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O ano de 2020 será de eleições municipais. Marília Arraes, que deve ser a candidata do PT na corrida pela Prefeitura do Recife, deve disputar o cargo com deputado federal João Campos (PSB) - seu primo. Mesmo com a ligação parental, a petista diz que não faz da política assunto de família. “Se eu fizesse, talvez estaria no PSB”, revela. A deputada reforça que “não é porque tem um laço familiar que vai haver diferença nessa disputa”.

Para além das questões locais, Marília Arraes revela que 2019 foi um ano difícil “onde se legitimou a retirada de direitos por meio das urnas porque, infelizmente, a população elegeu um presidente que é Fascista e comprometido com o retrocesso”, salienta. A deputada reforça ainda que o importante é que a oposição não jogue a toalha e continue na resistência porque, segundo ela, outras pessoas vão abrir os olhos para o que está acontecendo no país. 

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“Nossa luta contra o autoritarismo, contra o desmonte que está acontecendo no Brasil vai começar em 2020. Sem dúvida o PT vai ter um papel protagonista porque nacionalmente também protagoniza a oposição a esse governo. Nós temos a estratégia de tentar se fortalecer nos municípios, principalmente nas capitais e grandes cidades. Mas vamos esperar a posse da executiva nacional do PT para saber as diretrizes”, pontua Marília Arraes.

Casos de família

Esse desentendimento na família Arraes não se limita a Marília e João. Na última quinta-feira (11), o filho de Eduardo Campos disparou contra o tio e presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Antônio Campos (Podemos), durante a audiência da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados com o ministro da pasta, Abraham Weintraub. 

Ao expor argumentos analíticos sobre a forma como Abraham e o governo do presidente Jair Bolsonaro vêm conduzindo o setor no país, João disse que o ministro fazia mal para a juventude. Abraham respondeu dizendo que nao fazia mal nenhum para a educação e citou a presença do tio de João Campos no Ministério. "Se eu sou uma pessoa tão maligna, por que ele trabalha comigo? 

Após a indagação, João prontamente pegou o microfone para disparar sobre o irmão do seu pai: “Eu nem relação tenho com ele ministro. É um sujeito pior que você”. A fala do parlamentar reforça os problemas da família - o que acaba respingando no meio político.

Muito além da proteção, a figura da mãe é o principal referencial de valores para os filhos. Justamente por tal atribuição materna, na última sexta-feira (6), uma publicação feita por Marcya Souza repercutiu nas redes sociais. Ao perceber que a filha voltou chateada da festinha da escola porque ninguém comeu seu bolo caseiro, ela decidiu animar a menina com uma lição de vida.

No post, a mãe relata que a filha voltou triste da festa de fim de ano da escola porque foi a única a comer o próprio bolo. Segundo a criança, os alunos preferiram "outros bolos mais bonitos, recheados e decorados".

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Mesmo diante de uma situação complicada, Marcya soube tirar uma lição e repassar à filha. "Aí, a ensinei que na vida é assim, às vezes damos o melhor que podemos, e vai ter quem não goste. Assim será em casa, relacionamento, trabalho etc... Mas que temos que tirar o lado bom de toda situação", explicou.

Para pôr fim à tristeza da menina, ela sugeriu que as duas comessem o bolo juntas em um café da tarde. De acordo com a mãe, "ela começou a sorrir e gritar: Eba, vamos tomar café em família". Até o momento desta publicação, a postagem rendeu 24 mil compartilhamentos e atingiu 9,5 mil comentários, com a maioria parabenizando a atitude da mãe.

Confira 

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Na manhã desta terça-feira (10), um grupo de familiares de detentos do presídio de Itaquitinga bloqueou a Ponte Princesa Isabel, na área Central do Recife, para protestar contra as condições da unidade prisional. Com faixas e gritos de ordem, cerca de 30 pessoas seguiram para o Palácio do Campo das Princesas, na intenção de denunciar os maus-tratos e a falta de alimentação ao governador Paulo Câmara.

Segundo os manifestantes, os presos de Itaquitinga passam fome e sofrem com refeições estragadas. No fim do mês passado, o LeiaJá publicou a denúncia referente à presença de larvas na alimentação fornecida, o que culminou em uma greve de fome.

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Sem a resolução do problema, nesta semana uma nova greve de fome foi instaurada por parte dos detentos e os familiares tentam chamar a atenção do Poder Público. O grupo teve acesso ao Palácio do Campo das Princesas, onde ficou acordado que o Governo se posicionaria sobre a alimentação de Itaquitinga nesta quinta-feira (12), de acordo com um manifestante que não quis ser identificado.

Após a resposta, a via foi liberada e as famílias seguiram para frente do presídio, onde garantem que o ato será estendido. Novas manifestações são prometidas, caso a alimentação do presídio continue defasada.

Gugu Liberato morreu no dia 22 de novembro após sofrer uma queda em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. Pouco tempo depois, ao falar pela primeira vez sobre a morte do marido, Rose Miriam informou que era um desejo dele doar os órgãos.

Agora, a assessoria de imprensa do apresentador da Record informou, por meio de um comunicado, que os familiares se reuniram nessa segunda-feira, dia 9, para começar uma campanha para estimular a causa:

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Familiares de Gugu querem criar campanha para incentivo de doação de órgãos no Brasil. Passada a missa realizada neste sábado (7) em memória de Gugu Liberato, familiares se reuniram nesta segunda-feira (9) para conversarem sobre uma ideia nascida ainda em Orlando (EUA) por ocasião da cirurgia para doação dos órgãos do apresentador.

E ainda:

Após saberem que o ato de doar os órgãos fez com que o assunto ganhasse espaço nunca visto nos meios de comunicação e que aumentou o número de telefonemas e doações de órgãos para a Central Nacional de Transplantes, mãe e irmãos de Gugu estudam agora uma ação associada a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos e/ou Ministério da Saúde para esclarecer a população sobre o tema, alavancar essa discussão e, consequentemente, aumentar o número de doadores. O assunto começou a ser discutido entre familiares e será administrado pessoalmente por eles e/ou pessoa designada futuramente. Por enquanto trata-se de um projeto empenhado em perpetuar o desejo de Gugu.

O YouTuber Felipe Neto usou sua conta no Twitter, neste sábado (7),  para criticar uma fala do deputado Eduardo Bolsonaro (sem partido-SP) que comparava o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo com a relação dele com seu cachorro. A declaração aconteceu em entrevista veiculada na última sexta-feira (6), em uma emissora de TV israelense. 

O jornalista que conduzia a conversa lembrou ao deputado as declarações que o presidente Jair Bolsonaro fez, antes de ser eleito, a respeito do orgulho que sentia em ser homofóbico. Ao ser perguntado sobre sua opinião sobre a comunidade LGBT+, Eduardo resolveu comparar o relacionamento homoafetivo a sua relação com seu pet. 

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“Não me importo. Se você diz que só é preciso amor para ser uma família, você vai dizer que eu e meu cachorro,  eu amo meu cachorro, somos uma família. Entende? Você abre a porta para muitas coisas”, afirmou o deputado.

No Twitter, Felipe Neto criticou a declaração do filho do presidente com a seguinte frase: “De fato, Eduardo, vc e seu cachorro não formam uma família, pq são quadrúpedes de espécies diferentes Entende?”.

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Neste domingo (8) é comemorado o Dia da Família. A data serve para lembrar a importância da convivência familiar e a importância desse laço. As famílias não são formadas apenas por filhos, pai e mãe, existem famílias com avós e netos, mãe e filho, pai e filhos, entre outros. O importante é o cuidado e o carinho.

Algumas pessoas chegam a planejar tudo, pensar cada detalhe antes de constituir uma família, seja por um desejo pessoal ou com um parceiro. Mas, também existe a gravidez inesperada, onde um casal passa a doar o amor e carinho da mesma maneira de quando há um planejamento familiar. É o que aconteceu com a agente de saúde Camila Geovana Lucatelli, 25 anos. "A gravidez não foi desejada. Foi muito cansativa, passei muito mal, tive um parto difícil com muita dor, meu puerpério foi cheio de surpresas. Mas é muito bom, é um amor inexplicável. Ela me completa", lembra.

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Camila afirma que a maternidade e o fato de formar sua família com o marido, Matheus Meneghetti Silva, 26 anos, mudou muitas cosias em sua vida, principalmente o fato de sentir um amor incondicional por outra pessoa. "Quando eu era a filha, a neta e a sobrinha, eu escutava que minha vida mudaria. Aprendi a ser mais paciente, dar mais valor à vida e as pequenas coisas. O amor por um filho é tão grande que a gente se torna capaz de tudo por um pequeno 'serzinho'", comenta.

Camila e Matheus tiveram a primeira filha há sete meses | Foto: Arquivo pessoal

O sonho de gerar uma criança costuma ser mais desejado entre as mulheres, mas, também há homens que sonham em ter um bebê para chamar de seu. Foi o que aconteceu com o médico de família e comunidade Wagner Alexandre Scudeler, 41 anos. "Sou solteiro e homossexual, tenho duas irmãs casadas, mas não tenho sobrinhos, ou seja, meus pais não tinham netos. Sempre gostei de crianças, atendo pediatria também como médico. Decidi partir para barriga de aluguel nos Estados Unidos, por meio da Tammuz", conta.

Na legislação brasileira só é possível a realização do processo de "barriga solidária", que é quando uma mulher que tenha parentesco de até quarto grau (mãe, irmã, tia ou prima) com um dos futuros pais cede o útero para gerar o bebê. Pelo processo da Tammuz, as gestações são feitas no exterior, em países que aceitam a realização do procedimento de surrogacy, que significa gravidez por substituição ou como é popularmente conhecido, "barriga de aluguel".

O filho de Scudeler nasceu em abril deste ano. Para ele, a paternidade trouxe mais obrigações, além de um sentimento que ele só conheceu depois que se tornou pai. "Você percebe que não vive só para si. Em primeiro lugar está o meu filho, a minha família. Você percebe que não é mais um indivíduo, que há uma família atrelada a você para sempre. Todas suas decisões, toda sua conduta será pautada pensando em sua família", afirma.

Wagner Scudeler realizou o desejo de ser pai por meio da "barriga de aluguel" | Foto: Arquivo pessoal

Para quem acha que as vezes é tarde para começar uma família com filhos, a aposentada Aparecida Maria de Oliveira, 57 anos, discorda. Após sete anos na fila de adoção, ela finalmente conseguiu adotar um menino em agosto. "Eu sempre tive o sonho de ser mãe e decidi ir para fila de adoção. A maternidade é um grande presente de Deus, uma dádiva, além de ser uma enorme mudança na vida. Antes eu era sozinha, agora me dedico a ele", conta.

Durante anos na fila de adoção, Aparecida estava quase desistindo quando soube que era sua vez de adotar uma criança e realizar o sonho. "A família para mim sempre foi a união. Minha família sempre foi maravilhosa e, agora, eu estou formando a minha própria família. Eu vim de um berço humilde, mas de muito caráter e sabedoria e quero passar tudo isso para o meu filho", diz Aparecida.

Aos 57 anos, Aparecida de Oliveira começou a formar a sua própria família | Foto: Arquivo pessoal

O conceito de que uma família precisa ter uma estrutura com pai e mãe não corresponde com a realidade da maioria das famílias do Brasil e do mundo. "Antes havia uma ideia equivocada de que uma família que não fosse formada com essas características era uma família desestruturada, fato que hoje em dia não é mais aceitável. O que descreve uma família é o vínculo e desenvolvimento de papéis de cuidado, compartilhamento de papéis em um sistema de valores e cultura", finaliza a psicóloga da Televita Erica Coelho.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos quer estimular os jovens a não transar como forma de combate à gravidez na adolescência. A coordenadora-geral de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do ministério, Cecília Pita, disse ao jornal BBC News Brasil que a pasta não vai promover uso de preservativos e outros métodos contraceptivos porque isso já é feito com políticas da Saúde e da Educação.

 A pasta comandada por Damares Alves realiza, nesta sexta-feira (6), um seminário na Câmara dos Deputados para tratar do tema, preparando-se para a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, que ocorre em fevereiro.

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 Cecília Pita destacou à BBC que no currículo escolar já há previsão do ensino dos métodos contraceptivos. "Não é nada que a gente precise fazer. A gente entende que é preciso, sim, ter educação sexual, mas que é preciso informar sobre os benefícios de uma iniciação (sexual) tardia, e os prejuízos de uma iniciação precoce", disse a coordenadora-geral. Ela não soube informar quanto será gasto e as ações do ministério ainda estão sendo elaboradas.

 A inspiração vem dos Estados Unidos. A promoção de abstinência sexual cresceu após a eleição de Donald Trump. Segundo a BBC, desde 2018 o governo americano estabeleceu novas diretrizes para o repasse de recursos a organizações que atuam na prevenção à gravidez na adolescência, privilegiando as que promovem a abstinência.

Foi convidada para o seminário desta sexta Mary Anne Mosack, presidente da Ascend, instituição que realiza cursos para qualificar educadores a incentivar jovens a não transar. A organização defende que a contracepção é um método secundário de prevenção.

 Além de Mosack, falará o pastor Nelson Júnior, que coordena a organização cristã Eu Escolhi Esperar, que encoraja cristãos a esperarem o casamento para iniciarem as experiências sexuais. 

 Levantamentos no Ministério da Saúde apontam que houve um recuo de 36% de casos de gravidez na adolescência entre 2000 e 2017. Os números, entretanto, seguem altos. O último relatório da ONU sobre o tema mostra que o Brasil tem 62 jovens gestantes a cada mil jovens entre 15 e 19 anos, enquanto a taxa média no mundo é de 44 a cada mil.

O ministério da Educação (MEC) lançou nesta quinta-feira (05) o programa “Conta pra Mim”, que estimula a leitura de livros infantis no ambiente familiar. Alunos da rede pública que cursam o 1º e o 2º ano do ensino fundamental são o público-alvo da iniciativa. O programa faz parte da Política Nacional de Alfabetização e, além do estímulo da leitura diária, criará “cantinhos de leitura” para narração de histórias, atividades lúdicas e estímulo à atividade intelectual em creches, pré-escolas, museus e bibliotecas.

“Eu acredito que esse programa é revolucionário. Pela primeira vez no Brasil existe um programa de valorização da leitura em família. Crianças, pais, mães, avós, padrinhos, tios ou tias podem fazer parte. Eu verdadeiramente acredito na capacidade brasileira de se adaptar e buscar soluções. Cientificamente, os resultados são muito robustos para famílias que leem com seus filhos”, afirmou o ministro da Educação Abraham Weintraub.

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O programa prevê o treinamento de “tutores” de leitura, que serão capacitados pelo MEC a partir de janeiro de 2020. Esses tutores receberão uma bolsa de incentivo de R$ 300 a R$ 400 para colaborar com os cantinhos de leitura. O treinamento desses tutores deve acontecer pela plataforma de ensino à distância do MEC, mas também será feito por aulas presenciais ministradas por técnicos da secretaria de Alfabetização do ministério. “Os dados mostram que o quadro de alfabetização não é bom. Nas duas últimas provas da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) tivemos mais de 50% dos alunos com desempenho muito abaixo do esperado. Isso significa que esses alunos não são leitores proficientes. Esse programa é a nossa resposta para mudar isso”, afirmou o secretário de Alfabetização do MEC, Carlos Nadalim.

O custo da iniciativa será de cerca de R$ 45 milhões. Destes, R$ 20 milhões serão usados para a bolsa de incentivo aos tutores, R$ 17 milhões serão usados na impressão do material e dos kits de leitura, e R$ 8 milhões para a logística do programa.

Resultado do Pisa

O secretário citou, ainda, o resultado do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o Pisa, que mostrou estagnação no índice de compreensão de leitura na última década no Brasil. “Estamos abaixo da média. O problema é que descobrimos que 50% dos estudantes estão bem abaixo da média na proficiência de leitura. Apenas 0,2% dos estudantes atingiram o nível mais elevado. E isso é assustador”, explicou.

Aprendizado em família

A idéia do programa, segundo Nadalim, é que as crianças levem para casa as práticas de contação de histórias, leitura, diálogo familiar e motivação da oralidade entre pessoas da mesma família. Professora de uma escola pública do Plano Piloto, em Brasília, Cíntia Pereira de Paula afirmou estar entusiasmada com a iniciativa. “Esse projeto é muito importante. Nos deparamos muito com crianças que possuem pais ou mães analfabetos, e essas crianças levam uma cultura de conversa, de leitura, de diálogo e de amor pelo conhecimento para um lar onde nada disso existe. É uma forma de inverter o aprendizado: é o pequeno ensinando o grande”.

O projeto prevê a distribuição de “kits de literacia”, compostos de uma “mini biblioteca” de livros infantis da Turma da Mônica - confeccionados especialmente para o programa -, caderno de desenho, giz de cera e um guia de orientações pedagógicas para o estímulo das crianças. Uma parte do conteúdo estará disponível no portal criado para a iniciativa.

Metodologia

A iniciativa do programa segue o princípio da Curva de Heckman, formulada pelo vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2000, James Heckman. De acordo com o economista, investimentos feitos nas camadas mais jovens da população têm maior retorno social.

Uma audiência pública será realizada na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), em belém, nesta sexta-feira (29), para debater a situação de filhos separados dos pais durante o isolamento compulsório da hanseníase, entre as décadas de 1930 e 80. O encontro, proposto pela deputada Michele Begot, atende solicitação do Movimento de Reintegração dos Atingidos pela Hanseníase (Morhan).

No Pará, uma ação do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) resultou em um projeto de lei que reivindica reparação aos filhos e filhas separados de pais atingidos pela hanseníase isolados compulsoriamente no Brasil. O projeto também será debatido durante a audiência pública.

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De acordo com o Projeto de Lei apresentado pela deputada Michele Begot e em tramitação nas comissões permanentes da Alepa, os filhos segregados dos pais com hanseníase submetidos à política de isolamento compulsório terão o direito à indenização se tiverem sido encaminhados a educandários, creches e preventórios, ou se permaneceram separados de seus pais por meio de adoções judiciais ou não, bem como as crianças que foram acolhidas em casa de parentes que não recebam o benefício concedido pela Lei federal 11.520/2007 e que tenham um rendimento de até que salários mínimos.

“Precisamos buscar também, através do Estado do Pará, a indenização desses filhos e filhas de hansenianos, que também tiveram seus direitos violados”, justifica a deputada Michele Begot.

O governo federal já fez o levantamento oficial de quantos filhos separados ainda estão vivos no Brasil e poderiam ser beneficiados com as indenizações. Assim é possível estipular o impacto financeiro do pagamento para o orçamento da União. Essa estimativa hoje é de cerca de 15 mil pessoas (1/3 dos 45 mil estimados em 2007, quando a mobilização foi iniciada).

O Brasil tem hoje cerca de 5 mil filhos cadastrados pelo Morhan, através do Telehansen 08000-26-2001.

Cerca de 200 pessoas, entre filhos e ex-pacientes de hanseníase das antigas colônias de Marituba e do Prata, em Tomé-Açu, são esperados para o debate. As propostas apresentadas, como a união de todos os estados em torno do pagamento de uma indenização federal em todo o país, serão encaminhadas à Comissão de Saúde da Assembleia e anexadas ao dossiê “A história dos filhos órfãos de pais vivos”.

Da assessoria da Alepa.

 

Tentando chamar a atenção para campanha publicitária “Enfrentamento à Violência Contra a Mulher – 2019”, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, chamou os jornalistas para uma coletiva de imprensa, mas não deu uma palavra - ficando calada por um minuto. De acordo com a própria Damares, a atitude foi para mostrar o quanto o silêncio de uma mulher incomoda e a necessidade para que todas as que sofrem algum tipo de violência denunciem os abusos. 

Só no primeiro semestre deste ano, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), por meio do Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – recebeu 46.510 denúncias de violações contra as mulheres. O número representa um aumento de 10,93% em relação ao mesmo período de 2018.

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“Já passou da hora de combatermos a violência contra a mulher. É inaceitável que tantas mulheres no Brasil e no mundo passem sejam vítimas de agressão e tantos tipos de abuso. É hora de abrirmos nossos olhos para ver, abrirmos nossas bocas para denunciar e estendermos nossas mãos para acolher. Essa luta é de todos nós! Esta gestão não vai descansar até ver os índices da violência despencarem e chegarem a zero”, disse a Ministra.

A Campanha

No Brasil, a cada seis minutos, um caso de violência contra a mulher é registrado pelo Ligue 180. Com o objetivo de sensibilizar, esclarecer e convocar os brasileiros para uma união nacional no combate a esse grave problema, nesta segunda-feira (25), a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) apresentou três vídeos publicitários, sendo um deles um clip com participação das artistas Simone e Simaria. Além desses produtos a serem veiculados em televisão aberta, a ação engloba spots de rádios e peças para cinema e internet, incluindo o uso da hashtag #VocêTemVoz.

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Wesley Safadão quer diminuir o ritmo no trabalho para poder curtir mais sua família. Em entrevista, o cantor revelou que já tem priorizado o seu bem-estar na hora de escolher os compromissos e que está em conversa com sua equipe para desacelerar os rumos da carreira. 

Casado com Thyane Dantas e pai dos pequenos Ysys (cinco anos), Dom (um ano) e Yhudy (sete anos), Safadão está desejando passar mais tempo com a família e, para isso, vai tirar o pé do acelerador na hora de trabalhar. Em entrevista à revista Quem, o cantor revelou que já tem escolhido os compromissos a dedo. "Tenho os meus limites. Tem momentos que dou uma segurada a mais. Esse controle de agenda eu faço de acordo com o meu bem-estar", disse. 

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Safadão também contou que já está em conversa com sua equipe para diminuir o ritmo de trabalho. Ele pretende curtir mais a família e acompanhar o crescimento dos filhos. "É uma das coisas que tenho conversado (com a equipe). Está na hora de dar uma desacelerada, os filhos estão crescendo. A gente vive diferente do mundo. Quando estamos trabalhando a galera está de folga. É muito louco”, pontuou.

Jair Renan Bolsonaro, filho homem mais novo do presidente Jair Bolsonaro, integrará a comissão provisória de trabalho do Aliança pelo Brasil, partido que está sendo criado pelo líder brasileiro. O anúncio da executiva do (possível) partido foi feito na manhã desta quinta-feira (21), em um hotel de luxo de Brasília, Distrito Federal. 

Jair Bolsonaro é quem comandará o grupo e terá Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente, como vice. O ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga e a advogada Karina Kufa completam a cúpula da legenda. 

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Com a seguradora se negando a pagar a indenização até que a morte do segurado fosse comprovada, familiares resolveram levar o cadáver do parente até a seguradora. O caso aconteceu nesta semana em KwaZulu-Natal, na África do Sul. Sifiso Justice Mtshali estava morto desde o dia 7 de novembro. 

A empresa explica que a não liberação do dinheiro aconteceu porque a documentação estava com um problema que impedia que o seguro fosse liberado para o sepultamento de Sifiso. O caso, um tanto quanto inusitado, foi divulgado pelo site Daily Sun.

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À emissora, os familiares confirmaram que tiveram ajuda de funcionários do necrotério da região e de uma empresa funerária para levar o cadáver à seguradora. Só ao ver o cadáver que a seguradora aceitou pagar a indenização e se desculpou pelo ocorrido. 

A polícia Civil do Rio de Janeiro que está investigando o assassinato da vereadora Marielle Franco trabalha com a tese de participação de Carlos Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no caso. O vereador teria uma relação próxima com Ronnie Lessa, acusado de ter disparado contra Marielle e seu motorista Anderson Gomes. 

As informações de bastidores foram divulgadas pelo jornalista Kennedy Alencar. Segundo apurado, Carlos Bolsonaro e Marielle Franco viviam em clima de hostilidade na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. A polícia está tratando o caso com cautela, mas a hipótese faz parte da apuração. 

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Possibilidade do envolvimento de Carlos no crime acontece tempo depois que o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde mora a família Bolsonaro, ter apontado que o próprio presidente Jair Bolsonaro, no dia do assassinato da vereadora, havia liberado a entrada de Elcio Queiroz, um dos acusados pela execução da Marielle, no condomínio. 

Elcio teria informado ao porteiro que iria visitar a casa 58, de Bolsonaro. O porteiro disse ter confirmado a entrada com o "Seu Jair".

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Com a proximidade do recebimento da 1º parcela do 13º salário, no final do mês de novembro, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), por meio do Centro Integrado de Atenção e Prevenção à Violência Contra a Pessoa Idosa (CIAPPI), alerta a população que o dinheiro da pessoa idosa deve ser utilizado por ela e/ou para seu benefício. Só neste ano, de janeiro a outubro, o CIAPPI já recebeu 577 denúncias de violência financeira contra esta população, um aumento de 422 casos comparado ao mesmo período do ano de 2018.

A maioria das vítimas deste tipo de violação são agredidas pelos membros da própria família. Segundo levantamento de 2019, feito pelo programa, dos 577 violentados, 94,11% (543) sofreram com este tipo de crime no ambiente intrafamiliar, já 5,89% (34), no âmbito extrafamiliar. Ainda de acordo com as informações levantadas, as pessoas idosas que mais passam por essas violações têm a faixa etária de 80 anos, em primeiro lugar, seguido de 70 anos e 75 anos. As mulheres aparecem à frente sendo as maiores vítimas 70,36%, já os homens são 29,64%.

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De acordo com o Secretário de Justiça, Pedro Eurico, é importante que pessoas próximas às pessoas idosas fiquem atentas e denunciem caso desconfiem de qualquer irregularidade. “Um vizinho, um enfermeiro, um médico, um amigo, qualquer um que desconfie que o idoso está sofrendo algum tipo de violação tem o dever de alertar às autoridades competentes” reforça.

O CIAPPI informa que reter recursos da pessoa idosa para uso próprio, pela família ou vizinhos, e a realização de empréstimos sem autorização, constitui crime com pena prevista pelo Estatuto do Idoso. O dinheiro deve ser usado para gastos com remédios, vestuário, alimentação e lazer, para a pessoa idosa. 

*Da assessoria

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A tranquilidade e estabilidade emocional são fatores muito importantes durante momentos de ansiedade e que exigem concentração, como a realização de uma prova. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está sendo realizado na tarde deste domingo (10), com a aplicação das provas de matemática e Ciências da Natureza. Nos mais de 10 mil locais de aplicação da seleção em todo o Brasil, é comum encontrar não somente os alunos, mas parentes, amigos e namorados que vão levar e buscar os participantes. 

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O objetivo dessas pessoas é dar apoio e tranquilizar os estudantes, que são seus entes queridos, momentos antes de uma prova determinante para o ingresso no ensino superior. Maria Cristina da Silva Souza, de 53 anos, foi até a UNINABUCO - Centro Universitário Joaquim Nabuco, local de provas no Centro do Recife, para levar seus dois filhos: Eric Silva de Souza, que está fazendo o Enem pela primeira vez para o curso de farmácia, e Eloísa Silva de Souza, que está na segunda tentativa, pois queria fazer medicina fora do país e os pais não autorizaram. Agora, a jovem deseja cursar direito.

Maria se dedica exclusivamente à criação de seus filhos e conta que vai até o local de provas acompanhando os acompanhando porque “a gente tem que acompanhar [os filhos] em tudo, não só quando é pequenininho, mas também quando vai crescendo; mesmo ficando velho, é filho do mesmo jeito”. Perguntada sobre o estado emocional dos filhos para a prova, a mãe conta que ambos estão tranquilos e que confia na aprovação dos dois. 

João Victor Gomes da Silva tem 17 anos e estava acompanhando a namorada, Andrielle Vitória, que deseja estudar letras. O jovem conta que achou importante acompanhar sua namorada porque apesar de ter estudado muito durante o ano inteiro, ela estava muito ansiosa por ser a primeira tentativa. “Tem sempre aquele receio, eu vim dar uma moral e mostrar que estou presente, dar uma força. Ela disse que se sentiu melhor, mais calma, e está otimista quanto à nota que vai tirar”, disse João. 

Na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife, familiares também deram apoio aos candidatos. "Desde de que eu cheguei que eu estou orando. Com certeza ajuda", afirmou Vanja de Souza, de 50 anos. Ela é mãe de Larissa, que almeja cursar fisioterapia. A mãe reforça o positivismo lendo bíblia através do celular e escutando música gospel. "Ela tem que estudar e o resto é com Deus. Ele faz a parte dele e a gente tem que fazer a nossa", complementou Vanja.

"A gente fica aguardando ansioso, esperando que ela se dê bem para que consiga realizar o sonho de cursar psicologia", relata Andrew Cavalcanti, de 27. Ele acompanha a esposa Mirela e garante que a espera não é problema. "Eu esperaria o dia inteiro se fosse necessário. Desde que ela fizesse com paciência e sem pressão", finalizou.

Colaborou Victor Gouveia

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A polícia mexicana prendeu nesta terça-feira (6) um homem suspeito de ter participado de uma emboscada que provocou a morte de um grupo de nove mórmons norte-americanos da família LeBarón, na fronteira do México com os Estados Unidos.
    A informação foi revelada pela emissora CNN, citando as autoridades do país.

No entanto, a identidade do suposto criminoso não foi divulgada. Segundo a Agência Ministerial para Investigações Criminais (Amic), o indivíduo foi detido enquanto mantinha dois reféns em uma colina no estado de Sonora. As autoridades apreenderam também armas e uma grande quantidade de munições.

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A prisão ocorreu dois dias depois que o grupo, que viajava em três carros por Rancho de la Mora, entre Chihuahua e Sonora, caiu em uma emboscada de homens armados, que atiraram contra os veículos. Entre as vítimas, estão três mulheres e seis crianças, sendo dois gêmeos recém-nascidos de seis meses.

De acordo com o procurador-geral de Chihuahua, Cesar Peniche Espejel, o assassinato pode ter sido comandado pelo recém-formado cartel de drogas "Los Jaguares". A polícia mexicana também investiga a ligação de outros carteis.

A suspeita é de que a família tenha sido confundida. No entanto, membros da família são ativistas e fazem campanha contra grupos criminosos de Sonora e Chihuahua. "Depois da prisão do 'El Chapo' o cartel de Sinaloa sofreu fragmentações. Esses grupos vêm crescendo perto da fronteira com os Estados Unidos e estão envolvidos com tráfico de imigrantes e de drogas", explicou Espejel a rádio mexicana "Imagen".

Após o massacre, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou às autoridades mexicanas para iniciarem uma "guerra aos cartéis de drogas". "Se o México precisar ou pedir ajuda para se livrar desses monstros, os Estados Unidos estão prontos, dispostos e capazes de se envolver para fazer o trabalho de maneira limpa e eficaz", escreveu em sua conta no Twitter.

O presidente mexicano, Manuel López Obrador, por sua vez, disse que pretende conversar com seu homólogo americano sobre a tragédia. "Toda a cooperação necessária: é isso que vou dizer ao presidente Trump, e ver em que eles podem ajudar, mas cuidando da nossa soberania, assim como eles fazem e como todos os países fazem", declarou Obrador.

Da Ansa

A família da vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018, divulgou nota onde discorda da postura do ministro da Justiça, Sergio Moro, que passou a defender a federalização das investigações da morte da política e do motorista Anderson Gomes.

"O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve avanços importantes e por isso somos favoráveis a que a instituição permaneça responsável pela elucidação caso", disse a família em nota assinada por parentes e pelo deputado federal Marcelo Freixo (PSOL).

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De acordo com a nota, o ministro sempre demonstrou pouco interesse pelas investigações do crime. "Somente após a menção ao presidente da República, Jair Bolsonaro, no inquérito, o ministro começou a se declarar publicamente a favor da federalização. Acreditamos que Sergio Moro contribuirá muito mais se ele permanecer afastado das apurações", afirmaram em nota Marinete da Silva (mãe), Antonio Francisco da Silva (pai), Anielle Franco (irmã), Monica Benício (esposa) e Marcelo Freixo.

Ontem, durante inauguração de uma delegacia em Curitiba, o ministro disse que "talvez seja o caso" de federalizar a apuração.

Segundo o Broadcast Político, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado, a terceira seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve analisar até dezembro o pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para federalizar as investigações do assassinato da vereadora e do motorista, e que a tendência é de aprovação.

Se for federalizado, o caso passaria a ser conduzido pela Justiça Federal e assim as investigações seriam assumidas pela Polícia Federal, comandada por Moro, saindo da alçada da Polícia Civil e da Justiça do Rio de Janeiro.

O capitão do Arsenal, Granit Xhaka, denunciou nesta sexta-feira (1°) ameaças que torcedores estariam fazendo a ele e a sua família nas redes sociais. Segundo o jogador, ele vem recebendo ofensas a sua esposa e a sua filha e até ameaças de morte.

"Pessoas disseram coisas como 'quebraremos suas pernas', 'mataremos sua esposa', 'tomara que sua filha tenha câncer'. Isso me irritou muito e eu cheguei ao meu limite no último domingo", disse o jogador, em comunicado divulgado pelo clube londrino.

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De acordo com Xhaka, foram estas ameaças que motivaram sua reação aparentemente inexplicável diante da torcida no empate com o Crystal Palace, por 2 a 2, no fim de semana, em rodada do Campeonato Inglês. Irritado com as vaias, o jogador albanês, que defende a Suíça, deixou o gramado xingando os espectadores e jogou a camisa do clube no chão.

Mais calmo, nesta sexta, Xhaka reforçou seu amor pela equipe e disse que vai dar 100% dentro de campo, apesar das recentes ameaças. "Me deixei levar pela situação e agi de forma desrespeitosa aos torcedores. Não era minha intenção e peço desculpas se assim entenderam", disse.

O meia ainda fez um pedido os torcedores: "Meu desejo é que voltemos a um estado de respeito mútuo, principalmente lembrando o motivo pelo qual amamos este esporte. Seguimos em frente, juntos".

Depois de celebrar no palco do Prêmio Multishow os seus 41 anos, Paulo Gustavo ganhou mais uma festa surpresa, desta vez feita em casa. No seu perfil do Instagram, o ator mostrou para os seguidores o resultado de uma comemoração idealizada pelo marido, o dermatologista Thales Bretas. O intérprete da personagem Dona Hermínia, do filme Minha Mãe é Uma Peça, rasgou elogios com o presente que recebeu do amado.

"Ele [Thales] fez mais surpresa pra mim! Te amo meu amor da minha vida! 41 anos e feliz!!", escreveu. Com mais de 200 mil curtidas na foto, Paulo Gustavo recebeu mensagens carinhosas de Gaby Amarantos, Guilhermina Guinle, Thiago Martins, Marcos Veras, Thalita Carauta, Didi Wagner, Fiorella Mattheis, Cacau Protásio e da jornalista Ana Paula Araújo.

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