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Nova pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (9), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2022. Lula aparece em primeiro lugar na totalidade dos cenários envolvidos, com destaque ao segundo turno, onde venceria o atual chefe do Executivo com 58% contra 31%. O estudo foi realizado entre a quarta (7) e quinta-feira (8). Nele, 2.074 eleitores foram ouvidos presencialmente pelo Brasil. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em maio, o Datafolha havia feito outra pesquisa com o mesmo teor, mas houve oscilação nos índices. Na anterior, o petista tinha 55% e o atual presidente, 32%. Lula também lidera nos dois cenários apresentados para o eleitor e em todas as simulações de disputa de segundo turno contra outros candidatos.

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No levantamento anterior do Datafolha, feito em 11 e 12 de maio, Lula tinha 21% na espontânea, Bolsonaro marcava 17% e Ciro Gomes (PDT), 1%. Agora, o petista pula para 26%, o presidente oscila para 19% e o pedetista, para 2%. Outros candidatos marcam 2%, como em maio, e votam em nulo ou branco 7% (8% antes). O índice dos que dizem não saber passou de 49% para 42%.

Nos dois cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, os principais rivais estão na mesma. Lula fica à frente com 46%, ante 25% do presidente. Ciro marca 8% numa e 9%, na segunda. Numa hipótese e noutra, 10% dizem que não votam em ninguém. Nesse cenário, em votos válidos Lula chega a 52%, o que dentro da margem de erro lhe garantiria a vitória em primeiro turno na eleição. Os índices da pesquisa estimulada ficam assim:

Cenário A:

Lula (PT) – 46%

Bolsonaro (sem partido) – 25%

Ciro Gomes (PDT) – 8%

João Doria (PSDB) – 5%

Luiz Henrique Mandetta (DEM) – 4%

Em branco/nulo/nenhum – 10%

Não sabem – 2%

Cenário B:

Lula (PT) – 46%

Bolsonaro (sem partido) – 25%

Ciro Gomes (PDT) – 9%

Luiz Henrique Mandetta (DEM) – 5%

Eduardo Leite (PSDB) – 3%

Em branco/nulo/nenhum – 10%

Não sabem – 2%

O tucanos mais cotados – o governador paulista, João Doria, e o governador gaúcho, Eduardo Leite – também foram citados, já que deverão disputar as prévias do PSDB em novembro.

Com o paulista no primeiro cenário, os tucanos chegam a 5%, enquanto o DEM com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta chega a 4%. Há empate técnico para eles, entre si, e com Ciro. Já na segunda fotografia, com o gaúcho, o tucano faz 3%, e o ex-ministro, 5% —empatando com o pedetista no limite da margem de erro.

Em comunicado divulgado na terça-feira (20), o Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras (PT-PE) anunciou que já se articula e busca forças políticas para montar uma oposição a Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições presidenciais de 2022. No último dia 28 de março, a base pernambucana aprovou uma resolução que deliberando que a aposta para o próximo ano será decidida junto à direção nacional do partido. 

Segundo a nota, a resolução tem como foco central “derrotar Bolsonaro e seus aliados, autores do genocídio em curso e responsáveis pela tragédia sanitária e pelas investidas cotidianas contra a democracia e contra os direitos da classe trabalhadora. Para vencer esses desafios temos plena sintonia com a orientação nacional de que é necessário buscar construir o maior número possível de alianças das forças progressistas nos estados, objetivo que, como é natural, coloca Pernambuco no centro desse debate com o protagonismo que sempre teve no país”. 

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Maior figura política do PT, Lula segue elegível para o próximo pleito, após ter todos os atos processuais na Lava Jato anulados pelo ministro Edson Fachin. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal confirmou a decisão. O líder e ex-operário pernambucano tem o estado natal como uma forte base eleitoral, assim como conta com a sua popularidade no Nordeste para angariar votos.

Confira o trecho final da nota da Comissão Executiva, na íntegra: 

“Neste sentido, o PT de Pernambuco envidará todos os esforços para construir um caminho coerente com essa orientação e com os interesses do Partido no Estado. Aguardaremos assim a abertura formal das discussões sobre as táticas a serem adotadas nos Estados, quando então definiremos o posicionamento do Partido em Pernambuco: alianças com outras forças (entre estas, a Frente Popular de Pernambuco) e indicação de nomes para eventuais composições majoritárias, ou a apresentação de candidatura ao governo do Estado. Até lá, vale destacar, eventuais lançamentos de nomes a esses postos refletem tão somente manifestações de ordem individual sem qualquer respaldo da instância estadual do Partido”.

O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) de Honduras encerrou neste domingo, 10, a recontagem manual dos votos de quase 5 mil urnas utilizadas nas eleições presidenciais de 26 de novembro. Segundo a corte, o resultado obtido é "extremamente consistente" com a apuração original, a qual o oposicionista Salvador Nasralla considerou manipulada e fraudulenta.

A recontagem confirmou a reeleição do atual presidente, Juan Orlando Hernández, com 43% dos votos. Nasralla ficou com 41,4%, segundo os novos números do TSE. Na primeira contagem, suspensa na quinta-feira da semana passada após 94,35% dos votos terem sido contabilizados, o placar era praticamente o mesmo.

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O TSE, no entanto, ainda não declarou a vitória de Hernández. Pelas leis de Honduras, a corte tem 30 dias após as eleições para fazê-lo.

A recontagem foi pedida por Nasralla, que se recusa a reconhecer o resultado. O oposicionista acusa os Estados Unidos, a União Europeia e a Organização dos Estados Americanos (OEA) de serem "cúmplices de uma fraude".

A líder da extrema-direita, Marine Le Pen, segue como favorita para vencer o primeiro turno da eleição presidencial na França, mas ainda ela continua perdendo no segundo turno, de acordo com duas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (23). Ambas foram realizadas antes do anúncio na quarta-feira de que o veterano centrista François Bayrou irá se aliar a Emmanuel Macron.

De acordo com a pesquisa BVA, Marine ganhou 2,5 pontos em duas semanas e agora aparece com 27,5% das intenções de voto no primeiro turno, que acontece no dia 23 de abril. Mácron aparece com 21%e François Fillon com 19%.

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No segundo turno - que ocorre em 7 de maio - Macron aparece com 61% contra 39% de Le Pen. Caso Fillon enfrentasse Le Pen, ele teria 55% dos votos e Le Pen, 45%.

Já a pesquisa de opinião da Harris Interactive também mostrou Le Pen liderando no primeiro turno, mas, no segundo turno, Macron teria 60%, contra 40% de Le Pen. Caso a disputa seja com Fillon, ele teria 57% dos votos e ela 43%.

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Só os lenços escondendo os cabelos fazem lembrar a época, não muito distante, que as afegãos eram obrigadas pela regime Talibã a se cobrirem com burkas. Agora centenas de policiais femininos vão atuar nas eleições presidencais previstas para este sábado. Elas vão ajudar a manter a segurança nos locais de votação, além de tentar atrair mais eleitoras.

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segundo uma das policiais, a oportunidade de ser livre e trabalhar foi oferecida as mulheres. '' Não devemos dfesperdiçar nosso tempo '' completa Faranaz. Elas aprenderam a lidar com armas e demostram que para muitas o medo desapareceu.

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O Chile está pronto para o 2º turno das eleições presidenciais no próximo domingo (22). A candidata socialista Michelle Bachelet, encerrou a campanha nessa quinta-feira (12) como favorita na disputa. Bachelet que governou de 2006 a 2010, fez um comício no Tribunal Central do Estádio Nacional em Santiago.

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A candidata venceu as eleições presidenciais em primeiro turno, com 46% dos votos. A socialista concorre no segundo turno com a candidata de direita Evelyn Matthei, é a primeira vez que duas mulheres disputam a presidência.

 

 

A União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) se reúne nesta segunda-feira (5), em Alagoas, com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para pedir que sejam derrubados os vetos da presidente Dilma Rousseff (PT). Até o dia 20, uma comissão mista parlamentar analisa os vetos, antes de enviar relatório para votação no Congresso Nacional.

Segundo a Unida, cerca de 21 mil plantadores nordestinos de cana, prejudicados com o veto presidencial a 10 pontos do projeto de lei regulatório ao pagamento de dívidas rurais da região, criticam a posição do governo pela falta de conhecimento e de sensibilidade diante aos efeitos da seca e dos planos econômicos do passado.

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A Unida apresentará ao senador as justificativas para a ação política em defesa da população rural da região. Segundo o presidente da entidade, Alexandre Andrade Lima, antes de qualquer conversa é preciso explicar que as dívidas rurais resultam de desastrosos planos econômicos do passado, os quais majoraram as dívidas, impedindo o pagamento. Além disso, também tem os efeitos de secas na produção nordestina, os quais limitaram diretamente a quitação dos compromissos. “Nos dois casos, podemos verificar a interferência e a ineficiência política, portanto, a responsabilidade do endividamento também é do governo federal”, frisou.

Entre as reclamações estão a proibição de o produtor negociar suas dívidas parceladamente até o final de 2014, o veto à participação da Zona da Mata –aos benefícios da legislação, com exceção das cidades onde foi decretada emergência, o desconto que seria calculado baseado apenas no valor original da dívida, a exclusão de todos os produtores inscritos em Dívida Ativa da União, em cobrança pela Procuradoria-Geral da União e nas contratadas com fontes públicas de recursos nas modalidades custeio, investimento ou comercialização. Também vetou o item que desatrelava a participar da renegociação à exigência de pagamento dos honorários advocatícios ou despesas com registro em cartório. “Diante de tudo isso e muito mais, vamos reivindicar apoio do presidente do Senado, contra esses vetos de Dilma”, afirmou o presidente da Unida.

Subvenção – Em maio, quando esteve em Pernambuco para lançar o petroleiro Zumbi dos Palmares, Dilma se reuniu em Recife com representantes de diversas associações de produtores de cana de açúcar e confirmou um subsídio exigido pelos agricultores. No entanto, a subvenção econômica para ainda não saiu do papel. Foram anunciados R$ 125 milhões para amenizar os prejuízos de 17 mil plantadores de cana, atingidos pela seca. Diante da pendência, a Unida também vai solicitar ao senado Renan apoio para o caso. 

De acordo com a Unida a demora em autorizar o pagamento ocorre devido o erro do governo em não informar a fonte de recurso na medida provisória (MP 615) que concedeu a subvenção. 

 

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