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País de Gales garantiu uma classificação histórica para as semifinais da Eurocopa ao vencer a Bélgica, de virada, por 3 a 1, nesta sexta-feira, em Lille, na França. Na próxima fase enfrentará Portugal, na próxima quarta, às 16 horas (de Brasília), em Lyon.

Durante a semana, o astro do time estreante na competição europeia, Gareth Bale, havia dito que o duelo era o mais importante da seleção desde a derrota para o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo de 1958 - jogo em que Pelé, com 17 anos, chapelou o zagueiro dentro da área e fez um dos gols mais bonitos do futebol.

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Nesta sexta-feira, Bale teve atuação importante, mas os protagonistas da partida foram outros companheiros. O meia Ramsey ditou o ritmo da equipe, deu assistências para os dois primeiros gols, mas tomou o segundo cartão amarelo e não jogará a próxima partida.

Ashley Williams marcou o de empate, depois de Nainggolan abrir o marcador para os belgas. Robson-Kanu virou com um golaço, ao tirar três adversários da jogada com um corte de letra. E Vokes, que entrou no segundo tempo, enlouqueceu os galeses da arquibancada ao marcar o terceiro e colocar esta seleção galesa na história.

O JOGO - A Bélgica começou a partida com um bombardeio contra o adversário. Carrasco recebeu de frente para o goleiro, mas chutou em cima de Hennessey. Meunier pegou a sobra e a zaga salvou na linha. Em novo rebote, Hazard bateu, a bola desviou e saiu para escanteio. País de Gales respondeu aos oito minutos. Bale avançou pela esquerda e bateu na rede pelo lado de fora.

O time belga tinha mais volume e abriu o marcador aos 12 minutos. Nainggolan recebeu na intermediária e mandou uma bomba no ângulo sem chances de defesa para Hennessey. O gol fez com que a Bélgica recuasse. País de Gales passou a tocar mais a bola e pressionar o adversário.

Principal jogador de País de Gales, Bale rolou para Ramsey, que cruzou. Taylor apareceu na área e bateu de primeira para grande defesa de Courtois. Na sequência, aos 29 minutos, saiu o gol de empate. Ramsey cobrou escanteio e o capitão Ashley Williams apareceu livre para fazer de cabeça.

Na etapa final, Hazard bateu cruzado e assustou o goleiro adversário logo no início. Parecia que a Bélgica voltaria impor o domínio do começo do jogo. Mas País de Gales foi ao ataque. Bale acertou belo lançamento na ponta direita para Ramsey, que cruzou para Robson-Kanu. O centroavante dominou e, com um corte de letra, tirou três adversários da jogada. Bateu colocado no canto direito para virar o jogo: 2 a 1.

Os belgas passaram a marcar sob pressão, conseguiram ter mais posse de bola, mas o nervosismo atrapalhava o último passe sempre em busca do centroavante Lukaku. Foi quando Fellaini, que entrou no segundo tempo, passou a participar mais do ataque. Aos 28 minutos, ele cabeceou para fora. Na sequência, desviou cruzamento, mas Lukaku chegou atrasado.

Preocupado com as investidas do adversário, o treinador galês fechou de vez a equipe. Tirou o único atacante, Robson-Kanu para a entrada de Vokes, um meio-campista. A pressão belga se transformava em desespero. A cada lance perdido, os jogadores reclamavam falta. Houve dois lances que o árbitro até poderia marcar pênalti. Naiggolan caiu na área e o árbitro mandou seguir. Na sequência houve um bola na mão do zagueiro para indignação belga.

País de Gales conseguiu furar a marcação adversária aos 40 minutos e matou a partida. Gunter foi até a linha de fundo pelo lado direito e cruzou para Vokes cabecear e garantir a histórica classificação para semifinal.

FICHA TÉCNICA

PAÍS DE GALES 3 x 1 BÉLGICA

PAÍS DE GALES - Hennessey; Chester, Ashley Williams e Ben Davies; Gunter, Ledley (Andy King), Allen, Ramsey e Neil Taylor; Gareth Bale e Robson-Kanu (Vokes). Técnico: Chris Coleman.

BÉLGICA - Courtois; Meunier, Alderweireld, Denayer e Jordan Lukaku (Mertens); Nainggolan, Witsel, Ferreira Carrasco (Fellaini), De Bruyne e Hazard; Lukaku. Técnico: Marc Wilmots.

GOLS - Nainggolan, aos 12, e Ashley Williams, aos 29 minutos do primeiro tempo; Robson-Kanu, aos 9, e Vokes, aos 40 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Chester, Davies, Gunter e Ramsey (País de Gales); Fellaini e Alderweireld (Bélgica).

ÁRBITRO - Damir Skomina (Fifa/Eslovênia).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Stade Pierre Mauroy, em Lille (França).

Classificada às semifinais com a vitória na disputa por pênaltis contra a Polônia, a seleção de Portugal assistirá de camarote o duelo desta sexta-feira, às 16 horas (de Brasília), entre País de Gales e Bélgica, no estádio Pierre Mauroy, em Lille, na França, pelas quartas de final da Eurocopa. Os belgas ganharam embalo após golearem a Hungria por 4 a 0 nas oitavas. Já os galeses passaram pela Irlanda do Norte em um jogo muito mais equilibrado e triunfo por 1 a 0.

Na delegação do País de Gales, os próprios jogadores e integrantes da comissão técnica vem considerando o duelo contra os belgas como o mais importante desde o encontro contra a seleção brasileira, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. "Todos aqui queremos saborear esse momento e fazer tudo o que for possível para chegar às semifinais", garantiu o craque Gareth Bale, do Real Madrid, em entrevista coletiva concedida dois dias antes do duelo.

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Chris Coleman, técnico galês, alertou sobre a importância de não darem espaço para os homens de criação da Bélgica. "Vamos duelar contra um adversário que é muito perigoso do meio de campo para o ataque, pois se mexe com grande facilidade, tem movimentação e muita qualidade. Não podemos permitir que eles possam deslizar no nosso setor defensivo. Não podemos dar espaços. Se conseguirmos neutralizar isso, temos grandes chances de vencer", disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

No lado da Bélgica, a preocupação gira em torno de Bale. Porém, o técnico Marc Wilmots alertou que o rival não se limita apenas ao astro merengue e pediu muita atenção. "País de Galês realmente tem Bale, que desequilibra. Porém, tem outros jogadores importantes, pois não aposta em talentos e sim em um jogo coletivo digno de aplausos. Por isso que chegaram até aqui e a Bélgica vai ter que jogar muito mais do que jogou contra a Hungria para avançar", avaliou.

Os belgas têm dois desfalques para a defesa: Vermaelen, suspenso por acúmulo de cartões amarelos, e Verthongen, que sofreu uma grave lesão no tornozelo. Desta forma, Ciman e Denayer devem entrar como titulares.

Dois dias depois do Brexit, como ficou conhecido o referendo que decidiu pela saída da Grã-Bretanha da União Europeia, neste sábado um britânico teria que deixar a Eurocopa nas oitavas de final. E sobrou para a Irlanda do Norte, que perdeu do País de Gales por 1 a 0 em um jogo de baixa qualidade técnica em Paris, na França. Ambos são estreantes em Eurocopa, de modo que a classificação de Gales para as quartas de final é inédita.

A eliminação da Irlanda do Norte também significa o fim do canto que tomou conta da Eurocopa, homenageando o atacante Will Grigg que, pelo que cantam os norte-irlandeses, estava "on fire" ("pegando fogo"). Mas todo o fogo dele só serviu para esquentar o banco de reservas. Grigg, estrela improvável da competição, vai embora sem sequer ter jogado.

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Já Gales avança às quartas de final para pegar quem passar do duelo entre Hungria e Bélgica, domingo, em Toulouse. O confronto pela próxima fase será só na sexta-feira, em Lille. É a primeira vez que um time britânico que não a Inglaterra fica entre os oito primeiros colocados da Eurocopa.

O JOGO - Irlanda do Norte e País de Gales chegaram pela primeira vez à competição continental exatamente na primeira edição que a Eurocopa tem 24 times, oito a mais do que antes. A expansão deu a oportunidade para que ambas as torcidas dessem show na França, mas fez com que a Eurocopa assistisse a partidas sofríveis.

Foi o caso do primeiro tempo do jogo deste sábado no Parque dos Príncipes. O primeiro tempo só não foi totalmente ruim porque metade do estádio era vermelha e cantava sem parar e a outra metade era verde e também não sossegava.

No campo, Gales chegou a mandar uma bola pras redes, aos 18 minutos, mas Ramsey estava impedido e o lance não valeu. A Irlanda do Norte respondeu com um chute de Ward de fora da área, que Hennessey pegou. País de Gales tinha mais posse de bola, jogadores mais talentosos, mas não conseguia transformar a superioridade técnica em chances de gol.

No segundo tempo, Gales melhorou e, consequentemente, o jogo também. Vokes perdeu pelo alto aos 7 minutos, McGovern pegou falta batida por Bale aos 12, e o gol enfim saiu aos 30 minutos. Bale recebeu pela esquerda e cruzou. Antes que a bola chegasse em Robson-Kanu, McAuley tentou cortar e mandou contra o próprio gol.

Como um típico time britânico, a Irlanda do Norte passou a apostar nos chuveirinhos para tentar empatar. Não deu certo, apesar da tentativa do goleiro McGovern de se arriscar na área no último lance.

FICHA TÉCNICA:

PAÍS DE GALES 1 X 0 IRLANDA DO NORTE

PAÍS DE GALES - Hennessey; Gunter, Chester, Ashley Williams, Davies e Taylor; Allen, Ledley (Jonathan Williams) e Ramsey; Bale e Vokes (Robson-Kanu). Técnico - Chris Coleman.

IRLANDA DO NORTE - McGovern; Hughes, McAuley (Magennis), Cathcart e Jonny Evans; Corry Evans, Ward (Washington), Davis, Norwood (McGinn) e Dallas; Lafferty. Técnico - Michael O'Neill.

GOL - McAuley, contra, aos 30 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Martin Atkinson (Inglaterra).

CARTÕES AMARELOS - Taylor e Ramsey (País de Gales); Dallas e Davies (Irlanda do Norte).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Parque dos Príncipes, em Paris (França).

País de Gales está longe de ser apontado como um dos favoritos ao título desta Eurocopa, mas o seu principal astro, Gareth Bale, um dos principais jogadores do futebol mundial na atualidade, exibiu confiança nesta quinta-feira (23) de que a sua seleção poderá lutar pela taça na França. Classificado às oitavas de final, País de Gales irá enfrentar a Irlanda do Norte neste domingo (26), às 13h (de Brasília), em Paris, para dar mais um passo em sua campanha na competição continental. Caso avance, terá pela frente o vencedor do duelo entre Hungria e Bélgica, que acontece na segunda-feira.

O regulamento desta Eurocopa, inflada com 24 seleções, propiciou que os galeses caíssem do lado mais fraco da chave que levará dois países até a final. Já o outro lado da chave conta cinco campeãs mundiais: Alemanha, Itália, Espanha, França e Inglaterra, que só poderão encarar o time de Gareth Bale em uma eventual final.

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Até por isso, o astro do Real Madrid adota um discurso otimista ao projetar as chances de País de Gales nesta Eurocopa. "Obviamente quando você vem a um torneio é com um único objetivo: ganhar. Não se vem aqui para jogar três partidas e voltar para casa. Nosso objetivo final é tentar ganhar o título", ressaltou Bale, em entrevista coletiva.

A confiança de Bale não é para menos, pois o seu país terminou a primeira fase da Eurocopa na liderança do Grupo B, com seis pontos, um à frente da Inglaterra, e na última segunda-feira eliminou a Rússia com uma vitória por 3 a 0. O astro galês, por sinal, está no topo da artilharia da competição, ao lado do espanhol Morata, com três gols cada um.

Para Bale, o próprio País de Gales terá a chance de provar que pode desbancar o favoritismo de outras seleções de maior tradição e força no futebol mundial, como por exemplo a Dinamarca e a Grécia já conseguiram com as respectivas conquistas dos títulos europeus de 1992 e 2004.

"Os outros poderão dizer se somos favoritos. Nós estamos concentrados em nós mesmos. O rótulo (de ser ou não favorito) não nos preocupa. Todos sabemos o que temos de fazer e vamos buscar a vitória", completou o astro.

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Parece uma história de livro infantil, mas não é. Um enxame de abelhas ficou morando em cima de um veículo offroad durante dois dias na cidade de Haverfordwest, no País de Gales, no último final de semana. Sem saber, a motorista aprisionou a abelha rainha no seu carro, o que fez suas 'fiéis seguidoras' fazerem companhia à líder.

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Carol Howarth, uma senhora de 68 anos, acabou por acomodar em sua Mitsubish Outlander uma abelha rainha quando estacionou seu carro em uma reserva natural em sua cidade. Ela acabou arrumando um grande problema, já que as abelhas não deixaram seu carro durante dois dias. Mas ela não quis retirar os insetos de qualquer forma. "A última coisa que eu ia querer era alguém jogando água fervente para afastá-las", disse ela ao The Telegraph.

A solução foi acionar uma Associação de Apicultores - criadores de abelhas - que cautelosamente retiraram as abelhas do carro. Mas não era o fim da história. Na manhã seguinte, os insetos voltaram a ocupar sua Outlander. Outra vez Howarth acinou os apicultores, que livraram seu veículo das 'abelhudas' após horas de trabalho.

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A Fifa divulgou nesta quinta-feira a mais nova atualização de seu ranking, com algumas mudanças no Top 10. Os atuais campeões da Copa América, os chilenos, continuam em alta e subiram para a oitava posição. A Inglaterra, no entanto, vive situação inversa, caiu duas posições e agora é a décima colocada, atrás inclusive do País de Gales, o nono.

Esta é a primeira vez na história que o País de Gales apareceu à frente da Inglaterra no ranking, algo bastante significativo para um país que sempre viu o rival, também britânico, ser muito mais renomado em boa parte dos esportes. Os galeses estão com 1.146 pontos, contra 1.143 dos ingleses.

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O Chile, por sua vez, continuou sua alçada rumo às primeiras posições. Se em junho a equipe era somente a 19.ª, o título da Copa América a embalou e, desde então, já foram 11 colocações conquistadas, deixando para trás países como Inglaterra, Itália, Espanha e França. Os chilenos, agora, têm 1.124 pontos.

Mas o time sul-americano e o País de Gales não são as únicas surpresas entre os dez melhores do mundo. A Colômbia segue entre os primeiros e ocupa atualmente a quarta colocação. Já a Romênia se beneficiou de um bom início de Eliminatórias para a Eurocopa do ano que vem e é a sétima.

A seleção brasileira estagnou na quinta posição, com 1.209. A liderança é da Argentina, que tem 1.442, seguida da Bélgica (1.269) e da atual campeã mundial Alemanha (1.248). Atrás do Brasil aparece Portugal, em sexto, com 1.186.

Confira o ranking atualizado da Fifa:

1) Argentina, 1.442 pontos

2) Bélgica, 1.269

3) Alemanha, 1.248

4) Colômbia, 1.224

5) Brasil, 1.209

6) Portugal, 1.186

7) Romênia, 1.176

8) Chile, 1.149

9) País de Gales, 1.146

10) Inglaterra, 1.143

11) Espanha, 1.122

12) Holanda, 1.054

13) Áustria, 1.038

14) Croácia, 1.037

15) Eslováquia, 1.013

16) Itália, 1.012

17) Suíça, 1.011

18) Uruguai, 1.002

19) Argélia, 955

20) República Checa, 940

A derrota para o Chile na decisão da Copa América, no último sábado, manteve o jejum da Argentina, que não conquista um título há 23 anos. Apesar disso, os argentinos, que também são os atuais vice-campeões mundiais, assumiram a liderança do ranking de seleções da Fifa, atualizado nesta quinta-feira, ultrapassando a Alemanha, sua algoz na decisão da Copa de 2014.

A Argentina subiu do terceiro para o primeiro lugar do ranking, atingindo a dianteira da relação com 1.473 pontos, agora à frente da seleção alemã, que caiu para a segunda posição, com 1.411, e da Bélgica, a terceira colocada, com 1.244 pontos.

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A seleção colombiana é a quarta colocada, com 1.217 pontos, seguida agora pela Holanda, que subiu para o quinto lugar, com 1.204. Os holandeses superaram a seleção brasileira, que perdeu uma posição na lista e agora está em sexto lugar, com 1.186 pontos, após decepcionar na Copa América e ser eliminada nas quartas de final pelo Paraguai.

O Brasil é seguido por quatro seleções europeias, que completam o Top 10 do ranking da Fifa. Portugal permanece em sétimo lugar, à frente de três equipes que estavam fora do grupo das dez melhores do mundo na lista de junho da Fifa: Romênia, Inglaterra e País de Gales.

Essas três seleções "tiraram" três campeãs mundiais do grupo das dez melhores do ranking. A Espanha caiu para o 12º lugar, o Uruguai agora está na 13ª posição e a França ocupa apenas a 22ª colocação. Campeã da Copa América, a seleção do Chile atingiu o 11º lugar no ranking.

A Argélia é a número 19 do mundo, sendo a melhor seleção da África e a única equipe de fora da Europa e da América do Sul entre as 20 primeiras do ranking. A Costa Rica é a melhor ranqueada da Concacaf, em 21º lugar, enquanto o Irã, na 38ª posição, lidera as seleções asiáticas.

Confira os 20 primeiros colocados do ranking da Fifa:

1) Argentina, 1.473 pontos

2) Alemanha, 1.411

3) Bélgica, 1.244

4) Colômbia, 1.217

5) Holanda, 1.204

6) Brasil, 1.186

7) Portugal, 1.177

8) Romênia, 1.166

9) Inglaterra, 1.157

10) País de Gales, 1.155

11) Chile, 1.129

12) Espanha, 1.110

13) Uruguai, 1.036

14) Croácia, 1.023

15) Eslováquia, 1.016

15) Áustria, 1.016

17) Itália, 1.001

18) Suíça, 997

19) Argélia, 941

20) República Checa, 933

Depois de atuar por pouco mais de 30 minutos na partida em que País de Gales foi derrotado por 3 a 0 pela Sérvia, em Cardiff, na última terça-feira, pelas Eliminatórias Europeias da Copa do Mundo de 2014, Gareth Bale se reapresentou ao Real Madrid nesta quarta, quando fará nesta o seu primeiro treino no clube após ser contratado junto ao Tottenham, da Inglaterra.

Ainda é incerto, porém, se o meia-atacante poderá estrear como titular neste sábado, quando o time madrilenho enfrentará o Villarreal, fora de casa, pelo Campeonato Espanhol. Recepcionado primeiramente pelo astro Cristiano Ronaldo em seu primeiro dia de trabalho como atleta do Real, Bale ainda se recupera de uma lesão na virilha e era dúvida para o confronto diante dos sérvios.

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Após a derrota em casa nas Eliminatórias, o técnico de País de Gales, Chris Coleman, disse que considera "perigoso" o técnico Carlo Ancelotti usar Bale por 90 minutos na partida diante do Villarreal. "Se ele começar o jogo no sábado, ele não vai terminá-lo. E eu ficaria surpreso se conseguisse terminar", afirmou o comandante.

Coleman ainda enfatizou que vê Bale "longe de estar pronto para atuar 90 minutos, embora o futebol espanhol seja mais lento", assim como lembrou que o astro galês, uma das contratações mais badaladas da história do futebol, só "fez quatro treinamentos nos últimos dois meses". Por isso, creditou como "perigosa" a possível escalação do atleta como titular neste sábado.

Nome mais comentado desta janela para transferências do futebol europeu, Gareth Bale desfalcará a seleção do País de Gales no amistoso diante da Irlanda. O jogador, cobiçado pelo Real Madrid, não se recuperou de uma lesão no pé, sofrida durante a pré-temporada com o Tottenham, e por isso não atuará na partida desta quarta-feira, em Cardiff.

Bale havia se juntado ao elenco galês apesar da lesão, tentou entrar em forma a tempo, mas sua ausência foi confirmada nesta segunda pelo assistente técnico da seleção, Kit Symons. "Ele ainda não trabalhou o suficiente para atuar, mas o bom é que ele queria fazer parte do grupo e estamos felizes de tê-lo conosco", disse, em entrevista à Sky Sports.

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O nome de Bale tem sido reproduzido ininterruptamente nas últimas semanas em especulações de transferências. O Real Madrid não tem medido esforços para contratar o jogador e teria oferecido cerca de 100 milhões de euros para tirá-lo do Tottenham, o que faria do galês a contratação mais cara da história do futebol.

Apesar dos valores e da insistência de Bale, que já admitiu o desejo de ir para a Espanha, o Tottenham demonstra estar irredutível e faz força para mantê-lo. Com o passar do tempo e a falta de desfecho nas negociações, novos rumores começam a surgir e o Manchester United seria mais um interessado em contratar o galês, segundo a imprensa inglesa.

Enquanto seu futuro não é definido, Bale tenta se recuperar da lesão. Ele não participou dos últimos amistosos do Tottenham e também não atuará na partida da seleção galesa, que servirá como preparação para os próximos dois compromissos das Eliminatórias Europeias da Copa de 2014, em setembro, contra a Macedônia e a Sérvia. O zagueiro James Collins e o meio-campista Aaron Ramsey serão outros desfalques galeses nesta quarta.

Legisladores britânicos aprovaram nesta terça-feira o projeto de lei que autoriza a união civil e religiosa entre pessoas do mesmo sexo na Inglaterra e no País de Gales. A lei precisa agora do aval da rainha Elizabeth II, o que pode acontecer ainda esta semana.

Ontem, a lei superou um de seus principais obstáculos ao passar na Câmara dos Lordes. O texto voltou hoje para a Câmara dos Comuns, onde passou praticamente sem alterações.

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A lei aprovada hoje no Parlamento britânico autoriza o casamento entre casais homossexuais tanto no civil quanto no religioso na Inglaterra e no País de Gales. A Igreja Anglicana, no entanto, ainda está dividida sobre o tema e não promove a união entre casais do mesmo sexo. Fonte: Associated Press.

A Câmara dos Lordes aprovou nesta segunda-feira o projeto de lei sobre o casamento homossexual, uma importante etapa para a sua adoção definitiva na Inglaterra e no País de Gales. O texto voltará terça-feira à Câmara dos Comuns, que já havia aprovado o projeto por 366 votos contra 161, para ser debatido antes de sua aprovação final.

A decisão dos Lordes foi recebida com festa pelos militantes dos direitos dos homossexuais, vestidos de rosa em frente ao Parlamento. "Minha vida e as de muitos outros serão mais belas hoje do que ontem", declarou o lorde trabalhista Waheed Alli, homossexual declarado.

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Seu colega conservador, Lord Framlingham, lamentou o fato de este projeto de "mal amados" ter superado todos os obstáculos sem dar concessões à oposição. A Câmara dos Lordes havia rejeitado o projeto em 4 de junho, após dois dias de intensos debates. Uma emenda chamada de "demolição" possibilitou a aprovação do texto.

O casamento homossexual causou pouca agitação na opinião pública, que é majoritariamente favorável, mas segue dividindo o Partido Conservador. O primeiro-ministro David Cameron se mostrou determinado em fazer valer o casamento gay na Inglaterra e no País de Galles a partir de meados do próximo ano. As outras regiões do Reino Unido, Escócia e Irlanda do Norte, têm sua própria legislação.

Entre os britânicos, a mudança é simbólica, porque os casais homossexuais têm os mesmos direitos parentais que os casais heterossexuais. Ele podem adotar, recorrer à procriação medicamente assistida e à barriga de aluguel, desde que não seja remunerada, e podem se unir civilmente desde 2005.

Mais de 800 casas ficaram inundadas na Inglaterra e País de Gales com as fortes chuvas que deixaram dois mortos desde quinta-feira (22), informou a polícia.

Outras 70.000 residências estão ameaçadas pelas inundações no país.

Uma mulher foi atingida pela queda de uma árvore no sábado em Exeter e um homem faleceu na quinta-feira, quando ficou preso em seu carro em uma inundação em Bath, en Somerset.

Em busca do primeiro ouro olímpico, a seleção brasileira masculina de futebol desembarcou nesta quarta-feira (25) na cidade de Cardiff, no País de Gales, local onde a equipe estreia diante do Egito. A viagem da equipe durou cerca 3h30, saindo de St. Albans, na Inglaterra.

Mano Menezes e Andrés Sanchez já tinham chegado ontem. Hoje, toda a delegação almoçou junta. No período da tarde, eles fazem o último treinamento antes do confronto de estreia. Todo o grupo está hospedado Marriott Cardiff, mesmo hotel na qual está alojada a seleção feminina, que estreia hoje, além de outras seleções, já que a cidade é o polo do futebol nos Jogos de Londres.

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A primeira partida feminina será a partir das 14h45 (horário de Brasília-DF) desta quarta-feira (25), diante das camaronesas. O time masculino entra em campo amanhã a partir das 15h45. As duas partidas serão realizadas no Millenium Stadium.

A morte do técnico da seleção de País de Gales, Garry Speed, segue sem um motivo claro. O laudo do legista Nicholas Rheinberg, revelado nesta segunda-feira, aponta que ainda não é possível afirmar se Speed, morto em novembro passado, cometeu suicídio ou se ele se enforcou acidentalmente. O treinador, então com 42 anos, foi encontrado morto em sua casa em Chester, na Inglaterra, no dia 27 de novembro.

Durante inquérito na corte de Warrington Coroner, o legista destacou que as provas ainda são inconclusivas. "A evidência não é suficiente para determinar se a morte foi intencional ou acidental. É provável que Speed estivesse sentado por algum tempo com uma corda em volta do pescoço. Pode ter sido uma espécie de um gesto dramático", disse Rheinberg, que acredita que o treinador pode ter caído no sono com o cabo em volta do pescoço, sentado nas escadas em sua garagem.

A viúva de Speed, Louise, disse durante o inquérito que o ex-treinador tinha enviado uma carta para ela apenas poucos dias antes de morrer, na qual mencionava suicídio, mas também falava de forma positiva e otimista sobre o futuro e sobre os dois filhos do casal.

Speed jogou futebol profissionalmente por 20 anos e foi campeão inglês pelo Leeds United em 1992. Na Inglaterra, ele também defendeu as camisas de Newcastle, Everton, Bolton e Sheffield United. Ainda quando jogador, foi o primeiro a atingir a marca de 500 partidas no Campeonato Inglês.

Ele iniciou a sua carreira de técnico em 2010, quando comandou o Sheffield United, antes de assumir a seleção galesa em dezembro. Speed foi capitão do País de Gales nos tempos de atleta e é considerado um dos maiores jogadores da história do futebol galês.

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