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 Depois de 25 anos de serviços prestados, a atriz Camila Pitanga não trabalha mais para a Rede Globo. Aos 44 anos de idade, a artista trabalhará como atriz e produtora executiva da HBO Max, por um período inicial de três anos. A informação foi divulgada pela colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo.

Pitanga, contudo, ainda poderá ser vista em uma produção inédita da Globo, como a segunda temporada de "Aruanas", com estreia marcada para o dia 25 de novembro, na Globoplay. Na trama, ela interpreta a vilã Olga.

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Uma mudança gradual está ocorrendo dentro da família real britânica, à medida que a rainha Elizabeth II se retira de compromissos públicos devido à sua idade avançada e saúde.

Seu filho mais velho e herdeiro da monarquia, Charles, o príncipe de Gales, tem assumido um número maior de funções oficiais há vários anos, mesmo no exterior.

A esposa de Charles, Camila, está cada vez mais presente, assim como seu filho mais velho do primeiro casamento com a princesa Diana, William, e a esposa, Kate, também estão na linha de frente.

Camila conseguiu ganhar boa parte da cobertura da mídia que antes cabia à rainha de 95 anos, a quem os médicos aconselharam descansar.

Sua presença em eventos - desde a estreia mundial do último filme de James Bond até o encontro com líderes mundiais nas cúpulas climáticas do G7 e da ONU - é um claro sinal de mudança pela frente.

Joe Little, editor da Majesty Magazine, disse à AFP que "muitas pessoas agora estão familiarizadas com Camila e estão começando a conhecê-la".

- Reconciliação -

Camila, 74, também conhecida como duquesa da Cornualha, se tornará consorte quando Charles, 72 anos, assumir o trono. A ascensão de Camila - que já foi uma figura odiada por ser "a outra mulher" no casamento de Carlos e Diana - é notável.

"Sua posição sem dúvida evoluiu e houve um processo enorme e muito longo de reconciliação desde a época de Diana", explica a historiadora Anna Whitelock ao Daily Express.

Little afirma que Camila, como outros membros da realeza, foi forçada a desempenhar um papel mais público devido à pandemia do coronavírus, quando o mundo mudou para a internet.

Ela soube assumir o papel com desenvoltura e ganhou seguidores, embora aos olhos de alguns nunca possa ser perdoada por seu papel no fim do casamento de Charles e Diana.

Desde a morte do Príncipe Philip, marido da rainha por 73 anos, em abril, Camila tem sido vista - e ouvida - com mais frequência em compromissos reais oficiais e eventos de caridade.

Nesta semana, ela acompanhou Charles - um ambientalista veterano - à cúpula da ONU COP26 em Glasgow, para exortar os líderes mundiais a impedir a mudança climática.

No mês passado, ela e Charles, casados desde 2005, apoiaram a rainha na abertura oficial do Parlamento Escocês em Edimburgo e na Assembleia Galesa em Cardiff.

Nas próximas semanas, o casal embarca para a primeira viagem real ao exterior desde o início da pandemia do coronavírus, visitando o Egito, que sediará a COP27, e a Jordânia.

Ela poderá em breve assumir um papel maior como um dos "conselheiros de Estado", um grupo de membros da realeza de alto escalão nomeado para intervir no caso de a rainha ser incapaz de cumprir suas funções oficiais.

As especulações aumentaram porque os outros conselheiros junto com Charles e William - os príncipes André e Harry - não estão mais ativos.

Na tarde desta quarta (6), a atriz Camila Pitanga, de 44 anos, usou suas redes sociais para se manifestar de forma descontraída a respeito das especulações sobre sua sexualidade. A atriz acaba de assumir o relacionamento com o professor de filosofia Patrick Souza, de 46 anos. Em dezembro, ela havia confirmado o término de seu namoro com a artesã Beatriz Coelho.

“Gente, a letra B da sigla não é de Beyonce não tá?! Amem e sejam felizes. Eu tô!”, escreveu Pitanga, em sua conta no Twitter. A letra “B” da sigla LGBTQIA + representa as pessoas que se identificam como bissexuais.

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O comentário da atriz recebeu o apoio de famosos como o político Jean Willys e a atriz Bruna Linzmeyer, que publicaram sinais de corações em resposta. Na última terça (5), Pitanga havia compartilhado a primeira foto do novo namorado. "Amarelo é a cor mais quente. Amo amarelo", escreveu. No registro, Patrick aparece vestindo uma jaqueta amarela, o que motivou o trocadilho com o nome do filme “Azul é a Cor mais Quente”.

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Desde a última segunda-feira (15), quando voltou ao ar na Globo, a novela Amor de Mãe vem deixando os telespectadores sem fôlego nessa reta final. Nos próximos capítulos, a trama escrita por Manuela Dias vai deixar o público de casa revoltado. Após uma discussão com Camila (Jéssica Ellen), Thelma (Adriana Esteves) vai encomendar a morte da nora.

A filha de Lurdes (Regina Casé) será atropelada por ordem de Thelma, depois de finalizar seu expediente na escola. A professora conversa com a mãe por videochamada quando sofre o acidente. No hospital, descobrindo o que realmente tinha acontecido, Camila ouvirá de Danilo (Chay Suede) que acabou ficando paraplégica. "Camila... O impacto foi muito forte e... Você vai precisar usar uma cadeira de rodas", dirá o rapaz.

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No podcast do folhetim, Jéssica Ellen falou sobre os rumos da sua personagem: "Uma coisa que achei muito legal nesses capítulos novos é que a Camila finalmente teve um embate de mulher para mulher com a Thelma, e isso nunca tinha tido com tanta intensidade. Ela sempre relevava as atitudes da Thelma, só que chegou em um nível que ela colocou limites mais intensos. E isso foi muito legal. Acho que dentro da trajetória da Camila é o que todo mundo esperava, algum conflito, alguma coisa mais incisiva".

O príncipe Charles, herdeiro da coroa britânica, e sua esposa Camila receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 como parte da campanha de imunização em massa no Reino Unido, anunciou a Casa Real nesta quarta-feira (10).

"O Príncipe de Gales e a Duquesa da Cornualha receberam suas primeiras vacinas contra a Covid-19", disse um porta-voz da Clarence House, a residência oficial do casal.

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Charles e Camilla, com 72 e 73 anos respectivamente, unem-se assim às mais de 12,6 milhões de pessoas que já receberam a primeira dose dos imunizantes desenvolvidos pela AstraZeneca/Oxford e Pfizer/BioNTech.

Eles fazem parte dos quatro grupos prioritários - cerca de 15 milhões de pessoas que incluem todos aqueles com mais de 70 anos de idade, profissionais de saúde e doentes crônicos - que o governo propôs vacinar antes da próxima segunda-feira.

País mais atingido na Europa pela pandemia, com quase 114.000 mortes, o Reino Unido concentra sua estratégia na vacinação para poder sair do terceiro confinamento.

A rainha Elizabeth II, 94, mãe de Charles, e seu marido, o príncipe Philip, 99, receberam sua primeira dose no início de janeiro.

O príncipe Charles e seu filho mais velho, William, contraíram uma forma leve de Covid-19 na primavera de 2020.

Embora a aceitação da vacinação seja alta no Reino Unido, o governo lançou uma campanha de conscientização com celebridades.

"Quanto mais pessoas em nossa sociedade forem vacinadas, maiores as chances de erradicar a pandemia nacional de covid", disse o cantor pop Elton John, de 73 anos, em um dos vídeos.

"Como você pode ver, ainda estou de pé", diz ele, referindo-se ao seu hit de 1983 "I'm still standing" ("Ainda estou de pé").

O vídeo também mostra o astro de cinema Michael Caine, de 87 anos, sendo vacinado: "Não doeu", diz ele.

Os próximos capítulos de Amor de Mãe serão exibidos com clima de tensão. Em uma das cenas, que vai ao ar nesta segunda-feira (20), Lurdes, personagem de Regina Casé, vai desconfiar de um encontro da ambiciosa Eunice (Dida Camero) na casa do patrão, o empresário Álvaro. A babá vai alertar Camila (Jéssica Ellen).

Lurdes irá pegar toda a documentação da PWA que contém os planos de Álvaro para destruir a escola, que tem Eunice na função de diretora e Camila como professora, assim que escutar a conversa. Em seguida, a protagonista vai roubar os papéis e levará para a filha.

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"Eu falei pra senhora que esse homem é perigoso! Se ele descobre que a senhora pegou esses papéis... Tem ideia do que ele pode fazer com a senhora?", diz Camila, assim que fazer cópias do documento. Devolvendo a papelada depois, Lurdes vai ficar na mira de Álvaro. Ele vai concluir que a funcionária roubou o envelope da sua pasta.

A empresa Rodoviária Metropolitana pagará R$ 480 mil à família da universitária Camila Mirele Pires da Silva, que faleceu em 2015, vítima de um acidente de ônibus na BR-101, próximo à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O valor foi decidido em audiência de conciliação e é relativo a danos morais, pensionamento, despesas de funeral e honorários advocatícios. 

De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), serão R$ 400 mil destinados aos pais da vítima, além de R$ 80 mil para o pagamento dos honorários advocatícios. “Buscamos sempre a realização da conciliação que atenda às expectativas das partes e evite a prolongamento do trâmite processual”, disse a juíza que conduziu a audiência, Ana Carolina Fernandes Paiva.

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Após o acidente, ocorrido no dia 8 de maio de 2015, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou quatro pessoas do Grande Recife Consórcio de Transporte e da empresa Rodoviária Metropolitana por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O motorista do coletivo, pela imprudência ao dirigir sem que o equipamento de segurança estivesse funcionando; outros dois funcionários da Metropolitana e um do consórcio, por terem liberado o veículo para circulação sem o mecanismo de segurança.

Na época, a Delegacia de Delitos de Trânsito constatou que o “Anjo da Guarda”, equipamento que impede que o veículo trafegue com as portas abertas, estava com os fios seccionados. O motorista do veículo foi indiciado por homicídio culposo com o agravante de se tratar de veículo de transporte de passageiros. A investigação também apontou que Camila entrou indevidamente no coletivo, utilizando a porta do meio. 

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O motorista João Martins de Oliveira, 30 anos,  foi indiciado por homicídio culposo - quando não há a intenção de matar - pela morte da estudante Camila Mirele Pires da Silva, 18, que caiu do ônibus em movimento no dia 8 de maio, na BR-101. A perícia identificou que o sistema de trava de portas, que evitaria a abertura das mesmas com o coletivo andando, estava sem funcionar devido ao corte de fios com uso de alicate. Como o motorista sabia do "defeito" e mesmo assim acionou a abertura, foi responsabilizado por "quebra de dever de cuidado". Se condenado, João Martins de Oliveira pode pegar de 2 a 4 anos de prisão.

Porém, o delegado Newson Motta revelou que o Instituto de Criminalística (IC) fez uma perícia em outro coletivo da mesma empresa - Metropolitana - e também foi identificado o mesmo corte nos fios do sistema. Mesmo assim, a empresa não será responsabilizada criminalmente. "Não há como individualizar o responsável (na empresa). Nem sempre o que é justo é legal (se enquadra na lei)", explicou Motta.

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Com informações de Jorge Cosme

O deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) deu entrada em um requerimento na Promotoria de Defesa da Cidadania da Capital – Direito Humano ao Transporte, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), nesta terça-feira (12), solicitando a apuração da morte da estudante de Biomedicina da UFPE Camila Mirele Pires da Silva. A intenção do parlamentar é que a investigação “vá além da simples responsabilização do motorista ou de pessoas diretamente envolvidas, mas também da empresa concessionária e de demais instituições eventualmente interligadas com as causas do acidente”.

Para Jungmann o acide mostra a fragilidade do transporte público e na mobilidade urbana. “O fato ocorrido é mais uma demonstração de desrespeito ao direito ao transporte público de qualidade, que vitima a todos, usuários ou não, pois a busca de uma mobilidade adequada passa necessariamente pela melhoria dos serviços coletivos”, opinou. 

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Em sua página no Facebook, o pós-comunista também escreveu uma mensagem de solidariedade. “A Camila era nossa filha, de todos nós. Camila era todos nós, cada um de nós. Morremos todos na sexta-feira”, escreveu, rede social.

O deputado do PPS também alegou ser prematuro apontar um culpado neste momento. “Não é possível continuarmos vivendo experiências de descaso, de desrespeito, de grosseria, de brutalidade, de negligência. Alguns dizem que a culpa foi do motorista. Dizem que a culpa foi da empresa de ônibus. Dizem que o culpado é o prefeito. Dizem que a culpa foi da porta que abriu. Ou foi do ônibus que vinha atrás. As investigações apurarão as responsabilidades”, ponderou.

CPI do Busão:  Quando era vereador do Recife, Raul Jungmann denunciou ao MPPE a “sonegação” de mais de mil viagens ao dia por parte das empresas de ônibus, o que motivou a instauração do Inquérito Civil n° 2014/1588017 pela Portaria de n° 028/2014. A pesquisa que identificou esse déficit, que prejudica diariamente mais de 1 milhão de passageiros, virou uma campanha dentro e fora da internet conhecida como #NãoSomosSardinhas.

Também na Câmara Municipal dos Vereadores, Raul Jungmann lutou pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as contas e as planilhas das empresas de ônibus que circulam pela capital e do Grande Recife Consórcio. O requerimento para abertura da #CPIdoBusão, entretanto, não obteve as 13 assinaturas necessárias para seguir adiante. Assinaram apenas Raul Jungmann, André Régis (PSDB), Aline Mariano (PSDB), Priscila Krause (DEM) e Marília Arraes (PSDB).

*Com informações da assessoria

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