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O clima de romance está aumentando no BBB 18. Durante a festa 'Samba', realizada na noite da última quarta-feira (14), Gleici chamou Wagner para uma conversa a sós na cozinha. Os dois, que já protagonizaram várias cenas carinhosas, ainda não formam um casal oficial na casa do Big Brother Brasil. Contudo, em outro momento, a sister já havia revelado a vontade de ficar com o brother e admitiu que só dependia de uma atitude dele.

Na conversa, Gleici disparou sem pestanejar: "Quero saber qual é a tua". Sem jeito, Wagner respondeu: "Quer saber o quê? A minha sempre foi desde o começo". A sister nem esperou e já fez outra pergunta: "Só amigos?", e o brother explicou: "Começou só amigos. Passou disso faz tempo. Mas como a gente não está numa situação muito favorável de exposição, eu tenho medo e acho que é o mesmo medo que você tem". "Eu não tenho medo de nada", retrucou Gleici.

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Por fim, Wagner falou que acontecerá no tempo certo e declarou: "É bom isso que a gente tem".

Trans

Muitos espectadores que acompanham o reality demonstraram a suspeita de que Gleici seria uma mulher trans. Antes do BBB 18 começar, havia rumores de que esta edição teria alguém trans, mas até agora nada foi confirmado.

A desconfiança de muitos internautas se deu após uma conversa de Gleici com Mahmoud na qual ela diz a frase "Quando eu descobri que era mulher".

A diretoria do Santa Cruz já pensa em 2017 e o elenco também está de olho na próxima temporada. É provável que, nos próximos dias, os atletas que não desejam renovar com o clube, cheguem a um acordo para uma rescisão amigável. Foi o caso do meia Wagner, que pediu para sair e está fora do Santa Cruz.

Wagner chegou ao Arruda no dia 15 de setembro, junto do meio campista Mazinho. O atleta de 25 anos estava parado após deixar o Goiás e estava entre os reforços para a reta final anunciados pelo Santa. Não tendo sido escalado no time titular em um jogo sequer, o jogador esteve em campo em três derrotas do Tricolor: Palmeiras, Corinthians e Ponte Preta. Somando as vezes que entrou durante as partidas, o total não chega aos 40 minutos atuando.

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Nesta quinta-feira (17), Wagner pediu para ter seu contrato rescindido e deixa o clube de forma amigável. Com a derrota para o Coritiba, o Santa Cruz confirmou o rebaixamento para a Série B de 2017 e outros atletas devem deixar o time até o fim do ano. Um deles é o volante Jadson, que é jogador da Udinese-ITA e estaria acima do limite de gastos previsto para o clube na próxima temporada.

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Visando a reta final da Série A, o Santa Cruz segue investindo em contratações. Depois da chegada do lateral argentino Gabriel Vallés e da aparição de Mazinho após a partida contra o Atlético-PR, foi a vez do meia-atacante Wagner, dispensado do Goiás em julho, surgir como provável reforço. Wagner e Mazinho foram as novidades do treinamento desta quinta-feira (15), mas o clube só vai anunciar os três atletas se conseguir a regularização deles junto à CBF. Para tal, o Tricolor corre contra o tempo, pois a janela de inscrições se encerra antes do fim de semana.

Wágner Ricardo da Silva tem 25 anos e esteve na Chapecoense em 2015. Na atual temporada, o meia disputou o Campeonato Goiano, pelo Goiás, e atuou em oito ocasiões na Série B, apenas três como titular. Pouco aproveitado, o meia-atacante acabou sendo dispensado em julho. Pelo Esmeraldino, o atleta marcou cinco gols este ano, todos no estadual. Caso o time coral consiga a regularização dele e dos outros dois recém-chegados (Gabriel e Mazinho), Wagner será o 16º reforço do clube para a Série A.

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A chegada de Wagner pode significar mais opções para o técnico Doriva, que já vinha pedindo contratações à diretoria para a disputa do Brasileiro, onde o clube luta contra o rebaixamento e para a Copa Sul-Americana.

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Jaques Wagner, ministro da Casa Civil, escalado pelo Planalto para tentar refazer a ponte com Michel Temer, vai nesta tarde de quarta-feira (6) ao gabinete do vice-presidente para uma reunião. O encontro está marcado para as 15h30.

Wagner telefonou para Temer no início da semana para desejar feliz ano-novo e tentar a aproximação. Aliados do vice-presidente disseram que a tendência é que Temer se mantenha afastado das discussões em torno do impeachment.

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Com a proximidade da Convenção Nacional do PMDB, prevista para março, o vice-presidente desembarcou ontem em Brasília para tentar negociar a pacificação da bancada da legenda na Câmara e evitar que a disputa também contamine o processo para a sua recondução à presidência da legenda.

Temer planeja iniciar ainda este mês uma série de viagens pelas cinco regiões do País. Oficialmente, a pauta será discutir questões internas do PMDB, mas ele vai aproveitar o giro nacional para se encontrar com lideranças locais e dar uma série de entrevistas à imprensa regional.

O técnico Ricardo Drubscky ainda não confirmou a escalação do Fluminense para o duelo com o Atlético Mineiro, domingo, no Mané Garrincha, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, mas indicou nesta sexta-feira (15) que o meia Vinicius é o favorito para ficar com a vaga do atacante Kenedy, desfalque por estar à serviço da seleção brasileira Sub-20.

Em treino tático realizado na manhã desta sexta-feira, foi Vinicius, autor do gol da vitória sobre o Joinville, quem começou a atividade entre os titulares. Já a vaga do zagueiro Marlon Santos, que também está na seleção de base do Brasil, ficou com Antonio Carlos, como Drubscky havia indicado anteriormente.

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Assim, o time titular do Fluminense começou o treinamento com a seguinte formação: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni; Pierre, Edson, Jean, Gerson e Vinícius; Fred.

Essa é a formação favorita para começar o duelo com o Atlético-MG. Porém, depois de 30 minutos de treinamento, Drubscky mudou o time titular, fazendo alguns testes. O zagueiro Henrique, o meia Wagner e o atacante Magno Alves entraram nas vagas de Gum, Jean e Vinícius, respectivamente.

Mas mesmo com essas trocas, a tendência de que Vinicius e Antônio Carlos sejam titulares diante do Atlético-MG. De qualquer modo, o Fluminense volta a treinar neste sábado, antes de viajar para Brasília, local do compromisso pelo Brasileirão.

O meia Wagner deve mesmo ser o segundo desfalque do Fluminense para a partida contra o Bangu, domingo, no Maracanã. O jogador, que sofreu uma pancada no tornozelo na goleada sobre o Nova Iguaçu, não participou do treino de quinta e dessa sexta-feira. Com isso, dificilmente será relacionado para o jogo.

Wagner sequer foi a campo nesta sexta. O jogador fez tratamento médico e deixou o estádio das Laranjeiras antes mesmo do início do treinamento. Outro que já está fora da partida é o lateral-direito Renato, que sofreu um estiramento na coxa direita.

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Sem a dupla, a tendência é de que Wellington Silva assuma a lateral direita e Marlone ganhe uma chance no meio de campo. Os dois entraram no decorrer do jogo de quarta-feira e o Fluminense melhorou ofensivamente. A dupla teve inclusive participação em dois dos quatro gols marcados sobre o Nova Iguaçu.

O governador da Bahia Jaques Wagner (PT), que conseguiu eleger no primeiro turno o seu sucessor, Rui Costa (PT), afirmou nesta terça-feira que o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, não representa a mudança desejada por parte dos eleitores. "O Aécio não pode ser mudança, ele pode ser uma alternância de poder", disse, em referência à polarização entre o PT-PSDB dos últimos 20 anos.

Wagner está reunido com outros governadores, senadores e deputados da base aliada de Dilma Rousseff em Brasília, onde o grupo avalia a estratégia petista para o segundo turno. O governador disse que Aécio foi o vencedor do primeiro turno. "Vamos ser francos: quem venceu a Marina Silva (PSB) não foi a Dilma, foi o Aécio", afirmou.

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Apesar do reconhecimento, Wagner disse que durante o primeiro turno "quem ficou com mais raiva da Marina foi o Aécio", por ser ultrapassado pela socialista até a última semana de votação, quando virou o placar e derrotou a candidata. Por isso, segundo o governador, Aécio "desconstruiu" a candidatura de Marina no programa eleitoral. Wagner também afirmou que Dilma pode ampliar a vantagem de 3 milhões de votos que teve sobre o tucano no primeiro turno. "Dilma pode ampliar vantagem no segundo turno para 3,5 milhões de votos", afirmou.

O mistério sobre a presença de Fred entre os titulares do Fluminense na partida deste domingo contra o Goiás, no Maracanã, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, permanece. Afinal, o centroavante até treinou na equipe principal nesta sexta-feira, em atividade realizada nas Laranjeiras, mas porque o atacante Rafael Sobis não participou do coletivo.

Fred ainda não defendeu o Fluminense desde a sua participação na Copa do Mundo pela seleção brasileira. Depois do torneio, o atacante realizou trabalhos de recuperação física e, nesta semana, participou de jogo-treino com os reservas e também de treinamentos entre os suplentes.

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O técnico Cristóvão Borges não confirmou a presença de Fred, mesmo que o tenha escalado entre os titulares, no lugar de Rafael Sobis, que trabalhou na fisioterapia. O meia Wagner foi outro jogador considerado titular que acabou sendo poupado do coletivo, realizando reforço muscular na academia. Assim, a vaga foi ocupada por Chiquinho.

Já o volante Diguinho, que está na transição entre a preparação física e o departamento médico, treinou no campo com o fisioterapeuta Nilton Petroni e o preparador físico Jefferson Souza.

Assim, os titulares disputaram o coletivo com a seguinte formação: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Henrique e Carlinhos; Valencia, Jean, Cícero, Chiquinho e Conca; Fred. Chiquinho entrou no lugar de Wagner e Fred substituiu Sóbis.

Os reservas atuaram com Klever; Rafinha, Elivélton, Fabrício e Fernando; Edson, Marlon e Walter; Biro Biro, Kennedy e Samuel. E o coletivo foi vencido pelos reservas por 2 a 0, com gols de Kennedy e Biro Biro.

A negociação entre São Paulo e Fluminense, com a troca do atacante Osvaldo pelo meia Wagner, está perto de ser concretizada. Segundo João Paulo de Jesus Lopes, diretor de futebol do time paulista, as chances existem. "Os clubes estão conversando. As diretorias têm uma relação boa, existe uma cooperação e a possibilidade de sair negócio existe, mas não está fechado ainda", diz.

A troca entre as equipes seria só até o final do ano e os valores envolvidos não foram divulgados. A tendência é que o martelo seja batido nos próximos dias e o dirigente tricolor avalia que os dois clubes saem ganhando com isso. "Com a chegada do Conca no Fluminense, o Wagner perdeu espaço. E o nosso jogador também poderá ser melhor aproveitado lá", explica.

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Wagner chegaria ao Morumbi para fazer sombra a Ganso após a saída de Jadson. Os dois também podem atuar juntos, dependendo da formação que o técnico Muricy Ramalho escolher. Já Osvaldo teria chance de atuar com mais frequência, pois no Morumbi vem sendo reserva de Ademilson, Luis Fabiano e Pabon, e com a chegada de Alexandre Pato, a situação tenderia a piorar.

A abertura do XVI Virtuosi – Festival Internacional de Música de Pernambuco será realizada neste domingo (8), às 18h, no Convento de São Francisco, em Olinda. Quem se apresenta no primeiro dia do festival é o violinista americano Giora Schmidt e o pianista filipino Victor Asuncion. A programação, que se estende até o dia 15 de dezembro, está disponível no site do evento. A entrada é gratuita.  

Pelo quarto ano consecutivo, o Virtuosi será realizado em diferentes localidades, tais como o Teatro de Santa Isabel (Recife), Convento de São Francisco (Olinda), Sala Radegundis Feitosa (João Pessoa) e a Sala Augusto Meira Filho (Belém). Este ano o festival é dedicado aos 200 anos do nascimento dos compositores de ópera Verdi e Wagner.

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Serviço

Abertura do XVI Virtuosi

Domingo (8) | 18h

Convento de São Francisco (Rua São Francisco, 280 – Carmo)

Gratuito

(81) 3363 0138

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), confirmou, durante entrevista concedida a uma emissora de rádio, em Salvador, nesta quinta-feira, 28, o nome do seu candidato à sucessão estadual em 2014: será o secretário chefe da Casa Civil, Rui Costa. Não chegou a ser uma surpresa, pois Wagner já vinha dando sinais de sua preferência por Costa.

"A minha indicação para o diretório estadual do PT é o secretário da casa civil Rui Costa... Escolhido o nome, vamos todo mundo para rua. Agora é Rui se colocar e se apresentar", decretou. A expectativa é quanto à ratificação do nome do secretário pelo diretório do PT, nesta sexta-feira, 29, quando membros do partido deverão se reunir para oficializar o nome do candidato à eleição para o governo do estado. Na mesma ocasião, serão empossados os novos dirigentes do partido.

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Apesar da preferência do governador, o senador Walter Pinheiro, em pronunciamento feito no Senado, também nesta quinta-feira, disse que manterá o seu nome na disputa. "Vamos continuar no mesmo patamar, fazendo da mesma forma, brigando do mesmo jeito, empenhando-nos, entregando-nos cotidianamente para que possamos ajudar o povo baiano", afirmou.

Além de Pinheiro e Costa, surgiram outros nomes interessados no pleito, como o do ex-prefeito de Camaçari Luiz Caetano e o do secretário estadual do Planejamento e ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que agora pregam a união partidária.

 

Quem esperava uma ajuda do Náutico para manter o Fluminense na zona de rebaixamento quebrou a cara. Na noite desta quinta-feira (14), no Maracanã, o Tricolor carioca venceu o Alvirrubro pernambucano por 2x0 com o apoio de mais de 30 mil torcedores. Os gols dos donos da casa foram marcados por Wagner, no primeiro tempo, e Samuel, na etapa complementar. 

O resultado tirou a equipe do técnico Dorival Júnior da zona da degola. O Flu agora tem 39 pontos na 16° posição e na próxima rodada enfrenta o São Paulo, de novo no Maracanã. Já o Timbu recebe o Bahia, outra equipe ameaçada com o rebaixamento.

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Golaço de Wagner salva primeiro tempo ruim

Assim como aconteceu no jogo do São Paulo ante Flamengo, na quarta-feira (13), o duelo entre Fluminense e Náutico também começou sob protestos. Em apoio ao Bom Senso FC, os jogadores das duas equipes trocaram passes lentamente por um minuto sem objetivo algum. Após os 60 segundos iniciais, a partida começou de fato. Só que o protesto parecia continuar, desta vez, contra o bom futebol. Erros de passes deram o tom da baixa qualidade técnica do espetáculo.

Ainda que lentamente, o Tricolor conseguiu chegar ao gol aos 16 minutos. O meia Wagner, com espaço, arriscou de fora da área e marcou um golaço para o Fluminense abrindo o placar. Com a vantagem e mais tranquilidade, os donos da casa não ousaram se arriscar, apesar de ter um certo domínio. Entretanto, com pouca criatividade e objetividade.

Pelo outro lado, o Náutico estava entregue, assim como aconteceu em toda a competição. A primeira finalização alvirrubra aconteceu apenas aos 42 minutos com Rogério. O atacante invadiu área, chutou cruzado, mas nas mãos do goleiro Diego Cavalieri. Em seguida, Derley tentou cruzar e mandou direto para a defesa do goleiro do Fluminense. E só.

Carrasco deixa a sua marca

A bola voltou a rolar no segundo tempo com apenas uma substituição. O técnico Dorival Júnior sacou Marcos Júnior e colocou Samuel, o carrasco do Náutico. Sempre que ele enfrenta a equipe pernambucana, marca um gol. E outra vez não foi diferente. Aos cinco minutos, Rafael Sóbis chutou, Ricardo Berna espalmou e a bola sobrou nos pés do atacante, na entrada da pequena área, completar para o fundo das redes: 2x0.

 Sem criatividade no meio campo, o técnico Marcelo Martelotte resolveu fazer a primeira mudança antes dos dez minutos. Tiago Real, que pouco produziu, saiu para a entrada de Morales. Contudo, o resultado não foi esperado. Com o apoio da torcida, o Fluminense seguiu no ataque e teve duas boas oportunidades de ampliar a vantagem. Porém, Berna evitou no chute de Jean e, na outra tentativa, Rhayner mandou de cabeça para fora. Já as chegadas alvirrubras ao ataque eram esporádicas.

Os últimos 15 minutos foram de pura tranquilidade para o Fluminense. Tudo ainda ficou mais fácil quando Alison foi expulso por falta dura em Rafinha. Mas, os comandados de Dorival Júnior nem insistiram muito, mesmo com um jogador a mais, e se deram por satisfeito com os 2x0.

Ficha do jogo

Fluminense 2

Diego Cavalieri; Igor Julião, Gum, Leandro Euzébio e Digão; Willian, Jean e Wagner (Felipe); Rhayner (Rafinha), Marcos Júnior (Samuel) e Rafael Sóbis. Técnico: Dorival Júnior.

Náutico 0

Ricardo Berna; Diego, Alison e Leandro Amaro; Derley, Elicarlos, Gustavo Henrique, Tiago Real (Morales) e Bruno Collaço; João Paulo (Auremir) e Rogério (Saullo).  Técnico: Marcelo Martelotte

Local: Maracanã

Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES)

Assistentes: Katiusca Berger Mendonça e Ramires Santos Candido (Ambos do ES)

Gols: Wagner (aos 16 do 1°/T) e Samuel (aos 5 do 2°/T)

Cartões amarelos: Derley e Gustavo Henrique (Náutico)

Cartão vermelho: Alison

Público e renda: 30.844 e R$ 260.965,00

O clima vai pegar fogo no capítulo desta terça (20) da novela Amor à Vida. Edith (Bárbara Paz) aceitou voltar a viver na mansão dos Khoury, porém não está passando por um bom momento junto a Félix (Mateus Solano). Mesmo revelando que não tem mais nada com o homem com quem teve um caso, a loira não consegue convencer seu marido e continua sofrendo com o veneno do vilão. Magoada, ela tenta dormir, porém a tentação literalmente vai bater a sua porta.

Durante a noite, Wagner (Felipe Titto) vai até o quarto de Edith e vai chegar com tudo na esposa de Félix. Ao ver seu ex-amante, ela fica balançada até ouvir uma declaração do tatuado: “Eu estava doido para te encontrar de novo. Eu te amo, Edith!”. Depois disso, ela abre a porta de vez e o recebe em seus aposentos. “Você é minha melhor vingança!”, dispara antes de cair na cama com ele.

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Ignácio revela a Valdirene que é virgem 'no coração'

Valdirene (Tatá Werneck) se deu muito bem ao conhecer Ignácio (Carlos Machado). A piradinha usou de todo o seu charme para conquistar o milionário, que já está completamente apaixonado por ela. Para comemorar o pedido de casamento, os dois vão até um motel próximo e o bonitão apoveita a ocasião para revelar a periguete que é virgem.

Depois de deixar Valdirene supresa, ele revela: “Sou virgem sim, no coração... É a primeira vez que eu me apaixono para valer...”. Depois dessa declaração, a filha de Márcia (Elizabeth Savalla) vai se derreter de vez por ele e o beijará apaixonadamente.

A história começa em março de 1857, quando o compositor Richard Wagner recebe uma visita inesperada em Zurique. Vindo de Leipzig, o embaixador brasileiro o procura em nome de sua majestade D. Pedro II. O monarca está interessado em levar o alemão ao Rio, oferecendo a cidade como palco da estreia de sua nova ópera. Não se sabe ao certo a razão, mas a parceria não seria levada adiante. Ainda assim, desde então o Brasil se mistura à biografia do compositor. E, no ano de seu bicentenário, teatros brasileiros celebram em suas programações a obra do compositor que, com sua proposta de obra de arte total, não apenas redefiniu a história da ópera como ainda influencia criadores das mais diversas áreas.

Na semana passada, A Valquíria, segunda parte do ciclo O Anel do Nibelungo, foi encenada no Teatro Municipal do Rio. É a mesma produção, com elenco parcialmente distinto, estreada em 2011 no Municipal de São Paulo, palco onde, em setembro, será apresentada O Ouro do Reno, primeira parte do Anel. Da mesma Valquíria, também na semana passada, a Filarmônica de Minas Gerais interpretou, em versão de concerto, o primeiro ato. E, em agosto, o Festival do Theatro da Paz, em Belém, estreia uma nova produção de O Navio Fantasma. À lista, soma-se Parsifal, apresentado em abril no Festival Amazonas de Ópera.

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A produção de Manaus é o ponto de chegada de um resgate das obras do compositor iniciado na cidade, em 2002, com uma versão do Anel, à qual se seguiram O Navio Fantasma e Tristão e Isolda. Por trás delas, o maestro Luiz Fernando Malheiro, que também assina a direção musical do Anel do Municipal de São Paulo e regeu a Valquíria apresentada na semana passada no Rio.

O Anel de Manaus foi a primeira produção feita inteiramente no Brasil da obra (nos anos 20, foi uma companhia alemã a responsável por sua interpretação no Municipal do Rio). Foi, assim, o primeiro Anel brasileiro - alcunha que o diretor André Heller-Lopes reivindica para a versão da obra que realiza no Municipal de São Paulo. Mas o "brasileiro" aqui se refere menos ao local de produção e mais ao caráter da montagem. Para o diretor, o Anel, com seus deuses e mitologias, trata essencialmente "das relações humanas, da relação do homem com Deus, do homem com o poder". "E na saga da queda dos deuses, do surgimento de uma nova raça livre, está também a discussão da nossa identidade cultural em um momento de transformação pelo qual passa o Brasil."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirmou nesta sexta-feira que a votação da reforma política pode ser uma "resposta" do Congresso às manifestações que ocorrem pelo País. "Acho que há uma crise de representação, as pessoas não se sentem representadas, a credibilidade da classe política é baixa", avaliou. "Se a delegação pelo voto não está construindo uma política sadia aos olhos da população, essa população tem de cobrar uma bandeira concreta: reforma política."

De acordo com Wagner, o Legislativo "deve" a votação do tema à população. "Nós vivemos numa democracia plena e há o questionamento sobre a classe política brasileira, sobre a forma de exercitar o poder, sobre corrupção", disse. "Acho que o Congresso Nacional precisa ouvir o grito da rua e pautar esse tema. A classe política brasileira é devedora, para a sociedade, de uma estrutura política representativa que corresponda mais aos anseios da população."

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Ele também afirmou acreditar que a série de manifestações deve funcionar como "alerta para quem defende a democracia". "Se a gente foi eleito para representar a população, a gente precisa ouvir o que as pessoas estão gritando. O Congresso poderia pautar o projeto de reforma política como resposta (às manifestações)."

O meia Wagner admitiu nesta terça-feira que a diretoria do Fluminense ainda não pagou a premiação de R$ 3 milhões aos jogadores pela conquista do Brasileirão de 2012. O jogador, porém, minimizou a ausência do pagamento e prometeu empenho na partida contra o Macaé, nesta quarta-feira.

"Ninguém aqui vai deixar de botar o pé na bola por causa de bicho. Os jogadores estão aqui com gabarito e bagagem", garantiu o meia, que mais uma vez será titular na equipe do técnico Abel Braga. Na rodada passada, ele foi o principal jogador do time no empate com o Duque de Caxias.

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Ele reconheceu que o time não está apresentando seu melhor futebol. "Estamos em um grande clube, que investiu muito neste time e por isso resultados como o empate com o Duque de Caxias não podem acontecer. Somos cobrados por isso. Somos os atuais campeões brasileiros e isso influencia. O investimento pede essa cobrança", admitiu.

Nesta quarta, Wagner terá ao seu lado o meia Deco, que não fez bom jogo na última rodada. Mas Wagner acredita na recuperação do companheiro, que busca a readaptação depois de lesão no começo do ano. "O Deco dispensa comentários, elogios. É só dar tempo, já nos ajudou no ano passado e este ano também. Com tempo, ele vai voltar a apresentar o bom desempenho que tinha em 2012".

Abel não deve contar com Fred nesta rodada. O atacante jogou os 90 minutos do amistoso da seleção brasileira com a Rússia, na segunda-feira, e não terá condições de entrar em campo. O ataque deverá ter Wellington Nem e Samuel.

ENGENHÃO - Apesar de já estarem concentrados para o jogo desta quarta, os jogadores do Fluminense ainda não sabem em qual estádio vão jogar. O Engenhão, onde deveria acontecer a partida contra o Macaé, foi interditado por tempo indeterminado nesta terça por problemas em sua estrutura.

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) deve mandar o jogo para outro estádio da redondeza, como São Januário, ou até realizar a partida no Engenhão, mas sem torcida para evitar riscos. Outra possibilidade é alterar a data do confronto.

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cassar o mandato dos deputados condenados no processo do mensalão, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), pediu que os críticos da decisão do tribunal mantenham a calma e aguardem a publicação dos acórdãos das condenações e a apresentação dos recursos da defesa para discutir a questão da perda dos mandatos. "É óbvio que o episódio é traumático, mas creio que devemos ter tranquilidade. Todo mundo tem que ter calma. Então, acho que é melhor esperar a publicação e (o julgamento dos) embargos", disse Wagner, antes de encontro nesta terça-feira (18) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo.

O governador da Bahia disse que considera prerrogativa da Câmara dos Deputados a cassação de mandatos. "Pertence à Câmara proclamar a perda do mandato", afirmou. Wagner também criticou os que afirmam que a democracia está comprometida após a decisão do STF sobre a cassação de mandatos. "Não tem quebra de democracia porque não tem nenhum golpe de Estado", avaliou.

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Wagner condenou a repercussão das novas declarações do empresário Marcos Valério ao Ministério Público Federal (MPF), na qual revelou que o esquema do mensalão pagou despesas pessoais do ex-presidente Lula. "Declaração por declaração, todo mundo dá a que quer", minimizou, enfatizando que Marcos Valério estaria "fragilizado" com sua condenação pelo STF. Segundo ele, há grupos interessados em desmontar a popularidade de Lula. "Existe uma vontade de quem trabalha contra um ícone com 80% de popularidade para desmontar essa popularidade, por motivos maiores ou menores. É óbvio que há", afirmou.

Para o governador, as condenações no processo do mensalão geram "traumas", que geram oportunidade de reflexão e aprendizado. "As coisas se fazem com traumas, infelizmente. Mas é no trauma que a gente aprende", disse o petista, defendendo que o episódio servia de estímulo para a reforma política e a criação de um sistema de financiamento público de campanha eleitoral.

Presente em parte da reunião em que oito governadores prestaram solidariedade a Lula, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, também defendeu o financiamento público de campanhas políticas. "É um problema sério que tem de ser discutido, que leva muitos candidatos a cometer deslizes e praticar ilegalidades", comentou Okamotto, que foi o tesoureiro da campanha de Lula à presidência da República, em 1989.

"Muitas vezes neste processo há troca de cargos, de pontos do programa de governo (nas coligações de segundo turno) e também se compromete a ajudar a pagar a dívida de campanha. Isso acontece no Brasil desde quando se fundou a República", afirmou. "Acho um absurdo o PT não ter feito desde o começo um cavalo de batalha para fazer o financiamento público de campanha. Não é que vai acabar com os problemas e a corrupção, mas vai acabar com a desculpa de muitos políticos que são obrigados a arrumar recursos antes do processo eleitoral."

Críticas

No novo depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) em setembro, Marcos Valério acusou Okamotto de tê-lo ameaçado. Na tarde desta terça, Okamotto disse a um grupo de jornalistas que o teor do depoimento, publicado com exclusividade pelo jornal O Estado de S.Paulo, teria sido "roubado" ou obtido de forma ilegal. Em seguida, Okamotto voltou atrás da declaração ao ouvir esclarecimentos dos jornalistas presentes sobre a forma como as notícias são apuradas. Ele, no entanto, reclamou da divulgação pelo jornal do conteúdo do depoimento do empresário ao Ministério Público. "Essa é uma peça que não tem credibilidade, não tem fundamento. Não estou nem um pouco preocupado com isso", reiterou Okamotto.

Okamotto admitiu que, após o julgamento do processo do mensalão, os petistas pagam o preço hoje pelo envolvimento no passado com Marcos Valério. "Acho que, se você ver o resultado do julgamento, você pode concluir que isso aconteceu. Pessoas que buscaram recursos para pagar campanha, que usaram esses recursos e que não sabiam, acabaram pagando", disse.

Os zagueiros Ailson e Wagner Silva foram as primeiras contratações do Sport para a próxima temporada. Os jogadores assinaram um pré-contrato com o clube e só assinam o contrato definitivo no dia 26 de dezembro, quando se apresentam ao técnico Mazola Júnior.

Mesmo sendo um jogador experiente, Ailson não esconde a ansiedade em poder vestir a camisa do Sport logo. “Estou com uma expectativa muito grande. Não vejo a hora de chegar no Recife para sentir o calor dessa torcida. Não quero só ficar vendo pela televisão e acompanhando de longe, mas quero estar defendendo essa camisa para sentir o calor da torcida ao meu favor. Estou muito feliz e vou demonstrar toda dedicação dentro de campo para dar muitas alegrias ao torcedor”, disse o zagueiro.

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Com 1,92 e canhoto, o jogador falou um pouco sobre suas características dentro de campo. “Sou um zagueiro que consegue aprimorar a força física com a técnica. Todo zagueiro tem aquela fama de ser grosso, mas eu aperfeiçoei muito bem o fato de saber marcar forte e saber jogar. Além disso, tenho a bola aérea como um dos meus pontos positivos”, finalizou Ailson.

Já Wagner Silva tem apenas 22 anos e pouca experiência no futebol. Revelado pelo Internacional, o jogador se destacou nas categorias de base do Colorado. “Estou muito feliz com essa contratação pelo Sport. É um clube conhecido no Brasil todo e eu quero chegar para ajudar e ganhar títulos. Espero crescer na minha carreira junto com o Sport”, afirmou o jogador.

O zagueiro, que afirmou ser polivalente (joga como volante), contou um pouco do seu estilo de jogo. “Sou destro e costumo jogar com habilidade. Não sou tão de chegada como dizem uso mais a minha habilidade”, disse Wagner Silva.

O meia Wagner foi aprovado nos exames médicos, acertou as bases de contrato com a patrocinadora Unimed e deve assinar com o Fluminense nesta quinta-feira. Com passagem de sucesso pelo Cruzeiro, o jogador de 26 anos estava no Gaziantepspor, da Turquia, e acertou compromisso de quatro anos com o clube carioca, que superou o interesse inicial do Palmeiras.

O anúncio oficial e a apresentação do novo reforço do Fluminense só devem acontecer após o término do Brasileirão. Wagner volta ao Brasil depois de dois anos no exterior. Ele deixou o Cruzeiro após conquistar o vice-campeonato da Libertadores em 2009, quando foi negociado com o Lokomotiv Moscou, da Rússia. Depois, foi para o futebol turco.

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A diretoria do Fluminense ainda trabalha para reforçar mais o elenco para a próxima temporada. O foco é manter a base do grupo atual e contratar pelo menos um lateral-esquerdo, um zagueiro e um volante.

No treino desta quarta-feira, o volante Edinho foi novamente poupado. Com dores no tornozelo esquerdo, devido a uma torção sofrida na vitória sobre o Figueirense, ele deixou de treinar pelo segundo dia seguido e é dúvida para o clássico com o Vasco, domingo, no Engenhão.

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