenas 6 anos foi vítima de uma bala perdida na tarde deste sábado, 15, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A bala ficou alojada na costela do menino, que foi levado para o Pronto-Socorro Central do município.

Segundo a secretaria municipal de saúde de São Gonçalo, ele vai passar por uma cirurgia para a retirada do projétil.

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Seu estado de saúde é estável.

A Plataforma Fogo Cruzado informou que, desde o início deste ano, sete crianças (com idade inferior a 12 anos) foram baleadas no Rio; uma delas morreu.

Somente na semana passada, duas crianças foram baleadas.

Na noite da última quinta-feira, um menino de um ano e quatro meses foi atingido por estilhaços de bala quando estava dentro de casa, no colo da mãe, em Cordovil, na zona norte.

Ele foi atendido no Hospital Getúlio Vargas e teve alta na sexta-feira. Havia uma operação da polícia na região e houve troca de tiros com supostos criminosos.

Na noite anterior, na última quarta-feira, um menino de três anos de idade foi atingido por estilhaços na cabeça, quando passava pela Linha Amarela no carro de sua família.

Ele foi atendido no Hospital de Bonsucesso e liberado.

No ano passado, segundo a Plataforma Fogo Cruzado, 24 crianças foram baleadas no Rio, das quais sete morreram.

Noah Woods é só um garotinho de cinco anos, mas que já recebeu o título de bombeiro honorário e prêmio de salva-vidas. O motivo é que o menino salvou toda a família de um incêndio em sua casa. O caso aconteceu no Estado da Georgia, nos Estados Unidos. 

Ele se tornou um herói, pois, ao perceber que a casa estava em chamas, na madrugada de um domingo, a criança ajudou a retirar a irmã de apenas 2 anos da residência pela janela, conseguiu resgatar o cachorro da família e colocá-lo em um lugar seguro e, em seguida, foi à casa vizinha para pedir socorro pelos outros parentes adultos. 

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Em entrevista à CNN, o chefe de departamento de bombeiros do condado de Bartow, Dwayne Jamison, disse que é extraordinário para uma criança de 5 anos ter tido essa noção de alerta. "Já vimos crianças alertando suas famílias antes, mas para uma criança de 5 anos estar alerta o suficiente para fazer isso, é extraordinário", exaltou. 

Ainda segundo Dwayne Jamison, a causa do incêndio foi uma tomada elétrica que estava sobrecarregada no quarto de Noah.

O menino salvou um total de 9 vidas, incluindo a si próprio. Noah e mais 4 pessoas tiveram queimaduras leves e passam bem. Na cerimônia, realizada nessa sexta-feira (14), ele recebeu uma homenagem. Além das nomeações, foi proclamado pelo comissário Steve Taylor, o “Noah Woods Day” para lembrar o ato de coragem do garoto.

Foto: Reprodução/Facebook/Bartow County Fire Department

A confusão referente à paternidade de uma adolescente russa ganhou um novo capítulo. Após apontar que o pai do seu bebê seria um amigo, de apenas 10 anos, a família da jovem Darya, de 13, denunciou outro adolescente. Ele foi posto em prisão domiciliar na Rússia.

Alegando que tinha mantido relação sexual apenas com o pequeno, a história da gestação de Darya ganhou repercussão internacional e os menores chegaram a participar de um programa televisivo, no qual especialistas afirmaram que o Ivan não tinha maturidade sexual para procriar. Ainda assim, as famílias estavam convencidas da paternidade.

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Segundo o jornal Komsomolskaya Pravda, a família da garota acabou descobrindo um envolvimento com outro jovem, de 15 anos, e o denunciou às autoridades. Na Sibéria, a idade legal para fazer sexo é 16 anos, por isso, ele está mantido em prisão domiciliar.

Uma mulher pediu ajuda a uma equipe da Polícia Militar da Bahia para tomar conta do seu filho de dois meses para que ela pudesse ir ao posto médico em Salvador-BA na manhã desta quinta-feira (13). Segundo a PM, a mãe não tinha com quem deixar a criança.

 "Estávamos na patrulha em frente a unidade médica e ela perguntou se a gente poderia segurar o bebê dela enquanto tomava vacinas. Ela disse que não confiava em ninguém que não fosse a gente para ficar com a criança", relatou o soldado Tiago Souza da Cruz, do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) da 40ª CIPM.

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 De pronto, o policial pegou o bebê no colo.  "Fiquei bastante emocionado, pois também sou pai e sei que é necessário ter muita confiança para deixar um bem tão precioso com um desconhecido", disse o soldado.

*Com informações da assessoria

Um missionário peruano da Igreja Adventista do Sétimo Dia foi preso após estuprar uma menina, de quatro anos, dentro de um templo em Itanhaém, no Litoral de São Paulo. A mãe da criança flagrou o abuso do religioso, de 31 anos, e o denunciou.

Enquanto participava de uma reunião na igreja, a mãe deixou a garota ir à Sala Primária, onde são oferecidos brinquedos. O suspeito, que mora na igreja, estava na sala quando a vítima entrou. Segundo o boletim de ocorrência, ele pegou a mão da criança, colocou em seu órgão genital e começou a movimentar.

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Quando foi buscar a menina, a mãe flagrou a cena. Longe do peruano, ela perguntou a filha o que havia ocorrido e a criança confirmou o abuso. Em depoimento, ela disse que o missionário estava de costas, mas percebeu que ele pôs algo dentro das calças quando a porta abriu.

Líderes da igreja se reuniram e questionaram o missionário, que confessou o crime. O missionário relatou que colocou a mão da criança em seu pênis e falou 'besteiras' com conotações sexuais.

A Polícia Militar foi acionada e o encaminhou para a delegacia seccional do município. Ele foi preso em flagrante por estupro de vulnerável. 

No momento em que as atenções das autoridades sanitárias se voltam para o risco do novo coronavírus, a dengue continua avançando no Estado de São Paulo. Na madrugada deste sábado (1º), uma criança de dez anos morreu com sintomas da doença, em Ribeirão Preto, interior do Estado. É a segunda morte por suspeita de dengue registrada na cidade este ano.

A vítima estava internada desde a sexta-feira (31) na unidade de emergência do Hospital das Clínicas. O paciente passou por atendimento na rede municipal, antes de ser encaminhado ao HC local. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o diagnóstico foi de dengue, mas ainda é preciso aguardar o resultado dos exames, por isso o caso é tratado como suspeito.

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São Paulo tem 390 mil casos confirmados e 256 óbitos até o dia 11 de novembro. Em 15 de janeiro, uma menina de 8 anos morreu com sintomas de dengue hemorrágica. Ribeirão Preto registrou 596 casos da doença em janeiro, 134% a mais que no mesmo mês do ano passado.

Em Presidente Venceslau, no oeste paulista, um homem de 43 anos morreu, na quarta-feira, 29, com suspeita de doença hemorrágica. Ele estava internado na Santa Casa local. A cidade já havia registrado uma morte suspeita de dengue no dia 16 de janeiro. A vítima foi um servidor municipal de 48 anos. A prefeitura informou que ainda aguarda o resultado dos exames feitos no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

Outra morte com suspeita de dengue aconteceu também no dia 29, em Pirapozinho, na mesma região. A vítima, um idoso de 71 anos, apresentou sintomas e foi levada para o Hospital Regional de Presidente Prudente. A causa da morte constou no atestado de óbito, mas a prefeitura informou ser necessário aguardar os exames.

No oeste paulista, este ano, foram registradas mortes suspeitas por dengue também em Presidente Prudente e Parapuã - um caso em cada cidade. Houve ainda uma morte por dengue hemorrágica em Pederneiras.

A doença apresenta números elevados em muitas cidades do interior. Em Votuporanga, região norte do Estado, foram registrados 1.043 casos positivos este ano e tem 1.603 sendo investigados. Em São José do Rio Preto, foram 117 casos confirmados em janeiro, mas ainda há 571 em investigação. Catanduva tem 440 casos positivos e apura outros 1.043. Em Conchal, a situação é de epidemia, com 168 casos confirmados.

Em 2018, São Paulo registrou 444.593 casos de dengue, com 265 mortes, segundo o Ministério da Saúde. A Secretaria da Saúde do Estado informou que a doença é sazonal, com oscilação no número de casos e aumento a cada três ou quatro anos.

Desde o ano passado, há uma maior circulação do sorotipo 2 da dengue e quem teve a doença causada por vírus de outro tipo, pode apresentar quadro clínico mais grave quando infectado pelo tipo 2. A pasta informou que apoia as prefeituras em ações contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Um homem de 42 anos, que não teve o nome revelado, é suspeito de estuprar a própria neta de 6 anos em Votorantim, São Paulo. Foi a irmã da vítima que acionou a polícia depois que escutou a criança gritando. A jovem, que tem 20 anos, contou à polícia que quando chegou ao local encontrou a irmã com uma expressão de assustada. 

A criança, que estava na casa do avô, disse que foi abusada por ele e que o suspeito chegou a cobrir a boca dela para que ela não gritasse. Além disso, a vítima ainda contou à polícia que essa não foi a primeira vez que foi abusada pelo familiar. Ela explica que, na primeira vez, o ato aconteceu na sala da casa, enquanto a avó fazia almoço - a segunda vez teria acontecido enquanto a avó dormia.

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À TV Têm, a polícia informou que a criança tinha dito que o avô pedia para que ela não contasse a ninguém o que ele fazia e que ele a segurava para que ela não conseguisse fugir. O suspeito pulou o muro da casa e conseguiu fugir. A Polícia Civil da região é quem está investigando o caso.

Um pastor de 53 anos, que não teve o nome revelado, foi preso por estupro de vulnerável. O líder da Assembléia de Deus do município de Ouro Branco, no Sertão de Alagoas, estava na companhia de uma garota de 12 anos. Ele afirmou à polícia que a menor era sua namorada e que os pais da menina, que também são evangélicos, tinham consentido o relacionamento.

A TV Gazeta aponta que os policiais do 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM) foram checar uma denúncia e bateram na porta da igreja, onde o flagrante aconteceu. O pastor disso aos agentes que estava na companhia de sua namorada e quando os policiais checaram a idade da vítima constataram que se tratava de uma menor de idade.

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Por conta do crime de estupro de vulnerável o pastor foi preso e levado para a Delegacia de Santana do Ipanema. O 7º BPM confirma que a criança e o idoso já mantinham a relação há um ano - tudo com a permissão dos pais da garota. 

Um garotinho, de 10 anos, supostamente engravidou uma adolescente, de 13, na região de Krasnoyarsk, localizada na Sibéria, Rússia. As identidades dos menores não foram reveladas, mas o casal precoce se descreve nas redes sociais como 'casados'. 

Eles não estudam na mesma escola, porém são amigos desde os primeiros anos da infância. De acordo com o Daily Mail, seus pais apoiam a gravidez e garantem que a adolescente vai seguir com a gestação. A escola dela também prestou apoio.

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"Teoricamente, é possível. Não sei nada nobre esse caso em particular, mas sinto que o menino possa estar sendo culpado enquanto um outro engravidou a adolescente. Esse caso é facilmente resolvido com um exame", analisou o pediatra local Nikolai Skrobogatov, que desconfia da paternidade.

 

Um menino de 4 anos foi atropelado e morto por um carro desgovernado na madrugada desta segunda-feira (13), em São Paulo. De acordo com a Polícia Militar (PM), a criança foi atingida dentro de uma borracharia, na Rua Zike Tuma, no Jardim Ubirajara, na zona sul da capital paulista.

O garoto, que ainda não teve identidade revelada, morreu no local. O acidente também deixou feridos. De acordo com a PM, o motorista que dirigia o automóvel perdeu o controle do veículo e invadiu a borracharia.

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Ele deu ré e fugiu do local sem prestar socorro. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro viaturas foram deslocadas para o local do acidente. Quando a primeira chegou foi constatado o óbito do garoto.

A estudante Anna Carolina de Souza Neves, de 8 anos, morreu atingida na cabeça por uma bala perdida quando estava no sofá de sua casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na noite de quinta-feira, 9. Segundo a polícia, não havia operações policiais na região. Não se sabe de onde partiu o tiro.

Policiais militares do 39º Batalhão (Belford Roxo) faziam ronda pela avenida Joaquim da Costa Lima, no Parque Esperança, quando moradores da via pediram auxílio para socorrer a menina. Anna Carolina, que morava numa rua próxima, foi carregada pelo pai até a viatura, e foi levada ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, município vizinho.

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Apesar do socorro, Anna Carolina não resistiu e morreu. A família informou à Polícia Civil que a menina estava no sofá de casa e que depois de ouvir tiros constatou o ferimento da estudante. Mas os familiares não têm suspeitas sobre de onde partiram os disparos. Segundo as polícias Civil e Militar, não havia operações policiais na região naquele momento.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

A secretaria estadual de Vitimados informou que ofereceu assistência à família da estudante. O corpo de Anna Carolina está no Instituto Médico-Legal de Duque de Caxias, e o enterro deve ocorrer neste sábado, 11.

Depois de passar cinco dias perdida na Floresta Amazônica e outros cinco internada em um hospital no município de Santana, a 24 quilômetros de Macapá (AP), Ana Vitória Soares, de 4 anos, retornou na quarta-feira (8) para sua casa na comunidade ribeirinha Maniva. O local fica em uma das ilhas da cidade de Afuá, na divisa entre o Amapá e o Pará.

A família já estava quase sem esperanças de localizar a criança com vida. "Até o caixãozinho dela já estava pronto", disse a prima Érica Silva, de 36 anos. Em 29 de dezembro, último domingo de 2019, Ana Vitória brincava no quintal de casa com uma irmã de 8 anos. Era fim de tarde quando desapareceu. Ao chamar pela filha, a mãe, Rosilete de Souza, não a encontrou.

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Desesperada, Rosilete conseguiu contato com uma sobrinha de Santana, e esta pediu ajuda ao Corpo de Bombeiros. A família temia que Ana Vitória tivesse se afogado em um rio. Nos dias seguintes, os bombeiros iniciaram as buscas no curso d'água, mas não encontraram a menina.

Érica contou que Rosilete teve uma intuição e foi procurá-la no mato. Ela entrou na floresta e viu o que acreditou serem os rastros da filha. "Ela voltou para casa e contou para todo mundo. Todos pegaram lanternas e foram para a mata", afirmou a prima. Nada encontraram.

Segundo Érica, uma mulher evangélica chamou o irmão dela, Nelson Silva, também de 36 anos, e disse para ele entrar na mata separado do grupo, rezando, e que, assim, a encontraria. E Silva realmente a localizou.

A menina estava sentada embaixo de um buritizeiro. Silva, que trabalha como piloto de pequenas embarcações, disse que Ana Vitória estava confusa e perguntava sem parar pelo pai. Ela foi encontrada a cerca de dois quilômetros de sua casa.

Emoção

"Ao chegar em casa, com a menina no colo, todo mundo se emocionou e chorou de alegria. Ninguém acreditava que ela estivesse viva", disse Érica. Desidratada e com ferimentos nos pés e picadas de mosquito pelo corpo, Ana Vitória foi levada para um hospital e, na terça-feira (7), recebeu alta.

A criança não soube contar para a família como se perdeu, mas disse que sentiu muito "medinho", se alimentava de frutas, como taperebá e buriti, e bebia água de um igarapé.

"Para nós, o ano novo não começou no dia 1º. Só começou quando Ana Vitória foi encontrada e foi uma vitória para nós", afirmou Érica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma criança de 5 anos ficou com a cabeça presa em uma panela de pressão enquanto brincava com o irmão em casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros, que precisou usar um equipamento especial para cortar a panela. O caso aconteceu nesta última terça-feira (7), no bairro Castelo Branco, em Cariacica, Espírito Santo.

Jaqueline Rocha Castro, mãe do garoto, revela que o garoto dizia que queria fingir que a panela era um capacete. "Fui tomar banho e deixei eles brincando. Eles sempre tem costume de brincar com as panelas e eu não vi que era a de pressão", disse Jaqueline à TV Gazeta.

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Só depois de 30 minutos que os bombeiros conseguiram retirar a panela da cabeça da criança. Primeiro eles tentaram com detergente, depois tentaram com uma serrinha - mas a criança chorava muito - só depois dessas tentativas que os oficiais usaram um equipamento especial para cortar a panela. 

Uma mãe registrou um boletim de ocorrência contra a atual esposa do seu ex-marido. Segundo ela, a madrasta da filha teria agredido a criança, que tem 9 anos - a violência foi tamanha que a garota teve um dos braços quebrado. O caso aconteceu na cidade de Cáceres, no Mato Grosso. A criança teria ido visitar o pai na última sexta-feira (3), e deveria passar a semana lá. 

Segundo consta no boletim, a madrasta teria ligado para a mãe da criança pedindo que ela fosse buscar a filha com urgência. Como estava ocupada, a mãe pediu para que uma vizinha fosse buscar a criança. Depois que pegou a menor a vizinha ligou para a amiga e revelou que a menina estava com o braço quebrado e precisava de socorro.

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A mãe alega que a criança detalhou tudo o que aconteceu. Segundo o Correio Braziliense, o caso foi registrado como lesão corporal e um exame de corpo de delito foi pedido pela polícia para dar início às investigações.

Uma criança foi flagrada correndo pela beirada de um prédio em Tenerife, nas Ilhas Canárias, arquipélago na Espanha. No registro angustiante, a criança sai pela janela do quinto andar e caminha até a varanda do local por um 'caminho' estreito, antes de retornar por onde saiu.

As imagens teriam sido feitas no último domingo (5). Mesmo com o susto, a criança não teria se ferido. De acordo com o portal Notícias en Directo, a família passa as férias no local.

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Confira

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A Polícia Civil de Pernambuco está investigando uma denúncia de estupro coletivo de uma criança de nove anos em uma escola municipal de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. A menina teria sido abusada por pelo menos dois jovens em um vestiário da Escola Municipal Professor Antônio Gonçalves Dias em setembro de 2019. 

Apesar de ter ocorrido meses atrás, o caso só ganhou repercussão agora. Na tarde desta terça-feira (7), a Prefeitura de Garanhuns realizará uma coletiva sobre o tema. A Secretaria Municipal de Educação informou ter tomado conhecimento do caso na noite do último sábado (4) e entrado em contato com os órgãos competentes de imediato.

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O caso está na 9ª Delegacia de Polícia da Mulher, com a delegada Graça Canuto. Por nota, a Polícia Civil informou que todos os procedimentos foram adotados: além da instauração de inquérito, a vítima foi encaminhada para exames periciais no IML, o Conselho Tutelar foi acionado - e acompanhou a criança nos exames, e diligências e ouvidas estão em curso.

Em entrevista a um blog local, a mãe da criança diz ter notado que a filha passou a não querer tomar banho nem estudar. Percebendo o comportamento estranho da filha, a mulher conseguiu convencê-la a relatar o que ocorria. 

A vítima teria sido convidada para o vestiário por três meninos e duas meninas. Segundo o relato da mãe, o grupo ofereceu um cigarro de maconha a menor, que tragou, mas se engasgou. Em seguida, ela teria sido abusada por dois rapazes.

A suspeita é que o crime tenha ocorrido outras vezes. A menina disse ter sido ameaçada e forçada pelo grupo a cometer roubos.

De acordo com a Polícia Civil, a mãe da criança faltou a dois depoimentos alegando problemas durante gravidez de alto risco. "Mas, logo que o contato com a denunciante foi restabelecido, as apurações voltaram a avançar", afirma a corporação. A genitora argumenta que a polícia exigiu que a mulher levasse duas testemunhas, o que ela não conseguiu.

Após o ocorrido, a vítima foi transferida de escola. A mãe solicita que o município ofereça atendimento psicológico à criança.

A mãe e o padrasto de um bebê de 1 ano 3 meses foram presos em flagrante, nessa segunda-feira (6), por suspeita de terem matado a criança em Praia Grande, litoral de São Paulo. De acordo com o laudo médico, o menino chamado Anthony Daniel de Andrade Moraes tinha marcas de mordidas no rosto e vários hematomas pelo corpo. As informações são do G1.

O bebê foi levado já sem vida para a Unidade de Pronto Atendimento Samambaia por um dos suspeitos. Ronaldo Silvestrini Junior, padrasto do menino, chegou ao hospital com o bebê por volta das 23h40 do domingo (5). Assim que os enfermeiros de plantão identificaram os sinais de agressão na criança, chamaram a Polícia. 

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Segundo testemunhas que prestaram depoimento à Polícia, o bebê foi socorrido com sangue na boca e mordidas no rosto. O padrasto afirmou à polícia que as mordidas foram feitas por um filhote de cachorro na família. No entanto, a polícia concluiu que as marcas eram de dentição humana, o que em seguida, o padrasto disse que teria sido o outro filho do casal de cinco anos que machucou o bebê. 

Giulia de Andrade Candido, mãe do garoto, não acompanhou o marido no socorro. Ela justificou que não teve tempo, pois trabalha muito. Em depoimento, Giulia alegou que chegou do trabalho às 20h00 e viu o filho de longe enrolado no cobertor, mas não quis acordá-lo. Eram 23h30 quando a mãe percebeu que o menino estava morto.

Segundo a polícia, houve contradição nos depoimentos do casal sobre os hematomas.  Havia fraturas no crânio, tórax, clavícula, no nariz, mandíbula. Ambos contaram que não se lembravam de como o bebê havia se ferido, mas depois voltaram atrás dizendo que ele tinha caído da escada dois dias antes. 

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Polícia de Praia Grande. O padrasto foi detido por homicídio triplamente qualificado e a mãe está respondendo por falso testemunho, com valor de fiança em 10 salários mínimos.

Aos 8 meses de vida, a pequena Eloá Ferraz Bezerra, que hoje tem 3 anos, foi diagnosticada com Escoliose Idiopática Infantil de Nível Precoce M41, doença que está causando uma deformidade em sua coluna. O problema é tão grave que Eloá pode morrer precocemente por insuficiência cardiorrespiratória. Para que o pior não aconteça e a cirurgia de sua filha seja realizada, Aline Pereira Ferraz, 25 anos, está tentando conseguir com a Secretaria de Saúde de Pernambuco dois sistemas de Veptr Costela-Pelve (próteses cirúrgicas) , que até agora não foram garantidas pelo governo - se quer uma resposta foi dada. 

Quando Aline descobriu o problema da filha, ela já estava com 23º de deformidade na coluna. Por conta disso, a mãe teve que largar tudo e se dedicar 100% a filha. Hoje desempregada, além do problema de Eloá, Aline tem que superar a barreira da distância, já que mora em São Lourenço da Mata - distante 21 km do Recife - onde mãe e filha tentam a cirurgia.

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No início, o tratamento da Eloá foi feito no Hospital das Clínicas, localizado na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife. “O médico indicou o uso de um colete e a gente comprou tudo sob medida porque não ia ter condições de esperar pela AACD, que faria a doação. Se fossemos esperar, o colete só ia chegar depois de 6 meses, então a gente comprou”, explica a jovem.

No entanto, mesmo com o uso do colete - indicado pelo médico ortopedista - a deformidade não foi resolvida. Por conta disso, mãe e filha teriam que fazer o tratamento na AACD do Rio de Janeiro. A viagem não se concretizou porque Aline acabou precisando ser internada no Hospital Getúlio Vargas, no bairro do Cordeiro, Zona Oeste da capital pernambucana, por conta de alguns problemas de saúde. Foi assim que Aline, através da médica que a operou, conseguiu abrir um prontuário para a Eloá. “A médica levou Eloá até o médico e ele mandou abrir um prontuário já para atender ela. Ele acompanhou a curvatura da coluna dela durante quatro meses, mas o problema se agravou muito rápido”, lembra Aline. 

Em novembro do ano passado, o médico tentou ver o tamanho da curvatura da coluna da criança, mas, segundo informado pela Aline, ele não conseguiu mais saber onde era o começo, meio ou fim da curvatura. Sendo assim, o médico deu os encaminhamentos para que Aline Pereira solicitasse a Secretaria de Saúde de Pernambuco os dois sistemas de Veptr Costela-Pelve. “Eu dei entrada na Secretaria de Saúde em outubro do ano passado. A secretaria me mandou uma nota me encaminhando para um médico do Otávio de Freitas, alegando que o Getúlio não tem UTI pediátrica”, salienta a jovem. 

Por não dispor das próteses cirúrgicas, o material foi solicitado novamente no Hospital Otávio de Freitas. Pela segunda vez, Aline precisou solicitar os dois sistemas Veptr Costela-Pelve a Secretaria de Saúde de Pernambuco. Desde então, a mãe da Eloá não tem resposta do órgão e a pequena está a mercê do poder público, sofrendo cotidianamente com as dores provocadas pela deformidade. 

“Eles tinham até o dia 21 de dezembro para me responder e ainda não me responderam. Eu liguei para a Ouvidoria e eles me deram até o dia 28 de dezembro do ano passado, mas também não tive resposta. É uma tortura pra mim”, pontua Aline. 

Sobre a cirurgia

Essa cirurgia que Eloá Ferraz precisa fazer é tida como paliativa. A cada 2 anos, Eloá precisará trocar as próteses - e de 6 em 6 meses alongar os dois sistemas. Aline aponta que cada extensor que deve ser usado em sua filha custa em torno de R$ 100 mil. Quando completar 12 anos de vida, Eloá deverá passar por uma outra cirurgia - sendo essa definitiva - que deve custar algo em torno de R$ 150 mil. É por conta de todos esses custos que Aline teme que a Secretaria não queira atender a demanda de sua filha. 

Posicionamento da Secretaria de Saúde de Pernambuco

A direção do Hospital Otávio de Freitas (HOF) informa que está agilizando, junto a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), os trâmites para aquisição de dois sistemas de VEPTR costela pelve necessários para a paciente citada. É importante destacar que esse tipo da prótese não faz parte dos insumos padronizados do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo necessária a realização da compra específica para a paciente.

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