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Ele não tem boca, estômago ou cérebro, mas se alimenta, se locomove e tem capacidade mnemônica. Trata-se do "blob", um curioso organismo unicelular que pela primeira vez será apresentado ao público no zoológico de Paris.

Os novos astros do zoológico localizado no Bosque de Vincennes, que fascinam por terem 720 aparelhos sexuais e serem quase imortais, foram instalados no "vivarium", onde o público poderá vê-los a partir de sábado.

"Nossa missão também é mostrar os mistérios da natureza", disse Bruno David, presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris e do Parque Zoológico.

Instalado ao abrigo da luz, o "physarum polycephalum" é uma massa esponjosa, amarela e viscosa, também conhecida como "blob", em alusão ao filme de 1958 com Steve McQueen, sobre uma criatura pegajosa extraterrestre que devora tudo em seu caminho.

Não é animal, planta, nem mesmo fungo, mas um organismo primitivo, que apareceu há 500 milhões de anos, antes do reino animal.

"Não sabemos muito bem onde colocá-lo no repertório do reino de seres vivos", explicou Bruno David.

Durante um tempo foi considerado um fungo, antes de unir-se nos anos 1990 aos mixomicetos, um grupo de protistas.

Como é unicelular, ao iniciar seu ciclo é microscópico e, portanto, difícil de detectar em seu ambiente, à sombra em florestas temperadas ou em locais subterrâneos.

- Resistente ao micro-ondas -

Mas tem vários núcleos, que podem se multiplicar ou dividir à vontade.

"Blobs de todos os tamanhos podem ser criados, nenhum limite é conhecido", explicou à AFP a etóloga Audrey Dussutour, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França e especialista neste protista.

Esse organismo pode atingir até 10 metros em laboratório, onde pode ser subdividido por corte, uma vez que os fragmentos cicatrizam.

Nas câmaras de cultura do zoológico, os especialistas criam novos espécimes diariamente, a partir da mesma amostra, para poder apresentar o maior número possível ao público.

Marlène Itan, uma "blobicultora" recente, irriga e alimenta todos os dias os "bebês". "Sempre mudam. Você não sabe o que vai encontrar quando chegar!", assegura.

Esse organismo realmente não para de surpreender. Pode morrer de várias maneiras, mas também entrar em estado dormente, secando a si mesmo.

"Nesse estado, é quase imortal. Você pode até mesmo colocá-lo no micro-ondas por vários minutos!", de acordo com Dussutour.

Uma vez reumidificado, pode começar de novo, iniciando seu ciclo do zero, acrescenta a pesquisadora, que possui um laboratório de amostras com mais de 70 anos.

Outra curiosidade: graças à corrente que circula em sua rede venosa, o "blob" se move, entre um e quatro centímetros por hora.

Como observá-lo através de um copo não é muito espetacular, o zoológico concebeu uma museologia interativa para vê-lo em ação através de vídeos de imagens aceleradas.

- Capaz de memorizar -

Seu sistema vascular complexo apaixona também os físicos. Alguns até tentam se inspirar para aplicá-lo nas redes elétricas.

Apesar da ausência de um sistema nervoso, ele é capaz de memorizar.

O zoológico mostra uma experiência que mostra como pouco a pouco ele aprende a ignorar o sal (que a priori causa repulsa a ele) colocado no caminho em direção a sua comida.

Com seus 720 sexos diferentes, possui uma reprodução sexual semelhante à do fungo.

"Como surgiu antes, foram os fungos e os animais que se inspiraram em seus hábitos", segundo Dussutour.

O 'physarum polycephalum', no entao, é inofensivo, destacam.

O atacante Neymar, do PSG, foi homenageado nesta quarta-feira (16) pelo artista brasileiro Marcos Marin com uma escultura de quase três metros em Paris, na França.

A estátua do camisa 10 da seleção brasileira está exposta na avenida George V, na capital francesa. Além disso, a escultura integra a exposição "George V Monumental", que acontece até o dia 14 de novembro. Mais de 50 obras de quatro artistas diferentes participam da mostra.

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Após Paris, a obra do astro brasileiro irá para o Catar, onde ficará disponível ao público em uma exposição oficial da próxima Copa do Mundo, em 2022.

Desde 2017 no PSG, o brasileiro já anotou 55 gols em 63 jogos pelo time francês. Neymar também conquistou cinco títulos, entre eles dois Campeonatos Franceses.

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Da Ansa

Dois migrantes iraquianos, um deles de 17 anos, foram encontrados mortos nesta segunda-feira em uma praia de Le Touquet (Pas-de-Calais, norte da França), região onde as tentativas de atravessar para a Inglaterra são frequentes.

Um pequeno barco sem ocupantes foi achado perto do primeiro corpo, segundo a prefeitura de Pas-de-Calais.

Uma segunda embarcação do mesmo tipo também foi encontrada a cerca de 450 metros.

Horas mais tarde, um segundo corpo foi encontrado.

A investigação foi confiada à Polícia de Touquet e à Polícia de Fronteiras de Coquelles (PAF), informou o Ministério Público de Boulogne-sur-Mer.

Oito migrantes foram ajudados na mesma área, mas não foi possível por enquanto estabelecer algum vínculo com os dois mortos.

O diretor francês Luc Besson negou as acusações de estupro de uma atriz belga-holandesa e as chamou de mentiras em uma entrevista que será exibida na terça-feira (8) em um canal de televisão da França.

Esta é a primeira vez que o cineasta fala sobre o tema desde que um juiz de instrução de Paris retomou a investigação sobre a acusação apresentada por Sand Van Roy, de 28 anos, depois que o caso foi arquivado em um primeiro momento.

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"Esta história é uma mentira de A a la Z. Não estuprei esta mulher, nunca violentei uma mulher em minha vida. Nunca levantei a mão para uma mulher. Nunca obriguei fisicamente ou moralmente uma mulher a nada. Nunca droguei uma mulher com li em algum lugar. é uma mentira", afirmou Besson ao canal BFMTV, de acordo com trechos da entrevista divulgados nesta segunda-feira.

O diretor de "Nikita", "O Quinto Elemento" e "Valerian e a cidade dos mil planetas", filme mais caro da história do cinema francês, admite que cometeu erros e que teve uma relação de dois anos com esta atriz, que tem um papel pequeno em "Taxi 5", produzido por Besson.

"Traí minha mulher e meus filhos. Não aconteceu apenas uma vez, aconteceu várias vezes em 20 anos de casamento", disse o diretor de 60 anos e casado com a produtora Virginie Besson-Silla.

Sand Van Roy o denunciou por estupro em 18 de maio de 2018, um dia após um encontro em um hotel de Paris.

Dois meses depois, a atriz denunciou outros estupros e agressões sexuais cometidas, segundo seu depoimento, durante dois anos de relacionamento com "domínio profissional" por parte de Besson.

Mais oito mulheres o acusaram posteriormente de gestos inapropriados e até agressões sexuais, em depoimentos ouvidos pelo jornal francês Mediapart e cujos fatos já teriam prescrito em sua maioria.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, viaja no período de 24 a 28 de outubro para Bordeaux, na França, para proferir palestra. As informações estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, dia 1º de outubro.

Os franceses prestam, neste domingo (29), uma homenagem popular a seu ex-presidente Jacques Chirac, figura política do país durante quatro décadas, que faleceu na quinta-feira (26) e foi reconhecido como "profundamente francês", tanto por suas qualidades quanto por seus defeitos.

O tributo popular será organizado no Palácio dos Inválidos, em Paris, um dia antes de um dia de luto nacional e uma cerimônia oficial na presença de inúmeras personalidades estrangeiras.

A morte de Chirac, "o humanista", uma figura mítica da direita francesa que estava doente há anos e que pouco aparecia em público, comoveu o país que presidiu por 12 anos (1995-2007), depois de ter sido prefeito de Paris entre 1977 e 1995.

Desde quinta-feira, cerca de 5.000 franceses, alguns deles muito jovens, assinaram os livros de condolências no Palácio do Eliseu, onde deixaram elogios fervorosos e expressaram sua "ternura" e admiração por Chirac.

O ex-presidente será sempre lembrado por ter se oposto à guerra do Iraque em 2003, por ter reconhecido a responsabilidade da França na deportação judeus durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial e por sua frase "nossa casa está queimando", um alerta sobre a situação climática lançado em 2002.

Segundo uma pesquisa publicada no Journal du Dimanche, Chirac, cuja popularidade não parou de crescer desde que deixou o Eliseu em 2007, tornou-se o presidente da Quinta República mais amado pelos franceses, empatado com Charles de Gaulle .

Muitos preferem não mencionar as questões judiciais de quem, em 2011, se tornou o primeiro ex-presidente francês a ser condenado (dois anos de prisão com suspensão da pena, por um caso de empregos fantasmas na prefeitura de Paris).

"Ele tinha um lado humano que nem todo mundo tem atualmente na política [...] Não era alguém perfeito, mas é por isso que gosto tanto dele", disse no sábado à AFP Thibaud, 23 anos.

A afeição demonstrada por seus concidadãos se deve "mais" ao "que era" do que "ao que fez", considerou o jornal conservador Le Figaro.

"Ele se ajustou às contradições de um país", acrescentou o jornal, para o qual o ex-chefe de Estado "era profundamente francês, com suas virtudes e fraquezas".

O pátio do Palácio dos Inválidos, um monumento que abriga, entre outros, o túmulo de Napoleão, será aberto ao público a partir das 14h00 (9h00 de Brasília) para quem quiser se despedir do ex-presidente.

O caixão estará na entrada da catedral Saint-Louis-des-Invalides.

- Líderes estrangeiros -

Na segunda-feira, dia de luto nacional, uma cerimônia reservada à família será realizada pela manhã antes das honras militares, na presença do atual chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

Ao meio-dia, um serviço solene presidido por Macron será realizado na igreja de São Sulpício, em Paris.

A presença de numerosas personalidades estrangeiras é esperada, com cerca de 30 chefes de Estado e de governo anunciados.

Entre eles, o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier, o da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o russo Vladimir Putin, o italiano Sergio Mattarella e os primeiros-ministros do Líbano, Saad Hariri, e da Hungria, Viktor Orban. Também estarão presentes líderes da época em que Chirac esteve no poder, como o ex-presidente do governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero e o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder.

Ás 15h00, um minuto de silêncio será observado nas escolas e repartições públicas.

Além de seus dois mandatos como presidente da República e três como prefeito de Paris, Jacques Chirac também foi primeiro-ministro duas vezes (1974-1976 e 1986-1988), fundou dois partidos conservadores - RPR e UMP -, ministro em várias ocasiões desde os 34 anos e deputado de Corrèze (centro).

Ao longo de sua carreira, o falecido ex-presidente permaneceu fiel à sua rejeição à extrema direita, sua preocupação com a coesão nacional e sua visão gaullista da política internacional da França, considerada uma potência equilibrada que dialogava com todos os atores.

A tarefa de Mylène Pardoen, arqueóloga de paisagens sonoras, é árdua: tentar restaurar o "volume particular" da catedral parisiense de Notre-Dame após o incêndio que a destruiu.

Como a luz filtrada pelas janelas, ou o cheiro muito particular de velas, os sons de uma catedral fazem parte de seu DNA.

A acústica desse local depende de sua arquitetura, dos materiais utilizados, dos móveis escolhidos, mas também do tecido urbano circundante.

"Cada igreja, cada catedral tem uma acústica única e singular", explica a engenheira de pesquisas do Instituto de Ciências Humanas (ISH) de Lyon.

Um elemento de madeira, por exemplo, não soa como uma pedra.

Na Notre-Dame, este coquetel único pegou fogo em 15 de abril, quando as chamas deixaram a catedral com três buracos importantes em sua abóboda.

"Agora não há som", explica Pardoen, "apenas os ruídos externos, a agitação das máquinas, os aspiradores de pó...", constata.

Desde sua primeira visita à catedral em chamas em julho, a especialista lembra o cheiro de madeira queimada, chumbo derretido e a forte luminosidade, devido a buracos no telhado e à ausência de vitrais.

A cientista do CNRS, apaixonada por história, coordena o grupo acústico, que funcionará por cinco anos.

O papel desses especialistas é identificar as melhores estratégias de restauração para que a catedral recupere sua acústica inicial.

Para isso, Pardoen e seu colega Brian Katz têm um registro acústico de 2013, que será o ponto de partida.

Retrocesso no tempo

A engenheira também "voltará no tempo" com a ajuda de especialistas e historiadores.

Ela recriará o interior e o exterior da catedral e deduzirá "os ambientes sonoros da Notre-Dame em um determinado momento".

"O órgão precisa encontrar sua essência sonora", diz Pardoen.

Um trabalho minucioso, já que a localização e o tamanho das capelas mudaram, os corredores mudaram, as cornijas e os móveis foram modificados. Até o tecido urbano de hoje é completamente diferente.

O átrio, por exemplo, era muito menor.

"Tudo isso tem um impacto direto no que é ouvido", explica Pardoen.

Em seguida, usando um modelo virtual, os dois especialistas poderão calcular como cobrir os buracos, visando principalmente às pedreiras onde serão coletadas as pedras destinadas à reconstrução da abóbada.

"Quando soubermos quem ganhou as diferentes licitações, visitaremos os artesãos selecionados", acrescenta.

"Também verificaremos cada trabalho realizado para readaptar o modelo, se necessário, e dizer o que pode, ou não, continuar", completa ela.

Especialistas em som farão recomendações, embora a escolha final não dependa deles.

"O cientista não tem controle sobre a política", ressalta Pardoen.

Ela acredita que poderá começar as medições acústicas na catedral entre o final de outubro e o início de novembro. Até lá, será preciso encontrar o financiamento necessário, especialmente para o material que não poderá sair da catedral, porque seria "contaminado".

"Não há vínculo entre o dinheiro doado e nossos empregos", explica.

O certo é que ela e sua equipe farão todo o possível para que os sons recuperem sua particularidade antes do desastre.

Especialmente para os coros e o órgão.

"O instrumento foi construído quase sob medida, para uma acústica específica. Trata-se de nossa herança musical", conclui a especialista.

O presidente Emmanuel Macron afirmou que a França "não pode receber a todos se deseja receber bem", poucos dias antes de um debate parlamentar sobre a imigração.

"Para continuar acolhendo a todos dignamente não se deve ser um país muito atrativo", declarou Macron em uma entrevista à rádio Europe 1, transmitida nesta quarta-feira e gravada em Nova York, onde participa na Assembleia Geral de ONU.

O presidente francês afirmou que é necessário ser "humanos e eficiente" e "sair de certas posições em que estamos presos" na imigração, uma questão que será discutida em 30 de setembro na Assembleia Nacional e em 2 de outubro no Senado

"Seria um erro dizer que a questão da migração é um tabu ou que, de alguma forma, só pode ser abordada quando há crise", disse Macron, antes de completar que "a França sempre foi um país de migração" e quer abordar o debate de maneira "extremamente tranquila".

O presidente da França reconheceu o importante aumento do número de demandantes de asilo no país, motivado, de acordo com Macron, pela cooperação insuficiente entre países europeus. E admitiu o "fracasso" das reconduções à fronteira.

No ano passado, o número de demandantes de asilo na França aumentou 23%, sobretudo de pessoas procedentes da Albânia e da Geórgia.

O presidente da França, Emmanuel Macron, tentou agendar um encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Irã, Hassan Rouhani, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, mas a proposta foi rejeitada pelos iranianos, segundo fontes diplomáticas ouvidas pelo Wall Street Journal.

A ideia da reunião, a primeira entre um líder americano e um iraniano desde 1979, seria supostamente apoiada pelo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson. As fontes disseram que o Irã exigiu comprometimento dos EUA em suspender as sanções sobre seu país antes de qualquer diálogo.

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Trump, por sua vez, declarou que seu governo está pronto para intensificar os embargos sobre o Irã até que o país persa deixe de ser uma ameaça a Washington e seus aliados, durante discurso no evento da ONU ontem. Rouhani deve fazer pronunciamento na Assembleia nesta quarta-feira.

Uma pantera negra foi vista percorrendo telhados residenciais no norte da França esta semana. O animal foi resgatado por bombeiros e um veterinário, que foram acionados por moradores na noite de quarta-feira, 18.

Os habitantes de um bairro perto de Lille relataram ter visto um gato grande "passeando em calhas residenciais".

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Fotos tiradas após a chegada do corpo de bombeiros mostram a pantera à vontade, se equilibrando nas bordas da construção e andando em frente a uma janela fechada.

Segundo a BBC, o animal desceu as escadas do prédio e entrou em uma casa pertencente a uma família cuja filha de 15 anos estava em casa - e fugiu ao ver a pantera entrar no quarto. Os bombeiros aproveitaram o momento para capturar o felino, que foi sedado e colocado em uma gaiola, sem ser agressivo.

Especialistas em vida selvagem acreditam que a pantera tenha entre cinco e seis meses de idade. Ela estava sendo mantida como animal de estimação de forma ilegal, apesar de parecer domesticada, ter as garras cortadas e estar em boas condições de saúde. As autoridades francesas procuram pelo proprietário do animal.

Após sua captura, a pantera foi entregue a autoridades governamentais de vida selvagem, que por sua vez a entregaram à Liga de Proteção Animal para passar a noite. Desde então, foi transferida para um destino ainda não anunciado.

A infiltração de cerca de mil manifestantes "black blocs" em um protesto pelo clima levou a uma série de incidentes neste sábado no centro de Paris, levando as ONGs a pedir que o público abandonasse a marcha.

O clima era tenso na capital francesa, onde neste sábado ocorreram várias marchas simultaneamente: além da manifestação pelo clima, um protesto dos "coletes amarelos", que criticam a política social e fiscal do governo, e outra contra um projeto de reforma da Previdência.

No início da tarde, 137 pessoas tinham sido detidas e 174 multadas nas áreas onde era proibido se manifestar, segundo a polícia.

Neste contexto, as ONGs Grenpeace e Youth For Climate, que convocaram o protesto pelo clima, pediram para os manifestantes abandonarem a marcha, devido à violência.

"Não assumam nenhum risco e abandonem a marcha pelo clima. Não estão dando as condições de uma manifestação não violenta", tuitou o Greenpeace, denunciando o uso de gases "lacrimogêneos contra manifestantes não violentos e famílias".

Na avenida Saint-Michel, no bairro latino, militantes de extrema-esquerda - alguns com o rosto coberto - lançaram objetos contra as forças de segurança e vandalizaram uma agência bancária.

Os gendarmes responderam aos "black blocs" com gás lacrimogêneo, o que provocou o recuo de parte dos manifestantes. Bombeiros foram chamados após lixeiras terem sido incendiadas.

Os participantes da marcha pelo clima foram convocados por várias ONGs um dia depois de uma "greve mundial pelo clima" histórica. Na capital francesa, pouco menos de 10 mil pessoas participaram da marcha de sexta-feira, segundo uma estimativa da empresa Occurrence.

Também foram organizados atos em outras áreas da França, como em Lyon, onde cerca de 5 mil pessoas se reuniram de manhã no centro da cidade, segundo a prefeitura.

- 'Criminosos' -

Ao lado de seu filho Lucien, de 7 anos, Noémie Izbicki explicou à AFP que compareceu na manifestação para que seu filho "tome consciência do desafio".

Jean-Claude Moralez, professor de 65 anos, expressou seu pessimismo, ao destacar que a situação tinha chegado a um ponto sem volta. "Este tipo de manifestação é importante, mas deveria ter acontecido faz tempo".

Em Paris, cerca de 7.500 membros das forças de segurança foram mobilizados, bem como canhões de água e veículos blindados da gendarmeria.

Na Champs-Élysées, onde muitos estabelecimentos comerciais foram atacados em protestos anteriores dos "coletes amarelos", proprietários protegiam boa parte das lojas com tapumes de madeira.

De manhã, a polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes que tentavam incendiar lixeiras.

"Nos tratam como se fossemos criminosos", denunciou Brigitte, ativista ecologista.

Neste sábado também aconteciam as Jornadas del Patrimônio, que anualmente atraem dezenas de milhares de visitantes.

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O aparecimento de um animal silvestre apavorou moradores da cidade de Armentières, região norte da França, na última quarta-feira (18). Uma pantera negra foi flagrada por moradores enquanto andava sobre os telhados e, apesar do susto e da surpresa da população, o animal foi resgatado e encaminhado a salvo para cuidados junto aos órgãos competentes.

Nas redes sociais, os bombeiros da região registraram o alerta. "Chamados às 18h23 por causa de um animal perigoso, os sapadores bombeiros do Norte foram confrontados com um felino de grande porte que passeava sobre os telhados de um edifício". Ainda segundo moradores, a pantera seguia caminhando tranquila como um "gato de rua", inclusive parando para observar o movimento das cercanias.

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Pantera foi flagrada por moradores da cidade de Armentières, na França | Foto: Sdis 95

O momento inusitado foi registrado por populares em fotos e vídeos em que é possível acompanhar alguns instantes do felino andando pelos andares superiores dos imóveis. Considerado um mistério pelas autoridades locais, o surgimento da espécie incomum na região não causou maiores transtornos aos munícipes.

O presidente francês, Emmanuel Macron, participará nesta segunda-feira (23) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York paralelamente à Assembleia Geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento daquela região, afetada por grandes incêndios.

Um dia depois de sua chegada, domingo à noite, a Nova York, o presidente francês lançará "um chamado à mobilização" para a floresta amazônica com seus homólogos chileno, Sebastián Piñera, e colombiano, Iván Duque, entre outros, informou o Eliseu nesta quinta-feira (19).

Esta reunião, que se pretende que seja "consensual", acontece após a que juntou no começo de setembro sete países da região na Colômbia, para proteger a maior floresta tropical do mundo, devastada por incêndios pelos quais o presidente Jair Bolsonaro foi muito criticado por Macron.

Nenhum encontro está previsto entre os dois dirigentes em Nova York.

A França "também é um país amazônico", informou o Eliseu, cujo território de ultramar da Guiana também tem uma vasta superfície amazônica.

Na segunda-feira, Macron participa ainda da Cúpula sobre o Clima organizada pela ONU, que será "a ocasião para afirmar nossa ambição climática", completou a Presidência francesa.

Em Nova York, onde estão reunidos muitos dirigentes internacionais, o chefe de Estado francês tem tido uma série de reuniões bilaterais, especialmente com o americano Donald Trump e com o presidente da Autoridade palestina, Mahmud Abbas.

Ele discursará na terça-feira (24) na Assembleia Geral pela terceira vez desde o início de seu mandato.

Macron tentará obter avanços sobre temas prioritários para a França, como a crise de segurança na região africana do Sahel e da Líbia, apoiando a ONU, que busca reiniciar as negociações entre os beligerantes.

O empate contra a Colômbia e a derrota para o Peru em amistosos realizados neste mês nos Estados Unidos custaram caro à seleção brasileira no ranking da Fifa. Na atualização mensal da lista feita pela entidade, divulgada nesta quinta-feira, o time comandado pelo técnico Tite caiu uma posição e agora está no terceiro lugar. Foi ultrapassado pela França, que venceu duas partidas pelas Eliminatórias para a Eurocopa de 2020.

Em relação ao ranking de agosto, o Brasil caiu de 1.726 para 1.719 pontos, enquanto que os franceses subiram de 1.718 para 1.725 pontos. A liderança segue com a Bélgica, que também obteve duas vitórias pelas Eliminatórias da Eurocopa e está no momento com 1.752.

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A atualização do ranking em setembro leva em conta os resultados da última data Fifa, que contou com 78 amistosos oficiais, 60 jogos eliminatórios para a Copa do Mundo de 2022, que será no Catar, e 74 partidas qualificatórias para competições continentais (Eurocopa de 2020 e Copa da Ásia de 2023).

Outra seleção que subiu na lista deste mês foi Portugal, do atacante Cristiano Ronaldo, passando do sexto para o quinto lugar - ultrapassou o Uruguai, que disputou amistosos nos Estados Unidos. Os outros países que ocupam o Top 10 são: Inglaterra (quarta posição), Espanha (sétima), Croácia (oitava), Colômbia (nona) e Argentina (10.ª).

Grandes seleções mundiais ainda estão abaixo do Top 10. São os casos da Holanda, em 13.º lugar, da Itália, em 15.º, e da Alemanha, em 16.º. O Peru, atual vice-campeão da Copa América e que derrotou o Brasil no amistoso realizado em Los Angeles, ocupa a 19.ª colocação.

O maior avanço entre agosto e setembro foi obtido pela seleção de Granada, que subiu 13 colocações e passou para a 160.ª posição. As maiores quedas ocorreram com a Nicarágua e com Eswatini (antiga Suazilândia), que caíram 11 colocações. O país da América Central está na 148.ª posição e o da África, na 150.ª.

Uma americana se tornou nesta terça-feira (17) a primeira pessoa a atravessar o Canal da Mancha a nado quatro vezes sem interrupção, uma proeza que demorou 54 horas nas águas frias que separam a França do Reino Unido.

Sarah Thomas, de 37 anos, chegou durante a manhã a Dover, na costa sul da Inglaterra, sob os aplausos de um grupo de admiradores.

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"Me sinto um pouco mal", reconheceu em um vídeo de sua chegada divulgado no Facebook.

A nadadora, que há um ano se recuperou de um câncer de mama, dedicou a aventura a "todos os sobreviventes", em uma mensagem publicada no sábado.

"Isto é para aqueles de nós que rezaram por nossas vidas, que se questionaram com desespero sobre o que viria depois e que lutaram contra a dor e o medo para vencer", escreveu.

Sarah Thomas fez duas idas e voltas entre Dover e Cap Gris-Nez, localidade do norte da França.

A americana admitiu à BBC que o mais difícil das travessias foi a água salgada, que irritou sua boca e a garganta. Também foi atingida por uma água-viva no rosto.

O nadador de resistência Lewis Pugh elogiou a proeza no Twitter, que chamou de "extraordinária, assombrosa, sobre-humana".

"Quando pensamos que atingimos o limite da resistência humana, alguém quebra os recordes", escreveu.

Responsável por derrubar uma invencibilidade de 13 anos, ou 48 partidas, dos Estados Unidos, a seleção da França derrotou a Austrália por 67 a 59 neste domingo e ficou com o terceiro lugar no Mundial de Basquete, que está sendo realizado na China.

Os franceses, que foram superados nas semifinais pela Argentina, já estão garantidos, ao lado da Espanha como representante da Europa, nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

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O mesmo vale para a Austrália, primeira seleção confirmada nas Olimpíadas, uma vez que a Nova Zelândia, que também brigava por uma vaga da Oceania em Tóquio, foi eliminada ainda na primeira fase.

Foi a segunda vez que a França termina um Mundial em terceiro. O fato aconteceu pela primeira vez na última edição, em 2014, disputada na Espanha e que teve os Estados Unidos como campeões.

Nando De Colo foi o cestinha da partida. O armador francês anotou 19 pontos e foi fundamental para o triunfo que garantiu à sua equipe o terceiro lugar no Mundial. Ele também contribuiu com três rebotes e duas assistências. O ala Evan Fournier, com 16 pontos e cinco rebotes, também foi responsável direto pelo bom desempenho francês em quadra.

Patty Mills, acostumado a ser o cestinha australiano na maioria dos jogos, desta vez não foi o maior pontuador da seleção da Oceania. Quem mais pontuou foi Joe Ingles, com 17 pontos, além de ter pegado cinco rebote e dado três assistências. No entanto, Mills contribuiu com 15 e duas assistências e também teve boa atuação.

No duelo em Pequim, os franceses começaram mal e foram dominados nos dois primeiros quartos. No primeiro tempo, a Austrália conseguiu abrir nove pontos de vantagem e foi ao intervalo vencendo por 30 a 21.

No entanto, a França acordou na segunda metade da partida. Com uma defesa mais segura e um ataque que passou a funcionar melhor, o time europeu passou à frente no placar no último quarto e sustentou a vantagem até o final para ficar com o terceiro posto no Mundial.

As autoridades francesas lançaram neste início de temporada um combate contra a homofobia nos estádios, denunciando cantos e cartazes preconceituosos. Na Europa, diversos países buscam maneiras de lutar contra esse problema.

O governo francês pediu neste ano mais firmeza na luta contra a homofobia. Assim, vários jogos foram interrompidos pelo árbitro devido a cantos de torcedores e cartazes homofóbicos.

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Mas o presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), Noël Le Graët, afirmou recentemente ser contra a paralisação de jogos, indo contra a recomendação do governo.

- Espanha -

Na Espanha, terceiro país do mundo a autorizar legalmente o matrimônio entre homossexuais em 2005, a abertura para o coletivo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) segue sendo um tabu no futebol profissional.

A tolerância parece acabar nas portas dos estádios. Nas arquibancadas os insultos homofóbicos são corriqueiros quando se quer insultar o adversário. Vários jogadores viveram estas situações diariamente, como os ex-meias espanhóis Míchel, Guti e Pep Guardiola, ou o português Cristiano Ronaldo.

Desde 2016, a Liga espanhola publica um guia de "boas práticas", no qual defende a "tolerância zero" contra qualquer tipo de discriminação.

A Liga manda também semanalmente um relatório para a Comissão de Disciplina da Federação Espanhola e para a Comissão de combate à violência que inclui os insultos proferidos pelos torcedores nos estádios e sugere punições.

Iniciativas recentes contra a homofobia tiveram certo sucesso na Espanha. Em 2015, jogadores de várias equipes usaram cadarços com as cores do arco-íris nas chuteiras, símbolo da causa LGBT. O Eibar e o Rayo Vallecano chegaram a usar uniformes com as cores do arco-íris.

- Inglaterra -

Na Inglaterra, a homofobia não é vista como um problema nos estádios, ao contrário do racismo, contra o qual as autoridades se mostram dispostas a atuar rapidamente.

A cultura dos torcedores é diferente da França, já que não existe a estrutura das torcidas organizadas no futebol britânico. Por outro lado, sofre com a descriminação.

Um estudo realizado em 2018 pela associação Kick It Out mostrava que as descriminações de todo tipo viram um aumento nos últimos anos, especialmente os casos de homofobia (+9% entre 2016-2017 e 2017-2018), para um total de 111 incidentes de caráter homofóbico em 2017-2018.

- Alemanha -

A homofobia nos estádios da Alemanha não é um assunto que gere grande polêmica. O pais se mostra muito mais reativo e indignado com manifestações públicas da extrema-direita ou de cunho neonazistas.

A sociedade alemã é uma das mais avançadas no que diz respeito à aceitação da homossexualidade e isso se reflete nos estádios.

O ex-jogador Thomas Hitzlsperger, que revelou ser gay após pendurar as chuteiras e se tornou comentarista de uma emissora da televisão pública, afirmou: "Os torcedores de futebol são muito mais abertos do que no passado. Foram feitos muitos avanços no futebol profissional contra a descriminação, os preconceitos e a intolerância. A homossexualidade já não é um tabu como era há cinco anos".

Contudo, nenhum jogador profissional em atividade revelou ser gay até hoje.

- Itália -

A questão da homofobia é pouco presente nas arquibancadas italianas.

Alguns casos ganharam fama fora dos gramados, especialmente o de Maurizio Sarri, ex-técnico do Napoli e hoje na Juventus, suspenso por dois jogos da Copa da Itália por ter chamado de "bicha" o colega Roberto Mancini, na época treinador da Inter de Milão.

Em 2012, o ex-jogador Antonio Cassano precisou pedir desculpas publicamente por declarações polêmicas.

"Homossexuais na seleção? Espero que não, mas isso é problema deles", tinha afirmado.

A Itália sofre mais com o racismo, omnipresente nos estádios, como os recentes ataques contra o atacante da Inter de Milão Romelu Lukaku, insultado pela torcida do Cagliari durante uma partida.

Para piorar, a própria torcida organizada da Inter de Milão optou por defender os torcedores rivais, não o jogador belga, afirmando que os insultos eram uma estratégia para desestabilizá-lo.

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Paris e outras quatro cidades francesas anunciaram, nesta quinta-feira, a proibição do uso de pesticidas em seu território, com a esperança de mudar a lei, em plena polêmica nacional sobre o uso dos produtos químicos na agricultura.

"É uma iniciativa coordenada para fazer a lei mudar e contribuir para proteger o patrimônio inestimável da biodiversidade em nossos territórios e a saúde de nossos concidadãos", afirmam em um comunicado conjunto os prefeitos das cidades de Paris, Lille, Nantes, Grenoble e Clermont-Ferrand.

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Desta forma, as cinco metrópoles manifestam apoio às dezenas de prefeitos franceses que nas últimas semanas proibiram com decretos o uso de pesticidas.

O primeiro a adotar a iniciativa, Daniel Cueff, prefeito da de Langouët (Bretanha), sofreu uma derrota judicial quando um tribunal administrativo suspendeu seu texto alegando que não era de sua competência tomar decisões sobre o uso de pesticidas.

A ação das cidades é sobretudo simbólica, uma vez que a lei já proíbe desde 2017 às comunidades o uso de produtos químicos nos espaços verdes e no espaço público. Desde janeiro, particulares e jardineiros só podem utilizar produtos fitofarmacêuticos de origem natural.

A decisão, portanto, se aplica principalmente aos espaços verdes de empresas e de zonas residenciais, pois geralmente não há plantações nas cidades.

"Esta ação conjunta com vários prefeitos de grandes cidades busca principalmente fazer o governo ceder", declarou Stéphane Baly, líder do grupo de vereadores do partido ecologista EELV de Lille.

O governo quer fixar entre 5 e 10 metros a distância mínima entre as zonas residenciais e as áreas que recebem pesticidas, uma proposta considerada insuficiente por ecologistas e associações.

Se ainda não embalou com a camisa da Juventus na temporada europeia, Cristiano Ronaldo esbanjou talento na vitória de Portugal sobre a Lituânia nesta terça-feira, pelas Eliminatórias da Eurocopa de 2020. O atacante português balançou as redes quatro vezes na goleada de 5 a 1, fora de casa.

Com o resultado, o time português chegou aos oito pontos e emplacou a segunda vitória consecutiva, deixando para trás a irregularidade exibida nas duas primeiras partidas. Portugal ocupa a segunda colocação do Grupo B, atrás apenas da líder Ucrânia, dona de 13 pontos, com um jogo a mais na chave. O time lituano é o lanterna, com apenas um ponto.

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Jogando no modesto estádio LFF stadionas, na cidade de Vilnius, Cristiano Ronaldo e companhia não tiveram maiores problemas para dominar o frágil rival. O atacante da Juventus abriu o placar aos seis minutos, em cobrança de pênalti.

No único momento em que levou perigo à defesa portuguesa, a Lituânia buscou o empate aos 27. Após cobrança de escanteio na área, Vytautas Andriuskevicius escorou de cabeça para as redes. Mas a postura mais ofensiva dos donos da casa parou por aí.

No segundo tempo, só deu Portugal. Aos 16, Cristiano Ronaldo finalizou rasteiro de fora da área. A bola quicou e enganou o goleiro Ernestas Setkus, que caiu atrasado e viu a bola desviar em seu próprio ombro antes de morrer nas redes. Apenas três minutos depois, Bernardo Silva acertou linda assistência para o mesmo Cristiano Ronaldo surgir entre os zagueiros na pequena área e desviar com facilidade para as redes.

O atacante anotou o seu quarto gol aos 30 minutos, em finalização tranquila da entrada da área, pelo lado esquerdo. Antes do apito final, aos 45, William Carvalho aproveitou bate-rebate dentro da área para dar um leve toque na bola e selar a goleada fora de casa.

Pela mesma chave, a seleção da Sérvia bateu Luxemburgo por 3 a 1, fora de casa. Chegou, assim, aos sete pontos e figura na terceira colocação. O rival soma quatro e aparece na quarta posição.

FRANÇA E INGLATERRA VENCEM - Atual campeã mundial, a seleção francesa também chegou aos três pontos com facilidade. Jogando diante de sua torcida, no Stade de France, derrotou a modesta seleção de Andorra por 3 a 0. O primeiro gol saiu aos 17 minutos, quando Coman recebeu pela direita na entrada da área e bateu na saída do goleiro de Andorra.

O segundo veio aos 6 minutos da etapa final. Griezmann cobrou falta na área e Lenglet escorou de cabeça para o gol. Nos acréscimos, após cobrança de falta direta, a bola acertou o pé da trave direita do goleiro Josep Gomes e, no rebote, Ben Yedder completou rapidamente para as redes.

Os franceses chegaram aos mesmos 15 pontos da líder Turquia, mas seguem em segundo lugar no Grupo H. O time turco goleou Moldávia - Cenk Tosun marcou duas vezes - fora de casa. Pela mesma chave, a Albânia venceu a Islândia por 4 a 2. Mesmo assim, o time islandês segue em terceiro, com 12 pontos, enquanto o adversário soma nove e figura em 4º.

Pelo Grupo A, a seleção da Inglaterra teve mais trabalho do que esperava para superar Kosovo por 5 a 3, no St Mary’s Stadium, em Southampton. Raheem Sterling, Harry Kane, Mergim Vojvoda (contra) e Jadon Sancho, duas vezes, marcaram os gols da equipe anfitriã.

No segundo tempo, Kane perdeu a chance de marcar o sexto gol dos ingleses ao desperdiçar cobrança de pênalti quando a vantagem já era de dois gols. Pelo lado da equipe de Kosovo, Valon Berisha balançou as redes duas vezes e Vedat Muriqi anotou o terceiro, em cobrança de penalidade. O primeiro gol dos visitantes aconteceu logo aos 35 segundos de jogo, o que não chegou a abalar a confianã dos anfitriões.

O triunfo manteve o aproveitamento de 100% da Inglaterra nas Eliminatórias, com 12 pontos e na primeira colocação da chave. Kosovo tem oito e ocupa o terceiro posto. A República Checa está na segunda posição após vencer Montenegro por 3 a 0, fora de casa. Montenegro e Bulgária somam dois pontos cada e ocupam as últimas colocações da chave.

Um arquiteto, de 31 anos, envolveu-se em um acidente e derrubou cerca de 11 postes da Avenida Cláudio Ribeiro da Cruz, em Franca, no Interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (9). Ele teria perdido o controle do veículo após desviar de um cachorro.

O carro atingiu o poste central e puxou os outros. O motorista informou que iria buscar o irmão em uma festa quando acabou perdendo o controle do veículo. O resultado do teste do bafômetro deu negativo.

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A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), responsável pela distribuição de energia, afirmou que o serviço foi restabelecido e que o arquiteto deverá pagar o prejuízo causado, apontou o portal Uol.

 

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