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Uma servidora efetiva do Fórum de Independência, no Sertão do Ceará, foi afastada das funções por suspeita de passar informações a um advogado de chefe de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. Além do mandado de afastamento, a Operação Arrebol, realizada nesta quinta-feira (6), cumpriu mandados de prisão contra 18 pessoas nas cidades de Crateús, Independência e Fortaleza.

De acordo com a Polícia Civil, entre os presos está um casal suspeito de chefiar a quadrilha. O advogado que intermediaria o contato entre o casal e a servidora foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Ele é investigado por extrapolar o exercício das funções.

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A operação apreendeu motos, carros, celulares, relógios e R$ 11,7 mil em espécie. Os alvos também são investigados por crimes como homicídio, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de arma de fogo, corrupção e ameaça.

A Polícia Militar da Bahia (PM) prendeu dois irmãos acusados de monitorar viaturas e traficar drogas com o uso de drones. Durante a prisão, ocorrida na noite da terça-feira (4) na cidade de Feira de Santana, a PM apreendeu quatro drones, 11 kg de maconha e três pés da erva. 

Segundo a corporação, o flagrante ocorreu após denúncias anônimas. Os irmãos foram vistos descarregando entorpecentes de um carro e levando para o interior de uma casa. Ao perceberem a presença da polícia, eles teriam jogado parte do material pela janela.

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Os policiais também apreenderam porções de maconha prontas para o consumo, uma balança, um canivete e R$ 475 em espécie. Os irmãos foram levados para a Central de Flagrantes de Feira de Santana, sendo autuados por tráfico de entorpecentes.

Um garoto de 13 anos foi apreendido com um revólver calibre .38 em Escada, na Zona da Mata de Pernambuco, na noite da segunda-feira (3). Segundo a Polícia Militar (PM), informações davam conta que um jovem havia sido recrutado por facção criminosa para traficar drogas no local.

O 21º Batalhão da Polícia Militar (BPM) foi até o local e encontrou o adolescente suspeito. Além da arma, o jovem estava com quatro munições e R$ 379 em espécie. 

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O menor foi encaminhado para a Delegacia de Plantão de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata. 

O médico Wilson Ernesto Galarza Jara prestou esclarecimentos, na última segunda-feira (3), na 20° DP (Vila Isabel) sobre a morte da cantora Fernanda Rodrigues, conhecida como Mc Atrevida. Ela morreu dez dias após uma cirurgia estética feita pelo médico e a polícia investiga se o óbito ocorreu devido ao procedimento. 

Questionado sobre o que teria ocorrido, Wilson afirmou: "Morreu porque tinha que morrer".

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Segundo o portal G1, durante o depoimento, o médico teve alguns momentos e se lucidez e de confusão mental em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que Wilson Ernesto sofreu dias após o procedimento na cantora.  

A polícia está dando andamento as investigações e pretende ouvir não só os funcionários da clínica, como também outros clientes. A clínica de estética encontra-se interditada e a polícia aguarda a perícia do local. 

De acordo com a polícia, o médico é ginecologista e não cirurgião. A cantora que faleceu realizou uma lipoaspiração e enxerto nos glúteos.

A proibição de operações policiais em favelas durante a pandemia de coronavírus não aumentou a criminalidade violenta no Rio. Ao contrário. A região metropolitana registrou queda de 70% no número de mortes decorrentes dessas incursões nas comunidades, além de reduções significativas nos registros de crimes contra a vida (48%) e contra o patrimônio (40%). Os dados estão no estudo "Operações policiais e ocorrências criminais: Por um debate público qualificado", do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (GENI) da Universidade Federal Fluminense (UFF), divulgado nesta segunda-feira (3).

As polícias fluminenses vinham alegando que a proibição, em decorrência de uma decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), dificulta o combate ao crime organizado.

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Para estimar os efeitos da proibição, o estudo comparou os números do período de um mês com a média das mesmas datas desde 2007. Segundo o relatório produzido pelos pesquisadores, 30 vidas foram salvas nas favelas por causa da decisão de Fachin. Entre as vidas poupadas, estão as de policiais, que também costumam ser vítimas em confrontos nas favelas do Rio.

A liminar favorável à interrupção das operações policiais durante a pandemia deverá ser analisada pelo STF nesta semana, quando acaba o recesso do Judiciário. Enquanto as polícias são contrárias à medida, a Defensoria Pública do Rio a defende. O órgão participa, inclusive, da divulgação do estudo da UFF, que conta ainda com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) e com o auxílio da plataforma Fogo Cruzado, responsável por traçar um mapa de tiroteios na região metropolitana do Rio.

"O cruzamento dos dados de ocorrências criminais e operações policiais realizados indica que as operações policiais não são eficientes em reduzir a ocorrência de crimes e, pelo contrário, parecem contribuir para o seu incremento", aponta Daniel Hirata, pesquisador do GENI.

A decisão de Fachin foi tomada em 5 de junho, motivada por uma ação apresentada pelo PSB e construída em parceria com a Defensoria fluminense. Deu-se 18 dias depois do menino João Pedro, de 14 anos, ter sido morto dentro de casa durante uma operação policial em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

De lá até o mesmo dia do mês seguinte, houve redução de 78% nas operações policiais nas favelas. Apesar disso, a Polícia Militar (PM) continuou fazendo incursões consideradas urgentes, conforme prevê o entendimento de Fachin.

Uma região que tem passado por confrontos é a da Praça Seca, na zona oeste da capital, que vive um cenário de disputa entre traficantes de drogas e grupos de milicianos. Em 28 de julho, manhã seguinte a um intenso tiroteio, a PM realizou uma operação no bairro. A noite anterior tinha sido marcada por mais de três horas de tiros: a maior facção do tráfico do Rio, o Comando Vermelho, estaria tentando retomar uma favela da região, hoje dominada pela milícia.

Naquele bairro, há inclusive depoimentos que apontam para a participação de policiais militares em ações de milicianos, como forma de ajudar os grupos paramilitares na disputa com os traficantes. Isso porque, como mostrou reportagem do portal Uol, apenas 3% dos tiroteios no Rio se dão em áreas dominadas por milicianos. Ou seja, a polícia evitaria confrontar esses grupos, o que passa falsa sensação de segurança.

O estudo do grupo de pesquisadores da UFF aponta ainda para a diminuição nos registros de tiroteios no entorno de unidades de saúde. Esses números caíram 61% desde a decisão de Fachin e, se considerados só as trocas de tiros em que havia policiais, a queda é ainda maior: 82%.

Nas considerações finais do estudo, os pesquisadores explicam que seriam necessários outros levantamentos mais amplos para entender a dinâmica do crime no Rio e traçar novas correlações. No entanto, dizem, "considerando que as operações policiais ocupam o cerne das políticas de segurança pública no Rio há mais de trinta anos e que o aumento das graves violações dos direitos humanos não foram acompanhados pela oferta de segurança aos habitantes da Região Metropolitana, não surpreende que os dados da nossa pesquisa apontem para a ineficiência das operações policiais."

Esta segunda-feira é o primeiro dia útil após o fim do recesso do Judiciário. Os ministros do STF têm até terça-feira, 4, para publicar seus votos sobre o caso das favelas. Até aqui, já votaram Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber, a favor da proibição das operações nas favelas durante a pandemia, e Alexandre de Moraes, o único contrário. O julgamento é virtual.

A Polícia Federal em Pernambuco (PF) emitiu um alerta sobre um novo golpe para clonagem de WhatsApp. Segundo a instituição, o golpista finge estar fazendo uma pesquisa para o Datafolha sobre a Covid-19.

Ao final da pesquisa por telefone, o criminoso informa que foi enviado ao celular via SMS um código com seis dígitos. Quando a pessoa repassa os números, o WhatsApp é clonado. 

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De acordo com a PF, após isso, os bandidos passam a aplicar golpes financeiros acessando a agenda telefônica das vítimas para entrar em contato com pessoas próximas e solicitar dinheiro emprestado. As desculpas são diversas e vão desde que o limite de transferência acabou ao carro quebrou e precisa de dinheiro urgente.

A PF alerta que o Datafolha tem realizado algumas pesquisas por telefone, mas em nenhum momento são enviadas mensagens de confirmação para o celular. 

No golpe, o criminoso cadastra indevidamente o número de telefone do usuário em outro celular e, após esse processo, um SMS contendo um código de liberação de acesso é enviado ao celular da vítima, que é induzida a fornecer o número.

A PF recomenda que o usuário faça a ativação de confirmação em duas etapas, nas configurações do próprio aplicativo; nunca forneça ou envie o código de ativação sob nenhuma hipótese; e leiam as mensagens que recebem, pois quando o código é enviado o texto diz que se trata de uma autenticação de segurança.

Caso o WhatsApp tenha sido clonado, a polícia recomenda: instalar o aplicativo o mais rápido possível, pois é possível que o golpista ainda não tenha colocado a senha enviada pela vítima; enviar um email para support@whatsapp.com informando seu número no formato internacional (+55 9 xxxx xxxx) solicitando bloquear o WhatsApp ou relatando o ocorrido na opção de ajuda no app; entrar em contato com a operadora do celular e solicitar a suspensão temporária da linha telefônica e, em seguida, ir em uma loja autorizada e pedir transferência do número para outro chip; informar nas redes sociais que sua conta foi clonada; e ir em uma delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.

Abaixo uma das tentativas de golpe divulgada pela polícia:

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Mais três fugitivos do Presídio de Limoeiro foram recapturados na tarde desse domingo (2). Eles traficavam drogas em uma região conhecida como Lagoa de Pedra, na Zona Rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

Após denúncias, a Polícia Militar foi ao local e apreendeu um dos fugitivos com 1kg de maconha. As buscas prosseguiram na residência onde ele estava escondido e outros dois fugitivos foram encontrados no imóvel. Com a dupla foi encontrada uma balança de precisão, três celulares - um deles roubado - e R$ 902.

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Ao levantar a ficha dos criminosos, os policiais descobriram que o trio havia participado da fuga da Penitenciária Ênio Pessoa Guerra, ocorrida no 9 de julho deste ano. Eles foram encaminhados à delegacia de Caruaru, onde ficaram à disposição da Justiça.

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Dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas em Camaragibe, município da Região Metropolitana do Recife, na noite dessa sexta-feira (31). Devido à movimentação suspeita, a Polícia Militar (PM) desconfiou do comércio ilegal na Rua Sérgio Romero, na Praça de Vera Cruz.

Ao efetuar a abordagem, os policiais encontraram pequenas porções de cocaína com os suspeitos. Uma procura mais elaborada no próprio local fez com que fossem descobertos mais entorpecentes, além de um simulacro de arma de fogo e R$ 180.

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Ao todo foram apreendidos 81 big bigs de maconha e 25g e uma peteca de cocaína. Eles foram encaminhados para a delegacia municipal, onde ficaram à disposição da Justiça.

Um homem, suspeito de roubar um celular, foi espancado até a morte depois de ser perseguido pelos moradores do bairro Gilberto Mestrinho, na Zona Leste de Manaus. O caso aconteceu na noite de sexta-feira (31).

A vítima ainda não teve a sua identidade identificada. A polícia aponta que o crime aconteceu depois de o homem, possivelmente, ter roubado um aparelho celular de uma pizzaria do bairro. Além disso, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) informou à Rede Amazônica que os populares garantem que a vítima era acostumada a cometer pequenos furtos na localidade.

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A DEHS registrou o caso e deve investigar os envolvidos no crime. O corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde aguarda por identificação.

Um médico pneumologista foi preso no Rio de Janeiro-RJ após sacar uma arma dentro de consultório em briga com paciente na quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, eles se desentenderam depois que o paciente requisitou consulta por estar com Covid-19.

O pneumologista Enio Studart teria se aborrecido e alegado que o paciente lhe xingava. De acordo com os investigadores, ele mostrou ao paciente uma arma que carregava na mochila.

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A polícia foi acionada e encontrou muito mais que uma arma. No carro do médico, no estacionamento do consultório, foram apreendidos um revólver calibre .38, uma pistola .32 um soco inglês, duas facas, 24 munições não deflagradas de calibre .38, nove munições de calibre .32 e um carregador de pistola .32.

O paciente teve Covid-19 há mais de dois meses. Como ainda se sentia muito cansado, ele marcou uma consulta com o médico. Ele relatou ter ocorrido um desentendimento e, depois que o pneumologista mostrou a arma, deixou o local e acionou a Polícia Militar.

O denunciante foi até a delegacia e lá já estava o médico dando sua versão dos fatos. Desconfiados do relato do pneumologista, os investigadores decidiram revistar o seu automóvel.

Após a apreensão, Enio Studart foi preso em flagrante por ameaça e porte ilegal de arma de fogo e encaminhado para a administração penitenciária.

Nesta quinta (30), a polícia Civil de Pernambuco cumpriu 03 (três) mandados de prisão e 04 (quatro) mandados de busca e apreensão, no município de Altinho, no agreste de Pernambuco. Além disso, foram presas 02 (duas) pessoas em flagrante delito. As ações estão vinculadas à Operação de Intervenção Tática (OIT), denominada “Proditor”, realizada em parceria com a polícia Militar.

Já foram apreendidos 80 (oitenta) papelotes de maconha; um tablete de maconha pesando, aproximadamente, 206 (duzentos e seis gramas); 02 (dois) papelotes de cocaína, pesando, aproximadamente, 08 (oito) gramas; 02 (dois) celulares da marca Motorola; além de um revólver da marca Taurus, calibre 38. As investigações já haviam começado desde o dia primeiro de abril, após a morte de um adolescente identificado pelos investigadores como “ J. M. M. L”.

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O 4º Batalhão da Polícia Militar  (4º  BPM), sob comando do Tenente Coronel Saraiva, fez incursões e abordagens em alguns pontos da cidade. A ação contou até com o apoio de uma aeronave do Grupamento Tático Aéreo (GTA), que sobrevoou a cidade dando apoio às ações. A operação envolveu 50 Policiais Civis e Militares, sendo coordenada pela 14ª Delegacia Seccional e pelo GCOI-1.

Na manhã desta quinta-feira (30), a Polícia Civil deflagrou a Operação 'On the Road', que mira um grupo responsável por crimes como adulteração de sinal de veículo, roubo qualificado com restrição da liberdade da vítima e porte ilegal de arma. Quatro mandados de prisão foram expedidos pela Comarca de Afogados da Ingazeira e serão cumpridos em Custódia e Sertânia, municípios localizados no Sertão pernambucano.

Além dos mandados de prisão, cerca de 70 policiais foram destinados ao cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão nas residências dos integrantes da organização criminosa. Esta é a 34ª ação de repressão qualificada realizada pelas autoridades só neste ano.

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Um comerciante do ramo de confecções foi vítima de sequestro relâmpago em Santa Cruz do Capibaribe, Agreste de Pernambuco, na terça-feira (28). O suspeito do crime foi preso com um revólver. 

Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima foi atraída por uma proposta de compra de roupas. No momento em que ele foi fazer a entrega, acabou rendido por uma arma de fogo. O suspeito fez contato com a família exigindo R$ 30 mil em espécie para libertar o refém.

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A polícia foi acionada e marcou um encontro para a entrega do dinheiro em um posto de gasolina. As viaturas que atuam na cidade são abastecidas no local, assim, o criminoso não suspeitaria da movimentação de policiais.

O suspeito foi interceptado logo ao chegar ao posto. De acordo com a PM, ele tentou esconder a arma embaixo do banco do veículo, mas ela foi localizada. O comerciante não se feriu.

Policiais federais fazem nesta quarta-feira (29) uma operação contra o tráfico internacional de armas e acessórios. A Operação Mercados das Armas cumpre um mandado de prisão preventiva e 25 mandados de busca e apreensão em oito estados brasileiros: Paraná, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

A operação foi desencadeada depois que investigações da Polícia Federal identificaram a atuação de um grupo criminoso na importação, transporte e remessa de armas de fogo e acessórios a vários estados brasileiros.

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As armas de fogo eram importadas do Paraguai, com a ajuda de atravessadores, e transportadas, por correios ou transportadoras privadas, para seus destinos no Brasil escondidas dentro de equipamentos, como rádios, climatizadores e panelas elétricas.

“Um dos acessórios importados do Paraguai e comercializado pelos investigados é o denominado Kit Roni que, em um de seus modelos para uso exclusivo com pistolas de airsoft, era transformado para uso com armas de fogo e munições reais, tornando o equipamento em uma espécie de submetralhadora, podendo-se utilizar carregadores estendidos e seletores de rajadas. A importação desse acessório era realizada de forma ilegal, sem os certificados necessários e vendidos por plataformas virtuais sem o fornecimento de notas fiscais”, informa nota divulgada pela Polícia Federal.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico internacional de armas de fogo e acessórios, associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

A polícia evacuou 1.500 migrantes instalados em um acampamento improvisado na entrada de Paris nesta quarta-feira (29), uma operação que responde à promessa do governo de desmantelar esses locais insalubres que se multiplicaram por alguns anos na capital francesa.

Os migrantes foram levados de ônibus para centros de acolhidas, ou ginásios, vazios, na região parisiense, disse o comando da polícia local à AFP.

"Esta operação é a continuação lógica de todas aquelas que já realizamos há vários meses", disse à imprensa o responsável pela polícia de Paris, Didier Lallement, presente durante a retirada.

A evacuação também responde a um imperativo sanitário, no momento em que as autoridades lutam para impedir um segundo surto da COVID-19.

Os migrantes que se estabeleceram neste acampamento no meio da rua são homens, em sua maioria, procedentes de países que fazem parte do Chifre da África - Etiópia, Somália, Djibuti e Eritreia -, ou Afeganistão.

"Estão esgotados. Para alguns, é a décima evacuação. Eles sabem que serão levados para ginásios, e metade estará na rua novamente hoje à noite", disse Silvana Gaeta, do coletivo Solidarité Migrants Wilson.

Depois de hesitar quanto a entrar, ou não, em um dos ônibus, Ismaël Fatah aguarda pacientemente sua vez de embarcar.

"É a quarta vez que me instalo em um acampamento. A vida é dura na França, não esperava essa recepção. Meu país está em guerra, não tenho outra opção", disse à AFP este pai de família de 29 anos, oriundo do Sudão, cujo filho nasceu na França.

O "campo" de Aubervilliers é um dos muitos que surgiram nas ruas de Paris e nos arredores desde o início da crise migratória em 2015.

Muitos dos migrantes que vivem nesses locais fogem da guerra, ou da pobreza, em seus países.

Um homem furtou um carro com uma criança de cerca de um ano dentro no município de Porto Feliz, no interior de São Paulo, no domingo (26). Ele foi preso depois de deixar a criança em uma praça. As informações são do G1.

A mãe havia saído do carro para comprar chocolate enquanto esperava por parentes. Um homem se aproxima do veículo e faz o furto levando o bebê, que estava na cadeirinha no banco de trás.

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A menina foi deixada em uma praça minutos após o crime. De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito seguiu até um posto de combustível e abordou uma mulher para um programa sexual. Enquanto seguiam pelas ruas do bairro, o carro roubado foi reconhecido por moradores.

O homem perdeu o controle da direção e bateu em outro veículo. Com ele, a polícia apreendeu R$ 1 mil.

Um youtuber foi preso por mandar sequestrar uma família em troca do dinheiro do resgate no Distrito Federal. Uma das vítimas seria amiga do suspeito e foi mantida em cativeiro por cerca de 10 horas em um barraco. As informações são do G1.

O suspeito não teve a identidade divulgada. Segundo a Polícia Civil, ele é dono de um canal na internet especializado em automobilismo e que conta com milhares de seguidores. O crime teria ocorrido em 3 de junho e divulgado só nesta terça-feira (28).

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Segundo a investigação, o youtuber se aproveitou da intimidade com o amigo para levantar informações sobre o patrimônio dele e da mãe, que são empresários. O sequestro teria sido planejado com a ajuda de três pessoas. Um teria conhecimentos na área de tecnologia e outros dois auxiliaram na abordagem e no cativeiro.

Um dos envolvidos foi preso em 21 de julho. O youtuber, que nega participação no crime, e outro suspeito foram detidos dois dias depois. 

De acordo com a polícia, as vítimas anunciaram a venda de um lote na área nobre da capital. Um dos suspeitos se passou por corretor para sequestrar o amigo do youtuber e a mãe dele.

No cativeiro, os sequestrados foram interrogados. O objetivo seria obter informações sobre as economias da família. Como o patrimônio estava concentrado em imóveis, os criminosos teriam entendido que isso impossibilitaria uma transação financeira de alto valor em um curto espaço de tempo.

Mãe e filho foram liberados no final da noite do mesmo dia do sequestro. Os sequestradores teriam avisado que ligariam para cobrar um valor em dinheiro, mas isso não ocorreu. O caso foi registrado na Delegacia de Repressão a Sequestro.

Uma megaoperação policial, batizada de Operação Falshback II, cumpre nesta terça-feira (28) 212 mandados de prisão e de busca e apreensão em 71 cidades de 11 estados diferentes. A ação combate o principal núcleo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Nas investigações foi constatada a maior participação de mulheres. Elas ocupavam cargos de chefia no organograma da organização criminosa. De acordo com os levantamentos da Polícia Civil de Alagoas, na hora que definiam a punição para as vítimas as mulheres tinham perfis tão violentos quanto o dos homens da facção.

As que possuem funções disciplinares conduzem normalmente estes rituais, elaborando as suas “peças conclusivas”, que resultam em condenações ou absolvições. Elas aplicam as mais diversas penas, inclusive assassinando rivais ou mesmo membros transgressores do PCC.

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O núcleo das chamadas Damas do Crime, segundo a Polícia Civil da Alagoas, é composto por 18 mulheres e apenas um homem. Somados aos demais núcleos da operação são 40 mulheres alvos de mandados de prisão e busca e apreensão, que correspondem a 18% do total de alvos da operação. Na fase I da Operação Flashback, apenas sete mulheres foram alvo de mandado judicial, o que agora corresponde a um aumento de 557% nesta segunda etapa.

Operação

Conduzida pelas Forças de Segurança de Alagoas e pelos Grupos de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado em vários estados, pelo do Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministérios Públicos estaduais a operação tem a participação de 1 mil policiais de várias corporações. Nesta segunda fase, os mandados são cumpridos em Alagoas, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraíba, Piauí, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. O GAECO de Sergipe também cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão. A operação nacional teve o apoio da 17ª Vara Criminal de Maceió, que deferiu a expedição dos mandados judiciais.

O maior número de ações da operação está concentrado na região Nordeste, contabilizando oito estados e 179 mandados judiciais expedidos. Alagoas e Ceará ficam em evidência entre os estados. As ações em Alagoas, por meio da Operação Njord, ocorrem em Maceió, que concentra o maior número de alvos, ao todo 73, e outros 10 municípios, totalizando 98 cumprimentos de mandados judiciais pelos agentes públicos.

Dois manifestantes morreram, nesta segunda-feira (27), devido a ferimentos sofridos após serem atingidos por bombas de gás lacrimogêneo em confrontos noturnos com as forças de ordem na Praça Tahrir, em Bagdá, informaram médicos à AFP.

Estes são os primeiros confrontos na praça emblemática da capital iraquiana, epicentro de uma revolta sem precedentes lançada em outubro, desde que o governo de Mustafa Al-Kazimi chegou ao poder no início de maio.

No domingo (, protestos foram registrados em Bagdá e em várias cidades do sul do país para den)unciar a falta de eletricidade, um serviço público que atualmente é oferecido apenas algumas horas por dia, quando as temperaturas ultrapassaram os 50°C no Iraque na semana passada.

Ano após ano, o verão é o momento tradicional de protestos, nascidos, por exemplo, de cortes de energia. Vários ministros perderam seus cargos no passado para satisfazer a pressão popular.

Foi na Praça Tahrir que uma revolta popular sem precedentes começou em outubro, que durou vários meses e deixou mais de 550 mortos, 30.000 feridos e várias dezenas de militantes mortos ou sequestrados.

Kazimi e seu governo assumiram o poder com o compromisso de esclarecer essas mortes e atos de violência.

A polícia dos Estados Unidos usou granadas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra manifestantes em todo país, em meio a uma onda de indignação frente ao "aumento" - anunciado pelo presidente Donald Trump - da presença de agentes federais nas principais cidades americanas.

Deflagradas após a morte do afro-americano George Floyd pela polícia em Minnesota, manifestações contra o racismo e contra a brutalidade policial tomam o país, na ocasião em que o presidente Donald Trump enfrenta um difícil momento em sua corrida pela reeleição e recorre a uma campanha intensamente baseada na ideia de "lei e ordem".

Os manifestantes marcharam em Austin, Texas, além de Louisville, Kentucky, em Nova York, em Omaha, e em Oakland e Los Angeles, na Califórnia, além de Richmond, na Virgínia, onde o Batalhão de Choque disparou agentes químicos em uma marcha do movimento Black Lives Matter, de acordo com a imprensa americana.

O som de pequenas e reiteradas detonações foi ouvido em algumas ruas de Washington, e a fumaça subiu de uma área onde os manifestantes atearam fogo em reboques, observou um jornalista da AFP.

Os manifestantes também furaram pneus de carros e quebraram janelas de trailers. A polícia de choque enfrentou a multidão. Algumas pessoas usaram guarda-chuva para se proteger do spray de pimenta.

No sábado, a polícia de Seattle disse que 45 pessoas foram presas por episódios relacionados aos protestos, classificados como tumultos pelos agentes, segundo a conta oficial da corporação no Twitter.

A chefe de polícia, Carmen Best, pediu às pessoas para irem "em paz à cidade" e condenou os protestos.

"Os agitadores não levaram em conta a segurança da comunidade, a segurança dos policiais, ou dos negócios e propriedades que eles destruíram", afirmou, segundo os jornais locais.

- Mar de agentes federais -

A última expressão de violência ocorreu depois que policiais e agentes federais dispararam gás lacrimogêneo e dispersaram manifestantes à força, mais ao sul de Portland, na manhã de sábado (25).

A cidade, a maior do estado de Oregon, é palco de protestos noturnos contra o racismo e contra a brutalidade policial há quase dois meses.

Portland também é palco de uma repressão altamente polêmica, por parte dos agentes federais, ordenada por Trump e que não tem apoio das autoridades locais.

Ontem, os protestos começaram de maneira pacífica, com música e cantorias da multidão. Alguns jogaram bolhas de sabão e colaram rosas vermelhas nas barricadas.

Terminou em gás lacrimogêneo, porém, depois que manifestantes amarraram cordas às barricadas que cercavam o tribunal de Justiça da cidade para tentar derrubá-las.

A polícia de Portland declarou uma zona de distúrbios e ordenou que a multidão deixasse o local. Na sequência, agentes federais se somaram a eles para esvaziar a área.

Um repórter da AFP viu pelo menos dois homens sendo detidos e levados por agentes federais.

De acordo com um comunicado da polícia de Portland, um homem foi esfaqueado, e o suspeito, "mantido pelos manifestantes" até ser detido por policiais e acusado de agressão. A vítima foi levada às pressas para o hospital com uma lesão grave.

- "Pequenos homens verdes" -

Mais cedo, os manifestantes que conversaram com a AFP reclamaram da presença de agentes federais na cidade e expressaram seu apoio ao movimento Black Lives Matter, protagonista central destes protestos.

"Não gosto do que está acontecendo aqui, do que Trump está fazendo", disse Mike Shikany, um engenheiro aeroespacial de 55 anos, acrescentando que "não quer se aproximar dos homenzinhos verdes", referindo-se às tropas enviadas pelo governo federal.

Jean Mullen, um aposentado de 74 anos de Portland, disse que, sem pressão, nada vai mudar.

"É hora de nos tornarmos o país que sempre acreditamos ser. E não podemos mais tomar isso como dado, nada. Não somos os primeiros em nada, e é algo terrível, terrível, ver isso no fim da minha vida", desabafou.

O Departamento de Justiça americano disse ter aberto, na quinta-feira (23), uma investigação oficial sobre a repressão federal. Na sexta (24), porém, um juiz federal do Oregon rejeitou uma tentativa legal do estado de impedir policiais de prenderem manifestantes.

Na semana passada, Trump anunciou o envio de um "mar" de agentes federais para lugares onde, segundo ele, há maior criminalidade - incluindo Chicago, após um aumento na violência na terceira maior cidade do país.

O governo afirma que, em Chicago, os oficiais enviados vão-se coordenar com as forças policiais locais, e não com as forças do Batalhão de Choque, como se viu em Portland. As autoridades locais garantem que marcarão um limite para qualquer mobilização no estilo de Portland.

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