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Motoristas de transporte por aplicativo organizam uma carreata na manhã desta quinta-feira (14) no Recife. O ato ocorre após o homicídio de mais um motorista de aplicativo, na quarta-feira (13), no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife.

 A vítima, Eronides Albuquerque da Silva, de 39 anos, foi encontrada sem vida dentro do carro na Rua General Polidoro na madrugada da quarta. De acordo com a Polícia Civil, ele sofreu disparos de arma de fogo. Um inquérito foi instaurado para identificar os autores do crime.

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 Nesta manhã, motoristas de aplicativo se concentram em frente ao Classic Hall, na divisa entre Recife e Olinda. Eles cobram medidas de segurança às empresas e ao governo do estado. Segundo o representante da categoria Thiago Silva, ocorreu uma reunião com o governo no início do ano, mas a situação não melhorou.

“Hoje a gente vai fazer barulho”, prometeu Thiago Silva. O percurso do ato não foi divulgado. Segundo Silva, foram seis homicídios de motoristas de aplicativo em Pernambuco em 2019.

Em um evento na sua sede em São Paulo, o Google divulgou a chegada da sua nova caixinha de som inteligente, Google Nest Mini, que passa a ser vendida no país nesta terça-feira (12). Durante a divulgação, a companhia foi questionada sobre a privacidade garantida para as pessoas, visto que o novo hardware tem microfones, reconhecimento de voz e foi feito para auxiliar o dia a dia do usuário. Segundo o Google, há um compromisso com a privacidade e segurança de seus clientes.

 A empresa garante que o microfone do Nest Mini pode ser completamente desligado a partir de um interruptor na lateral do aparelho na posição “off” - ao acioná-lo, a cor das luzes de LED muda para laranja, indicando que está desligado. Ainda conforme o Google, a qualquer momento é possível controlar dados e apagar o histórico de ações e pesquisas através da seção ‘Minhas Atividades’ no aplicativo Google Home e pelo navegador.

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 O diretor de comunicação do Google no Brasil, Rafael Corrêa, afirma que a multinacional opera pelos seguintes pilares: usuário no controle, transparência, segurança e forma de uso dos dados, que é de maneira agregada e anonimizada. “Não é possível que um pesquisador [do Google] saiba quem fez uma pergunta ou quem fez uma pesquisa. Não é assim que funciona. Esses quatro pilares são importantes e estão presentes em todos os nossos produtos, incluindo o Nest Mini”, diz Corrêa.

O Nest Mini grava dados do usuário na nuvem por 60 dias. “Ele guarda as gravações de maneira agregada e coletiva para gerar uma série de estudos, que vão desde melhorar a qualidade das respostas, melhorar o entendimento dos diferentes sotaques que têm no Brasil a melhorar o entendimento da voz do usuário”, garante o diretor de comunicação. Segundo Corrêa, uma vez que o usuário entre na seção ‘Minhas Atividades’ e solicite que os seus dados sejam deletados, as gravações são apagadas em definitivo. “Essa discussão da privacidade é importante e a gente está aberto a fazer.”

 A empresa já esteve envolvida em polêmicas sobre privacidade. Em outubro, o Tribunal de Apelação de Londres aceitou uma ação contra o Google, que teria coletado dados de navegação de mais de quatro milhões de usuários do iPhone entre 2011 e 2012. Em 2018, o Wall Street Journal divulgou que a companhia ocultou uma falha que deixava exposto os dados pessoais de centenas de milhares de usuários da rede social Google Plus.

 O Google Nest Mini passa a ser vendido em lojas físicas e e-commerce do Brasil neste terça-feira por R$ 349. A caixinha de som inteligente do Google é integrada com o Google Assistente e permite a interação com objetos inteligentes compatíveis, como televisão, lâmpadas e plugues inteligentes.

Depois que a Conmebol definiu a mudança da sede da final em jogo único da Copa Libertadores entre Flamengo e River Plate de Santiago, no Chile, para Lima, no Peru, a questão da segurança é uma das que mais ganhou importância. Nesta sexta-feira, a pouco mais de 15 dias para o duelo - será no próximo dia 23, no estádio Monumental -, a polícia peruana revelou que pedirá ajuda a colegas do Brasil e da Argentina para obter informações sobre torcedores dos dois clubes finalistas, especialmente os organizados.

O coronel Percy Tenorio, chefe da unidade de serviços especiais da Polícia e designado como gerente de segurança da final da Libertadores, afirmou que "trabalhará com a Polícia Federal da Argentina e com a do

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Brasil para que nos permita saber quem está vindo (para Lima)".

Tenorio acrescentou que, devido ao violento cenário dos torcedores organizados (barra bravas na Argentina)das duas equipes, entre as mais numerosas do continente, a polícia utilizará um maior número de agentes do que costumam usar para monitorar as partidas do futebol local. "Teremos que usar a equipe de reserva ou outras unidades administrativas para nos apoiar no serviço", disse, sem divulgar o número de agentes que pode ser empregado no dia.

A violência de torcedores não é estranha no futebol peruano. Na última quarta-feira, torcedores dos clubes locais Alianza Lima e Universitario brigaram em região periférica de Lima e o saldo foi de duas mortos e quatro feridos. Confusão entre torcidas locais são frequentes em áreas humildes que não contam com a presença policial.

Esta é a segunda vez consecutiva que a partida decisiva da Libertadores é mudada de local. A primeira foi justamente por conta da violência. No ano passado, o jogo de volta da final, entre River Plate e Boca Juniors, teve que ser jogado em Madri, na Espanha, depois que torcedores do River atacaram o ônibus em que estava a delegação do Boca na chegada ao estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

No lado do Flamengo, torcedores se envolveram em confusão com fanáticos do Peñarol, do Uruguai, em março passado, nas ruas da zona sul do Rio de Janeiro antes da partida entre os clubes pela fase de grupos da Libertadores. Havia promessa de retaliação em Montevidéu, três semanas depois, mas a ameaça não se concretizou.

Outra preocupação da polícia peruana é que o dia da final da Libertadores coincidirá com outros cinco eventos musicais que concentrarão um grande número de pessoas em outros estádios de Lima.

Passageiros e motoristas parceiros da Uber vão contar com novas ferramentas de segurança dentro de alguns meses. Entre as novidades, estão as possibilidades de gravar áudio durante a viagem e checagem de documentos de passageiros, no caso de pagamento em dinheiro.

Em alguns locais, como o Chile, já há projeto-piloto em andamento. Recentes casos de roubos e sequestros de motoristas de aplicativos e passageiros em várias cidades do Brasil têm pressionado as empresas do setor a reduzirem os riscos relacionados ao serviço.

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"A habilidade de gravar áudio é uma das coisas mais importantes anunciadas. A gravação pode ajudar a nos dar mais clareza sobre o que aconteceu de errado durante uma viagem", disse Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da Uber. A gravação poderá ser feita por meio de um botão na central de segurança do aplicativo, antes e durante a viagem, em algumas regiões.

O arquivo poderá ser enviado para a Uber. O conteúdo criptografado ficará armazenado no aparelho de quem efetuar a gravação, mas só a empresa terá acesso, caso seja enviado o áudio. O material poderá, posteriormente, auxiliar autoridades em investigações. "A Uber tem a chave da criptografia e só tem acesso ao conteúdo se o usuário ou o motorista enviar o áudio", afirmou Kansal.

Para prevenir que pessoas mal intencionadas usem o aplicativo, o usuário que não tem adicionados meios de pagamentos digitais no app deverá submeter um documento de identificação, que terá as informações conferidas, antes da realização da viagem. O projeto-piloto do Doc Scan já está funcionando no Chile. Ele deve chegar ao Brasil no primeiro trimestre do ano que vem.

Senha

Outro recurso de segurança é a solicitação de senha (PIN), que ajudará o usuário a verificar sua viagem. Para ter certeza de que está entrando no carro certo, o usuário poderá optar por receber uma senha de quatro dígitos, que deverá ser dita ao motorista para que ele consiga iniciar a viagem. Futuramente, o número recebido passará automaticamente pelo aparelho do motorista e o passageiro receberá uma confirmação por celular. Nesse caso, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos.

Rota

Também haverá mudanças no recurso de selfie do motorista. Já existe essa ferramenta, mas a verificação em tempo real será mais ampla. Alguns movimentos como piscar os olhos, sorrir e movimentar a cabeça para os lados serão solicitados. O objetivo é verificar se o motorista é aquele cadastrado no aplicativo.

Além disso, o usuário poderá denunciar um problema ainda durante o trajeto. Após o término da viagem, receberá contato da Uber. A empresa também afirma que haverá a integração do botão 'Ligar para a Polícia' com forças policiais com compartilhamento automático da localização, segundo Lourdes McLoughlin, diretora responsável pela área de Relacionamento com as Autoridades Policiais na América Latina. O serviço de aplicativo promete ainda investir R$ 5 milhões nos próximos três anos em ações antiviolência contra a mulher.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O WhatsApp liberou na última quinta-feira (31), um novo recurso que possibilita o bloqueio via impressão digital do aplicativo. No começo do ano, a plataforma havia disponibilizado a opção de desbloqueio com o Touch ID e Face ID para aparelhos iPhone. Agora, chegou a vez dos telefones com Android instalado terem um reforço na segurança.

Autenticação permitirá ao usuário o desbloqueio do WhatsApp com sua impressão digital, sem a necessidade do uso da senha e impedindo assim que terceiros acessem o conteúdo das mensagens sem autorização. 

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Para ativá-la, toque em Configurações > Conta > Privacidade > Bloqueio por impressão digital. Ative Desbloquear com impressão digital e confirme sua impressão digital. Confira o passo a passo abaixo:

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A Noverde, empresa especializada em crédito online, identificou um aumento 198%, em golpes que prometem empréstimos via WhatsApp. A companhia apontou que, se antes os criminosos virtuais usavam nomes de bancos conhecidos para aplicar as fraudes, dessa vez o disfarce leva o nome das fintechs - ou seja, startups que trabalham como alternativa de serviços do sistema financeiro.

De acordo com a companhia, os números dão ideia da dimensão do problema. De janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram registrados 683 registros deste golpe, quase o mesmo número do ano anterior. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil de São Paulo para relatar este tipo de crime. 

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O aumento é visto como uma consequência do relaxamento das pessoas em relação às fintechs, que antes eram tratadas com mais desconfiança, e hoje, fazem parte do cotidiano de mais brasileiros. 

Confira dicas para evitar cair nesse tipo de golpe: 

Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em links para conseguir um empréstimo. 

Marque esse tipo de mensagem como SPAM. 

Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada.

Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo. 

Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam a desinformação do usuário e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.  

Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.  

Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado.

Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.

Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

A Uber lançou nesta quinta-feira (24), uma iniciativa para dar mais segurança às suas motoristas. Feita em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, a plataforma criou o ​Elas na Direção, um projeto que​ vai contemplar tanto mulheres que já dirigem usando o aplicativo como aquelas que ainda não se cadastraram. O primeiro recurso lançado pela empresa se chama U-Elas e aparece dentro do próprio app para motoristas, permitindo à mulher escolher o gênero de seus passageiros. 

"​Para se sentirem mais à vontade,​ as motoristas agora podem optar por levar apenas usuárias que se identificam como mulheres, sejam cis ou trans. A ferramenta U-Elas pode ser ligada a qualquer momento e estará disponível exclusivamente para parceiras mulheres", afirma Claudia Woods, diretora geral da Uber no Brasil. Com a aplicação da ferramenta, que deve começar a funcionar em novembro, a empresa espera atrair futuras colaboradoras, mais confiantes e seguras com o trabalho nas ruas. Atualmente, apenas 6% dos motoristas da companhia são mulheres. 

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Por se tratar de uma iniciativa piloto, o serviço vai funcionar - a princípio - em apenas três cidades brasileiras: Fortaleza (CE), Campinas (SP) e Curitiba (PR), com planos de expansão para o restante do Brasil apenas em 2020. Mas o recurso não é o único benefício do programa. Participantes do ​Elas na Direção ​contarão com ações de incentivo exclusivas ligadas ao programa Uber Pro

Além disso, mulheres que quiserem se tornar motoristas parceiras, mas não possuírem veículo próprio, receberão condições exclusivas para aluguel de carros, fruto de uma parceria da companhia com a Localiza Hertz. A empresa de aluguel de veículos oferecerá um preço inferior ao valor regular da categoria.

Cada cidade também receberá uma Rede de Apoio com especialistas mulheres fazendo atendimento presencial, de mulher para mulher, nos Espaços Uber. Cursos on-line sobre empoderamento pessoal e econômico, também podem ser encontrados e assistido pelas novas parceiras.

Você sabe o que Alex Bledel, Sofie Turner, Jimmy Fallon e Lupita Nyong’o tem em comum? Eles estão na lista das 10 celebridades mais perigosas para dispositivos eletrônicos feita pela McAfee - empresa especializada em segurança digital. Pelo 13º ano seguido, a companhia pesquisa quais indivíduos famosos podem expor seus fãs a websites maliciosos e vírus.

O topo da lista foi ocupado pela eterna Rory, da série televisiva Gilmore Girls, Alex Bledel. Seu trabalho mais recente foi como Emily, em “The Handmaid’s Tale”, que já teve a quarta temporada confirmada. Ela é seguida pelo apresentador do talk show “Late Night”, James Corden, a atriz Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men), Anna Kendrick e muitos outros. 

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De acordo com a empresa, os nomes das celebridades vêm - geralmente - ligados à procura de arquivos torrent, em que os usuários podem assistir por conteúdos “pirateados” de diferentes plataformas, gratuitamente. A companhia aconselha que, para evitar ser surpreendido por malware e vírus, os usuários aguardem os lançamentos oficiais de suas séries e filmes favoritos, e só façam downloads de conteúdos em sites confiáveis. 

Confira a lista completa das Celebridades Mais Perigosas de 2019:

1 - Alexis Bledel (Gilmore Girls e The Handmade’s Tale)

2 - James Corden (Late Night)

3 - Sophie Turner (Game of Thrones e X-Men)

4 - Anna Kendrick (Pitch Perfect)

5 - Lupita Nyong’o ((Nós, Pantera Negra)

6 - Jimmy Fallon (The Tonight Show com Jimmy Fallon)

7 - Jackie Chan (Karate Kid)

8 - Lil Wayne 

9 - Nicki Minaj

10 - Tessa Thompson (Cara Gente Branca, Thor)

Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, desenvolvedora dos aplicativos dfndr security, 5 em cada 10 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

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Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte (via PSafe):

1 - Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 8 caracteres;

2 - Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;

3 - Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;

4 - Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;

5 - Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.

A popstar Demi Lovato, dona dos hits "Sorry Not Sorry", "Give Your Heart a Break", "Stone Cold", "Cool For The Summer", "Heart Attack", "Skyscraper", entre outros, teve a sua conta do Snapchat invadida. Hackers entraram na rede social e realizaram publicações com fotos íntimas da cantora.

"Participe deste servidor de discórdia para os meus nus", dizia a mensagem no Snap, indicando um link antes de divulgar uma imagem que supostamentente seria dela. Segundo o site The Blast, a equipe de Demi Lovato está tomando as devidas providências para que as imagens não sejam reproduzidas em outras plataformas. Até o momento, Demi não se pronunciou sobre o assunto. No Twitter, fãs da cantora lamentaram a atitude dos invasores.

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"Como existe pessoas que querem fazer o mal para esse anjo chamado Demi Lovato?", comentou no microblog um dos internautas. "Demi Lovato e qualquer outra mulher tem o direito sim de fazer fotos íntimas e isso não suja a imagem de ninguém, afinal, é só um corpo, anatomia, como qualquer outro, mas é de direito dela também decidir com quem compartilhar essas fotos não exposição por hacker desocupado", comentou outra pessoa. 

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A sul-coreana Samsung anunciou na última quinta-feira (17) que disponibilizará em breve um "patch" informático para corrigir uma falha de segurança no acesso por impressão digital em seu modelo de luxo Galaxy S10, que permite a qualquer pessoa o acesso ao celular.

Um proprietário de um Galaxy S10 contou ao jornal sensacionalista britânico The Sun no começo da semana que seu celular podia ser desbloqueado simplesmente colocando uma película protetora de tela acima do leitor de digitais, podendo ser utilizado por qualquer outra pessoa.

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Uma porta-voz da Samsung explicou que a companhia enviará em breve a seus usuários o "patch" para sanar o erro, embora a fabricante não tenha explicado a origem do problema.

"Estamos investigando o assunto e logo ofereceremos o patch" informou a porta-voz à AFP.

A Samsung havia anunciado seu celular S10 como o mais revolucionário em termos de identificação digital, com um novo sistema de pulsações ultrassônicas para detectar a digital em três dimensões.

O papa Francisco nomeou nesta terça-feira (15) Gianluca Gauzzi Broccoletti, 45 anos, como novo diretor dos Serviços de Segurança e Proteção Civil do Estado da Cidade do Vaticano e comandante do Corpo da Gendarmaria.

Broccoletti, até então vice-diretor e vice-comandante, substitui Domenico Giani, que renunciou ao cargo após ter sido acusado de vazar um documento sigiloso para a imprensa.

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    Nascido em Gubbio, na província italiana de Perúgia, o novo comandante é formado em engenharia da segurança pela Universidade La Sapienza, em Roma, e está na Gendarmaria do Vaticano desde 1995. Com a promoção, ele passa a ser o principal responsável pela proteção do papa Francisco.

"Ao longo dos anos, [Broccoletti] instaurou uma relação de confiança com as várias secretarias particulares do Santo Padre, as autoridades do Governadorato e a Secretaria de Estado, onde se exige competência e profissionalismo para inquéritos de caráter reservado", diz uma nota do Vaticano.

Escândalo - No início do mês, a revista italiana L'Espresso divulgou um documento assinado por Giani que proíbe o acesso ao Vaticano de cinco dirigentes acusados de irregularidades financeiras.

Quatro deles - Vincenzo Mauriello, Mauro Carlino, Caterina Sansone e Fabrizio

Tirabassi - trabalham na Secretaria de Estado. Já o quinto, Tommaso Di Ruzza, é diretor da Autoridade de Informações Financeiras.

Eles são suspeitos de envolvimento em operações financeiras irregulares, incluindo milionárias transações imobiliárias no exterior e a gestão das contas do Óbolo de São Pedro, o sistema de arrecadação de donativos da Igreja Católica.

O documento vazado continha os nomes e as fotos dos funcionários investigados, e sua divulgação irritou o papa Francisco, que comparou o caso a um "pecado mortal" e determinou a abertura de um inquérito para descobrir quem passou a informação à revista.

Um SMS anônimo enviado a funcionários do Vaticano apontou Giani como responsável pelo vazamento. Apesar de negar envolvimento, o então comandante da Gendarmaria acabou renunciando ao cargo.

O caso remete ao escândalo "Vatileaks", que abalou o pontificado de Bento XVI. Na ocasião, o mordomo Paolo Gabriele, que trabalhava para Joseph Ratzinger, repassou à imprensa cartas que denunciavam casos de corrupção na Igreja.

Da Ansa

A Secretaria de Defesa Socia (SDS) e o Grande Recife Consórcio de Transporte estão realizando uma ação para reforço da segurança nas estações de BRT da Região Metropolitana do Recife (RMR). Policiais militares começaram a fazer rondas e abordagens nas 43 estações em funcionamento.

De acordo com a SDS, os procedimentos serão realizados 24 horas por dia, aumentando o alcance da Força-Tarefa Coletivos, que combate crimes no transporte público desde 2017.

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A Polícia Civil também está envolvida nas ações. A corporação ficou responsável por capacitar profissionais dos terminais integrados a orientar os usuários de ônibus a prestar eventuais queixas pela Delegacia Interativa, em computadores disponíveis nos próprios terminais.

Mais de 70 milhões de brasileiros com CNH tiveram seus dados expostos após uma falha de segurança no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). O vazamento foi divulgado via denúncia anônima, feita ao site Olhar Digital, nesta terça-feira (9). Entre os dados expostos estão os do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

A brecha foi descoberta por um pesquisador de segurança da informação que, durante três meses, explorou a falha. Por meio de testes ele descobriu que, ao inserir diferentes números de CPFs gerados aleatoriamente, o erro dava acesso ao banco de dados de todos os Detrans do Brasil. Os órgãos estaduais têm seus sistemas integrados e unificados, o que facilitaria a entrada de invasores. 

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Ao acessar o sistema era possível obter, apenas com o número de CPF, informações pessoais como endereço residencial, telefone, operadora, dados da CNH, foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade. Inclusive de personalidades públicas como o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, Xuxa, Neymar, entre outros.

De acordo com o site, o pesquisador contou que entrou em contato duas vezes com o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, mas não obteve nenhum retorno. Na última semana ele voltou a acessar o site e descobriu que a página não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa, o que permitiria que fosse explorada por algum invasor.

A área administrativa do Supremo Tribunal Federal (STF) enviou um memorando aos gabinetes de ministros para questioná-los se seria necessário um reforço na segurança dos magistrados. Segundo a reportagem apurou, a mensagem foi enviada depois de o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot dizer que planejou assassinar a tiros o ministro Gilmar Mendes dentro do próprio tribunal. Mesmo assim, magistrados ouvidos pela reportagem resistem a reforçar a proteção pessoal.

O envio da mensagem foi confirmado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que disse a jornalistas que não aumentará a segurança. "Não, não, eu estou satisfeito com o meu anjo da guarda", afirmou o ministro, no intervalo da sessão desta quinta-feira, 3.

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"Eu recebi só um memorando, quer dizer, o meu gabinete recebeu. O memorando foi uma circular e foi no campo administrativo, não foi o presidente (Dias Toffoli), não", explicou o ministro.

Para Marco Aurélio Mello, não dá para levar a sério a fala de Janot de ir armado dentro do Supremo para matar Gilmar Mendes. "Não posso imaginar que ele tenha vindo armado, muito menos cogitando assassinar um integrante do tribunal e depois se matar."

Um segundo ministro ouvido reservadamente pelo Estadão/Broadcast também não vê necessidade em reforçar a segurança após a repercussão da fala de Janot. Um terceiro integrante adota a mesma posição.

Segurança

As declarações de Janot reacenderam o debate dentro da Corte sobre a segurança do STF e de seus ministros. Antes do episódio do ex-procurador-geral da República vir à tona, o tribunal lançou um edital de R$ 664,8 mil para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis.

O Supremo também trocou a chefia da segurança do tribunal - responsável por proteger tanto os ministros quanto a sede do STF e dos dois edifícios anexos. A gestão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, escolheu o delegado Paulo Gustavo Maiurino, ex-secretário dos governos Geraldo Alckmin e Wilson Witzel. Ele vai substituir Regina Alencar, que já havia pedido meses atrás para sair da função.

O Supremo proíbe a entrada de pessoas portando qualquer tipo de arma, mas autoridades que ingressam nas instalações do tribunal - como parlamentares, governadores e procuradores-gerais da República - não passam por detectores de metais, já que utilizam um acesso restrito, diferente daquele usado pelo público comum.

Uma instrução normativa do tribunal, de 2013, estabelece que é proibida a entrada de "pessoas portando qualquer tipo de arma", exceto inspetores, agentes de segurança do próprio tribunal, policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, os servidores da área de segurança do Poder Judiciário, das polícias da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e da Câmara Legislativa e os militares das forças armadas em atividade de serviço.

Procurado pela reportagem, o STF informou que não poderia comentar a compra dos aparelhos de raio-X porque a licitação "faz parte da estratégia de segurança". No ano passado, para aumentar a segurança dos magistrados, o STF acertou a compra de 14 carros blindados por R$ 2,8 milhões.

Manifestação

Na quarta-feira retrasada, um grupo de manifestantes a favor da abertura da CPI da Lava Toga e pela "moralização do STF" tentou derrubar as grades que cercam a área externa do tribunal para invadir o edifício-sede do Supremo, o que levou policiais a disparar gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.

Um policial militar foi atingido por uma pedra atirada por um manifestante, e o cheiro do gás lacrimogêneo chegou ao edifício-sede do STF, o que levou seguranças a fecharem às pressas as janelas do tribunal para tentar evitar a sua circulação dentro das instalações da Corte.

Neste domingo (6) ocorrem em todo o Brasil as eleições para o Conselho Tutelar. No Recife, cerca de 1,1 milhão de eleitores vão escolher os profissionais responsáveis pelo cumprimento das determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em contato permanente com o Ministério Público, durante quatro anos, os eleitos devem garantir proteção e dignidade aos menores de idades do município.

Para ocupar uma das 40 vagas, dispostas em oito Conselhos Tutelares espalhados por seis regiões político-administrativas do Recife (RPAs), os 93 candidatos passaram por prova escrita, avaliação psicológica e precisaram comprovar experiência mínima de dois anos na área dos cuidados com menores, em organizações distintas. Os eleitos recebem um salário bruto em torno de R$ 3,7 mil, que é mantido pela Prefeitura do Recife.

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Também houve a necessidade de apresentar ficha criminal sem registros, visto que, o conselheiro deve ter "reconhecida idoneidade moral, idade superior a 21 anos e residir no município", segundo o art. 133 do ECA.

A coordenadora do Abrigo Jesus Menino, localizado no Barro, Zona Oeste do Recife, explicou a relação mantida com os conselheiros. Eles entram em contato com as organizações para acompanhar o acolhimento e saber a disponibilidade para receber novas crianças. Ainda segundo Tarcísia Moura, quando convocados, participam das audiências envolvendo menores para assegurar os direitos jurídicos.

O Conselho Tutelar é um órgão colegiado com cinco membros eleitos. Juntos, atendem crianças e adolescentes expostos a abusos e situações violentas; além de garantir saúde, alimentação e segurança, como lembrou a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA-Recife), Ana Farias.

Quem pode votar?

Assim como nas eleições para o poder executivo, os cidadãos devem ser maiores de 16 anos, inscritos regularmente como eleitores do Recife -em até 90 dias antes do pleito. Das 9h às 17h, eles devem se deslocar aos 107 locais de votação em posse do título de eleitor, comprovante de quitação eleitoral e documento oficial com foto. Vale ressaltar que o voto é facultativo.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu trocar a chefia da área de segurança e lançou um edital de R$ 664,8 mil para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis. Os movimentos na segurança interna do Tribunal ocorrem em meio ao recrudescimento das manifestações contra o Supremo na Praça dos Três Poderes e à repercussão das bombásticas declarações do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. Na semana passada, Janot afirmou ter planejado assassinar a tiros o ministro Gilmar Mendes dentro do próprio STF, em 2017.

A troca na chefia da segurança do tribunal - responsável por proteger tanto os ministros quanto a sede do STF e dos dois edifícios anexos - era esperada havia meses. A gestão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, escolheu o delegado Paulo Gustavo Maiurino, ex-secretário dos governos Geraldo Alckmin e Wilson Witzel.

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No mês passado, antes das declarações de Janot virem à tona, o Supremo decidiu abrir uma licitação para a compra de equipamentos de raio X e detector de metais portáteis. Integrantes da Corte vêm discutindo reservadamente se as autoridades que ingressam no tribunal por uma entrada restrita no salão branco também deverão passar por raio X.

O Supremo proíbe a entrada de pessoas portando qualquer tipo de arma, mas autoridades que ingressam nas instalações do Tribunal - como parlamentares, governadores e procuradores-gerais da República - não passam por detectores de metais, já que utilizam um acesso restrito, diferente daquele usado pelo público comum.

Uma instrução normativa do tribunal, de 2013, estabelece que é proibida a entrada de "pessoas portando qualquer tipo de arma", exceto inspetores, agentes de segurança do próprio tribunal, policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, os servidores da área de segurança do Poder Judiciário, das polícias da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e da Câmara Legislativa e os militares das forças armadas em atividade de serviço.

Procurado pela reportagem, o STF informou que não poderia comentar a compra porque a licitação "faz parte da estratégia de segurança". No ano passado, para aumentar a segurança dos magistrados, o STF acertou a compra de 14 carros blindados por R$ 2,8 milhões.

Contato: rafael.moura@estadao.com

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Após operação da Polícia Federal (PF), cinco empresas de segurança privada suspenderam as atividades em Pernambuco. Elas prestavam serviço de forma clandestina, pois não tinham documentação necessária para atuar. A ação ocorreu na última quinta-feira (26) e sábado (27), nos municípios de Recife, Paulista, no Grande Recife, e em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

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As empresas prestavam serviço em escola, farmácia e até condomínio. Elas não dispunham do ofício de autorização e regulamentação de profissionais emitido pela PF. Em duas, policiais militares aposentados em atuavam de forma irregular.

Em Pernambuco, a PF apreendeu  quatro rádios, três tonfas, um colete, uma faca inoxidável, um spray de pimenta e um revólver 38.  Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, e pode ficar preso de dois a quatro anos.

A operação ocorreu de forma simultânea em várias localidades do país e fiscalizou 318 empresas, com intuito de combater a segurança privada clandestina e coibir o porte ilegal de arma de fogo.

Foram três minutos ininterruptos de tiros. De repente, Jair Bolsonaro aparece de colete vermelho e, protegido por uma pasta-escudo, é retirado de dentro de um carro do comboio presidencial, que sofreu uma emboscada. A cena até poderia ser real, mas o Bolsonaro dessa história não era o presidente e, sim, um dublê.

O "ataque", com disparos de fuzil 5.56 e pistolas 9 mm, fez parte de um treinamento de agentes a serviço do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do presidente, do vice e de suas respectivas famílias. Convidados pelo ministro-chefe do GSI, general Augusto Heleno, jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto presenciaram parte do treinamento dos agentes de segurança, da doutrina à simulação de emboscadas ao presidente.

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Além do tiroteio, a simulação também contou com granadas de fumaça roxa, vermelha e branca, em reação extrema a um ataque ao comboio presidencial. Virou piada entre os presentes, porém, o fato de o dublê de Bolsonaro vestir justamente colete vermelho - a cor do PT.

'Mistura'

Heleno disse que o segurança ideal é "uma mistura do Batman, Superman e Mandrake, um pouco de cada super-herói". Desde que Bolsonaro sofreu um atentado a faca, em setembro de 2018, o filho "zero dois" do presidente, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), tem feito críticas ao que ele vê como falhas na segurança do pai - à época da campanha, a escolta do então candidato do PSL era feita pela Polícia Federal.

A pressão aumentou em junho, quando um militar da equipe de apoio à comitiva presidencial foi preso na Espanha, depois de tentar desembarcar no País com 39 quilos de cocaína na bagagem. O episódio ocorreu às vésperas do encontro do G-20, no Japão, e provocou constrangimento internacional. Logo depois, Carlos afirmou nas redes sociais que não anda com seguranças, "principalmente aqueles oferecidos pelo GSI".

Por conta de um entendimento do GSI com o Congresso Nacional, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), outros dois filhos do presidente, andam com escolta permanente de policiais legislativos.

O GSI exibiu nesta quinta-feira, 26, grande parte de seu poderio, mas não tudo. Lançadores de foguete, a popular "bazuca", não foram mostrados, mas fazem parte do equipamento disponível para os agentes da segurança de Bolsonaro. "Esse agente não é qualquer um. Ele é escolhido a dedo e treinado exaustivamente. Aqui, principalmente, não tem 'toma lá, dá cá'", afirmou Heleno, durante a visita ao Centro de Treinamentos no Setor Militar Urbano, em Brasília.

O general acrescentou que não havia qualquer recado por trás daquela demonstração. "Faz parte do novo Brasil mostrar como está sendo aplicado o recurso público na segurança do presidente e dar um pouco mais de detalhes sobre o treinamento dos agentes para (as pessoas) sentirem que não é uma atividade amadora", disse.

O GSI passou por expansão recente: contratou simuladores de direção e prepara a compra de um novo sistema para interceptar drones de pequeno porte nas imediações dos palácios e residências oficiais, em Brasília. O modelo do sonho deve ser capaz de forçar que os drones baixem, por meio de interferência no software controlador, ou mesmo lançar uma rede para derrubá-los. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O grupo europeu Airbus foi objeto nos últimos meses de ataques virtuais executados contra suas terceirizadas, informaram fontes das forças de segurança à AFP, que indicaram a possibilidade de uma espionagem procedente da China.

Nos últimos 12 meses foram registrados quatro ataques importantes contra terceirizadas da Airbus, afirmaram duas fontes dos serviços de segurança à AFP.

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As empresas terceirizadas afetadas foram o grupo francês de consultoria tecnológica Expleo, a construtora de motores britânica Rolls Royce e duas companhias francesas que a AFP não conseguiu identificar.

Procurada pela AFP, a Expleo "não confirma nem desmente" as informações. Airbus e Rolls Royce não comentaram o caso.

As fontes entrevistadas pela AFP suspeitam que os ataques podem ter sido executados por hackers que trabalham para a China, mas insistiram nas dificuldades técnicas para identificar formalmente os autores das ações.

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