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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, nesta quarta-feira (25), a pesquisa CNI-Ibope do terceiro trimestre de 2019. Segundo o levantamento, a parcela da população que considera o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom oscilou de 32% para 31%, em relação à edição de junho. O percentual dos brasileiros que avalia a atual administração como ruim ou péssima oscilou de 32% para 34%, no comparativo. As variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas, em 126 municípios, entre 19 e 22 de setembro. 

Metade dos brasileiros afirma desaprovar a maneira de governo do presidente Bolsonaro, ante 48% do levantamento anterior. Entre os ouvidos, 44% disseram aprovar, em comparação com 46%, aferido na pesquisa de junho. A confiança no presidente segue mesma tendência: 42% dos entrevistados disseram confiar no presidente, enquanto 55% não confiam. Na última edição, 46% dos brasileiros confiavam no presidente, contra 51% que afirmaram não confiar.

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A pesquisa também avalia a atuação do governo em nove áreas. A segurança pública segue como área mais bem avaliada do atual governo, aprovada por 51% dos brasileiros, seguida da educação (44%), de combate à inflação (42%) e meio ambiente (40%). O combate à fome e à pobreza tem avaliação positiva de 38%; a saúde, de 38%; o combate ao desemprego, de 36%; os impostos, de 32%; e os juros, de 31%.

As perspectivas em relação ao restante do governo Jair Bolsonaro também oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa. Para 37% dos entrevistados, os próximos três anos de mandato serão ótimos ou bons, ante 39% da pesquisa anterior. Na contramão, 31% dos brasileiros consideram que o governo será ruim ou péssimo, em comparação com 29% da pesquisa anterior.

REGIÕES E ESCOLARIDADE – A popularidade do governo Jair Bolsonaro segue menor no Nordeste, onde 20% avaliam o governo como ótimo ou bom e 47% avaliam como ruim ou péssimo. Na região Sul, onde a taxa de aprovação se mostrava mais elevada, a parcela que considera a atual administração ótima ou boa caiu de 52% para 36%, enquanto os que a percebem como ruim ou péssima subiu de 18% para 28%.

O governo é mais bem avaliado entre os entrevistados com educação superior. Neste estrato, 37% dos ouvidos avaliam o governo como ótimo ou bom. Entre a população com até a quarta série do ensino fundamental, 30% aprovam o governo e, entre aqueles com educação fundamental, 29%.

GOVERNO TEMER – Para 43% dos entrevistados, atual administração é melhor que a de Michel Temer (2016-2018) – a parcela era de 47%, em junho. A pesquisa mostra, ainda, que 33% dos ouvidos consideram os governos iguais e 20% a avaliam como pior, ante 17% na última edição.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. 

Da assessoria da CNI

O Sampaio Corrêa largou com boa vantagem no início da briga por uma das vagas na final da Série C do Campeonato Brasileiro. A equipe, comandada pelo técnico João Brigatti, foi a campo no final da tarde deste sábado e venceu o Confiança por 2 a 0, no Batistão, em Aracaju (SE), na ida das semifinais.

Gols marcados fora de casa não contam como critério de desempate, portanto o time maranhense avança mesmo se perder por um gol de diferença na rodada de volta. Já a equipe sergipana precisará de uma vitória por três gols para avançar direto, ou por dois para levar a decisão aos pênaltis. O jogo decisivo será disputado no dia 21, sábado, no Castelão.

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Em campo, o Sampaio foi bastante superior. Depois de abrir o placar aos 20 minutos, com um gol de Esquerdinha, viu os adversários cometerem muitos erros e por pouco não ampliou ainda no primeiro tempo. O segundo saiu aos 12 minutos da etapa final, quando Salatiel recebeu livre, de Eloir, e mandou para o fundo da rede. Decepção para a torcida do Confiança que lotou o Batistão, com quase 15 mil torcedores.

No domingo, a partir das 18 horas, Juventude e Náutico começam a disputa pela outra vaga na final, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). Existe um pedido de anulação da partida de volta das quartas de final entre Paysandu e Náutico, feito pelo clube paraense, em tramitação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Apesar disso, a entidade optou por não adiar o jogo.

Após o empate diante do Confiança, neste domingo (11), em Aracaju, a situação do Santa Cruz ficou muito complicada no grupo A do Campeonato Brasileiro da Série C. Com o placar de 1 x 1, o time coral segue em sétimo lugar, com 22 pontos e cinco vitórias (primeiro critério de desempate na competição).

As duas próximas partidas do Tricolor são no Recife: Globo (Arruda) e Náutico (Aflitos). Para qualquer ambição, o clube precisa de duas vitórias e ainda torcer por alguns resultados para chegar entre os quatro melhores, que passam para as quartas de finais. Está difícil, mas o técnico Milton Mendes acredita.

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“Estamos mais fortes que nunca. Precisávamos da vitória, mas o empate nos dá condições de se manter no páreo. O que temos que pensar é em tentar fazer com que os jogadores acendam uma luz apagadas em seu subconsciente”, disse.

A partida mais importante do ano para o Santa Cruz aconteceu neste domingo (11), no estádio Batistão, em Aracaju, diante do Confiança. O time pernambucano precisava de uma vitória a todo custo para permanecer vivo no Campeonato Brasileiro da Série C.

A Cobra saiu atrás, empatou ainda no primeiro tempo, mas não passou de um 1 x 1, segue em sétimo na tabela e a classificação está muito difícil. O próximo jogo é domingo (18), diante do Globo-RN, no Arruda.

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O JOGO

A pressão dos donos da casa deu resultado logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Em cobrança de escanteio, o zagueiro Anderson subiu mais do que a zaga coral e mandou para as redes, abrindo o placar.

Aos 20 minutos, o Santa teve uma falta na intermediária, longe da área, mas o clube coral tem Charles. O volante soltou uma bomba, que até foi no meio do gol, mas o goleiro Genivaldo não conseguiu pegar e a partida estava empatada: 1 x 1.

No segundo tempo, o ritmo do jogo foi outro. Ninguém atacava com ímpeto. E piorou quando começou a chover forte em Aracaju. No último lance, o Confiança perdeu um ‘gol de cego’ com Ari Moura saindo na cara de Anderson e chutando pra fora. O empate não agradou a ninguém.

FICHA DE JOGO

Competição: Campeonato Brasileiro da Série C

Local: Batistão (Aracaju)

Confiança: Genivaldo (Jean); Thiago Ennes, Vinícius Simon, Anderson e Michel Behami; Amaral, Thallyson, Everton e Ítalo; Marcelinho (Ari) e Renan Gorne (Bruninho). Técnico: Daniel Paulista 

Santa Cruz: Anderson; Cesinha, João Victor, Vitão e Victor Lindenberg; Lucas Gonçalves (Daniel Costa), Charles, Everton e Jailson (Warley); Dudu (Elias Carioca) e Augusto. Técnico: Milton Mendes

Gols: Anderson (CON); Charles (SAN)

Arbitragem: Denis da Silva Ribeiro Serafim (AL)

Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Brigida Cirilo Ferreira (AL)

Cartões amarelos: Amaral (CON); Dudu e Lucas Gonçalves (SAN)

Para entrar no clima de decisão contra o Confiança, o Santa Cruz antecipou sua ida e fez seu último treino em Recife nesta quinta-feira (8). Antes de seguir viagem, ainda nesta quinta, Milton Mendes concedeu uma coletiva no Arruda, mas não confirmou a equipe titular.

"Já temos a equipe alinhada, mas não está definida. Por isso optamos por treinar variações padronizadas. Só tenho uma dúvida e vamos analisar. Peço desculpas por não confirmar, mas vou segurar até o jogo", afirmou.

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Apesar de não garantir, é bem provável que a equipe que realizou o último treino seja a titular para a partida. A equipe treinou com Anderson; Cesinha, João Victor, Vitão e Victor Lindenberg; Kadu, Allan Dias e Daniel Costa; Dudu, Everton e Neto Costa. São duas mudanças em relação ao último jogo, Neto Costa na vaga de Guilherme Queiroz e Allan Dias na vaga de Lucas Gonçalves. Charles pode aparecer na equipe na vaga de Kadu ou na vaga de Allan Dias.

Mesmo sem confirmar a equipe, Milton garantiu que Guilherme não joga. O comandante ainda aproveitou para falar da pressão e de como anda o ambiente interno no Santa Cruz após os resultados favoráveis para a Cobra Coral.

“Nossa equipe sempre esteve bem. Quando não ganha, sempre aparece briga, elenco rachado. Deixei claro para os jogadores que precisamos estar unidos. Estou com eles, brinco. Isso demonstra nosso estado de espírito", salientou.

O treinador ainda comentou a forma de jogar da equipe de Daniel Paulista e elogiou Neto Costa, mas se mostrou reticente quanto à utilidade do atleta: "É um menino que vem do Sub-23, vai viajar conosco. Mas hoje está atrás de alguns atletas. Tanto é que colocamos o Augusto contra o Imperatriz, depois adiantamos o Vitão e conseguimos os gols", concluiu.

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O presidente Jair Bolsonaro disse que o elogio do presidente norte-americano, Donald Trump, à indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para embaixador do Brasil nos Estados Unidos demonstra confiança no governo. Para o presidente brasileiro, essa indicação vai fortalecer laços comerciais entre os dois países. 

"Demonstra a confiança que ele [Trump] tem no governo e também a confiança que ele tem no meu filho, que é amigo de familIaires dele. Temos certeza que, caso o Senado aprove essa ida para lá, os nossos laços comerciais serão fortalecidos. O Senado vai decidir, tenho certeza que o Senado vai aprovar", disse Bolsonaro a jornalistas logo após participar da cerimônia de assinatura das novas normas de saúde e segurança no trabalho, no Palácio do Planalto, nessa terça (30). 

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Mais cedo, durante entrevista com jornalistas na Casa Branca, em Washington, Trump respondeu a uma pergunta de um jornalista da Globo News sobre a possível indicação de Eduardo Bolsonaro para o cargo. 

"Eu conheço o filho dele, acho o filho dele excepcional. É um jovem homem brilhante e maravilhoso. Fico muito feliz que ele o tenha indicado. Acho que é uma ótima indicação. Conheço o filho dele e é provavelmente por isso que ele o indicou", disse o líder norte-americano.

Trump também foi questionado se considerava a indicação como nepotismo, por se tratar do filho do presidente brasileiro, mas ele refutou a tese e voltou a elogiar o deputado federal. O presidente dos EUA também demonstrou que desconhecia a indicação de Eduardo Bolsonaro como embaixador, que ainda não foi formalizada. 

"Não acho que seja nepotismo, porque o filho dele o ajudou muito na campanha. Acho que é uma grande indicação, eu não sabia disso", acrescentou.

Acordo de livro comércio

"Eu tenho uma ótima relação com o Brasil. Eu tenho uma relação fantástica com o seu presidente. Ele é um grande cavalheiro, ele esteve aqui. Eles dizem que ele é o Trump do Brasil, eu gosto disso, é um elogio. E a propósito, acho que ele está fazendo um grande trabalho. Ele é um homem maravilhoso com uma família maravilhosa", disse.  

O presidente divulgou na noite desta terça-feira em seu Twitter pessoal a fala de Trump sobre a indicação de Eduardo Bolsonaro, seu governo e sobre a intenção de firmar um acordo de livre comércio entre o Brasil e os Estados Unidos.

Agrément

Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, confirmou que o governo brasileiro enviou ao Estados Unidos um agrément (pedido diplomático) para que Eduardo Bolsonaro  seja nomeado embaixador do Brasil em Washington. A medida é uma praxe na diplomacia. O governo norte-americano precisa aprovar previamente a indicação para que ela possa ser apresentada internamente.  

Caso a sinalização positiva dos EUA se confirme, o presidente Jair Bolsonaro formalizará a indicação oficial, que precisa ser aprovada pelo Senado Federal. Uma sabatina com o indicado é realizada previamente pela Comissão de Relações Exteriores da Casa. 

Caso seja aprovado para o cargo de embaixador, Eduardo Bolsonaro terá que renunciar ao mandato de deputado federal. Nas eleições do ano passado, ele foi o deputado federal mais votado da história do país, obtendo mais de 1,8 milhão de votos.  

De acordo com o Artigo 56 da Constituição Federal, não há perda de mandato, por parte de deputado ou senador, se o parlamentar for investido como chefe de missão diplomática temporária, o que não seria o caso de embaixador, que é considerado cargo de missão diplomática permanente, segundo a própria Carta Magna.

No início do mês, o próprio Eduardo Bolsonaro admitiu a disposição de renunciar ao mandato parlamentar para assumir a missão de embaixador.

Um torcedor e sócio do Náutico faleceu após passar mal durante partida no Estádio dos Aflitos, nessa sexta-feira (26). Fernando César, de 61 anos, chegou a ser socorrido, mas faleceu antes de chegar a uma unidade de saúde.

O jogo entre Náutico e Confiança pela Série C precisou ser pausado por oito minutos até que uma nova ambulância chegasse ao estádio. O sepultamento de Fernando César está marcado para as 16h deste sábado (27) no Cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife.

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Nas redes sociais, o Náutico lamentou o falecimento do torcedor. "O clube está de luto. A familiares e amigos, nossos sinceros sentimentos. Força e fé", assinalou.

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Era vencer se quisesse voltar e, se firmar, ao G4. Não havia outra opção para o Náutico, nesta sexta-feira (26), nos Aflitos, diante do vice líder Confiança. Os visitantes assustaram, saindo inclusive na frente do placar. Mas o Timbu foi buscar a virada e conseguiu. Com a vitória por 3 x 1, o clube alvirrubro chegou aos 24 pontos, em segundo no Grupo A da Série C.

O JOGO

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Empurrado pelo bom número de torcedores, o Timbu foi pra cima. Mas quem abriu o placar foi o time visitante. Aos 18 minutos, em cobrança de escanteio, o zagueiro Vinícius Simon subiu mais alto do que todo mundo na área alvirrubra e, de cabeça, tocou para abrir o marcador.

Aos 38, veio o empate. Bola lançada na entrada da área, Thiago dominou com categoria, colocou ela no chão, virou para cima de três marcadores e bateu rasteiro no canto esquerdo do goleiro Genivaldo.

A segunda etapa começou boa para a turma vermelha e branca e a virada saiu logo aos 5 minutos. A bola foi alçada na área, passou por todo mundo e acertou a trave. Esperto, Rafael Oliveira pegou a sobra, girou e mandou para as redes, fazendo 2 x 1.

Aos 38, o Timbu fechou a conta. A zaga sergipana vacilou, Matheus Carvalho ganhou com a perna esquerda, limpou e soltou a bomba para fazer o terceiro e deixar os Aflitos em festa com mais uma vitória.

FICHA DE JOGO

Competição: Campeonato Brasileiro da Série C

Local: Aflitos (Recife)

Náutico: Jefferson; Hereda, Diego, Camutanga e Wilian Simões; Josa, Jimenez e Paulinho (Jean Carlos); Matheus Carvalho (Danilo Pires), Thiago e Rafael Oliveira (Wallace Pernambucano). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Confiança: Genivaldo; Thiago Ennes, Vinícius Simon, Anderson e Altemar e Amaral (Luan); Rafael Villa (Tito), Everton e Ítalo (Bruninho); Marcelinho e Renan Gorne. Técnico: Daniel Paulista

Gols: Thiago, Matheus Carvalho e Rafael Oliveira (NÁU); Vinícius Simon (CON) 

Arbitragem: Roger Goulart (RS)

Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e Fabricio Lima Baseggio (RS)

Cartões amarelos: Rafael Villa, Tito e Bruninho (CON); Jean Carlos (NÀU)

Público: 9.997

O Náutico volta a sofrer com as chuvas do Recife. A equipe, que já teve uma de suas partidas na temporada adiada por duas vezes em decorrência as condições do gramado dos Aflitos, pode passar pela mesma mudança mais uma vez, no jogo contra o Confiança.

Marcada para a próxima sexta-feira (26), a partida válida pela 14ª rodada da série C, pode ser transferida para o sábado (27). Dessa vez, quem solicitou o adiamento da disputa foi a própria diretoria alvirrubra. No G4, ambas as equipes entram em campo para se firmarem na zona de classificação. A equipe do Confiança é o líder da tabela.

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Por Gabriela Ribeiro

O Santa Cruz conseguiu sua terceira vitória seguida, no terceiro jogo com o técnico Milton Mendes à frente do time, na noite deste domingo (9), no estádio do Arruda, no Recife. Com o placar de 3 a 1 contra o Confiança - dois gols de Pipico -, o tricolor pernambucano assumiu a segunda posição do grupo A da Série C.

O jogo

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O Santa Cruz começou tomando a iniciativa do jogo e a estratégia deu certo: logo aos 4 minutos, João Victor aproveitou um escanteio para cabecear forte e abrir o placar para o tricolor pernambucano.

O Confiança tentou responder, dominando a ação nos minutos seguintes. A ofensiva do time comandado por Daniel Paulista quase deu certo quando aos 11 minutos o goleiro Anderson quase entregou o ouro ao sair da área para buscar a bola e tocou errado para o lado.

Mesmo com o Confiança rondando a área do Santa, foi o tricolor que chegou mais perto do gol, numa cobrança de falta de Marcos Martins, uma bomba que o Renan soltou, dando rebote para Allan Dias, que não aproveitou. Aos 30, o artilheiro Pipico teve a primeira chance clara e não perdoou: recebeu de cara para o gol e bateu firme no canto, sem chance para o goleiro.

Com o placar mais folgado, o Santa Cruz pôde desfrutar de uma certa tranquilidade e chegava com mais efetividade na área do adversário. No fim do primeiro tempo, em mais uma jogada de bola alta do Confiança, Anderson fez uma bela defesa na cabeçada de Marcelinho.

Precisando buscar o resultado, o Confiança começou o segundo tempo mordendo. A pressão do visitante fez com que o goleiro Anderson fosse acionado algumas vezes. Com o jogo mais aberto e dinâmico, mais uma vez foi o Santa quem chegou com mais perigo: quase faz o terceiro gol com Elias aos 14 minutos.

O técnico Milton Mendes aproveitou para colocar em campo o recém-contratado Daniel Costa. Do outro lado, Daniel Paulista colocou Pingo, que na primeira jogada em que tocou na bola deixou o seu, diminuindo a vantagem do adversário aos 31 do segundo tempo.

Com o jogo mais movimentado do que no primeiro tempo, os dois times conseguiram chegar algumas vezes, com o Santa se impondo na partida. Faltando dois minutos para o fim do tempo regulamentar, Pipico recebeu um 'presente' na entrada da área e fez o que sabe melhor: balançar a rede. Segundo gol do artilheiro tricolor, terceiro do time Coral.

Ainda deu tempo para uma bomba de Elias na trave, mas foi assim que terminou: 3 a 1 para o Santa Cruz em cima do Confiança.

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FICHA DO JOGO

Campeonato: Série C

Estádio: Arruda

Santa Cruz - 3

Anderson; Marcos Martins, William Alves, João Victor e Bruno Ré; Charles, Allan Dias e Dudu (Patrick Vieira); Everton (Daniel Costa), Pipico e Misael (Elias Carioca).

Confiança - 1

Jean, Thiago Ennes, Vinícius Simon, Anderson e Radar; Amaral, Everton, Thallyson e Rafael Villa; Marcelinho (Pingo) e Renan Gorne (Tito). Técnico: Daniel Paulista.

Árbitro: Andrey da Silva E Silva

Assistentes: Marcio Gleidson Correia e Bárbara Roberta Loiola

Cartões amarelos: Pipico, Vinícius Simon, Bruno Ré, Charles

Atuando fora de casa neste sábado (25), o Náutico empatou com o Confiança pela quinta rodada da fase classificatória do Brasileiro da Série C. O jogo terminou em 1x1; o Timbu reclama de um gol a seu favor mal anulado pela arbitragem.

O técnico Gilmar Dal Pozzo analisou o resultado. O comandante do Náutico valorizou o empate, mas não deixou de reclamar do gol anulado. “A gente valoriza este empate. Pontuar é interessante, era confronto direto, o adversário tem qualidade e sempre vai brigar por classificação. No primeiro tempo tivemos um gol mal anulado”, comentou o treinador.

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Dal Pozzo revelou que uma das dificuldades enfrentadas pelo time pernambucano na montagem do time titular é o lado esquerdo. Improvisado, o volante Josa tem atuado como lateral. “O Josa defensivamente está cumprindo o que venho pedindo. Ofensivamente, pela característica, não podemos cobrar muito. A gente usa com um bom passe, por dentro, diagonal e no lado”, disse.

Por fim, o técnico do Náutico declarou que está satisfeito, até então, com o rendimento do seu time. “Tem me agradado, alguns setores nós temos dificuldade, como no lado esquerdo. Estou satisfeito, mas lógico que tenho a consciência de que o campeonato é difícil e nós temos que melhorar”, concluiu.

O time recifense ocupa a terceira colocação do Grupo A com sete pontos. Já o ABC está em sexto com cinco pontos.

Uma pesquisa divulgada pelo Ibope, nesta quarta-feira (24), aponta que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é aprovado por 35% dos entrevistados. O levantamento encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ouviu 2 mil pessoas, em 126 municípios, entre os dias 12 e 15 de abril.

De acordo com os dados, 35% consideram o governo ótimo ou bom, 31% regular, 27% ruim ou péssimo e 7% não respondeu. Em março, o Ibope fez outra pesquisa. Nela a aprovação do governo Bolsonaro era de 34% e o mesmo percentual considerava regular. Já 24% considerava ruim ou péssimo e 8% não respondeu.

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A pesquisa divulgada nesta quarta também questionou os entrevistados sobre a maneira de governar do presidente. A forma como Bolsonaro conduz o país foi aprovada por 51% e desaprovada por 40%. Ainda foi aferida a confiança da população que respondeu ao Ibope tem do presidente: 51% disseram que confiam e 45% não confiam.

Com a maioria dos titulares poupados, o Santa Cruz venceu o Confiança e garantiu a segunda colocação do Grupo A da Copa do Nordeste. Os gols do time coral foram marcados por Vitão e Guilherme Queiróz.

Com o término da rodada, o Santa conheceu o seu adversário nas quartas de final. A equipe pernambucana recebe o CRB, em partida única, no Arruda. A data ainda será definida pela CBF.

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Primeiro tempo tranquilo para o Santa Cruz. Com praticamente todo o time reserva em campo, o Mais Querido conseguiu controlar bem as ações e trabalhou bastante com a bola no pé, sem ligação direta.

E o gol foi na especialidade da casa: bola parada. Falta na lateral do campo, Marcos Martins cobrou na área e Vitão apareceu no alto desviando para as redes abrindo o placar no Arruda. Patrick Vieira teve uma chance clara de fazer o segundo, mas desperdiçou.

O time voltou com a mesma pegada para a etapa final. Com muita posse de bola, Leston aproveitou para fazer mais testes. Warley, da base, entrou no lugar de Elias. E foi dos seus pés que saiu a jogada do segundo gol coral. O lateral puxou contra ataque em velocidade e achou Guilherme dentro do área, o atacante tocou por cima, na saída do goleiro e saiu para o abraço.

Com a vantagem ampliada, o Santa administrou bem e conseguiu voltar a vencer dentro do Arruda.

Do site oficial do Santa Cruz

Na penúltima colocação do Grupo B da Copa do Nordeste, sem chance de classificação para as quartas de final da competição, o Confiança entra com time misto para encarar o Santa Cruz. Após jejum de mais de um mês sem vencer, o Dragão vai concentrar suas forças no Campeonato Sergipano, onde é atual líder do Hexagonal e enfrenta o Sergipe na próxima quarta-feira (3).

Focado na competição estadual, o técnico Daniel Paulista não comandará a equipe no Arruda. Geraldo, ex-meia que atuou no Sport e no Náutico, hoje auxiliar técnico, assumirá a equipe. Os azulinos entram em campo com time misto. Nomes da base como o atacante Wander e o lateral Yuan devem atuar contra o tricolor pernambucano.

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O Confiança passou mais de um mês sem vencer entre fevereiro e março. Nas últimas 8 partidas, conseguiu apenas uma vitória, justamente no último confronto, contra o Dorense, pelo Sergipano. Santa Cruz e Confiança se enfrentam às 16h deste sábado (30), pela 8ª rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste, no Arruda.

 

A rusga entre o governo Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, colocou em risco a articulação do parlamentar pela reforma da Previdência, assustou o mercado e reduziu o otimismo de analistas políticos e econômicos com a aprovação daquela que é a considerada a mais importante das reformas.

Na semana passada, Maia já demonstrava insatisfação com a atitude do governo em relação à reforma. Nesse sábado (23), o clima entre Bolsonaro e o parlamentar esquentou, com mais troca de farpas entre os dois políticos. O desgaste já tinha pesado no mercado financeiro na semana passada - após ter atingido a marca histórica de 100 mil pontos na última segunda-feira (18), a Bolsa caiu 3,1% na Sexta-feira (22) e o dólar atingiu R$ 3,90, recorde no ano.

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"O que mais espanta é a inabilidade do presidente da República. Temos de estar prontos para o fracasso da reforma, coisa que não estava no radar. Temos de aceitar que esse governo pode não ter condições de tocar um projeto tão ambicioso", diz o ex-presidente do BNDES Luiz Carlos Mendonça de Barros.

"Essa briga é assustadora. Não faz sentido antagonizar com o presidente da Câmara. O governo quer aprovar a reforma ou não?", questiona o ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman. "O governo brinca com fogo. Se a economia for muito abaixo do R$ 1 trilhão esperado para a próxima década, o País estará em apuros."

Apesar de fundamental para a saúde fiscal do País, a reforma da Previdência fere os interesses de vários grupos que votaram em Bolsonaro, como militares e parte do funcionalismo público, diz o cientista político do Insper Carlos Melo. "O governo vive nesse estado de ambiguidade, porque é apoiado tanto por esses grupos quanto pelo mercado. Mas ele não pode operar com sinais trocados para sempre, terá de escolher um lado."

Para o também cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, a falta de coesão dos grupos que apoiam o bolsonarismo e a dificuldade que o presidente tem em aglutinar forças para criar uma base estável agora cobram um preço. "Ficou mais claro que o governo precisa mudar seu modo de agir."

Processo

Apesar da preocupação dos analistas, o economista da PUC-Rio José Marcio Camargo afirma que as rusgas na articulação da reforma são naturais e parte do processo de negociação política. "Faz parte do jogo. Maia está tentando se posicionar e ganhar um pouco mais de voz e espaço neste momento. É fundamental que o presidente da Câmara esteja na articulação e Bolsonaro sabe disso. Essa indisposição vai passar."

"É claro que é um ruído desnecessário e que causa volatilidade, mas as pessoas se esquecem de como foram os outros processos de mudanças na Previdência. Mesmo com esses últimos dias, acho que haverá pouca desidratação da proposta e que grande parte do texto original vai passar", diz Camargo.

'Presidente não quer ônus'

O atrito entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que abalou a articulação política pela mudança na Previdência, deve emperrar o avanço da proposta feita pelo ministro Paulo Guedes, avalia o economista da Universidade de Brasília (UnB) José Luis Oreiro. A seguir, os principais trechos da entrevista:

A saída do presidente da Câmara da articulação pela reforma pode enfraquecer a proposta?

A reforma, como havia sido pensada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, 'subiu no telhado'. O governo já começou errado, colocando a questão de aprovar um BPC (Benefício de Prestação Continuada) menor que um salário mínimo. Depois, veio a reforma dos militares, que deixou claro o favorecimento. Agora, com o atrito entre Bolsonaro e Maia, não tem mais clima.

Essas questões não seriam negociadas naturalmente?

Sim. O problema é que a mudança do BPC e a questão dos militares destruíram o consenso. Foi uma completa inabilidade política, do ministro Paulo Guedes e do presidente. Além disso, o próprio presidente demonstrou pouca vontade de fazer a reforma. Ele sabe que é preciso fazer uma reforma, mas não quer o ônus político.

O que pode acontecer com o País, caso a reforma não passe?

Eu acho que vai ter uma turbulência. Os mercados estavam iludidos com a capacidade de articulação do governo e o Bolsonaro não deve voltar atrás. Isso deve aprofundar a crise de governabilidade, que o próprio governo parece ter instalado. Bolsonaro pode repetir os últimos meses do governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

A não aprovação prejudicaria a recuperação da economia?

Não mexer na Previdência prejudica no longo prazo. Alguém vai precisar fazer. Mas a reforma que é prioritária para aquecer a economia é a tributária, que daria competitividade à indústria. Só não creio que esse governo consiga mexer nisso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro caiu novamente na passagem de fevereiro para março, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência e divulgada na tarde desta quarta-feira, 20. De acordo com o levantamento, 34% dos brasileiros consideram boa ou ótima a atual gestão, contra 39% em fevereiro. Em relação ao levantamento de janeiro, a popularidade caiu 15 pontos porcentuais (49% para 34%).

De acordo com Ibope, em fevereiro, a fração dos brasileiros que consideram a gestão ruim ou péssima passou de 19% para 24%. Enquanto isso, a porcentagem dos que avaliaram como regular o governo passou de 30% para 39%. Em relação ao primeiro mês do ano, o número de descontentes com a atual gestão subiu cinco pontos (19% para 24%).

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A pesquisa do Ibope foi realizada entre os dias 16 e 19 de março e ouviu 2.002 pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais. Nesse levantamento, 8% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam à pergunta.

Na semana em que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, exonerou 320 servidores em cargos de confiança com o argumento de que seria preciso "despetizar" o governo, o ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, apresentou ao presidente Jair Bolsonaro uma proposta de decreto para fixar critérios mínimos para a ocupação de cargos comissionados. Os requisitos incluem experiência na área, tempo de atuação no serviço público e formação acadêmica. Além disso, o profissional não poderia estar em situação de inelegibilidade ou de conflito de interesses.

Essa é uma das medidas que a CGU defende para os 100 primeiros dias do governo Bolsonaro - os ministros têm encaminhado as prioridades de suas pastas ao Palácio do Planalto. A regulamentação do lobby no Executivo é outra proposta elaborada por Rosário, mas que ainda será analisada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, antes de ser enviada ao Planalto (mais informações nesta página).

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O texto que trata dos comissionados, já encaminhado para a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, estabelece exigências que variam de acordo com o nível do cargo de Direção e Assessoramento Superior (DAS) e da Função Comissionada do Poder Executivo (FCPE). Se aceito, o decreto só terá validade a partir da publicação no Diário Oficial da União, por isso, não abrangeria assessores nomeados antes disso para o governo.

Para os cargos de DAS mais elevados (níveis 5 e 6), com salários que chegam a R$ 16,2 mil, é preciso cumprir pelo menos um desses requisitos: ter quatro anos de experiência na área, já ter ocupado cargo em comissão por, no mínimo, três anos ou possuir título de especialista, mestre ou doutor na área.

Nos cargos de DAS 1, 2 e 3, os critérios são aprovação em concurso público, três anos de experiência mínima na área de atuação ou ocupação de outro cargo em comissão por no mínimo dois anos. Uma outra opção é possuir o título de especialista, mestre ou doutor.

Mesmo antes da posse, integrantes do governo já diziam que 30% dos cargos em comissão seriam cortados. Questionado se a máquina pública não pararia com esse enxugamento, Onyx tem afirmado que houve aparelhamento do Estado nos quase 14 anos em que o PT comandou o País. Mas ele nega que haverá uma espécie de "caça às bruxas".

O jornal O Estado de S. Paulo mostrou no fim do ano passado que os 23 mil cargos comissionados da Presidência da República e dos ministérios custam cerca 0,4% da folha de pagamento de servidores ativos e inativos do governo federal. Entre os ocupantes dos cargos de confiança, estão presidentes, diretores, coordenadores, chefes e assessores dos principais órgãos e programas do governo federal.

Parentes

Hipóteses enquadradas pela lei de conflito de interesses também levariam à proibição para assumir cargo de confiança no governo federal. Um exemplo é a nomeação de parentes de até terceiro grau. "Eu, por exemplo, não posso colocar minha mãe ou meu pai em um cargo ligado a mim", disse Rosário ao jornal.

Haveria uma brecha para indicação a cargos de secretários ou de ministros. "É uma coisa que não existia até hoje. Vai trazer critérios mais técnicos e melhorar a qualidade do servidor público que ocupa cargos na administração pública, trazendo maior eficiência. Isso está completamente aderente ao que o presidente Bolsonaro está propondo", afirmou Rosário.

O ministro disse que apresentará a proposta também aos outros colegas na reunião ministerial desta terça-feira, dia 8, no Planalto. A "Agenda de Governo", divulgada por Bolsonaro ainda no período de transição, prevê todas as terças-feiras, às 10h, reunião do Conselho de Governo - composto pelos ministros, presidente e vice-presidente.

Já existem regras que priorizam a ocupação de cargos de DAS por servidores que ingressaram na carreira por meio de concurso público. No mínimo, 50% das vagas comissionadas devem ir para servidores efetivos. O porcentual aumenta para 60% se o cargo é de DAS 5 ou 6, mais elevados e mais bem remunerados.

Lobby

O ministro Wagner Rosário pretende apresentar decreto para regulamentar e fiscalizar o lobby no Executivo. Segundo ele, a ideia é que a representação de interesses institucionais e governamentais traga regras claras para divulgação de informações oficiais. O texto estabelece pontos que deverão constar da divulgação dos dados, como com quem o agente público se reuniu, qual o objetivo e sobre quais temas conversaram.

Segundo ele, foram observados os normativos internacionais que recomendam a regulamentação do lobby e um dos modelos estudados foi a experiência do Chile. "Estamos fazendo uma norma que traz mais transparência a essas informações e regras para a relação entre o público e privado."

Também serão estabelecidas regras para recebimento de presentes. Como exemplo, Rosário diz que um servidor responsável por assinatura de contratos com uma empresa não pode receber um presente dela, exceto se tiver valores módicos, como um calendário.

Embora esteja pronto, o texto foi encaminhado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para sugestões. Em recente declaração, Moro se mostrou a favor da regulamentação do lobby, como uma medida de combate à corrupção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu de -24,1 em novembro para -17,5 em dezembro, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão ZEW. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam alta apenas marginal do indicador, a -24.

Por outro lado, o chamado índice para as condições atuais medido pelo ZEW diminuiu de 58,2 em novembro para 45,3 em dezembro. Neste caso, a projeção era de redução mais comedida, a 56,3. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Tendo sua candidatura a governadora de Pernambuco rifada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) na eleição deste ano, a vereadora Marília Arraes (PT) não teve outra opção do que disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A petista conseguiu mostrar sua força: foi eleita com 193.108 votos, sendo a mais votada da legenda. Ela foi a segunda mais votada de Pernambuco, ficando atrás apenas do primo João Campos, que obteve 460.387 votos. 

A deputada federal eleita, que continua sendo uma das maiores defensoras do ex-presidente Lula, decidiu deixar um recado a todos os seus eleitores por meio das redes sociais. “Nós, que recebemos uma expressiva votação do povo pernambucano vamos fazer valer a confiança depositada em nosso mandato”, avisou. 

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A neta do ex-governador Miguel Arraes também falou que as mulheres seguem fortes. “Além da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, da atual senadora e vice-governadora eleita do Piauí, Regina Sousa, e da vice-governadora de Sergipe, Eliane Aquino, as mulheres do PT vão ocupar 10 cadeiras na Câmara dos Deputados e 21 nas Assembleias Legislativas”, comemorou.

No segundo mandato como vereadora do Recife, Marília quase foi candidata a deputada federal em 2014. Em fevereiro de 2016, antes de disputar reeleição na Câmara do Recife, a petista pediu desfiliação do PSB para concorrer pelo PT. 

Candidato a governador, Armando Monteiro (PTB) tem apostado na ida da disputa pelo comando do Palácio do Campo das Princesas para o segundo turno. Depois de realizar caminhadas pelo Recife e Cabo de Santo Agostinho, nessa quarta-feira (3), o petebista disse estar confiante no “desejo de mudança expresso pela população em todos os lugares” onde esteve. 

“A rua está nos dizendo que vai ter segundo turno. O pernambucano quer dar uma chance à mudança, principalmente porque, com a mudança, todo mundo ganha, ninguém perde. Agora, se não mudar, fica tudo como está”, argumentou Armando. De acordo com a última pesquisa Ibope, divulgada na terça-feira (2), aponta o petebista com 27% enquanto o governador e postulante a reeleição, Paulo Câmara (PSB) configura 39%. Especialistas não descartam segundo turno estadual

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Questionado pelos jornalistas sobre qual candidato receberia seu apoio na sucessão presidencial, Armando afirmou que, mais do que nomes, o importante é que, ao chegar ao governo, terá uma relação próxima com o futuro presidente. “Conheço todos de perto e vamos defender Pernambuco com qualquer um que assuma”, destacou.

O candidato do PTB aproveitou para traçar um perfil do candidato que desejaria apoiar: “Tem que ter 100% de compromisso com a ordem democrática; tem que defender a estabilidade econômica, o controle da inflação para garantir a geração de emprego”. Além disso, acrescentou: “O candidato que quero precisa ter uma postura firme e compromisso em relação à segurança no nosso país; precisa valorizar a família; cuidar dos mais pobres; e precisa ser, acima de tudo, um patriota”.

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