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A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) confirmou na tarde desta terça-feira (4) o adiamento de mais duas partidas previstas para sexta-feira (7) pela rodada inaugural do returno da Superliga Feminina: Sesc RJ Flamengo contra Sesi Bauru, e o compromisso do Valinhos, que receberia o Minas.

As mudanças ocorrem após o registro de casos do novo coronavírus (Covid-19). Através de nota oficial, o Sesc RJ Flamengo confirmou que seis atletas (Monique, Gabiru, Milena, Milka, Valquíria e Yonkaira Peña) e quatro integrantes da comissão técnica testaram positivo para Covid-19.

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Também através de comunicado o Country Club Valinhos informou que atletas do elenco profissional também foram infectadas. O clube, porém, não revelou os nomes e a quantidade das pessoas que estão com o vírus. A CBV ainda não definiu as novas datas para a realização das partidas.

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Na última segunda-feira (3) a CBV já havia adiado o jogo entre Fluminense e Osasco.

Com seu nome cotado para a próxima temporada do BBB, que se inicia no dia 17 de janeiro, Douglas Souza usou as redes sociais nesta segunda-feira (3) para desmentir o caso. Ele explicou que voltou ao Brasil apenas para “recuperar sua saúde mental”, algo que não vinha bem na Itália, enquanto defendia o Tonno Callipo.

Diversos portais colocavam Douglas como nome certo de participação, no último mês o atleta de voleibol havia abandonado sua equipe na Itália e partido rumo ao Brasil sem dar muitas explicações, aumentando o rumor.

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Douglas aproveitou para revelar também que em 2022 jogará por um clube da SuperLiga de Vôlei do Brasil.

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Com a negativa de Douglas, segundo a colunista Fábia Oliveira, outra personalidade do esporte ocupará um dos espaços voltados a um participante “camarote” no BBB 22, se trata de Jaqueline Carvalho, bicampeã olímpica de vôlei e que segue sem clube, focada em outros projetos desde julho de 2021.

O voleibol russo acordou de luto no primeiro dia de 2022, chorando a perda de um de seus grandes nomes da história. Lenda do país europeu e dono de três medalhas olímpicas, o levantador Vadim Khamuttskikh morreu aos 52 anos, vítima de uma parada cardíaca.

"Vadim teve uma parada cardíaca justo antes da chegada do Ano Novo. Já não está entre nós. Era uma pessoa extraordinária, de quem todos gostavam", informou Ria Nóvoski, ex-treinador do Belogorie Guennnadi Shipulin, clube no qual Vadim fez história como jogador e foi o técnico nos últimos seis anos.

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Jogador de uma grande geração russa, ao lado de Dineykin, Tetiukin, Iakovlev, Kazarov, Poltavski e Kuleshov, Vadim disputou quatro edições consecutivas dos Jogos Olímpicos, entre os anos de 1996 e 2008. Em três delas subiu ao pódio, conquistando uma medalha de prata em Sydney 2000 e duas de bronze em Atenas 2004 e Pequim 2008.

Nas últimas seis temporadas,o habilidoso levantador foi o treinador do Belogorie. O velório do jogador vai durar os próximos quatro dias na Rússia, na cidade de Belgorod, que fica 700 quilômetros ao sul de Moscou.

O levantador defendeu as cores da Rússia em 237 oportunidades, conquistando a Copa do Mundo de 1999. Ele foi sete vezes campeão na Rússia e o primeiro jogador a atuar com o apelido nas costas. Atuava com "Barba" na camisa. Já com a seleção, estampava Vadim.

O campeão olímpico em 2016 com a seleção brasileira, que ganhou uma legião de fãs na olimpíadas de Tóquio 2020, está no centro de uma polêmica com seu time na Itália, o Callipo Volley. Douglas Souza, que postou fotos de viagem voltando ao Brasil, deixou a equipe sem a permissão do clube, que fez críticas duras ao atleta por meio de um comunicado oficial.

De volta ao Brasil, o ainda jogador do Callipo Volley da Itália é acusado de deixar a equipe e o país sem autorização. Em nota emitida nesta quinta-feira (9), o clibe italiano afirmou estar decepcionado com o comportamento do atleta e prometeu tomar providências.

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Nas suas redes sociais, Douglas postou o 'início da saga’ já no aeroporto e confirmou o retorno ao Brasil. O campeão olímpico, que também é streamer de jogos, não comentou nada, nem sobre o clube e nem sobre o motivo do retorno ao Brasil.

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Renan Dal Zotto, técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, avisou que no momento não existe clima para ter na equipe o central Maurício Souza, dispensado do Minas Tênis Clube por causa de comentários homofóbicos em suas redes sociais. Os dois estiveram juntos representando o País nos Jogos Olímpicos de Tóquio, neste ano.

"Eu tenho carinho muito grande pelo Maurício, pela convivência a gente acaba gostando da pessoa. Por isso estou triste e decepcionado. Não cabe uma convocação, não só dele como de qualquer outro profissional que tenha essa atitude. Não tem como incluir dentro de uma equipe que preza esse sentimento coletivo", disse.

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O treinador confessa que quase não acompanha as redes sociais e por causa da polêmica foi atrás do que aconteceu. E ele viu que envolvia também o atacante Douglas, que é homossexual. "Fiquei bastante triste, porque conheço bem os dois, tenho relação de cinco anos com eles de trabalho, então fiquei muito chateado com tudo isso", comentou.

Renan reforça que dentro da seleção nunca percebeu qualquer ato inconveniente por parte de jogadores ou membros da comissão técnica. "Não era nem para ser falado sobre isso. Quando falamos em sentimento de grupo e em seleção brasileira, precisamos pensar no todo e não cabe qualquer tipo de preconceito. Uma convocação de qualquer atleta com esse tipo de sentimento não vai ser saudável para toda a equipe", avisou.

Maurício Souza está com 33 anos e estava na seleção na campanha vitoriosa nos Jogos do Rio-2016, quando se sagrou campeão olímpico. Em Tóquio, perdeu a disputa de bronze e ficou na quarta posição. Renan não fecha totalmente as portas da seleção para o jogador, mas garante que para ter chance ele precisará mudar a postura.

"O Maurício sempre foi importante na seleção, tem uma história bonita, mas ele não pertence à seleção, assim como os outros. Eles são jogadores dos clubes e são convocados no momento de disputa da seleção. As portas não estão fechadas para ele, mas para atos como esse que teve. Hoje não teria como ser convocado, ele vai ter de olhar para dentro e repensar", explicou.

O técnico da seleção quer aproveitar a situação para fazer o jogador refletir sobre tudo que está acontecendo e prometeu ter uma conversa com o atleta nesta quinta-feira. "Eu recebi uma ligação dele, mas como estava no voo não consegui atender. E, quando conversarmos, vou orientá-lo. Longe de mim querer mudar as pessoas, mas talvez ele tenha de repensar o modo como se posiciona, pois não cabe mais esse tipo de postura."

Renan reforça que o atleta sempre teve conduta muito legal na seleção e quer tentar entender porque ele se excedeu. "Não quero entrar no mérito das convicções dele, que ele deixa claro. Mas ele não pode fazer mal a si próprio. Se eu tivesse de fazer uma convocação hoje, talvez ele não estivesse, pois seria uma pessoa dentro da equipe que teria dificuldade de relacionamento. Mas quem não erra? Ele precisa de uma conversa olho no olho", conclui.

Afastado do Minas Tênis Clube em razão da pressão de patrocinadores do time provocada por uma série de declarações homofóbicas em suas redes sociais, Maurício Souza usou o Instagram, onde fizera as postagens preconceituosas, para se desculpar nesta quarta-feira. Anteriormente, ele havia apenas feito uma retratação tímida no Twitter, plataforma que pouco utiliza e na qual tinha menos de 100 seguidores no momento da publicação. Foi pressionado e gravou um vídeo de pouco mais de 3 minutos para pedir perdão e dizer que respeita todos. No entanto, o atleta novamente lamentou por, na sua visão, não poder expressar o que acredita ser a sua opinião e não mostrou estar arrependido.

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"Eu vim aqui para pedir desculpas a todos que sentiram ofendidos com a minha opinião, por eu defender aquilo que eu acredito. Não foi minha intenção. Tenho direito a defender aquilo que acredito. Respeito todos, sempre respeitei. Joguei dentro de quadra com vários homossexuais", afirmou o central do time masculino de vôlei do Minas aos seus mais de 300 mil seguidores no Instagram.

Curiosamente, ele ganhou, até o momento, mais de 70 mil fãs na rede social desde que foi confirmado o seu afastamento por tempo indeterminado do clube mineiro. A publicação de cunho homofóbico sobre o Superman bissexual que resultou em discussão com Douglas, de quem é companheiro na seleção brasileira, e provocou o afastamento do central, não foi deletada da sua conta no Instagram.

O central reclamou que "não pode mais dar a opinião" e "colocar os valores de família acima de tudo". "Senão a gente é taxado de homofóbico, preconceituoso. Eu não concordo com isso", contestou. "Estou passando por dificuldades no time, talvez eu venha a sair por conta de uma opinião", prosseguiu. No vídeo, ele não mostra estar arrependido de sua fala.

"Infelizmente chegamos a esse ponto. Os patrocinadores repudiaram. Não sei o que fiz, se foi algum crime. Se fosse algum crime a polícia já teria vindo aqui em casa me prender. Apenas defendi o que acredito e coloquei a minha opinião", ressaltou o atleta.

Boa parte do elenco masculino do Minas, incluindo o capitão William e o líbero Maique, que é gay, reprovaram a atitude de Maurício. Sheilla, Thaisa e Carol Gattaz, principais nomes do time feminino, além da ex-líbero Fabi, também foram às redes sociais para repudiar as declarações homofóbicas do jogador de 33 anos que é alinhado às ideias do presidente Jair Bolsonaro.

Mauricio Souza foi afastado temporariamente na terça pelo Minas Tênis Clube após pressão de patrocinadores por causa de comentários homofóbicos feitos em suas redes sociais. A Fiat e Gerdau divulgaram notas oficiais deixando claro que não compactuam com qualquer tipo de preconceito. O jogador também recebeu uma multa.

A equipe também disse que "não aceita e não aceitará manifestações intolerantes de qualquer forma" e prometeu intensificar "campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais".

ENTENDA O CASO - Recentemente, Maurício Souza usou de suas redes sociais para criticar uma nova versão de quadrinhos do Super-Homem, na qual o herói é bissexual. Nas redes sociais, o jogador ironizou a escolha da empresa que desenha o personagem, a DC Comics.

"Hoje em dia o certo é errado, e o errado é certo... Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado, eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias. 'Ah, é só um desenho, não é nada demais'. Vai nessa que vai ver onde vamos parar", escreveu.

Colega de Mauricio na seleção brasileira - incluindo a disputa nos Jogos de Tóquio -, Douglas Santos, que é homossexual, rebateu a declaração apoiando a decisão da editora e alfinetando o atleta.

"Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito, mas eu tenho uma novidade para sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim", escreveu. "Obrigado DC por pensar em representar todos nós e não só uma parte."

Nesta quarta-feira, o senador Flávio Bolsonaro demonstrou apoio a Mauricio através de seu perfil no Telegram e defendeu o direito à liberdade de expressão. "A opinião em questão do jogador é em defesa da família e para proteção das nossas crianças, nada tem a ver com homofobia", diz a mensagem.

Não foi a primeira vez que Mauricio se manifestou dessa maneira. Recentemente, ele gravou um vídeo explicando que é conservador, de direita e que preza a família, explicando sua visão de mundo. "Lutar pelo que se acredita é para poucos! Pelos meus valores, crenças e propósitos eu irei até o fim! Custe o que custar", disse, citando valores da Bíblia.

As declarações homofóbicas do jogador Maurício Souza seguem reverberando no mundo do vôlei. Nesta quarta-feira, o atleta americano TJ DeFalco, que representou a seleção dos Estados Unidos na Olimpíada de Tóquio-2020, se manifestou sobre o caso nas redes sociais, afirmando que as falas do central brasileiro são uma "vergonha".

"Eu pensei que nós estávamos acima disso, mas eu acho que não... que vergonha", escreveu DeFalco nos stories de sua conta no Instagram.

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Mauricio Souza foi afastado temporariamente nesta terça-feira pelo Minas Tênis Clube após pressão de patrocinadores por causa de comentários homofóbicos feitos em suas redes sociais. A Fiat e Gerdau divulgaram notas oficiais deixando claro que não compactuam com qualquer tipo de preconceito. O jogador receberá uma multa e foi obrigado a se retratar. O pedido de desculpas veio de forma acanhada, no perfil oficial do atleta no Twitter, que tem pouco mais de 500 seguidores, ao contrário do seu Instagram que tem mais de 275 mil.

"Pessoal, após conversar com meus familiares, colegas e diretoria do Clube, pensei muito sobre as últimas publicações que eu fiz no meu perfil. Estou vindo a público pedir desculpas a todos a quem desrespeitei ou ofendi, esta não foi minha intenção", disse.

De acordo com o Minas Tênis Clube, nenhum atleta se pronunciou sobre a punição ao jogador. A equipe também disse que "não aceita e não aceitará manifestações intolerantes de qualquer forma" e prometeu intensificar "campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais".

ENTENDA O CASO - Recentemente, Maurício Souza usou de suas redes sociais para criticar uma nova versão de quadrinhos do Super-Homem, na qual o herói é bissexual. Nas redes sociais, o jogador ironizou a escolha da empresa que desenha o personagem, a DC Comics.

"Hoje em dia o certo é errado, e o errado é certo... Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado, eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias. 'Ah, é só um desenho, não é nada demais'. Vai nessa que vai ver onde vamos parar", escreveu.

Colega de Mauricio Souza na seleção brasileira - incluindo a disputa nos Jogos de Tóquio-2020 -, Douglas Santos, que é homossexual, rebateu a declaração apoiando a decisão da editora e alfinetando o atleta. "Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito, mas eu tenho uma novidade para sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim", escreveu. "Obrigado DC por pensar em representar todos nós e não só uma parte".

Não foi a primeira vez que Mauricio Souza se manifestou dessa maneira. Recentemente, ele gravou um vídeo explicando que é conservador, de direita e que preza a família, explicando sua visão de mundo. "Lutar pelo que se acredita é para poucos! Pelos meus valores, crenças e propósitos eu irei até o fim! Custe o que custar", disse, citando valores da Bíblia.

Com falas preconceituosas recentes, o central da equipe do Minas Tênis Clube e da seleção, Maurício de Souza, foi afastado do clube e precisou se retratar. O “sinto muito” veio nessa terça-feira (26), mas aparentemente não de forma sincera. A questão é que o atleta mesmo com um perfil no Instagram com cerca de 275 mil seguidores, fez sua retratação em uma conta no Twitter com pouco mais de 500 seguidores.

Assumidamente bolsonarista, Maurício nem se quer se deu ao trabalho de deletar a postagem estopim de todo alvoroço, em que reclama sobre um novo quadrinho da DC Comics, onde o filho do Superman, que está sucedendo seu pai, assume ser bissexual e beija um rapaz. “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”, publicou ele, tanto no Insta como no Twitter.

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Em sua retratação aos pouco mais de 500 seguidores de sua conta no Twitter, Maurício afirma que refletiu muito e após conversa com familiares e amigos, decidiu pedir desculpas pela sua opinião.

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Mas, sem apagar as publicações em que emite sua “opinião”, não é difícil de encontrar comentários de pessoas que seguem ofendidas e sem perdoar o atleta.

“Você deveria se preocupar mais em acertar teus saques e o jogar o bom voleibol que sempre jogou, parando de se preocupar com a sexualidade alheia. Vá ser feliz, apaga isso”, escreveu uma internauta.

Quanto mais preconceito, mais seguidores

Maurício, que no início perdeu seguidores, vem aumentando seus números nas últimas horas, conquistando ao menos nas últimas 24 horas, 20 mil. No Twitter, com uma conta criada em 2013, mas pouco utilizada, há apenas 10 publicações e o número de seguidores não evoluiu.

Não foi a primeira vez que Maurício de Souza deixou claro seu posicionamento preconceituoso em suas redes sociais. Compartilhando notícia de que a Globo usaria pronomes neutros em sua novela das 19h, o central escreveu: “O céu é o limite se deixarmos. Está chegando a hora dos silenciosos gritarem”.

Poucas horas após ser afastado temporariamente pelo Minas Tênis Clube, Maurício Souza veio a público para se retratar das declarações consideradas homofóbicas que fez em suas redes sociais. O jogador de vôlei pediu desculpas em seu perfil no Twitter, no qual tinha menos de 50 seguidores no momento da publicação.

As declarações polêmicas haviam sido feitas em seu perfil no Instagram, no qual conta com 257 mil seguidores. Até o fim da noite desta terça-feira (26), o jogador ainda não havia publicado a retratação nesta rede social, em que apresenta maior popularidade e maior alcance.

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"Pessoal, após conversar com meus familiares, colegas e diretoria do Clube, pensei muito sobre as últimas publicações que eu fiz no meu perfil. Estou vindo a público pedir desculpas a todos a quem desrespeitei ou ofendi, esta não foi minha intenção", afirmou. "Tenho refletindo muito e reitero minhas desculpas pelo posicionamento", prosseguiu.

O post foi republicado pelo perfil oficial do Minas, que conta com quase 50 mil seguidores. O clube reiterou sua mensagem: "O Minas Tênis Clube reforça que não aceita e não aceitará manifestações intolerantes, racistas, preconceituosas e homofóbicas, e que intensificará campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais".

A retratação, contudo, foi criticada por Douglas, colega de Maurício na seleção brasileira. "O famoso não vai dar em nada, né. Toda vez a mesma coisa, cansado disso de sempre ter falas criminosas e no máximo que rola é uma 'multa' e uma retratação nas redes sociais. Até quando? Todos os dias, todas as horas um dos nossos morrem. E o que temos? Uma retratação", comentou o jogador, que se tornou sensação nas redes sociais durante a Olimpíada de Tóquio, onde competiu ao lado de Maurício.

A polêmica teve início na semana passada, quando Maurício criticou no Instagram notícia de que a editora DC Comics anunciava que, em uma futura história de quadrinhos, o personagem do Super-Homem vai se descobrir bissexual.

"Ah, é só um desenho, não é nada demais'. Vai nessa que vai ver onde vamos parar", escreveu Maurício Souza, em uma primeira publicação sobre o assunto. Depois, após críticas, voltou ao tema: "Hoje em dia o certo é errado, e o errado é certo... Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado, eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias".

Na ocasião, Douglas também criticou a postura do colega de seleção. Nesta semana, a pressão aumentou, principalmente após os principais patrocinadores do Minas - Fiat e Gerdau - se manifestarem publicamente, reprovando as opiniões do Maurício Souza. A pressão surtiu efeito e, após longa reunião com o jogador, o Minas anunciou seu afastamento temporário e multa, cujo valor não foi divulgado.

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A jogadora da seleção feminina juvenil de vôlei do Afeganistão Mahjabin Hakimi teria sido decapitada pelo Taleban no início de outubro, segundo o jornal Persian Independent. Uma treinadora, Suraya Afzali (um pseudônimo), disse ao diário que a morte ficou em segredo porque a família de Mahjabin foi ameaçada para não falar sobre o assunto.

Mahjabin era destaque da equipe do Kabul Municipality Volleyball Club antes de o Taleban tomar controle do governo afegão em agosto. Desde então, as atletas femininas em todo o país enfrentam grave ameaça à sua segurança, sofrendo perseguição de membros do grupo fundamentalista.

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Ainda segundo a treinadora, apenas duas jogadoras da seleção conseguiram deixar o Afeganistão, enquanto o restante está sob terror. "Todas estão em uma situação ruim, desesperadas e com medo. Todas foram forçadas a fugir e viver em lugares desconhecidos", alertou. Os esforços de membros da seleção feminina de vôlei para ter o apoio de organizações e países para deixar o país não tiveram sucesso.

Nesta semana, o governo do Catar, em cooperação com a Fifa, fretou voo para retirar jogadores do Afeganistão. Dezenas de atletas afegãos, incluindo mulheres, deixaram o país na quarta-feira a bordo de um avião com destino a Doha, como parte de uma série de evacuações organizadas pelo governo do Catar em cooperação com a Fifa.

"Havia 369 passageiros no voo e mais de 55 pessoas foram evacuadas em coordenação com a Fifa", disse um alto funcionário do Catar em um comunicado.

Com o Taleban assumindo o controle do Afeganistão, todas as atividades femininas nas esferas esportiva, política e social cessaram, e ainda há preocupações sobre as contínuas restrições à vida, ao trabalho e à segurança das mulheres ativas na arena social.

Após a tomada de Cabul pelos integrantes do Taleban, as mais altas instâncias do esporte mundial manifestaram preocupações especiais com as mulheres, considerando que estas podem estar ameaçadas pelo regime.

Os talebans conquistaram a capital Cabul em 15 de agosto, culminando uma ofensiva iniciada em maio, quando começou a retirada das forças militares dos Estados Unidos e da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

A seleção brasileira masculina de vôlei não vive seus melhores momentos fora das quatro linhas. Um atrito envolvendo dois jogadores tomou conta das redes sociais nesta sexta-feira. Maurício Souza e Douglas Santos trocaram farpas em suas contas. O motivo: a orientação sexual de um herói de uma revista em quadrinhos.

Maurício usou de suas redes sociais para criticar o fato de que a nova versão do super-homem é bissexual. O jogador ironizou a escolha da empresa que desenha o personagem dizendo que "vai nessa que vai ver onde vamos parar..."

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Revoltado, Douglas também usou de suas redes sociais para apoiar a decisão da editora e aproveitou para rebater o companheiro de seleção.

"Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito mas eu tenho uma novidade pra sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim", escreveu.

"Obrigado DC por pensar em representar todos nós e não só uma parte", escreveu, agradecendo à editora.

Maurício, por sua vez, retrucou. "Aqui é frágil igual esticador de canto de cerca!"

Os dois serviram juntos ao time de Renan Dal Zotto que disputou a Olimpíada de Tóquio. Douglas, que é homossexual, já passou por episódios homofóbicos antes, durante viagem para a Itália.

Ele e o namorado foram detidos no aeroporto de Amsterdã por 15 horas. A situação só foi resolvida quando seu empresário e o Vibo Valentia, time que defende, intervieram e conseguiram a autorização de entrada dos dois na Holanda.

A seleção brasileira masculina de vôlei conheceu na quinta-feira (30) os adversários que enfrentará na primeira fase do Mundial, que será realizado de 26 de agosto a 11 de setembro de 2022, na Rússia. O Brasil caiu no Grupo B ao lado de Japão, Cuba e Catar e jogará a primeira fase na cidade de Kemerovo.

O técnico Renan Dal Zotto acompanhou atentamente o sorteio e comentou sobre os primeiros adversários que a seleção brasileira enfrentará na busca pelo quarto título mundial.

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"O Japão é uma equipe que está crescendo muito nos últimos anos. Muitos jogadores estão indo jogar fora do país e têm participado de grandes ligas. Cuba é um adversário tradicional do voleibol brasileiro e tem o saque o ataque como as suas principais características. Já o Catar é uma equipe que também tem evoluído com a presença de técnicos brasileiros nas ligas locais", disse o treinador, que ainda destacou a busca por um grande resultado na Rússia.

"O Mundial é o principal objetivo no próximo ano. Vamos ter a Liga das Nações para nos prepararmos e chegarmos no nosso melhor momento na Rússia", afirmou Renan Dal Zotto.

No Grupo A estão Rússia, Sérvia, Tunísia e Porto Rico. O C conta com as seleções da Polônia, Estados Unidos, México e Bulgária. O Grupo D é formado pelas seleções da França, Eslovênia, Alemanha e Camarões. Já o Grupo E conta com Itália, Canadá, Turquia e China e o grupo F tem Argentina, Irã, Holanda e Egito.

O Brasil conquistou o primeiro título do Mundial em 2002, quando derrotou a Rússia por 3 sets a 2, na Argentina. Em 2006, a equipe nacional superou a Polônia por 3 a 0 na competição realizada no Japão. E, em 2010, na Itália, bateu a seleção de Cuba também por 3 a 0. Na última edição da competição, em 2018, o Brasil ficou com a medalha de prata.

A seleção brasileira feminina de vôlei manteve a hegemonia no continente ao conquistar o 22º título sul-americano, o 14º de forma consecutiva. O time comandado por José Roberto Guimarães encontrou mais dificuldades do que o esperado e foi derrotado pela Colômbia por 3 sets a 1 na noite deste domingo (19). No entanto, o Brasil só precisava ganhar um set para ser campeão e, depois de ver o adversário abrir 2 a 0, venceu a terceira parcial para erguer o troféu. As colombianas venceram o jogo com parciais de 25/19, 25/23, 24/26 e 25/23.

Treinada pelo brasileiro Antonio Rizola, a seleção colombiana jogou um vôlei de altíssimo nível e contou com uma exibição fraca das brasileiras para saírem de quadra com a vitória, muito comemorada com a torcida, que lotou o ginásio na cidade de Barrancabermeja.

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Embora tenha perdido a invencibilidade e se despedido do torneio e da temporada de uma forma melancólica, a seleção brasileira, atual vice-campeão olímpica, cumpriu seus objetivos no torneio continental. Levou a 22ª taça e garantiu vaga no Mundial que será disputado na Holanda e Polônia em 2022.

A outra vaga no Mundial da modalidade ficou com a vice-campeã Colômbia, que viveu uma noite mágica e que pode ser considerada histórica diante de seu torcedor pois as anfitriãs derrotaram o Brasil pela primeira vez em um jogo do Campeonato Sul-Americano. A Argentina terminou em terceiro, o Peru em quarto e o Chile em quinto.

Na cidade colombiana de Barrancabermeja, as anfitriãs tiveram o apoio da ruidosa torcida nas arquibancadas e isso fez diferença. A seleção da casa se empolgou e teve um atuação impecável nos dois primeiros sets. As colombianas foram agressivas, bloquearam muito, se aproveitaram do excesso de erros das brasileiras e impuseram dificuldades que o Brasil, que só tinha perdido um set até então, não havia encarado no torneio.

O time medalha de prata em Tóquio, historicamente muito refinado, pareceu muito tenso em quadra e entregou pontos de graça para as rivais, cometendo erros em profusão em quase todos os fundamentos.

Apoiadas por uma torcida barulhenta, as colombianas mostraram melhor volume de jogo, fizeram um jogo quase perfeito e contaram com erros incomuns das brasileiras para vencer os dois primeiros sets por 25 a 19 e 25 a 23.

No terceiro set o Brasil acordou a partir de grande atuação de Natália. Ela fez uma sequência de pontos no início e fim da parcial e foi decisiva para a seleção vencer o set e, consequentemente, o torneio, que foi conquistado no critério de desempate. A parcial foi suada e vencida por 26 a 24. No quarto set, porém, a embalada Colômbia voltou a jogar melhor, acuou o Brasil e confirmou a vitória para o delírio dos torcedores no ginásio e das eufóricas jogadoras.

Um acidente entre uma caminhonete e o micro-ônibus do time de vôlei Curitibanos deixou três pessoas mortas na noite de domingo. A colisão ocorreu na BR-282, em Lages, na Serra catarinense. A equipe havia disputado um quadrangular na cidade e voltava de viagem quando a caminhonete em alta velocidade se chocou com o micro-ônibus que transportava 11 atletas. Todos passam bem.

Três ocupantes do outro veículo, no entanto, não resistiram aos ferimentos e morreram. Sem controle, ele invadiu a pista contrária e rodou antes de causar o acidente. A Polícia Rodoviária Federal (PFR) informou que as vítimas são a motorista de 31 anos, um homem de 29 e uma criança. Antes do impacto, os jogadores dos Curitibanos, de idade entre 17 e 22 anos, conversavam sobre o torneio que disputaram.

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O time saiu da cidade paranaense perto das 12h para participar das partidas em Lages. Após jantarem, pegaram o ônibus de volta, e perto das 21h, sofreram a colisão. Mateus dos Santos, de 22 anos, relatou o momento do acidente ao jornal O Globo. "Estava todo mundo meio deitado, querendo dormir, quando a moça da caminhonete perdeu o controle e invadiu a nossa pista. Nosso motorista tentou frear, segurou o máximo que pôde, mas não conseguiu evitar. A gravidade do acidente foi mais pela velocidade da caminhonete. Conseguiu jogar até o ônibus para trás", disse.

Mateus contou que quebrou um dente com o impacto da batida. Outro atleta fraturou a mandíbula, e o motorista fraturou as costelas. O restante dos passageiros teve ferimentos leves. Em choque, os atletas rapidamente deixaram o veículo por conta de um vazamento de óleo que poderia causar uma explosão. O Corpo de Bombeiros se dirigiu ao local e socorreu primeiro os ocupantes da caminhonete.

"Começou a vazar óleo do ônibus e o outro carro tinha risco de pegar fogo. Então todo mundo saiu, foi para o acostamento rápido. Mas logo vários carros se mobilizaram, e as pessoas vieram ajudar", relatou Renan Caus, de 17 anos, integrante do time de vôlei.

Após duas horas, toda equipe foi atendida e retornou a Curitibanos com outro micro-ônibus enviado pela empresa responsável. Por lá, passaram pelo hospital da cidade e foram liberados mais tarde.

A seleção brasileira feminina de vôlei viaja nesta segunda-feira para Barrancabermeja, na Colômbia, onde disputará o Sul-Americano. A equipe do treinador José Roberto Guimarães buscará o 22.º título da competição. O campeão e o vice garantirão vaga no Mundial de 2022, que será disputado na Holanda e na Polônia.

O Brasil estreará na competição às 19h30 (de Brasília) desta quarta-feira contra o Peru. Os jogos seguintes serão contra Argentina (quinta), Chile (sexta) e Colômbia (domingo).

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O time nacional participará da competição com as levantadoras Macris e Roberta; as opostas Rosamaria e Lorenne; as ponteiras Gabi, Natália, Ana Cristina e Kasiely; as centrais Carol Gattaz, Carol, Bia e Mayany; e as líberos Nyeme e Natinha.

A levantadora Roberta comentou sobre a expectativa para a competição e destacou a boa temporada do time brasileiro. "É uma competição muito importante para o nosso grupo porque vale vaga no Mundial de 2022. Estamos vindo de uma grande competição que foi os Jogos Olímpicos onde atingimos o nosso auge na temporada, mas seguimos muito concentradas. Chegaram algumas jogadoras novas e estamos animadas e mantendo a energia boa desse grupo", afirmou a jogadora, que também falou sobre o crescimento do Sul-Americano.

"Vamos enfrentar adversários que tem evoluído e o Sul-Americano tem melhorado a cada edição. Queremos fazer um bom campeonato e buscar essa vaga", disse Roberta.

José Roberto Guimarães também destacou a importância na busca pela vaga no Mundial. "O Sul-Americano é classificatório para o Mundial e vamos buscar essa vaga e o título para finalizarmos bem essa temporada. Temos que manter o nosso foco e a concentração para apresentarmos o nosso voleibol. Nossos adversários têm evoluído e sabemos da nossa responsabilidade", analisou.

Nesta temporada, a seleção feminina conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 e na Liga das Nações. Na última edição do Sul-Americano, em 2019, o Brasil foi campeão invicto e na decisão superou a Colômbia por 3 sets a 0.

Um acidente na BR-282, em Santa Catarina, envolvendo uma caminhonete e um micro-ônibus que levava os atletas de vôlei do Curitibanos, deixou três mortos na noite desse domingo (12).

O micro-ônibus levava onze atletas da equipe de vôlei Curitibanos, onde três tiveram ferimentos leve. As vítimas fatais estavam todas na caminhonete. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a motorista da caminhonete, um homem e uma criança, ainda não identificados, morreram no local. 

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O motorista do micro-ônibus, de 48 anos, segundo o portal G1, contou que a equipe de vôlei seguia de Lages para São José do Cerrito, quando no km 226 da BR-282, por volta das 20h40, a caminhonete rodopiou na pista e acertou o seu veículo de frente.

Douglas Souza, jogador da seleção brasileira de vôlei, deu detalhes sobre o caso de homofobia que viveu ao lado de seu namorado, Gabriel. Por meio de vídeos publicados em seu Instagram, o novo reforço do Vibo Valentia, da Itália, explicou como a viagem que deveria durar três horas durou 15.

"No controle de passaporte, perguntaram o que eu faria na Itália, eu disse que seria jogador de vôlei e o Gabriel era meu namorado. Logo, a fisionomia dele mudou na hora e o tratamento também. Ele perguntou o que ele faria lá, eu mostrei o documento de união estável, eu disse que ele iria me acompanhar e trabalhar", relatou Douglas.

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Após mais de cinco horas, o jogador foi chamado pelos agentes do aeroporto em Amsterdã para uma entrevista em uma 'salinha'. Perguntado mais uma vez sobre o que iria fazer na Itália, Douglas percebeu que seu namorado não seria liberado facilmente. "Aí bateram na tecla do Gabriel, e eu falava que era meu namorado, e eles não entendiam esse termo, insistiam no companheiro e não queriam deixar ele passar de jeito nenhum."

A situação só foi resolvida quando seu empresário e o Vibo Valentia intervieram e conseguiram a autorização de entrada dos dois na Holanda. "Aconteceu, passou, meu clube não tem nada a ver. Eles ajudaram, meu empresário, também. Eu espero que ninguém passe por isso, sei que infelizmente vai passar e a gente tem que passar por isso", lamentou. "Acabou que passei 15 horas no aeroporto, e era para ter sido umas três, no máximo. Não achei normal. Eu sei o que eu vivi. Foi muito constrangedor."

Antes de contar todo o caso, Douglas usou as redes sociais nesta terça para expressar seu descontentamento com o tratamento recebido em solo europeu. "Hoje é um dos piores da minha vida. Foi horrível. Está sendo horrível. Eu só não vou contar realmente o que aconteceu hoje porque eu tenho medo deles tirarem a minha passagem e me deportarem", disse.

Douglas Souza, ponteiro da seleção brasileira de vôlei, viveu momentos desagradáveis durante recente viagem à Europa. O jogador, que estava acompanhado do namorado, disse ter sofrido um episódio de homofobia em um aeroporto na Itália.

"Hoje é um dos piores da minha vida. Foi horrível. Está sendo horrível. Eu só não vou contar realmente o que aconteceu hoje porque eu tenho medo deles tirarem a minha passagem e me deportarem", disse o atleta, em seu perfil no Instagram.

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Douglas Souza ganhou destaque nas redes sociais durante a Olimpíada de Tóquio. Esbanjando simpatia e bom humor, o atleta constantemente compartilhava os bastidores da seleção na Vila Olímpica.

Dessa vez, o jogador mudou o tom e usou o espaço para desabafar sobre o caso. "Puro preconceito, homofobia, vocês não tem noção. Eu vou, sim, espanar isso, porque eu não mereço, ninguém merece isso."

Medalhista de ouro no Rio-2016, Douglas Souza ficou fora da convocação para o Campeonato Sul-Americano por opção própria, alegando a necessidade de se dedicar à vida pessoal. O Brasil se sagrou campeão do torneio de forma invicta, vencendo a Argentina na final por 3 sets a 1.

Um mês depois, o Brasil se vingou da perda da medalha de bronze para a Argentina nos Jogos Olímpicos de Tóquio ao ganhar dos rivais na final do Campeonato Sul-Americano, por 3 a 1, parciais de 25/17, 24/26, 25/18 e 25/18, neste domingo, em Brasília. Foi a 33ª edição da competição e a seleção brasileira ganhou todas.

O saque de Bruno Lima para fora definiu a partida. Com o erro do argentino, o Brasil fechou o quarto set por 25 a 18 e fez enorme festa. Os brasileiros entraram com sangue nos olhos diante dos rivais após duas batalhas em Tóquio e Bruninho chegou a colocar dedo em riste em um adversário.

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Renan Dal Zotto renovou a seleção após o ciclo olímpico e muitos jovens mostraram que têm tudo para manter a equipe forte. Alan, João Rafael, Maique, Vaccari, Adriano e Flávio foram as novidades no Sul-Americano disputado em Brasília. Bruninho, Lucão e Lucarelli, os titulares mantidos.

Ao se garantirem na decisão, os dois times confirmaram presença no Mundial da Rússia em 2022 e devem acirrar ainda mais a rivalidade dos últimos anos. Depois de ganhar na fase de grupos na Olimpíada, o Brasil foi superado no jogo que valia o bronze. Neste domingo, veio a vingança.

Com ataque potente e força defensiva, o Brasil fechou o primeiro set em 25 a 17. No segundo, porém, os argentinos fizeram dois pontos seguidos para empatar com 26 a 24. Igualaram o placar e começaram a provocar os brasileiros.

A estratégia, porém, surtiu efeito contrário. Bruninho colocou ordem na casa com enorme bronca nos hermanos e o Brasil cresceu, fechando os dois sets seguintes por 25 a 18 e comemorando muito a conquista.

A seleção brasileira feminina de vôlei foi convocada nesta terça-feira (17) pelo técnico José Roberto Guimarães. O treinador chamou 14 jogadoras para a disputa do Campeonato Sul-Americano, que será realizado de 15 a 20 de setembro, na Colômbia. Ele manteve a base que foi vice-campeã dos Jogos Olímpicos de Tóquio ao escolher nove das 12 atletas que representaram o Brasil no Japão.

As três ausências em relação à Olimpíada são Fernanda Garay e Camila Brait, que se aposentaram da seleção, e Tandara, suspensa preventivamente por doping. As levantadores Macris e Roberta, a oposta Rosamaria, as centrais Carol Gattaz, Bia e Carol, e as ponteiras Gabi, Natália e Ana Cristina foram novamente convocadas.

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São cinco novidades: a central Mayany, a ponteira Kasiely, as líberos Nyeme e Natinha e a oposta Lorenne, que teve participação importante no último ciclo olímpico, mas acabou ficando fora dos Jogos de Tóquio.

As jogadores se apresentam no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema, no Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira (23), para dar início às atividades.

A seleção brasileira feminina busca o 22º título sul-americano de sua história. Na última edição da competição, em 2019, o Brasil ganhou o torneio de forma invicta e superou a Colômbia por 3 sets a 0 na decisão. Somente o campeão e o segundo colocado garantem vaga no Mundial de 2022, que será disputado na Holanda e na Polônia.

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