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De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio do Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), em uma escala de zero a 200, houve alta de 2,6 na passagem de outubro para novembro no número de vagas disponíveis. A pesquisa mostra que o índice alcançou 88,4 pontos, sendo o maior nível desde abril deste ano (92,5 pontos). É importante ressaltar que o índice é calculado com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e do setor de serviços, com o objetivo de antecipar a tendência do mercado de trabalho nos próximos meses.

No entanto, outro indicador sobre o mercado de trabalho da FGV, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), teve piora no período: 96,1 pontos, dez a mais do que a média da série histórica iniciada em 2005 (84,2 pontos). O ICD é calculado com base na percepção dos consumidores sobre o desemprego atual e medido em uma escala invertida de zero a 200 pontos, em que quanto maior for a pontuação pior será o resultado. Para o garçom Deiviti Matias, 35 anos, o número de vagas disponíveis continua na mesma durante esse período. "Alguns setores, como o comércio, podem ter tido aumento por conta das festas, mas em uma situação geral, o ano todo foi ruim", diz. O profissional é casado e tem quatro filhas. Natural de São Paulo, mora atualmente em Goiânia e, com menos de um salário mínimo e meio, tem que arcar com as despesas da família, o que inclui o aluguel.

O garçom, que antes trabalhava em uma marmoraria, ficou desempregado por dois meses e começou a trabalhar há pouco, acredita que muitas pessoas não conseguem suprir a renda mensal apenas com um emprego e têm que complementar a renda com trabalhos freelance. Isso acontece com Patrícia Santos, 31 anos. Depois de dois anos sem registro em carteira, ela voltou a trabalhar neste último trimestre na antiga empresa em que foi mandada embora. Entretanto, a costureira não consegue manter a renda familiar apenas com o salário fixo, pois é a única provedora da casa.

Em 2018, o pai da profissional sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e não pôde mais trabalhar, fazendo com que a costureira precisasse muito de trabalhos freelance. Para complementar a renda, Patrícia atende clientes a domicilio em diversas regiões de Guarulhos (SP) com o serviço de cabelereira, manicure e depiladora. "Meu salário não é compatível com os meus gastos atuais e com as necessidades do meu pai, que teve a mobilidade reduzida. Eu preciso continuar atendendo as minhas clientes", afirma.

O volume de serviços no país avançou 0,8% na passagem de setembro para outubro deste ano. Essa é a segunda alta consecutiva do indicador, que acumula crescimento de 2,2% no período. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada na última quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações mostram que serviços complementares e freelances aumentaram 0,1% no período.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), o Brasil possuía 4,703 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em setembro de 2019. A população desalentada é aquela que estava fora da força de trabalho por diversas razões, principalmente por procurar trabalho durante longos períodos e não conseguir encontrar. A técnica agrícola Gleicyane das Graças, 26 anos, se enquadra dentro dessa estatística: a profissional permaneceu desempregada de janeiro a setembro deste ano, conseguindo uma vaga efetiva apenas em outubro e fora de sua área de formação. Após se mudar do interior de Minas Gerais para Maceió (Alagoas), a profissional precisou se sujeitar a outra modalidade de emprego – no caso dela, o call center.

 

Confiança do consumidor e perspectiva de futuro

Outubro registrou queda de confiança nas classes econômicas com menor poder aquisitivo. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) no período ainda apontou que a pretensão de gastos com viagens e presentes de final de ano neste mesmo recorte permanecerá em baixa e que a aplicação média de dinheiro será no pagamento de contas atrasadas.

Para o garçom Deiviti, que foi registrado em uma pizzaria em novembro, a renda adquirida neste último trimestre significa apenas uma coisa: quitação de débitos. "Até por conta do meu trabalho, não tenho como viajar, pois a pizzaria vai funcionar normalmente durante as festas. Essa estabilidade de ter conseguido um emprego agora no final de ano vai me ajudar a quitar as dívidas que ficaram pendentes", explica. Ele ainda afirma que está contente com essa oportunidade de emprego fixo e que pretende permanecer trabalhando neste local no mesmo período do ano que vem. Além disso, Deiviti diz que quer arrumar mais uma ocupação durante o dia para complementar a renda, já que na casa somente ele trabalha.

Já a costureira Patrícia pretende economizar o máximo que puder para que no mesmo período de 2020 já tenha conseguido concluir a construção de seu salão de beleza, que é um sonho da profissional. "Eu pretendo estar em outra empresa no ano que vem, no caso, na minha. Espero estar trabalhando só no meu salão", disse.

Gleyciane afirma que em 2020 quer trocar de emprego. A técnica agrícola está se preparando para prestar concurso público. "Estou estudando para mudar de vida. Tenho uma filha, que não mora comigo, e tenho que mandar dinheiro para pagar as contas dela todo mês, além das minhas. Não é fácil conseguir tudo isso com apenas um salário mínimo", conclui.

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,6% no trimestre encerrado em outubro, atingindo 12,4 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha revelou que para 81% dos entrevistados, a operação Lava Jato ainda não chegou ao fim com os trabalhos contra a corrupção e que, por isso, deve continuar. Apenas para 15% a Lava-Jato deveria acabar e 4% das pessoas não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais. 

O levantamento foi feito nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas em 176 cidades foi divulgado no jornal Folha de S. Paulo. Os dados também mostraram descrença em 47% dos consultados, pois, segundo eles, mesmo com as ações da força tarefa, a corrupção vai prosseguir na mesma proporção que antes da operação. Já para 41%, a corrupção deve diminuir. Esse último resultado faz parte do grupo de eleitores contrários ao governo de Jair Bolsonaro.

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Para os que consideram o governo ótimo ou bom, a esperança da diminuição da corrupção existe em 72% dos entrevistados. Em contrapartida, a maioria [71%] dos eleitores do PT que participaram da pesquisa se mostraram favoráveis à Lava Jato.

A política do governo de redução da taxa Selic tem a concordância de 70% da população, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira, 11. Dos entrevistados, 78% também aprovam parcial ou totalmente a manutenção da meta da inflação.

Os dados da pesquisa são relacionados a perguntas que ainda não haviam sido feitas em sondagens CNI/Ibope. O levantamento foi realizado com 2 mil eleitores de 16 anos ou mais em 127 municípios de todo país, de 5 a 8 de dezembro de 2019. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança é de 95%.

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A pesquisa foi apresentada em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para homenagear o presidente da República, Jair Bolsonaro, com o Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial da confederação.

Previdência

Pouco mais da metade (52%) concorda com a proposta de reforma da Previdência, enquanto 43% discordam e 5% não souberam responder ou é indiferente. Já a apresentação do pacote anticrime no Congresso Nacional foi aprovada por 62% da população. O mesmo porcentual concorda com a aprovação da Lei de Liberdade Econômica.

Privatizações

As privatizações e concessões em infraestrutura, como de portos e aeroportos, têm a aprovação de 57% das pessoas. Outros 54% concordam com a aproximação do governo brasileiro junto aos Estados Unidos e 66% com a realização de acordo entre o Mercosul e a União Europeia e a busca de outros acordos comerciais.

Sistema bancário

Em relação ao funcionamento do sistema bancário, a permissão de abertura de agências bancárias aos sábados foi aprovada por 76%, enquanto 68% aprovam totalmente ou em parte a redução da quantidade de ministérios e o aumento para 8h na jornada de trabalho dos bancários.

Demais assuntos

Já 76% concordam com a criação do 13º salário para o Bolsa Família. Sobre a criação da carteirinha estudantil digital, 88% dos entrevistados concordam totalmente ou em parte com a medida. O mesmo porcentual concorda com a liberação dos recursos do FGTS para os trabalhadores. A carteira de trabalho verde e amarela, que garante a redução dos imposto e do FGTS na contratação de jovens, tem a aprovação de 74% dos participantes.

A segunda fase do processo seletivo da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que selecionará estudantes para a Universidade de São Paulo (USP), será realizada nos dias 5 e 6 de janeiro. Os nomes dos candidatos aprovados para essa etapa já foram anunciados.

Quase 130 mil inscrições estão registradas no vestibular. Na segunda fase, conforme os cursos pretendidos, os candidatos vão encarar questões específicas. Um estudo realizado pelo Curso Poliedro apontou os assuntos cobrados nos últimos cinco anos do processo seletivo:

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Um estudo realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) apontou que sete em cada dez formados no ensino técnico estão empregados. Em algumas áreas, de acordo com o levantamento, o índice de empregabilidade é ainda maior.

Conforme informações divulgadas nessa terça-feira (10), a ‘Pesquisa de Acompanhamento de Egressos do Senai, painel 2017-2019’ mostra que 86,8% dos alunos formados em cursos técnicos na área de meio ambiente conseguiram trabalho durante ou depois da formação. Levando em consideração esse mesmo período, o percentual de empregabilidade de profissionais da tecnologia da informação foi de 86,4%. Confira o ranking:

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Ao analisar a pesquisa, o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, frisa que o Senai tem oferecido formações que atendem às necessidades da indústria. “A oferta de educação profissional sempre deve ser alinhada à demanda do setor produtivo. A pesquisa mostra que o Senai formou profissionais com as competências requeridas pela indústria, o que permitiu maior empregabilidade mesmo em momentos de crise”, disse o diretor, conforme informações da assessoria de imprensa do Serviço.

Profissionais com deficiência

O levantamento ainda revelou recortes exclusivos sobre pessoas com deficiência que realizaram cursos técnicos no Senai. Segundo a pesquisa, o nível de inserção desse público no mercado de trabalho passou de 75% e a nota média de satisfação das companhias contratantes foi de quase nove, a partir de uma escala que vai de zero a dez.

“Estamos preparados para receber pessoas com deficiência. Em nossas escolas e faculdades, em todo o país, o aluno com deficiência encontra um ambiente inclusivo, com instalações acessíveis e material didático adequado, além de docentes altamente capacitados para diversos tipos de situação de aprendizagem”, comentou o gerente-executivo de educação do Senai, Felipe Morgado, conforme a assessoria de comunicação.

Durante o estudo, foram ouvidas, na primeira etapa da pesquisa, 21.284 pessoas com formação técnica. Já na segunda fase, 7.434 profissionais foram consultados, enquanto o número da terceira foi 1.022. Mais de mil empresas contribuíram com a análise.

A soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi considerada justa pela maioria dos brasileiros que responderam a última pesquisa do Datafolha. De acordo com os dados, divulgados nesta terça-feira (10) pelo jornal Folha de São Paulo, 54% dos entrevistados concordaram com a medida. 

Apesar disso, outros 42% a consideram a libertação do líder petista injusta e outros 5% não souberam responder. 

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O levantamento também perguntou se as pessoas confiam ou não no ex-presidente. Neste quesito, a maioria (37%) disse que nunca confia; 36% disseram que às vezes confiam; 25% sempre confiam e 2% não souberam responder.  

A pesquisa do Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios pelo país e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Lula foi solto no dia 8 de novembro, um ano e sete meses depois de ter sido preso para o cumprimento da pena a qual foi condenado no caso do triplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato. A libertação aconteceu após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que um condenado deve cumprir a pena apenas quando o processo estiver no trânsito em julgado, ou seja, sem a possibilidade de novos recursos. 

<p>Nesta segunda-feira (09), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast sobre a pesquisa feita pela Folha de São Paulo mostrando como anda a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. Ele esmiúça alguns dados, comenta sobre o perfil dos eleitores e aponta as questões principais relacionadas aos dados publicados.</p><p>Outro destaque analisado é a pesquisa divulgada pela Veja na última sexta-feira (06) que mostra a atual projeção de uma eventual eleição. Nesta pesquisa Bolsonaro e Lula estão empatados tecnicamente. Oliveira comenta ainda sobre os números de aprovação de Sérgio Moro, que aparece como uma ameaça a reeleição de Bolsonaro em 2022, no caso de saída do governo, para virar candidato. &nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (9) indica que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, é conhecido por 93% dos brasileiros e aprovado por 53% deles. Neste domingo, o mesmo instituto divulgou pesquisa de avaliação do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando que a aprovação o mandatário é bem mais modesta, de 30%.

Depois de Moro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o mais conhecido na Esplanada dos Ministérios, com 80%. Sua aprovação positiva (ótimo/bom) ficou em 39%, número abaixo do ministro da Justiça, mas também acima do índice de Bolsonaro.

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A pesquisa encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios brasileiros entre os dias 5 e 6 de dezembro. O instituto informa que a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e que o nível de confiança é de 95%.

Para a comparação das pesquisas, o jornal considerou a aprovação declarada pelos entrevistados que, primeiramente, afirmavam conhecer Moro e Bolsonaro.

Nova pesquisa Datafolha mostra que parte da população voltou a ter uma expectativa positiva em relação à economia. Com isso, a perda de popularidade do governo do presidente Jair Bolsonaro, registrada nos últimos meses, parou de crescer. A taxa de aprovação da sua administração passou de 29% para 30% na primeira semana de dezembro, enquanto a de reprovação, que passou de 30% para 38% nos primeiros oito meses após a posse, ficou agora em 36%, ambos dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O otimismo em relação à atividade econômica nos próximos meses aumentou para 43%, ante 40% em agosto e 50% no início do governo. Segundo o levantamento, a taxa de aprovação ao trabalho da equipe econômica do governo subiu de 20% para 25%, e a do combate ao desemprego foi de 13% para 16%.

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Foi contatado que essa melhora de percepção é maior entre os mais ricos do que nas camadas mais pobres da população, e também em relação aos índices de popularidade do governo. Para 55%, a crise que o Brasil atravessa deve demorar para acabar, e o País não voltará a crescer tão cedo. Já 37% acham que a crise será ultrapassada em meses.

Em relação ao combate à corrupção, a taxa de aprovação do governo caiu de 34% para 29%, enquanto a de reprovação subiu de 44% para 50%. Para a Cultura, a aprovação caiu de 31% para 28% e os que avaliam o governo como péssimo/ruim nessa área oscilaram de 33% para 34%, e os que consideram regular, de 32% para 34%.

A nota média atribuída pelos entrevistados ao presidente foi de 5,1, a mesma de agosto, em uma escala de zero a dez, indica a sondagem. Para 28% dos entrevistados, na maioria das vezes Bolsonaro não se comporta como o cargo de presidente da República exige, e, em algumas situações, para 25%. Outros 28% acham que ele nunca se comporta adequadamente.

Segundo o Datafolha, 43% da população diz que nunca confia no que Bolsonaro fala; 37% acham que suas declarações só merecem credibilidade às vezes; e 19% dizem sempre acreditar no que ele fala.

Sobre a imagem do Brasil no exterior, 39% acham que piorou um ano depois que Bolsonaro assumiu a Presidência; 25% dizem que o prestígio ficou igual; e 31% afirmam que ele melhorou.

O Datafolha entrevistou 2.948 pessoas em 176 municípios na quinta-feira (5) e sexta-feira (6). As entrevistas foram feitas pessoalmente em locais de grande circulação.

O Instituto DataSenado apresentou, em audiência pública, esta semana, na Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM), a oitava edição da Pesquisa Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O levantamento mostrou que o percentual de mulheres agredidas por ex-companheiros subiu de 13% para 37% entre 2011 e 2019. Segundo a pesquisa, 27% das entrevistadas já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar. Considerando a margem de erro do estudo, o índice permanece estável em relação ao último estudo, em 2017, quando o indicador alcançou o maior nível em toda a série histórica: 29%.

Segundo a pesquisa, feita em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência, 82% das mulheres ouvidas acreditam que a violência aumentou. A cada dez mulheres, sete foram agredidas antes dos 29 anos e 60% das entrevistadas conhecem alguém que sofreu algum tipo de violência e o tipo de agressão mais comum, relatada por 66% das entrevistadas, foi a física.

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A diretora da Secretaria de Transparência, Elga Lopes, explicou que a Pesquisa Nacional sobre Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher é feita pelo DataSenado a cada dois anos desde 2005, antes mesmo da aprovação da Lei Maria da Penha. Neste ano, a sondagem integra o conjunto de iniciativas do Senado Federal no contexto da campanha da ONU “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

A intenção da pesquisa é verificar o impacto da lei sobre a realidade de violência e se a violência diminuiu ou aumentou. Somos o único instituto que investiga esse assunto e fazemos de uma forma peculiar: só mulheres entrevistam mulheres. Foram ouvidas, neste ano, 2,4 mil mulheres.

Combate ao assédio no Senado

Presente no debate, a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, agradeceu a oportunidade de participar da audiência e ressaltou que, desde 2015, a Casa tem investido em ações em prol da equidade de gênero e raça. Exemplo disso, afirma, foi a iniciativa do Senado que destina uma cota de 2% nos contratos de terceirização para colaboradoras em situação de vulnerabilidade econômica em decorrência de violência doméstica e familiar.

“Ao trazer essas mulheres, percebemos que era necessário trabalhar um ambiente saudável, e descobrimos que queríamos que o Senado fosse um ambiente livre de qualquer tipo de assédio. Em 2019, desenvolvemos uma campanha contra assédio moral e sexual no trabalho”.

A diretora-geral também falou sobre as três fases da campanha: a primeira contou com informativos, como cartilhas e cartazes, com conceitos e exemplos de assédio; a segunda com totens, em tamanho real, espalhados pela Casa com frases de alerta sobre o tema; e a terceira com vídeos de senadores e servidores falando sobre a importância do combate ao problema.

Segundo Ilana, a ideia é estimular outras organizações a adotar campanhas similares.

“Entendemos que o Senado não é uma ilha. Por isso, é importante este espaço para que outras instituições que queiram trabalhar esse tema saibam que o Senado é uma instituição parceira, que podemos ajudar, a partir do nosso exemplo, a construir ou ceder peças da campanha, e que, por levarmos a sério esse trabalho, deixamos que os colegas sintam no Senado um parceiro verdadeiro para a construção de um ambiente sem nenhum tipo de assédio”, afirmou.

Mulheres fortes

Representando o Observatório da Violência contra a Mulher, Henrique Marcos Ribeiro falou sobre a satisfação de participar do debate e ressaltou que a luta contra a violência às mulheres também é uma causa dos homens.

“E o fato de ter homens trabalhando com esse tema serve de exemplo de que pode haver uma relação de igualdade e de respeito mútuo entre homens e mulheres”.

A pesquisa

Foram entrevistadas 2,4 mil mulheres de todas as unidades da federação, por meio de ligações para telefones fixos e móveis, no período de 25 de setembro a 4 de outubro. A amostra é estratificada, totalmente probabilística, com alocação proporcional à população segundo dados mais recentes do IBGE. A margem de erro é de dois pontos percentuais com nível de confiança de 95%. Nas questões respondidas por subgrupos específicos da amostra, ou nas análises de dados segmentados, a margem de erro é superior a dois pontos percentuais.

Mais informações sobre a pesquisa estão disponíveis no site do Senado

*Da Agência Senado

 

O pesquisador holandês Eric Claassen, da Universidade de Amsterdã, na Holanda, afirma: o consumo de uma cerveja forte todos os dias pode elevar a quantidade de bactérias que trazem benefícios para o intestino. Mas o cervejeiro não deve se empolgar: a pesquisa também aponta que a dose tem que ser consumida na medida certa e moderada para que o álcool não prejudique o sistema digestivo.

A notícia foi divulgada pelo site da revista Galileu. Segundo a pesquisa, os mesmos microrganismos presentes em iogurtes e queijos estão nas fórmulas de algumas cervejas fortes que são ricas em probióticos. Ainda segundo a apuração do pesquisador, a levedura, fungo que incita a produção de bactérias benéficas ao organismo, também fabrica ácidos destruidores de bacilos danosos, o que ajudaria o intestino.

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Apesar das eleições presidenciais estarem marcadas apenas para 2022, as articulações políticas para cacifar os nomes para a disputa já estão a todo vapor. Um nova pesquisa, divulgada pela revista Veja, nesta sexta-feira (6), aponta que em um cenário de primeiro turno o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados na preferência dos eleitores. Já em um segundo turno, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, apresenta vantagens diante de Lula.

De acordo com os dados da Veja/FSB, no quadro de candidaturas aferidas, Bolsonaro teria 32% em um primeiro turno, contra 29% de Lula. Na margem de erro do levantamento, que é de 2 pontos percentuais para mais ou menos, eles configuram um empate. Além deles, Ciro Gomes (PDT) e Luciano Huck aparecem com 9% das intenções; João Amoêdo 5%; e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) 4%.

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Já quando são aferidos possíveis cenários de segundo turno, o que mais chama a atenção é quando o candidato da situação aparece sendo Sergio Moro. Neste caso, Lula apresenta uma desvantagem, uma vez que Moro conquista 48% dos votos e o petista 39%. 

Quando o enfrentamento é entre Lula e Bolsonaro, o atual presidente sai em uma ligeira vantagem, com 45% das intenções e o petista conquista 40%. Enquanto em um eventual embate entre Moro e Bolsonaro, o quadro aparece de empate. Os dois recebem 39% da preferência do eleitorado entrevistado.

A pesquisa, que tem 95% de confiança, foi feita por telefone com 2 mil eleitores dos 26 Estados e o Distrito Federal. As entrevistas aconteceram entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro.

Os usuários do Spotify estão se divertindo com a retrospectiva do ano que elenca seus artistas mais ouvidos de 2019. Uma pesquisa, no entanto, descobriu qual é o som mais ouvido pelas pessoas quando elas estão com raiva. A vencedora foi a banda Slipknot, que faz um metal pesado e, pelo visto, muito propício aos momentos raivosos. 

A pesquisa foi feita pela revista Kerrang, utilizando a plataforma TickX. O método usado foi uma exploração em uma variedade de playlists do Spotify que incluíam palavras como feliz, amor, triste, sexy e bravo. Assim, os pesquisadores levantaram as músicas e artistas mais populares para cada humor. 

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A conclusão foi a que o Slipknot é a banda mais ouvida quando as pessoas estão procurando músicas para embalar sua raiva. A pesquisa descobriu que as músicas para esse tipo de humor costumam ter 130 bpm e 226 segundos (3 minutos e 47 segundos). Duas músicas do grupo estão no Top 5 da seleção, Duality e Before I Forget. A lista conta, ainda com outros quatro artistas, Three Days Grace, Linkin Park, Disturbed e Avenged Sevenfold.

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Só faltam falar. Os cães podem reconhecer certas palavras, mesmo que pronunciadas por desconhecidos, uma pré-disposição para a compreensão da linguagem que se acreditava era exclusiva dos humanos, revela um estudo divulgado nesta quarta-feira (4) na Royal Society.

Se sabia que os cães domésticos compreendem ordens simples, e que são capazes de reconhecer vozes humanas familiares que pronunciam frases conhecidas, mas não que percebem a palavra humana e sua fonética.

Uma equipe da universidade britânica de Sussex realizou uma experiência com 70 cães domésticos, de diferentes raças, que escutaram sílabas, sem sentido para eles, pronunciadas por desconhecidos: 13 homens e 14 mulheres.

Ao observar a reação dos cães a diferentes estímulos sonoros (pelo método conhecido como "habituação-desabituação"), os pesquisadores descobriram que os animais reconhecem termos como "hid", "had" e "who'd", pronunciados por diferentes pessoas.

Isto revela que conseguem "generalizar os fonemas, independentemente das pessoas que os pronunciam", explicou à AFP David Reby, professor de etologia da universidade francesa de Lyon Saint-Etienne e um dos autores do estudo.

"Até o momento se pensava que esta capacidade de categorizar as palavras, sem treinamento prévio, era exclusiva dos humanos. Mas achamos que não é o caso", acrescentou Holly Root-Gutteridge, da Universidade de Sussex, outra autora do estudo.

"Este tipo de reconhecimento de fonemas é um pré-requisito do idioma, já que para se falar é preciso ser capaz de identificar uma mesma palavra através de diferentes locutores", destaca Root-Gutteridge.

O estudo sugere que os cães conseguem, através de certas palavras - sem sentido para eles ("heed", "heard", "hood"...) - detectar a voz das pessoas que não conhecem.

"São, portanto, capazes de formar muito rapidamente uma representação da voz", outro pré-requisito para compreender a palavra, destaca David Reby.

Outros animais, como as chinchilas ou os ratos, já haviam apresentado capacidades semelhantes, mas com um treinamento prévio.

"É a primeira vez que conseguimos estes resultados de maneira espontânea", destacou Root-Gutteridge.

Uma pesquisa feita no Japão apontou os efeitos negativos sobre o trabalho, estudos e a saúde daqueles que ficam longas horas jogando videogames.

O estudo foi conduzido pelo Centro de Medicina e Vícios de Kurihama, da Organização Nacional Hospitalar, e entrevistou aleatoriamente pessoas em todo o Japão. Participaram do estudo mais de 4.400 pessoas de idade entre 10 e 29 anos e que jogaram videogames no último ano.

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Ao serem perguntados quantas horas jogavam em dias de semana, 40% disseram jogar menos de uma hora. Cerca de 27% contaram que passam entre uma e duas horas, enquanto que 14% jogam de duas a três horas. Quase 3% deles revelaram que ficam seis horas ou mais com videogames.

Efeitos graves

A pesquisa indica, ainda, que quanto mais tempo jogando videogames, mais graves são os efeitos na vida dos jogadores.

Dentre os participantes que jogavam menos de uma hora por dia, 1,7% declarou jogar mesmo após quedas no rendimento acadêmico ou demissão do emprego.

Quase 25% daqueles jogando mais de 6 horas diziam não ser capazes de parar mesmo em tais situações.

E 2,4% dos jogadores com menos de uma hora disseram ter continuado a jogar mesmo depois de ficarem deprimidos ou de terem dificuldade de dormir.

Dentre aqueles que jogam mais de 6 horas, 37% revelaram ser incapazes de parar mesmo depois dos jogos causarem danos à saúde mental.

Mais de quatro a cada dez brasileiros acreditam que o Poder Judiciário interfere e desempenha funções que não são próprias dos juízes e desembargadores. Essa percepção é ainda maior entre advogados e defensores públicos, que trabalham diretamente com o sistema de Justiça: mais de 70% concordam que há interferência no Legislativo e no Executivo. A atuação do Judiciário, porém, ainda é a mais bem avaliada entre os três Poderes.

Os dados são de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feita em parceria com a Associação de Magistrados do Brasil (AMB), que entrevistou mais de 2,5 mil pessoas, entre advogados, defensores públicos e cidadãos comuns. Os resultados serão apresentados nesta terça-feira, 26, em reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa é a primeira edição do estudo.

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Cerca de 60% dos entrevistados dizem que os Poderes não são independentes entre si, como determina a Constituição, e que frequentemente interferem entre si. Entre advogados e defensores, o Judiciário é o mais citado como o Poder que interfere nos demais com mais frequência. Já os demais entrevistados, cidadãos que não têm carreira do Direito, 25% dizem que o Legislativo é o Poder que mais interfere nos demais, e 22% citam o Judiciário.

A maior parte dos cidadãos - o equivalente a 45% - concordam que o Judiciário desempenha funções de outros Poderes. Outros 33% discordam dessa afirmação e 22% não sabiam ou não responderam à pergunta.

A maioria (51% entre cidadãos comuns e 66% entre advogados e defensores) avalia que é negativa a atuação de magistrados em assuntos sob responsabilidade do Congresso ou do Executivo. "O ponto positivo é que (a pesquisa) retratou uma situação que estamos vivendo, ninguém está surpreso nesse ponto, e é um ponto de partida para a discussão dos papéis de cada Poder", disse o professor Marco Aurélio Bellizze, da FGV, que é também ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ajudou a coordenar a pesquisa. "A pesquisa é uma 'foto' do momento. É um momento em que se discute qual é o papel do Judiciário, se há ativismo demais, se o Judiciário está invadindo demais ou se os outros Poderes estão retraídos."

Avaliação

Entre os três Poderes, o Judiciário tem os melhores índices de confiança e aprovação. Segundo a pesquisa, 33% dos entrevistados dizem que o Judiciário é o poder que melhor cumpre o seu papel, enquanto só 9% escolhem o Legislativo e 8% citam o Executivo. A segunda resposta mais comum, com 28% dos entrevistados, é de que nenhum poder cumpre seu papel de forma melhor.

O Judiciário é o único em que mais da metade dos entrevistados, ou 52%, disse confiar. A Presidência da República conta com a confiança de 34% de quem foi ouvido na pesquisa, e o Legislativo, 19%.

O sentimento mais identificado com o Judiciário brasileiro, porém, é de preocupação. Os pesquisadores perguntaram como os entrevistados se sentem em relação ao sistema de Justiça, e 45% responderam que estavam, em primeiro lugar, preocupados. Em seguida, as respostas mais comuns entre foram: esperançoso (25%), envergonhado (25%), indignado (24%), triste (20%) e com medo (18%).

A característica mais importante em um sistema Judiciário "ideal", para o conjunto da sociedade, é que ele seja confiável (41%). Já a maior parte dos advogados (44%) responde que o mais importante é que a Justiça seja imparcial e igual para todos.

Desinformação

Outro fenômeno identificado pela pesquisa é o desconhecimento em relação ao sistema Judiciário. A pesquisa listou 11 instituições do sistema de Justiça, da Defensoria Pública ao Superior Tribunal Militar, e perguntou se os entrevistados conheciam os órgãos citados. A proporção de pessoas que respondeu conhecer "bem" ou "mais ou menos" as entidades ficou abaixo dos 50% em todos os casos.

Esse é um dos motivos levantados pelos pesquisadores para explicar a avaliação ruim da Justiça em alguns casos. "Quanto maior o conhecimento sobre o Poder Judiciário, melhor a avaliação. Nossa avaliação é sempre melhor entre advogados e defensores do que entre o público em geral", disse Bellizze.

Ele afirmou que a comunicação deve ser um dos temas sobre os quais o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve discutir a partir do estudo. Lentidão nos processos e o papel do Judiciário também devem entrar no debate. "Há uma falha grande de comunicação. O Judiciário não consegue nem demonstrar qual é sua missão real. Há muita confusão sobre o que é Justiça, o que é polícia e o que é Ministério Público, quem prende e quem solta." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um estudo realizado pela startup MyWork, empresa especializada em pontos eletrônicos de trabalho no Brasil, revelou que a maioria dos profissionais prefere trabalhar até mais tarde do que chegar mais cedo às empresas. Mais de um milhão de batidas de pontos foram analisadas, neste ano, para que a pesquisa chegasse a essa conclusão.

De acordo com o levantamento, sair mais tarde do trabalho é três vezes mais comum entre os profissionais do que chegar mais cedo. Conforme a análise, 28% dos pontos são marcados fora do horário estipulado em sua jornada de trabalho; nesses casos, 73% das vezes o funcionário passa do horário, enquanto em apenas 27% das situações os trabalhadores chegam mais cedo ao trabalho.

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“Muita gente acredita que seu trabalho rende mais no período noturno e por isso optam por trabalhar mais neste período quando há a necessidade. Quando há alguma data de entrega para certo trabalho, muitas pessoas acreditam ter mais segurança de ter tempo hábil para terminar a atividade durante a noite do que chegando mais cedo, quanto o tempo pode não ser suficiente para terminar tudo”, analisou o diretor de operações da MyWork, Thomas Carlsen, conforme informações da assessoria de comunicação da startup.

Para o diretor, a conclusão da pesquisa não é o ideal nem para a empresa e nem para os empregados. “Para as empresas, um trabalho além do horário pode representar o pagamento de horas extras que costuma ser mais caro que uma hora de trabalho regular ou um acúmulo excessivo no banco de horas”. Entre os trabalhadores, segundo o diretor, há risco de perda de tempo para descanso e diminuição da produtividade.

Pesquisadores italianos descobriram uma molécula que bloqueia o desenvolvimento do mal de Alzheimer em seu estágio inicial.

O estudo foi coordenado por Raffaella Scardigli, Antonino Cattaneo e Giovanni Melli, da Fundação Ebri, e teve colaboração do Centro Nacional de Pesquisas (CNR), da Escola Normal Superior de Pisa e do Departamento de Biologia da Universidade de Roma Tre.

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Publicada na revista Cell Death and Differentiation, a pesquisa aponta que o anticorpo A13 estimula o nascimento de neurônios, combatendo os problemas acarretados pelas fases precoces do mal de Alzheimer.

No estudo, ratos foram submetidos a um tratamento com essa molécula e retomaram a produção de neurônios a um nível quase normal, o que, segundo os pesquisadores, abre novas possibilidades para os pacientes.

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa e hoje incurável que causa a perda progressiva de neurônios nas áreas do cérebro responsáveis pela memória, pela linguagem, pelo raciocínio e pelo reconhecimento.

Da Ansa

Com o tema "Pesquisa Interdisciplinar na Amazônia: aproximações e deslocamentos", será aberto nesta segunda-feira (25) o VI Confluências, encontro promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura da Universidade da Amazônia (PPGCLC/UNAMA) com o objetivo de proporcionar debates e reflexões entre pesquisas científicas que envolvem a interdisciplinaridade de conhecimentos e de saberes nos campos social, cultural, comunicacional, linguístico e artístico. O evento vai até 28 de novembro, no auditório David Mufarrej, na UNAMA - Universidade da Amazônia, campus Alcindo Cacela, em Belém.  

A conferência de abertura será da pesquisadora Rosa Acevedo Marin, professora doutora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA/UFPA), sobre "Descolonialidade e pesquisa na Amazônia", às 19 horas. Em 2019, o evento marcará a comemoração dos dez anos de fundação do PPGCLC, assim como as conquistas alcançadas ao longo deste período: a publicação do livro "Interfaces entre Comunicação, Linguagens e Cultura", a ser lançado no evento; a retomada das revistas científicas Movendo Ideias e Asas da Palavra; o novo site do programa, seguindo o padrão Stricto Sensu da UNAMA; e a integração ao Programa do Museu de Arte da UNAMA e das Galeria Graça Landeira e Galeria Ananin.

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Se em anos anteriores a discussão do Confluências partiu de uma visão de dentro para fora, com foco em pesquisas desenvolvidas no programa e nos grupos de estudo, nesta edição o Comitê Organizador do Encontro propõe um movimento inverso, de fora para dentro, a partir de grupos de pesquisa de instituições no entorno do PPGCLC. Com isso, busca-se ampliar o conhecimento interdisciplinar local e gerar redes que envolvam diálogos entre lugares e culturas nos campos comunicacionais, linguísticos e das manifestações artísticas.

Além de conferências, mesas-redondas e oficinas, o evento promoverá Simpósios Temáticos abertos para o compartilhamento de pesquisas diversas da comunidade acadêmica.

Na quinta-feira (28), a programação conta com uma palestrante nacional na Conferência Magna: Paula Sibília. A pesquisadora argentina que reside no Rio de Janeiro é professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e dedica-se ao estudo de diversos temas culturais contemporâneos sob a perspectiva genealógica, contemplando particularmente as relações entre corpos, subjetividades, tecnologias e manifestações midiáticas ou artísticas. Seu livro mais recente é "O show do eu”, uma das principais referências para estudantes e pesquisadores na área.

 Serviço

As inscrições podem ser feitas através do site https://eventos.sereduc.com

Estudante paga R$ 40,00 e profissional R$100,00. 

Contato: (91) 98950-2008.

Da Redação do LeiaJá Pará.

Um instituto de pesquisa do Japão anunciou que os resultados de seu estudo sobre a poluição nos mares podem mostrar que lixo plástico acumulado no fundo dos oceanos não se decompõe facilmente.

A Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha e Terrestre realizou pesquisas no fundo do mar em agosto e setembro, nas águas ao largo da Baía de Sagami, ao sul de Tóquio, e da Península de Boso, a leste da capital japonesa.

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Segundo o instituto, um estudo usando um submersível não tripulado descobriu uma embalagem plástica de alimento praticamente na sua forma original no leito do oceano, a cerca de 6 mil metros de profundidade. Na embalagem, consta que o produto foi fabricado em 1984.

*Emissora pública de televisão do Japão

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